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Segunda, 05 Outubro 2015 01:22

Casar por que a namorada está grávida? O Papa pede cautela.

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Esse filme todo o mundo já viu: o casal chama a cegonha antes da hora, e assim ambos decidem se casar para ajeitar as coisas. Essa pode ser uma decisão correta? Pode sim! Dar uma família bem estruturada à criança que virá é sempre uma atitude nobre, mas é preciso que o ato de casar seja LIVRE, e não apenas imposição. Porque, quando não há liberdade ao fazer os votos matrimoniais diante da Igreja, a união é nula.

É isso que adverte o Papa Francisco:

"Um exemplo (...): os matrimônios, quando a namorada ficava grávida. 'Tendes de vos casar'. Em Buenos Aires, eu aconselhava fortemente os sacerdotes, quase os proibia de fazerem o matrimônio nestas condições. Chamamos-lhe 'os matrimônios à pressa', para salvar todas as aparências. E o bebê nasce, e alguns matrimônios correm bem, mas não há a liberdade! E depois correm mal, separam-se... 'Eu fui forçado a fazer o matrimônio, porque devia encobrir esta situação'. Esta é uma causa de nulidade."

- Papa Francisco. Entrevista no voo Filadélfia-Roma. 27/09/2015

Muitos casamentos realizados porque a namorada estava grávida são extremamente abençoados e felizes. Isso ocorre especialmente quando a gravidez somente dá sentido de urgência àquilo que iria acontecer naturalmente, uma hora ou outra: o casamento. Mas se o casal – ou um dos noivos – não nutria a intenção madura de se casar, e fez isso obrigado pela gravidez, aí é furada na certa!

Os sacerdotes, diáconos e agentes da Pastoral Familiar devem ficar atentos a esses casos, ajudando os casais grávidos a fazerem o correto discernimento sobre a decisão de casar ou não. É preciso orientar e catequisar o povo de Deus, para que se reduza o número de uniões inválidas e infelizes.

Desenhando, pra ficar bem claro:

casamento_nulo

Uma observação óbvia, mas que nunca é demais lembrar: vivendo um namoro casto - conforme a vontade de Deus e o ensinamento da Igreja - o casal é poupado desse tipo de desgaste e sofrimento.

CASAMENTO NULO, O QUE É ISSO?

Quando não existem as condições corretas para a efetivação do sacramento do matrimônio, o casamento é nulo, ou seja, inválido. Ainda que a cerimônia tenha sido corretamente realizada e o casamento tenha sido registrado na Igreja Católica, ele nunca ocorreu de fato.

Nesses casos, a pessoa que deseja obter esse reconhecimento de nulidade precisa recorrer a um tribunal eclesiástico. O tribunal avaliará o caso e julgará se o casamento é mesmo nulo. Se sim, a pessoa será considerada solteira perante a Igreja, podendo se unir novamente a outra pessoa.

Atenção, que fique claro: NÃO EXISTE DIVÓRCIO NA IGREJA CATÓLICA. Se no momento da cerimônia, se na hora do "sim" as condições para o casamento estavam corretas, o casamento é válido e indissolúvel. Não interessa o que ocorrer daí pra frente (brigas, traições, abandono etc.); a união só termina com a morte de um dos esposos. "O que Deus uniu não separe o homem", disse Jesus.

3923 Quarta, 21 Dezembro 2016 20:07

Comentários   

0 # Vinicius 09-10-2017 15:41
Engavidei uma moça, amo ela, amo o filho, desde o primeiro dia, assumi tudo. Acontece que a família está a obrigar-me a casar, mas não me sinto preparado. Queria antes fazer o pedido (alembamento em Angola) e viver com a moça para depois prepararmos juntos o casamento. Até porque estou sem condições financeiras para se casar. O que devo fazer
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0 # A Catequista 11-10-2017 18:38
Vinícius, como assim viver com a moça? Viver na mesma casa, antes do casamento? Isso é pecado grave! Vocês só devem voltar a fazer sexo se um dia se casarem - somente após o casamento.

Se você não se sente preparado, não deve se casar agora. Busque especialmente a preparação espiritual, aprofunde a sua fé. Busque saber o sentido do matrimônio católico, a responsabilidade e a beleza de ser pai de família.
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0 # Clemerson 18-09-2017 03:56
Uma dúvida: caso a noiva engravide antes do casamento, ela e o noivo podem comungar até antes de se casarem? Ou não devem comungar é só fazerem isso depois que receberem a bênção matrimonial? Sendo positiva ou negativa a resposta, por que disso? Tem como apontar algo no CDC ou no CIC? Obrigado.
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+2 # A Catequista 19-09-2017 19:38
Podem. O pecado não está em engravidar, e sim em FAZER SEXO FORA DO CASAMENTO.

