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Segunda, 30 Novembro -0001 00:00

Lepanto - A ação da Virgem no maior feito militar naval de todos os tempos

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Bom dia, meu povo!

Sobre o século XVI, o que vocês sabem? Deixa eu ver se adivinho: o Descobrimento do Brasil, a Reforma Protestante, as presepadas de Henrique VIII e... mais nada! Um dos maiores crimes que se comete com a memória é descartar quase que completamente a Batalha de Lepanto, que é simplesmente o maior feito militar naval de todos os tempos. 

É assim por causa do nosso péssimo currículo escolar, que em nome de uma dita "brasilidade" pouca ou nenhuma importância dá à verdade de nossas raízes histórico-culturais; aquilo que nos faz sermos o que somos.

Vamos, primeiro, nos localizar geograficamente. Lepanto fica na costa grega; é um lugar que, hoje, vive das glórias dessa grande batalha, que envolveu mais de 400 navios e 80 mil marinheiros. Nossa história envolve a capacidade imaginativa e tecnológica dos ocidentais católicos - um diferencial que é bem típico dos ocidentais - e a proteção de Nossa Senhora.

Os ocidentais nunca estiveram tão próximos de se tornar comedores de quibe e partidários dos horrores que só o islamismo pode propagar quanto naquele dia fatídico. Aqueles marinheiros sujos e cansados salvaram a pele de seus ancestrais e, consequentemente, a sua. Foi um momento decisivo, que marcou o fim do avanço turco no Ocidente e limitou-os a barbarizar somente a Europa do Leste (coisa que aliás, depois de Lepanto, passou a ser a especialidade deles -pergunte a qualquer grego ou romeno).

Dia 7 de outubro de 1571, Muezzinzade Ali-Pasha, o almirante turco - uma espécie de Bismarck medieval que gostava de charutinhos de repolho - entrou na baía de Lepanto confiante que o número maior de navios de sua armada faria a grande diferença no conflito entre o Império Otomano e a Liga Santa. Imaginava que a vitória do sultão dos turcos era apenas uma questão de tempo. Só que ele não recebeu o "feed" a respeito das melhorias feitas pelos venezianos em seus navios de combate.

galeassa_veneziana

Entram em cena as galeaças de guerra venezianas (imagem acima). Navios enormes, muito maiores do que os navios turcos, armados com canhões que disparavam projéteis de até 25 quilos (imagine uma bala dessas indo em direção ao barquinho de pau onde você está). Tal frota recebeu aqui seu batismo de fogo. Foi preciso apenas seis dessas coisas para deixar os turcos apavorados e "Mumu" Ali-Pasha sem saber o que fazer. Dez mil turcos foram lançados ao mar em poucos minutos!

DOM JOÃO DA ÁUSTRIA, UM GIGANTE

D. João da Áustria, filho de Carlos V e irmão de Felipe II da Espanha, foi o líder dessa grande empreitada. Era um nobre sagaz e jovem, na fina flor dos seus 26 anos. Um sujeito realmente impressionante e um cristão, de fato, devoto.

joao_austria

Naquele tempo, o Papa alertava que os muçulmanos em breve transformariam o mediterrâneo na piscininha de Maomé. Esses avisos eram tidos como paranoia, sendo desprezados pela maioria dos estados europeus. Mas D. João ouviu o bispo de Roma.

Ao contrário do tipo de líder covarde moderninho, em Lepanto, o D. João estava na proa do sua própria galeaça, animando seus homens a lutar pelas suas pátrias e pelo seu Deus, nosso Deus. Palavras suas antes de abortar as naus turcas: "Meus filhos, estamos aqui para vencer ou morrer. Vencendo ou morrendo, nós conquistaremos a imortalidade" (Chesterton, "Lepanto", p. 35).

Eu tenho vontade de chorar por Deus não ter me permitido viver num mundo assim, com líderes assim. Mas que sempre seja feita a sua vontade, não a minha.

QUEM ERAM OS COMBATENTES TURCOS?

Os cristãos, conforme os relatos, lutavam com uma selvageria que, por si, assustou os papa-quibe. Difícil de imaginar isso hoje, não é? Todos estavam com seus brios ofendidos e furibundos por, mais uma vez, os turcos terem aprontado uma de suas típicas gracinhas: dois grandes massacres contra cristãos ocorridos nas ilhas de Chipre e Corfu, que incluíram estupros e exibição de cabeças dos senhores venezianos na praça da cidade (como vocês já devem ter notado, esse filme que vemos hoje das atrocidades do ISIS, Boko Haram, Talibãs e cia. não tem nada de novo; são as mesmas vagas históricas se repetindo).

