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Quarta, 31 Agosto 2016 16:03

Papa Francisco pede que os jovens sejam castos: "O amor não é um sentimento romântico"

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“Eu sei que já ganhamos várias almas através do prazer. Ainda assim, o prazer é invenção d'Ele, não nossa”, confessa o demônio-chefe ao diabinho aprendiz, na célebre ficção de C.S. Lewis (“Cartas de um diabo a seu aprendiz”). O prazer sexual é um dom de Deus, mas o Inimigo tem sido eficaz em convencer as pessoas de que só pecando poderão encontrar alegria no sexo.

Como os jovens católicos namoram? Mesmo sendo participantes assíduos em atividades da Igreja, grande parte deles namoram exatamente como os pagãos: transando. E por quê? Porque sua mentalidade a respeito do amor e do sexo é formada pelas imagens dos filmes, das novelas e das séries TV, muito mais do que pela catequese.

E assim, dizem: “Eu amo meu namorado (ou namorada), então não há mal em fazer sexo com ele(a)”. Coitados, confundem o sentimento romântico com amor! E por isso estão sempre quebrando a cara.

Ao praticamente suplicar que os jovens sejam castos, em um de seus discursos, o Papa Francisco bem sabia que estava a dizer "uma palavra que não agrada, uma palavra impopular". Ele tinha a consciência de que seu ensinamento entraria por uma orelha e sairia pela outra, para muitos ali (reparem no vídeo o seu semblante pouco otimista).

Poucos jovens estão realmente empenhados em ser livres do condicionamento cultural da sociedade em que vivem. Querem ser da Igreja, mas sem abrir mão de agir como todo o mundo. Querem passar para seus amigos a imagem de espiritualizados, mas tirando onda de moderninhos.

Mas a culpa não é só dos jovens. Muitas catequeses são um verdadeiro fiasco! Certas lideranças de grupos de jovens nem sequer tocam na questão da sexualidade (e assim pecam por omissão) e outras insistem nesse ponto de forma patética e legalista.

Encurralados entre o mundo hedonista e os líderes igrejeiros incapazes de comunicar o sentido da castidade, os jovens perdem a oportunidade de experimentar as delícias dessa virtude. Sim, amigo: talvez ninguém tenha lhe contado, mas quem vive a castidade no namoro – vive de coração, não como um fardo – é premiado com um sentimento de gratificação inexplicável!

O maligno nos ilude com a ideia de que, se formos castos, estaremos perdendo algo. Ele coloca desconfiança no nosso coração, nos faz ver Deus como alguém que nos impede de viver o melhor da vida. Burros, caímos nessa lorota, e não percebemos que estamos nos distraindo com um prazer que é uma ninharia, perto dos verdadeiros e grandes prazeres que a castidade pode nos dar.

Mas essa é uma alegria que só quem tem fé pode tocar. É o “pote no fim do arco-íris”, que o Senhor reserva somente para aqueles que têm fé em Sua Palavra e a põe em prática. Nem falo aqui dos preciosos frutos que se colhe depois, no casamento (o post ficaria enorme).

A seguir, leiam com atenção um trecho que destacamos de um discurso do Papa Francisco aos jovens de Turim, em 2015.

*****

PAPA FRANCISCO

Visita Pastoral a Turim – Encontro com os Jovens

21 de junho de 2015

Mas o que é o amor? «É a telenovela, padre? Aquilo que vemos nos romances televisivos?». Há quem pense que é esse o amor. Falar do amor é tão bom, podem-se dizer coisas agradáveis, muito bonitas. Mas o amor tem dois eixos sobre os quais se move, e se uma pessoa, um jovem não tem estes dois eixos, estas duas dimensões do amor, não é amor. Antes de tudo, o amor está mais nas obras do que nas palavras: o amor é concreto. (...)

Não é amor dizer apenas: «Eu amo-te, eu amo todas as pessoas». Não. O que fazes por amor? O amor dá-se. (...)

E a segunda dimensão, o segundo eixo sobre o qual o amor se move é que o amor se comunica sempre, isto é, o amor ouve e responde, o amor faz-se no diálogo, na comunhão: comunica-se. (...) Estas duas dimensões são muito úteis para compreender o que é o amor, que não é um sentimento romântico do momento nem uma história (...).

E agora, eu sei que vós sois bons e permitireis que eu fale com sinceridade. Não pretendo ser moralista, mas dizer uma palavra que não agrada, uma palavra impopular. Também o Papa algumas vezes deve arriscar sobre as coisas para dizer a verdade. O amor consiste nas obras, em comunicar, mas o amor é muito respeitador das pessoas, não as usa, isto é, o amor é casto. E a vós jovens deste mundo, deste mundo hedonista, neste mundo onde só o prazer é publicitado, passar bem, levar uma vida descontraída, eu digo-vos: sede castos, sede castos.