Tanto noivos que engravidam quanto noivos que, mesmo sem fazer bebê, transam antes do casamento, cometem o mesmo pecado. A diferença é que, certamente, o primeiro caso gera mais bafafá e produz maior escândalo. Mas o pecado é de igual gravidade.

Tanto em um como em outro caso, a única coisa que a Igreja exige para dar acesso à Comunhão é arrependimento e Confissão a um sacerdote. E assim poderão comungar mesmo antes de se casarem, porque o que "conserta" o pecado contra a castidade não é o casamento, mas sim a Confissão.
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0 # Thiago 07-08-2017 16:25
Olá boa tarde. Namoro a 1 ano e 8 meses, tentava ter um namoro santo, mas em uma das minhas quedas, minha namorada engravidou. Antes de saber que ela estava grávida, desde o início do ano, já estava marcado nosso noivado. Nós nos amamos muito, e temos bastante convicção que queremos casar, assim que nossa criança nascer e eu acabar de preparar a nossa casa.

A nossa dúvida é a seguinte: a minha namorada tem o desejo de ter um parto normal. Pra isso ela foi aconselhada que a relação sexual na gravidez facilita o parto normal. Como fica nossa situação? Podemos ter relação sexual?
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0 # A Catequista 07-08-2017 20:04
Oi, Thiago!
Não, definitivamente vocês não podem ter relações sexuais antes do casamento.

Eu sou bastante entusiasta da causa do parto normal - especialmente o humanizado. Já tive três pastos normais, sendo um gemelar. E posso te garantir que a prática de sexo não é um fator necessário para que sua noiva tenha um parto normal. Fazer sexo não facilita o parto normal, isso não é verdade. Fazer sexo pode estimular o início do trabalho de parto, pelo agito, pelo movimento. Isso no caso de o bebê já ter passado de 40 semanas, quando o povo fica ansioso querendo que ele nasça logo.

Ainda nesse caso, há muitas coisas que a gestante pode fazer para estimular o início do trabalho de parto. Exercícios, caminhadas, comer alimentos apimentados etc. Só não precisa pecar gravemente.

Abraço!
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0 # L.N 19-07-2017 23:01
Estou grávida de três meses, fora do casamento. Namoro há dois anos e sempre sonhei e quis casar com meu namorado.

Quando engravidei, conversei com ele a respeito do casamento e ele deixou claro que não iria se casar pelo fato de ter ocorrido uma gravidez, mas que casaria por amor. Eu concordo com ele e penso o mesmo.

Mas não temos como criar nosso bebê morando na casa de meus pais ou dos pais dele (Por falta de privacidade com o bebê e por não nos sentirmos confortáveis), portanto, tenho planos de alugarmos uma casa e irmos morar juntos, para criarmos melhor nosso filho. E assim com o tempo, ter a certeza de que queremos nos casar, pq é uma decisão séria a ser tomada. Isso seria o correto ou devemos nos casar primeiro para podermos morar juntos?
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+1 # A Catequista 24-07-2017 14:05
L. morar junto para ver se vocês querem mesmo se casar não está certo. Isso é contra a vontade de Deus. Veja como é indigno: é como se vocês estivessem fazendo um "test-drive" um com o outro. Se gostarem da experiência, se comprometem a levar o produto; se não gostarem, largam! Isso passa longe do amor e respeito humano.

O certo é você procurar um bom padre para te aconselhar. Esse padre deve ajudar vocês a namorarem em CASTIDADE. E, pelo visto, ainda não têm a convicção de que realmente desejam casar um com o outro. Se um dia vocês chegarem a essa convicção, aí vocês casa, com a consciência de que é até que a morte os separe.

Abraço!
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-1 # jose aguinaldo 11-07-2017 17:57
Boa tarde, gostaria de uma ajuda, fui casado apenas no civil por anos por uma pessoa, tivemos dois filhos que hoje são maiores, ela me traiu e eu dei uma nova chance, porém ela continuou com a outra pessoa, então nos divorciamos.

Passado alguns anos eu conheci outra pessoa e tivemos uma filha, hoje com três anos. Tínhamos plano de nos casar, porém eu passei por uma longa depressão devido a um acidente, então ficava irritado sem vontade de sair etc. Há alguns meses ela me abandonou dizendo que cansou de tudo e hoje vive em baladas e diz que não me ama mais. Eu ainda a amo , até porque não consegui me aproximar de outras mulheres.

