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Segunda, 23 Janeiro 2017 00:48

Francisco x Trump: a Prudência do Papa e o Exagero da Imprensa

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Oi Povo Católicooooooo! Adivinha o que vamos fazer hoje? Desmentir a imprensa sobre declarações do Papa!!!! Pois é... neste final de semana rolou nos jornais a seguinte manchete: "Papa adverte contra o risco de buscar ‘salvador’ que propõe muro" (veja aqui), anunciando uma contundente crítica do Papa a Donald Trump, inclusive comparando-o a Hitler! Isso é verdade? Pra variar, não... 

Francisco deu uma longa entrevista ao jornal espanhol El País na qual falou, entre muitas outras coisas, do governo Trump. Mas não foi da forma como espalharam não... veja só o trecho completo (que os jornais deveriam mostrar e não mostram):

El País. Santidade, com relação aos problemas do mundo que o senhor mencionava, exatamente neste momento Donald Trump está tomando posse como presidente dos EUA. E o mundo vive uma tensão por esse fato. Qual a sua consideração sobre isso? Papa Francisco. Veremos o que acontece. Mas me assustar ou me alegrar com o que possa acontecer, nisso acho que podemos cair numa grande imprudência – sermos profetas ou de calamidades ou de bem-estares que não vão acontecer, nem uma coisa nem outra. Veremos o que ele faz e, a partir daí, avaliaremos. Sempre o concreto. O cristianismo, ou é concreto ou não é cristianismo. É curioso: a primeira heresia da Igreja foi logo depois da morte de Cristo. A heresia dos gnósticos, que o apóstolo João condena. E era a religiosidade spray, como a chamo, do não concreto. Sim, eu, sim, a espiritualidade, a lei... mas tudo spray. Não, não. Coisas concretas. E do que é concreto tiramos as consequências. Nós perdemos muito o senso do concreto. Outro dia, um pensador me dizia que este mundo está tão desorganizado que falta um ponto fixo. E é justamente o concreto que nos dá pontos fixos. O que você fez, o que disse, como age. Por isso eu, diante disso, espero e vejo.

O El País é um jornal tradicionalmente de esquerda na Espanha. Temos certeza de que ele estão apreensivos. Mas o Papa, que já tinha criticado abertamente os projetos de Trump sobre imigração, prefere esperar antes de falar. Isso não me parece uma acusação, mas prudência e temperança não dão manchete de jornal, né? Aliás, nesta entrevista, Francisco diz claramente o que pensa sobre imigração. Fala que receber os refugiados é uma atitude pra ser tomada diante da emergência da situação e que eles precisam ser integrados à sociedade, sem medo de se perder a identidade. Bem... o problema talvez seja a falta de identidade europeia, não os refugiados. É só ver o que aconteceu na França. Mas definitivamente este não é o caso dos EUA. Lá o problema maior é a ilegalidade e o terrorismo. O El País insiste e Francisco fala finalmente sobre a construção do tal muro do Trump. Não de forma direta, mas fala. Veja o trecho completo:

El País. Tanto na Europa quanto na América, as consequências de uma crise que não acaba, o aumento da desigualdade e a ausência de lideranças fortes estão dando lugar a formações políticas que estão captando o mal-estar dos cidadãos. Algumas delas – que costumam ser chamadas de antissistema ou populistas – aproveitam o medo das pessoas de um futuro incerto para construírem uma mensagem de xenofobia, de ódio em relação ao estrangeiro. O caso de Trump é o que mais chama a atenção, mas também há os casos da Áustria e até da Suíça. O senhor está preocupado com esse fenômeno? Papa Francisco. É o que chamam de populismo. Essa é uma palavra enganosa, porque na América Latina o populismo tem outro significado. Lá significa o protagonismo dos povos, por exemplo, os movimentos populares. Organizam-se entre eles... é outra coisa. Quando ouvia falar em populismo aqui não entendia muito, ficava perdido, até que percebi que eram significados diferentes dependendo dos lugares. Claro, as crises provocam medos, alertas. Para mim, o mais típico exemplo dos populismos europeus é o 1933 alemão. Depois de [Paul von] Hindenburg, a crise de 1930, a Alemanha estava destroçada, tentava se levantar, buscava sua identidade, estava à procura de um líder, de alguém que devolvesse sua identidade, e havia um rapazinho chamado Adolf Hitler que disse “eu posso, eu posso”. E toda a Alemanha votou em Hitler. Hitler não roubou o poder, foi eleito por seu povo, e depois destruiu seu povo. Esse é o perigo. Em momentos de crise, o discernimento não funciona, e para mim é uma referência contínua. Busquemos um salvador que nos devolva a identidade e defendamo-nos com muros, com arames farpados, com qualquer coisa, dos outros povos que podem nos tirar a identidade. E isso é muito grave. Por isso sempre procuro dizer: dialoguem entre vocês, dialoguem entre vocês. Mas o caso da Alemanha de 1933 é típico, um povo que estava naquela crise, que procurava sua identidade, e então apareceu esse líder carismático que prometeu dar-lhes uma identidade, e deu-lhes uma identidade distorcida e sabemos o que aconteceu. Onde não há diálogo... As fronteiras podem ser controladas? Sim, cada país tem o direito de controlar suas fronteiras, quem entra e quem sai, e os países que estão em perigo – de terrorismo ou coisas desse tipo – têm mais direito de controlar mais, mas nenhum país tem o direito de privar seus cidadãos do diálogo com os vizinhos.

