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Domingo, 05 Março 2017 13:24

Vimos o filme "Silêncio". Hollywood não curtiu, mas nós sim!

Postado por

Acabou o caô, Povo Católicoooooo!

Vimos o filme Silêncio, de Martin Scorsese, e agora podemos falar com total propriedade: vale muito a pena! Você precisa ir ao cinema vê-lo. Já falamos sobre a história em um post sobre o livro homônimo de Shusaku Endo (clique aqui para ver). Agora, vamos falar sobre o filme e dizer por quê as acusações que muitos católicos estão fazendo contra ele não fazem sentido.

Silêncio não é um filme fácil. O próprio Scorsese diz que não foi feito para agradar e, definitivamente, não é daqueles pra ser visto com enormes combos de pipoca na mão... você vai perder a fome. O filme não tem nada de divertido. Aliás, é claramente uma produção alternativa, feita do bolso do próprio Martin Scorsese, que não agradou Hollywood: só recebeu uma indicação para o Oscar, em fotografia, e não levou (se fosse realmente um filme que depreciasse a Igreja Católica, como andam dizendo por aí, aposto que sairia muito bem premiado).

Não espere grandes atuações (à exceção de Lian Neeson) e nem cenas grandiosas recheadas de efeitos visuais. Silêncio não tem nada disso, mas tem uma história poderosa. Mais do que isso... é uma história baseada em fatos reais. E isso torna tudo um pouco mais difícil.

Não vá ao cinema esperando que o mocinho lute bravamente contra as forças do mal, salve a mocinha e retorne triunfal. O filme de Scorsese mostra a duríssima realidade que os nossos missionários jesuítas enfrentaram no Japão do século XVII. Tudo está lá... fidelíssimo ao excelente livro de Shusaku Endo, o diretor nos leva a um Japão de povo simples e miserável, mas de grande fé. O Cristianismo floresceu por conta das missões jesuítas e chegou a contar com 300 mil fiéis. Mas todo esse sucesso acabou por cobrar um preço terrível.

O Japão daquela época mantinha estreitas relações comerciais com alguns países da Europa, principalmente Portugal e Holanda. Em busca de superar a concorrência, os holandeses protestantes (tinha que ser o Chaves, não é mesmo?) fizeram questão de mostrar como as embarcações de Portugal estavam carregando mais do que mercadorias: estavam trazendo uma fé que iria pouco a pouco dominar a mente e o coração dos japoneses. Em outras palavras: dominação estrangeira.

Pronto: the japanese treta has been planted!!

treta

A partir desse momento, os shoguns decidiram reduzir o Cristianismo a zero (shoguns eram as autoridades japonesas), e começaram a perseguir implacavelmente todos os missionários e convertidos. Milhares morreram. Mas, como todos sabemos, o sangue dos mártires é sementeira dos cristãos! Pois é... eles perceberam isso também. Então, começaram a matar menos e a torturar mais

Fazer a população e, principalmente, os padres renunciarem à sua fé - ou, ao menos, demonstrar isso publicamente - era a nova meta dos shoguns. E, para isso, inventaram torturas que são terríveis para o corpo, mas ainda mais devastadoras para a mente.

E é essa história que você vai acompanhar no filme. Nada de grandes cenas de ação e perseguição. Nenhuma vitória fácil. Não. Silêncio vai mostrar como Cristo vence no coração do homem, mesmo em meio às maiores dificuldades. As torturas estão lá... em toda a sua glória. E é por meio delas que vamos encontrar heróis e covardes, mortos que venceram e vivos que perderam. 

Nesse contexto, Silêncio se transformará em lição de fé para cada um de nós. O filme é uma janela para conhecermos histórias pouco contadas de heróis e de derrotados. De fortes que preferiram se juntar a Deus no Paraíso e de fracos que não conseguiram ir até o sangue em seu combate contra o pecado, mas nem por isso deixaram de ser tocados por Deus.

Não ligue para o mimimi sobre a apostasia. Não há apologia à apostasia e, ao ver o filme, vai ver que essa questão é totalmente secundária. Aguarde ansiosamente pelo primeiro encontro de Pe. Rodrigues (personagem principal, de Andrew Garfield) com Pe. Ferreira (Lian Neeson). Vale cada segundo. É bem curto, mas os olhos de Lian Neeson vão te dizer tudo o que você precisa entender sobre o que significa renunciar à sua fé.