Estou sendo correto em esperar em Deus a restauração ou é melhor deixá-la ir, fico confuso pois sofro muito com tudo isso. Eu peço por favor orientação.
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0 # João Pedro Strabelli 25-07-2017 14:10
É dificílimo alguma sugestão porque cada caso é um caso, e complica mais por ter uma filha pequena. Primeiro, não tenha pressa de resolver, porque a pressa leva a atalhos e não ao caminho, mas abra caminhos de diálogo, com cuidado para não se tornar cobrança. Depois, pense bem se esta situação que você vive ainda não é uma sobra da depressão. E por fim, analise se o que você sente é amor ou apego. Apego é diferente de amor.

Acho também que vale a pena rezar para São Luís Martin e Santa Zélia Guérin, os pais de Santa Terezinha, pois eram marido e mulher e de vida conjugal eles foram exemplo.

Enfim, que Deus te ilumine.
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0 # Cristina 26-09-2016 19:19
Uma dúvida: se uma mulher está com casamento marcado na Igreja, antes do casamento engravida e depois decide não ter mais filhos, o casamento é válido?
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0 # Anonima 13-01-2017 21:42
Catequista, dei uma lida em vários docs da Igreja sobre o MOB, e não há nenhuma indicação direta de que usar sem motivo justo é pecado grave. No máximo, encontrei uma catequese da teologia do corpo, que deu a entender (li em espanhol, então posso ter interpretado errado) que quando se desvincula o MOB da ética ele perde a licitude, pois essa ética faz parte do uso aceito dele; e que se fala em "perda da diferença "" entre mob e contracepção. No entanto, nem outros bons sites sobre isso não afirmam categoricamente que se trata de pecado mortal, como neste aqui: http://chastity.com/question/is-practicing-natural-family-planning-nfp-with-a-contraceptive-mentality-grave-matter-if-do Às vezes, diz-se que é errado, imoral, mas não grave. Gostaria de esclarecimentos...
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0 # A Catequista 26-09-2016 21:02
Sim, é válido. Porém, ainda, assim, ela comete pecado mortal, se a decisão de não ter mais filhos não se justificar diante de Deus por motivo grave, e se o método utilizado não for natural.
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0 # Pedro 07-09-2016 23:45
A mulher pode casar com a barriga grande na igreja católica? Ou há algum impedimento?
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0 # A Catequista 08-09-2016 14:13
Pode. Não há qualquer impedimento.
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0 # Gisele 19-07-2016 15:15
Olá, gostaria de saber se um casal de noivos que decidem morar juntos antes do casamento, mas se propoem a viver a castidade ate o dia do casamento,eles podem comungar normalmente? Já que o que importa é a pessoa está em estado de graça para ser digna da comunhão. Desde já agradeço.
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+1 # A Catequista 19-07-2016 15:36
Oi, Gisele! Em princípio, sim, podem comungar. Mas é preciso deixar claro de que essa é uma SITUAÇÃO RUIM, que precisa ser evitada a todo o custo. Sinceramente, acho quase impossível que um casal jovem segure a onda de não pecar contra a castidade, se estiverem morando juntos e sozinhos (lembrando que a castidade exige não só que não aja penetração, mas outros tipos de carícias mais íntimas também). Um casal nessa situação, de modo geral, se coloca em ocasião de grande risco de pecado. Me parece bastante imprudente e inadequado. Além disso, se outras pessoas ficarem sabendo que eles estão morando juntos e sozinhos, eles podem cair em pecado de escândalo. Ainda que não transem, passam ao mundo a impressão de que não estão nem aí para a moral católica. Afinal, dois namorados morando sozinhos, é natural que as pessoas deduzam que estão vivendo como casados. E isso é um contra-testemunho da parte de tal casal! São Paulo diz que é errado julgar uns aos outros, mas também adverte que ninguém deve ser causa de escândalo para os irmãos. (Romanos 14,13) Há uma situação, me parece, em que um casal de noivos poderia morar juntos, sem causar escândalo ou se colocar em ocasião de pecado: se moram juntos na casa dos pais de um deles, e se esses pais são também cristãos e muito rígidos em manter a moralidade dentro da casa. Assim, se certificarão de que o casal não tenha muitas ocasiões de ficar sozinhos e de que durmam em quartos separados.
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0 # "Daniela" 29-05-2016 15:14
