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Sexta, 04 Novembro 2016 15:40

Epidemia de sífilis no Brasil: a prova de que focar na camisinha é furada

Postado por

caco

Fulaninha tem 17 anos acaba de receber o diagnóstico de sífilis, uma doença sexualmente transmissível, que pode levar à loucura e à morte. A menina agora faz parte das estatísticas da epidemia de sífilis no Brasil, que foi anunciada recentemente pelo governo federal.

“Impossível, doutor, eu sempre uso camisinha!” – protesta ela.

“Sempre... mas não na hora de fazer sexo oral, né Fulaninha?” – responde o médico.

Isso muita gente não sabe: “Mesmo quando a pessoa pensa estar fazendo sexo seguro, ela pode estar em risco se tirar a camisinha na hora do oral”, diz a infectologista Eliana Bicudo, da Sociedade Brasileira de Infectologia.

Na real: a maioria dos jovens é relaxada com o uso da camisinha, e quase ninguém a usa para fazer sexo oral, pois reduz a sensibilidade. Uma geração que está convencida que obter prazer sexual é um “direito” ilimitado, que está acima de tudo, não poderia mesmo ser capaz de renunciar a uma parcela desse prazer.

Pudera! São mensagens conflitantes. Primeiro, o poder global ensina que todo tabu sexual deve ser derrubado, e que não há mal nenhum em fazer sexo casual. Depois, o mesmo poder pede façam isso com “responsabilidade”. Como vemos, o povo está absorvendo somente mensagem do bundalelê!

A pornografia está sendo aclamada e já virou até cult. A sociedade orgulhosamente “racional”, “científica” e laica fez pó de toda a moralidade e decência que o cristianismo levou séculos para consolidar. Eis aí o resultado catastrófico…

caneca_rightOs governos e as ONGs gastam zilhões em campanhas fracassadas, tagarelando o mesmo papo pró-camisinha de sempre. Por que os jovens não estão escutando vocês, agentes de saúde? Porque a mentalidade favorável ao sexo livre é essencialmente egoísta e amante da inconsequência.

A castidade, ao contrário, é o amor que se sacrifica, que sabe esperar, pelo bem de si mesmo e do outro. Aceitem que dói menos: a Igreja Católica está certa, mais uma vez.

A QUESTÃO DA SÍFILIS

A sífilis é causada por uma bactéria, que pode ser transmitida tanto por meio da relação sexual quanto da mãe para o filho durante a gestação. A longo prazo, pode provocar lesões ósseas, neurológicas e cardíacas, levando à cegueira, paraplegia, demência e morte.

A sífilis pode ser tratada com penicilina. O problema é que esse remédio fornece um lucro muito baixo aos fabricantes, por isso é pouco produzido, o que causa um quadro de desabastecimento no mundo inteiro. Ou seja... Deu ruim!

O mais triste é saber que os mais inocentes e indefesos é que pagam o pato: muitas gestantes estão transmitindo a doença a seus bebês (somente em 2015, foram quase 20 mil bebês infectados). Os recém-nascidos contaminados podem ter danos semelhantes aos do Zika: má-formação, surdez e deficiência mental.

Segundo Ricardo Vasconcelos, infectologista do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, essa epidemia acontece no mundo todo, não só no Brasil: “A humanidade está passando por um aumento na transmissão de sífilis”, diz ele (Fonte: MotherBoard). É claro! Em toda a parte, a cultura do sexo livre domina. E não há camisinha que dê jeito nessa miséria.

QUAL O CAMINHO?

Substituir o atual modelo de campanha bundalelê por uma política de estímulo à abstinência e fidelidade é um primeiro passo. Essa experiência deu muito certo na Uganda e na Nigéria (saiba mais no post Epidemia de AIDS: tem culpa eu?).