Nós não somos deste mundo! Nossas lutas e nossas vitórias também não são!

Veja o trailer e prepare-se: o filme aqui no Brasil estreia no dia 9 de março!

 

32997 Terça, 07 Março 2017 02:04

Comentários   

0 # Davi 18-05-2017 00:30
E a voz de 'Jesus' que manda o protagonista pisar no fumie?
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0 # Gêneto Eugenio 02-05-2017 17:12
Ontem assisti ao filme.
Tenso.
Magnífico ao demonstrar tamanha força e fragilidade humana.

Poderiam agora com a "nova CLT" tirar o Paulo das férias e voltar com o Catecine.

Abraço a todos!!!
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0 # Nunes 08-04-2017 01:54
Pedro e Judas, negaram e traíram Jesus respectivamente.

Os Apóstolos e Nossa Senhora nada puderam fazer, diante do martírio de Jesus nas mãos dos Romanos senão sofrer e acompanha-lo até o calvário.

Esse filme retrata muito bem essa face da fé.
Não somos Deus e nada podemos fazer diante de certos fatos.

Existem certas coisas que são maiores a nossa vã filosofia. O filme mostra bem isso, desígnio de Deus.
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0 # Marcos 03-04-2017 22:19
A conclusão do filme me trouxe a lembrança do excerto dum comentário de Dostoievsky: "....se alguém me provasse que Cristo não é a Verdade, e se provasse que a verdade está fora de Cristo, preferiria ficar com Cristo a ficar com a verdade".
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0 # Sergio 02-04-2017 00:23
Um filme católico, Requer uma fé católica pare entender. Impressiona ver retratado algo tão espiritual. Mas assim somos nós , carne de Deus, concretude de Deus.Quem não experimentou os dilemas, contradições, frustrações e escuridão junto com as mais inebriantes consolações da fé ? Fé que não é moralismo mas deixar a vida brotar da morte, do vazio, do silencio. Que foi Cristo dos 12 aos 30? Que foi Deus na morte de Cristo? Silencio. Ap 8,1
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+1 # A Catequista 19-03-2017 18:18
Muito bom esse comentário que o Carlos Kramer publicou em seu perfil do FB:

"Os poucos comentários negativos que li sobre Silêncio vieram de pessoas decepcionadas com o que consideraram pouco ortodoxo no filme. Eu me pergunto como essas mesmas pessoas lêem obras até mais complexas e cheias de personagens vacilantes e ambíguos, como, por exemplo, a Bíblia.

Uma obra como "Silêncio" não é para ser encarada como um tratado de teologia escolástica. A relevância espiritual de uma obra literária ou cinematográfica não é definida pela ortodoxia dos personagens. "Silêncio" não é uma obra pedagógica, tampouco pretende ser uma espécie de hagiografia, ainda que muitos personagens sejam santos e mártires. O objetivo ali (e me refiro aqui ao filme, já que não li o livro) não é nos dizer como devemos agir. O objetivo é retratar uma realidade possível e até bastante provável. E é justamente da identificação com os personagens mais frágeis e até repulsivos, da humilhante condição de nem sempre agirmos como gostaríamos de agir, que nós podemos tirar algum proveito espiritual. Mal comparando, é um pouco como na liturgia da Semana Santa, quando os fiéis são convidados a encarnar a multidão que pede pela crucificação de Cristo.

[Spoilers]
Além disso, não dá sequer para dizer que o filme propõe uma resposta única (equivocada, se assim preferirem) ao tema do martírio e da apostasia. Há inúmeras respostas de inúmeros personagens diferentes. A resposta do protagonista é uma delas. E, mesmo ali, a escolha não é entre martírio e apostasia. Quem enxergou assim, não entendeu que o martírio era justamente o prêmio que seria negado ao protagonista. Ele desejava o martírio, e justamente por isso os japoneses jamais o concederiam a ele.

