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Quarta, 05 Outubro 2016 01:43

É maldade ensinar ideologia de gênero às crianças, diz Papa Francisco

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Está em curso uma “guerra global” contra o matrimônio e a família. E as armas mais avassaladoras usadas nessa guerra são o divórcio e a ideologia de gênero (teoria segundo a qual cada um pode escolher ser homem, mulher, os dois ou nenhuma dessas coisas). Esse foi o alerta do Papa Francisco, durante sua recente visita à Georgia.

Ao sabe disso, muita gente deve ter ficado tonta como uma barata após ser borrifada com inseticida. “Ué... Mas o Papa não havia dito que ‘Quem sou eu para julgar os gays’, e que os casais de segunda união deveriam ser acolhidos?”. Sim, ele disse, e isso continua de pé! Quem sabe dessa vez o povo finalmente entende: não julgar os pecadores não é sinônimo de abandonar o ensinamento moral da Igreja sobre o que é certo e errado.

A mensagem do Papa Francisco é evidente, e espero que alcance um grande número de corações: é preciso firmeza para não relativizar a moral da Igreja, e a mesmo tempo usar de misericórdia para com todas as pessoas feridas pelas mais diversas e complexas situações de pecado. Não adianta somente atirar o Catecismo na cara das pessoas; é preciso amar e acompanhar cada um!

No voo de volta a Roma, saindo o Azerbaijão, um jornalista perguntou sobre essa questão. Confiram a iluminadora resposta do Papa.

O senhor falou do gênero que destrói o matrimônio. Como pastor, o que diria para uma pessoa que sofre há anos com a sua sexualidade e que sente que a sua identidade sexual não corresponde com a biológica?

“Eu acompanhei, na minha vida de sacerdote, de bispo e também de papa, pessoas com tendência e também com prática homossexuais. Acompanhei-as e as aproximei ao Senhor. (...) Quando uma pessoa que tem essa condição chega diante de Jesus, Jesus não dirá, certamente: 'Vai embora, você é homossexual!', não!

"O que eu falei foi sobre a maldade que hoje se faz com a doutrinação da ideologia de gênero. Um pai francês me contava que, à mesa, ele estava falando com os filhos (...) e perguntou ao menino de dez anos:'O que você quer ser quando crescer?'. 'Uma menina!'. E o pai se deu conta de que, nos livros da escola, ensinava-se a ideologia de gênero. E isso é contra as coisas naturais. Uma coisa é que uma pessoa tenha essa tendência ou essa opção, ou mesmo aqueles que mudam de sexo. Outra coisa é fazer o ensino nas escolas nessa linha, para mudar a mentalidade. (...)

"As tendências ou os desequilíbrios hormonais causam muitos problemas, e devemos estar atentos para não dizer que tudo é a mesma coisa: cada caso, acolhê-lo, acompanhá-lo, estudá-lo, discernir e integrá-lo. Isso é o que Jesus faria hoje." 

(Fonte: Site do Vaticano. Voo de retorno do Azerbaijão. 02/10/2016)

Note que o Papa usou os termos “tendência” e “opção”. Isso porque há realidades diversas. Os homossexuais escolhem sentir atração por pessoas do mesmo sexo? Muitos não escolhem, e simplesmente descobrem, ainda crianças ou no início da adolescência, que possuem essa orientação.

Mas há outra realidade, que os ativistas gays negam cinicamente: muitos são induzidos a praticar atos homossexuais por motivos totalmente alheios ao desejo homossexual profundamente arraigado. Os principais motivos são:

  • necessidade de tirar onda de moderninhos e serem melhor aceitos em determinado grupo (confiram aqui o depoimento da ex-feminista Sara Winter);
  • desejo de reproduzir um comportamento exaltado pela grande mídia, pelos professores e pelas celebridades (nesse caso, as crianças, naturalmente curiosas e influenciáveis, são as principais afetadas; não é à toa que a propaganda de cigarro foi proibida na TV).

Por isso, faz parte da agenda cultural e política gay expor as crianças, desde a mais tenra idade, a conteúdos que normalizem e exaltem o comportamento homossexual. Isso aumenta exponencialmente a probabilidade de que elas venham a se envolver nesse tipo de relacionamento – ainda que por mera curiosidade, e não necessariamente por um impulso originado de uma orientação homossexual.

Veja o exemplo grotesco da imagem abaixo, que ilustra uma revista sobre transexualidade, financiada pelo governo do País Basco (Fonte: Info Vaticana). A menina Ane diz para Laia: "Fiquei surpresa ao te ver no chuveiro com um pênis, e pensei que você era um menino. Mas logo percebi que me enganei". Laia reponde: "Sim, sou uma menina. Uma menina com pênis". transexual_banheiro Meninas compartilham banheiros com “meninas com pinto", e ainda ficam manjando os órgãos sexuais dos outros. Não é meigo? Super normal, né, zênti?