Todos nós na vida passamos por momentos nos quais esta virtude é muito difícil, mas é precisamente a vida de um amor genuíno, de um amor que sabe dar a vida, que não procura usar o outro para o próprio prazer. É um amor que considera a vida da outra pessoa sagrada: eu respeito-te, eu não quero usar-te, não quero usar-te. Não é fácil. Todos sabemos as dificuldades para superar este conceito «facilitador» e hedonista do amor. Perdoai-me se digo uma coisa que não esperáveis, mas peço-vos: fazei o esforço de viver o amor castamente.

144994 Domingo, 23 Abril 2017 23:06

Comentários   

0 # Anonima 28-07-2017 21:21
Catequistas, queria muito pedir uma dúvida que não sei para quem pedir. Sou muito reservada para falar isso com amigos e tenho medo pq algumas pessoas são excessivamente moralistas.

Seguinte: estou namorando pela 1 vez. Sou virgem e vivemos a castidade. Até que ponto não são pecaminosos os carinhos no namoro? Sinto arrepios quando ele deita a cabeça no meu ombro e beija meu pescoço (de maneira respeitosa, nada muito caliente), mas eu realmente não sei o que é uma excitação sexual para saber se estou pecando ao permitir isso.

Estou confusa, como faço para estabelecer limites sem cair no excesso?
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0 # Anonima 16-08-2017 20:19
Boa tarde Salve Maria!

Recomendo a você procurar um Padre e relatar isso em confissão. Ele vai te orientar.
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+3 # Anonima* 02-03-2017 10:37
Infelizmente eu não vivo a castidade, parece que não consigo .. E isso vem me afastado muito da igreja, qndo vou à missa às vezes me sinto perdida, qnd chega a hora da comunhão e sei que eu não posso comungar devido esse "problema" sinto como se toda a igreja estivesse apontando pra mim, às vezes nem vou à missa por conta disso :(
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0 # Flavia Davila 04-03-2017 16:33
Olha, Deus por pura misericórdia Ele nos ama e nos acolhe, não olhe para os seus pecados... Vivenciem aos poucos as obras de Deus.
Não tenha medo de avançar...
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+1 # Karenina Araujo 02-03-2017 13:57
Citando Anonima*:
Infelizmente eu não vivo a castidade, parece que não consigo .. E isso vem me afastado muito da igreja, qndo vou à missa às vezes me sinto perdida, qnd chega a hora da comunhão e sei que eu não posso comungar devido esse "problema" sinto como se toda a igreja estivesse apontando pra mim, às vezes nem vou à missa por conta disso :(


Minha irmã.. Nunca é tarde demais de vc da esse passo de viver a castidade..
Não é algo que vc vai conseguir rápido
Mas precisa primeiro da dua decisão de querer isso, se n consegue, caiu?
Tenta denovo, mas nunca desista
Persista nisso na sua vida até conseguir
N desista nunca..

Te digo que vale apena, vale muuuito, pois se vive o verdadeiro amor um com o outro..
Vc vai conseguir!! Decida-se disso
Deus abençoe!

Em relação a missa, peocure um padre, converse com ele.. Da tudo certo :)
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-1 # Ana Salete 13-02-2017 05:48
É pecado não admitir para os outros que sou virgem? Óbvio que não minto (seria escandaloso e tosco). Mas esses dias um menino me perguntou e eu disse: respondo isso pra vc dia 30 de fevereiro (saquem a piada, 30/02 não existe kkkkk). Não acho que tenhamos a obrigação de divulgar algo tão intimo, ainda mais qdo somos pessoas naturalmente reservadas. Concordam?
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+1 # A Catequista 13-02-2017 14:16
Não, não é pecado. Desde que isso seja fruto de uma real natureza reservada, e não da vergonha de testemunhar uma vida casta.

Mas, realmente, temos a obrigação de ficar informando nosso estado (virgem ou não) a todo o mundo. Isso é da intimidade da pessoa, e ela é quem decide revelar ou não, conforme se sinta confortável e conforme a conveniência ou necessidade.
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+2 # Ana Salete 13-02-2017 18:42
Como sei se eu tenho essa vergonha? Meu amigo disse que testemunho de castidade a gente dá pelo nosso jeito (de vestir, de portar, de não ficar falando e botando pilha em conversas indecentes....), e não falando para todo mundo: SOU CASTOOO!!! O testemunho com o jeito de ser eu acredito que dou, mas não fico tocando no assunto com meus amigos do mundão, até pq não tenho abertura com eles para tal.
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+1 # A Catequista 13-02-2017 19:51
Seu amigo tem toda a razão. Acontece que, em alguma ocasião, pode acontecer que uma amiga de trabalho ou de estudo, que seja muito próxima a você, tenha a curiosidade de saber sobre a vivência da castidade. sendo uma amiga íntima, acho que não faz sentido se esquivar de uma resposta esclarecedora, você não acha?