Mas esses eventos foram apenas a gota d'água: os turcos era piratas sem-vergonha, assassinos e estupradores. Ninguém que se aventurasse nas águas do mediterrâneo, naquele tempo, estava a salvo dessa gente. Os turcos foram os piores piratas da Idade Média. Saqueavam, pilhavam e matavam nas costas mediterrâneas. Foi o Papa Pio V que convenceu Felipe II e o senado de Veneza a unirem forças para acabar com aquela bagunça. Seria como se hoje navios Sírios começassem a encher a Europa de muçulmanos. Pensando bem...

OS PASSOS DA VITÓRIA CRISTÃ

Os navios de combate eram como esgotos, sujos além do que se pode imaginar nos dias de hoje. Os soldados, tanto de um lado como de outro, pareciam mendigos, e fediam como tal. Não tinha nada de glamuroso ali, ninguém era elegantemente desgrenhado como Jack Sparrow. Os remadores vivam acorrentados; não saiam de sua posição nem pra ir ao banheiro. Em poucos dias todos eles viviam, comiam e dormiam numa pilha de xixi e cocô produzidos por eles mesmos. Por isso, a vida útil de um navio no século XVI era de cinco anos; eles simplesmente apodreciam de tanta sujeira.

pirata_turco

Era uma luta desigual. Do lado muçulmano havia muito mais navios, mais homens e mais petulância. Porém, a capacidade do homem ocidental em matéria tática e em inventividade era absurdamente maior. Os turcos eram ricos, mas os reis ocidentais eram ardilosos. Ocidentais são livres por natureza, são herdeiros da liberdade dada pela cultura judaico-cristã, a liberdade que faz com que o resto do mundo queira nos destruir - inclusive contando com a nossa incrível capacidade de implosão.

Ali-Pasha não teve nem ter visto de que direção veio a bala que explodiu seu crânio. Quando as tropas de assalto de D. João abordaram seu navio, os arcabuzes com os quais estavam armados os soldados de Felipe II rasgavam os turcos como se esses fossem feitos de papel... e sangue. A cabeça de Ali-Pasha - ou o que restou dela - virou adorno de tombadilho da Realle, a nau capitânia de D. João (há uma magnífica reprodução dessa embarcação no museu marítimo de Barcelona). O Almirante caiu muito antes do fim da batalha. Onde antes tremulava a bandeira dourada de Meca, foi erguida a bandeira do Papa.

Assumiu o comando da armada turca, pela esquerda, o capitão Mejmed Siroco, que nem de longe era um Ali-Pasha - mas era o que os caras tinham no momento. Defrontando a ala esquerda da frota cristã contra o capitão Agostino Barbarigo, mesmo contando com uma frota maior, Siroco conduziu mais um desastre.

Turcos com flechas envenenadas confrontavam com cristãos de armadura e paus de fogo. Os cristãos despedaçaram o corpo de siroco e atiram os seus restos ao mar. Os navios muçulmanos eram movidos a remadas de escravos cristãos, que juntavam-se à luta como podiam quando libertados de seu julgo. Foi um banho de sangue e de determinação.

Do lado direito da batalha houve o maior número de baixas entre os cristãos. Sob as ordens do comandante Giovanni Andrea Dorea (que não é nome de música do Legião Urbana) os turcos começaram a abordar as naus cristãs. Só que em vez de continuar na sua investida vitoriosa, Salim e Abu preferiam parar e perder tempo saqueando os pertences das naus para abastecer "u lujinha". Essa ganância custou caro e travou a investida do comandante Aluj Ali, que dava as ordens do lado direito dos turcos. As reservas cristãs correram em socorro de Andrea Doria. Por conta da rapinagem de seus piratas, Aluj teve que bater em retirada.

A batalha começou por volta das onze e meia da manhã. Antes das quatro da tarde, dois terços da armada turca já havia sido transformada em destroços. Milhares morreram - mais turcos do que cristãos - ou estavam desaparecidos.

Ao final da batalha, D. João pegou a grana da pilhagem que lhe cabia e distribuiu aos pobres e feridos. Sem proselitismo, sem fazer alarde, como cabe ao cristão.