Por trás de tudo isso, está a meta de tornar quase impossível que as crianças e jovens a viver de acordo com a com a moral sexual cristã. Afinal, as meninas e mulheres perderão completamente o direito a se resguardarem de olhares masculinos, pois serão obrigadas a se exporem diante de "meninas com pinto" em locais que antes eram separados por sexo.

Uma associação de pediatras dos Estados Unidos afirmou em seu site que "a ideologia de gênero é nociva às crianças". A American College of Pediatricians lamentou o fato de que crianças com distúrbio de identidade (meninas que se sentem meninos, ou vice-versa) não estejam recebendo o tratamento adequado. Em vez disso, estão sendo expostas a intervenções químicas e cirúrgicas que tentam transformá-las em algo que nunca conseguirão ser: uma pessoa do sexo oposto.

Resultado: as taxas de suicídio são vinte vezes maiores entre adultos que usam hormônios do sexo oposto e se submetem à cirurgia de mudança de sexo. Essa é a consequência de se fazer experimento social em seres humanos, tendo como motivação uma ideologia desconectada com a realidade e desprovida de qualquer base científica.

Ainda assim, cresce o número de pais que estão criando os filhos de acordo com essa ideologia. O vídeo abaixo mostra um menino de apenas dois anos, cujos pais se recusam a criá-lo como menino ou menina: dizem que ele tem "gênero neutro". E a biologia, fica onde?

Hoje querem ensinar às crianças que relações homossexuais são normais, que trocar de sexo é normal. Depois vão querer normalizar o "poliamor" e o incesto. Pais e educadores cristãos, não recuem! Coragem!

*****

Você é padre ou leigo e gostaria de ajudar no acolhimento pastoral e evangelização dos irmãos que sentem atração por pessoas do mesmo sexo? Ou você sente atração por pessoas do mesmo sexo? Para qualquer desses casos, entre em contato com nossos amigos do Apostolado Courage (clique aqui).