Se não há abertura, concordo com você, acho que não deve ser dito. As pessoas hoje falam da própria sexualidade com qualquer um, como quem fala do que comeu ou deixou de comer no almoço. É muito vulgar, mesmo pra propagar virgindade.
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0 # Anonima 29-01-2017 17:42
Será ordinariamente pecado mortal olhar ou tocar sem causa grave (como a tem o médico, cirurgião, etc.) as partes desonestas de outras pessoas, sobretudo se são do sexo oposto, ou se são do mesmo, se se tem inclinação desviada por ele. Diga-se o mesmo com relação aos seios das mulheres. (Royo Marin) Quer dizer que é pecado mortal assistir jogo de futebol? Sim, porque muitas vezes eles filmam o que não deveria ser filmado dos jogadores... isso não me faz a mínima diferença, não me faz pecar absolutamente... pq Royo Marin generaliza dizendo que seria tudo pecado grave? Sinceramente, não entendo Muita gente considera 100% o parecer do Padre Royo Marin, mas não conheço documento da Igreja que comprove isso. Sou mulher, não tenho estímulo sexual por olhares, muito menos se forem para outras mulheres. ME AJUDEM, ESTOU PERDENDO A PAZ COM ISSO! Vou ter que me fechar num convento para nunca mais olhar nada??
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0 # A Catequista 30-01-2017 11:53
Não, não é pecado ver jogo de futebol. O que o Royo Marin está se referindo é ao ato de olhar propositalmente as partes desonestas de outras pessoas, com a intenção deliberada de alimentar pensamentos impuros. Amiga, deixa eu te dar um conselho, que ouvi de um padre muito sábio: procure ler o Catecismo, a vida dos santos e outros livros direcionados para os leigos. Em geral, ler os grandes padres moralistas só causa confusão na cabeça dos leigos, pois, em geral, não possuem o conhecimento necessário para compreender aquele conteúdo em sua verdadeira dimensão e sentido. Esse tipo de obra de teologia moral é especialmente útil aos padres confessores. É evidente que a leitura dos textos do grande Padre Royo Marin não está te ajudando em nada no seu caminho de santidade - muito pelo contrário! Então, deixe isso de lado. Deixe esses textos para quem eles foram escritos: os confessores. Fique em paz! Foi para a liberdade que Cristo nos libertou. O cristianismo não é isso, não é uma prisão em que ficamos nos debatendo continuamente, com medo e aflição. É um caminho de aventura, beleza e liberdade - com sacrifícios e perseguições! Só pecamos gravemente quando sabemos que algo é pecado, e ainda assim nos permitimos fazer aquilo, com livre vontade e intenção. E precisa ser matéria grave. Você tem um bom grupo e amigos católicos, participa de algum movimento católico? Tem algum bom diretor espiritual? Seria muito importante!! Abraço!
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+2 # Gabriel 13-01-2017 19:29
"O maligno nos ilude com a ideia de que, se formos castos, estaremos perdendo algo. Ele coloca desconfiança no nosso coração, nos faz ver Deus como alguém que nos impede de viver o melhor da vida." Sou virgem mas me sinto exatamente assim. Acho que não fiz sexo ainda por falta de oportunidade porque não sei se teria forças para impedir o ato. Como ter o amor verdadeiro por uma pessoa que vc quer namorar, como amar sem querer usar, sem querer prazer daquela pessoa?
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+2 # A Catequista 13-01-2017 20:12
Gabriel, peço que veja a resposta que dei, nos comentário deste post, à Anônima. Acho que pode ser útil a você também. O verdadeiro amor sabe esperar. Veja: alguém que salta de um avião e abre o pára-quedas na hora certa, em geral, se dá bem. Já quem abre o pára-quedas na hora errada, se dá mal. Com o sexo, também é assim. Normalmente, quando se namora uma pessoa, se tem atração física por ela (seria estranho se não fosse assim). Porém, o bom cristão sabe que se tirar o freio moral dessa atração, ele não vai vivenciar esse dom (a sexualidade) de modo bom, mas sim de modo mau. Ele estará usando a outra pessoa somente para o seu