A ESPIRAL DE SILÊNCIO SOBRE LEPANTO

Olha só eu visitando uma sala de aula de Ensino Médio, tentando achar uma alma viva que conheça a importância dos fatos ocorridos em Lepanto...

travolta_confuso

Qual a razão dos jovens de hoje desconhecerem esse grande fato da História? Bem, temos que falar de um outro aspecto dessa luta: o legado negativo. O Ocidente pegou realmente pesado na humilhação aos turcos; os vencedores esculacharam demais. Não houve clemência: os turcos eram abatidos mesmo quando imploravam por suas vidas. Os comandantes otomanos eram humilhados, corpos foram desmembrados e jogavam ao mar... Isso foi usado pelos historiadores de esquerda para ofuscar o grande feito - o incrível trinfo dessa batalha.

A comunalha, com base na praga do politicamente correto, colocou os católicos como selvagens e os turcos como pobres vítimas. Assim, a escola progressista dos comunas soube manipular habilmente a espiral de silêncio que hoje encobre a Batalha de Lepanto, que pouco é citada nos meios acadêmicos e na mídia.

A AÇÃO DE NOSSA SENHORA EM LEPANTO

Em Roma, o Papa Pio V apelou para a Nossa Mãe, e pediu mais e mais orações. As Confrarias do Rosário promoviam procissões e orações nas igrejas - poucas vezes na nossa história a vitória foi tão necessária. E a Virgem apareceu no céu de Lepanto; brilhante e majestosa Senhora.

Pio V teve uma visão sobrenatural, na qual ele tomou conhecimento de que a armada católica acabara de obter a vitória. E imediatamente, exultando de alegria, voltou-se para seus acompanhantes exclamando: “Vamos agradecer a Jesus Cristo a vitória que acaba de conceder à nossa esquadra”.

A vitória em Lepanto, por isso, é dedicada a Nossa Senhora do Rosário. Louvada seja a maior das mulheres, Vaso Místico, Mãe do Salvador e Rainha dos Céus e da Terra. Jesus Cristo não abandona os seus e jamais e abandonará. Caminhemos com confiança e lembremos do quanto devemos àqueles cristãos que nos salvaram de um destino pior do que a morte.

Manter viva a memória de Lepanto é garantir que tal embate jamais se repita.

Fontes:

HANSON, Victor Davis. Por que o Ocidente venceu: Massacre e cultura - da Grécia Antiga ao Vietnã. Rio de Janeiro: Ediouro, 2002.

CAPPONI, Nicollò. Victory of the West: The Great Christian-Muslim Clash at the Battle of Lepanto. Perseus, 2006.

CHESTERTON, G.K. Lepanto. Ignatius Press, San Francisco, 2005.

