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Terça, 13 Dezembro 2011 08:07

...e Livrai-nos das Dinâmicas de Grupo. Amém!

Postado por
moises_dez_mandamentosUm grande o número de catequistas, coordenadores e agentes de pastoral utilizam dinâmicas de grupo para evangelizar. É um tal de passa barbante aqui, assopra bexiga ali, abraça fulano acolá, sempre com alguma liçãozinha besta de moral ao fim.

A proliferação desse tipo de coisa na nossa Igreja só pode ter sido uma forma que o capeta arrumou de afastar do Corpo de Cristo todos aqueles que têm mais de dois neurônios ativos.

Eu já fiz papel de imbecil um dia, confesso. Era um dia chuvoso e sombrio, quando fui obrigada a andar de olhos vendados, para entender o que é um “cego que guia outro cego”; sujei-me de carvão pra mostrar meu comprometimento com os pobres; e fiz bolhas de sabão com um canudinho para perceber como se dá a ação do Espírito Santo na história (oi?).

Não, essa não é a descrição de uma sessão de tortura, mas de um workshop de dinâmicas de grupo para católicos. Em respeito ao bispo que organizou o evento, me esforcei para colaborar com a palhaçada. Se fosse hoje, teria beijado devotamente o anel do homi, pedido a bênção e dado tchau.

sorvete_na_testaAs dinâmicas de grupo, quando selecionadas e aplicadas de forma inteligente, podem até ser úteis para o trabalho de evangelização; há algumas (poucas, devo frisar) experiências bem-sucedidas neste sentido. Porém, na maior parte das vezes, os responsáveis pelas atividades pastorais/espirituais propõe situações infantilóides, incompatíveis com a idade mental dos participantes. Por fim, o pessoal fica descontraído, bate palmas e, com sorte, aprende algum ensinamento cristão-jujuba.

Se você é adepto ferrenho de dinâmicas, pare um pouco e dê uma olhada ao redor: o mundo tá em ebulição, 90% das notícias dos jornais relatam desgraças, a Igreja é combatida pela massa dos intelectuais e políticos, os valores cristãos são ridicularizados pela mídia, os católicos parecem cada vez mais alienados de sua fé... Como as dinâmicas respondem as estas questões? Será que elas conseguem ter o mesmo impacto que toda essa cultura anticatólica que nos cerca?

Repense. Se for o caso, mude. O problema não é usar dinâmicas, mas elas precisam ir direto ao ponto. De nada adianta virar para a pessoa ao lado e dizer “Jesus te ama” se não se consegue dizer ao certo quem é Jesus ou como o amor dEle vence toda a cultura de morte em que vivemos.

E aí? Você vai mesmo continuar fazendo dinâmica com bolinha de sabão e canudinho?

[caption id="attachment_3071" align="aligncenter" width="376" caption="Tem católico que acha que acha que essa é uma boa forma de entender a ação do Espírito Santo. Aham, senta lá, sem noção!"]bolha_sabao[/caption]

2003 Segunda, 01 Agosto 2016 14:28

Comentários   

0 # Cristiano 14-10-2017 02:17
Não concordo em partes com o artigo, mas acho a discussão pertinente. Eu aplico dinâmicas na catequese e no grupo de jovens porque acredito q ajudam a assimilar o conteúdo. O que acontece muitas vezes, é que ficamos reféns das dinâmicas, num momento eu que o contexto nos desafia a inovar para evangelizar um público cada vez mais conectado e disperso. Vejo a dinâmica como um recurso complementar, e não essencial, deve ser estudada, estar conectada com o assunto do encontro, e dentro dos limites do público alvo pra evitar constrangimentos. No mais, não vejo motivos pra tanta crítica.
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+1 # Augusto 25-01-2016 10:33
Olá pessoal, visto muito dos artigos daqui. Me ajudam bastante. Sou catequista ah seis anos. Concordo parcialmente com esse artigo.. As dinâmicas ajudam sim, mas com crianças. Mas com adultos acho meio desnecessário algumas dinâmicas. Mas quando procuramos algo raramente encontramos.Eu customo criar minhas próprias dinâmicas, claro, baseadas em outras.
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0 # Mateus Pool 23-01-2016 17:27
Compreendo o drama dos catequistas: eles se vêem obrigados a cativar uma audiência de crianças que não traz de casa o mais mínimo conhecimento da fé, da sua importância e dos seus valores. Ignoram o que seja a catequese. Desconhecem todas essas coisas como os pais as desconhecem. Estes entregam a formação dos filhos a outros: ao colégio, ao catequista, ao cursinho de inglês, etc. E falo da verdadeira formação: moral. Aqui na minha cidade a catequese já virou desculpa para paquerinhas. Como fazer bons cristãos? Leiam a vida de Santa Teresinha de Lisieux e de seus pais, dois santos. O problema não são as dinâmicas; o problema é que algum dia alguém tenham cogitado haver dinâmicas!
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+1 # Aurea 21-01-2016 22:52
Só quem é catequista há muitos anos,como eu ,sabe da dificuldade de tornar o encontro de catequese interessante,alegre e participativo e que faça os catequizandos levar para a vida o Evangelho. Francamente, uso muitas dinâmicas sim. Mas a melhor dinâmica que uso é o Amor que demonstro aos adolescentes, deixando que falem de suas vidas , seus medos, seus conflitos, ajudando-os a vencer os desafios dessa fase .
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+2 # paulo 21-01-2016 14:37
Você devia ser mais inteligente e citar algumas dinâmicas que "vão direto ao assunto".
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+1 # Giovanna 21-01-2016 14:15
Gostei do texto! Por acaso você sabe alguma dinâmica de grupo que vá direto ao ponto ? Porque quando procuro na internet só aparece essas dinâmicas jujubísticas do tipo: "abrace o ursinho" kkkkkkkkkkkkk
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+1 # Luis André Ramos 21-01-2016 13:04
Acho que as dinâmicas (algumas) podem servir para quebrar o gelo ou introduzir algum tema. Acho que podem ser, inclusive, uma ótima forma de se fazer isso. Mas realmente, fazer um encontro só de dinâmica não serve pra nada (nem mesmo se o encontro for pra crianças).
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0 # heloisa helena 21-01-2016 12:45
Nasci 1955 sou da década de 70, isto é, era jovem nesta década e tudo era novidade... as dinâmicas eram novidades...mas parece que o tempo passou e muita coisa continua sendo a mesma coisa com o mesmo objetivo... gosto de novidade e sou muito resiliente...mas confesso que estamos carentes de novidades neste setor... Que tal irmos direto ao ponto, com perguntas que possam trazer à tona a certeza do caminho ???
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+1 # rosane 21-01-2016 12:21
Não concordo com o artigo, uma coisa é vc achar que as dinâmica talvez não surtem o efeito esperado, mas achar que é imbecilidade fazer ou participar de uma dinâmica é outra coisa. O que move as guerras é a intolerância e é o que dá pra ver nitidamente neste artigo. Fico muito triste de ver nesta página esta matéria.
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0 # A Catequista 21-01-2016 13:55
Rosane, sério?! Achar que uma coisa é imbecilidade é o mesmo que incitar a guerra? Nossa, vai começar uma guerra civil, pessoas fuzilando e tacando bomba umas nas outras só porque um grupo acha dinâmica de grupo legal, e outro diz que é imbecilidade. Uaaauuuu... Fico muito triste de ver no seu discurso a manipulação da ideologia esquerdista, que quer calar a boca da oposição acusando que pensa diferente de promover "discurso de ódio". Recomendo que você leia o post abaixo. Vai te ajudar a abrir os olhos. http://ocatequista.com.br/archives/16620
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-1 # Vinicius Nascimento 21-01-2016 11:52
Sou professor e nunca gostei dessas dinâmicas nem em sala de aula, que dirá na Igreja? Também deixei de fazer papel de ridículo faz tempo...
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-1 # Gabriela A. 17-01-2015 14:26
A PJ da minha paróquia, infelizmente, é basicamente movida à dinâmicas e invenções litúrgicas na procissão de entrada, ofertório, etc. Eu gosto muito do pessoal, vejo que eles têm boa vontade, mas com o tempo fui achando as reuniões cada vez mais vazias de sentido e objetivo... eu queria que pudéssemos estudar um pouco sobre teologia do corpo, estudar o catecismo juntos, ler documentos pertinentes que façam os jovens conhecerem melhor a mensagem da igreja frente à assuntos desafiadores atuais, como o aborto, união homossexual, liberdade versus libertinagem, castidade, família, feminismo versus feminilidade, modéstia, a importância de se confessar regularmente, a importância da santa missa, a importância da oração do terço, devoção à nossa senhora... tanta coisa importante para se abordada nessas reuniões... Não posso negar que todos saíam das reuniões bem alegres e contentes, e até haviam jovens afastados se aproximando, mas faltava alimentar corretamente a nossa fé. Acho que os jovens têm sede de conhecimento, sede de verdade, todos temos uma sede enorme de santidade! A maioria das pessoas sente essa sede de Deus e não sabe... por isso acabam se perdendo... acho que as nossas pastorais poderiam ajudar as pessoas a redescobrirem essa sede de Deus e sede de santidade, seria maravilhoso se pudéssemos encorajar uns aos outros à uma vida de oração séria, verdadeira e constante! Oremos pelas nossas pastorais, pelos coordenadores, pelos catequistas, pelos párocos e pelos orientadores espirituais!