Repare que a crítica não é à construção do muro, mas ao fechamento da sociedade ao diálogo! São coisas completamente diferentes. Ah... e você deve ter reparado também que o Papa cita o contexto da Alemanha de 1933 para ilustrar o anseio do povo por uma política nacionalista. Não está realmente comparando Trump a Hitler, como os jornais alardearam. Ele até defende o controle das fronteiras por conta do terrorismo! Depois que a mídia comprou a ideia de oferecer "narrativas" aos seus leitores e espectadores, precisamos desconfiar de absolutamente tudo. Cada um escolhe seus trechos preferidos para validar seus pensamentos. É por isso que é essencial ler a entrevista completa. Ah... pra lhe dar mais um incentivo a ler, saiba que nesta entrevista o Papa fala sobre as negociações que a Igreja mantém com a China para estabelecer um relacionamento mais próximo (isso será uma graça imensa para os católicos de lá) e revela o que pensa da Teologia da Libertação!!!

"A Teologia da Libertação teve aspectos positivos e também teve desvios, sobretudo na parte da análise marxista da realidade." Papa Francisco em entrevista ao El País (21/01/2017)

Opa... gostou? Então clique aqui e leia a matéria completa!

*****

Ê, SÃO PAULO! Estaremos aí no dia 26 de janeiro para o lançamento de As Grandes Mentiras sobre a Igreja Católica. Venha pegar uma dedicatória no seu livro! Sinalize no Facebook o seu interesse no evento (clique aqui) e nos ajude a divulgar! QUEREMOS TODOS LÁ!!!! convite_sp

2345 Terça, 07 Fevereiro 2017 16:42

Comentários   

0 # antonio carlos 27-02-2017 21:17
Adoro estes católicos de Facebook, se informam na base dos posts que nem se dão ao trabalho de conferir a fonte. Conhecida minha se informa por um site super confiável, para ela pelo menos, o tal do Catraca Livre, acha os posts dele o máximo, ela não se deu ao trabalho de saber a quem o tal site apóia. Infelizmente como ela há uma legião de católicos todos cheios de paz e amor no coração, achando que o Trump é o demônio de gravata.
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+2 # Moacir Shepper 08-02-2017 02:46
O Catequista, o que me dizem do caso de um Sacerdote ANGLICANO que vai celebrar a Missa naIgreja de São Pedro no Vaticano?
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+2 # Moacir Shepper 07-02-2017 16:58
O Catequista, quando vocês falarão das controvérsias do Pontificado do Papa Francisco? As Dúbias, Imagem de Lutero na Vaticano, comemorara a Deforma Protestante, o Vaticano dizer que o herege Lutero é testemunha do Evangelho, etc?
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+3 # Sidnei 13-02-2017 10:38
A você Moacir e ao José abaixo, esperem sentados que em pé cansarão, enquanto isto, o blog vai liberando os comentários de alguém que não que citar o nome, que vem a dias atacando a fé católica.
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+3 # José 07-02-2017 16:57
Estou esperando O Catequista escrever algo em defesa das ações de "misericórdia" do Papa Francisco na Ordem de Malta e sobre as interpretações e ações "misericordiosas" baseadas na Amoris Laetitia que estão ocorrendo na Alemanha com o aval da Confederação de Bispos de lá.
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-3 # Andramelek 02-02-2017 10:04
Catolicismo é fato ou crença?
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0 # Carlos Eduardo de Abreu e Lima 01-02-2017 18:09
Pois vejam isto: http://aluizioamorim.blogspot.com.br/2017/02/e-bomba-catolicos-pedem-trump-que.html#links
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+2 # Evandro 30-01-2017 09:22
Bom dia. Criticar o muro e toda essa conversa de imigração beira a hipocrisia. Nosso país é a nossa casa, a nossa terra. Vejam as nossas cidades. Nossas casas estão cercadas de muros e cercas elétricas em alguns casos. Nossos apartamentos tem portaria com um grande aparato de segurança. Câmeras, porteiros, etc. Então, porque não abrimos tudo e deixamos os outros entrarem? Os mendigos, os sem-teto, os desempregados... Deixem eles dormirem nas suas camas, abrirem as suas geladeiras e suas despensas e pegarem o que quiserem, praticarem sua religião... Ahhhh, opa, na minha casa não, não é mesmo? É a mesma coisa em um país, só que a um nível maior. Para aqueles defensores da imigração nos moldes do que está acontecendo hoje é melhor pensar um pouco. Vamos!!! Abram suas casas e apartamentos!!! Como já dizia um velho sábio que pimenta no dos outros é refresco.