prazer, porque não está fazendo isso dentro de um compromisso sacramental e definitivo - o casamento. Isso já é ruim por si. Um entre os diversos motivos é porque muitas vezes o namoro, que parece um amor eterno, acaba (já vi casais de namorados ficarem juntos e se dizendo apaixonados por 9 anos, de depois se separarem), e aí a pessoa entra naquela roda sem fim de transar com mais outra pessoa, e mais uma vez não dá certo, e ela passa pra outro relacionamento, e transa também, e outra vez não dá certo... É um sacrilégio voluntário com o próprio corpo. O demônio muitas vezes nos seduz a pecar deturpando as coisas boas que Deus criou. Elas continuam, então, com aparência de boas - porque, na origem como Deus criou, elas realmente são boas - , mas na verdade agora são más, porque foram deformadas. O sexo tem prazer, e as pessoas, conforme o plano de Deus para as suas vidas, podem desfrutar desse prazer. Mas o sexo não é só prazer - ele toca o fundo da alma (cria um vínculo sério com o outro) e forma família. Aí o casalzinho faz um filho fora do casamento, e muitas vezes não tem maturidade nem possibilidade material mínima de assumir uma família. Quais as consequências mais comuns? Uma criança sem pai (como foi o meu caso), ou uma criança que só vê o pai de 15 em 15 dias, ou, nos casos mais lamentáveis, uma criança abortada. Em alguns casos mais felizes o casal resolve casar (é válido quando eles já iam se casar mesmo algum dia, pois se amam de verdade, mas o filho acaba adiantando as coisas) e então as coisas se emendam. Mas essa é uma minoria feliz. Então, amar uma pessoa a quem você namora inclui, pelo bem dela e pelo seu bem, jamais se esquecer que sexo não é só prazer e sentimento. Sexo é vínculo definitivo e é uma forma de gerar a família. Quem se esquece disso só se estrepa. E paga caro o preço, uns com sentimento de vazio existencial, outros com depressão, outros com a solidão, outros com a alma eternamente condenada. Veja as celebridades que estão em maior evidência: muitas delas têm uma vida sexual fora do casamento bastante ativa. Isso não as impede de mergulhar no vazio, na loucura, no vício, no desespero. Taí o mais recente caso, George Michael, que se afundou em álcool e drogas. Teve tanto sexo quanto quis, mas isso de nada lhe valeu. É esse o caminho que queremos seguir? De qualquer forma, o maior problema da vida não é transar ou não transar. O que deve nos interessar é: quem sou eu? O que vai me fazer feliz, de verdade? Quem é Jesus? Quais as promessas de Jesus? Posso confiar mesmo nessas promessas? Jesus é mesmo digno de fé? Nisso deve residir nossas meditações e nossa busca. Não devemos descansar nunca, até termos a resposta firme sobre essas questões. Você se dedica a essas questões, Gabriel? A partir disso, seguir os mandamentos não será mais uma questão de cumprir leis aparentemente castradoras ou sem sentido: será o constante implorar pela graça de Deus, para que sejamos fiéis de uma forma que, pelas nossas forças, não podemos.
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0 # Augusto 13-01-2017 06:11
Do jeito que são ALGUNS rad-trads, é capaz de eles, depois dessa homilia do Santo Padre, caírem na fornicação só pra contestar esse "Papa Marxista Progressista" :P Ps: pelo amor de Deus, eu estou sendo irônico nos adjetivos ao Papa.
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+3 # Anonima 12-01-2017 16:56
Eu vivo a castidade! Mas ela me parece um fardo às vezes, diante dos meus colegas da faculdade que vivem falando em sexo antes do casamento como algo normal e muito bom. Tenho medo de acabar sendo fraca e me deixar influenciar um dia :/ quais seriam as delícias dessa virtude, por exemplo? Acho que saber isso vai ajudar a nos imunizar quanto a isso...
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0 # Cristiani 09-08-2017 16:50
Olá. Me chamo Cristiani moro no Paraná. Vi seu comentário e você perguntando as virtudes. Então eu namorei por 4 anos um namoro Santo e 1 ano e pouco de noivado tudo Santo, com a graça de Deus e orações.