Mas só isso não basta. É preciso reconstruir uma das bases da civilização: a FAMÍLIA. De nada valerá ficar doutrinando os jovens pra manter os bilaus e periquitas dentro das calças, se a família está destroçada e se os pais não são presentes em suas vidas. Mas aí o buraco é beeeeem mais embaixo…

Que São João Paulo II, que tanto enfatizou a importância da família, possa ajudar cada um de nós a construir uma família que seja sal da terra e luz para o mundo. Dá uma força pra nóis aí, JP!

*****

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422 Terça, 20 Dezembro 2016 19:50

Comentários   

0 # Rafael Augusto 09-11-2016 10:06
Excelente artigo! Mais que alertar sobre o perigo da doença, acho que vocês foram felizes quando mencionaram um declínio moral acerca da família. De fato, as coisas andam na contra-mão. A Igreja é um ambiente propício para se falar desses temas um pouco complexos, mas também, sou da tese de que não adianta enxertar nos jovens uma doutrinação sem antes trabalhar todo um contexto (realizar inclusive um caminho pessoal nas dimensões do SER [o que se torna praticamente impossível]), cansei de ver grupos formando com proselitismos (nos ambientes carismáticos, principalmente), o que na minha ínfima concepção é uma metodologia deficiente. Alertá-los, sim! Ensinar a doutrina, sim! Agora, o que não rola é um excesso paranoico, aéreo, lunático, etc... No mais, meus parabéns pelo post.
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0 # Alex Hoffmann 06-11-2016 22:04
Pra não dizer que sou eu: http://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2016/11/05/interna_internacional,821275/padre-italiano-classifica-terremotos-de-castigo-divino-por-unioes-ho.shtml Em nada acrescenta, mas é bom ficar de olho.
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0 # Sidnei 07-11-2016 07:58
Alex, com relação a este padre italiano que disse que os terremotos que houve na Itália foi castigo divino por causa do casamento gay que foi aprovado na Itália, acredito que este padre exagerou. Com ou sem casamento gay liberado na Itália, as placas tectônicas iriam se mover da mesma maneira e iria acontecer o terremoto do mesmo jeito. Acreditaria que seria castigo divino se tal terremoto tivesse acontecido na Holanda ou em plena Avenida Paulista durante a parada gay. Mas, DEUS mandar um castigo a uma região da Itália, matando pessoas inocentes que nada tem haver com aprovação de casamento gay, quer seja na Itália, Holanda, Espanha, no raio que os gayosparta, aí não, nunca acreditarei que DEUS seja tão injusto assim. O clero tem que ser mais prudente ao fazer tais comentário, pois ao invés de ajudar, vão mais atrapalhar ainda. O terremoto de Lisboa em 1755 ocorreu bem no dia de Todos os Santos (1º de Novembro) justamente no dia em a as igrejas e as ruas estavam cheias devido a festa de Todos os Santo, e na época não havia casamento gay, aborto, nada disto, mas quem poderia dizer que isto foi castigo divino?, castigo divino porque?, porque os povo estava comemorando o dia de todos os Santos?, prato cheio para os protestantes hein?.
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0 # Geraldo 08-11-2016 21:18
Até porque há uma diferença enorme entre as pessoas que sentem atração pelo mesmo sexo e os elegebetistas. Existe aí uma clara usurpação da representatividade. E muitas são as pessoas que experimentam a atração pelo próprio sexo que estão dizendo claramente e cada vez mais ao movimento LGBT: "vocês não nos representam, não podem falar em nosso nome sem a nossa permissão". O justo seria que esse movimento se assumisse como representante não de uma comunidade, mas de uma interpretação que alguns dentro dessa comunidade assumem como sua. Pois é grande a variedade e a pluralidade interpretativa dentro da própria comunidade de "homossexuais" (e essa pluralidade não pode ser sufocada em nome de uma leitura única imposta a todos). Este cara (link abaixo), por exemplo, tem posições totalmente divergentes em relação à ideologia dominante: http://www.religionenlibertad.com/soy-homosexual-no-gay-testimonio-de-jeanpier-en-la-manifestacion-profamilia-33330.htm Há muitos elegebetistas que sequer são "homossexuais". Marcelo Freixo, por exemplo, ideologicamente falando é um elegebetista. Ou seja, desposa essa ideologia, concorda com ela e a defende. A pessoa que faz (por motivos "amplamente desconhecidos" - diz o catecismo da igreja com sã realismo) a experiência involuntária dessa atração, está totalmente em pé de igualdade com qualquer outro cristão. Conheço verdadeiros santos que carregam essa condição não escolhida e se sentem plenamente acolhidos na igreja, vivenciando a castidade por ela proposta como verdadeira libertação e caminho de crescimento humano e espiritual. O testemunho sereno e alegre , por exemplo, de Philippe Ariño (link abaixo) é edificante para todos nós e nos ensina muito: http://www.religionenlibertad.com/yo-homosexual-y-ex-activista-gay-vivo-segun-las-ensenanzas-de-35693.htm http://pt.aleteia.org/2014/05/26/ser-homossexual-e-um-sofrimento-nao-uma-escolha-nem-um-pecado-em-si/ É um testemunho que desbanca por completo o mito de que a igreja não aceita as pessoas que carregam essa condição e que sua doutrina as discrimina e oprime. Se entre essas mesmas pessoas é grande a variedade de narrativas e interpretações acerca delas próprias (gerando diferentes militâncias e caminhos terapêuticos) porque a igreja não pode ter a liberdade de apoiar aquela interpretação que lhe parece a mais lúcida, libertadora e coerente com a dignidade delas? É, pois, bastante caluniosa a afirmação de que a igreja as rejeita e condena, pois muitas delas sentem e vivenciam a interpretação da igreja, em grande sintonia com sua própria visão e experiência de vida. O que a igreja rejeita, precisamente, é uma determinada interpretação dessa condição experimentada por alguns seres humanos, e , sobretudo, a pretensão de impô-la como única leitura possível. E todos sabemos por que meios desonestos, violentos e autoritários isso tem sido feito. Num universo plural a igreja se sente no direito de adotar a compreensão que lhe parece mais lúcida e correta (a que se acha em seu catecismo), pois a própria comunidade "homossexual" traz em seu seio essa pluralidade de modos de compreender a mesma questão. E não são poucos aqueles – cristãos ou ateus - que dentro dessa comunidade, pensam exatamente como a igreja. Ora, se o próprio "homossexual" é livre para interpretar o que sente da maneira que bem entender (ainda é... mas cada vez menos. Pois estamos assistindo à uma verdadeira obrigatoriedade de uma leitura única, imposta ao próprio homossexual) - e são muitos aqueles que se interpretam numa direção totalmente oposta à do status quo, à da ideologia dominante, do pensamento único - com certeza qualquer pessoa, grupo e associação é livre também para desposar uma maneira de entender a questão. E, portanto, a igreja deve ter plena liberdade de adotar e propor a sua interpretação (e de agir e normatizar sua vida interna em coerência com ela) que é exatamente a mesma interpretação de muitas pessoas que experimentam essa condição. O que não é justo, de forma alguma, é que apenas uma parte dessas pessoas (que não é sempre e necessariamente formada apenas por "homossexuais", pois muitos nem o são e agem assim também) se arvorar a pretensão de IMPOR na marra a sua leitura, a sua interpretação (que é apenas uma dentre as existentes numa sociedade plural) à toda sociedade (incluindo a igreja) e inclusive aos próprios homossexuais. Isso é simplesmente uma ditadura preconceituosa e um fanatismo ideológico, não dos "homossexuais", mas daqueles, de qualquer “orientação” ou tendência, que desposam essa interpretação única e a pretensão de torna-la compulsória, criminalizando as leituras alternativas. E entre esses que querem ser o chicote do mundo, há pessoas que trazem consigo essa condição e também há muitas que não a experimentam. O caso não é com os “homossexuais” e sim com os que pretendem impor seu pensamento a todos, sejam homossexuais ou não. Portanto, aqui a discordância refere-se única e exclusivamente