Eu tenho uma dúvida : engravidei aos 21 anos do meu ex namorado na época e então nos casamos no CIVIL... Por livre e espontânea pressão de uma família conservadora.. Não posso dizer que a gente não gostava um do outro , mas não nutríamos essa vontade de casar naquele momento... 3 anos depois minha irmã nos convidou pra sermos padrinhos da filha dela , mas com uma condição: que a gente se casasse na igreja .... Eu era muito infeliz por não comungar e então quis casar na igreja , mesmo vivendo a trancos e barrancos .... Venho de uma família MUITO CATÓLICA , e eu também sou , mas passei por essa "burrada" aos 21 anos .... Hoje estamos com 6 anos de casado, mas não sou feliz .... Choro muito e entrego meu casamento pras almas do purgatório .... Não sei se o amo , acho que acostumei ou gosto dele ....ele é sempre muito rude comigo ,não perde oportunidade de me dar uma "patada", me trata como se fosse invisível em casa e me procura só para o sexo , não liga pros meus problemas , pelo contrario, sempre que me vê chorando ele acha que é frescura , até zomba .... Mas às vezes é carinhoso .... Já conversamos 1.000 vezes sobre o assunto, ele promete melhorar , mas nunca melhora ... fizemos encontros de casais na igreja e tudo mais .... E eu estou doente ... Entrando em depressão pela vida falida que eu levo ... Quando choro falo com Deus que estou pagando um preço muito caro por ser católica, conservadora e seguir as leis da igreja .... Pois minha vontade mesmo era me ver livre desse casamento. Mas sempre penso na igreja , no meu filho e na minha família conservadora . Já falei pra ele que só estou casada ainda pois fiz uma promessa diante do altar e não posso voltar atrás. Será que meu casamento é nulo ?
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0 # A Catequista 29-05-2016 16:26
Daniela, esto bem longe de ser especialista em direito canônico, mas pelo pouco que sei, desconfio seriamente que seu caso configura nulidade matrimonial. A atual situação de sua relação com o pai de seu filho - sendo ruim ou boa - é irrelevante para chegar a uma conclusão sobre isso. O que pesa mesmo é o fato de você ter decidido se casar na Igreja não por vontade própria, mas por pressões externas; além do fato de a união civil ter acontecido em razão de gravidez. Aconselho você a buscar aconselhamento junto ao tribunal eclesiástico de sua diocese. Acima de tudo, reze insistentemente para que seja feita a vontade de Deus.
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0 # X.T 12-04-2016 14:41
Me desculpe pela ignorancia, mas então se uma menina engravidar de mim, mas eu não ama-la, posso me casar com outra pessoa que eu ame, nas leis da Igreja?
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+1 # A Catequista 12-04-2016 14:53
Sim, pode. Se uma menina engravida de um homem, isso não a obriga a casar com esse homem, e nem esse homem é obrigado a casar com ela. Mas atenção: a Igreja exige que o homem, tendo um filho com outra pessoa que não seja a sua noiva, se comprometa a assisti-lo materialmente e afetivamente. Antigamente, ainda poderia ser justo cobrar que o homem casasse com a mulher que engravidou, pois grande era o estigma da mãe solteira, que era tratada como mulher indigna pela sociedade. Também o filho gerado fora do casamento era tratado como bastardo, como um pária. Hoje, ao menos no Ocidente, esse drama da exclusão social praticamente não existe, e as leis garantem o sustento da criança por parte do pai.
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0 # Lara 11-04-2016 20:36
Olá, gostaria de saber se é possível se arrepender de um pecado sem se arrepender das consequências dele. No caso de uma gravidez antes do casamento, por exemplo, é possível se arrepender do sexo antes do casamento, mas não de ter ficado grávida. Pergunto, porque já ouvi dizer que se a pessoa não quiser voltar atrás e fazer diferente se pudesse, então não há arrependimento. Mas não acho que muitas mães se sentem assim, também acho perturbador para as crianças concebidas antes do casamento, pois seria como dizer que era melhor que eles não nascessem.
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0 # Arlindo 11-04-2016 19:33
EIS um trabalho que não gostaria de ter:juiz de Tribunal Eclesiastico.Um processo de nulidade matrimonial ao cair em minha mão seria quase certo que seria indeferido.Só em casos extraordinários haveria nulidade.Não houve ameaça a vida,aos bens ,logo não aceitaria o argumento de falta de vontade
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+1 # Padre Orlando Henriques 09-10-2015 13:32
