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Sexta, 14 Agosto 2015 01:28

Papa Júlio III - Uma biografia constrangedora

Postado por

julio_iii

E aí meu povo! Vamos a mais um post da nossa série sobre os Papas.

Giovanni Maria De'Ciocchi del Monte foi eleito Papa em 8 de fevereiro de 1550. Ele era o carmelengo de Julio II, e por conta disso, adotou o seu nome: Julio III. Foi bispo de Pavia e governador de Roma por duas vezes. Foi também arcebispo de Siponto e mais um monte de outros títulos que fica chato de descrever todos aqui (um baita currículo).

Por muito pouco não tivemos um papa inglês, já que o Cardeal Reginald Pole perdeu a eleição por apenas um voto. Isso depois de um conclave de dez semanas.

Tudo bem, tudo bem, eu havia dito em outro post que os papas insensatos da Renascença tinham ficado para trás, mas vemos nos seus sucessores muitos ranços do passado. Esse papa aqui é um típico exemplo disso. Começou pegando o nome do Júlio e andou fazendo umas coisas bem, hã... constrangedoras.

constrangedor

Era chegado a caçadas, banquetes faustosos, teatro, baladas mil e garotões - infelizmente, é isso mesmo. Causou escândalo quando catou um moleque de 15 anos chamado Innocenzo, fez o irmão adotá-lo e depois ainda nomeou-o cardeal. O moleque acabou em cana. Mas esta ferida aberta na nossa história não pode ser varrida para debaixo do tapete (aliás, que outra instituição vocês conhecem que apresenta as portas mais abertas para o conhecimento de suas figuras de proa que a Igreja Católica Romana?).

Mas vamos a questões mais importantes do que esse "pormenor". Foi durante o Pontificado de Julio III que o Concílio de Trento voltou a reunir-se, durante os anos de 1551-1552, caminhando aos trancos e barrancos. Por conta da rivalidade entre os alemães do Imperador Carlos V e dos franceses do rei Henrique II, desencadeou-se uma baita crise e mais uma revolta dos barões alemães - já sempre predispostos a revoltas por qualquer motivo besta. Sem base de apoio político, o Concílio de Trento foi suspenso mais uma vez.

O papitcho baladeiro, então, resolveu construir sua versão particular de Ibiza (a Vila Giulia, em Porto Del Popolo) e foi curtir uma vida loka, vivendo no ócio e não dando a mínima para assuntos da Santa Sé. Só dava as caras no trampo sob muita, muita pressão.

Mas nem tudo foi perdição. Julio III confirmou a constituição da Companhia de Jesus e tinha Santo Inácio de Loyola nos seus pecaminosos calcanhares. O santo conseguiu do papa a permissão para fundar o Colégio Alemão em Roma, instituição fundamental para a reconstrução do catolicismo nas terras contaminadas pelas ideias nojentas de Martinho Lutero.

O derrotado no conclave, Cardeal Reginald Pole, foi nomeado por Julio III núncio da Inglaterra quando a Rainha Maria I (uma outra figura histórica fantástica e mal compreendida, que recebeu a alcunha escrota dos historiadores ingleses de "bloody Mary") ascendeu ao trono da ilhota lamacenta.

Graças a Deus, Julio III não ficou muito tempo à frente da Igreja: sofria de gota e, segundo as fontes, essa doença foi sua causa mortis, que ocorreu em 23 de março de 1555. Foram somente cinco anos de pontificado. O fato de a Igreja ter atravessado os séculos e permanecido com a doutrina Sã e intacta, a despeito de maus papas com esse, é prova de que ela é governada pelo Espírito Santo.

É isso aí meu povo. Voltaremos em breve para continuar essa fascinante viagem pela história da Santa Igreja.

Fontes:

Burckhardt, Jacob. A Cultura do Renascimento na Itália.

Johnson, Paul. La História Del Cristianismo. Zeta, 2010(Argentina).

McBrien, Richard P. Os Papas. Loyola, 2004.