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+2 # Pequetita Johannpeter 25-01-2017 13:22
Comparar o pragmatismo político do papa Francisco com a ação apostólica de São Paulo, com todo o respeito, me parece beirar a heresia. Afinal, se o objetivo de Nosso Senhor fosse que Seu sangue fosse derramado por TODOS, sem conversão, sem expiação, tipo "misericórdia-jujubinha", dissociada do temor que Lhe é devido, então, sim, pareceria lógico que Sua Igreja se conformasse ao mundo, e não que o mundo buscasse a salvação por meio de Sua Igreja, convertendo-se, expiando-se, santificando-se. O "afrouxamento" da doutrina facilita, e muito, falsas conversões. É bem provável que se o Papa Clemente VII tivesse declarado nulo o legítimo casamento de Henrique VIII e Catarina de Aragão, a Inglaterra não teria naufragado na fé. O papa, e, com ele, a Igreja, estariam a salvo da ira do soberano do bilau guloso, mas certamente não da ira do Senhor. Contudo, toda esta situação só pode ser provação do Altíssimo pelos pecados do mundo. São Roberto Bellarmino, valei-nos!!
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0 # Andramelek 02-02-2017 15:26
Você é parente do Jorge Gerdau Johannpeter?
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0 # Sidnei 02-02-2017 21:24
Andramelek, não pode ser que ela serja parente de Jorge Gerdau Johannpeter são luteranos, e a Pequetita Johannpeter se demonstrou muito bem católica.
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0 # Andramelek 06-02-2017 19:38
O sul da Alemanha é católica e o norte da Alemanha é protestante. Os Gerdau devem ser do norte e a pequetita deve ser do sul.
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+1 # Sidnei 13-02-2017 10:23
Nossa, até a origem da Pequetita Johannpeter você sabe, deve ter uma bola de cristal para saber isto, e porque não ela não teria sido ou teria vindo de uma família luterana e se convertido a Igreja católica, esta hipótese você não leva em conta?. Bem para responder sem 100% com certeza se a Pequetita Johannpeter, venho de uma família católica ou luterana, somente ela poderá responder isto, esperemos por sua respostas, o resto serão apena suposições, tanto da minha quanto da sua parte.
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0 # Pequetita 30-03-2017 12:19
Católica nata.
Nascida e criada na Fé UNA e VERDADEIRA, partícipe do Corpo Místico de Cristo, em cuja defesa quero viver e morrer.
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+1 # jb 25-01-2017 09:00
Por falar em Francisco, eu ainda estou esperando um esclarecimento deste blog a respeito da comunhao para os divorciados.
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+2 # Sergio Paulo da Cunha 24-01-2017 18:14
Trump em um dia fez o que em 9 anos o governo Obama não fez, cessar com os financiamentos para as clínicas abortistas. Chamá-lo de populista e citar Hitler, podem chamar de outra coisa mas pra mim foi comparação sim. Sei que devemos rezar por ele. Principalmente depois daquele vídeo onde ele reúne representações de religiões pagãs como se todas fossem boas.
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+1 # Atenágoras de Atenas 24-01-2017 14:14
Talvez, o Papa Francisco esteja como o Apóstolo Paulo. ================================================ ==== Embora livre de sujeição de qualquer pessoa, eu me fiz servo de todos para ganhar o maior número possível. Para os judeus fiz-me judeu, a fim de ganhar os judeus. Para os que estão debaixo da lei, fiz-me como se eu estivesse debaixo da lei, embora o não esteja, a fim de ganhar aqueles que estão debaixo da lei. Para os que não têm lei, fiz-me como se eu não tivesse lei, ainda que eu não esteja isento da lei de Deus - porquanto estou sob a lei de Cristo -, a fim de ganhar os que não têm lei. Fiz-me fraco com os fracos, a fim de ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, a fim de salvar a todos. E tudo isso faço por causa do Evangelho, para dele me fazer participante. 1 Coríntios 9:19-23
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0 # João Pedro Strabelli 25-01-2017 10:28
Uma das melhores descrições de Francisco que vi até agora. Nunca tinha pensado nisso antes, mas concordo muito. Acho que não estávamos preparados para um papa como esse, mas se é verdade que pelos frutos conheceremos a árvore, há alguns dados aí que talvez ajudem. Um ano depois de eleito e pouco depois de um vídeo gravado a uma conferência evangélica americana, vídeo em que foi duramente criticado principalmente pelos católicos, o pastor sueco Ulf Ekman se converteu ao catolicismo. Há um post ótimo sobre isso aqui mesmo n’O Catequista. Inclusive, a frase que disse ali em cima sobre os frutos e a árvore está no mesmo post, logo no começo. Ano passado ele autorizou padres a perdoarem casos de aborto. No primeiro dia de serviço, Trump cortou o financiamento para aborto. Coincidência? Ano passado foi anunciado em vários meios de comunicação, inclusive não-católicos, que pela primeira vez em décadas o número de católicos no mundo teve uma taxa de aumento maior que o da população mundial. Ou seja, está tendo cada vez mais católicos no mundo, especialmente na Ásia e na África. Sei que existem alguns problemas aí que andam me tirando o sono, mas não é possível que tudo esteja errado. Senão, essas coisas boas não estariam acontecendo.