Lembro-me de uma belíssima história de amor (um caso real!) que aconteceu numa paróquia onde colaborei ainda enquanto seminarista e que costumo contar quando me aparecem pessoas que estão a viver juntas e a ter filhos e que podiam muito bem casar-se (mas não querem…). Esse casal de namorados que conheci, jovens cristãos ligados à paróquia, começou por cometer o erro de se “antecipar” e ela ficou grávida. Mas o bonito da história vem a seguir… Os pais eram contra o namoro ou, pelo menos, os pais dela, que não gostavam nada do rapaz e não queriam nem por nada que a filha namorasse com ele. Tanto que, quando souberam que a filha tinha engravidado, quiseram que ela abortasse! No entanto, os namorados disseram: “Não! Nós amamo-nos e, além disso, vamos ter um filho… Por isso, vamos assumir o nosso amor e o nosso filho!” Eles eram muito jovens (talvez entre 18 a 20 anos) e em condições muito precárias: sem emprego (nem grandes perspectivas dele), sem dinheiro, sem casa (acho que acabaram por ir viver para casa dos pais dele)… Mas, certamente, com o apoio do pároco e de alguns amigos. Mas o amor foi mais forte do que isso: como jovens cristãos que eram, casaram-se e casaram pela Igreja! No casamento, para além deles e do padre não deve ter estado mais do que meia dúzia de pessoas. Da Igreja foram para um restaurante onde almoçaram e não tiveram mais festa do que isto. Enfim, a beleza do amor entre duas pessoas que não precisou de nenhum aparato exterior de festas (nem dinheiro tinham para isso) e que arriscaram seguir em frente com aquilo que era o mais importante! Enfim, há casos e casos, como explica o desenho, e é preciso cautela, mas o post fez-me lembrar este caso que não resisti a contar!
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+1 # Aline 26-10-2015 00:42
Padre, é um bonito exemplo. Há sim casos em que o casal se ama e já pensa em casar-se futuramente, mas algum imprevisto vem a antecipar as coisas. Nesse caso, obviamente, não há que se falar contra o casamento. Eu, por exemplo, me casei virgem, mas tive meu casamento antecipado do mesmo jeito por um imprevisto, que era o alcoolismo do meu pai e as brigas insuportáveis em casa, que estavam me deixando doente. Isso acabou por antecipar as coisas, pois casei-me com apenas 11 meses de namoro, buscando sair de um ambiente que estava me matando... A questão, porém, é que não casei para fugir de casa. Eu poderia ter ido morar sozinha, se fosse o caso, mas já fazia parte dos planos do meu então namorado e eu casarmo-nos dentro de 1 ano ou 1 ano e meio. Tínhamos certeza quanto a isso, o que fizemos então foi apenas antecipar as coisas... Havíamos começado a namorar em outubro de 2003 e, em julho de 2004 resolvemos ficar noivos para, dois meses depois, estarmos nos casando. Hoje já estamos casados há 11 anos, muito felizes, por sinal... Nunca nos arrependemos da decisão tomada. O problema,no entanto, ocorre quando o casal resolve se casar apenas por causa da gravidez ou de outra situação imprevista, de forma que passam a ser não duas pessoas que se amam e assumem uma vida juntos, mas somente duas pessoas que se veem obrigadas a viver na mesma casa para resolverem um problema... No caso da gravidez acidental, já começou errado por estarem vivendo as coisas fora de ordem, investindo no físico sem antes terem amadurecido o relacionamento psicológica, emocional e espiritualmente... E aí tentam consertar o erro inicial com outro ainda maior: casarem-se sem amor e sem noção do que estão fazendo... E um casamento assim sequer é valido diante de Deus, pois o Senhor não trabalha com mentiras... Ele não sacramenta o que é falso... Podem parecer casados perante os homens, mas realmente não estão...
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0 # Luiz Alfredo Fróes 08-10-2015 10:49
Sobre a montanha de heresias que estão sendo discutidas neste sínodo cabe acompanhar o Church Militant que faz a cobertura in loco. Para dar um gostinho (neste caso amargo): http://www.churchmilitant.com/video/episode/the-vortexvocabulary-diarrhea-bishop-babble
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0 # Renan 06-10-2015 21:16
O REFLEXO DESSA SITUAÇÃO É A FALTA DE FÉ! Os casais de outrora, ainda que não se conhecessem tão bem como hoje, eram muito mais estáveis que hoje fustigados pelo relativismo, quer de crescimento de seitas supostamente evangélicas, quer de governos de ideologias marxistas, instigadoras da praga nomeada LUTAS DE CLASSES e destruidoras do matrimonio para instalar o caos, caso Brasil com o diabólico PT. Comparando-se o povo de hoje com varias décadas anteriores, a Igreja católica muito atuante, com sacerdotes de batina, de modo geral eram rígidos e não economizavam advertências de penas aos pecadores e condenações ao inferno! O pior de tudo é que os filhos oriundos desses casais desajustados serão os mais prejudicados, despreparados para assumirem com responsabilidade o matrimonio! A falta de modéstia das mulheres vestindo-se grande ou na maior parte delas, a começar de idosas é o termômetro da alienação generalizada, previsto por Nossa Senhora do Bom Sucesso: “Quase não se encontrará a inocência nas crianças nem pudor nas mulheres, e nessa suprema necessidade da Igreja, calar-se-á aquele a quem competia a tempo falar” (II, 7). “A atmosfera saturada do espírito de impureza que, à maneira de um mar imundo, correrá pelas ruas, praças e logradouros públicos"... (II, 135).
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0 # João Pedro Strabelli 05-10-2015 17:54