590 Terça, 27 Dezembro 2016 19:12

Comentários   

0 # Cadu Sindona 14-01-2016 23:23
Paulo, como você tem certeza do placar dentro do conclave? Há documentos que provam cabalmente isso?
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0 # Paulo Ricardo Costa 15-01-2016 11:13
Estou confiando nas fontes Cadu. Na verdade, McBrien é bem confiável. Então, não tenho motivo para duvidar.
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0 # Cadu Sindona 17-01-2016 18:46
É que há tantas conversas estranhas sobre placares de conclaves quando em tese eles são dos atos mais sigilosos do cristianismo que é no mínimo estranho. O Conclave de 2013, por exemplo, tem 4 ou 5 versões de placares do que ocorreu nas 5 votações que elegeram Frqncisco. Tem também aquela treta sedevacatista que diz que o Cardeal Siri teria sido eleito em 1958, e tals. É confuso para mim, mas confio no seu julgamento.
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0 # Thiago 11-11-2015 14:45
Olá catequistas... Há alguma previsão de quando se dará a continuidade da série "os Papas"? Estou muito ansioso rs Paz e Bem Thiago
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0 # CARLOS 18-08-2015 12:56
Jesus não veio para mudar as estruturas de pecado deste mundo. Se assim fosse ele teria proposto a derrubada do Império Romano, pecaminoso de ponta a ponta. Ele veio para se propor como amigo da pessoa humana, sendo que esse relacionamento pleno com Ele, torna a vida cheia de sentido em qualquer circunstância: o escravo Onésimo, embora escravo (e preso, com São Paulo) estava cheio da liberdade que a graça de Cristo dá. O Papa Paulo VI no Credo do Povo de Deus, pede ao Senhor que livre a igreja da tentação diabólica da mudança estrutural, da Torre de Babel, do Paraíso na Terra. E, no entanto, essa coisa que parece tão alienante, a amizade com Cristo, ansiosa por estar com Ele no céu, foi efetivamente o fator que mais mudou a face da terra, que mais trouxe justiça, fraternidade e misericórdia nas relações humanas, fazendo com que as pessoas, transformadas em amigas de Cristo, criassem estruturas novas, modos diferentes de organizar o mundo. Sugiram assim os hospitais (onde antes se descartavam os enfermos como improdutivos) a abolição da escravatura em todo o continente europeu (onde essa prática era naturalíssima) o esforço e o pioneirismo cristão (partindo da Inglaterra e dos EUA) pela abolição da escravidão negra , a prática das guildas e emfim uma rede de solidariedade social jamais vista antes. E justamente aquelas ideologias que pretendiam a justiça na terra, foram os fatores mais geradores de morte , opressão, fome, autoritarismo, injustiça: o liberalismo da Rev.Francesa, o nazismo, o socialismo e atual ditadura do politicamente correto. Andar com a cabeça e o coração no céu, foi o fator que mais mudou a terra. Pretender o céu na terra foi o fator que mais criou o inferno em nosso mundo. A história é mestra!
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0 # Gustavo 17-08-2015 19:31
Paulo, desculpa o offtopic mas, será que vocês teriam o contato (email) do Padre Orlando? Explico, há alguns dias observei a discussão entre duas pessoas onde uma expôs a visão cristã acerca do homossexualismo (não vou dizer Católica pois, aparentemente, o indivíduo era protestante). Pois bem, o outro sujeito respondeu algo como "Eu prefiro acreditar em um Deus, com D maiúsculo, misericordioso que não manda os filhos ao inferno para sofrerem eternamente do que nesse deus aí com d minúsculo que nasceu de livros escritos por homens. Aquela velho apelo sentimental, até aí tudo bem, a questão é que este cara disse o seguinte: Fulano, se eu tenho que obedecer/acreditar na bíblia que condena o homossexualismo, então eu tenho que ser um escravo também? afinal ela incentiva a escravidão, olhe em Efésios 6:5 "Vós, servos, obedecei a vossos senhores segundo a carne, com temor e tremor, na sinceridade de vosso coração, como a Cristo;" se for para seguir algo, porque seguir só o que te convêm? Ele colacionou esse trecho aí de uma bíblia protestante, na verdadeira está assim: "Servos, obedecei aos vossos senhores temporais, com temor e solicitude, de coração sincero, como a Cristo," Será que alguém poderia me explicar esta passagem? não ouso tentar interpretar e não consegui achar alguma informação especificamente sobre ela, sobre o seu significado, e algo no sentido de porque isso não foi abolido. A única coisa que eu sei acerca é que a "escravidão" daqueles tempos não é a mesma escravidão que tivemos séculos depois.
