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A Catequista

A Catequista

O site Vatican News, que reúne as mídias oficiais da Santa Sé, publicou um artigo que divulga os problemas do novo Código Penal que o presidente Evo Morales deseja implantar na Bolívia.

O artigo cita os artigos que os bispos bolivianos denunciaram como sendo contrários à vontade popular. Eis alguns deles (grifos nossos):

Os Artigos 209, 293 e 294 que criminalizam o direito dos protestos.

O Artigo 10 que despenaliza o micro-tráfico de drogas. (...)

Os Artigos 245 e 246 que introduzem um controle inaceitável das redes sociais.

Ademais, os bispos protestam contra a criação da lei que considera como delito o recrutamento com fins religiosos realizado por instituições religiosas. Lei esta que oferece uma interpretação ambígua, o que atenta claramente contra a liberdade religiosa garantida no Artigo 88.I.11.

Também consideram que o novo Código deixa sem proteção a família, visto que a bigamia e o abandono da mulher grávida deixam de ser considerados delitos. (...)

...o conhecido Artigo 157 que coloca a exclusão do delito do aborto em causas tão genéricas que sua punição desaparece...

Tal proposta de Código Penal só pode mesmo ter brotado de um governo demoníaco!

Como já havíamos dito no post que publicamos ontem, não há nada de surpreendente: mais uma vez, são comunistas fazendo comunistice. Buscam instalar o caos, favorecer o crime, prejudicar as famílias, difundir aborto, acabar com a liberdade de expressão e reprimir o cristianismo.

Para ler a matéria do Vatican News na íntegra, clique aqui.

Muitos casais católicos que vivem juntados sem o sacramento do matrimônio, ou são casados somente no civil. Eles não possuem nenhum impedimento moral para se casar, mas adiam o casamento eternamente porque teimam em relacionar cerimônia religiosa a altos gastos de dinheiro. Parem... apenas parem!

Para casar na igreja não precisa nem de vestido de noiva! Basta:

  • que os noivos estejam com a devida disposição de cumprir os votos matrimoniais (conforme as leis da Igreja);
  • que haja um casal de testemunhas (padrinhos);
  • que haja um ministro para presidir a cerimônia – que pode ser um diácono ou um sacerdote. 

O casamento na igreja só é caro para quem quer e está disposto a pagar por certos luxos. Na maioria das dioceses, há paróquias que promovem anualmente casamentos comunitários, que são inteiramente GRATUITOS.

Caso em uma diocese não haja casamento comunitário, basta procurar o pároco e explicar sua situação financeira. Ele jamais poderá se negar a fazer seu casamento sem custo ou com uma taxa bem reduzida, em meio a uma missa regular da paróquia. A Igreja é Mãe, e não pode negar os sacramentos a nenhum filho que esteja preparado para recebê-los!

Mesmo sabendo disso, ainda tem casal amasiado que persiste em seu plano de só casar na Igreja quando tiver dinheiro para as flores, os músicos, a viagem de lua-de-mel, o bufê, o DJ, o fotógrafo, a bateria da Mangueira etc.

Esses casais estão deixando bem claro que são filhos do mundo, e não da Igreja. Materialistas e vaidosos, colocam as coisas do mundo acima das coisas do espírito. Preferem viver afastados da Eucaristia, preferem se arriscar a perder a alma no inferno do que deixar de impressionar azamiga com um festão.

Mas o primeiro mandamento diz: “Amar a Deus acima de todas as coisas”. O sonho do casamento de princesa é bonito e justo, mas não deve ser colocado acima da vontade de Deus.

Se você tem grana para dar uma festa de arromba no seu casamento, faça isso e me convide! Se não tem, simplesmente se conforme. Ponha foco no essencial, que é formar uma família conforme o coração de Deus, e se case em uma cerimônia simples, se estiver mesmo convicto de estar fazendo a coisa certa, com a pessoa certa.

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Em menos de cinco meses poderá entrar em vigor na Bolívia um novo código penal, que torna crime a conversão para qualquer religião. Como o cristianismo é uma crença essencialmente proselitista (que busca fazer novos discípulos), obviamente, os cristãos católicos e “evangélicos” serão os mais prejudicados.

Em 14 de dezembro de 2017, a assembleia legislativa reformou o Código Penal (veja aqui o documento completo), a mando do presidente comunista Evo Morales. O ponto do texto que mais está alarmando a população é o artigo 88, item 11:

ARTÍCULO 88. (TRATA DE PERSONAS). I. Será sancionada con prisión de siete (7) a doce (12) años y reparación económica la persona que, por sí o por terceros, capte, transporte, traslade, prive de libertad, acoja o reciba personas con alguno de los siguientes fines:

11. Reclutamiento de personas para su participación en conflictos armados o en organizaciones religiosas o de culto;

Em um país em que mais de 90% da população é cristã, toda pessoa que convidar um não cristão para a sua igreja ou para uma reunião religiosa em sua casa ou em outro local estará sujeita à pena de prisão. O responsável ou líder do local que acolheu a reunião também poderá ser penalizado.

