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Quarta, 23 Julho 2014 00:10

A Praia da Fé: Um Ano de JMJ!

Postado por
JMJ Chimarrao

Oi Povo Católico!

Há um ano estávamos todos nas ruas ou em casa tentando nos comunicar com estrangeiros que não conhecíamos.  Estávamos histéricos correndo atrás do papa-móvel (com a esperança de que o Papa descesse do carro), molhados em uma das semanas mais chuvosas que a nossa cidade já viu nessa época do ano, atochados em camisetas verdes e amarelas de tamanho único que pareciam não cair bem em ninguém e, certamente, enfrentando filas gigantescas para conseguir ir ao banheiro. Mas mesmo com tudo isso, estávamos felizes como nunca. Lembrou?

Sim, povo católico, era a JMJ! O maior evento da história do Rio de Janeiro! Papa Francisco estava entre nós e você, bem... você estava no meio de um mar de gente que não acabava mais, e muito provavelmente trabalhando duro como voluntário. E daí? Afinal, você ouviu o Papa dizer em alto e bom som: “tenham coragem de ser felizes”! E era exatamente isso que você estava fazendo, mesmo naquele perrengue todo.

JMJ

Quem não se lembra daquela noite abençoada em que foi realizada a Vigília? Daqueles milhões de jovens enfiados em barracas, sorrindo, em paz, cantando para Cristo. Tomaram a praia toda. Era impossível caminhar sem pisar em alguém. Mas mesmo assim, reinava uma tranquilidade inédita para um lugar agitado como Copacabana. Mas isso não era desânimo. Muito pelo contrário, a alegria era tamanha que contagiou até os bispos na hora do ensaio do “flash mob”, lembra? Bracinhos pro lado, pro outro... todos desajeitados, mas felizes. Eram todos jovens nessa noite, mesmo aqueles que já beiravam os 80 anos.

Milhões de jovens longe dos pais, uma festa e uma das praias mais famosas do mundo. Receita certa pra bagunça, mas a realidade foi bem diferente. Quem consegue esquecer aqueles momentos da Adoração do Santíssimo, que pareceram uma eternidade, num silêncio tão profundo que, eu diria, foi ensurdecedor? Milhões de jovens, em silêncio, juntos, olhando pra Cristo. Naquela noite, todos nós testemunhamos um grande milagre.  Era a "Praia Fidei".

Confissao JMJ

Aquela semana passou. E o que ficou? É certo que passamos a amar um argentino, embora isso ainda não seja suficiente para torcer por eles na Copa. Mas também é certo que vivemos uma das maiores experiências da nossa vida. Vimos, por uma semana, a grandeza da Igreja Católica e da fé em Cristo. De repente, aquela Igreja que todos diziam decadente, mostrou seu rosto. Lá estava o Povo de Deus, incontável como as estrelas, exatamente como foi prometido a Abraão. Você faz parte disso.

Agora, olhe pra frente. Continue a Jornada. Sejam revolucionários como pediu o Papa Francisco na sua despedida:

"Eu peço a vocês que sejam revolucionários, que vão contra a corrente; sim, nisto peço que se rebelem; que se rebelem contra essa cultura do provisório que, no fundo, crê que vocês não são capazes de assumir responsabilidades, que não são capazes de amar a verdade. Eu tenho confiança em vocês, jovens, e rezo por vocês. Tenham a coragem de ‘ir contra a corrente’. Tenham a coragem de ser felizes!"

E viva a revolução de Francisco.