Sou casada dia 11 faz seis meses e estou grávida de 20 semanas. Depois de um mês e meio por aí eu engravidei.

As virtudes são que tudo é mais intenso você sabe q é o homem da sua vida , e se ele te esperou te respeitou isso é sinal que será uma ótimo marido ou uma ótima esposa . Tudo é mágico. E você olha para aquela pessoa e sabe que não terá nais ninguém você é só dela e ela somente sua . E tudo isso está nos sonhos de Deus para nossa vida .Eu não me arrependo de nada. Porque a espera fez e faz eu valorizar todos os momento que estou vivendo na graça de Deus.

Não foi fácil. O padre da minha Paróquia sempre me orientava. E muita oração.

Cheguei onde cheguei sou feliz segura . E sou mãe. Tenho uma família castra isso é minha recompensa . Fica com Deus
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0 # Ana 02-03-2017 20:06
Falando em diabo... estava acompanhando um post na internet que falava dobre isso. Devemos odiar o demônio? Ou apenas suas obras?
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0 # A Catequista 12-01-2017 23:10
Oi! Sua pergunta é muito boa, muito importante. O fato de algo exigir de nós sacrifício não necessariamente fará com que isso seja um fardo, se entendemos que, com nossa renúncia, ganhamos algo muito mais valioso e vantajoso do que aquilo que renunciamos. A questão central é a afeição por Jesus e, consequentemente, a FÉ nEle. A "vacina" mais poderosa contra as más influências do mundo é esta. A fé, a confiança de que seguindo Jesus e Seus mandamentos você não vai se dar mal, não vai perder nada. Temos esse medo, essa impressão de que vamos nos lascar, de que vamos sair perdendo se formos fiéis a Deus... E vem a tentação de pensar que Deus talvez não queira que as coisas sejam assim, que isso foi invenção da Igreja... As artimanhas e sugestões do demônio são clichês, mas fazem muitos desconfiar de Deus, desconfiar dos ensinamentos de Sua Igreja, e assim cair nas trevas. Nesse ponto, o que pode lhe valer é ao autoconhecimento (quem você é? quais os seus verdadeiros desejos? quais as suas mazelas espirituais? o que espera da vida?), uma prática de oração disciplinada e fervorosa, a leitura sobre a vida dos santos (isso é MUITO inspirador) e o aprofundamento na doutrina católica. Eu também já vivi essa fase, na época da faculdade. Cheguei a me questionar se os casais "do mundo" não eram mais felizes do que meu namorado e eu. Mas a dúvida durou pouco tempo, pois vi que essa gente que eu cheguei quase a invejar, conforme o tempo passava, se enrolava cada vez mais em decepções amorosas, frustrações, gravidez não desejada, aborto, solidão, humilhações etc. O sexo desordenado, ou seja, fora da ordem bela e boa que Deus estabeleceu, é uma alegria enganosa e vã. Veja as pessoas do mundo, à sua volta, e também as celebridades. A maioria delas tem ou teve vida sexual ativa fora do casamento. Isso realmente lhes dá paz e felicidade? Hoje, vejo minhas amigas não-católicas se vendo obrigadas a transar nos primeiros dias em que começam a sair com um cara, com medo de ficarem sozinhas se se resguardarem. Ainda que tenham o desejo de conhecerem o cara melhor e esperar que ele se comprometa em um relacionamento mais sério para poderem ter mais intimidade, não têm coragem de viver esse desejo, pois acham que o mundo é assim mesmo e não tem jeito. Só resta se sujeitar à regra do jogo. Tanto feminismo... pra isso??! Tem que transar mesmo sem ter um compromisso sério, mesmo sem conhecer o cara direito, só pra não ser rejeitada? E se acham "livres". Ok... É preciso também que você tenha o hábito de silenciar seu coração e meditar. Simplesmente pensar na vida, nas coisas mais sérias da vida. Você faz isso?Reserva um tempo de sua vida para pensar em seu destino, em entender a si mesma, em entender quem é Deus, o que Ele é para você? Será que você seria feliz vivendo como todos no mundo vivem - inclusive a questão da "liberdade" sexual? Isso realmente traria mais felicidade pra vc? Você pergunta quais as delícias dessa virtude. Bem, certas alegrias são indizíveis, não podem ser traduzidas por palavras. Vai além de ser casto, tem a ver com desejar que tudo na vida seja tomado pela beleza de Cristo. Mas essas delícias podem ser lidas nos olhos de quem ama o Senhor e lhe é fiel. Veja o testemunho desse artista, no programa da Fátima Bernardes. O brilho nos olhos dele diz tudo! http://gshow.globo.com/tv/noticia/2016/06/vocalista-de-os-gonzagas-conta-que-optou-por-nao-ter-relacoes-sexuais-ate-o-casamento.html
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0 # Thiago 19-12-2016 18:23
É bem pouco provável que haja uma aceitação da castidade, sem o conhecimento bem claro sobre a igreja, sobre o catecismo, vez ou outra vai haver aquela questão de que Deus deixa... que isso é normal... não há nada de mau nisso, é apenas um casal se amando. Por mais que o Papa fale, é necessário um entendimento maior sobre a castidade defendida pela igreja (deixando meu claro aqui que não estou diminuindo a palavra do papa). Tentei a castidade do meu namoro e frequentemente me vinha aquela questão de que Deus perdoa... e que isso era natural para um casal. Hoje sou casado apenas no civil com minha esposa, temos uma filha, somos católicos, há pouco tempo venho conhecendo verdadeiramente minha fé, e quão linda é a história da Igreja Católica e como tudo faz mais sentido, vamos marcar nosso verdadeiro casamento na Igreja (a única deste mundo) e estamos vivendo a castidade e vamos viver até o grande dia, em que finalmente estaremos casados diante de Cristo, saindo assim deste grave pecado. Que nós não vacilemos na fé e procuremos cada dia mais estudar sobre o catecismo da igreja e assim conseguir manter uma fé verdadeira, com muitos terços rezados. Christo Nihil Praeponere. Siga a fé católica, a Santa Tradição.