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-1 # Nilvânia 17-01-2015 11:20
Eu sou do tipo: Se tiver dinâmica eu não vou! Ou saio a francesa, tem umas dinâmicas de grupo que são constrangedoras.
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+2 # Hilda 14-01-2015 08:30
'' Sem medo algum se amem mais!''. Gente o que é isso quanta intolerância, Ora se gosta de fazer dinâmica faça-a. Se não gosta não faça. Mas em tudo o que fizeres de graças a Deus. Eu participei de dinâmicas quando tinha uns 10 anos e para mim foi mt engrandecedor. Ora eramos crianças e precisávamos de uma linguagem mais adequada a nossa idade. Depois de adulta não tive outras dinâmicas. Mas concordo com o Cadu Sidoma em sua opinião.
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-1 # Camila Morais 21-01-2016 17:24
Por um lado, concordo contigo. Sei de gente que gosta de dinâmicas, de dancinhas, daqueles louvores de Grupo de oração, que obrigam as pessoas às vezes até a fazerem um passo de dança na frente da igreja toda... O problema é: muita gente não gosta. Na verdade, detesta. Aí as pessoas deixam de ir em eventos e encontros legais por causa de um momento de dinâmica... deixam de ir nos Grupos de oração porque serão obrigados a dançar... E você disse que fez dinâmicas quando tinha 10 ANOS. Esse post é exatamente contra dinâmicas na fase adulta, não quando se está na catequese. Criança não liga para isso, porque, como também foi dito, as dinâmicas são frequentemente infantis, o que é compatível com uma pessoa de dez anos de idade. Mas não dá certo submeter adultos à esse tipo de situação.
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-1 # Marcelo 14-01-2015 00:44
Quando ia para encontros da RCC me sentia ridículo. Sério. Aquela musiquinha, "Eu preciso de você, você precisa de mim...", me dá nos nervos, só de pensar em ter que ficar encarando a pessoa e fazendo aquela dancinha brincando de estátua. Hoje vejo que não acrescentaram nada à minha espiritualidade. O resultado percebe-se entre os colegas que se limitaram às dancinhas, e dinâmicas e não se aprofundaram na doutrina, estes só aparecem na Igreja no Batismo, Prim. Eucaristia, Crisma e quem sabe Matrimônio. As dinâmicas populares pregam tudo muito colorido e esquecem que estamos numa perseguição ferrenha à nossa fé. Dinâmicas imaturas, formam cristãos imaturos.
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-1 # Antônio Dácleo 13-01-2015 12:30
Sem comentários , meus parabéns à página , muito boa matéria ,concordo plenamente ! parabéns!
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+1 # Fabyane 12-01-2015 20:48
Pelo amor de Deus gente. Quando se trabalha com jovens e crianças, você tem que tomar atençao deles, tem que faze-los se interessar pela igreja, ser missionario, contar para as outras pessoas que nao participam o quao maravilhoso é estar na presença de Deus. E eu acredito sim que dinamicas sao importantes, nao todos os encontros, mas um ou outro para descontrair, precisamos de mais louvores e adoraçoes tbm. Ja passou a época de ficar sentado e escutando o catequista falar.
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-1 # Sidnei 13-01-2015 08:27
Fabyane, na minha época não havia dinâmica de grupo, e o conhecimento que tive em minha catequese os guardo até hoje. Se estas dinâmicas de grupo forem esporádicas, vai lá, agora se forem realizadas a todo momentos, aí já virou bagunça, e como salientou o Breno ali em cima com seu primo de 12 anos que nada sabe sobre a doutrina da Igreja pois ficaram o tempo todo fazendo dinâmicas de grupos, a coisa tá feia.
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+1 # Felipe Belloni 12-01-2015 08:30
Amo a criatividade, pois Deus é criativo. Acredito que a dinâmica tem o "poder" de dizer ou concluir a msg dita. Como pregador arrisco-me dizer como outros aqui que dinâmica sem espiritualidade é de fato uma perca de tempo, chega ser frustante para não falar outras coisas! Agora como catequista acho mais tranquilo, porém a dinâmica deve ter um fundamento claro e explicito. No meu caso exemplo, acho ótimo para gerar desejo de conhecer e se aprofundar no assunto que a dinâmica aborda, uso muito para despertar nos jovens a inquietação, a vontade de ganhar, vencer, aprender...Acredito que devo fazer isso pela necessidade de transformar a catequese hoje em um encontro com Deus e não em uma sala de aula como eles estavam acostumados. Reconheço minhas limitações e confiante em Deus recorro as dinâmicas para que elas ajudem a fazer a sua vontade e que supere minhas falhas como anunciador do seu amor, pois sou um instrumento muito limitado. Agora ao BLOG catequista sugiro um post que complemente este, de dicas, sugestões, estudo, algo assim, sobre COMO DINAMIZAR.
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-1 # Breno 11-01-2015 20:08
É triste mesmo, meu primo de 12 anos que faz catequese para a primeira eucaristia não sabia a definição de SANTIDADE/SANTOSetc... tampouco o que significa aquele "biscoitinho branco que o padre levanta na missa". Perguntei a ele o que ele aprendia na catequese e ele disse: "brincadeira e dinâmicas".
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-1 # lidiane 11-01-2015 16:07
Oque seria uma evangelização maçante. ou um jeito de falar de Jesus que cansa. Não sei ... Para mim , não lembro de nenhuma dinâmica que fiz na vida , mas lembro sim das grandes palestras de pessoas muito bem instruídas que falaram de Jesus. A juventude nos leva a agitos a moda . Quando que na verdade você descobrir sua vocação e exerce-la e muito mais exigente do que imaginamos. Dinãnica qualquer líder realiza, ja o ensinamento são pra poucos e muito poucos.
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+1 # Robert 11-01-2015 13:20
Em que pese a pertinência dos argumentos colocados no artigo, acho que o cerne da questão se dá na falta de uma pedagogia eficiente. Por mais que o formador tenha mais conhecimento que o ouvinte em determinado assunto ele quase nunca faz uma apresentação mais aberta a contribuição deles. Sempre um fala 50 minutos e o outro fica (dormindo, ops...) calado escutando. A falta de dinâmica não é a falta de um joguinho, e sim utilizar técnicas de facilitadores. Vamos aprender técnicas fora da igreja, pessoal? O que não faltam é material na internet para aprender.
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-1 # Davi 11-01-2015 12:25
É imenso o legado cultural da Igreja, principalmente no campo da evagilizacao, por isto acho uma humilhação usar este tipo de idiotice. Os idiotas que usam este tipo de bobagem não fazem parte da mesma igreja dos grandes doutores do catolicismo. Por isto que os "católicos" estão tão covardes e ignorantes.
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-1 # Monica 25-07-2014 09:57
Nossa, me encontrei nesse post... sou catequista há 13 anos e praticamente nao uso dinâmicas justamente por achar a moral da historia muito vazia... muito tonto... sem fundamento... nossa e nao encontrava ninguem que concordava comigo rsrsrs
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0 # Henrique Lima 12-07-2014 01:36
Assino embaixo. Dinâmica é coisa para idiota. Só não concordo que há experiências bem-sucedidas. Não consigo imaginar como aquelas patacoadas podem ser bem-sucedidas. Só se for do ponto de vista do divertimento, da interação social, do riso. Mas da evangelização? Da transmissão do conteúdo da fé? Quais são essas experiências?