à interpretação assumida e principalmente à pretensão de sua imposição obrigatória e autoritária que vem ocorrendo cada vez mais. E o pior: vem ocorrendo - e nesse caso devemos erguer a nossa voz em defesa dessa minoria que tem sido usada - por razões totalmente alheias à defesa dos Direitos Humanos dessa gente. Vem ocorrendo como parte de um projeto maior de dominação do poder estatal (secundado pelo poder econômico de grandes monopólios capitalistas), de enfraquecimento dos organismos intermediários que ainda são a melhor defesa contra a voracidade e tara do estado de tudo querer controlar, impondo uma doutrina oficial e uniforme, usada para perseguir todo pensamento livre e autônomo, como tanto ocorreu na Alemanha Nazista e na Rússia Comunista. Não por acaso o Papa Francisco vem chamando esse tipo de ideologia, de TOTALITARISMO do SÉCULO XXI. E com certeza, ele não é invenção dos homossexuais, mas dos ideólogos, que muitas vezes usam e manipulam muitos deles. Usar uma minoria que por vezes sofre com uma condição não escolhida, para criar um tal controle do poder sobre a vida das pessoas, é algo realmente covarde. OBS: coloquei a palavra homossexual , no texto acima, entre aspas, do mesmo modo que coloco a palavra “heterossexual”, pois considero de uma enorme pobreza, classificar as pessoas com base numa pequena parte do seu ser que é a libido. Somos muito mais que isso. Somos pessoas humanas e a sexualidade é apenas um dos muitos aspectos da riqueza que nos constitui.
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0 # Alex Hoffmann 06-11-2016 21:38
Uma coisa que eu e meus pais estávamos conversando e cabe direitinho neste post: daqui para frente, o povo tá é por conta, aquele que tem fé e ainda segue a Igreja Católica vai ensinar seu filho da mesma forma, aquele que descobriu a Igreja, vai segui-la fazendo o que a Igreja manda. Porém esta raça vai se tornar cada vez mais escassa mas ainda existirá, apesar do clero, na sua maioria. Deus salvará seu povo apesar dos padres, porque destes em sua maioria, já nem possuem mais fé em Deus. Não como aqueles padres malvados que usavam batina e eram sérios, não iam na onda do povo e ainda corrigia a comunidade sem usar adoçante.
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0 # Padre Orlando Henriques 06-11-2016 17:28
Lembro-me, há anos, de uma campanha cá em Portugal cujos cartazes diziam «Se não consegue manter-se fiel, pelo menos seja fiel à vida», isto é, embora recomendasse o uso do preservativo, apontava-o apenas como alternativa, privilegiando a fidelidade como prioritária. Entretanto, os anos passaram, a sociedade degradou-se cada vez mais, e nunca mais vimos por cá campanhas dessas, com uma mínima referência à castidade: só campanhas que mandam fazer tudo a torto e a direito...
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0 # Sidnei 07-11-2016 08:08
Padre Orlando, o slogam desta campanha aí em Portugal, me fez lembrar uma passagem bíblica do Livro Provérbios que diz: " cidade destruída e sem muralha, tal é aquele que não se controla a si mesmo. " (Prov. 25,28), ou seja, para bom entendedor tal passagem basta.
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0 # alessandro 05-11-2016 14:52
ola bernardo! estou so sitando no post,quando a catequista deu exemplo de governos de uganda e nigeria que promoveram a abstinencia para frear a aids e em nenhuma hora citei que o gorverno promove a promiscuidade, mas que seria dificel promover a castidade se na igreja ja quase nao fala destas coisas, pelo menos nos lugares que eu frequento, ou quando o sr.ouviu uma campanha da fraternidade dando forcas aos nossos jovens e velhos tambem a largar a masturbacao, a pornografia a fornicacao?se os lugares que o senhor frequenta se prega a castidade e se a promovem, vc e muito feliz.
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0 # César Carriço Júnior 05-11-2016 14:16