Lembrei com carinho, agora, de um padre que trabalhou na cidadezinha que eu morei. Um casal muito novo, acho que na faixa dos anos, estava nessa situação. A mãe de um deles correu na Igreja para marcar o casamento e o padre teve um trabalhão para convencer ela a não fazer um casamento correndo. Explicou muito para ela que casar sem ter certeza e separar depois era pior e pediu que esperasse os dois terem certeza do que iriam fazer.
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0 # Higor Robetti 05-10-2015 15:09
PRIMEIRAMENTE: Casar com dúvida, ou seja, sem ter a certeza que é aquilo que ele ou ela quer mesmo, torna o casamento inválido? Se sim, caso o casal venha a ter uma união feliz e aquela incerteza some, eles deveriam casar de novo (apesar que poucos conhecem os processos de nulidade mas, muitos casam na dúvida)? VASCO: Antigamente acontecia muito e nos dias de hoje ainda acontece, mesmo que pouco. A noiva era obrigada a casar com o fulano, mesmo não querendo. Vendo por isto, o casamento foi inválido, já que não havia consentimento de uma das partes. Então, analisando por este lado, existe e existiu milhares de casamentos inválidos, mesmo que durassem a vida inteira? FLUMINENSE: Muito obrigado pela atenção, Deus abençoe. :)
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+2 # A Catequista 05-10-2015 17:09
Higor, não sou especialista em código canônico matrimonial, mas pelo que estudei, uma simples dúvida se deveria estar casando ou não não torna o casamento nulo. Afinal, a dúvida ao dar um passo para uma mudança de vida - por melhor que seja esse passo - é quase sempre comum à experiência humana. A Igreja sempre combateu os casamentos por obrigação. Tais casamentos sempre são inválidos. Está evidente na fórmula do rito: "É por livre e espontânea vontade que o fazeis?". De qualquer forma, não confunda casamento arranjado, ou casamento de conveniência (perfeitamente válido, se for consentido por ambas as partes), com casamento forçado. Antigamente, eram muito comuns os casamentos por conveniência, afinal, as moças precisavam se casar para não ficarem desamparadas social e financeiramente. Muitos desses casamentos, a despeito da falta de paixão e de intimidade inicial entre os noivos, foram muito felizes e fecundos. Paradoxalmente, nos dias de hoje, em que quase todas as pessoas que se casam dizem fazer isso motivadas pelo "amor", os conflitos matrimoniais e o divórcio são uma praga. Interessante, não? Deus te abençoe tb!
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0 # Higor Robetti 06-10-2015 16:15
Muito obrigado pelas respostas, como sempre são muito prestativos! Que Deus continue abençoando esta página!
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0 # Mendes 05-10-2015 17:40
É verdade, Viviane. Bom, as feministas diriam que isso se devia à submissão da mulher, que não tinha sua independência e blá blá blá, mas eu acredito que naquele tempo o próprio casamento era visto como um passo decisivo para a vida de homens e mulheres. Era o início de uma nova vida realmente. Claro que havia desententimentos, mas as pessoas eram conscientes de que não podiam voltar atrás, o que fazia com que algumas inclusive suportassem a traição e a violência que um dos cônjuges investia contra o outro (comportamentos totalmente abomináveis e que nada têm a ver com o entendimento cristão do sacramento). Mas, mesmo com tudo isso, as relações se mantinham firmes e fortes. Hoje em dia, qualquer briguinha por causa de tampa de vaso sanitário levantado já pode ser o pivô de uma separação. Falta maturidade e espírito sacrificial nessa nossa modernidade!
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0 # A Catequista 05-10-2015 17:49
Mendes, quanto a suportar traição, isso talvez seja mais comum nos dias de hoje do que nos séculos passados, devido ao avanço da imoralidade. Veja, cresce o fenômeno nojento dos casais "moderninhos" que, com a desculpa de "salvar" o casamento - que está afundado pelo tédio e falta de sentido da vida matrimonial - frequentam casas de swing e participam de festinhas de trocas de casais. Muitas vezes, uma das partes não deseja se envolver com esse tipo de coisa, mas cede à pressão do companheiro, para tentar evitar o divórcio. Também podemos citar um fenômeno ainda mais comum: a tolerância com a traição virtual, ou seja, marido ou esposa sabem que o outro é consumidor frequente de pornografia, mas não fala nada, porque acha normal (ou até mente para si mesmo, dizendo que isso ajuda a "apimentar" a relação, quando, na verdade, só aumentará a distância entre os esposos). Isso sem falar no tal do "poliamor"...
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0 # Mendes 06-10-2015 09:13