841 Domingo, 23 Abril 2017 22:53

Comentários   

0 # YURI 08-10-2016 16:03
Boa tarde. Qual a fonte para os dados de suicídio? Estou precisando para um debate.
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0 # Geraldo 12-11-2016 08:13
Uma fonte autorizadíssima é o próprio hospital que mais realizou tais cirurgias no mundo: http://www.midiasemmascara.org/artigos/ciencia/16552-2016-06-07-19-50-41.html
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+1 # João Pedro Strabelli 06-10-2016 16:50
Sobre a questão desta postagem, vou repetir algo que já disse antes em alguns lugares, e que alguém melhor do que eu consiga fazer todo o raciocínio: penso que pela mesmíssima razão que se pode afirmar que ninguém nasce racista, também ninguém nasce gay. Da mesma forma que não nascemos um monte de outras coisas, mas nos tornamos. Sim, já li muita coisa sobre isso, conheço muita gente assim — e também não sou nenhum especialista sobre o assunto — mas não consigo ver uma pessoa nascendo assim. Ninguém nasce gay, mas acaba assumindo isso por uma série de questões que podem ser culturais, forma de criação ou até características pessoais (ou problemas) que a pessoa acaba desviando para isso. Se nascesse assim, a porcentagem de suicídios entre eles seria a mesma de toda a população, principalmente entre os países nórdicos ondem isso é aceito faz tempo e não tem como falar que é por causa da discriminação.
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+1 # João Pedro Strabelli 06-10-2016 16:13
Paulo, Natália, Adriana Suponho que vocês são mais jovens que eu (estou quase nos cinquenta). Já tive muitas dessas preocupações. Não vou dizer que tive demais porque, quando chega num certo ponto de dúvidas, eu paro. É uma espécie de auto-defesa, porque senão me estômago começa a doer. Sei que um jeito não muito inteligente do meu corpo lidar com alguns problemas, mas ainda não consegui mudar isso. Mas aquela ansiedade de não errar em nada, de querer que todo mundo faça tudo certinho, que tudo que o padre, o bispo ou papa falam não pode dar a menor margem para má interpretação, bem essas coisas me acompanharam por muito tempo. Digo acompanharam porque depois de minha confissão na quaresma deste ano e principalmente depois da Quaresma de São Miguel Arcanjo que decidi fazer, não me aconteceu mais. Vou tentar explicar os motivos que me trouxeram mais tranquilidade quanto a isso. Jesus Cristo foi mal interpretado em sua época, é mal interpretado hoje e será mal interpretado no futuro. Senão não fosse, haveria uma única religião cristã e todo mundo aceitaria ela. Isso não aconteceu nem na época de Jesus — e olhe que Maria também estava lá naquela época. Se entenderam errado até naquele tempo, não vai ser agora que todo mundo vai entender. Vão interpretar o papa errado. E o bispo e o padre também. Vão entender errado, alguns porque não entendem mesmo e outros porque não querem entender mesmo. E não somos nós que mudamos isso. A outra coisa é que a gente quer que o papa vai lá e em vez de conversar já chegue detonando. Só que isso não funciona. É a mesma coisa que se aquelas pessoas que batem na porta de casa pra me converter já chegarem gritando que eu sou um pecador e vou para o inferno. A conversa vai morrer logo ali; não vai ter diálogo nenhum. Pra ser sincero, se o papa fizer isso até com quem é católico vai esvaziar muitas igrejas católicas. Depois de muito tempo meditando nessas coisas, penso que Jesus Cristo pregava de modo calmo. Imaginar, por exemplo, ele com o dedo pra cima gritando no Sermão da Montanha, é algo que não consigo mais imaginar. Esse modo de se expressar combina bem com um pastor num púlpito. A autoridade d’Ele vinha de dentro, não de fora. Nas últimas leituras que fiz do Evangelho eu vejo ele falando de modo calmo e carinhoso, e comecei a entender o sentido da palavra Mestre. Santa Teresa de Calcutá, por exemplo, que bronca ela deu? O papa ir ao encontro de alguma ovelha perdida dando bronca não resolve. Dizendo que ela vai pro inferno, só espanta. Mas com calma dá algum resultado. Se é verdade que pelo fruto se conhecerá a árvore: http://ocatequista.com.br/archives/12527 Eu já fui um sujeito que implicou com um papa, justamente São João Paulo II. Eu achava que ele tinha que ter feito algumas coisas de forma diferente. E agradeço a Deus por ser meio quieto e ter guardado a maioria das críticas só pra mim. Um dia, uma tia minha que é freira e morou na Europa por muito tempo disse que via claramente a mão do Espírito Santo na escolha dele como papa pelo fato do fim do comunismo ter acontecido sem explosão de nenhuma bomba nuclear. Hoje é até fácil pensar assim, mas na época não se via outra alternativa. João Paulo II resolveu todos os problemas? Não. Ele é um ser humano, resolveu o que pode e os que tinha capacidade. O mesmo vai acontecer com o papa atual e todos os outros. O Espírito Santo não escolhe um super-herói que vai lá e resolve tudo por conta própria. Escolhe um ser humano. É assim que é. E só pra terminar essa enormidade que escrevi, na minha confissão eu falei de algumas burradas que tinha feito e me deixaram uma insegurança: não eram pra ter acontecido e aconteceram. E nada me garantia que não poderia acontecer de novo. E também falei de uma característica minha que é de querer fazer tudo sozinho e por conta própria. Até disse que por um lado isso é bom, porque a gente nãos e acomoda, mas por outro tinha percebido que isso é uma espécie de orgulho. Ninguém é autossuficiente. Ele me disse calmamente que eu tenho que tentar fazer minha parte e confiar na misericórdia de Deus. Tem horas que penso que é muita pretensão minha, mas considerei este último trechinho como do Espírito Santo. Enfim, é isso. Eu gastei muito tempo pra ficar tranquilo com algumas coisas. Peço que vocês gastem menos tempo que eu. Afinal, eu melhorei muito depois disso.