Essa medida do governo bolivariano não deveria surpreender a ninguém, pois é coerente com lógica de um governo autoritário liderado por comunistas. Seria inevitável que isso acontecesse, mais cedo ou mais tarde!

Os comunistas sabem que a principal pedra no seu sapato é a Igreja Católica (e, em certa medida, as demais comunidades cristãs), pois tudo o comunismo precisa que todas as pessoas tenham o Estado como fonte de seus valores e ideais, para poder controlá-las melhor. Mas se o indivíduo tem como fundamento a religião e a família, isso contraria o projeto totalitário socialista.

Obviamente, os valores de Cristo entram em conflito constantemente com a agenda socialista - que, sobretudo, quer instalar a o caos, a luta de classes e o fim da família. Os comunistas sabem disso, e naturalmente querem extirpar o cristianismo da face da terra. Enquanto não conseguem fazer isso, cuidam de enfraquecê-lo.

Desde que foi eleito, Evo Morales dá todo o enfoque para os ritos pagãos indígenas: seu sonho é estabelecer a religião nativa da Bolívia como uma religião nacional, que não entra em choque com seus objetivos políticos.

A Conferência Nacional dos Bispos da Bolívia já se manifestou, por meio deste vídeo:

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Aqui no Brasil, temos que ficar atentos com as eleições de 2018, para que não tomemos esse mesmo rumo de falta de liberdade religiosa. E, sobretudo, rezemos pela Igreja na Bolívia!

Nossa Senhora de Copacabana, padroeira da Bolívia, rogai por nós!

Há um grupo de católicos espalhando por aí que não se deve rezar o Terço da Misericórdia e que as visões de Santa Faustina estão condenadas pela Igreja. Mentira!

Santa Faustina Kowalska foi uma freira polonesa que nasceu em 1905, e morreu com apenas 33 anos de idade. Ela teve uma intensa experiência mística, por meio da qual Jesus lhe fez revelações. O conteúdo dessas visões sobrenaturais foi registrado em seu famoso Diário.

Essas revelações privadas deram origem à Devoção à Divina Misericórdia, cujo maior símbolo é a pintura de Jesus Misericordioso. A primeira pintura, feita de acordo com as indicações da santa (imagem 1, abaixo), foi feita por Eugênio Kazimirowski. Dez anos depois, surgiu outra pintura, que se tornou ainda mais popular (imagem 2). 

No ano 2000, São João Paulo II canonizou Santa Faustina, e instituiu a Festa da Divina Misericórdia, no segundo domingo do Tempo de Páscoa.

A CONDENAÇÃO PROVISÓRIA DOS ESCRITOS DE SANTA FAUSTINA

A Igreja é uma mãe muito zelosa, e faz o máximo para impedir que seus filhos caiam no papo de videntes malucos ou mal-intencionados. Por isso, algumas vezes, os escritos de santos – especialmente aqueles que relatam visões místicas – foram condenados pelo Santo Ofício, como forma de precaução. Após anos de uma cuidadosa investigação, esses mesmos escritos foram aprovados. Isso aconteceu, por exemplo, com os escritos de Santa Teresa D’Ávila.

Bem diferente de muitas seitas protestantes, a Igreja não sai fazendo promoção e sensacionalismo em cima de supostos milagres e visões sobrenaturais. Ela sempre fica com um pé atrás com essas coisas, e só aprova depois de apurar bem. Esse foi o caso dos escritos de Santa Faustina.

Em 1959, sob o pontificado de São João XXIII, os escritos da santa foram condenados pela Sagrada Congregação para Doutrina da Fé. Em 1978, porém, a mesma Sagrada Congregação revogou a condenação e permitiu que os fiéis praticassem a Devoção à Divina Misericórdia.

Essa notificação de 1978 está na Acta Apostolica Sedis volume LXX (AAS 70, 350), sob o pontificado do beato Paulo VI. E também pode ser conferida em português, no site do Vaticano:

Notificação sobre a devoção à Divina Misericórdia*

De diversos lugares, especialmente da Polônia, inclusive de fontes autorizadas, têm-nos perguntado se as proibições contidas na “Notificação” da S. Congregação do S. Ofício, publicada em AAS, no ano 1959, 271, referentes à devoção à Divina Misericórdia na forma proposta por Ir. Faustina Kowalska, estão ainda em vigor.

Esta S. Congregação, tendo em vista os muitos documentos originais, desconhecidos em 1959; considerando que as circunstâncias variaram profundamente e contando com o parecer de muitos Ordinários poloneses, declara que as proibições contidas na citada “Notificação” não obrigam doravante.

Na Sede da S. Congregação, 15 de abril de 1978.