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0 # A Catequista 19-12-2016 20:24
Que bom que vão se casar! Que Deus abençoe muito sua família! Você tem razão. A questão da castidade precisa ser ensinada aos jovens com uma melhor fundamentação.
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0 # Mauricio 05-09-2016 16:14
Verdade João!! quanto mais rezo mais aumenta o amor no meu coração.Não só pela pessoa que Deus botou na minha. Sinto aumentar cada vez mais meu amor por pessoas que necessita.Não só de amor como de oração!!Que Deus seja sempre Louvado!!
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+1 # Mauricio 05-09-2016 09:26
Deus botou na minha vida a pessoa que tanto pedi a ele.Tenho um grande respeito por ela e não tenho duvidas de que é amor e o melhor.amor vindo de Deus.Nunca senti algo parecido,nunca vivi algo parecido.Quero muito viver esse amor casto!!Que Deus abençoe minha união e todos que vivem com amor do nosso Senhor Jesus Cristo e minha Mãe Maria Santíssima. Amém Amém...
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+1 # João Pedro Strabelli 02-09-2016 15:03
Muitas pessoas tem medo de que se rezar bastante e seguir a Deus bastante vai diminuir o amor à sua cara metade. Vou confessar que em alguns momentos me bateu esse receio. Dá a impressão de que vamos querer ficar só do lado de Deus e por isso largar o outro pra lá. Analisando muita coisa, hoje percebo que isso existe. Dificilmente alguém fala, mas fica a impressão de que, me dedicando a Deus, vou deixar de namorar. É o maior engano. O amor é de Deus e quanto mais rezamos mais Deus coloca amor em nosso coração para — surpresa! — amar! E, com certeza, este amor vai para nossa esposa e nossos filhos. Falo por experiência. Madre Tereza também disse isso, ao dizer ao Angelo Comastri que quanto mais rezava, mais Deus colocava amor em seu coração para que ela amasse os pobres. O amor não é nosso, é de Deus. Quanto mais eu me aproximar d’Ele, mais amor eu teria para repartir. E adivinha onde minha vocação de marido e pai de família vai usar uma grande parte deste amor? Quer amar mais sua família? Reze. Você vai descobrir um amor muito maior, mais forte e mais paciente.
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0 # Julio Cesar Dias Chaves 01-09-2016 15:03
Eu arriscaria dizer que não são só catequistas e líderes de grupos jovens que se omitem em relação a esse tema não. Vou à Missa diariamente há anos e posso contar nos dedos os sacerdotes que tiveram coragem de abordar esse tema de maneira clara e direta em homilias, por exemplo. Rezemos para que nossos sacerdotes tenham a santa coragem de falar mais sobre isso.
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0 # João 01-09-2016 13:51
Fiquei impressionado de descobrir esse tesouro do Papa Francisco! Realmente, parece que hoje o tabu é falar CONTRA o sexo desordenado (não qualquer sexo, veja bem!). Se souberem de outras ocasiões onde o Papa falou sobre o tema, agradeceria se publicassem. Fiquem com Deus.
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0 # A Catequista 01-09-2016 14:15
João, para dizer a verdade, só há poucos dias (mais de um ano após o discurso do Papa) fiquei a par dessas palavras. Veja, o Papa faz um pronunciamento tão importante, e a repercussão aqui no Brasil é quase nula. Agora, desinformações sobre diaconisas e outras distorções sobre declarações a respeito de temas secundários, ah... em cima disso se faz um festival. Fique com Deus tb!
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0 # marcos 02-09-2016 10:29
Eu ia comentar exatamente isso! Cadê a mídia que gosta de falar do "Papa que veio 'modernizar' a doutrina" agora??? Eu mesmo tava meio xarope com o Papa Francisco, até ver um vídeo em defesa dele, do ex-paxtô Paulo Leitão: https://www.youtube.com/watch?v=W1xgNY3Z40w Agora vejo esse post. Eu estava errado!!!
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0 # João Pedro Strabelli 02-09-2016 15:44
marcos Isso de estar errado em relação ao papa eu já fiz. Eu teimava com algumas coisas de João Paulo II até dar uma quebradinha de cara para aprender a enxergar direito. Uma tia que morou na Europa um dia me disse que, depois da queda do Muro de Berlim e o desmoronamento da União Soviética sem uma guerra provavelmente atômica, viu a mão do Espírito Santo na escolha de Karol Wojtyła, pois foi o trânsito dele entre o comunismo que impediu um fim trágico. Não que eu fosse crítico ferrenho dele, mas tinha lá minhas questões e quebrei a cara. Em relação ao papa Francisco eu tenho um raciocínio: por que Satanás se incomoda tanto com ele? Quase que toda coisa que Francisco fala chove críticas e más interpretações. Em, todas elas, um mínimo de lógica e boa vontade mostram o sentido correto, mas chovem interpretações erradas. Por que será?
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0 # Geraldo 02-09-2016 01:25