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0 # Luís Felipe 10-01-2014 13:14
Sou formado em psicologia e já participei de inúmeros trabalhos com jovens e preciso deixar claro que ao lidar com jovens e adolescentes, o trabalho vivencial é tão importante quanto a catequese. O objetivo dessas dinâmicas, muito mais do que deixar uma moral da história, é levar o participante a experimentar na prática tudo aquilo que ele ouve na teoria, pois não adianta sair de uma palestra de amor aos irmãos e rachar a canela de um atacante numa dividida 20 minutos depois. Além do mais, tais atividades também servem para trazer à tona sentimentos e atitudes que podem ser trabalhados no grupo, ajudando assim na abordagem de questões humanas. Concordo plenamente que muitas vezes as dinâmicas são bobas e só servem para dar lições de moral óbvias, mas acredito que o problema aí não está nas dinâmicas, mas nas lideranças. É uma pena que nem todas tenham maturidade suficiente para entender o objetivo de usar uma técnica de dinâmica de grupo (que é algo muito sério, e com embasamento teórico), pois líderes bobos fazem dinâmicas bobas, palestras bobas, músicas bobas... Além do mais é necessário muito cuidado para não atribuirmos como regra geral uma questão de gosto pessoal… Tem gente aqui que não gosta de participar de dinâmica e parece querer impor isso aos outros…
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0 # Angelica 25-02-2017 11:35
Parabéns pelo comentário! Amo fazer dinâmica no grupo da igreja que participo ( comunidade católica shalom), tenho duas irmãs evangélicase tb fazem dinâmica no seus encontros, as vezes trocamos informações e é muito engrandecedor.
Gostaria de algumas dicas de dinâmicas para uma turma de jovens da minha rua, a maioria nem vão a igreja e tem dificuldade no convívio com os pais.
Agradeço desde já,

Um abraço que Deus te abençoe.
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0 # A Catequista 10-01-2014 13:31
Tem razão, Luís. Como dissemos, "As dinâmicas de grupo, quando selecionadas e aplicadas de forma inteligente, podem até ser úteis para o trabalho de evangelização". Cito uma interessante: em um grupo jovem que eu participava, o padre propôs que os jovens grudassem o nariz em um quadro, e assim tentassem observar a gravura. Obviamente, não se enxergava muita coisa... Depois, ele disse que no namoro é assim: os jovens acham que ama mais quem fica muito grudado no outro. Mas a verdade é que, para entender e amar o outro de verdade, é preciso certo distanciamento, e não priorizar o "grude", rsrs. Aquilo ficou na memória.
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0 # Jotacê 10-09-2013 17:52
Se eu entro para um curso de catequese e começam com essas estorinhas de "dinâmica" e "interação", EU PULO FORA NA HORA. Catequese é coisa séria, do modo como é feita pelo Pe. Paulo Ricardo em seus magníficos cursos, ou de forma um pouco mais jovial e descontraída, como neste blog. Como diria o Ratinho, VÁ DINAMIZAR COM O CAPETA!
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0 # Lc 31-08-2013 03:31
Acima falaram sobre o "Abraço da paz". Eu gosto de cumprimentar as pessoas, gosto. Mas me incomodo é com o momento que ocorre. Como alguém citou, quero rezar o Cordeiro de forma contrita, mas ainda tem gente falando alto ou, pior, me cutucando para dar a paz, rs... E quando é missa de 7º Dia e o pessoal resolve dar os pêsames para a família do morto? Fica aquela fila enooorme, celebração parada, kkkkk
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0 # Cícero 22-06-2013 15:35
Precisamos de muitos recursos na evangelização. O conceito de dinâmica tem espaço para descontrair o encontro, para trocar gestos de amizade( pois não devemos esquecer que os primeiros cristãos viviam uma comunidade de partilha e união). Decididamente, o orgulho e a arrogância não combinam com a vida pastoral.Onde há amor, até uma gota de orvalho torna-se maravilhosa.
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0 # Bruno 20-02-2013 17:09
Olá! cheguei bastante atrasado mas me interessei pelo tema. Sou Animador de grupo jovem, concordo que existem dinâmicas que não produzem nada, mas a Pergunta é: O que fazer para tornar um grupo Jovem Divertido e ao mesmo tempo espiritual? Confesso que não tenho ideias para o Grupo Jovem,vcs poderiam me ajudar? O que seria uma reunião realmente proveitosa? como fazer essa reunião?
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0 # A Catequista 21-02-2013 17:05
Oi, Bruno! Não temos aqui a menor pretensão de propor um "modelo-padrão" para os grupos jovens, um formato ideal. Afinal, há uma grande diversidade de carismas. Bem, mas posso te dar algumas sugestões. O grupo que eu participava quando adolescente era muito animado, ao menos na abertura dos encontros semanais. O coordenador sempre propunha que cantássemos músicas não-religiosas, pop, MPB... (nacionais e internacionais), mas que tinham alguma mensagem edificante, algo que poderíamos refletir a partir da mensagem cristã. Então, depois de cantar, a gente discutia a letra da música, à luz fa fé cristã. Muitas vezes, cantávamos músicas que envolviam dança, mas ficava bem claro que a intenção era descontrair mesmo, ninguém forçava a barra para dizer que aquilo era "espiritualmente edificante" ou coisa assim. Bem, após essa cantoria inicial, que tinha o incrível efeito de ajudar a aproximar as pessoas, a gente entrava na parte "séria" do encontro. Aí não tinha firula, não tinha recursos para "ficar divertido", nada disso. Líamos um texto que nos ajudava a entender a Palavra de Deus, e discutíamos sobre ele, sempre orientados pelo coordenador, que era um sacerdote. A palavra de Deus é fascinante e interessa aos jovens. É preciso comunicá-la de forma clara e atraente, de acordo com o contexto de vida dos jovens. Mas isso não precisa, necessariamente, ser feito de um modo "divertido". E o fato de não ser divertido não quer dizer que não seja interessante. Por último, para que a reunião seja realmente proveitosa, é preciso que o grupo tenha uma identidade clara, uma metodologia bem estruturada. É fundamental que os textos trabalhados no grupo sejam relevantes, tenham profundidade. Jovem não é retardado, não precisa ficar só no raso porque a pessoa é jovem. Aqui no blog, tem um artigo sobre grupos jovens: Grupos Jovens: servindo à Igreja em harmonia com o pároco, sem desafinar component/k2/item/8277 Não sei se te ajudei muito com esta resposta... Acho que é algo que a gente mostra mais na prática do que na teoria.
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0 # Ligia 31-12-2012 17:06
Eu tenho horror a dinãmicas de grupo de qq espécie, mas respeito quem a faz de forma mais objetiva e centrada. Excelente o "post!... eu tenho respeito por TODOS os movimentos da Igreja, mas na Renovaçao tem essa mania ... "diga para seu irmão do lado"... ai, isso dói os cílios postiços, sabe... aí tem gente da TL que faz das dinãmicas de grupo da Igreja um encontro de funcionários de uma empresa.... bom senso gente, é isso que precisamos e que o artigo fala.
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0 # debora 16-08-2012 11:03
ok, concordo que dinâmicas toscas não evangelizam ninguém, mas numa catequese para crianças de 10 anos que não conseguem ficar paradas 1 minuto é muito difícil criar dinâmicas tão boas sempre.O que fazer então para dar uma boa catequese sem ridicularizar os conteúdos e ficar só em dinâmicas fracas que não ensinam nada?
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0 # rodrigo 02-08-2012 13:13
Se eu quiser fazer dinamicas em grupo, me inscrevo em uma vaga de estágio. Pra mim esse negocio de dinamica, é só uma forma de deixar a catequese ainda com mais cara de "aula de religião do ensino fundamental", e acabar ainda mais com a credibilidade do catequista na cabeça da gurizada. E até onde me lembro, tirando matar tempo, aula de religião nunca serviu pra nada, imitar aquilo não tem muito sentido. Se isso chama atenção, se "deixa lembrança"? Claro, eu me lembro até hoje. Agora me pergunta se eu lembro o motivo daquilo ou se eu "fiquei muito interessado" na catequese porque me mandaram trocar de sapatos com sei lá quem.