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Quarta, 10 Janeiro 2018 19:04

Por que Jesus dizia ser "Filho do Homem"?

Sabemos que Jesus referiu-se a si mesmo, numerosas vezes, como "Filho do Homem". E pra que? Pra dizer que era filho biológico de um homem, São José? Ora, isso era algo que o povo já achava (não sabiam que Ele era, na verdade, Filho de Deus). Que sentido teria ficar repetindo isso, se não fosse pra indicar algo diferente do que todos pensavam?

Na verdade, ao dizer-se Filho do Homem, Jesus estava comunicando uma novidade: a sua natureza divina e humana. Ele é Deus e homem.

Em uma de suas visões, o profeta Daniel descreve “Alguém como um filho de homem”, um ser divino e, ao mesmo tempo, humano.

“Em imagens noturnas, tive esta visão: entre as nuvens do céu vinha Alguém como um filho de homem. Chegou até perto do Ancião e foi levado à sua presença. Foi-Lhe dado poder, glória e reino, e todos os povos, nações e línguas O serviram. O seu poder é um poder eterno, que nunca Lhe será tirado. E o seu reino é tal que jamais será destruído.” (Dn 7,13-14)

Atributos divinos – veio do Céu; recebeu do Ancião (Deus Pai) poder eterno, glória e reino; todos os povos o servem (devemos servir, no sentido de adorar, só a Deus).

Atributos humanos – sendo de natureza divina, Ele se formou no seio de uma mulher e tem forma e natureza humanas; é como “um filho de homem”.

Toda a vez que Jesus se dizia Filho do Homem, ele remetia os judeus a essa profecia de Daniel. Era como se dissesse: “Vocês lembram do cara de quem Daniel falou? Esse cara sou eu!”.

Nos primeiros séculos da cristandade, surgiu uma heresia, chamada monofisismo. Seus seguidores - entre eles muitos padre e bispos - afirmavam que Jesus tinha somente a natureza divina, e que não era verdadeiro homem. Assim, sua condição de homem seria apenas uma aparência. A natureza humana de Jesus não seria como a nossa; Ele seria como uma espécie de fantasma materializado. 

Para destroçar essa heresia, foi convocado o  Concílio de Calcedônia (ano 451). Nessa reunião de bispos, o Papa São Leão Magno expôs de forma brilhante a doutrina das duas naturezas de Cristo. Esse texto é muito esclarecedor, pois explica como se pode conciliar o fato de que Jesus disse "o Pai é maior do que eu", e também tenha dito algo que parece contradizer isso: "Quem viu a mim, viu o Pai". Confira um trecho:

Quem na natureza de Deus criou o homem, fez-se homem na condição de servo. Cada uma das duas naturezas conservou sem alteração de suas propriedades. Como a natureza de Deus não eliminou a natureza de servo, assim a natureza de servo não diminuiu a natureza de Deus. (...)

Desce, portanto, do reino celeste às íntimas regiões deste mundo Jesus Cristo, Filho de Deus, sem se afastar da glória paterna, gerado em ordem nova, em novo nascimento. Nova ordem, porque invisível no que lhe é próprio, fez-se visível no que é nosso; incompreensível quis ser apreendido; sendo antes do tempo, começou a existir no tempo. O Senhor do universo assumiu a condição de servo, velando a imensidade de sua majestade. Dignou-se o Deus impassível tornar-se homem passível e o imortal submeter´se à lei da morte. Vem à luz por novo nascimento, porque a virgindade inviolada, que ignorava a concupiscência, ministrou-lhe a matéria corporal. Recebeu o Senhor de sua mãe a natureza, mas isenta de culpa.

A natureza humana de nosso Senhor Jesus Cristo, nascido do seio da Virgem, não difere da nossa por ter tido ele admirável natividade. Sendo verdadeiro Deus, é também verdadeiro homem. Nesta unidade não há mentira, pois mutuamente se coadunam humildade humana e grandeza divina. Como Deus não se altera por tal misericórdia, o homem não desaparece, absorvido pela dignidade divina. Age cada uma das naturezas em consonância com a outra, quando a ação é peculiar a uma delas. O Verbo opera o que lhe é próprio, e a carne executa o que lhe compete. Uma resplandece pelos milagres, enquanto a outra é sujeita aos opróbrios. (...)

Ter fome, ter sede, estar cansado e dormir evidentemente é humano. Mas, saciar com cinco pães cinco mil homens (Jo 6, 12) e dar à samaritana a água viva (Jo 4, 10), que não deixa mais ter sede quem a beber, andar sobre as ondas do mar a pé enxuto (Mt 14,25) e acalmar o furor dos vagalhões, falando imperiosamente à tempestade (Lc 8, 24) é indubitavelmente divino. (...)