João e catequista: No momento, eu não saberia dizer exatamente em que pedaço, mas me parece que o papa fala disso na Amoris Laetitia, também. Entretanto eu gostaria de contribuir com a reflexão do post, trazendo cinco pontos: 1) Um alerta do Pe.Paulo Ricardo acerca do facebook, como eventual ferramenta de propagação de uma mentalidade hedonista: https://padrepauloricardo.org/blog/como-o-facebook-pode-ser-uma-armadilha-para-a-castidade 2) Mais uma reflexão do mesmo padre, sobre a lógica do chamado "casamento gay", que brota da nossa mentalidade hedonista: https://padrepauloricardo.org/episodios/a-logica-do-casamento-gay-foi-criada-pelos-heterossexuais OBS: Apenas discordo do uso do termo "heterossexuais" pois ele sugere que a sexualidade humana como tal não passa de uma variação afetiva/erótica ao lado de outras, incluindo até mesmo a pedofilia ou zoofilia, e centra o sexo no mero prazer e atração, como se essa fosse a sua única característica definidora. O Dr.Paulo Jacobina, aprofunda isso com muita lucidez, mais abaixo (e de algum modo, bastante inteligente, assume, por outro viés, a famosa crítica elegebetista à dita "heteronormatividade" como um fato realmente ideológico, mas não originado da tradição judaico-cristã e sim da rejeição dela:a ideologia hedonista que separa o sexo da procriação e da família, elementos obviamente constitutivos de sua essência.) : https://pt.zenit.org/articles/homossexuais-heterossexuais-esposos-e-celibatarios/ 3) Reforço também essa reflexão de C.S.Lewis que abre o post: Deus inventou o prazer sexual. E é exatamente o prazer que vai por água abaixo, quando não sabemos como "funciona o aparelho". Quando não seguimos "as instruções do fabricante". Uma frase fantástica de Chesterton sempre me vem à mente quando penso neste assunto. Não sei se repito exatamente como ele escreveu, mas era algo assim: "Sim, de fato as leis morais da igreja são um muro, mas um muro que cerca um maravilhoso parque de diversões!" E eu ousaria acrescentar: um muro além do qual, existe um grande abismo. Quer dizer, não há melhor garantia - ao contrário do que afirmam o "mundo" e boa parte dos sexólogos e cia, e essa afirmação é uma falsa promessa, como uma miragem - de efetiva experiência do prazer afetivo e sexual, do que a própria castidade. 4) E isso me leva ao grande filósofo espanhol Alfonso Lopes Quintás e sua célebre distinção entre OBJETO e ÂMBITO. "Minha jangada vai sair pro mar, vou trabalhar meu bem querer (...) Meus companheiros também vão voltar e ao Deus do céu vamos agradecer (...) Farei sua caminha meu nêgo, perfumada de alecrim..." Gosto de usar essa imagem da jangada para ilustrar o que Quintás quer dizer. Fosse a jangada um mero OBJETO, para o grande Dorival Caymmi, reduzida apenas à sua função prática de instrumento de trabalho do pescador, ele não enxergaria todo um mundo de ricas relações e sentimentos, através dela. Mas como a sua sensibilidade artística, vê a jangada como símbolo que evoca tantas outras realidades (os amigos que pescam juntos e depois agradecem os dons de Deus, a mulher que prepara com carinho o leito aconchegante e reza pelo marido ausente, etc.), ele a vê como um ÂMBITO. Ou seja: como algo que o introduz no âmago da vida e das pessoas, seu olhar não para e não se fixa na jangada em si, uma vez que ela se torna meio que o faz contemplar muito mais da vida, contemplar e usufruir. Portanto, há aqui uma vivência mil vezes mais rica do prazer, incluindo o prazer sexual que não está deslocado do todo. O contraste entre uma imagem pornográfica, ou apenas sensualizada, e essa bela poesia da letra de Dorival é total. É o contraste entre o fechamento numa dimensão pequena do outro e a abertura à totalidade (até mesmo ao mistério) do outro! O fechamento no mero erotismo não abarca - antes afasta - essa totalidade do outro. Já a abertura ao outro em todas as suas dimensões - no caso do amor conjugal - inclui também o erótico e o valoriza, efetivamente o salva, o salva da deterioração. 5) E por fim, me lembro também de uma contribuição de Luigi Giussani, que me parece única e muito essencial, quando falamos de castidade. Não me lembro em qual livro ele traz essa reflexão e com que exatas palavras. Mas é algo que vai ao centro do sentido e da finalidade da castidade. Às voltas com um grande número de jovens - sobretudo nas confissões - que se sentiam frustrados em sua luta por serem castos, ele, com extrema fineza espiritual e psicológica, os alertava sobre o perigo de estarem se colocando no centro da própria vida. Certa pretensão de heroísmo moral, quando na verdade, no cristianismo, o mais importante é receber, se saber amado, fundar o próprio ser, a percepção de si mesmo, na experiência de se saber amado por um Outro: Nosso Senhor Jesus Cristo. E deste ser, amado e acolhido com infinita bondade, brota o FAZER como GRATIDÃO, alegre e amorosa gratidão diante de um Amor que me ama primeiro! E por isso, ele dizia a esses jovens: IDE em MISSÃO, partilhar com os outros, a alegria de terem sido alcançados pela amizade de Cristo! Que seja este o conteúdo da vossa castidade! A castidade como um DAR, dar da própria riqueza interior, e essa riqueza é a experiência de ser amado por Cristo! O que arrebenta com o celibato de muitos padres e com a castidade de muitos cristãos, além da falta de certa disciplina ascética (não como heroísmo meramente humano, mas como abertura à graça e ganho de experiência com as artimanhas do maligno) é um certo aburguesamento e ensimesmamento. A MISSÃO é o conteúdo da castidade, é o IDEAL que lhe dá consistência, sentido