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0 # A Catequista 24-01-2017 16:59
Também penso assim. Estudando a ação missionária dos jesuítas no século XVI, é possível entender muito melhor o nosso Papa.
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+1 # Rose 24-01-2017 13:48
Parece que se confirma que o Papa é o lider mundial da esquerda, se assim não fosse não seria o primeiro a ser consultado a após a posse de Trump. O que me admira é que ele não respondeu a pergunta feita pelos cardeais sobre a polêmica da comunhão aos recasados, mas dispôs de 1h15 para entrevista sobre a questão mundial. O Papa é um lider religioso ou político?
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+2 # Anselmo Leonardo Silva 24-01-2017 11:09
"Papa Francisco. É o que chamam de populismo. Essa é uma palavra enganosa, porque na América Latina o populismo tem outro significado. Lá significa o protagonismo dos povos, por exemplo, os movimentos populares. Organizam-se entre eles… é outra coisa." para o Papa me parece que na America Latina não existe o populismo como se conhece na Europa, então o Brasil de Lula, a Argentina de Kirchner a Venezuela de Maduro tudo isso é "protagonismo dos povos"... e pra quem entende só um pouquinho de interpretação de texto sabe que a comparação com Hitler existe sim, isso é o que acontece quando colocação um Papa quue quer agradar a todos.
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0 # Monyck 24-01-2017 15:01
É Anselmo, veja que coisas estranhas estão acontecendo: http://infocatolica.com/?t=noticia&cod=28378 DARÁ UNA CONFERENCIA SOBRE POBLACIÓN MUNDIAL El Vaticano invita al vicepresidente del antinatalista «Population Council» em contraste com: http://infocatolica.com/?t=noticia&cod=28376 EN SU CUARTO DÍA DE MANDATO Donald Trump prohíbe dar fondos públicos a ONGs para fomentar el aborto fuera de EE.UU. Parece que o mundo está de ponta cabeça!
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0 # Mariele 24-01-2017 09:18
Bom dia Pessoal! Venho tirar uma dúvida e dar uma opinião sobre um tema que gostaria que fosse falado aqui no site. Ontem fui no cinema assistir o filme Assassin's Creed, e ele trouxe a tona um assunto que a muito tempo quero pesquisar para entender melhor, que são os Cavaleiros Templários. Quando estudava, aprendi que eles era ruins e sempre ouvi muitas pessoas falando mau dos Templários. Só que com o tempo estudando mais sobre a Santa Igreja, percebi que não era do jeito que eu tinha aprendido na escola. Mas nunca me aprofundei no tema. Mas ontem assistindo o filme, percebi como não perdem a oportunidade para falar mal da Igreja. Colando a Igreja extremamente com a mal, a ruim, que faz tudo pelo poder. Ai, resolvi estudar mais sobre o assunto... Se Vocês puderem fazer um post, ou indicar algum livro, site que eu possa estudar melhor.
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0 # A Catequista 24-01-2017 13:40
Eu não vi o filme ainda. Mas este site publicou uma análise católica: http://www.acidigital.com/noticias/assassins-creed-os-graves-erros-historicos-do-filme-sobre-a-igreja-catolica-69968/
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0 # Joao 24-01-2017 16:56
Sobre o filme Assassin's Creed, é mais um filme sobre um jogo. É a história do jogo que retrata os templários como os vilões e a seita dos assassinos como heróis (na realidade foi o contrário). O filme só adaptou a história para o cinema.
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0 # Mariele 24-01-2017 15:15
Muito Obrigado Pessoal!
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0 # Joao 24-01-2017 12:01
MARIELE, Assista o curso do nosso querido Padre Paulo Ricardo sobre os cavaleiros templários. É o melhor material em nosso idioma. https://padrepauloricardo.org/cursos/templarios
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0 # Filêmon 23-01-2017 18:08
Oh, Senhor Onipotente, protegei e convertei o Vosso Vigário na Terra, e olhai pelos "profissionais de comunicação", cuja maioria não passa de sanguessugas desprovidos de talento, além de pseudocultos e vorazes de ambições!! Nossa Senhora de Fátima, rogai por nós!
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0 # Renato Ferreira 23-01-2017 17:31
Valei nos, São Pio X!