Do mesmo modo não provém da mesma natureza dizer: “Eu e o Pai somos uma só coisa” (Jo 10,30) e afirmar: “O Pai é maior do que eu” (Jo 14, 28). Embora seja nosso Senhor Jesus Cristo uma só Pessoa, Deus e homem, difere contudo a proveniência para as duas naturezas do opróbrio comum a ambas e da glória comum. Pelo que recebeu de nós, a humanidade, ele é menor do que o Pai; do Pai lhe vem a igualdade com o Pai, a divindade.

- Sermões de Leão Magno. Carta a Flaviano

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Terça, 09 Janeiro 2018 00:36

Irmã Lúcia falsa: uma fantasia descabida

Na internet, diversos artigos levantam suspeitas sobre a identidade da Irmã Lúcia. Dizem que uma impostora assumiu o lugar da verdadeira vidente de Fátima, que teria falecido no Carmelo das Carmelitas descalças de Coimbra, em 31 de maio de 1949, e não em 2005, como todos pensam. Os responsáveis pela farsa seriam a maçonaria e conspiradores do Vaticano.

O principal argumento usado por essa gente são as fotos que mostram as diferenças de traços no rosto da irmã Lúcia quando era mais nova, e sua imagem mais recente.

Diferença no sorriso...

Diferença nas maçãs do rosto...

Diferença no queixo...

A comparação entre as fotos pode até nos deixar com uma pulga atrás da orelha, em um primeiro momento. Porém há pelo menos três fatos que derrubam a teoria da irmã Lúcia falsa:

  • o testemunho das irmãs do convento de Coimbra, de que a irmã Lúcia passou a usar prótese dentária;
  • a opinião de dentistas sobre a protuberância do queixo;
  • e fotos de parentes da irmã Lúcia que se parecem muito com aquela que acusam de impostora (como esta abaixo).

O livro Um caminho sob o olhar de Maria é uma biografia da irmã Lúcia escrita pelas irmãs do Carmelo de Coimbra, onde a vidente de Fátima viveu por muitos anos. Em suas páginas, está registrado que em 1948 o Dr. Alcino Magalhães removeu vários dentes da irmã Lúcia, que estavam muito estragados e lhe causando dores terríveis. Depois, ele colocou uma prótese no lugar. Isso aconteceu antes de ela deixar as Irmãs Doroteanas em Pontevedra, na Espanha.

Já vi gente dizendo que uma irmã tão desprendida como Lúcia não colocaria prótese dentária por vaidade, para melhorar a aparência. O povo se esquece que dentes não cumprem mera função estética, mas servem, sobretudo, para nos permitir mastigar bem os alimentos!

Sobre a diferença nas maças do rosto, a fisionomia muda muito quando a pessoa engorda. E com o passar dos anos, é comum que as pessoas ganhem peso. Esse certamente foi o caso da irmã Lúcia.

A seguir, apresentamos um trecho da refutação do padre Orlando Henriques, nosso amigo da diocese de Coimbra.

OS DENTES

Dizem os defensores da “teoria da conspiração” que a Irª Lúcia que apareceu ultimamente era falsa porque aparecia com os dentes “certinhos”, enquanto a “verdadeira” Ir.ª Lúcia tinha os dentes deformados, como se vê nas fotos de quando ela era mais nova. Ora, vê-se claramente nas fotos que o que a aconteceu foi que, entretanto, a Irª Lúcia começou a usar prótese dentária.

Não é uma hipótese tão excêntrica como a teoria marada de uma suposta impostora! A confirmação de dentistas e, sobretudo, a comparação com fotos de familiares da Irª Lúcia destrói completamente essas fantasias completamente descabida.

O QUEIXO (E O SORRISO)

Se, de facto, a Ir.ª Lúcia tiver perdido os dentes e tiver começado a usar prótese dentária, essa perda de dentes pode, também, explicar a deformação do sorriso e do queixo, de que eles falam. Sim, a falta dos dentes altera (e muito!) a fisionomia, nomeadamente em volta da boca.

Isto para além da decadência natural, própria da idade, que leva também a transformações no rosto. Um dentista poderá confirmar isto, bem como a comparação de fotografias da Irª Lúcia com fotografias de outros familiares em idade semelhante.

FALTA DE DOCUMENTOS COMPROVANDO A SUPOSTA TRAMOIA

Essa gente não hesita em recorrer a mentiras e ou a especulações não fundamentadas para enganar: onde é que eles tiveram acesso ao livro de óbitos do Carmelo de Coimbra? E onde é que estão esses famosos documentos alegadamente emitidos pela Diocese de Coimbra que eles sempre citam? Tudo isto parece muito estranho, pelo menos para mim, que sou de Coimbra, mais parecem afirmações levianas, não acha?

Basta pôr a nossa própria cabeça a raciocinar: já viu que eles nunca citam nenhum documento em concreto, nem referem nenhum nome de Bispo nem vigário nem chanceler da Diocese de Coimbra? E onde é que estão publicados esses documentos? Onde é que eles tiveram acesso a eles? Fontes fidedignas? Pois...