Hoje é meio complicado falar em "esperar" porque estamos casando muito mais tarde. Nossos antepassados casavam-se por volta dos 17 e 20 anos. Alguns até com menos idade. E atualmente, essa é a faixa etária em que os jovem estão se preparando para o Enem ou para o vestibular. Uma sociedade que te empurra a constituir família cada vez mais tarde, tende a ser mais promíscua.
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0 # A Catequista 05-11-2016 23:31
De fato, César. Mas se ao menos as campanhas do governo fossem honestas e realistas, falariam da imensa conveniência de, ao menos, buscar reduzir o número de parceiros sexuais. Se, por exemplo, os rapazes mundanos fizessem sexo somente com suas namoradas, isso reduziria drasticamente a disseminação de DSTs. Mas hoje em dia, é normal transar com uma mulher a cada semana. Em 1999, o Ministério da Saúde divulgou em rede nacional um vídeo em que os atores Rodrigo Santoro e Luana Piovanni recomendavam, além do uso de camisinha, a redução do número de parceiros sexuais como forma de se proteger da AIDS. A chiadeira das ONGs foi enorme, e nunca mais uma campanha assim se repetiu. Olhaí o resultado... É preciso ao menos falar dessa OPÇÃO para as pessoas - a fidelidade para os casados e namorados comprometidos e, ao menos, a redução do número de parceiros para os solteiros - sem descartar a camisinha para os bagaceiros. Mas não: as campanhas do governos tratam o povo como um bando de animais no cio incapazes de controlar a libido.
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0 # Sheila Santos 05-11-2016 10:57
Olá, pessoal! Paz e bem. O pior, caros catequistas, não é só quando os pais são ou estão ausentes. O pior é quando os pais são presentes nas aulas de balé, no cabeleireiro, no curso de inglês, nas aulas de natação, nos cursos de informática e irresponsáveis ao fazer coro com essa cultura do laise fair: "E daí? Hoje em dia isso não é mais assim..." E aprovam o aborto, o sexo livre, as saídas pra zoada sem questionamentos e por aí vai...
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0 # Bernardo 05-11-2016 10:15
Caro Alessandro, fica uma pergunta: O que tem a Igreja promover a castidade com o governo parar de promover a promiscuidade sexual? Primeiro, quem vai a Igreja, certamente tem esta orientação da castidade, assim como nos diversos sites católicos. Segundo, a Igreja não é o governo.... não governa o governo, então permanece a pergunta....
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0 # Andrea Vaz 04-11-2016 22:31
Amei este post, que me fez amar ainda mais a Santa Igreja de Cristo
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0 # Cuné 04-11-2016 22:01
Bom, já que foi para a moderação, podem deletar meu post caso achem fora de contexto, pensei estar comentando em uma postagem sobre o livro, mil desculpas. se puderem responder minha pergunta sobre a compra em meu email, agradeço. Fiquem com Deus.
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0 # A Catequista 04-11-2016 23:44
Oi, Cuné! Não tem problema comentar neste outro post sobre o livro. Vamos entrar em contato pelo seu email, dentro de dois dias. Obrigada, e fique com Deus também!
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0 # Cuné 04-11-2016 21:59
Comprei três exemplares na amazon ainda na pre-venda. Ganhei um desconto após ter pago, honestidade total! Parabéns pelo site, não tem ideia do quanto me ajudam no desafio de catequisar jovens e adultos. Há uma forma de se ganhar descontos em quantidade maiores, tipo acima de dez? Gostei tanto que estava pensando em dar um exemplar para cada após a primeira eucaristia e crisma. Que Deus continue abençoando vocês e todos que participam deste espaço.
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0 # alessandro 04-11-2016 19:37
como o estado vai falar em abstinencia sexual, se a igreja no brasil nao fala.essa promiscuidade sexual,essa pornografia horrorenda, esta causando outra mal, que talvez seja um dos piores males da sociedade E A DEPRESSAO. nao todos os casos, mas a maioria dos casos de depressao e causado pelo demonio da luxuria.equanto a castidade e alegria, E VIDA COM OS SANTOS ANJOS!
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