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0 # João Pedro Strabelli 23-01-2017 17:28
O jeito de Francisco falar, principalmente em entrevistas, é formado pro frases curtas em que ele apresenta vários pontos e depois se forma a ideia geral. É quase como se, em vez de falar a sua opinião e depois explicar os detalhes, ele montasse um painel a partir destes detalhes. Antes que alguém critique, este é um jeito muito comum das pessoas falarem. Com certeza alguém aqui já percebeu que um conhecido seu fala desse jeito. Pior, nós costumamos, além de falar tudo picado, ainda não terminar as frases nem o raciocínio (“Qualquer coisa a gente vê…”, quem nunca?). Acho que nem preciso dizer que a ignorância e a má fé distorcem tudo o que podem. Ah, e antes de criticarem Francisco por isso, quem nunca ouviu falar daquele pronunciamento de São João Paulo II em que a Igreja pediu desculpas pelos erros passados? Qualquer um que souber ler vai ver que não foi bem assim. Então, papa quando abre a boca sempre tem um analfabeto funcional e um mau intencionado “interpretando”.
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+2 # Pequetita Johannpeter 23-01-2017 13:23
"Essa é uma palavra enganosa, porque na América Latina o populismo tem outro significado. Lá significa o protagonismo dos povos, por exemplo, os movimentos populares. Organizam-se entre eles… é outra coisa." Oi??!! Vargas, Perón, Lula "protagonistas dos povos da América Latina"?!! "Esse é o perigo. Em momentos de crise, o discernimento não funciona, e para mim é uma referência contínua." Este excerto é bem aplicável ao conclave que o elegeu. Valei-nos, São Pio X!!
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+1 # Paulo Ricardo Costa 30-01-2017 14:43
Sem contar Chaves, Evo, Maduro, Rafael Correa, Bachalet e toda corja.
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+1 # 23-01-2017 12:20
Mas na entrevista o Papa também diz que se defender com muros é algo "muito grave". Ele criticou. Aliás, curioso não se falar tanto na grande mídia que o muro entre os EUA e México começou a ser construído quando o Bill Clinton era presidente. E quem mais expulsou imigrantes ilegais foi o presidente Obama.
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0 # Joao 23-01-2017 11:55
Entrevista muito boa. Confesso que fiquei surpreso com a prudência demonstrada pelo Papa em retomar o ensinamento católico sobre a imigração (já está lá no Catecismo). Quanto à China, devemos ter cuidado. O governo chinês quer obter um acordo para que Roma autorize o estado chinês a nomear bispos. Esta é a condição para o governo parar de perseguir a Igreja chinesa. Isso é a estatização da Igreja Católica chinesa. É o que Henrique VIII fez na Inglaterra. Inclusive, há um cardeal chines (o Cardeal Zen - é o nome dele mesmo!) que denuncia tentativas de acordo da Igreja com o estado chinês. Deus cuida da Sua Igreja.
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0 # Paulo Ricardo Costa 30-01-2017 14:42
Cara, a última vez que eu vi esse negócio de poder secular querer nomear bispos foi na Idade Média. Seria um retrocesso.
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0 # João Pedro Strabelli 30-01-2017 17:28
Mas é exatamente por isso que as relações diplomáticas entre China e a Igreja Católica estão em “conversação” há décadas. A Igreja não aceita a intromissão do estado chinês e o estado chinês não quer deixar a Igreja nomear seus sacerdotes. E se alguém disser que o Vaticano mantém conversações secretas com o governo chinês, só pode; convém lembrar que praticamente todo diálogo diplomático é reservado, o que é público é o resultado final, quando acontece, e quando interessa às duas partes. Só para exemplificar, na crise dos mísseis soviéticos em Cuba, acho que na década de 60, houve intensas negociações diplomáticas entre EUA e URSS, dois inimigos declarados. O que não quer dizer, nem agora nem naquela época, que os americanos estavam tentando se tornar comunistas através dessas negociações. Houve uma série de acordos negociados para que nosso modesto planeta não fosse pelos ares. No caso específico das negociações Vaticano-China, convém lembrar que as grandes potências, diga-se aí EUA, Reino Unido, entre outras, fizeram o que puderam para minar as coisas e não deixar acontecer. Pensa que é só estados religiosos que tem medo do Vaticano?, estados laicos tem muito mais.
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+2 # Renato Ferreira 23-01-2017 10:57
A Teologia da Libertação é uma heresia e não teve nada de positivo!