São um grupo cismático, separado da Igreja Católica de forma pelo menos tão grave os ortodoxos (para não dizer como os protestantes). Cuidado com esses sites! Podemos lê-los, até para formar opinião e puder refutar, mas com espírito crítico, porque se for para se deixar seduzir e cair em armadilhas é melhor não ler.

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Mas qual seria a motivação dessas pessoas para espalhar dúvidas sobre a identidade da Irmã Lúcia? A intenção é desqualificar o apoio que ela deu ao Concílio Vaticano II. Os defensores da tese da irmã Lúcia são, em geral, sedevacantistas: dizem que nenhum Papa é legítimo desde São João XXIII, e portanto o trono de Pedro estaria vazio (sede vazia = sede vacante).

Como os sedevacatistas não aceitam que haja uma religiosa tão respeitável ao lado do CV II, desesperadamente, inventam qualquer mentira para continuar fiéis a seus delírios.

O fato é que jamais houve uma irmã Lúcia falsa. A única coisa que havia de falso nela eram os dentes que o Dr. Alcino Magalhães lhe colocou, em 1948!

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Uma união que mudou o curso da História da Península Ibérica, da Europa Ocidental, e talvez do mundo inteiro. A Rainha Dona Isabel de Castela e o Rei Dom Fernando II de Aragão são um casal um tanto controverso, mas que a gente respeita! Graças a eles, os invasores muçulmanos foram expulsos daquelas terras, e Cristóvão Colombo descobriu a América.

Não foi um casamento por amor, mas pelo conteúdo afetuoso das cartas trocadas entre o casal, percebemos que a paixão surgiu entre eles – e também muitos tormentos. Isabel de Castela e o Dom Fernando de Aragão se casaram quando eram ainda adolescentes, e quando não eram reis ainda.

Fernando tinha a ficha suja: quando se casou com Isabel, aos 16 anos, outra mulher já estava grávida de um filho seu. Este seria Afonso de Aragão, futuro arcebispo de Saragoça. Após o casamento, o Fernando cometeu o mesmo pecado diversas outras vezes, e teve ao menos outros três filhos bastardos. Isabel se via muito humilhada com essa situação, que era do conhecimento de toda torcida do Flamengo.

Isabel, por sua vez, era uma esposa fiel e religiosa. Mas não foi considerando a santidade do casal (que muitas vezes faltava) que o papa espanhol Alexandre VI (o vergonhoso papa Bórgia) lhes concedeu o título de Reis Católicos. Com sua grande força militar e política, Fernando e Isabel prestaram serviços de grande valor para a Santa Sé.

Os reinos da Península Ibérica eram separados e independentes, e seus líderes viviam brigando entre si. Fernando e Isabel promoveram a unificação da Espanha e a elevaram a uma grande potência. Sua influência era internacional, pois tendo eles apoiado a famosa viagem de Cristóvão Colombo, tinham amplos direitos sobre a exploração do novo continente.

O afeto mútuo não impedia que houvesse pequenas disputas entre o casal. Como Rainha de Castela, Isabel sempre buscou deixar clara a sua posição politicamente superior ao marido – ela era a Rainha reinante, ele era o rei consorte, a quem ela generosamente dera plenos poderes de mando. 

As maiores tragédias na vida de ambos foram as mortes de dois de seus filhos: o príncipe herdeiro Juan, em 1497, e a filha mais velha, que se chamava Isabel, como a mãe. A sucessão do trono da monarquia espanhola acabou caindo no colo da terceira filha dos Reis Católicos, Joana, a louca. Seu grave desequilíbrio psicológico foi causa de grande desgosto para Isabel, em seus últimos tempos de vida.

CONFLITOS ENTRE A INQUISIÇÃO ESPANHOLA E A SANTA SÉ

Como parte do projeto de unificação da Espanha e de segurança nacional, os Reis Católicos implementaram a Inquisição Espanhola nos seus reinos. O papa concedeu a autorização para a abertura desse tribunal na Espanha muito a contragosto, mas temendo temer o apoio militar do reino, não viu outra saída, senão ceder. Afinal, os muçulmanos estavam no seu cangote, e o Vaticano não tinha exército para se garantir.

Daí em diante, a coroa espanhola e a Santa Sé entraram em conflito diversas vezes, gerados pelo desacordo em relação às práticas abusivas da Inquisição Espanhola. A postura da coroa, em geral, era ignorar solenemente as cartas papais com pedidos de mudanças na forma de condução do Tribunal.

Reis Catolicos

A TREMULAÇÃO DO ESTANDARTE REAL

Antes de morrer, Fernando II de Aragão fez um testamento onde registrou o seu desejo de que todos os anos, diante de seu túmulo, fosse realizada uma cerimônia em memória da tomada de Granada, que deu fim à ocupação muçulmana na Península.