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0 # Rafael Rosa 01-08-2012 16:33
NA VERDADE A DINÂMICA ELA É UM PEQUENO PETISCO PARA AGUÇAR O GRANDE PRATO USANDO COM EXEMPLO UM JANTAR, A DINÂMICA É FORMA DE SE DIZER O QUE VÊM DAQUI A POUCO É MUITO MELHOR ²
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0 # Rafael Rosa 01-08-2012 16:26
Tava aqui maravilhado com o site, achando tudo lindo, até me deparar com esse texto. Desculpa moça, não sei sua experiência com dinâmicas, mas é lamentável ler o que você escreveu. Já participei de encontros de evangelização com palestras, mil palestras, e nenhuma, NENHUMA dinâmica e sabe o que eu senti: sono! A propaganda que nos tem sido oferecida anti Igreja funciona por um motivo: é atraente. Eles nos vendem esses valores com jovens bonitos e mulheres semi-nuas. Com músicas chicletes, e coreografias que são com certeza um atentado a nossa inteligência (que o digam as atuais onomatopéias que tomaram conta da "música" brasileira). E não, ninguém sobe no pulpito pra pregar esse contra-valores por horas sem fim. Dinâmicas podem abrir espaço para verdadeiras e profundas discussões a respeito dos mais variados temas, podem te desinstalar, e até te tirar da cadeira (literalmente) diante de injustiças e heresias. Podem elevar a um outro nível qualquer discussão, elas são capazes de tornar um encontro mais atraente, e envolver mais os participantes naquilo que está sendo colocado. O fato de a dinâmica ser simples pra mim, se compara aos métodos do próprio Jesus com suas parábolas: coisas simples, que se conectam diretamente as verdades eternas... Acho que as dinâmicas nos ajudam a saborear melhor aquilo que Deus coloca pra nós, e podem ser a abertura para momentos de oração, pregação, kerigma, pragma, mistagogia e por aí vai... Desculpa mas texto profundamente infame, o fato de alguém não saber usar uma serra elétrica pra cortar uma árvore, pode fazer com que ela pareça menos eficiente do que um serrote. Mas a realidade é bem diferente, vejamos além... Corremos o risco de nos achar prontos demais e crescidos demais, enquanto somos verdadeiras crianças diante das verdades eternas, portanto assumamos nossa posição de crianças: sujemos nossas mãos de carvão, sopremos bolinhas, amarremos barbantes, pulemos das cadeiras, vendemos os nossos olhos... se não por nós mesmos, por caridade com quem ainda não se liga nos temas da Igreja! Quem sabe assim, descobrimos que somos pequenos, poderemos então mergulhar em outra verdade eterna: só entra no Reino dos céus que for como criança! E por favor, não confundam os dias atuais e seus desafios com os tempos dos apóstolos e mártires. A pregação da palavra AINDA É o método mais eficaz de se transmitir a palavra, afinal a conversão vem pelo ouvir a palavra, dizia São Pedro. Mas vamos concordar com alguns pontos: O mundo barulhento de hoje simplesmente NÃO sabe ouvir, NÃO está preparado para o evangelho de Jesus Cristo. As dinâmicas chamam a atenção, e por mais que pareçam vazias num primeiro momento, são eficazes em especial para atrair quem não tá ligado na questão ainda, e podem inclusive, preparar o coração para uma pregação eficaz e profunda, e isso em especial para jovens. Eu hoje com 25 anos, participo de retiros com pregação, oração pessoal e silêncio. Mas aos 15 isso com certeza seria impensável. Vamos respeitar os tempos de cada um, e parar de simplesmente criticar métodos porque VOCÊ não gosta, isso na minha terra tem outro nome: egoísmo!
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0 # Jotacê 25-04-2014 16:50
Rafael Rosa: "Vamos respeitar os tempos de cada um, e parar de simplesmente criticar métodos porque VOCÊ não gosta, isso na minha terra tem outro nome: egoísmo!" *** Atrasado, mas bem atrasado, posso lhe dizer o seguinte, Rafael - você fez exatamente isso durante sua defesa das dinâmicas: foi egoísta. Você pode não gostar de palestras e sentir sono durante elas, mas daí a achar que por conta disso o mundo todo vai ter que passar a achar as intragáveis e chatíssimas dinâmicas como um presente dos Céus, vai uma distância enorme. Se você gosta dessas atividades, tudo bem; se você tem preguiça mental para acompanhar palestras, tudo bem; mas não queira julgar os outros por si mesmo. Eu, por exemplo, posso passar horas ouvindo as palestras do Paulo Ricardo, sem ter um pingo de sono. Agora, se isso lhe dá tédio, vá dinamizar, vá fazer atividades, vá disputar uma maratona, mas, por favor: NÃO ME CHAME! E não venha dizer que essa jabuticaba chamada "dinâmica" é uma boa coisa, POIS NÃO É.
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0 # Cadu Sindona 01-08-2012 18:01
Rafael como eu já disse nos comentários sou sim a favor das dinâmicas mas é importante que a PREGAÇÃO/CATEQUESE NÃO SE BASEIE NAS DINÂMICAS mas sejam incrementadas por elas. Concordo plenamente que tem dinâmicas que nos ensinam muito e que valem muito a pena porém tenhamos calma e não troquemos acusações. A cada um Deus fala pessomente e é sim fato que as dinâmicas podem sim ser um meio de Deus nos falar como pessoa, da mesma forma como na Palavra, no Catecismo ou na Patrística, Cristo Senhor nos ensina do nosso modo de aprender e isso mostra o amor incondicional e pessoal do nosso Senhor.
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0 # Rafael Rosa 01-08-2012 23:31
"A cada um Deus fala pessomente e é sim fato que as dinâmicas podem sim ser um meio de Deus nos falar como pessoa, da mesma forma como na Palavra, no Catecismo ou na Patrística, Cristo Senhor nos ensina do nosso modo de aprender e isso mostra o amor incondicional e pessoal do nosso Senhor." reproduzi o que você escreveu para reforçar uma coisa: a dinâmica NÃO substitui um estudo mais aprofundado, e deve ser usada enquanto auxilie o aprofundamento da fé, se atrapalha, ou rouba o brilho: melhor não! Sem contar que a etapa de crescimento na fé e a idade biológica, precisam ser respeitadas... E o que eu pedi foi justamente para que essa critica não desanime quem trabalha com dinâmicas, porque a muitos ela ajuda, e se atrapalha a outros,acho que cabe o respeito com a etapa do irmão: isso é caridade!
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0 # Cadu Sindona 02-08-2012 15:12
Concordo plenamente Rafael é extamente por isso que não desprezo as dinâmicas mas o fato é que o estudo é INSUBISTITUIVEL na formação de um católico. As dinâmicas não devem ultrapassar os 10% da catequese mas não sou rechaçador total das mesmas não.
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0 # André 01-08-2012 23:14
Entrando nessa discussão, sou TOTALMENTE CONTRA AS DINÂMICAS! TODAS ELAS (sim, fui absolutista, não há exceções) são extremamente infantis e incondizentes com o contexto de catequese do Crisma, talvez elas façam muitos jovens acharem que Igreja só é lugar de quem está nos dois extremos da pirâmide etária. Além do mais, MUITAS DELAS são extremamente clichês e previsíveis (como a do espelho dentro da caixa, a da "pedra, giz e esponja" e a dos recadinhos e fotos de familiares dentro do envelope). Como se não bastasse, ALGUMAS DELAS chegam ao tresloucamento de serem sacrílegas!!! Só pra dar um exemplo, no tempo do meu crisma (aliás, pior ano da minha vida considerando meu relacionamento com a Igreja, quando eu for Papa vou autorizar "ex cathedra" que os jovens que passarem numa prova discursiva sobre Doutrina fiquem isentos da preparação pré-sacramento), os catequistas propuseram isso: passava um crucifixo de mão em mão e cada um beijava uma parte do corpo de Cristo e justificava a escolha. Lindo né? No final, cada pessoa beijava no coleguinha de trás na mesma parte do corpo que o tinha feito a Cristo... VOCÊS ESTÃO IMAGINANDO ADOLESCENTES SE BEIJANDO NA BOCA, PÉS, NUCAS, SOVACOS E PEITOS EM PLENO SALÃO PAROQUIAL? ESTÃO?????
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0 # Rafael Rosa 01-08-2012 23:56
André... eu sou contra excessos de qualquer espécie, de verdade (e nisso sou extremista - até pra ser um pouco contraditório faz parte)! Mas na minha experiência como crismando, tive uma preparação rápida e eficaz, foram 3 meses, cada semana uma palestra com uma pessoa diferente, sobre um assunto que importava e fim de papo. O mais interessante e que uma boa porcentagem das pessoas que crismaram comigo hoje estão ativas na comunidade, ou pelo menos são católicas MESMO! Na minha experiência como catequista, fui percebendo que no início ter uma dinâmica ajudava muito os meninos a se entrosarem mais, a perderem a timidez, e a se expressarem dando a sua opinião sobre os temas. Mais pro final,a crisma acabou se tornando mais um bate-papo e as dinâmicas foram ficando cada vez mais escassas, ocupando cada vez menos espaço, e por fim desaparecendo. No final restavam longas conversas (algumas de mais de duas horas) sobre doutrina da Igreja. Outra coisa que foi percebida também, foi que este interesse pela doutrina aumentou ainda mais, após um retiro de fim de semana (sexta, sábado e domingo) LOTADO de dinâmicas (todas muito bem aplicadas diga-se de passagem, e que nada mais são do que um preparo para o que eu considero o suprassumo do retiro, os momentos de Leitura Orante da Bíblia, e a Adoração ao Santíssimo Sacramento com um momento de completo silêncio)! Sendo assim considero que tudo tem o seu tempo e seu momento, graças ao bom uso (considero eu) que fizemos das dinâmicas e a outros recursos que também usamos (mas que não vem ao caso) Deus proveu que todos perseverassem mesmo após terem recebido o sacramento. Por isso... sou sim um defensor das dinâmicas! Porque o problema de má aplicação se resume a tudo: uma pregação mal preparada, um estudo mal dirigido, uma oração sem coração são tão vazias quanto dinâmicas. Todos enchem os corações de ar...