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0 # Natália 13-10-2016 10:37
Até agora não lhe respondi, João, porque não sei o que falar de verdade. Mas me recordo todo dia dessa sua mensagem! Obrigada!
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0 # Paulo Cesar 06-10-2016 15:16
Olá Viviane. Quero que saiba que tudo o que você disse em seus comentários está perfeito em minha opinião. Ajudou bastante. Racionalmente eu consigo alcançar a forma como você apresenta nosso Papa. Com o tempo minhas "resistências" se resolvem. Super obrigado. Abraço.
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0 # Paulo Cesar 06-10-2016 00:28
Agradeço bastante os comentários e orientações. Sem dúvida vão me ajudar, no entanto, gostaria de deixar claro que meu desconforto é bem diferente do de um Moralista, tal qual apresentado no post. Meu ponto não é cumprir regras e esquecer a misericórdia. Jesus condenou essa postura farisaica muitas vezes e não tenho dúvidas com relação a isso. O que me preocupa é que às vezes, dá a impressão de que o discurso do papa "suaviza" pontos que são duros na doutrina católica. Não estou dizendo que ele está negando a doutrina, sei que não é o caso. Sei que ele tem angariado mais simpatia para a Igreja do que todos os outros papas que eu conheci conseguiram junto. Isso tem um lado bom, mas pode embutir algumas armadilhas também. Por favor não me entendam mal. Não quero passar a imagem de santo. Estou muito longe disso. O exemplo que a Natália deu sobre as religiões reflete exatamente o ponto. Se fosse um cardeal ou um bispo falando uma me**da ou outra tudo bem. Nisso já estamos tarimbados, mas o papa não pode. O peso dele é grande demais e, portanto, cada palavra dele deveria ser medida ao extremo, ainda mais depois de tantos usos distorcidos que a mídia tem feito do que ele já disse. É como dizem: Prevenção e caldo de galinha não faz mal pra ninguém. Abraço fraternal a todos e obrigado mais uma vez.
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0 # A Catequista 06-10-2016 10:58
Paulo, como eu disse, as suas perguntas foram justas e muito bem ponderadas. Quando falei do moralismo, eu não estava falando de você - realmente não estava. Mas estava, isso sim, me referindo ao fundo do problema, da mentalidade católica predominante hoje, de onde parte essa dificuldade de compreender a linha pastoral do Papa Francisco. Perguntaram a Bento XVI se Francisco realizou uma ruptura com seu pontificado. Ele respondeu que gosta do modo como Francisco age, e disse: "Talvez, coloque-se a ênfase em outros aspectos, mas não há nenhuma contraposição”. Será que não devemos confiar na análise desse grande homem? Sobre o vídeo que a Natália citou vou responder a ela daqui a pouco. Abraço!
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0 # adriana natal 05-10-2016 23:59
Eu vi o vídeo Natalia e também tenho essa mesma dúvida...Espero que alguém nos responda...
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0 # Natalia 05-10-2016 21:40
Tenho um sentimento parecido com o do Paulo, mas em relação aos discursos sobre outras religiões. Recentemente o Papa falou, num vídeo, sobre o respeito pelas outras religiões. Nesse vídeo, mostra uma monja budista entre outros. A forma como foi falada, eu de fato entendi que era para respeitar, mas uma outra parte minha ficou um pouco confusa; eu, até hoje, me pergunto se ele quis dizer que todas salvam. Nesse vídeo, muitos comentários do tipo "vc acha que só a sua religião salva? Que hipocrita vc é", ou ainda "não existe religião correta, todas são iguais". Fiquei um pouco angustiada, com medo de estar me tornando intolerante. Vim aqui e li mais uma vez o post "no céu só terá católicos?", eu compreendi, mas ainda fiquei me questionando quanto ao vídeo. Alguém chegou a ver o vídeo? O link do vídeo via Facebook: https://www.facebook.com/palavradegenesio/videos/1688505794740689/?pnref=story – essa página é suspeita, rs, mas o vídeo é esse.
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0 # Juliana Cipriano 05-10-2016 19:56
Excelente Texto, Excelente resposta. Também li o texto sobre o "Moralismo" que expulsa ao invés de atrair as pessoas para Cristo. Muito bom, parabéns!!! Louvado seja Deus que é muito mais misericordioso do que Justo assim como diz a palavra de Deus, se não estaríamos todos condenados.
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0 # Emanuel 05-10-2016 19:25
O governo brasileiro quer entrar nisso a tempos ... se conseguirem, estamos ferrados. Se implementarem a ideologia do gênero da educação ...não sei o que vai ser de nós. Não é todo mundo que pode pagar aulas/escolas particulares.E ,sem estudo,voçe não é muita coisa na sociedade. Enfim,vai ser um beco sem saida lamentavel.
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0 # Julio Cesar Dias Chaves 05-10-2016 15:21
A ideologia de gênero é algo tão irracional e descolado da realidade que não tem como isso se sustentar durante muito tempo. Como um amigo meu dizia outro dia, uma hora isso vai desmoronar como um castelo de cartas. O problema é que muito estrago já terá sido feito até essa hora chegar.