Enfim, o filme é de uma riqueza imensa. E é uma pena que alguns (talvez poucos) amigos cristãos o estejam julgando por uma chave de leitura tão pobre."
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0 # João Pedro Strabelli 19-03-2017 19:45
Concordo, embora não tenha visto nem o filme nem o livro (mas conheço o enredo e a história e as críticas já me mostraram exatamente os pontos que incomodam). Quando evangélicos e pentecostais boicotam algum filme ou livro por causa de uma passagem que eles interpretam fora de contexto ou erroneamente nós o chamamos de radicais, ainda mais quando um pastor que sugeriu o boicote não aceita nenhuma explicação sobre o óbvio. Para eles é um ato de resistência, para todos os outros, fica parecendo fanatismo. Não podemos fazer o mesmo. Essa história incomoda porque mexe num ponto que nenhum de nós aqui pode dizer que conseguiria encarar. Está além de nossas forças e só por obra do Espírito Santo e muita, mas muita mesmo, força de vontade. O apóstolos mesmo fugiram quase todos quando a coisa apertou e o torturado seria outro.
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0 # A Catequista 13-03-2017 12:07
Achei importante registrar aqui essa análise muito precisa de "Silêncio", publicada por Camila Hochmüller Abadie em seu perfil no FB:

"Anos atrás li o "Silêncio", de Suzako Endo, um romance dramático a respeito dos padres que tentaram cristianizar o Japão medieval. Dias atrás pude assistir a recente adaptação para o cinema feita por M. Scorsese.

Quem busca por um filme reconfortante, encorajador ou revigorante dará com os burros n'água. O filme, em boa medida fiel ao livro, é o doloroso retrato da eficácia arrasadora das técnicas de manipulação psicológica sobre a fé de homens adultos e experimentados no Evangelho. Na época em que li o livro, faltava-me o conhecimento necessário para captar esse aspecto essencial da história, mas hoje em dia, após a leitura de Pascal Bernardin, consegui discerni-lo: as autoridades japonesas rapidamente compreenderam que o martírio era o fertilizante na terra em que brotava a jovem fé das comunidades japonesas, de modo que a técnica de extermínio do cristianismo precisava ser transformada de maneira a não mais executar os padres, tornando-os motivos de admiração e exemplo, mas corrompê-los, fazendo-os negar a fé e transformando-os em perfeitos japoneses, com novos nomes, novas funções e novas famílias. Para quem leu "Maquiavel pedagogo" será fácil ver as técnicas da estimulação contraditória, do pé na porta (técnicas a que as crianças são submetidas em sala de aula hoje em dia) entre outras, em ação.
Enfim, um filme que recomendo vivamente, pois explicita um viés muito mais próximo (perigosamente mais próximo quanto mais ignorado) da nossa realidade como cristãos do que o martírio propriamente dito."
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-1 # Welington Leal 11-03-2017 18:27
Sou protestante e reformado. (Segurem as pedras)
Gostei muito do filme.
Só uma correção, os senhores feudais japoneses em disputas politicas apoiaram a disseminação dos cristianismo no Japão. Os Holandeses protestantes estava interessados em comercio. Não tinham o mesmo fervor catequista como os espanhóis e portugueses.Basta ver a Filipinas, catolica e colonização espanhola e a Indonésia mulçumana e colocanização holandesa. Mas isso é "culpa" dos homens e não de Cristo.
Vcs poderiam fazer um post para discussão do filme com Spoilers.

Abraços Ecumenicos
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0 # A Catequista 13-03-2017 12:05
Obrigada pelo seu comentário, Welington! Seja bem-vindo ao blog.

A gente realmente queria fazer um post com spoilers, para comentar o filme mais detalhadamente. Na verdade, eu queria fazer isso em vídeo. Mas dá um trabalhão, e estamos bem enrolados esses dias.
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0 # Sidnei 12-03-2017 01:04
Welington, se todo comentário que viesses dos protestantes, fosse como o seu, não voaria pedras alguma. Pelo menos da minha parte não.
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0 # JB 10-03-2017 15:00
Não vi e não gostei. Silêncio por silêncio, eu prefiro o Grande Silêncio.

Trailer:

https://www.youtube.com/watch?v=wWlvQ6BwV1g

Vi e gostei. Esse sim é um filme que vale a pena ver e comentar. Além de estar disponível gratuitamente no youtube.