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0 # Cibeli de Salles 18-06-2012 22:54
Nossa, até que enfim alguém expressou o que eu sempre senti a respeito disso! Puts! Concordo totalmente, mesmo qdo ainda criança já achava uma patetice sem motivo e nem fim! Faz tempos que não vejo isso em minha paróquia, não sei se esqueceram desses "métodos" ou se eu é que me distanciei desses ambientes vazios...
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0 # Marcos Marinho 30-05-2012 15:34
E pra alguém aí que chamou a evangelização padrão de 'maçante', há uma boa probabilidade de você estar falando da pregação dos apóstolos e mártires, então tomem cuidado! Nem todo mundo gosta dessas coisas por demais 'inovadoras'. Na verdade, quase ninguém...
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0 # edna costa de andrade ziliani 29-05-2012 16:22
Concordo com você. Já fui catequista e não usei dinâmica nenhuma, a não ser mostrar, no dia a dia, como se vive com Jesus. Um "porém" ao seu site >>> não tem como compartilhar via e-mails. Fiquei triste por não poder fazê-lo.
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0 # A Catequista 29-05-2012 20:05
Edna, obrigada pelo seu comentário! O Catequista (Alexandre) é quem entende destas coisas relativas à configuração do site. Vou repassar a ele esta questão do compartilhamento via emails.
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0 # Rafael Cresci 29-05-2012 14:05
Vivi, cheguei até a pensar, ao ver o headline no meu feed reader, que vc estava retransmitindo o artigo do Ramalhete sobre o tema. Vi que vc foi a fundo, e sugiro a leitura do artigo dele (que tem uns 10 anos ou mais), aqui: http://www.hsjonline.com/2011/02/socorro-tem-uma-dinamica-atras-de-mim.html
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0 # A Catequista 29-05-2012 14:17
Oi, Rafael! Eu já conhecia este artigo, muito bom. E o título é impagável, rsrs. Obrigada!
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0 # Aline 14-05-2012 18:28
Eu concordo! O post expôs muito bem o assunto. Eu participei de um acampamento juvenil da igreja, onde fiquei 5 dias fora de casa. Passei por vários desafios dentro de uma mata, e fora ( da mata), com muitas dinâmicas com danicinhas, agarrações, chororô e sentimentalismo ao extremo, mas... o Evangelho mesmo, real e verdadeiro, eu não vi... pode até ser que tenha tido em alguns momentos, mas ali parecia estar mesmo para diversão e amizades, do que para conhecer a doutrina da Santa Igreja ( que é essencial) e ser levada a Cristo. Não teve um momento sequer dedicado ao terço, a oração silenciosa... teve sim, festa junina, com direito a quentão e sertanejo universitário. Sinceramente, eu gostei de algumas coisas e fui contaminada pelo sentimentalismo passageiro. Depois de alguns meses, todo o fervor vivido lá dentro foi passando, e o que deveria ter servido pra me levar à Santa Igreja, acabou no esquecimento. Sabe o que realmente me levou a Jesus? A internet, as vídeo-aulas do Pe Paulo Ricardo e os posts de pessoas que usam o facebbok pra evangelizar. Ali fiz amigos, compreendi o valor da Santa Missa, o respeito à Sagrada Litúrgia e nasceu em mim um desejo insaciável de conhecer a Doutrina da Igreja e viver estes ensinamentos, que pra mim é um dever dos católicos. Não gosto de dinâmicas, pode até ser que, algumas, realmente sirvam pra evangelizar, desde que usadas com bom senso, no lugar certo e sem excessos. Parabéns O Catequista!
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0 # ZENAIDE CRISTIANE NOGUEIRA DA SILVA E SOUZA 07-05-2012 18:33
EU CONCORDO E DISCORDO , VOCÊ QUERIDO IRMÃO SIM PORQUE TODOS SOMOS FILHOS DO MESMO PAÍ , VEJA BEM AS DINÂMICAS PRECISAM DE VERDADE A MAIORIA DELAS SEREM TRANSFORMADAS , MELHORADAS , COMO VOCÊ MESMO DISSE O MUNDO ESTÁ EM EVOLUÇÃO , TALVEZ A INTENÇÃO DE ALGUNS SEJA BOA , MAIS LHE FALTA ENTENDIMENTO E ESCLARENCIMENTO SOBRE MOMENTOS ATUAIS, COMO VOCÊ MESMO FALOU , MAIS NÃO PODEMOS DE FORMA ALGUMA DIZER , TOTALMENTE CÉU OU TOTALMENTE INFERNO, AFINAL SOMOS MENTES DIFRENTE , NENHUMÍGUAL AO OUTRO , HISTÓRIAS DIFERENTES VIVENCIA TAMBÉM , NÃO PODEMOS FALAR E A FIRMA SOBRE O CÉU OU FAZER O MESMO COM INFERNO SE NÃO CONHECEMOS OS DOIS, NÃO PODEMOS GENERALIZAR, MAIS SIM MELHORAR COM CRITICAS COMO A SUA QUE PODE FAZER UMA DINÂMICA SIMPLES MAIS MUITO BEM COLOCADA FAZER REPENSAR EM SEUS CONCEITOS FINAIS, SEI QUE NÃOTEVE BOA EXPERIENCIAS CO RELAÇÃO A MESMA , MAIS TUDO DE VERDADE TUDO PODE SER TRANSFORMADO E MELHORADO , DIGO ISSO PORQUE USO DINÂMICAS A MUITO TEMPO EM TIPOS DE GRUPOS DIFRENTE, CONDIÇÃO SOCIAL DIFRENTES , COM ADULTOS CRIANÇAS E ATÉ IDOSOS E DE VERDADE NUNCA TIVE SITUAÇÕES DIFICIES , O RETORNO FOI SEMPRE CEM POR CENTO , ENTÃO NÃO POSSO ESTA AO SEU LADO CARO IRMÃO NESTE SEU CONCEITO, AGORA CLARO EU SEMPRE TIVE A SENSIBILIDADE DE SABER SE ESTOU SENDO RECEPTIVA OU NÃO PORQUE SE NÃO OU NÃO FAÇO OU MUDO DE DINÂMICA E NA VERDADE A DINÂMICA ELA É UM PEQUENO PETISCO PARA AGUÇAR O GRANDE PRATO USANDO COM EXEMPLO UM JANTAR, A DINÂMICA É FORMA DE SE DIZER O QUE VÊM DAQUI A POUCO É MUITO MELHOR, SE NÃO CHEGARMOS A DISPERTAR ISSO ENTÃO CARO IRMÃO É MELHOR NEM COLOCARMOS A MESA COMO VOCÊ MESMO FALOU , MUITA DAS VEZES O MELHOR É SAIR DE FININHO PARA QUE O ESTRAGO SEJA MENOR POSSIVEL. MAIS FALO EM NOME DE TODOS OS BONS , QUE TENTAM COM AS DINAMICAS MELHORAR O APRENDIZADO , OBRIGADA POR SUAS CRITICAS !!!!!!!
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0 # Leniéverson Azeredo 17-02-2012 11:53
Viviane e Alexandre, esse post é muito interessante pq chama atenção de como nós devemos catequisar, mas creio que quando se trata de crianças deve-se fazer coisas apropriadas a elas, quando é para pré-adolescentes, adolescentes, crismandos, para namorados, casais, e, idosos deve-se fazer coisas, também apropriadas, no entanto, acredito certas dinamicas mais "animadinhas", mas com parcimônia. Ontem, dia 16/2, estava discutindo com algumas pessoas num grupo no MSN, sobre o texto de Hb 5, 11-14, que fala sobre a necessidade de catequese sólida e para o fato do direito de receber a catequese sólida, mas é preciso que as dinâmicas, na Igreja, sejam capazes de ensinar, propagar e disseminar a doutrina sólida.Hoje em dia, se vê em muitos lugares, pessoas que tem medo de fazer isso, consideram um tabu.Eu não sei pq, talvez pq tem medo de ser chamado de radicais, homofóbicos, entre outros.Mas eu tenho esperança de que coisas irão melhorar.Um abraço!