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0 # João Pedro Strabelli 11-10-2016 18:10
Julio Desde que li sua postagem pensei em algo. Demorei para postar porque achei que estava falando demais, mas, enfim, lá vai: Para mim o casamento gay é o comunismo do século XXI. Cada século tem lá sua encrenca e a nossa é essa. A forma de se expor a ideologia da união gay é muito parecida com a forma que os comunistas usavam. Eles precisavam se dizer evolução “natural” do capitalismo; o casamento gay afirma algo parecido. Diziam que só não aconteceu antes por opressão dos exploradores; aqui é por preconceito. Precisavam de um inimigo próximo, a burguesia, e um distante, o capitalismo; temos as pessoas preconceituosas e os estados opressores. Na década de 80, estava tão arraigado na mente das pessoas que o comunismo era o único sistema cientificamente provado que funcionava, que era praticamente impossível discutir o assunto; hoje é quase a mesma coisa, só mudou de “cientificamente provado” para “cada um faz o que quer”. Não concordar era ser tachado imediatamente de favorável ao opressor (à escravidão, a morte no serviço, a não ter direito a saúde, educação, segurança); hoje não concordar é ser chamado imediatamente de preconceituoso. Deu no que deu. O comunismo nunca conseguiu viver com as próprias pernas e em poucos anos o muro de Berlim caiu. Vai acontecer a mesma coisa mas, da mesma forma que o outro, vai causar um monte de estragos antes. Às vezes penso em parafrasear a resposta de Jesus aos fariseus: dar aos gays o que é dos gays e a Deus o que é de Deus. Vai dar uma briga lascada, ou alguma interpretação maldosa de duplo sentido, mas não vejo muita outra saída.
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0 # A Catequista 05-10-2016 15:33
Sim, isso é o que me preocupa e me entristece. Especialmente quando vejo crianças na situação desse menino, mostrado no vídeo que colocamos no post.
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0 # Alex Hoffmann 05-10-2016 16:02
Primeira coisa meus caros, confiança, confiança em Deus, Ele não desampara os seus, antes castiga os seus em detrimento dos pecados do mundo para que outros se convertam, contudo, não desampara. Se nossos filhos são ensinados na Fé Católica, levados à risca com uma educação moral e os pais rezam junto com seus filhos e os acompanham de perto, é uma família que vai a missa, tem Maria por mãe e Jesus como senhor, estas coisas podem por nuvens mas não tapam totalmente o sol (se taparem, não por todo o sempre). Certamente a criança da foto tem um pai e uma mãe (se tiverem um pai e uma mãe, muito provavelmente ou só a mãe ou só o pai) que concordam com estas coisas então não nos aflijamos. Neste mundo não existe bem eterno, nem mal que dure para sempre; e o mal costuma dobrar seu peso sobre si mesmo, então estas coisas apenas servirão para destruir com aqueles que a promovem. Se tem gente que é iludida por isto, é porque também não é firme em nada, vive a vida como vara verde, pra onde sopra o vento ela se dobra porque não tem firmeza de caráter nem firmeza do que quer da vida e mais, não tem palavra para mantê-la durante a bonança muito menos na adversidade. É triste isto acontecer? Sim, mas é castigo que Deus manda para emendar seus filhos. Que venha o castigo. Só assim aprenderemos de uma vez por todas que não somos deste mundo.
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0 # Sidnei 05-10-2016 12:56
Paulo, só lembrando, que mesmo os Papas anteriores erma bem diretos nos assuntos de doutrina e moral, mesmo assim, a mídia distorcia tudo e lá tinha que vir um batalhão de católicos desdizer o que os outros tinham distorcido, com o Papa Francisco esta acontecendo a mesma coisa, só que ao contrário, pois se antes ninguém gostava do Papa João Paulo II e Bento XVI, e o que eles diziam, era deturpado para esculachar a imagem deles, com Francisco eles distorcem para enaltecer a imagem dele, como querendo repassar que os outros eram atrasados e retrógados, enquanto este é avançado e arrochado. Mas isto tudo é um jogo da mídia para jogar católicos contra católicos, pois se for ver todos os três tem o mesmo discurso, só que de modos diferentes, e por isto a mídia sabe muito bem como manipular isto para espalhar a confusão ente os católicos. Fiquemos atentos.
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0 # Paulo Cesar 05-10-2016 12:03
Por favor, peço que me ajudem a me livrar de algumas impressões, das quais não tenho conseguido me libertar em relação ao papa Francisco. De fato, na entrevista apresentada acima e condena a educação que tem sido dada às crianças com relação à ideologia de gênero e outros conceitos de família que têm criado, mas reparem que ele diz: - "(…) Quando uma pessoa que tem essa condição chega diante de Jesus, Jesus não dirá, certamente: ‘Vai embora, você é homossexual!’, não!" Ou seja, há, como em tantas outras falas dele, uma margem para interpretar que no caso de pessoas que tenham essa tendência homossexual, tudo bem, nesse caso é diferente e aceitável. Sabemos que não é o caso. Não condena-se o pecador, mas o pecado e é exatamente aí que fica o desconforto - ele demonstra uma grande misericórdia para com os pecadores, mas nunca vemos, nessas mesmas declarações ele deixar muito clara a posição da Igreja, falando com todas as