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+1 # Pequetita Johannpeter 26-01-2017 13:03
"Para a reforma da teologia, querem que aquela teologia que chamamos racional, seja fundamentada na filosofia moderna. Desejam, além disto, que a teologia positiva se baseie na história dos dogmas. Querem também que a história seja escrita e ensinada pelos seus métodos e com preceitos novos. Dizem que os dogmas e a sua evolução devem entrar em acordo com a ciência e a história. Para o catecismo, exigem que nos livros de catequese se introduzam só aqueles dogmas, que tiverem sido reformados e estiverem ao alcance da inteligência do vulgo. Acerca do culto, clamam que se devem diminuir as devoções externas e proibir que aumentem, embora, a bem da verdade, outros mais favoráveis ao simbolismo, se mostrem nisto mais indulgentes. Gritam a altas vozes que o regime eclesiástico deve ser renovado em todos os sentidos, mas especialmente na disciplina e no dogma. Por isto, dizem que por dentro e por fora se deve entrar em acordo com a consciência moderna, que se acha de todo inclinada para a democracia; e assim também dizem que o clero inferior e o laicato devem tomar parte no governo, que deve ser descentralizado. Também devem ser transformadas as Congregações romanas, e antes de todas, as do Santo Ofício e do Índice. Deve mudar-se a atitude da autoridade eclesiástica nas questões políticas e sociais, de tal sorte que não se intrometa nas disposições civis, mas procure amoldar-se a elas, para penetrá-las no seu espírito. Em moral estão pelo Americanismo, dizendo que as virtudes ativas devem antepor-se às passivas, e que convém promover o exercício daquelas de preferência a estas. Desejam que o clero volte à antiga humildade e pobreza e querem-no também de acordo no pensamento e na ação com os preceitos do modernismo. Finalmente não falta entre eles quem, obedecendo muito de boa mente aos acenos dos seus mestres protestantes, até deseje ver suprimido do sacerdócio o sacro celibato. Que restará, pois, de intacto na Igreja, que não deva por eles ou segundo os seus princípios ser reformado?" PIO X, Papa. Carta encíclica Pascendi Dominci Gregis (sobre as doutrinas modernistas). Reflexão sublime, profecia do terrível porvir deste nosso amado e mui pranteado santo Soberano Pontífice. Só a cegueira da apostasia pra não ver que a TL não passa de fruto da "fumaça de Satanás" que entrou na Igreja através das "janelas abertas". Virgem Imaculada, destruidora de todas as heresias, valei-nos!
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0 # Geraldo 25-01-2017 16:34
São João Paulo II seria então um herege, Caro Renato, quando afirmou isso: "Eu também sou teólogo da libertação!"? Creio que devamos ser muito prudentes quando defendemos a existência e o valor de uma autêntica Teologia da Libertação (como é o meu caso), sobretudo aqui no Brasil, onde ela se tornou (ou sempre foi, desde o começo) em sua maior parte, a pura negação do cristianismo e até mesmo a destruição sistemática das bases da fé. Eu já fui mais ardoroso em insistir na existência dessa boa e autêntica Teologia da Libertação, aquela que se coaduna com a Doutrina Social da Igreja. Aquela que foi praticada e explicitada, por exemplo, por pessoas como Segundo Galilea e Gustavo Gutierrez ( este último só após um longo período de autocrítica e revisões do seu trabalho, motivado por um diálogo intenso com a Congregação para a Doutrina da Fé e particularmente com os cardeais Ratzinger e Muller). Aquela TDL que São João Paulo II defendeu e afirmou como "útil e necessária". Aquela que sai muitíssimo depurada e ortodoxa, por exemplo, também, das reflexões mais recentes de Clodovis Boff. https://www.youtube.com/watch?v=Bs22O5K1QoE Não obstante essa defesa que faço (de uma autêntica TDL) e que já fiz de modo mais forte no passado, digo essas coisas com muito maior cuidado hoje em dia. Pois sei que, quando as pessoas condenam e criticam a TDL, elas estão, em sua maioria, pensando na TDL realmente existente e influente ( aquela que é evocada até por coisas tão podres como o grupo que se autodenomina "Católicas" pelo "Direito" de "Decidir"... eliminar a vida dos outros, sob o pretexto de que estão no "seu corpo" de passagem). Sei que estão quase sempre falando daquela TDL, cujos maiores porta-vozes no Brasil, são pessoas intelectualmente cretinas, trapaceiras e desonestas como Frei Betto e Leonardo Boff. Então tento entender a crítica habitual , por vezes sumária, à TDL, como sendo feita à essa baboseira toda, e sendo assim, é claro que me junto à essa crítica. Até porque paira no ar, uma forte suspeita de que essa TDL não é propriamente um esforço da inteligência da fé, tentando compreender e aprofundar o compromisso social do cristão. Mas muitíssimo pelo contrário: À medida que possam ser provadas, são muito sérias e dignas de atenção, aquelas famosas denúncias de um ex-agente da KGB (Pacepa) de que a TDL teria sido criação deliberada da nomenclatura soviética, introjetada nas igrejas do Terceiro Mundo via Conselho Mundial das Igrejas (órgão que, de fato, tinha se tornado na época, um feudo da elite da