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0 # Sidnei 17-08-2015 22:02
Gustavo, a passagem de Efésios 6,5 São Paulo esta tratando na relação entre servos e senhores, ou seja, escravos mesmo. A Igreja em meio a esta instituição escravocrata sempre orientou, para extingui-la, porém, se isto não fosse possível, pelo menos que os senhores aliviassem a vida de seus servos, não os mau tratando a torto e a direito, que dessem folgas nos domingos e dias santos, que não abusassem das escravas, e que acolhessem os escravos doentes e idosos, dando um descanso a sua fadigada vida, e uma sepultura digna no final de seus dias. Todos os senhores de escravos seguiram a risca as determinações da Igreja?, sabemos que não, pois foram muito os senhores de escravos que mau trataram seus servos, que tratavam bem melhores seus gados e demais animais domésticos do que seus escravos, mas a estes que assim agiram, o fogo do inferno não deve esta sendo nem um pouco brando. Mas o que temos que verificar, é que na época em que São Paulo escreveu esta passagem, bem como quando JESUS esteve fisicamente neste mundo, e nos primeiros tempos da Igreja, a instituição da escravidão era tão normal, quando é hoje em dia o trabalho assalariado. Nem CRISTO, nem os Santos Apóstolos nem a Igreja em um primeiro momento eram contra este regime, embora, vemos inúmeras vezes, o apelo da Igreja para se não acabar com tal regime, no entanto, minimizar o sofrimento e a humilhação destes irmãos, que viviam em tais situações. Como nos dias de hoje, graças a DEUS não existe mais este tipo de regime, a não ser, os que são encontrados em algumas fazendas por este país afora, em que trabalhadores simples e humildes, que não conhecem seus direitos trabalhista, são explorados por pessoas cuja sentença, depois da morte, se não vier a se arrepender por este pecado que aclama ao céus, será o inferno, mas tirando isto, nos dias de hoje impera o regime de contrato de trabalho, entre patrões e empregados, e na passagem de Ef. 6, 5 aonde São Paulo dizia que os servos deviam obedecer a seus senhores, hoje podemos colocar aí, que são os empregados que devem obedecer a seus patrões, claro, dentro de uma justa retribuição, o qual se um patrão paga o salário justo, e que cumpre com todos os deveres trabalhistas, é por obrigação o empregado dar em troca, um bom trabalho, e sempre está disposto a obedecer ao patrão quando este pedir para realizar determinada tarefa que não extrapole o limite da decência e da virtude.Também seria bom depois de ler Ef. 6,5 avançar alguns versículos depois, no 9 o qual São Paulo diz: "Senhores, procedei também assim com os servos. Deixai as ameaças. E tende em conta que o Senhor está no céu, Senhor tanto deles como vosso, que não faz distinção de pessoas.", demonstrando de uma vez por todas, se a Igreja no incio e também depois não era contra a escravidão em um primeiro momento, no entanto, ela fez de tudo para se não acabar com esta instituição, porém, aliviar a vida dos escravos, se tais senhores não deram ouvidos a Igreja, que é o mesmo que não dar ouvido ao SENHOR (Lucas 10. 16), não quero nem imaginar o que deve ter acontecido com esta gente toda.
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0 # Gustavo 19-08-2015 19:00
Olá Sidnei, desde já, agradeço sua prontidão em responder e, assim, me ajudar na defesa da fé. Logo abaixo, o Carlos comentou algo que passou pela minha cabeça diante destes questionamentos "Jesus não veio para mudar as estruturas de pecado deste mundo. Se assim fosse ele teria proposto a derrubada do Império Romano, pecaminoso de ponta a ponta." Esta parte final, sobre propor a derrubada do Império Romano... Logo me recordo da passagem em que os fariseus questionam Jesus Cristo acerca do pagamento de impostos, acho que observando bem, posso contextualizar parte da resposta com o que o Carlos explicou. Posteriormente, achei um comentário em algum artigo em que o indivíduo dizia algo no sentido "imaginem os escravos se rebelando, quantos deles não seriam mortos pelos seus senhores? Agora estou entendendo melhor, muito obrigado Sidnei e Carlos pelo esclarecimento. Me recordo ainda, Sidnei, do que é dito aos apóstolos em São João 16, 7-13. Cristo diz aos apóstolos "Muitas coisas ainda tenho a dizer-vos, mas não as podeis suportar agora" e que quando vier o Paráclito, ensinar-nos-à toda a verdade. Prof. Felipe Aquino quando fala sobre essa passagem, explica sobre as Verdades de Fé que foram surgindo. Penso que, talvez, se aplica à esta situação também, conforme dito, a escravidão era algo natural naquele tempo correto? talvez tratar da abolição da mesma fosse algo que os apóstolos e fieis não poderiam entender naquele momento. Após a vinda do Paráclito, conforme fomos caminhando e crescendo, eis o resultado. Mas uma vez, perdão se eu estiver me metendo a interpretador. Muito obrigado Sidnei e Carlos, as respostas foram esclarecedoras.