Por isso, todos os anos, no dia 2 de janeiro, acontece na Catedral de Granada a tradicional Tremolación del Pendón, em que uma réplica do estandarte que foi usado pelas tropas reais na batalha final da Reconquista tremula diante dos túmulos dos Reis Católicos. Forte e comovente!

Abaixo, um pequeno trecho da cerimônia realizada em 2017:

 Nesse mesmo ano, enquanto a histórica bandeira desfilava pelas ruas da cidade, muitos gritavam: "España cristiana, nunca musulmana!". 

Na semana passada, publicamos em nossa fanpage a foto abaixo, que deu o que falar. Na legenda, explicamos que aquelas belas vocações eram fruto da graça de Deus e de uma boa formação dada por um grupo jovem (no caso, um grupo ligado à Comunidade Católica Shalom).

Nos comentários, havia muita gente falando da importância do grupo jovem em sua vida. Mas nos chamou a atenção o grande número de comentários relatando experiências ruins com grupos jovens, devido à falta de conteúdo formativo sólido, falta de caridade, falta de perspectivas pastorais.

Atendendo a muitos pedidos, publicamos este artigo, como uma pequena ajuda para iluminar a formação e condução de grupos jovens católicos.

ESPIRITUALIDADE DO GRUPO

Acima de tudo, um grupo jovem precisa ter uma boa proposta para promover a espiritualidade de seus membros. Por espiritualidade, devemos entender, basicamente: conhecimento e amor pela doutrina católica, prática da caridade, vida de oração.

É FUNDAMENTAL que fique claro de qual fonte irão beber e qual metodologia de trabalho irão utilizar, ou seja, qual caminho seguirão para alcançar essa meta.

  • Farão estudos bíblicos?
  • Estudarão os discursos e homilias do papa?
  • Estudarão o Catecismo (ou o YouCat) de forma sistemática?
  • Estudarão os escritos de algum santo ou teólogo?
  • Se engajarão em alguma ação de caridade? Qual? Com que regularidade?
  • Cantarão músicas nos encontros? De que tipo?
  • Haverá retiros, passeios, festas, trilhas ecológicas, atividades culturais diferenciadas?
  • Haverá um coral?
  • Como as atividades do grupo serão financiadas?

São mil e uma possibilidades. Mas é importante seguir com fidelidade a determinada metodologia, para que o grupo possa ter foco e identidade. 

Atenção: não subestime a inteligência dos jovens, promovendo dinâmicas imbecilóides. Dinâmicas podem até ser uma boa opção, mas o que a gente vê por aí, em geral, é uma desgraça.

Após definidos, esses pontos devem ser registrados no papel, como uma espécie de estatuto. Isso ajuda o grupo a ter mais estabilidade e continuidade em suas atividades, ainda que a coordenação mude.

Os grupos jovens que pertencem a um movimento católico não precisam partir do zero para definir essas coisas, pois já possuem espiritualidade e uma forma de evangelização próprias.

ABERTURA AO OUTRO E ESPÍRITO MISSIONÁRIO

Se o grupo jovem se restringe a ser um clubinho de best friends da paróquia, então não serve para nada. As lideranças devem ajudar os jovens a compreender e colocar em ação o espírito missionário, para que possam estar atentos a convidar outros jovens para o grupo e para que não se fechem em panelinhas.

É normal que as amizades se aprofundem conforme as afinidades; porém, deve-se insistir na atitude de acolhimento, especialmente para que as pessoas novas no grupo não se sintam sós e deslocadas.

LIDERANÇA ADEQUADA

Quem lidera as reuniões e atividades deve ter um bom conhecimento teológico e uma fé madura. O ideal é que seja um leigo adulto, uma freira ou um sacerdote.

Por falta de uma liderança adequada, boa parte dos grupos jovens são espiritualmente insossos e pouco acrescentam aos seus participantes e à comunidade. São mais clubinhos de católicos amigos do que qualquer outra coisa. Não ajudam ninguém a aprofundar as razões da própria fé e nem tampouco iluminam o caminho para que o cristianismo seja vivido de forma corajosa e pública, fora das paróquias, no cotidiano.

As lideranças terão que lidar, eventualmente, com jovens que vivem dramas mais complexos, como depressão, dependência química ou atração pelo mesmo sexo. Isso é mais um motivo pelo qual frisamos: as lideranças desses grupos devem ter uma fé madura.

MOVIMENTOS ECLESIAIS

Além dos grupos jovens paroquiais, há os grupos jovens dos movimentos eclesiais. Muitos deles promovem suas atividades em local próprio, independente da paróquia. É fundamental que sejam obedientes e solícitos ao bispo local.

E QUANDO O JOVEM DEIXA DE SER JOVEM?

Um grupo jovem pode ser, na paróquia, um centro inicial de atração, para acolhida e evangelização de jovens, que, com o tempo, fluirão para outros movimentos e pastorais da Igreja.

