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Segunda, 03 Março 2014 01:11

A RCC e a democratização dos dons extraordinários

Postado por

papa_leao_xiii

No primeiro post dessa série falamos sobre a influência protestante na origem da Renovação Carismática Católica. Entretanto, para sermos justos e fiéis aos fatos históricos, temos que citar algo que ocorreu antes que o pentecostalismo virasse modinha entre os irmãos separados: em 1901, o Papa Leão XIII dedicou o século XX ao Espírito Santo e entoou em nome de toda Igreja o hino Veni Creator Spiritus.

Antes disso, Leão XIII já havia publicado em 1897 a encíclica Divinum lllud Múnus, pedindo ao clero que transmitisse ao povo a doutrina sobre o Espírito Santo e incitando todos os fiéis a orarem pedindo a Sua vinda. Alguns autores creditam essas ações do Papa à influência da beata Elena Guerra, conhecida como "Apóstola do Espírito Santo".

O respeitável teólogo Dom Estêvão Bettencourt dizia que o surgimento do pentecostalismo foi uma resposta dada a esse apelo papal. Tal resposta teria sido dada em primeiro lugar, ainda que de modo imperfeito e inconsciente, pelos protestantes pentecostais, que depois influenciaram os católicos (Fonte: Pergunte e Responderemos 532).

Para Dom Estêvão, muito mais do que um movimento de origem protestante, “a RCC é a expressão, na Igreja Católica, de um movimento desencadeado pelo Papa Leão XIII”. Parece-me que isso faz muito sentido! Mas noto que, ao falar do Espírito Santo, Leão XIII jamais citou que o povo deveria pedir carismas extraordinários.

namorada_carismaticaA prática de carismas extraordinários – dom de profecia, de curas etc. – é um ponto essencial da identidade da RCC. Esse movimento tem o mérito de confrontar a mentalidade cientificista do nosso tempo, colocando em evidência a ação milagrosa de Deus. O cientificismo e o racionalismo têm a pretensão de favorecer a razão, mas na verdade a bloqueiam e a reduzem.

Uma grande amiga (darei o nome fictício de Aline) me contou que, ao participar de um retiro da RCC, uma moça se aproximou e, impondo sobre ela as mãos, revelou que muitas das inseguranças com os quais ela sofria (inclusive medo do escuro) tiveram origem na sua gestação: a mãe de Aline fora muitas vezes agredida pelo marido quando estava grávida dela. Depois, Aline foi conferir se a história das agressões era verdadeira, e a sua mãe confirmou. A partir de então, Aline se libertou gradualmente de muitos de seus medos. Eu acredito neste testemunho.

Porém, em alguns grupos da RCC, há muita autossugestão. As pessoas querem ser “especiais”, veem outros manifestando dons carismáticos e desejam fazer o mesmo (por vã curiosidade, por vaidade ou presunção). E ficam forçando a barra para se sentirem místicos, profetas, tomados pelo pudêeeeeee!!!

Na convivência com amigos carismáticos, pude notar que muitos deles confundem dons naturais com dons sobrenaturais. Por exemplo: ao meditar sobre as coisas de Deus, é comum que na mente surja alguma imagem consoladora ou edificante. Aí a criatura logo acha que teve uma “revelação”. Certamente o Espírito Santo age quando voltamos o pensamento para Deus, e nos sugere imagens e conceitos, mas isso não é a manifestação de um dom extraordinário, muito menos é revelação.

Muita gente crê que, com a Renovação Carismática, os dons extraordinários deixaram de ser exclusividade dos santos, para serem distribuídos pelo Espírito a todos. Será? Bem, de modo muito pontual e raro, é bem verdade que muitos de nós, ainda que não sejamos efetivamente santos, já tivemos alguma experiência espiritual de caráter extraordinário, seja por meio de sonhos premonitórios, visões e curas milagrosas, entre outros. Porém, a manifestação frequente desses dons parece ocorrer a pouquíssimas pessoas.