JMJ

322 Segunda, 01 Agosto 2016 14:28

Comentários   

0 # Lucas Farias 24-07-2014 15:50
Eu acordei hoje pensando nesta questão: Que tal uma " campanha " para que todos os peregrinos no próximo dia 28/07, quando completaremos 1 ano do término da jornada, saíssem às ruas para seu trabalho, escola/faculdade e etc com a camisa e mochila da Jornada? Assim encheríamos as nossas cidades de verde e amarelo, as pessoas relembrariam a JMJ e de quebra nos reconheceríamos... Viajei demais na ideia ? Ou será que dá para lançar a proposta nas redes sociais?
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0 # Patricia Banhos 24-07-2014 14:10
Paz e bem a todos!!!! Vivi todos os momentos possíveis transmitidos pela TV Canção Nova...sempre q bate a saudade busco os vídeos na internet...muito frio e muita chuva, mas nada abalou a fé dos católicos!!!Foi tudo lindo demais!!
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0 # Irlei Geraldo da Silva 24-07-2014 11:26
Eu estive lá, meu Deus, se nós soubéssemos a potência que a Santa Igreja tem... é de se emocionar mesmo!!! Tenho orgulho de ser católico.
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0 # Patricia 24-07-2014 11:13
A coisa mais incrivel é que no trem, no metrô, na fila pro metro (que dava duas voltas na quadra), no onibus, atravessando os túneis era aquela bagunça, todo mundo cantando, rezando, tocando instrumentos, conversando em diferentes linguas e quando chegava na praia, todo mundo ficava em silencio, ouvindo o papa com atenção, adorando Jesus de corpo e alma. Inesquecivel.
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0 # Rejane 24-07-2014 00:02
Gente,muito lindo!to muito emocionada com tudo isso,Deus é SENSACIONAL.Assim como muitos também fui trabalhar com camisa da JMJ,e ao sair no portão as 7:15 hs,uma senhora sorriu e me disse: Comemorações de um ano de jornada néh?!Sorri e disse sim,pois estava atrasada;mas a minha vontade era voltar e dizer p/ ela,sim um ano que Jesus entrou em minha vida de forma diferente,com rosto,sorriso e veste(alvas)de Papa Francisco,com alegria e entusiasmo presente em cada jovem.Em tudo que vivi naqueles dias,onde tudo o que fiz foi trabalhar e chorar, por tudo e qualquer coisa.Foram momentos lindos,inesquecíveis,onde as palavras falam muito pouco tudo o que está no coração.E p/celebrar com mais intensidade,vou dormir em meu saco,que ainda tem areia de Copacabana. Paz e Bem.
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0 # Flávia Cabral 23-07-2014 21:27
Fazer o percurso das Barcas (moro em Niterói) até Copacabana a pé (com milhares de jovens de todas as nacionalidades, aquela paisagem toda do Aterro, Marina da Glória, Pão de Açucar e Copa, as pessoas que ficavam nas passarelas batendo palmas e gritando para nós) é uma das coisas que nunca vou me esquecer. Hoje quando faço o mesmo percurso no ônibus lembro com muita saudade daquele dia e não acredito que andamos tudo aquilo à pé! Deus foi providente, porque fazer a peregrinação por esse caminho foi muito mais bonito! Ah e não posso esquecer do polenguinho. Foi overdose! rsrsr
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0 # Cristiano Estolano 23-07-2014 19:35
Já eu fui um peregrino dentro da minha cidade. Fiz a inscrição avulsa, para as catequeses (em Rocha Miranda, no Colégio Salesiano). Por dificuldades aqui em casa não pude receber ninguém, mas o clima vivido e sentido naquela época ainda me enche de paz, esperança, alegria... Guardo muitas lembranças: a credencial, o rioCard especial, a mochila original (e mais outras três compradas a posteriori), o material que veio na mochila (a Key to Bioethics), a caminhada da Central do Brasil até a praia de Copa, passando pelo posto no aterro para pegar o kit vigília... Quando sinto o desânimo chegar, lembro das catequeses, das tentativas de filmar o papamóvel no celular, dos shows no RioCentro, da música-tema tão criticada e que resistiu ao teste do tempo, da camisa que não coube - e talvez não caberá nunca, mesmo emagrecendo... Não posso deixar de sorrir. Sorrir e ter esperança. Esperança no Amanhecer. A Paz!