e direção. Missão evangelizadora, não apenas como verbalização do que Deus tem feito por nós, mas como doação do melhor que há em nosso coração. Pelo menos foi o que entendi da reflexão de Dom Giussani. Castidade pela castidade, sem esse direcionamento das melhores energias do amor na doação de si (e não há melhor e maior doação de si que evangelizar, partilhar das riquezas com que Deus me tem agraciado!) é um esforço inútil, e pode resultar numa pretensão moralista, de produção de um heroísmo fundado no próprio mérito. É por isso que algumas vezes testemunhamos o belo paradoxo, de ver um padre, uma freira (por vezes um enclausurado) acolhendo nossos relatos de conflitos e dificuldades no casamento, com um discernimento e uma lucidez impressionantes, trazendo uma luz tão grande para a nossa vida cotidiana, às vezes com sugestões realmente muito práticas e concretas. E faz todo sentido, pois ainda que este celibatário não tenha a experiência direta do casamento, tem a experiência de uma enorme e incondicional doação de si mesmo, que é alma mesma do amor conjugal e o conteúdo mais rico da castidade. Claro, falo de padres e religiosos de verdade, que se deram inteiramente a Jesus, gente que eu via e vejo diariamente, se gastando pelos outros como uma vela. E não de padres frustrados, que empurram sua falsa vocação com a barriga, sem coragem de abandonar o status e a zona de conforto que alcançaram, se enfiando num arranjo cômodo, burguês e repetitivo, onde o ardor missionário, o zelo pela salvação das almas e pela evangelização - se é que um dia existiram - já se tornaram poeira. Enfim , castidade rima com amor e com muito prazer. Só que o prazer autêntico, como tudo que é autêntico e valioso na vida, não nos vem fácil e levianamente, mas é fruto de um grande dom de si, muitas vezes sacrificado: "se o grão de trigo não morrer..."
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0 # Valéria Lima 01-09-2016 10:25
Muito bom! Glória a Deus por essas palavras sábias! Gostaria de guardar esse texto pra conversar com minha filha quando ela estiver maior.
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0 # Eliane Silva Santos 01-09-2016 08:56
Homem de Deus!
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0 # Renan 01-09-2016 01:58
É, realmente essa é uma tecla que não se bate muito. Eu vejo muita gente cristã, que frequenta a Igreja, mas que falha nessa parte da castidade. Aliás, tem algum texto aqui no site, ou de outro lugar, onde fale sobre os preciosos frutos que se colhe depois no casamento, como você disse no texto?
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-1 # Caroline Mentz 01-09-2016 00:31
Infelizmente algumas pessoas de dentro da igreja, praticante de grupos de jovens exercendo seus ministérios não querem nem saber de viver a castidade.
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0 # Natã 31-08-2016 23:49
O Namoro casto é muito perfeito, estou em um relacionamento que hoje faz 4 anos, já estou noivo, e vivemos desde o inicio um namoro casto, é muito bom. Todos temos momentos e vontades de praticar, mas a nossa fé nos guarda e liberta dessas vontades, vivemos um relacionamento muito lindo. Muitas pessoas nos jugam e falam várias bobagens, mas sabemos o verdadeiro sentido do amor, e vivemos isso, e isso nos torna muito felizes. Agradeço sempre a DEUS por ter colocado essa pessoa em minha vida, e sei que se outras pessoas vivessem esse amor seriam muito felizes. O sexo não é tudo, o sexo na verdade não é nada sem um amor verdadeiro, a pessoa que não conhece nem vive o amor, nunca vai saber o que é felicidade de verdade...
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0 # A Catequista 01-09-2016 12:16
Agradecemos seu testemunho, Natã! Que o Senhor realize Seu plano na vida de vocês.
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+1 # Paulo 31-08-2016 18:01
Quando iniciamos nosso namoro, eu e minha esposa éramos já trintões...Com a graça de Deus, colocamos em prática um namoro casto. Tudo na vida só cresce e dá bons frutos com as bençãos de Deus, inclusive o sexo...
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0 # AAF 31-08-2016 17:38
O Papa é de uma genialidade e de uma santidade imensa. Quando vejo os post do catequista e do Papa falando sobre isso dá uma força para tentar ainda mais mantes o relacionamento casto ! Mas como é difícil ! É praticamente isso que vocês falaram : o maligno nos engana com a sensação de estarmos perdendo algo, uma oportunidade, um tempo que não voltará se formos castos. Muitas e muitas vezes sou enganado pelo maligno. Acredito que o que falta realmente é fé para colocar no meu íntimo, na minha alma, que é isso que Deus quer de mim, e que isso é bom. Triste....
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0 # Samara 31-08-2016 16:23
Muito bom! Sinto mesmo que há necessidade desse tipo de diálogo especialmente nos movimentos jovens. É quase inacreditável quando vemos casais tão devotos, namorados, lidando com uma gravidez. Ou seja: não é incomum que jovens, mesmo frequentadores da Igreja e de grupos católicos de jovens, façam sexo enquanto namorados. Falta falar adequadamente sobre castidade, da perspectiva da Igreja (graça), não do ponto de vista do mundo (fardo). É um assunto necessário e tem especial relevância num mundo em que o prazer sexual é colocado como o centro da vida humana.
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