Essa transitoriedade não diminui em nada a sua importância, já que, sem esses grupos, muitos jovens ficariam sem referências e não teriam oportunidade de criar vínculos dentro da paróquia, deixando logo de frequentá-la.

Nos movimentos da Igreja, a transição acontece de forma mais natural, pois eles integram vários grupos: grupos de colegiais, de universitários, de adultos etc. Assim, dentro do mesmo movimento, a pessoa sai do grupo jovem e vai para o grupo de adultos, onde encontrará a mesma espiritualidade que já experimentava antes, mas adaptada à sua nova realidade.

O que vou dizer agora pode parecer óbvio, mas, acreditem, é importante ressaltar: GRUPO JOVEM É PARA JOVENS!!! Se você já tá passou dos 25 anos há alguns carnavais, esse tipo de grupo não é pra você. Por que será que o grupo se chama "jovem"? Para reunir um monte de gente de 30 e poucos anos é que não deve ser! Se você é adulto, não se deixe vencer pela Síndrome de Peter Pan e busque um grupo mais adequado à sua realidade.

CUIDADO COM AS IDEOLOGIAS INFILTRADAS

A Igreja não é de esquerda nem de direita, mas possui sua própria Doutrina Social. Por isso, muito cuidado! Tem um monte de grupos jovens por aí que nada mais são do que criadouros de militantes marxistas. São infiltrados por lideranças do MST, da CUT, de partidos de esquerda. Ensinam heresias, promovem a ideologia de gênero e relativizam a moral católica. Já falamos sobre esse problema aqui (clique e confira). 

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Certa vez um de nossos filhos fez essa pergunta, quando explicamos que ao comungar, o cristão come o Corpo de Cristo e bebe o Seu Sangue. Essa questão vinda da boca dos pequenos deve causar desconcerto em muitos pais, desde os tempos da Igreja primitiva! Mas na verdade é algo simples de responder.

A presença do próprio Cristo na Eucaristia é real, mas não natural: é uma realidade mística, física e sobrenatural ao mesmo tempo. Seu corpo, sangue, alma e divindade estão substancialmente presentes na Eucaristia, mas não sentimos o sabor da carne e do sangue. Por que? Porque as espécies do pão e do vinho permanecem, ou seja, o seu sabor, textura, tamanho etc. O pão e o vinho, em sua essência, NÃO permanecem na Eucaristia, mas seus acidentes, sim.

O que são acidentes? São as coisas acidentais, não essenciais. Por exemplo, você pode engordar 20 quilos, mas isso não mudará sua essência, não fará de você uma outra pessoa. Só mudará sua aparência. Da mesma forma, de você pintar o cabelo de outra cor, ficará com visual muito diferente, mas essencialmente permanecerá a mesma pessoa. Porque peso e cor do cabelo são acidentes.

Da mesma forma, os acidentes do pão e do vinho permanecem após a transubstanciação, mas em essência já não são mais pão e vinho: são o Corpo e Sangue de Cristo, realmente.

Recebemos Jesus na Eucaristia NA FORMA de pão e vinho, mas essa forma é somente um acidente. Na essência, ali está Jesus Cristo.

Em suma:

  1. somente o fato de recebermos o Corpo e Sangue de Jesus na forma de pão e vinho já diferencia profundamente a Sagrada Comunhão do canibalismo;
  2. no canibalismo, se consome apenas uma parte do corpo de uma pessoa; já na Eucaristia recebemos Jesus POR INTEIRO, todo o seu corpo, e também sua alma e divindade;
  3. a carne consumida pelo canibal é de uma pessoa morta ou ferida; já o fiel que comunga recebe Cristo vivo, e Ele não sofre nenhum ferimento por isso.

Agora, a pergunta que não quer calar: o Pato Donald e seus sobrinhos são canibais?

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O Dalai Lama é mundialmente reconhecido como uma das pessoas mais humildes e abnegadas do mundo. Entretanto, o que quase ninguém sabe é que, antes de fugir do Tibete, ele viveu durante toda a sua infância e juventude em um enorme e majestoso palácio – o Potala Palace. Em suas dependências, há amplos entalhes e outras decorações feitas com pedras preciosas e ouro.

Em muitos outros países de maioria budista, há uma enorme quantidade de altares e imagens de Buda feitas em ouro maciço. E não se vê ninguém levantar a voz para defender a venda desses objetos para distribuir o dinheiro aos pobres. Tudo é admirado – inclusive pelos turistas ocidentais – com respeito e até devoção. Bem diferente é o olhar dessas mesmas pessoas sobre a riqueza artística dos templos católicos, em especial, do Vaticano!

Certamente você já ouviu mil vezes a história de que a Igreja Católica é trilhardária, e de que as obras de arte do Vaticano deveriam ser vendidas para acabar com a fome no mundo. Isso não passa de mimimi dos anticatólicos recalcados!