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0 # Daniel 23-07-2014 16:20
Simplesmente inesquecível. Eu, minha esposa e meus dois filhos tivemos a honra de levar o ofertório na Missa de envio. Não há palavras para descrever. Só posso agradecer a Jesus por mais essa benção. Também recebi 3 freiras angolanas em minha casa. Outra bela experiência.
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0 # Mayara Affonso 23-07-2014 16:08
Estou chorando só de ler, hoje eu vi pro estágio com a blusa da JMJ, mas to sentindo falta de toda aquela gente feliz no transporte público e pelas ruas da cidade. A JMJRio2013 foi a semana mais feliz na vida de muita gente, e da minha também, aquele momento da vigília, nossa ... realmente um silêncio de me fazer tremer por inteiro naquela areia gelada mas ao mesmo tempo fez meu coração pegar fogo como nunca. Ai gente, to chorando de novo ... só de lembrar, quanta emoção. E sem falar que a JMJRio2013 me deu a oportunidade maravilhosa de conhecer O Catequista e A Catequista, vocês serão para sempre referências na minha vida. Bjoos.
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0 # Luiz Carvalho 23-07-2014 13:34
Moro em Campo Limpo Paulista, SP, diocese de Jundiaí. Mas duas vezes por mês, em média, estou na cidade do Rio, em Botafogo, a trabalho. E isso acontece há quase quatro anos e, neste momento em que escrevo essas linhas, estou na cidade. Gosto bastante daqui e passei a gostar ainda mais depois da JMJ, em que estive presente e representando minha paróquia juntamente com quarenta e cinco jovens da qual eu era um dos responsáveis. Muitas peripécias, muito estresse e muitíssimas alegrias. Tudo isso acompanhado de minha esposa, gravida de quatro para cinco meses, que aguentou firme fazendo todo o percurso a pé para a vigília, da Central do Brasil até Copacabana. Estávamos todos hospedados em uma escola de Nova Iguaçu. Hoje mesmo, antes de ir trabalhar, eu fui dar uma volta por Copacabana. Fui até onde o palco estava montado, fiquei um bom tempo parado na esquina da Atlântica com a Hilário de Gouveia, e foi ali, em frente a um prédio, que montamos nosso acampamento, na calçada, e passamos a noite. Grandes transtornos quando algum morador tinha que sair da garagem do prédio. Tínhamos que todos levantar para dar passagem, na maior boa vontade, pois Cristo realmente estava presente. Também passei pela esquina da Siqueira Campos com a Nossa Senhora de Copacabana. Essa esquina presenciou uma grande confusão com o meu grupo, pois parte se dissipou e ficamos desencontrados por um bom tempo. Quando nos encontramos ali, Cristo já não estava conosco, pois o nervoso e preocupações tomaram nossos corações. No fim, a paz voltou de Cristo voltou a reinar. Não tinha como ser de outro jeito. O contagio dessa paz era iminente naquele ambiente da JMJ. Confesso que fiz essa caminha com os olhos marejados, com muita saudade e boas recordações. Tantas vezes estive no Rio antes da JMJ, mas depois dela, nunca mais enxerguei o Rio da mesma forma. Tudo aqui me lembra a JMJ, me lembra o papa, me lembra Cristo. Abençoado povo carioca. Abençoada cidade maravilhosa da JMJ. Caros catequistas, Descobri vocês há uns seis meses. Estava buscando informações do episódio dos alunos da PUC-SP que não se atentaram que, quando prestaram vestibular, era para uma universidade católica e o Google me deu o site como resultado. Acompanho e reflito todas as postagens e os episódios da “Liga”. Temos uma linha de pensamento muito parecida com a diferença que vocês possuem o conhecimento e, eu, não. O trabalho de vocês é muito divulgado por mim, seja indicando o site diretamente ou citando assuntos postados, seja utilizando do conhecimento adquirido em catequeses para a minha comunidade do Caminho Neocatecumenal. Que bonito carisma. Abraços. Luiz Carvalho
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0 # Gabriel Vasconcelos 23-07-2014 12:29
Fui voluntário na JMJ com O Catequista, e A Catequista, e só descobri depois, quando cheguei em casa que fui procurar quem eram O Catequista e A Catequista. Foram os dias mais felizes da minha vida que passei com O Catequista e com A Catequista, e agora me sinto ainda mais feliz por saber do belíssimo trabalho que fazem, e que acompanho desde o início, aqui na minha paróquia da Diocese de Osasco. Um Abraço!