856 Segunda, 21 Agosto 2017 19:27

Comentários   

0 # Augusto Paiva 31-12-2015 20:13
Esse post épico merece uma trilha sonora ao seu estilo! https://www.youtube.com/watch?v=FGOidC1qLE0
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0 # Lucas 20-12-2015 17:52
Amigos, João de Áustria não era rei. Era um filho ilegítimo do imperador Carlos V, e, embora reconhecido, foi apenas infante de Espanha, nunca chegando a ser rei de nada. Seria interessante que corrigissem isso. No mais, obrigado pelo maravilhoso texto e parabéns!
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0 # A Catequista 24-12-2015 12:58
Tem razão, obrigada! Já corrigimos.
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0 # Paulo Ricardo Costa 23-12-2015 22:12
Ok, Lucas. Obrigado pela sagacidade histórica. D. João era nobre, mais que muito rei, mas, de fato, nunca usou coroa.
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0 # Arthur Gomes 14-12-2015 07:51
A minha capela chama-se Nossa Senhora do Rosário da Pompéia, o dia da festa da padroeira é 7 de outubro, homenagem a batalha de Lepanto. O nosso bom padre, na homilia "politicamente correta", disse que foi uma luta contra os hereges, depois ele disse que foi contra os inimigos da fé. Nunca ele falou sobre os turcos, ou muçulmanos. Isso é a nossa realidade hoje, uma vergonha para os cristãos que lutaram e morreram em nome de Deus, da fé e para salvar os seus lares, suas famílias. Foi uma tristeza ouvir aquilo.
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0 # Everton Caiçara PB 12-12-2015 18:23
Boa tarde a todos! Artigo fantástico e sempre aprendo muito com vcs de O Catequista! Deus os abençoe grandemente! Sobre a questão dos turcos serem os piores piratas da Idade Média, os famigerados piratas calvinistas não foram muito mais piores do que eles?
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+1 # Paulo 11-12-2015 16:31
Excelente artigo, como sempre... As invasões turcas soam como eco dos tristes acontecimentos derivados da vaidade/arrogância na Igreja grega bizantina (Constantinopla), rompendo com Roma em 1054 e, bem como, do episódio do Massacre dos Latinos em 1182, culminando pela queda da decandente e isolada Constantinopla em 1453...Ou seja, houvesse a Igreja Bizantina, ainda, permanecido na união à Roma, com o apoio da Igreja Latina, muito certamente a ameaça dos turcos otomanos teria se restringido ao Oriente... E por falar no Papa Pio V, um dos que começaram a reerguer a Igreja após a degradação da maioria dos papas renascentistas, ficamos ansiosamente no aguardo dos próximos posts sobre os papas...
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0 # Erik 10-12-2015 19:25
Pessoal ultra católico do site. Eu sou Ateu mas sou anticomunista. Tb quero uma mudança liberal laica por aqui. Podemos andar juntos. Vcs com Maria e eu com a Luiza, minha esposa.
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0 # Natanael 14-12-2015 14:55
Pronto! Aqui a "experiência catequista" fica completa. Você lê o artigo e aprende, recorda algumas coisas. Lê os comentários e se diverte com alguns deles. Quem pode querer madis ? Agora, não consigo deixar de ser obsequioso com a alma do irmão. Ôh, Erik, amigão, ser católico não comporta graus. Ou você é ou não é.
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0 # GERALDÃO O GALÃO 11-12-2015 08:40
Detesto comunismo e odeio o liberalismo, quanto ao seu ateísmo - que não acredito que exista, pois sou ateu - não passa de mimo de um adolescente de 16 anos que passou a ler Nietzche e ficou "ENTEQUITUAU"!!! Qual que mormão!!!
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+1 # Luiz 10-12-2015 15:12
Ótimo texto, mas incompleto. A Batalha de Lepanto foi tamanha que é óbvio que em um só post não daria para contar tudo o que aconteceu em tão gloriosos dias. Mas, existem tantos fatinhos... Será que vcs poderiam fazer uma série de posts sobre o tema, além de desenvolver bem mais a ação da Virgem, bem como a conversão de vários mulçumanos?
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+1 # A Catequista 10-12-2015 15:22
Sim, a história é ampla, interessantíssima e cheia de meandros. Estamos pensando em fazer um Catecast.
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0 # Vinicius 10-12-2015 12:12
Em alguns dos textos que li sobre a Batalha de Lepanto, falava que os turcos comentaram ter avistado uma senhora de aspecto ameaçador sobre a esquadra europeia. Isso procede?
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0 # Mendes 10-12-2015 10:03
Ao contrário do tipo de líder covarde moderninho, em Lepanto, o rei estava na proa do sua própria galeaça, animando seus homens a lutar pelas suas pátrias e pelo seu Deus, nosso Deus. Palavras suas antes de abortar as naus turcas: “Meus filhos, estamos aqui para vencer ou morrer. Vencendo ou morrendo, nós conquistaremos a imortalidade” (Chesterton, “Lepanto”, p. 35). Eu tenho vontade de chorar por Deus não ter me permitido viver num mundo assim, com líderes assim. Mas que sempre seja feita a sua vontade, não a minha. Essa passagem do texto resume exatamente tudo o que penso e sinto sobre o nosso século XXI. Uma era de desenvolvimento tecnológico nunca antes visto, mas uma época de gente fraca, covarde, dominada por medos e por uma onda de politicamente correto que impede que homens e mulheres assumam os papéis queridos por Deus para um mundo justo e harmonioso. Que saudade de ver a virilidade , honra e coragem nos homens e a docilidade, feminilidade e ternura nas mulheres, ambos trabalhando juntos para cumprirem a vontade do Senhor nessa terra. Me corta o coração ver que nasci nessa geração tão pervertida, FROUXA e imoral como a nossa.