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0 # Cadu Sindona 15-12-2011 17:12
Alê perfeito! Isso é exatamente oq precisamos fazer. As dinâmicas precisam mesmo serem direcionadas para a Catequização, sem ficar amolando. Sabe o problema é q pra executá-las com proveito é necessário espaço, preparo e acima de tudo formaçao. 10% nada mais com certeza!
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0 # O Catequista 15-12-2011 09:02
Vou comentar atrasado porque estava imerso no trabalho... agora que estou voltando e lendo tudo! Lucas seu testemunho é absolutamente perfeito e Cadu, você deu a medida certa do uso das dinâmicas. Tem duas coisas que me preocupam muito no uso das dinâmicas. A primeira é que ela ensine algo que faça sentido do ponto de vista da CATEQUESE. Não adianta ela ensinar a ser um bom cidadão... isso outros podem ensinar. Nós temos é que catequizar. Não podemos gastar tempo a toa. E a segunda coisa tem justamente a ver com o tempo. Vou citar o Cadu do jeito que ele falou: "... não é proveitoso ficar nas dinâmicas mais de 10% da formação...". Verdade absoluta! Já vi dinâmicas que gastam 30 minutos e as vezes uma hora só pra ensinar um conceito simples que poderia ter sido falado em 5 minutos. Fechar os olhos para a técnica das dinâmicas é besteira. Mas é preciso escolher bem os pontos onde elas serão aplicadas e focá-las na catequese. Acho que essa é a receita do sucesso. Abraços!
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0 # Cadu Sindona 14-12-2011 17:15
Fantástico Vivi, nota 10! Agora ficou absolutamente claro tudin. O Pe Paulo é um caso interessantísimo pq como vc disse nao faz nada disso mas é um arauto da Catequese plena de nossos dias. Como um "leitor premium" kkk, eu tbm dou o já dito conselho de nossos amigos q postaram suas opinioes aqui, não vale a pena e ñ é proveitoso ficar nas dinamicas mais de 10% da formação, mas é sim um jeito proveitoso de Evangelizar.
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0 # Anizio Filho 14-12-2011 13:27
Faço minhas as palavras do Deiber! Uma catequese baseada em dinâmicas torna-se vazia, toma um ethos artificial. Porém não devem ser totalmente extirpadas dos encontros, mas deveriam apenas, ter seu uso mais restrito a momentos específicos quando realmente necessário. Se não vira "ôba-ôba"
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0 # Cadu Sindona 14-12-2011 08:50
Esse post é polêmico mesmo... Eu falei pra Vivi no twitter, q pra mim essa visão das dinâmicas era meio "egoista" (disse tbm q me perdoasse pela palavra q usei mas ñ havia encotrado outra pra expressar oq eu pensara), e eu continuo com essa visão. Acho q pensando bem, aki a Vivi expressou um "trauma" do tempo de adolescente, q ficou na lembrança. Vivi, me perdoe pelos termos q usei mas acredito q vale a pena perguntar se o quadro q montei se encaixa naquele momento em q aconteceu o tal retiro q t deixou constrangida. Vc naquela epoca tinha uma formaçao bem solida da doutrina e da fé? Ou vc era so tímida msmo? É natural tdo mundo ñ fica confortavel em fazer algo diferente com alguem estranho.
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0 # A Catequista 14-12-2011 15:08
Cadu, não há problema algum em este post ser polêmico, já que não estamos falando de nenhuma doutrina infalível da Igreja. Então, uns tiveram experiências positivas com dinâmicas, como é o seu caso e o da Thais, ok (lembrando que a Thais tb já experimentou antes o lado tosco das dinâmicas). No post, nos citamos a possibilidade das dinâmicas serem utilizadas com bom proveito. O problema é que na maioria esmagadora das vezes as dinâmicas são utilizadas de modo boçal, sem nenhum proveito para a espiritualidade dos participantes. A tal atividade que participei era um encontro de formação da Pastoral da Juventude. Uma das surpresinhas foi esse tal workshop de dinâmicas, uma verdadeira desgraça. Começou com um cara simulando um ataque histérico, chorando convulsivamente... Aí depois todo o mundo ficou sabendo que era encenação, só pra motivar a discussão de como agir se alguém der um piti em uma reunião de um de nossos grupos. Que meda! Não, nessa época eu não era tímida, já era sem-vergonha (no bom sentido rs) e já trabalhava como auxiliar de catequese. Só não tinha saco pra coisas estúpidas e inúteis, especialmente quando envolvem a minha fé. O meu problema não é com brincadeiras, jogos, nada disso. Quando adolescente, o grupo que eu frequentava tinha tudo isso, mas na hora certa (e eu era das mais animadas). Eram momentos de pura descontração, sem a menor pretensão de ensinar nada, era só pra zoar juntos mesmo. Hora de descontrair é hora de descontrair, hora de formação é hora de formação. Não dá pra transformar o Evangelho numa coisa assim tão superficial, tão rasa como acontece na maioria das dinâmicas. Não dá pra transformar a espiritualidade da Igreja num circo, no desespero de agarrar os jovens. Taí o Pe. Paulo Ricardo, que não canta, não dança, não rebola, não faz dinâmica, não tem pinta de padre-galã... Mas é um sacerdote de verdade, que sabe se comunicar bem demais com os jovens. E toda a sua atração reside na sua fé e na sua ortodoxia. É só deixar Cristo agir e falar. Simples assim.
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0 # Lucas Duarte 14-12-2011 02:16
Achei o post bem oportuno, muitas vezes o catequista na intenção de tornar os encontros mais agradáveis adota dinâmicas e brincadeiras, o problema está que dependendo da dinâmica adotada acaba fugindo totalmente do foco. Eu mesmo quando comecei a dar catequese fiz muito isso e no final acabaram se tornando apenas um passatempo. Mas se for uma boa dinâmica ajuda muito sim, no início com a minha atual turma de crisma adotei dinâmicas (mas as inteligentes)pois os catequizandos já saiam de casa com a ideia de "catequese chata" e era visível que o último lugar que eles queriam estar era ali na catequese. Depois com as dinâmicas consegui quebrar essa ideia de catequese chata e a partir daí com a confiança deles fui trabalhando melhor os temas propostos para os encontros. Mas lembrado foram dinâmicas bem elaboradas, estudadas e com o objetivo traçado, foi um plano que acabou dando certo pois do jeito que estava não iríamos a lugar nenhum. Mas o meu estoque de boas dinâmicas é pequena e até tenho procurado novas dinâmicas, já vi muitas em vários livros e realmente encontrei poucas que servem. São pouquíssimas as boas dinâmicas mesmo. E temos que cuidar se uma dinâmica ou brincadeira possa constranger alguém mais tímido. Olha que eu já deixei de participar de um grupo de jovens justamente por me sentir constrangido devido a certas brincadeirinhas nada a ver e as danças (com cada gesto) que olha, acho que ser um bom dançarino era pré-requisito para participar de um grupo assim... A questão é saber dosar, utilizar formas de tornar o encontro mais legal mas jamais perder o foco. Essa é uma habilidade que um catequista precisa desenvolver.
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0 # A Catequista 14-12-2011 15:27
Lucas, o seu testemunho aqui foi bastante esclarecedor, enriqueceu muito a reflexão. Assino embaixo.
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0 # Paulo Ricardo 13-12-2011 15:37
Qual o nome do livro Herberth?
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0 # Alberto Travassos 13-12-2011 15:17
Obrigado Viviane pelo esclarecimento.
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0 # Herberth Silva Acioli 13-12-2011 14:45
Não acreditei quando vi este post! Eu estou exatamente agora à procura de dinâmicas para o meu grupo!!! É incrível como é difícil achar alguma coisa que faça sentido realmente. Um padre finalmente me falou de um livro muito bom sobre dinâmicas e pediu para eu comprar. Já fui em quase todas livrarias da cidade e não encontrei!!! Concordo totalmente com o Cadu, um grupo com dinâmicas torna-se bem mais atrativo. O meu que o diga. Passei um tempo indo nessa idéia de que dinâmica é coisa pra criancinha e começamos a esvaziar o grupo. Agora, o problema é que não é todo tipo de dinâmica que surte o efeito esperado. A maioria que vemos por aí é realmente muito bestinha!!!! Enfim se alguém puder me ajudar, eu agradeço!!!
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0 # Alberto Travassos 13-12-2011 13:03
Viviane, Dizer Jesus te Ama nunca será algo inútil. Conheço muitas pessoas que abriram seu coração depois de escutar, Jesus te ama inclusive eu. Não sabia o que era amor verdadeiro, andava sem rumo e um irmão me falou desse amor que mudou minha vida. Só esse Amor cura, liberta e nos Salve. Para mim valeu minha vida ouvir Jesus te Ama. Sei que muitos não dão a mínima mas não posso deixar de anunciar esse amor. Quisera eu ter a coragem e o tempo de anunciar esse amor. Deus abençoe a todos!