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0 # O Catequista 25-07-2014 23:45
Olha aí!!!! O Gabriel me viu maluco, com sono e com fome! Não sou tão chato nãaaaaoooo!!! rs. Um grande abraço! Saudade.
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0 # A Catequista 23-07-2014 14:13
Oi, Gabriel! Foi bom trabalhar com vc tb! Abraço!
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0 # Jorge Ribeiro 23-07-2014 10:13
Sempre me emociono quando recordo a JMJ. Os passeios, as pessoas, os sacerdotes, as catequeses... A volta da Praia de Copacabana, quando todos os grupos de amigos voltavam de mãos dadas, andando pela orla sorrindo e cantando. Quão felizes somos por termos Jesus Cristo em nossas vidas. Infelizmente não há textos ou palavras suficientes que expressem o que foi a JMJ para mim. Vim do Maranhão e digo para todos que essa foi a melhor experiência da minha vida! Não há nada mais lindo que a Igreja de Jesus Cristo, não há nada mais lindo que ver a juventude do Papa tomar uma cidade completamente. Que Deus nos dê a oportunidade de presenciar mais eventos como esse. Vamos juntos, rumo à Krakóvia!
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0 # Sidnei 23-07-2014 09:14
"Estávamos histéricos correndo atrás do papa-móvel (com a esperança de que o Papa descesse do carro), molhados em uma das semanas mais chuvosas que a nossa cidade já viu no mês de agosto, " Não foi em Julho?. "É certo que passamos a amar um argentino, embora isso ainda não seja suficiente para torcer por eles na Copa. " Zoar como brincadeira, de vez em conta é bom, porém, quando se torna algo para ofender quem não é dos nossos, aí a coisa fica séria, e o que mais vi nesta copa, no ultimo jogo de Alemanha x Argentina, foi um monte de brasileiros que não zoavam dos argentinos, mas, escarneciam, ofendiam mesmo, que coisa ridícula. Será que este bando de brasileiros, que muitos dizem professar a fé católica, esquecem que a maioria dos argentinos também professam a fé católica, tal como nós, e que, portanto, mesmo que sejamos de nações diferentes, porém, temos algo em comum, que é a mesma fé, o mesmo batismo e seguimos o mesmo SENHOR?. Eu fiquei muito triste ao constatar que muitos brasileiros não sabem separar uma zoação, como forma de brincadeira, de ofensas pessoais, como se os argentinos fossem o povo mais bandido e sujo do mundo. Antes era os alemães que eram nazistas, estúpidos e arrogantes, e tinha católico que nem gostava do Papa Bento XVI só porque era alemão, agora os alemães provaram que o povo alemão não são como muitos brasileiros pensavam, porém, ficam os argentinos agora ter que provar para os brasileiros que eles também não são como muitos brasileiros pensam e o mais irônico disto tudo, é saber que tem brasileiro que adora falar mau de argentino, mas, sua viagem favorita é para Buenos Aires ou Bariloche, e gosta do Papa Francisco, mesmo sendo ele argentino. Haja paciência com tanta ignorância.
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0 # O Catequista 23-07-2014 11:44
Oi Sidnei. Foi sim em julho, mas sobre o regime pluviometrico de agosto. Já acertamos isso no texto. Obrigado! Agora sobre esse negócio de zuar argentino. Senso de humor não faz mal a ninguém. Não tome a copa como exemplo porque no contexto de Copa do Mundo somos inimigos ferrenhos e nada vai mudar isso... mesmo católicos estávamos todos torcendo contra a Argentina e mal comportamento é coisa típica dos estádios de futebol. Nada a fazer aí. Mas não é nada disso que estamos falando quando zoamos o fato de o Papa ser argentino. Estamos brincando com o óbvio e basta ter senso de humor pra entender. O próprio papa brincou com isso, então, relaxe e de umas boas risadas. Faz bem pro coração...
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0 # Jotacê 23-07-2014 17:24