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0 # Sidnei 19-08-2015 22:56
Não a de quer Carlos, e seu pensamento, sim, está correto, JESUS enviou o ESPIRITO SANTO, para iluminar e entender aos Santos Apóstolos e a toda a Igreja, diversas coisas que se JESUS anunciasse naquela época, muitos não entenderiam, e nisto tudo, eu também creio que esta o fim da escravidão, que como o Carlos colocou, o fim da escravidão veio gradativamente, conforme a conversão dos senhores de escravos e também dos escravos, o qual, depois da conversão não se tratariam como servos e senhores, mas como irmãos em CRISTO JESUS. E daí em diante, o fim da escravidão só seria uma questão de tempo, mas como infelizmente nem tudo é um mar de rosas, tal regime ressurgiu nos finais do século XV e inicio do século XVI, na mesma época do renascimento, da reforma proteste, dos grandes descobrimentos e do desenvolvimento do capitalismo. O ressurgimento da escravidão tem haver com isto tudo?, eu diria que de uma forma indireta, talvez sim, mas lá se forma mais uns 350 anos até toda escravidão ser abolida novamente, e nos dias de hoje, pensar em escravidão só se for em pagina policial, de pessoas que insistem em explorar seu semelhante pior que um cão, mas a estes, como havia escrito no comentário anterior, se não se arrependerem pelo mau que fizeram, o inferno os aguardam.
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0 # Juli 17-08-2015 15:30
Baphônico
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0 # CARLOS 16-08-2015 02:01
Hoje vi uma coisa que me fez lembrar das criticas que este site costuma fazer aos irmãos afastados (protestantes) ou por outra, do esforço de vocês em deixar claro qual é a identidade e a proposta católica para que nossa adesão a Cristo não seja mecânica e inconsciente, mas fundada também em compreensão de mente e de coração. Como já vi vosso site sendo criticado por isso e sendo tachado de anti-ecumênico, creio que isso que eu vi, ilustra bem a vossa posição: Ecumenismo não quer dizer calar diante do que se discorda, sob pena de criarmos uma relação com os outros marcada por uma "diplomacia" de boas maneiras que termina por ser hipócrita, por omitir o que é essencial em toda relação humana: TRANSPARÊNCIA E SINCERIDADE. Vejam vocês mesmos o que eu vi. Isso também é ecumenismo. Se este padre (abaixo) tivesse se calado diante do que ouviu, ou se tivesse dito "tudo bem, este é o vosso modo de seguir o Senhor e somos todos irmãos" ele estaria realmente sendo ecumênico? Ou estaria ele contribuindo para criar um simulacro de tolerância e fraterno "ecumenismo" que não passa de covardia e omissão ante o mandato de Cristo: "Idee Ensinai!"???? Vejamos aqui como a sinceridade (e por vezes a denúncia) também cabem dentro de uma respeitosa postura ecumênica: https://www.youtube.com/watch?v=lred0RasTz0 E vejamos aqui, como a sincera busca da verdade deve ser a alma do ecumenismo: https://www.youtube.com/watch?v=CWo5oha75nA
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0 # clayton 15-08-2015 11:14
Esse daí foi mais brando. Quero ver quando for falar da família bórgia e da papisa joana. :)
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0 # A Catequista 16-08-2015 19:22
Já falamos, Clayton. Confere aí: A Papisa Joana: Parte I – A Lorota http://ocatequista.com.br/archives/906 A Papisa Joana: Parte II – A Verdade http://ocatequista.com.br/archives/912 Alexandre VI, o Papa Bórgia – Ganância, sangue e depravação http://ocatequista.com.br/archives/11997 As últimas vilezas de Alexandre VI, o Papa Bórgia http://ocatequista.com.br/archives/12001 Alexandre VI, o Papa Bórgia – desagregando valor ao trono de Pedro http://ocatequista.com.br/archives/11999
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0 # Renan 14-08-2015 18:07
O espinho na carne seria, pelo que já vi, é uma certa tendência pecaminosa que cada um tem, ora para o orgulho, vaidade, intemperança, desanimar da missão ou qualquer das tendências negativas relativas ao pecado original que vergasta a cada um dos filhos de Eva - à exceção da SS Virgem Maria - e incide diferentemente nuns dos outros e, um desses ou outros, seria o que fustigava o apóstolo S Paulo.