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+1 # Paulo 10-12-2015 08:18
Dia 13, todos nas ruas, que N Senhora ajude no recomeço de libertar o Brasil dos aliados dos muçulmanos, dos comunistas, da peste que assola nossa nação, ética-moral-religiosa e financeiramente, grande ou maior parte por a CNBB não atuar contra o PT, nem contra o comunismo de modo geral, parecendo estar é favorável, o que tudo indica. Cortemos todas as contribuições à CNBB, como próximo dia 13 nos envelopes, nesse 3º Domingo do Advento, para que ela sinta que entre os católicos brasileiros não tem mais credibilidade! Que os brasileiros não querem ser MISERICORDIOSOS para com quem apoie os comunistas e seus "movimentos sociais"(milicias comunistas) como vem fazendo a CNBB, já que não combate essa perversidade!
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+1 # Padre Orlando Henriques 09-12-2015 21:54
Certamente, daria para fazer um bom filme sobre Lepanto! Será que já há? Era bom que houvesse!
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+1 # Edilson 10-12-2015 11:09
Sempre achei que a Batalha de Lepanto dava um enredo e trama muito boa, mas acho que não é do interesse das empresas cinematográficas fazerem um filme contra os muçulmanos...
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+1 # Padre Orlando Henriques 10-12-2015 20:47
Pois, nós já sabemos como costumam ser os interesses das empresas cinematográficas, mas (quem sabe?), se foi possível fazer um filme sobre os cristeros (apresentando-os como heróis que lutaram pela liberdade e pela sua fé católica, e não como terroristas fanáticos, como também há filmes), porque não havia de ser possível rodar um grande épico sobre a batalha do Lepanto? Sim, nós sabemos que é perigoso virar-se contra uma “fera” como a jihad, mas já se têm feito alguns filmes nada simpáticos sobre eles e não me lembro que tenha acontecido nada.
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0 # devalcir Tiroli 09-12-2015 21:22
Batalha mais heorica que lepanto, foi a Batalha de Malta, que tambem impediu o avanço dos muçulmanos!!
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+1 # Letícia 09-12-2015 20:26
Mais um ótimo post, como sempre! Vocês contribuem muito para a minha formação como cristã e como pessoa questionadora, a cada post mais informada e consciente de fatos que não são expostos em sala de aula. Sei que não tem muito a ver com o assunto do post, mas gostaria de sugerir, por curiosidade pessoal, um post da série dos papas sobre Clemente V e sua ligação com o fim da ordem dos Cavaleiros Templários. Muito obrigada, e continuem prestando esse grande serviço a todos nós. Rezo para que sejam ricamente recompensados. Salve Maria!
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0 # A Catequista 09-12-2015 21:11
Letícia, obrigada por suas palavras e orações! O Paulo Ricardo já publicou um breve relato sobre essa questão de Clemente V e os Templários: http://ocatequista.com.br/archives/6684 Salve Maria!
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0 # Geovani Oliveira 09-12-2015 13:50
Tá certo, Sidnei. Obrigado.
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0 # Oliver 09-12-2015 13:33
Mas não está na hora de uma Lepanto II? Eles mudaram a tática mas o resultado será o nosso fim. E o nosso Papa? Não escuto nenhum alerta. Pelo o contrário. Parece que não teremos líder. Obama é muçulmano. Só nos resta o ateu Putin.
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0 # A Catequista 09-12-2015 14:31
O Putin não é ateu. Ele é só um cristão filho da putin.
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0 # André Bohn 10-12-2015 12:47
kkkkkkkkkkkkkk
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0 # Alex Hoffmann 09-12-2015 19:38
Kkkkkkkkkkkkkkkk, ha isto ele sabe ser e muito bem. Mas com este seu comentário catequista Viviane, me ocorreu uma ideia, que é meia estranha, mas, onde abundou o mal super abundu a graca, a Rússia foi o palco das piores coisas que o mundo já viu, foi lá que o comunismo tomou forma, matou aos milhões e espalhou esta caca toda pelo mundo (caca com nome de comunismo/socialismo/marxismo/etc...). Quem sabe, não seja de lá que venha um desígnio de Deus, forte o suficiente para reconverter o mundo, mesmo com o Putin sendo um filho da putin, sendo um novo Clovis, rei franco. Que convenhamos, Clovis antes da conversão e batismo tambem era meio barbaro e gostava de um saqueamentozinho de vez em quando só para aliviar aquele estrese e marasmo do dia a dia e dar um divertimento pra sua rapaziada.