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0 # A Catequista 13-12-2011 13:17
"Dizer Jesus te Ama nunca será algo inútil." Tem razão total, Alberto. Porém, esse anúncio do amor incomparável de Cristo deve ser feito de forma natural, espontânea, e não forçado artificialmente por uma dinâmica bobinha. Aí perde até a credibilidade... Estamos nos referindo àquelas situações em que vc tá lá em um grupo, aí chega o responsável e manda vc falar pra pessoa do lado: "Jesus te ama". Já fui obrigada a fazer isso com muito constrangimento, numa época em que eu nem sabia direito quem era Jesus. Virei pro cara do lado e disse o que me mandaram, com um sorriso amarelo e sem a menor convicção...
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0 # Daiane 07-06-2013 00:46
rs.. tbm acho suuuper desconfortável ficar repetindo aquelas coisas pra pessoa do lado, msm que tenha um sentido e tal, geralmente é mecânico.. Não entendo porque tem pregadores que colocam uma dinâmica super jujuba no meio da pregação.. pra que?? e geralmente é pra passar coisas ÓBVIAS..
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0 # Cadu Sindona 13-12-2011 12:24
Vivi, concordo com vc. Na maioria das vezes pode nao dar certo, mas nao devemos abolir as dinâmicas não.; quanto ao abraço acho q o Alê da um jeito no cara kkkk. Paulao acho melhor continuar mesmo a pelota. Vamos discutir e nao vamos chegar em acordo nenhum. Continuo com meu respeito e admiraçao pela sua opinião mesmo não concordando com ela.
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0 # Paulo Ricardo 13-12-2011 12:14
Sua opinião é da Igreja? Que legal! Tô excomungado então? Não sou o único católico que acha o Vaticano II um desastre. Quem me conhece sabe que a paz de Cristo é o momento mais tormentoso para mim durante a Missa, que São Francisco me ajude. Não quero apertos de não, não quero falsa irmandade, quero Jesus, e somente penso em São Francisco nessas horas. Sou conservador sim e daí? E quer saber do que mais? Continue fazendo suas dinâmicas e seja feliz, você deu sua opinião e eu dei a minha. Só não me chame. Siga la pelota.
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0 # Daiane 07-06-2013 00:41
no caso é opcional fazer ou não a paz de cristo, fica na decisão do padre, por esse motivo msm..por deixar as pessoas dispersas do grande ápice que está acontecendo no altar, a eucaristia, pois tem que ser levado muito s sério esse sacrifício que acontece..
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0 # Fernand 05-05-2013 01:26
Gente, eu sou "normal"!!!!!!!! kkkkkkk Achei que eu era o ÚNICO ser no mundo inteiro que não gostava da Paz de Cristo!!! kkkkkk Meu Deus, é o fim de falsidade e falsa irmandade mesmo, ainda mais num momento que eu vejo como essencial na missa, logo após ter acabado a liturgia eucarística, acho que deveríamos manter o máximo de comedimento e sobriedade nesses instantes que precedem a comunhão... A Paz de Cristo meio que faz uma ruptura drástica com esse clima, que é abruptamente reestabelecido quando inicia-se o Agnus Dei, ou seja a Paz é meio que um "rasgo" descontextualizado no rito, a meu ver. Se não for assim, quem puder me corrija :) ps1: pior é quando o povo quer abraçar vc/apertar sua mão em pleno Agnus Dei!! DDDD: Eu querendo acompanhar fixamente o Padre partindo o cordeiro e unindo o pedacinho corpo ao sangue, não consigo!! =/ ps2: e aqueles padres que inventam de ser criativos???? O.o "Gentxis, hoje todo mundo vai olhar pra quem está do seu lado, perguntar o nome, dizer 'Confia no Senhor' apertando a mão, 'Jesus te ama' abraçando, e 'Crede no Evangelho' cheirando o cangote, TÁ SERTO?????? OH GRÓRIA!"
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0 # Cadu Sindona 07-05-2013 12:06
Creio eu que o abraço da paz, tal qual o temos no Brasil, pode vir a ser pedido na Santa Sé como algo tão enraizado na nossa cultura, que seria possível a Santa Sé aprova-lo como um caso específico de enculturação, afinal é um daqueles momentos que tem cara de brasileiro rsrs.
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0 # A Catequista 06-05-2013 11:40
TÁ SERTO, sim, Fernando! rsrs
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0 # Cadu Sindona 13-12-2011 11:50
Vou frizar aqui q dinamicas sao coisas q mtas vezes, principalmente pra quem ñ quer estar ali, chega a ser idiota e 100% tosco, esse tipo de coisa ñ vale a pena, eu como ja tinha bastante formaçao, entendia e adorava tudo aquilo. Gente precisamos dar essa formaçao catequetica e genuinamente católica sempre antes de fazer as pessoas sairem do lugar, se nao fizermos isso vai parecer idiota msmo claro! Ora como q é possivel q alguem q nao deseja estar ali pra ouvir a voz da Igreja, se sinta confortavel em fazer algo diferente? Claro q vai parecer absurdo. Oq o Victor disse é verdade, ngm ali sabia nada do Catecismo pq nenhum dos caras ali tava a fim de falar de Deus e de Sua Santa Igreja, queriam dinamicas pra nao ouvir a Catequese! Na minha opiniao, dinamicas sao fantasticas mas é bom mtaa moderaçao e principalmente formaçao antes.
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0 # Cadu Sindona 13-12-2011 11:39
Paulo, Paulo vc entendeu td errado. Aqui nao estamos discutindo o porquê nao o pra quê. Vc falou pra "nao vir com essa de mudernizar o catolicismo" amigo entao pq q vc acha q o Santo Padre pede e repete sempre pela Nova Evangelizaçao? A questao ñ é "mudernizar" mas adequar a Igreja e toda a Verdade da Sã Doutrina aos diferentes meios e aos diferentes povos. Amigo com todo o respeito, é hora de abraçar a vontade do Santo Padre bem como as maravilhas do Concílio Vaticano II. O Concílio é a primavera da Igreja e no ano q vem, o "Ano da Fé", o Santo Padre pede q nós ouçamos a vontade do Espírito Santo q veio e vem do Concílio. Sobre os abraços, acho q tbm é bom repensar um pouquinho, afinal damos paz de Cristo aos irmãos na Santa Missa. Paulo gosto mto do conservadorismo no sentido de preservar a Verdade e a sabedoria dos santos padres, mas já é hora de termos a vontade de amar acima d tudo. Perdoe-me se fui grosseiro, só defendi e defendo a minha opiniao q nao é so minha mas tbm a da Igreja. Abraço
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0 # A Catequista 13-12-2011 11:54
Cadu, confio no seu testemunho e creio sinceramente que o seu grupo usa as dinâmicas de forma produtiva, interessante e válida. Entretanto, reitero: essa está longe de ser a realidade geral na nossa Igreja. Em 90% doa casos, o q se vê são tentativas patéticas e deprimentes de fazer o sujeito ser evangelizado na base da gincana. Quanto aos abraços, note que a paz de Cristo na missa deve ser um comedido aperto de mão. Uma vez, numa missa, um cara que eu tinha acabado de conhecer no retiro me deu um abraço tão "arrochado" que eu quase tive que chamar o "seu delegado" pra obrigar ele a se casar comigo e reparar o mal feito, ahuahuaha! Esse lance de abraço em estranhos é o fim...
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0 # Victor Picanço 13-12-2011 11:25
Eu odiava participar de dinâmicas. E o pior é que parece ser uma coisa que acontece indiscriminadamente. Tinha isso nas famigeradas aulas de ensino religioso no Colégio Marista aqui de Belém/PA, nas aulas da primeira eucaristia, na Crisma, nos movimentos de jovens... E quem não participa fica conhecido como o "chato", que se exclui das "brincadeiras"... quando essas dinâmicas, em geral, não passam de parvoíces: colar papel na testa, passar o anel, dar abraços fingindo que todos são amiguinhos... AFF Agora pergunte algo sobre o catecismo pra ver se alguém sabe...