letras que a prática homossexual é pecado grave. O mesmo aconteceu com tantas outras declarações que causaram desconforto. Tanto que todo mundo tem que se apressar para explicar que na verdade por de trás do que ele disse a coisa era assim, ou assado, e que não havia nenhuma contradição com a Sã Doutrina. Sempre vem o porta voz do Vaticano, ou O Catequista, para explicar. No mínimo, falta prudência ao nosso querido papa. Ele depois de tantas situações já teve demonstrações mais que claras para passar a tomar mais cuidados com suas declarações espontâneas e de improviso. Quem de nós já não ouviu católicos dizendo que este papa já mudou/ modernizou questões como a "liberação" do homossexualismo ou a comunhão para casais divorciados. Ora, se essa confusão acontece mesmo entre católicos (embora, mal instruídos), não seria desejável tomar mais cuidado?! Depois do Concílio Vaticano II, o papa Paulo VI fez a famosa declaração de que "o fumo de Satanás"tinha entrado por alguma fresta da Igreja". Pois é, parece-me que essas declarações têm deixado várias frestas abertas! Deus me perdoe, pois sei que temos que amar nosso papa e defendê-lo sempre, mas confesso que tenho o pé atrás com este... Saudades de João Paulo II e de Bento XVI, que não buscavam o respeito humano, nem "jogavam para a galera" e diziam o que tinha que ser dito com todas as letras. Por favor, me ajudem nisso e orem por mim.
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0 # A Catequista 05-10-2016 13:26
Oi, Paulo! Suas perguntas são muito justas e muito bem colocadas. Sobre a primeira fala que vc citou do Papa, na verdade, considero que ele se expressou com perfeição, e sem qualquer dubiedade. Foi uma declaração informal, porém perfeitamente clara e ortodoxa. Entendo que essa fala possa soar estranho em alguns ouvidos, porque estamos muito acostumados a ser expostos a dois extremos: pregações relativistas de modernistas ou sermões moralistas, focados obsessivamente no legalismo e incapazes de estabelecer uma empatia com os pecadores que estão em situação mais complexa. Esses dois extremos nos afastam do verdadeiro cristianismo, do qual o Papa está nos aproximando - e isso provoca medo, às vezes. Paulo, tire alguns minutos do seu dia pra orar e meditar sobre essa sentença de Nosso Senhor: "As prostitutas vos precederão no Reino dos Céus!". Não é chocante? Lendo essa passagem em seu contexto, você verá que Jesus não se detém a explicar de forma mastigadinha o que disse, ponderando que serão somente as prostitutas arrependidas, que ele não estava, com isso, dizendo que prostituição não era pecado... Não! Ele soltou a bomba e deixou os fariseus se explodirem com ela. Agora, imagine que Jesus nunca tivesse dito isso. Aí vem o Papa Francisco, em uma de suas entrevistas aéreas, e solta essa frase. O que muitos de nós católicos iríamos dizer sobre o nosso pai em Cristo? Imagino algumas reações: - os mais moderados diriam que o Papa teve uma fala ambígua e deixou margem para o povo entender que prostituição é aceitável; - os mais exaltados diriam que o Papa fez uma declaração desastrosa, e que deveria parar de dar entrevistas no avião; - os radicais tradicionalistas espumariam baba, rasgariam as vestes, taxariam o Papa como herege e declarariam que a Sé de Pedro está vacante. Entende, Paulo? Compreende o problema? Estou exagerando ou, pelo que temos visto, seriam exatamente essas as reações? E o Papa estaria somente dizendo algo que o próprio Jesus diria... E disse! Então, o Papa Francisco está fazendo apenas o que o próprio Jesus fez: acolheu os pecadores NA SUA CONDIÇÃO DE PECADORES, conversou com cada um, foi à casa de cada um, comeu à mesa com cada um. E assim, com amor, sem jamais relativizar a moral expressa dos Dez Mandamentos, Jesus ajuda cada pecador a caminhar rumo ao Céu, cada um dando os passos de conversão de acordo com a sua liberdade e realidade. Mas as pessoas têm uma visão moralista, fora do real, de que no minuto seguinte em que um pecador entra numa igreja, ele tem que imediatamente renunciar a todo pecado, ele tem que ficar bonzinho na hora, ele tem que adotar uma vida 100% coerente com o catecismo. Gente, Santo Agostinho enrolou anoooos para sair da vida de malandragem, a santa mãe dele chorou rios de lágrimas, e vocês querem que o travecão da esquina vire católico exemplar do dia pra noite? As pessoas vivem repetindo "odiar o pecado, amar o pecador", mas na maioria das vezes essa é só uma frase vazia, elas não fazem a menor ideia do que estão dizendo, e não sabem colocar esse ideal em prática. Mas o Papa Francisco, ele sabe bem o que isso quer dizer, e ele vive de acordo com essa máxima, assumindo todo os riscos que tal postura atrai. "Sempre vem o porta voz do Vaticano, ou O Catequista, para explicar". Vou te contar algo muito interessante: isso acontecia muito com São Paulo! Muitas vezes as falas dele eram distorcidas, porque, como diz São Pedro, havia alguns escritos de Paulo de difícil compreensão. Tipo, tinha gente que dizia que não precisava mais obedecer aos Dez Mandamentos, nem fazer obras de caridade, porque vivíamos agora pela graça, não mais pela lei. Aí vinham os demais apóstolos tendo que fazer, a bico de pena, o serviço que a Sala de Imprensa faz hoje! Quanto ao respeito humano e quanto a "jogar para a galera", é uma acusação leviana que fazem contra o Papa Francisco. Ele vem reiteradamente condenando a ideologia de gênero - ideia mais celebrada pela