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0 # Rodrigo 14-08-2015 15:21
É...Maria I!
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0 # Higor Robetti 14-08-2015 14:02
Reforço aqui o pedido: Façam um post especial sobre Rainha Maria I. Seria interessante conhecer verdadeiramente a história dela, se tudo tivesse dado certo, a Inglaterra ainda seria uma nação católica...
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0 # São Bento 14-08-2015 12:51
São Paulo tinha a tendência homossexual? A unha na carne que ele fala é isso ou é boato?
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0 # Juliano 14-08-2015 14:13
Certa vez eu li que Paulo era epilético, esse era o "espinho" na sua carne, pois não conseguira curar-se, o que testava muita a sua fé, já que o Nosso Senhor curou muitos dessa doença. Mas creio que isso não procede, pois no decorrer da narrativa, tentaram associar a epilepsia ao momento em que Jesus o encontrou no caminho para Damasco, portanto, carece de credibilidade; na verdade, creio eu, inventaram a epilepsia como causa do encontro com o Senhor, portanto, classificaram o encontro como delírio do Apóstolo.
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0 # A Catequista 14-08-2015 13:19
Bento, é simplesmente IMPOSSÍVEL saber do que São Paulo falava exatamente ao se referir a um "espinho na carne" (não unha). É muito provável que fosse algum tipo de tentação, mas quem disser que sabe qual é está simplesmente mentindo.
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0 # Grasiele 14-08-2015 12:48
Agora fiquei curiosa sobre a história da rainha Maria I!!! Poderiam fazer uma rápida passagem sobre a sua história e influência na Igreja Católica? Em tempo: lendo SEMPRE sobre os papas, e adorando!
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0 # Alexandre de Araújo 14-08-2015 12:43
Muito bom! Quanto mais sei dos "podres" de membros da Igreja, mais a amo. Agora, vocês sabem nos dizer se ha algum Santo que possuía tendências homossexuais? Parabéns pela postagem!
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0 # Andrei Viana 14-08-2015 12:11
As postagens sobre a História da nossa Igreja enriquecem e muito, é sempre bom termos Cristãos dispostos a elucidar a Fé. Um post sobre os Santos que sofreram com a Segunda Guerra Mundial seria beeem interessante... Paz de Cristo!
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0 # MARCOS 14-08-2015 10:32
"O derrotado no concílio, Cardeal Reginald Pole, ..." Não seria derrotado no CONCLAVE?
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0 # A Catequista 14-08-2015 11:28
Isso!
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0 # Sidnei 14-08-2015 09:14
Além do Papa Júlio III, não foi o único gay a assumir o trono de Pedro, Leão X e mais outro Papa antes dele, parecem que também não gostavam da fruta. Porém, gostaria de saber, da calúnia ao Papa Paulo VI, agora beato, o qual, li certa vez, que no inicio de seu pontificado, houve que o acusasse de ser gay, isto procede? Quem levantou tal calunia?.
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0 # Paulo Ricardo Costa 14-08-2015 11:35
Dois esclarecimentos Sidnei, O Papa mais antigo a quem é vinculado um estereótipo de baitola é João VIII, inclusive é ele o Papa que teria sido substituído pela fake "Papisa" Joana. Mas João não parece ter sido uma Isabelita de Patins medieval, só era afeminado. Leão X realmente tem fama de ter sido uma "lôca", mas não se tem provas cabais disso. Aliás era um Papa muito odiado interna e externamente, muito do que se fala dele não é digno de credibilidade. Quanto a Paulo VI, acusa-lo de baitolagem foi uma tentativa das "monas" de levarem-no para o reduto. Não é verdade. Júlio III, infelizmente, é um dos poucos cujas fontes são confiáveis ao afirmar que "essa madeira leva prego".
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0 # Sidnei 14-08-2015 13:32
Obrigado Paulo, por mais este esclarecimento.
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0 # Lucas Farias 14-08-2015 11:56
Lembrei agora de um certo padre que, no encerramento da festa da paróquia que tem São Pedro como padroeiro, ao falar um pouco sobre a história da Igreja, citou que " nossa Igreja resistiu até a uma papisa, a Papisa Joana". Quase que mando ele descer do presbitério.
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0 # Luciana Dias Barros 14-08-2015 17:00
Por isso não Lucas Farias, o meu pároco me disse com todas as letras que a papisa Joana existiu. Então...
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