Filme inteiro:
https://www.youtube.com/watch?v=Pf9i8WbpJvo
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0 # Anônima 10-03-2017 00:22
Uma coisa que eu queria entender de apostasia/heresia: se uma pessoa é questionada por um juiz se é cristã ou de é contra o aborto, por exemplo, e ela não diz nem sim nem não, ou apenas diz "vcs não podem me condenar sem provas", ela está cometendo apostasia?
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0 # JB 10-03-2017 14:43
Não.
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0 # Alex Hoffmann 09-03-2017 12:30
Não consegui comentar no vídeo sobre a treta do feminazismo x feminismo, então vou comenta-lo aqui. Desculpem por isto, as vezes me bate aquela vontade de comer alfafa e aí não tem jeito.
Vou deixar o link de um vídeo de Alice Von Hildebrandt sobre o papel da mulher, vem ao encontro dá treta caçada e também serve como um antídoto contra o feminismo.
https://youtu.be/GPYdvjyBTVs
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0 # Alex Hoffmann 09-03-2017 12:18
Este é um sermão de São João Maria Vianney sobre as tentações ao qual pode ilustrar um pouco sobre o assunto:

https://youtu.be/-ocUxnG-IL4
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0 # João Pedro Strabelli 07-03-2017 19:55
Quando estava na 8ª série, atual 9º ano, fiz a prova de um livro que pedia as qualidades e defeitos de um personagem. A autora do livro, acho que querendo pagar de moderna e jovem, criou um sujeito que não errava em nada. Aquilo me incomodou porque sei que não existem pessoas perfeitas mas como não aparecia defeito, forcei a barra até o limite do (im)possível e “achei” um defeito para ele. Ganhei um belo X na questão, claro — e merecido. Muitas críticas me lembram dessa prova. Não tem defeito?; eu acho.

Esse filme vai ganhar muita crítica entre nós porque trata de uma questão delicada e eu sei que numa situação dessas ia fraquejar muito e então, como defesa, eu procuro defeitos no filme, ou qualquer coisa que eu possa chamar de falha. É fácil falar que na época de Cristo eu sou fraco mais iria me esforçar, sei que é impossível mesmo voltar no tempo e isso nunca ia acontecer. Agora, encarar algo possível de acontecer comigo… é melhor pichar o filme.
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+1 # João Pedro Strabelli 07-03-2017 20:03
PEQUENO MANUAL PARA CRITICAR QUALQUER OBRA DE ARTE

1 – Pego uma pequena parte secundária, de fundo ou de passagem, ou uma parte desassociada do contexto;
2 – Encontro um erro relativo a isso em qualquer outro lugar;
3 – Associo os dois;
4 – Digo que é subliminar.

Pronto, critiquei.

Observação: não estou falando de você não, EU já fiz isso.

Me perdoe (ou não) quem pensa diferente, já que o pensamento é livre e nada prova que eu estou certo, mas crítica mal-feita não ajuda em nada já que crítica infundada vai passar a visão que somos um bando de radicais (aliás, conhecemos bem alguns irmãos de outras agremiações religiosas por aí que se especializam em achar erros e sabemos o que pensamos deles). Em vez de convencer o irmão, eu espanto ele.
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+4 # Alex Hoffmann 06-03-2017 23:56
A lembrar que isto sempre aconteceu, sempre teve gente que na hora do vamo vê correu dá raia e negou Cristo.
Olho pra mim e não nego que posso ser também um daqueles que negaram. Rezar o terço na segurança de casa e uma coisa, rezar um Pai Nosso no meio de torturas suplicantes onde a dor só aumenta, o tempo se prolonga e reza-se pela morte e ela não chega nunca, ou ainda fazem isto com teu filho em tua frente é outra muito diferente.
Em todo caso, aguardando para ver o filme.
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+5 # Sidnei 07-03-2017 23:20
Esse filme do Scorcese vai para o mesmo caminho, chamando-nos a atenção se somos cristãos suficientes para ir até o fim sem renegar ao SENHOR, ou iriamos falhar na hora h.