De todos esses comportamentos insanos, esse tal de "poliamor" é o mais abominável deles. É a porta de entrada para todo tipo de imoralidade, como a bestialidade com animais, homossexualismo dentre outras coisas que foram pensadas com todo carinho pelo DEMO para destruir as famílias do mundo. Só o mal em pessoa poderia pensar nesse tipo de coisa!
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0 # Max Rodrigues 05-10-2015 13:13
Como faz um advogado para atuar na área canônica? Ou leigos não podem atuar? Onde encontro informações mais detalhadas sobre isso? Obrigado.
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0 # A Catequista 05-10-2015 22:57
Leigos podem atuar na área canônica, sim. Para saber mais informações sobre isso, procure um tribunal eclesiástico.
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0 # Vitor 17-01-2016 09:52
Sim, leigos podem atuar. Boa parte dos advogados canônicos é composta por leigos. Alguns juízes eclesiásticos são leigos. Em regra, para ser habilitado como advogado canônico de forma estável, a pessoa deve realizar um Mestrado (licenciatura) em Direito Canônico, com duração mínima de 3 anos, em um dos Institutos de Direito Canônico presentes no país ou fora dele. Não adianta apresentar o registro da OAB, o direito canônico é um outro ordenamento jurídico distinto do brasileiro. Contudo, em dioceses menores, com carências de recursos humanos, é possível ser habilitado com uma simples especialização ou comprovando ao bispo ou ao vigário judicial conhecer bem o direito canônico, mesmo sem ter formalmente feito a licenciatura.
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0 # Mendes 05-10-2015 17:36
Max, certa vez eu vi na TV (acho que foi até na Canção Nova, mas faz tempo) o testemunho de um sacerdote que era formado em Direito também. Ele começou a conhecer mais sobre o Direito Canônico e, à medida que ia conhecendo o assunto, viu aflorar em si a vocação sacerdotal. Aí hoje ele é realmente um sacerdote especialista em Direito Canônico. Mas sinceramente, eu não sei se existe alguma especialização assim para os leigos, já que essa é uma disciplina que consta apenas nos currículos de formação dos seminaristas. Talvez em alguns seminários possam haver turmas abertas a leigos. Informe-se melhor na sua Diocese! :)
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0 # Heloisa Araújo 05-10-2015 12:51
Gente, me surgiu uma dúvida também, no caso de se casarem validamente, ou seja, por vontade dos dois, além da gravidez, como fica a questão do gravidez antes do matrimônio em relação ao pecado contra a castidade? Se eles se confessarem (estando realmente arrependidos) podem comungar na cerimônia? Não sei como funciona essa questão na prática! Desde já agradeço a atenção! bjs!
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0 # Mendes 05-10-2015 17:45
Deus é bom e sabe o que faz. Existem vários casais que contraíram o sacramento nessas circunstâncias e hoje são formadores e catequistas de jovens e de noivos, dando um grande testemunho da importância indispensável da castidade durante o namoro e o noivado. A experiência difícil que eles viveram hoje serve para orientar aqueles que, seja por ignorância ou falta de uma fé de raízes, se deixaram envolver pelos conceitos mundanos do relacionamento amoroso entre homem e mulher. E hoje esses casais são dos mais engajados na defesa da castidade pré-matrimonial (no caso a abstinência) e matrimonial, através da fidelidade. ;)
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-1 # A Catequista 05-10-2015 12:53
Sim! Se o casal grávido se confessar, com sincero arrependimento, pode comungar normalmente durante o rito do matrimônio.
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0 # Heloisa 11-04-2016 18:37
A Catequista, fiquei com uma dúvida novamente a respeito do tema, fazendo aquela pergunta protestante: "a Bíblia diz que se houver traição, é possível o divórcio", correto? O CIC trata a respeito desse tema? Dei uma procurada rápida e não achei, já que para nós o divórcio não é possível!!! Agradeço desde já a atenção!
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0 # A Catequista 11-04-2016 20:34
Não, a bíblia não diz que em caso de traição o divórcio é possível. Isso é uma distorção protestante, muito conveniente, aliás, para justificar que cada um siga os desejos de sua carne. Se a traição tornasse o divórcio possível, Jesus não diria que uma mulher que foi abandonada pelo marido (que fez isso para casar com outra) comete adultério ao se unir a outro homem. Afinal, se o marido está com outra, isso daria a ela o direito ao divórcio, certo? Mas Jesus ensina o contrário.
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0 # Heloisa 13-04-2016 16:56
A minha Bíblia é católica, assinada por dois Bispos, a diferença que percebi é que tem algo como "linguagem atual", mas sendo assinada por Bispos é católica né? Agora fiquei sem saber!!!! Obrigada pelas respostas!!!!! Foram muito esclarecedoras! beijos