A primeira coisa a entender é que a Igreja Católica não é uma ONG, nem uma empresa, nem um clubinho. Somos um povo! E como tal, gostamos de cuidar bem das coisas que são sagradas para nós. Por isso, as nossas igrejas são sempre alvo do olho-gordo alheio, principalmente aquelas que são mais ricamente ornamentadas (só para constar: nós não acreditamos em olho-gordo. Como bem dizia o Padre Quevedo, “Esso non ecziste!”).

Você sabia que o Vaticano é um país? Sabia que é a capital do nosso povo católico? O que deveríamos ter feito? Uma tapera? Acaso Brasília é feita de taperas? Aí você vai me perguntar sobre todas aquelas obras de arte. Pois todas elas foram presentes dados por um povo a Deus, ao longo de cerca de dois mil anos. É justo vender presentes que não são seus e que sabe-se lá com que esforço foram obtidos?

Você já viu alguém propor a venda das obras de arte do Museu do Louvre para dar o dinheiro aos pobres? É... Parece que, aos olhos do mundo, só os católicos não têm direito de manter um rico patrimônio artístico e arquitetônico.

Avisa para o seu amiguinho anticatólico que o terreno sobre onde está construída a Basílica de São Pedro foi "comprado" pelos cristãos com o preço de rios de sangue. Naquele local, um dia existiu o tenebroso Circo de Nero (saiba mais aqui). Então, estamos mais do que do direito de construir e manter ali um templo ricamente adornado.

Mas vamos lá… A causa é nobre: acabar com a fome no mundo! Não vale o esforço de vender toda a riqueza das nossas igrejas? Não. Porque não vai dar certo. Não é essa a maneira de fazer isso. Quantos milhões de dólares já foram enviados a regiões de extrema pobreza, sem sucesso algum? Muitos, não é? A corrupção não deixou que nada fosse feito.

Porém instituições bancadas e lideradas pela Igreja Católica conseguem chegar nesses lugares e fazer muito - como todos deveriam saber, católicos destinam muito dinheiro para a caridade. A Igreja Católica possui a maior rede de filantropia do mundo! Só para dar dois exemplos entre milhares: temos a Pastoral da Criança criada pela Dra. Zilda Arns, que reduz drasticamente a mortalidade infantil por onde passa; e a Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (ACN – Aid to the Church in Need), que oferece socorro a pessoas necessitadas em diversos países.

Se vendêssemos tudo, não haveria mais como sustentar essas obras, e o dinheiro acabaria no bolso de algum político. Ainda assim, as doações da Santa Sé aos pobres de todo o mundo são frequentes e volumosas. Quando há um grande desastre em alguma parte do planeta, quase sempre o Vaticano envia uma considerável ajuda em dinheiro.

Só para ilustrar, citamos dois pequenos exemplos: em 2013, a Harley Davidson doou duas motos fantásticas para o Papa Francisco. Uma das motos ficou com a polícia do Vaticano (a Gandemeria), e outra foi leiloada, junto com uma jaqueta. O total arrecadado, de quase 300 mil euros, foi inteiramente destinado a obras de caridade. O mesmo foi feito com um automóvel Lamborghini que o Papa ganhou em 2017: será leiloado e o dinheiro encaminhado aos pobres.

Por fim. Porque os ateus e crentes querem fazer caridade com o dinheiro da Igreja Católica? Porque os ateus não propõem vender as lindas obras do Niemeyer espalhadas por todo país, especialmente em Brasília? Certamente alegarão que não podem ser vendidas porque pertencem ao povo!

Por que os evangélicos que tanto acusam a Igreja Católica não vendem suas redes de televisão? Tenho certeza de dirão algo parecido… Então por que exigem que o nosso povo católico se deixe depenar e se sacrifique sozinho? Aliás, o que todas essas pessoas já venderam ou renunciaram em nome de acabar com a fome no mundo? Quer saber mesmo? Nada. Enquanto os anticatólicos fazem bravata por aqui, a nossa Igreja Católica promove a dignidade humana e salva milhões de vidas nos lugares realmente necessitados.

Os zôio-gordo ignoram ainda que, mesmo se quisesse, o papa não poderia vender as obras de arte do Vaticano. Além de pertencer ao povo católico, o Vaticano foi declarado pela UNESCO como patrimônio da humanidade:

Em 1984, a Cidade do Vaticano foi registrada como um patrimônio cultural e natural mundial em termos da Convenção da UNESCO de 16 de novembro de 1972, que garante a proteção desses locais. O Estado da Cidade do Vaticano também é reconhecido internacionalmente como um patrimônio moral, artístico e cultural, que merece respeito e proteção como um tesouro que pertence a toda a humanidade. (Site do Estado do Vaticano)

Então, da próxima vez que seu amigo lhe aborrecer com esse assunto, mande ele dar o iPhone dele para o mendigo e parar de fazer discurso com o patrimônio alheio!

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