Me lembro dos Santos Apóstolos que abandonara JESUS em sua paixão, e até São Pedro, o primeiro Papa, o negou três vezes. Somente sua Mãe, algumas mulheres e São João Apóstolo e Evangelista O seguiu até a cruz, mas, logo após a sua ressurreição, JESUS demonstrou tamanha compaixão pela fraqueza, que a todos perdoou e lhes confirmou a missão apostólica. Peçamos a DEUS força nas horas de perseguição e compaixão se caso não resistirmos até o fim, e que não sejamos arrogantes em julgar em quem caiu, pois não sabemos se no momento da um feroz perseguição, iríamos ir até o fim ou não.
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+7 # Sidnei 07-03-2017 23:14
Alexa, as vezes penso que também se pintasse uma perseguição eu iria correr da raia, pois dizer que não faríamos isto sentados na frente de uma tela de computador é fácil, difícil é se o bicho pegasse solto.

Isto me lembra uma cena da novela Gabriela, de 2012, em que uma moça foi violentada por seu namorado, e depois deixada por ele, e todos na cidade negaram guarita e ela foi parar no Bataclã, o prostíbulo da cidade. Em uma cena em que as madames da cidade reunidas em torno de uma mesa cheia de comes e bebes, uma delas, interpretada pela atriz Fabiana Carla, diz que poderia morrer de fome, mas que jamais se prostituiria. O autor fez esta cena de proposito, para chamar a reflexão que quando estamos em uma boa, podemos dizer que poderemos fazer isto ou aquilo, mas se pintar a fome, a perseguição, a miséria, ou qualquer tribulação, a situação poderá ser totalmente contrário do que dizemos, da boca para fora.
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+6 # Rinaldo Alves Bolina 06-03-2017 23:44
Vocês do blog são muito mas muito, muuuuuuuiiiiiiiiiiito mais importantes que podem se quer imaginar! a Esposa de Cristo renasceu em mim por causa de vocês, por causa de vocês eu redescobri a felicidade de ser católico de ser cristão. Hoje eu mostro vocês à todos que cruzam o meu caminho, católicos ou não, bendito seja deus por nos dar O( a) catequista.
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+4 # A Catequista 07-03-2017 01:22
Oi, Rinaldo! Nós passaremos, mas a Palavra de Deus, que hoje anima seu coração e sua vida, jamais passará. Muito obrigada por suas palavras gentis e por nos ajudar a divulgar esse trabalho. Abraço!
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-3 # Anonim 06-03-2017 20:55
Queria ajuda sobre esta parte do Catecismo:


2120. O sacrilégio consiste em profanar ou em tratar indignamente os sacramentos e outras acções litúrgicas, bem como as pessoas, as coisas e os lugares consagrados a Deus. O sacrilégio é um pecado grave, sobretudo quando é cometido contra a Eucaristia, pois que, neste sacramento, é o próprio corpo de Cristo que Se nos torna presente substancialmente (48).


Tratar indignamente PESSOAS consagradas a Deus. Vejo que vcs usam uma zoeira com o Frei Betto aqui no blog e estou confusa. Isso não seria sacrílego?
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+4 # Pequetita 07-03-2017 16:46
Expor hereges e exortá-los à conversão jamais pode ser confundido com sacrilégio...
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+4 # Carlo Filho 06-03-2017 21:34
Veja como ele tratava João Paulo II e Bento XVI que vc vai ver o que é indignidade.
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0 # Rodrigo Leite 06-03-2017 16:59
Mais detalhes sobre a perseguição japonesa contra os cristãos: http://www.culturajaponesa.com.br/?page_id=219
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+2 # Igor Martins 06-03-2017 13:32
Em relação a "se fosse realmente um filme que depreciasse a Igreja Católica, como andam dizendo por aí, aposto que sairia muito bem premiado" não tem nada a ver. O que acontece é que Scorsese tem um jeito muito peculiar de fazer filme e ponto. As pessoas esperam algo dele e dessa vez foi uma mudança muito grande, e não necessariamente por ser sobre igreja. Não sou católico, sou cinéfillo, tenho toda a obra dele e de outros diretores e na minha opinião é uma bela história sobre fé.
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+1 # Pe Orlando Henriques 06-03-2017 09:57
Ainda não consegui mesmo ir ver... Tem que ser agora!
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