"É certo que passamos a amar um argentino, embora isso ainda não seja suficiente para torcer por eles na Copa." *** Li e reli a frase umas dez vezes para ver o que ela tinha de tão insultante. Não vi nada. O "mimimi" politicamente correto tem sido uma das ferramentas mais utilizadas pela esquerda hidrófoba. E adivinhem quem é o Comandante-Em-Chefe da esquerda hidrófoba? Se alguém falou "o diabo", acertou. E, by the way, os portenhos também ADORAM zoar os brasileiros, e ADORAM viajar para cá nas férias (o pessoal de SC que o diga).
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0 # Sidnei 24-07-2014 13:35
Jota Cê eu não sou de nenhuma esquerda hidrófoba, o que eu coloquei aqui foi reflexo de vários comentários que eu li pela internet de pessoas que não tinham apenas rivalidades por causa de futebol com os argentinos, mas verdadeiro ódio, e aí eu te pergunto, será que é valido para nós católicos, mesmo com zoação, em tom de brincadeiras tanto de nós brasileiros quanto do lado argentino, ficar com estas rixas tolas de futebol, enquanto que a fé deve superar a isto tudo, e enquanto alguns vê os argentinos como se fosse um povo imundo e sujo, estes, se forem católicos, deveriam ver como nosso irmãos na fé?. Pense nisto. E nem me vou ofender com este "esquerda hidrófoba", que vejo que não foi dirigida a mim, porque eu seu que não pertenço a este grupo, a não ser que você haja que eu pertenço, aí é um juízo seu.
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0 # Sidnei 25-07-2014 00:09
Tudo bem Jotacê, tá tudo desculpado.
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0 # Jotacê 24-07-2014 23:38
Disse tudo, meu amigo! E reitero minhas DESCULPAS, que postei no comentário anterior ao que você comentou. E, para compensar minha torcida ferrenhamente antiargentina nesta Copa, estou torcendo para o time do nosso Papa (o San Lorenzo) ser campeão da Libertadores neste ano, hehehe. Um grande abraço!
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0 # Sidnei 24-07-2014 22:50
"Será que se o Papa fosse um brasileiro na Argentina, ele receberia tanto carinho? Não sei. " Pelos verdadeiros católicos, sim, pois não olharão a nacionalidade do Papa pois tem certeza que o Papa de onde vier, de que raça ou nação for, ele é o sucessor de Pedro, e como tal merece respeito, haja vista, que se alguém torna-se Papa ele deve esquecer a casa paterna, e ter em mente que ele não é mais: polonês, alemão, italiano, brasileiro, americano, argentino, agora ele é do mundo, tanto que o Papa Francisco disse que não iria torcer para ninguém no ultimo jogo da copa do mundo, e iria ser neutro (se bem que eu ajo que lá no fundo ele torceu para a Argentina), mas ele fez bem em dizer isto, porque ele é o Papa não só dos argentinos, mas também dos alemães, brasileiros, americanos, ou seja, de todos nós. Com relação a esta turba de argentinos arruaceiros e ignorantes, não devemos generalizar estes pobres coitados com toda a nação e o povo argentino, eu li e ouvi de muitas pessoas que foram a Argentina, e todas disseram que foram muito bem tratados lá. O que a acontece é que lá como ká sempre terão uma tropa de ignorantes que vão sempre colocar rivalidade tolas em primeiro lugar como estas do futebol, quando deveriam colocar a coisas que temos mais em comum, como a fé por exemplo. A primeira coisa que perguntaria a um argentino que nos chamam de macaquitos e se ele é católico?, se é responderia que também sou e que portanto perante a fé todos somos irmãos em CRISTO, e se eu sou macaquito ele também seria, porém nem ele nem eu somos macaquitos, mas somos filhos de DEUS criados a sua imagem e semelhança e resgatados pelo sangue de JESUS. Se o dito argentino dissesse que não teria religião alguma, então que este dito argentino e os demais brasileiros não religiosos, que adoram se penicar por causa de futebol, que vão arder então no caldeirão dos infernos.
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0 # Jotacê 24-07-2014 15:42