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0 # Fernando 09-12-2015 12:40
Foi uma batalha épica, que só foi possível graças ao esforço do Papa para conseguir formar uma aliança com as nações da época (as que não estavam passando por problemas internos devido a Reforma). Aliás, ao que me consta, D. João era filho bastardo do rei da Espanha, não era? Então ele foi praticamente o Jon Snow da vida real, rsrs
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0 # Diego Lopes 09-12-2015 11:44
Fenomenal seu artigo! Muito bom, de verdade! Obrigado por compartilhar essa história! Só uma coisa: no último parágrafo, escreveste "Vaso Místico", mas não seria "Rosa Mística" ou "Vaso Honorável" ou "Insigne de Devoção" hehehe Salve Maria!
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0 # Paulo Ricardo Costa 10-12-2015 10:32
Vaso Místico também é um título atribuído a Nossa Mãe.
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+1 # Geovani Oliveira 09-12-2015 11:22
Não conhecia essa história. Temos muito o que aprender sobre a idade média, porque ao que parece é um período apagado da nossa história do ensino médio. Obrigado pelo post.
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+1 # Paulo Ricardo Costa 10-12-2015 10:30
O conceito de Idade Média é muito elástico. Quem não tem formação histórica geralmente tende a ver uma divisão rígida conforme aquela linha temporal que a tia Teteca ensinou na escolinha. Não foi assim. A Idade média, de fato, só terminou com a Revolução Francesa, essa sim, uma ruptura tão marcante quanto a queda de Roma.
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0 # Sidnei. 09-12-2015 12:37
Geovani, esta história não aconteceu na idade média, mas já na chamada idade moderna.
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0 # Sidnei. 09-12-2015 08:27
Com referencia ao meu comentário acima, gostaria de perguntar ao Paulo Ricardo, qual foi a reação dos protestantes na época, se eles queriam mesmo, se eles estavam torcendo mesmo, para que a Igreja Católica caísse, e nos dias de hoje, qual a opinião entre os protestantes a respeito desta batalha.
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0 # Sidnei. 09-12-2015 08:16
A os comunas ajam que os católicos foram uns monstros porque humilharam os pobres turcos muçulmanos?, não me digam. Eles queriam então que os turcos tivessem vencidos e hoje, estaríamos rezando em direção a Meca. Tirando alguns exageros a parte, como a de dar fim aos turcos que imploravam por sua própria vida, coisa que em qualquer guerra, quando os vencidos devem salvaguardar a vida dos vencedores, porém, a guerra foi justa, pois a Europa inteira esta para cair nas mãos do muçulmanos. Porém, acredito que quem queria que os turcos tivessem vencido, e os católicos perdidos, eram os protestantes, estes estavam torcendo que os católicos se ferrassem nesta batalha, pois a primeira coisa que os turcos muçulmanos iriam fazer, eram marchar em direção a Roma e dar fim a instituição do papado e da Igreja Católica, isso, ninguém me tira da cabeça que os protestantes estavam ansiosos para que isto acontecesse, mas mau passavam pela cabeça deles, que os próximos a caírem seriam eles, a não ser, que eles se unissem para que isto não acontecesse, mas, primeiro eles esperaram que os católicos se ferrassem, fizessem o serviço sujo, e depois, eles é que viriam o que iriam fazer. Quanto ao Papa na época alertava que os muçulmanos em breve transformariam o mediterrâneo na piscininha de Maomé, bem, ao trazer para os dias de hoje, a Europa não está ameaçada com nenhuma esquadra turca pronta para invadir o velho continente, mas, com esta onda de refugiados muçulmanos a invadirem a Europa, e ao se instalarem e se multiplicarem feito coelhos, não duvido nada que infelizmente, até que enfim, o mediterrâneo se torne na piscina de Maomé, tal como previu o Papa Pio V.
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+1 # Paulo Ricardo Costa 10-12-2015 10:27
Na verdade, as nações protestantes não estavam nem aí. A Inglaterra queria mas é que se danasse. A Alemanha não existia e os Estados saxões estavam em guerra civil. E, para quem não se atém em ligar os pontos, lembrem-se que a Batalha de Lepanto aconteceu um ano antes da Noite de São Bartolomeu. Percebam uma coisa: não sou de defender Médicis -considero uma família de canalhas históricos - os huguenotes, protestantes franceses, apoiavam os turcos e abriam os portos franceses para a corja maometana. Os protestantes franceses ofereceram base militar, apoio logístico - talvez até o... você sabe - para os turcos. Eram sabotadores, canalhas. Essa e outras sacanagens são as razões do Triste massacre que todos tivemos que ouvir falar. Continue ligando os ponto como titio ensinou... Você verá que os huguenotes são os avós históricos dos jacobinos.
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0 # Tallick 07-09-2017 15:06
Olá! Na parte que você afirmou sobre os huguenotes, poderia citar uma obra, documento, ou algo do tipo que confirme a informação?! Estou fazendo trabalho acadêmico, e necessito de conteúdo com fontes. Obrigado!!
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