Como dissemos em outro post, não há fórmulas para aprender a ser místico. A RCC não tem como fazer com que os católicos recebam dons extraordinários. Na verdade, o Espírito sopra onde quer, e muitas pessoas recebem os seus dons sendo ou não da RCC, em especial aqueles que possuem uma vida experimentada na caridade, oração e mortificação. Porém, ao valorizar e dar espaço à manifestação dos dons carismáticos, a RCC acaba por colocar estas pessoas em evidência, espalhando o seu testemunho.
No Evangelho, há uma passagem que mostra que mesmo os Apóstolos foram incapazes de curar um menino, pois, mesmo tendo recebido de Cristo esse poder, não estavam se dedicando suficientemente à oração e ao jejum (Mt 17,14-20). Ou seja, a Bíblia e a Tradição da Igreja sempre ensinaram que os dons extraordinários se manifestam em almas mais perfeitas, mais dóceis à condução do Espírito Santo.

Sim, é realmente belo quando vemos os dons extraordinários de Deus se manifestando por meio de nossos irmãos. Por isso, devemos ser gratos à RCC, que valoriza e traz à tona esse aspecto da fé católica. É necessário ter abertura para reconhecer os dons carismáticos, mas também prudência para não os confundir com fenômenos meramente psicológicos.

E a nossa série sobre a RCC continua! Acompanhem!