mídia, pelas empresas e pelos governos, atualmente -, já falou a favor de dar palmada nas crianças (e foi muito criticado), falou contra os padres que querem ser estrelas (que são os mais amados e venerados por uma multidão de católicos), falou contra a fertilização in vitro, condenou o aborto, pediu castidade aos jovens, denunciou a superficialidade e ignorância com que muita gente se casa na Igreja, o que faz o casamento ser nulo... E tantas outras coisas eu poderia listar! Mas nada disso reverbera muito na mídia, nada! É frustrante! Então, ficamos com a impressão de que ele é um Papa que só fala coisas que agradam o mundo. Não! Quando ele fala coisas que desagradam as multidões, simplesmente não repercute muito. Sinceramente, em algumas entrevistas no avião, eu realmente acho que o Papa não se expressou da melhor forma. Por exemplo, no retorno das Filipinas, aquela fala dos coelhos deu uma confusão danada! Mas gente, tenham dó! É um senhor de idade voltando de uma maratona de eventos super cansativos, falando de improviso sobre os mais variados temas! Será que nós, no lugar dele, seríamos sempre precisos em nossas declarações? Sobre o CV II, eu só digo uma coisa: já que você admira tanto Bento XVI, leia, devore TUDO o que ele disse sobre o Concílio. Você será vacinado, assim, contra o veneno dos ranhetas radicais tradicionalistas, e se convencerá que foi um concílio bom e necessário. Houve confusão após o CV II? Sim! Mas não se faz um omelete sem quebrar os ovos, e o nascimento de uma linda criança é precedido pelas dores de parto. Sim, vou orar por você! E faça isso que lhe peço: leia os Evangelhos diariamente, saboreie os Evangelhos, veja como Jesus age com os pecadores. Leia também o post que publicamos sobre o moralismo: http://ocatequista.com.br/archives/584 Abraço!
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0 # Geraldo 09-10-2016 21:27
Que bela síntese você fez, Viviane, do espírito que perpassa toda a Amoris Laetitia, do Papa Francisco! O evangelho e toda a tradição cristã estão perpassados por essa postura anti-legalista, feita de sabedoria e discernimento: Nosso Senhor quer apanhar cada um no ponto em que se acha, para daí leva-lo para mais além. "Andar um trecho do caminho com o irmão", repete amiúde este nosso papa. Jesus ouviu pacientemente os dois discípulos de Emaús na estrada, deixou que desabafassem suas angústias e em diálogo com essas angústias é que se revelou como resposta ao que buscavam. Isso é pastoral, inclusive pastoral catequética. Agora, uma palavrinha sobre a Ideologia de Gênero: Você já reparou que o Papa Francisco tem condenado e criticado essa colonização ideológica, numa quantidade de vezes e numa intensidade, muito maiores que todas as intervenções de Bento 16 acerca do mesmo assunto? E agora, como ficam aqueles bobocas (e/ou mal intencionados) que insistiam e insistem em contrapor o velho papa "conservador" ao novo papa "progressista"?? Como eu creio que o Espírito Santo fala por meio de ambos (e Ele não é nem conservador nem progressista, mas é aquele que nos recorda e revela "a verdade completa", como prometeu Jesus), isso não representa nenhum impasse para a minha consciência.
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0 # Geraldo 09-10-2016 22:23
Ah e você também me fez lembrar de uma reflexão de São Tomás de Aquino: "uma coisa é a (necessária) clareza da norma moral, outra bem diferente, é o discernimento prático no momento de vivenciá-la e, sobretudo, o juízo de valor a ser feito acerca dessa vivência possível". Pego um exemplo bem trivial e bobo, longe de se assemelhar às questões de consciência bem mais complexas e delicadas que os confessores enfrentam amiúde (mas só para exemplificar essa questão do discernimento na prática). A regra moral diz que não devo mentir, mas um assassino que esteja perseguindo (por triste e infeliz exemplo) a minha mãe, bate à porta da minha casa e pergunta: "é aqui que mora a dona Fulana?". Se eu responder: "morava, mas já se mudou há uns dois meses, para Manaus", estarei mentindo (uma vez que minha mãe mora mesmo comigo). Mas é óbvio que o juízo negativo acerca do ato de mentir, nem de longe se aplicaria ao meu caso. Pelo contrário, pratiquei, naquela mentira deliberada, o que manda a reta razão e os mandamentos divinos. É um exemplo perfeitamente idiota e óbvio. Mas é só para dizer que a nossa capacidade de discernimento moral é mil vezes mais decisiva do que o fato de sabermos, teórica e doutrinalmente, o que é correto. E é sobre este senso de discernimento, de sabedoria em ato, que o santo padre tem insistido. Em suma , ele nos quer adultos na fé e a maior obra da fé, é a misericórdia. Ela nada tem a ver com modificar a clareza e objetividade da regra moral, mas de tornar efetiva a salvação que Jesus nos traz, na história concreta de cada pessoa. Como regra e hábito, se uma declaração papal traz alguma ambiguidade ou perplexidade no meio do povo de Deus, a solução é recorrer ao próprio papa para que ele seja mais claro. O famoso capítulo oitavo da Amoris Laetitia, por exemplo, especialmente o trecho sobre os divorciados, foi o pedaço do documento que mais gerou polêmicas, com várias pessoas e grupos assumindo posições pró e contra e pretendendo-se autênticos interpretes da mente do papa. Mas ele mesmo, até agora, só autorizou pessoal e diretamente, duas interpretações do seu pensamento, acerca desse assunto: 1) Um documento dos bispos de Buenos