Sobre rixas futebolísticas, concordo com você: se moderadas, são divertidas; mas quando passam do limite e beiram o fanatismo, isso é uma estupidez sem par. Eu já fui meio fanático na minha adolescência, mas, graças a Deus, foi uma fase que passou. Hoje vejo o futebol apenas como uma diversão (ou nem tanto, já que sou palmeirense :P). Sobre essa rivalidade Brasil x Argentina, me parece que a coisa é pior do lado de lá. Para os portenhos, somos os "macaquitos"! Hostilizaram, sim, brasileiros nos estádios; após a final da Copa fizeram quebra-quebras; e depredaram e picharam os locais onde estavam acampados... Até musiquinha zoando os brasileiros a torcida argentina tem, desde nossa eliminação na Copa de 90! Isso não é normal! Já nós, vejo que não nos preocupamos tanto com isso. E, por fim, leia meu comentário postado ontem: http://ocatequista.com.br/archives/13439/comment-page-1#comment-149087 Será que se o Papa fosse um brasileiro na Argentina, ele receberia tanto carinho? Não sei. Um grande abraço!
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0 # Jotacê 24-07-2014 15:30
Sidnei, antes de tudo, deixe-me esclarecer: de modo algum acusaria você de pertencer a esquerda alguma: nem hidrófoba, nem vacinada! :D No quase um ano que frequento este espaço, sempre leio os seus comentários, e nunca vi nada, nada de esquerdista neles. Portanto, peço-lhe publicamente DESCULPAS se meu comentário pareceu-lhe, de alguma forma, ofensivo, ok? Não foi esta minha intenção.
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0 # Alex Hoffmann 23-07-2014 20:20
Isto mesmo Jotacê, e os danados são bem abusados em tudo quando dão as caras por aqui, inclusive na velocidade, e, de vez em quando, temos o trabalho de juntar alguns pedaços de arrg...gentinos pelas estradas, pois a paisagem é bonita, mas as curvas da estrada não são tão piedosas com a velocidade.
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0 # Sidnei 24-07-2014 14:04
"de vez em quando, temos o trabalho de juntar alguns pedaços de arrg…gentinos pelas estradas " Pelo amor de DEUS, Alex, você não esta falando daquele terrível acidente que aconteceu aí perto de você, na serra da Santa, a alguns anos atrás, o qual um ônibus cheio de argentinos tombou, e outro ônibus que vinha no sentido contrário, se chocou contra o ônibus tombado e arrastou para debaixo do ônibus diversas daquelas pessoas, vindo a falecer a todas elas. Se for, um conselho, cuidado, com estas coisas não se brincam, mais que argentinos eram seres humanos como nós e muitos deles provavelmente eram católicos como nós. Estas coisas não convém a cristãos, acima de tudo deve estar a fé, e não estas rixas futebolísticas, que levam os mais incautos ao absurdo de odiar para quem não torce para o time da gente, nem levo em consideração Brasil x Argentina, mas também aqui dentro do Brasil, torcidas que não conhecem limites entre rivalidade e ódio mortal, olhem para as brigas de torcidas dentro dos estádios para ver o que eu estou falando. E aí vem Gremio x Internacional, Flamento x Vaso, Coríntias x Palmeira, meu DEUS o que a gente ganha com isto?, garanto que o céu é que não vai ser, enquanto haverá pessoas que não sabem separar rivalidade esportiva, com rivalidade de ódio e vingança. Nos como cristão devemos orientar a todos que devemos separar uma coisa da outra, podemos torcer para nossos times de coração, desde que tais torcidas, não deem lugar ao ódio, ao revanchismo, a querelas estupidas que não levam a nada, e só serve para prejudicar nosso amor ao próximo e a DEUS.
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0 # Jotacê 23-07-2014 17:56
E, Sidnei, meu amigo, posso - aliás, podemos - ter o seguinte como fato: pelo que vimos e vivemos ano passado, nem se o Papa fosse brasileiro ele seria tão amado por nós como o Papa Francisco é. Ano passado, pela TV, vi coisas de arrepiar, de tão bonitas. Papa Chicão é coisa nossa! Um grande abraço!
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0 # Sidnei 23-07-2014 13:02
Tudo bem, eu entendi, só coloquei que há pessoas que não ficam apenas na zoação, mas partem para a agressão mesmo, e até a agressão física, isto é que se deve ser evitado, pois aí já não é mais nem uma demonstração de torcida, isto já parece ser uma fanatismo e preconceito disfarçado em torcida de futebol.
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