2661 Segunda, 01 Agosto 2016 14:28

Comentários   

0 # Daniel Henrique 09-12-2016 17:43
Ótima postagem! Infelizmente na RCC as como em qualquer movimento ou pastoral, existem pessoas que vivem "fora da caixinha". Por isso acho de suma importância o estudo da Palavra, do Sagrado Magistério da Igreja e também de documentos da RCC. Importante saber também é que existe uma secretaria nacional da RCC onde esses abusos devem ser relatados, pois todo e qualquer Grupo de Oração para ser ligado ao Movimento deve ser cadastrado e seus líderes passarem por formação.
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0 # Lucas Simões 22-11-2016 16:00
Ótima publicação! Também já tive muitas dúvidas com a RCC, mas depois de uma série de experiências vividas e ouvidas como essa que vocês relataram me fizeram rever alguns pontos. Essa série acabou? Por favor continuem! Se possível gostaria de saber mais do assunto, em especial sobre o panorama histórico e a troca de cartas entre a Beata Elena Guerra e o Papa Leão XII (falta muito para vocês chegarem nele? acho esse Papa demais *-*). Salve, Maria!
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+1 # Albari 31-07-2015 20:19
As coisas são muito simples: Devemos militar contra todos os ABUSOS de vários movimentos que existem dentro da Igreja Católica, Isso é fato. Mas militar contra qualquer um deles que tem aprovação da Igreja está errado e precisa ser corrigido!! Ou estamos com a Igreja Católica ou estamos contra a Igreja Católica!!!!
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0 # Thaís 25-04-2015 14:15
Mas é, claro que existem Grupos de Oração e Grupos de Oração, infelizmente muitos, realmente, parecem mais com cultos neopetencostais. ou fazem coisas como o relato da missa acima.
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0 # Thaís 25-04-2015 14:11
Estou amando o modo como estão abordando o assunto, pois faço parte do Grupo de Oração em minha paróquia e já vi tantos "comentários" sobre a RCC que cheguei a ficar em dúvida sobre. Sempre falamos que os dons e coisas do tipo "aparecem" em pessoas mais próximas a Deus. E uma coisa que acho muito bonita na RCC, pelo menos no meu grupo de Oração, é a união, a vontade de estar próximo a Deus, aos ensinamentos da igreja, a ser obediente ao pároco, papa e autoridades, dedicação à oração e muito mais haha, isso são coisas que todo cristão deve ser/fazer, mas as vezes falam dos carismáticos como se não ligassem pros ensinamentos /doutrina da igreja, e isso é chato.
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+1 # William G. 17-04-2015 16:00
Catequista, preciso da sua orientação sobre o que expus acima, pois tenho receio de que essas práticas na Missa sejam anti-litúrgicas e eu não me senti bem durante a Missa. Sabe, estão acontecendo essas coisas aqui na Paróquia e eu não sei o que fazer. Não sei se é abuso. Se isso pode ou não... Por favor, me ajude. Só para terminar por enquanto, preciso relatar mais uma coisa: aqui na Paróquia, no Sábado de Aleluia, o Padre saiu com o Santíssimo Sacramento no ostensório e, "procissão" e um pequeno trio-elétrico seguindo atrás com todo mundo gritando "Jesus é o Senhor!", "Jesus ressuscitou!", cânticos comemorativos e bem animados em honra a Jesus. Confesso que fui a esta comemoração, mas eu não conseguia me "soltar" na alegria como todos, fiquei com muito receio de estar cometendo pecado de sacrilégio, mas ao mesmo tempo não quis falar nada a ninguém pra não gerar escândalos. Catequista, se você preferir, fale comigo por e-mail. Estou precisando. Obrigado pela atenção.
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0 # A Catequista 17-04-2015 17:04
William, entendo demais a sua angústia. De fato, essa missa que você narrou parece mais um culto protestante neopentecostal do que uma missa. As atividades do Grupo de Oração não podem ser realizadas durante a missa, JAMAIS! Até a CNBB já emitiu um documento explicando isso. O que você pode fazer, além de rezar fervorosamente o terço todos os dias, é procurar entrar em contato com o bispo e fazer uma denúncia. Se não for possível falar pessoalmente com o bispo, mande um email pra ele. Há outra missa que você possa frequentar? Se sim, vá em outra, onde haja mais decoro e reverência a Nosso Senhor Jesus Cristo.
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0 # William G. 17-04-2015 17:23
E quanto ao último relato que fiz da "procissão" com o mini trio elétrico? O Padre ficava falando sobre isso no Domingo de Ramos. Não achei que ele fosse fazer isso, no entanto ele fez.
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0 # William G. 15-04-2015 09:18
Catequista, o que você me diz?
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+1 # William G. 14-04-2015 11:35