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+1 # Paulo Ricardo 13-12-2011 11:01
Abraço? Tá de brincadeira! Essa plasticidade é a perdição da Igreja. Vou a Igreja para encontrar com Jesus, para Missa, não pra ser abraçado. Aliás, não quero ser abraçado por um desconhecido. Quero ser acolhido porque sou obra de Deus, que me fez assim, que me burila como quem lapida um diamante, e ao ser acolhido quero achar meus irmãos de alma dentro do povo de Cristo. Aprenda uma coisa garoto: São Tomás de Aquino dizia que: - Amigos seus são aqueles que almejam as mesmas coisas e querem as mesmas coisas. Dinâmicas são pra impressionar tolos e constranger pessoas que tem seu limite pessoal ultrapassado. Tenho formação de administrador, e posso dizer que há ainda um lado monstruoso nesse troço. Lavagem cerebral! (Fiz faculdade de administração quando era novo e burro, peço perdão a Deus todos os dias por essa calamidade que me auto-infligi, ahahahah). Isso me torna de certa forma perigoso, pois caso seja colhido no meio de uma das tais dinâmicas, poderei não resistir à tentação de desancar o aplicador. E então lá vou eu, mais uma vez, para o confessionário. Vamos fazer um esforço gente, por melhor que seja a dinâmica, nada substitui o prazer de conhecer de verdade Nosso Senhor, encontrá-lo na história maravilhosa da Igreja e das Santas Escrituras. Atos, atitudes, não palavras vazias - ou discos do Padre Marcelo Rossi - preenchem a vida de amor e ventura. Só mais uma coisa. Não me venha com essa de que a igreja precisa de "mudernizar". O catolicismo é a embaixada terrena daquele que É, que Foi, que Será. Somos vermes a quem é concedida a suprema Glória de, talvez, compartilhar de sua luz. Então, quem esse movimentozinhos pensam que são pra mudernizar Deus? Não gosta, achou demodê? Cai fora. A pergunta que parece que ninguém sabe ou não quer fazer é: Deus acredita em você?
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0 # Jotacê 25-04-2014 16:52
Paulo, receba meu humilde "like". Compartilho em 100% do seu ponto de vista.
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0 # Cadu Sindona 13-12-2011 10:27
Paulao ñ é bem por aí q vamos crescer. A época das anatemizaçoes acabou. Entendam isso: desafios e dinamicas são um jeito mtooo interessante de se Evangelizar. Posso dizer com ctza q vale a pena, e q quem participa acha fantástico. Nas catequeses acho q vale a pena fazer dinâmicas na medida do possível, e na medida do interesse, pois como São Francisco disse: "Evangelize sem cessar, se preciso com palavras." Hj mtos jovens, como eu, gostamos das coisas temperadas. Estudo, pregaçao, catequizaçao, abraço, acolhimento, partilha e dinamicas, fazem uma receita maravilhosa de como se tornar um bom católico. Eu concordo q as vezes, principalmente pra quem é novo na Igreja, ficar o tempo todo se mexendo é chato, mas se for feito com inteligência vale sim a pena. Nisso concordo com o post, mas oq o Paulao falou ñ. As dinamicas sao proveitosas desde q haja um pouquinho de vontade e cooperaçao; sei do q falo, eu ja fiquei umas boas 2 horas e meia cheio de barro e e senti renovado.
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0 # Joãozinho 13-12-2011 10:27
Um desabafo d´A Catequista. Acho que é preciso refletir qual o sentido das dinâmicas. Se for para "quebrar o gelo", acho que vale algo mais bobo como aquelas de apresentação, por exemplo. Mas se estamos falando de dar um sentido evangélico à dinâmica, aí sim..é necessário fazer algo decente, sem diminuir ou infantilizar o público.
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0 # Tania 13-12-2011 10:21
Olha gosto sempre do jeito irreverente dos textos, e eu concordo com este em particular. Gosto de dinâmicas, desde que elas abram realmente espaço para algo maior dentro do encontro, quem espera que a dinâmica seja o no encontro, precisa rever sua maneira de dar catequese. Eu vejo a dinâmica como a enxada que revolve a terra para que seja plantada a semente. Agora é fato...tem muita dinâmica por ai que é uma porcaria...ahhh isso tem.
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0 # Paulo Ricardo 13-12-2011 09:51
Concordo em gênero, número e grau contigo Viviane, Dinâmica em grupo é a coisa mais idiota que existe! É muito "mundinho azul" pro meu gosto. Se eu estivesse numa dessa não ia gostar se alguém pedisse pra mim "passar o anel". Tá pensando o quê? Ahahahah... Brincadeiras a parte, as ditas "dinâmicas" só levam a aumentar a preguiça mental das pessoas. Ao invés disso porque não vão estudar a realidade? Muita mais instigante e divertida. Tem gente que insiste em viver no mundo da moranguinho, enquanto os inimigos de Deus estão se comportando como John Rambo. A igreja e a catequese são coisas sérias, não sisudas, mas sérias. Vamos brincar, nos divertir sim, mas não vamos ultrapassar a linha que pode acabar transformando as intenções positivas em razões para transformar nossa amada igreja num picadeiro e os catequistas em arremedos de bozo. Eu tenho como mestres intelectuais São Domingos e São Tomás de Aquino, não imagino eles fazendo dinâmica. São Tomás na sua Placidez, se retiraria, São Domingos na sua bondade ia ter o teste definitivo de paciência. Igreja não é consultório de analista!!!! A verdade que ninguém quer dizer é que faz-se necessário mandar esses adolescentes desocupados e adultos de pouca fé tomarem tendência.
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0 # Thaís 13-12-2011 09:36
Já fui catequista e já usei mt de dinâmicas q eram mais proveitosas pelos pirulitos e balas do q propriamente pelo ensinamento q mts vezes fikva meio escanteado. Porém, depois q eu entrei na comunidade q participo até hoje vi um grupo de dinamicas diferente. Whaaat?? Isso msm, são raras (só acontecem em nosso encontro kerigmático que só se faz uma vez como cursista) e essas, vish, essas fikram p vida inteira. Pode ser um bom instrumento de evangelização desde que toda a face de brincadeira fique de lado e o centro seja a face de Cristo (como essas são raríssimas..) Abraço!
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0 # A Catequista 13-12-2011 09:41
Thaís, é exatamente isso: quando aplicamos as dinâmicas com critério e inteligência, elas podem ser bem proveitosas. O ponto de reflexão que propomos aqui é: porque a maioria dos grupos só faz dinâmicas idiotas? Com certeza, querem preencher a falta de conteúdo com enrolação.
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0 # Cadu Sindona 13-12-2011 09:17
Concordo com a visão do Deiber. A catequese não deve se ancorar nas dinâmicas, mas executá-las é importantíssimo! Ajuda a se colocar na historia de uma maneira inovadora.
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0 # Margane 13-12-2011 09:13
Dependendo da dinâmica, posso dizer que concordo em parte. Claro que a coisa não pode ser forçada, cada dinâmica tem de ser de acordo com a idade dos participantes, mas acredito que a dinâmica é uma maneira de descontrair, des que deixe os participantes bem a vontade em relação de participar ou não da mesma.
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0 # Deiber 13-12-2011 09:06
Ao contrário do Cadu, eu achei o post tudo a ver. E entendi a mensagem. Acho que dinâmicas sempre são positivas se vierem com conteúdo. O que a catequista nos quis dizer hoje e isto tem valido muito bem pra minha comunidade é o fato da catequese se ancorar em dinâmicas, enquanto que sua espiritualidade é quase morta. E neste ponto, qualquer coisa sem Deus é qualquer coisa mesmo.
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0 # A Catequista 13-12-2011 09:35
É isso aí, Deiber, vc resumiu o nosso post em poucas palavras. O que pretendemos mostrar aqui é o absurdo das dinâmicas vazias, com objetivos toscos. O que, falo com segurança, é o que acontece na maioria esmagadora dos casos. Cadu, se o seu grupo usa as dinâmicas de forma inteligente e frutífera, maravilha! Então ele não se encaixa no que estamos falando aqui.
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0 # Cadu Sindona 13-12-2011 08:45
Vivi, pela primeira vez achei o post mto nada a ver. Na minha Comunidade nós temos uma missão para com cada idade: *Crianças->Missão Mirim *Adolescentes->Missão FAC (a que no caso eu estou) *Jovens->Missão Juvenil *Adultos->Missão Sênior E em cada Missão, nós temos o Acampamento, e nesse acampamento nós temos um encontro com o Senhor de verdade. Nós usamos bastante dinâmicas e eu sei, por exeperiência própria que elas são maneiras mto interessantes de Evangelizar, sem falar q verdadeiramente nos fazem refletir. Não sei como foi de fato a experiência sua com dinâmicas, ou como a gente chama Desafios, mas eu sei Vivi, elas ajudam sim e dão uma cara mto humana e mto alegre aos encontros, sem ficar o tempo todo Evangelizando de uma forma maçante. Eu creio q caso vcs vissem oq a gente faz, as ideias malucas q a gente tem, vcs mudariam de ideia. Bom pela 1ª vez na teelevisão não concordamos mas ok ne, amigos sao assim msm. Abraço!
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