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0 # Heloísa Araujo 12-04-2016 23:35
Oi Vivi! Obrigada pela resposta! Mas como a doutrina explica a parte que em Mateus fala; "...todo homem que mandar a sua esposa embora, a não ser em caso de adultério, será culpado de fazer com que ela se torne adúltera.... (Mt 5:32 e 19:9)! Ao terminar de ler a passagem eu entendi que mesmo em caso de adultério, se o homem se casar novamente será adúltero e será culpado de fazer com que ela se torne adúltera caso ela casar de novo Pq a deixou se separar! Seria isso??? Beijos!
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0 # A Catequista 13-04-2016 02:19
Heloísa, você acaso está usando uma bíblia protestante? Essa me parece uma tradução protestante (deturpada e equivocada, pra variar) e não uma tradução de uma edição católica da Bíblia. Muito cuidado com isso, pois o protestantismo conduz ao erro não somente com más interpretações, mas também com traduções impróprias e equivocadas da Escritura. Nessa passagem, Jesus faz uma exceção para os casos em que a união é nula, como concubinatos e relações ilícitas (incesto ou casamento com a madrasta, por exemplo). Para entender melhor, leia o trecho abaixo, destacado de "El Teólogo Responde", do Pe. Miguel Ángel Fuentes : Finalmente, outros autores apontam mais corretamente a interpretação da palavra porneía. Esta não seria a simples fornicação nem o adultério, mas propriamente o estado de concubinato. O termo rabínico empregado por Cristo teria sido zenut, que designa a união ilegítima de concubinato; o grego carece, ao contrário, de um vocábulo específico para designar a "esposa", razão pela qual se teria recorrido ao termo porneía. Em tal caso, é evidente que não apenas é lícita a separação, como também obrigatória, já que não há matrimônio, mas união ilegal. Esta explicação é reforçada quando se considera que São Paulo, em sua carta aos Coríntios, qualifica a união estável incestuosa daquele que se casou com sua madrasta como porneía. A ela também teria se referido o Concílio de Jerusalém, ao exigir que os fiéis se abstivessem da porneía, ou seja, das uniões ilegais ainda que estáveis. Esta última é, talvez, a mais plausível das interpretações e é sustentada por autores como Cornely, Prat, Borsiven, Danieli, McKenzie, como também algumas versões da Bíblia.
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0 # Beth Dias 05-10-2015 12:19
Querida FR, se um dos casamentos anteriores de seu marido foi realizado na igreja católica nas circunstâncias apresentadas por você (o primeiro por imaturidade ou o segundo por obrigação), poderá ser declarada a nulidade sim. Para isto, é necessário abrir um processo na cúria, com testemunhas. Aconselho procurar seu pároco e contar detalhadamente o ocorrido. Ele é a pessoa indicada para orientá-la sobre o processo de nulidade e, inclusive, como proceder durante este tempo. Evite comentar com outras pessoas, que podem não compreender. Fica com Deus.
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0 # F.R 05-10-2015 11:57
Eu tenho uma duvida: quando cases com meu esposo Ele Ja era divorciado 2 X : a primeira Ele era jovem demais e ambos decidiram q nao foi p momento exato e ambos apreceram demais a decisao, o segundo a namora na epoca engravidou dele, traiu Ele Ainda gravida com outro parceiro , Ele Apesar de tudo secsentiu obrigado a casar, nao foi de livre espontenea vontade, foi infeliz por muitos anos, se divorciou e entao anos depois nos conhecemos e casamos! Sou muito catolica e quero fazer tudo perante a igreja ! Casei na igreja catolica Mais, minha pergunta e? Isso quer dizer q Ele Ainda é Casado na igreja catolica??? Estou cometendo adulterio??
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0 # Beth Dias 05-10-2015 12:11
Querida FR. Se seu marido já havia casado na igreja, mediante as circunstâncias que vc fala (no primeiro, por imaturidade ou no segundo, por obrigação), sugiro que ele peça a declaração de nulidade do casamento, que requer testemunho de tais situações. Após esta declaração, vc poderá casar-se com ele na igreja. O importante, neste momento, é que você procure o seu pároco para expor a situação de forma completa e ele irá orientá-la para tais providências, inclusive sobre como viver nesta situação.
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0 # A Catequista 05-10-2015 12:01
F.R., você é casada na Igreja Católica com seu atual marido, certo? Sendo assim, eu suponho que os casamentos anteriores dele não foram realizados na Igreja. Não é isso? Se assim for, tais uniões não são reconhecidas como sacramento pela Igreja, e somente o seu casamento com ele é válido perante Deus. Não sei se entendi bem a sua situação. Se assim não for, explique melhor, para que eu possa responder corretamente.
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