Catequista, ontem aqui na Capela houve a Missa de Cura e Libertação em ação de graças pelo aniversário do Grupo de Oração. Só que o Grupo de Oração aconteceu dentro da Missa: teve oração em línguas, visões e professias, leigos - para mim, os integrantes e os chefes dos Grupos de Oração são leigos, porque não integram o Clero, correto? - interpretando orações em línguas no meio da Missa, onde acredito que só o padre deveria se pronunciar e os leigos, ao contrário, fazerem só as leituras e as preces. O padre também gritava muito na pregação... foi tudo muito tomado de emoção, com leigos, como dito acima, profetizando, fazendo "revelações", orando em línguas... O padre no final até esqueceu-se de dar a Bênção Final corretamente. Apenas disse: "Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe." Não fez o Sinal da Cruz para toda a Assembleia. Confesso que me senti muito incômodo na Missa, pois não achei isso "certo" e, por outro lado, tenho medo de estar pecando contra a vontade de Deus não me entregando a isso. Você consegue entender minha situação? Eu não quero criar escândalos entre os fiéis, pois não quero ser motivo de desvio de ovelhas do Rebanho do Senhor, entretanto estou muito confuso. Sinceramente, eu preciso muito de ajuda, uma vez que não sei como agir diante disso. Eu estou bem, a única coisa é esta confusão que relatei acima e um certo medo, porque tenho de eu mesmo e os próprios fiéis estarem cometendo pecados contra o Espírito Santo. Desculpe o breve desabafo, mas eu precisava.
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0 # David 09-02-2015 12:35
A paz do Senhor! Bom... esse tema gera discussões mesmo entre os católicos, por isso, tenho buscado mto conhecer mais, mas não por presunção. Sou católico batizado, mas me afastei por um período e pela graça de Deus fui convertido na mesma igreja e isso deve-se mto ao movimento carismático, hj sou ativo num grupo de oração de jovens com origem na Canção Nova. Reconheço que há abusos, há falhas. É preciso prudência. Tive a oportunidade de conhecer um curso do pe. Paulo Ricardo, justamente sobre teologia mística e dons carismáticos. E não há como simplesmente entrar nesse movimento carismático se sentindo o "santão" recebedor de tds os dons. O processo de conversão e cura é diário e dura a vida toda, somos homens, de carne. O que mais me chamou atenção foi quando o padre disse, nestes termos:"... Não devemos buscar insistentemente os carismas de Deus,muitos nem são necessários a nossa missão específica. Antes de tudo devemos buscar ao Deus dos carismas." Deus distribui os dons e talentos de acordo com cada pessoa. Antes de buscar esses dons carismáticos, busquemos primeiramente ao Deus dos carismas com fé e prudência, também, docilidade e obedientes principalmente ao magistério da Igreja. Paz e bem.
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0 # jaspion 14-01-2015 15:51
Olá Catequista, eu gostaria que (se possível) você fizesse uma postagem sobre uma notícia polêmica que eu vi na internet. É possível um casamento estilo gótico na igreja? qual a posição oficial da igreja sobre isso? Desde já agradeço. http://g1.globo.com/mg/vales-mg/noticia/2014/02/casamento-gotico-gera-polemica-no-interior-de-minas-gerais.html
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0 # A Catequista 14-01-2015 16:42
Oi, Jaspion! Bem... situação delicada. Se por um lado os moradores da cidade exageraram ao taxarem o casal de satanista, por outro lado o casal e o padre foram imprudentes. É óbvio que um negócio desses iria causar escândalo. Não há nenhuma norma escrita que impeça uma noiva de entrar vestida na igreja com outras cores que não branco, mas isso não quer dizer que não devamos respeitar a norma não escrita, que são os costumes da sociedade. Não se deve causar choque às pessoas com o seu modo de vestir em um templo sagrado. Perde-se assim o foco no mais importante: Jesus Cristo, Deus que abençoa o casal - para os trajes extravagantes do casal e dos convidados. A noiva poderia ter entrado na igreja com um vestido mais tradicional e deixado o vestido preto para a festa do casamento. Enfim... faltou bom senso ao padre e ao casal.
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0 # Felipe 05-12-2014 00:59
A Ciência quer Explicar tudo isso, Tanto para esses Dons, Tanto para as Famosas Possessões Demoníacas, não passam de Problemas Psicológicos e Mentais, diz a Ciência.
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0 # alan cesar 04-08-2014 16:33
os dons do Espirito Santos Não são deste grupo ou daquele,são dados para gloria de Deus,e a edificação da igreja a expansão do reino na terra,em sua carta ao hino á caridade São Paulo nos diz que tudo vai passar,só o amor(não é Heros,nem Platônico é agápe é o amor de Deus)não é caridade fingida nem dons vazios a Igreja é completa em todos os sentidos, e nós devemos imita-las
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0 # evanguiberto 08-06-2014 19:27
Bebi durante 27 anos, deixei o seminário e a igreja católica por conta de muitas coisas, e me aprofundei no álcool em 1997 Deus me resgatou por meio de um seminário de vida no espirito santo e nunca mais bebi apesar de ter vontade de beber todo dia, a RCC pode não funcionar pra vc, mais pra mim foi a tábua de salvação... E já se vão mais de 16 anos longe do álcool. viva Jesus que me resgatou de volta ao seu redil pela RCC, sou grato a esse movimento, que só vai se acabar quando toda igreja for renovada, inclusive os que a criticam sem ter tido uma experiencia...