igreja ortodoxa russa, então mancomunada com o poder estatal). Nesse caso, não teríamos, de modo algum, a fé iluminando o trabalho social e político do cristão (como claramente foi o caso de São João Bosco, São Luís Orione, Santa Teresa de Calcutá, Santa Paula Montal, Santa Macrina, Frederico Ozanan, Miguel Pro e cia). Mas teríamos exatamente o oposto: a instância politica ditando (e de modo global!) os rumos da fé. E no caso, aquela instância política da pior qualidade já vista neste mundo (a comuno-socialista) : desumana, ditatorial, cruel, sanguinária, assassina direta de dezenas de milhões de pessoas, violadora sistemática dos Direitos Humanos, em suma, inimiga dos mais pobres, porque os ilude e depois os defrauda, como ocorreu largamente nos últimos cem anos, em mais da metade do planeta. Não obstante, algumas coisas acabam funcionando como um certo aguilhão, um acicate que cutuca, provoca e faz buscar respostas: Ainda que a TDL tenha aparecido por gestão direta da KGB (caso Pacepa tenha dito a verdade) ela pode ter provocado a reflexão e a ação de vários cristãos, no seguinte sentido: "Epa! Tratemos nós, de fazer de modo mais decidido, aquilo que Jesus mandou ("Tive fome e me destes de comer, nu e me vestistes, preso e me visitastes, etc."), porque senão o Evangelho que pregamos não terá a menor relevância para o nosso irmão mais necessitado e injustiçado, e até seremos visto como inimigos por ele, e ele se bandeará logo para lado de quem lhe faz falsas e ilusórias promessas. Pois como ensina São Tiago: "Se um irmão ou uma irmã estiverem necessitados de roupa e passando privação do alimento DE CADA DIA, e qualquer dentre vocês lhes disser: “Ide em paz, aquecei-vos e comei até satisfazer-vos”, porém sem lhe dar alguma AJUDA CONCRETA, de que adianta isso? (Tiago 2, 15). As expressões que coloquei em caixa alta na citação bíblica acima, apontam claramente não para atos caritativos ou assistenciais esporádicos, mas para um empenho PERMANENTE junto a quem sofre como nós, ou sobretudo, mais que nós. Aqui não há a preocupação (por parte de São Tiago) de se acabar com a miséria e injustiça do mundo, mas de se fazer o que tem que ser feito do ponto de vista do mandamento divino, da fé praticada. E foi essa obediência singela ao mandamento de Cristo que fez surgir na Civilização Ocidental, coisas até então inéditas: hospitais e asilos, para os doentes e idosos que eram descartados como coisas inúteis, defesa da mulher que era posta na rua pelo marido por qualquer motivo, defesa da criança que bastava ter nascido com um pequeno defeito para ser assassinada, defesa dos direitos dos escravos que sequer podiam formar família, até chegar à plena abolição de sua escravatura, etc, etc. E tudo isso sem derramar uma gota de sangue de ninguém. Foi uma revolução cultural gradual e lenta, mas eficaz. E ela foi eficaz, porque não se baseou em manipulações mentais como aquelas colocadas em prática pela ONU e seus organismos (UNESCO, UNICEF, etc) que usam os sistemas educacionais do poder estatal, para programar desde cedo a mente da meninada, na direção querida por ela. O marxismo tardio que inspira tais manipulações, regiamente financiadas pelos maiores poderes capitalistas do mundo, tenta macaquear a força cultural da fé de Cristo. E a TDL (a ruim) é parte dessa macaqueação grotesca e infantil. Mas ao fazer isso, marxismo cultural e TDL, se assemelham muito àqueles feiticeiros que quiseram imitar os exorcismos de Paulo ((invocando o mesmo "Jesus, a quem Paulo prega") e ouviram isso do espírito maligno que tentavam expulsar: "Conheço bem Jesus, e sei quem é Paulo; mas quem são vocês afinal?" E, o homem possuído, agarrou todos eles e os estraçalhou. (Atos 19:15,16) Ou seja: a fé em Cristo gerou cultura e história por onde foi passando (expulsando as trevas do egoísmo e do pecado tornado cultura) exatamente porque Jesus "sabe o que há no coração humano" e se comunica com o âmago da pessoa. Tudo o que o marxismo (as heresias, a mentalidade herética e revolucionária, por extensão) tentar fazer direta ou sutilmente, por mais estragos que provoque, não resultará, não atingirá o objetivo (a transformação profunda do ser humano) porque só Cristo "sabe o que há no coração do homem" e portanto, só ele sabe e pode se comunicar com seu desejo mais profundo. Isso está no nosso DNA cristão. A fé necessariamente acaba gerando cultura e é por isso que o Marx tardio e seus seguidores (gramscianos, frankfurtianos, fabianos, elegebetistas, genderistas, etc) vê a cultura cristã, como sua "menina dos olhos", seu alvo preferencial a ser perseguido e destruído (por via externa, ou interna através da infiltração entre nós, por exemplo, com a TDL e outras "teologias" subservientes aos poderes deste mundo). Mas o coração humano conhece a voz de Cristo, a voz do autêntico pastor. Muitas vezes, quando há uma enorme debandada de fiéis rumo ao protestantismo pentecostal, por exemplo, é porque eles reconhecem no pedacinho ínfimo de fé cristã que por vezes ainda se prega no protestantismo (junto com um monte de falsidades) a voz de Cristo que muitos padres "libertadores" lhes