Aires; 2) E um pronunciamento do Cardeal Schonborn. E esse documento dos bispos argentinos, é particularmente revelador. Pois enfatiza que o nosso contexto atual não é mais o da cristandade, que muitos cristãos, embora batizados e até casados na igreja (e depois civilmente divorciados) fizeram uma experiência de conversão recente evidenciando que viviam antes num total paganismo. Como pois aplicar as regras acerca do matrimônio cristão, a um casamento que (embora celebrado na igreja) não passava de um contrato pagão? Como exigir uma posição de consciência a quem não tinha a menor consciência do que estava acontecendo? Sem negar a objetividade da regra moral e sem entrar num casuísmo oportunista e facilitador, e muito menos num clima de liberação geral (como erradamente, fizeram os bispos das Filipinas) o convite que o papa faz aos confessores, para a profundidade do discernimento é muito mais exigente e difícil do que qualquer postura rigorista ou laxista, por atacado. Pois isso pede um acompanhamento corpo a corpo, personalizado, pede pois uma autêntica postura de pastor, próxima e cuidadosa. Ou seja: pede outro tipo de paróquia, onde a vivência se dê muito mais no ombro a ombro, como autêntica família, onde todos se conheçam e o pároco exerça aquela proximidade, que se evidencia no modo como São Paulo escreve suas cartas: revelando conhecimento íntimo da convivência dos cristãos naquela comunidade, chamando as pessoas pelo nome, sabendo profundamente da história de cada um, até dos dramas mais domésticos (caso afetem a fé). Só conhecendo até onde o outro conseguiu ir, é que se pode ajuda-lo a ir mais além. Mas eis, abaixo, as duas instâncias que o papa, pessoalmente, valida, como interpretações autênticas da sua posição , no capítulo oitavo da Amoris Laetitia e no documento como um todo: http://pt.aleteia.org/2016/09/16/amoris-laetitia-o-papa-explica-qual-e-a-interpretacao-correta/ https://pt.zenit.org/articles/apresentacao-da-exortacao-pos-sinodal/
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0 # Gustavo 05-10-2016 23:35
Obrigado por essa resposta! Acho que ela toda seria muito bem colocada em um post. Sempre leio esses tipos de dúvidas ou acusações quanto ao Papa Francisco, essa argumentação embasa muito a percepção de ele estar fazendo um bem danado para a Igreja. Assim como também o fizeram Bento XVI e João Paulo II
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0 # Natália 05-10-2016 17:13
Sobre o CV II, li essa matéria hoje: http://www.midiasemmascara.org/artigos/religiao/16748-ostpolitik-o-capitulacionismo-vaticano-ante-o-comunismo-aos-olhos-de-um-historiador.html achei meio estranha...
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0 # João Pedro Strabelli 05-10-2016 21:05
Natália Isso daí me pareceu mais desabafo de alguma viúva do reacionarismo (aqui no Brasil a gente conhece também as viúvas do comunismo). Como temos ações hoje semelhantes a estas, fica mais fácil comparar. Quando o papa Francisco negociou com Cuba e EUA, algum tempo atrás, o que ele fez foi conseguir aproximar dois países em conflito há muito tempo. Obviamente que não resolveu tudo, mas Cuba e EUA pelo menos agora tem uma via de diálogo. Daqui alguns anos, algumas dessas viúvas que falei aí em cima, vão dizer que o papa estava em negociação secreta com um país comunista. E vão dizer que é muito suspeito isso de negociação secreta com os comunistas. Com certeza tinha muito a esconder. E ainda fez jogo duplo, pois também negociou com um país de capitalismo selvagem que anda aprovando cada lei absurda sobre a família e a sexualidade humana. Pior ainda, negociou com um país que fabrica as mais letais armas de guerra! E vão deduzir que o papa era a favor de tudo de errado que estes países fizeram. E garanto que alguém ainda vai dar uma de Einstein e deduzir que o acordo diplomático entre os dois países foi só para disfarçar as verdadeiras más intenções dele. Notou o problema destes textos? Sim, o Vaticano negociou e negocia com muitos países, com a China, inclusive. Está tentando conseguir garantia de liberdade de culto, e os católicos de lá teriam muito a agradecer a isso, mas tem gente que implica com isso porque o país é comunista. Felizmente o papa e o Vaticano não estão sós nessa, Jesus Cristo também tinha o criticado hábito de ir almoçar na casa dos pecadores. E para entender o escândalo disso é só ver como os Patriarcas tratavam a refeição junta com outra pessoas. Aquilo era algo sagrada, aí vai lá Jesus e esculhamba a coisa, conversando e comendo com todo mundo, de preferência os piores.
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0 # Natalia 05-10-2016 21:33
Obrigada, João!
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0 # Patrick 05-10-2016 10:19
Além de “poliamor” e incesto, também vão tentar legalizar a pedofilia. Inclusive em nosso país já tem pseudo-filósofo bestseller, amado pela mídia e pela esquerda, já fazendo apologia velada a isso.
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0 # Natália 05-10-2016 09:47
Fiquei sabendo que em Nova Iorque foi aprovado 32 tipos de gêneros. Cada vez que vejo essas notícias, me questiono: - Como vou conseguir criar e educar um filho num mundo desse? Será que vou achar um escola descente que não o doutrine? - A questão da relativização tá tão forte que dá vontade de chorar! Mesmo não tendo filhos ainda, já rezo por eles!
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