negam. Só que isso, essa força cultural da fé, aparece apenas quando Jesus Cristo é um fato verdadeiro em minha vida, quando é uma pessoa que de fato me encontrou, encontrando a plena abertura do meu coração e da minha vida toda. Por isso rezo sempre: "Senhor, não permita jamais que minha fé em ti, seja um verniz superficial. Penetre, Jesus, com tua graça cada cantinho do meu ser e cada aspecto da minha vida. Toma conta de tudo: o modo de me relacionar com as pessoas, com as coisas, com os bens deste mundo, com o dinheiro e com as necessidades de quem sofre ao meu lado." "TUDO é VOSSO, MAS...VÓS SOIS DE CRISTO!" (1 Cor, 3) ___________________________________ Mas indo para o assunto do post, é sempre ter presente o que ele (e o santo padre) nos recorda: A Doutrina Social da Igreja, nunca se identificará com qualquer sistema político deste mundo: direita, esquerda, socialismo, liberalismo, centrismo, etc. E nem jamais será "insentona", imparcialista, ou em cima do muro. Não são os sistemas deste mundo que devem dizer à ela: "desça do muro, igreja de Cristo"! Ela não dança a dança marcada pelos outros. Não joga conforme as regras ditadas pelos outros. Como Jesus, a sua igreja, não veio a este mundo para tomar partido de um dos lados em disputa, mas para trazer todos eles para um terreno totalmente novo e diferente, onde suas velhas categorias interpretativas não valem mais nada. Vale o que tiverem feito - como pessoas - de bom, justo e verdadeiro. Jesus não entra nos esquemas deste mundo, mas diz à todas as pessoas que neles entraram: sigam-me! É ele quem dá os termos. É ele quem dá as condições. Ele é O CAMINHO, A VERDADE E A VIDA! Um grupo de crianças está em disputa ferrenha: "Eu sou do time azul!" - gritam algumas. "Eu sou do vermelho" - gritam outras. E outras ainda vociferam: - "o amarelo é o melhor de todos!" Então, entra uma criança no meio delas e diz: "quero convidar todos vocês a comerem pipocas!" Me veio essa comparação meio boba à mente, apenas para dizer: Jesus é essa criança, a igreja é essa criança, que nos convidam a algo totalmente diferente, a um novo nascimento nEle. Isso não vai nos alienar dos velhos problemas e lutas que enfrentávamos. Mas voltaremos áquilo que nos ocupava com um novo olhar. Essa transformação profunda -do coração e então da cultura e das estruturas sociais que ela vai conformando - já ocorreu, já é história no mundo! E ocorreu - historicamente - exatamente dessa forma: não por meio da hegemonia de partidarismos ideológicos (à direita, ao centro ou à esquerda), mas por meio de um convite supra partidário: SEGUE-ME! O marxismo cultural está atrasadíssimo. Olha que libertar seres humanos de serem escravos uns dos outros não é brincadeira. Tentar explicar isso que ocorreu no nosso mundo (só para ficar num exemplo) apenas pelo advento de formas mais sofisticadas de produção (revolução industrial e tecnológica) é ver apenas a ponta do Iceberg. Toda uma esfera de valores novos, surgidos de um coração encontrado por uma PRESENÇA (o filho de Deus feito homem entre nós), gerou uma nova mentalidade no mundo: somos irmãos, filhos do mesmo Pai, que nos mandou seu filho que nos irmana nEle. Por isso, mesmo que isso tenha sido feito de forma gradativa, pacífica e lenta, em comparação com a idade do mundo e das civilizações, a abolição completa da escravidão na Europa, foi realmente rápida. Assim como foi rápida, a abolição da escravidão nas Américas (sob influência da graça de Cristo) em comparação com os milênios de prática contínua da escravidão (de negros e brancos) nos continentes africano e asiático, que existiu até muito recentemente. Mas é claro que há um apagamento proposital de toda essa memória histórica. Assim como se apaga a história do gradual reconhecimento da dignidade da mulher e da criança, dos doentes e idosos, dos seres humanos em fase intra-uterina, etc. Aliás são informações que nem chegam a fazer parte da memória escolarizada, que dominada pelos poderes hostis à fé (do iluminismo ao politicamente correto), fica conhecendo apenas aquele pedaço da história e aquela versão que favorece esses poderes e suas narrativas e interpretações. A melhor maneira de cada geração que pisa esta terra, fazer algo de bom por ela, antes de partir para o Pai, é começar da gratidão pelo que já foi feito, pelo Dom de Deus que já aconteceu entre nós. Mas infelizmente, há toda uma mentalidade agora que cospe no prato que comeu, que não reconhece que o Amor de Deus agiu em nosso meio, em nossa história que não é feita apenas das nossas traições e contradições, mas tem muito da Luz de Cristo que brilhou em nossas trevas. Que ela brilhe ainda mais, só depende de cada um de nós.
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+1 # Markes Adriano da Silva 23-01-2017 10:11
Vocês são demais, desfazem todas as tretas!!
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+1 # Gilberto 23-01-2017 09:34
Simples: Trump é contra aquilo que alguns setores querem implantar. Coisas que vão contra a moral cristã. O Papa está sendo prudente, isso todo cristão deve ser.
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