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0 # Ricardo José da Silva 23-10-2014 14:35
Eu também sou carismático, mas não se pode ficar dizendo que a "Salvação de Igreja é a RCC", pelo contrário, quem precisa da Igreja é a RCC, e não quem precisa da RCC é a Igreja.
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0 # Guilherme 12-03-2014 13:57
Sou integrante do Ministério Jovem da RCC. E quero deixar minha opinião. Primeiro gostaria de parabenizar a forma com que são feitos os posts, certas coisas ainda não concordo, mas no geral são bem escritos e trata do assunto de uma forma geral bem expositiva e não opinativa. Sou membro da RCC e posso dizer que este é um movimento muito querido por Deus. Tenho visto de perto o que Deus tem feito através deste movimento, principalmente junto aos jovens. A cultura de pentecostes por muitas vezes foi esquecida na história da igreja, e é esta a missão da RCC em todo o mundo. Jamais a RCC teve a pretensão de ser um movimento autônomo ou separatista, muito pelo contrário é totalmente submissa ao magistério da igreja e aos seus mandamentos. É fato que como em qualquer grande instituição, (inclusive na própria Madre Igreja Católica Apostólica Romana) existem homens que se preocupam de verdade com o ministério que exercem, se deixando ser usados pelo Espírito Santo, assim como existe aqueles que muitas vezes por vaidade e "ignorância" acabam por agir de forma divergente do que se espera de um servo de DEUS. Concordo que os Espírito sopra onde quer e é isso que a RCC acredita, em muitos lugares temos visto um cristianismo atrelado à tradições vãs, uma fé morta, desconhecimento do poder de Deus, o Espiríto Santo é muitas vezes enjaulado e se delimitam muitas vezes o seu agir. A RCC simplesmente tem o desejo e busca uma manifestação plena do Espírito Santo, e assim como existem sim muitos excessos e emocionalismos dentro do movimento (por pessoas desconhecedoras e despreparadas), existe também um mover sobrenatural do espírito, que tem transformado de forma extraordinária a vida de muitas pessoas. Oremos pelo movimento da RCC, assim como pela nossa Mãe Igreja, para que se purifiquem a cada dia, exercendo o seu ministério de evangelização e conversão de maneira santa diante do Senhor! A paz amados irmãos!
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0 # Marcelo 08-03-2014 16:31
Christiane, Eu acho que tudo isso é Antropocentrismo. Não devo comentar aqui nomes de "artistas católicos" que se portam como "pop stars". Vivem como tal. Tem uma "figura" que até para abrir a porta do carro, fica esperando o motorista abrir. Cala-te boca. Para resolver o problema : Oooo músico, cantor, padre artista......você, a partir de hoje vai deixar de tocar, de cantar, e aparecer na tv. Ok ??????? Sua "evangelização" vai ser nas pequenas coisas.....não tem o famoso 1 ano para Deus ? Você vai viver o "1 ano sem você". Vai servir a Deus em outras coisas, lavar um banheiro, trabalhar em outra área, sentar no ultimo banco, fazer show na favela, etc, etc, etc............... NÃO FICA UM. E ainda ficam irritados com esse tipo de comentário. Vaidade das vaidades, tudo é vaidade.....
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0 # Christiane 12-03-2014 12:48
Ficam, sim. Contados nos dedos de uma mão e ainda sobram dedos, mas ficam. #oremos
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0 # Harun Salman 12-03-2014 14:40
Também creio nisso. Creio que alguns dos que têm atitudes erradas na Igreja - às vezes até trabalhando inadvertidamente contra a Igreja - foram apenas mal instruídos e adotariam a atitude correta se fossem corretamente instruídos. Há mais boa vontade e ignorância do que parece. E quem de nós não carece de constância na boa vontade, nem sofre de alguma ignorância? Evangelizemos, oremos, perdoemos. Como Cristo fez.
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0 # Daniel 07-03-2014 15:40
Se eu tivesse PODER pra influenciar a RCC, na mesma hora resolveria duas coisas: Os abusos litúrgicos, que na vasta maioria das vezes nascem de ignorância. E a falta de formação sobre os dons carismáticos (que fica no domínio do "subjetivo"). Torço para que se proponham formações, retiros e práticas sobre ascese e mística dentro da Renovação. Poderia gerar muitos santos e santas para a Igreja. Enfim, aguardando os próximos "episódios" da série ^^
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0 # Christiane 08-03-2014 14:45
Formação tem até demais, Daniel! Agora pergunta quem vai... De cada 100, acho que 40, no máximo.
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0 # Marcelo 07-03-2014 02:04
Esqueci "dos bateras" achando que estão no show do pink floyd abusando dos pratos......
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0 # Marcelo 07-03-2014 01:58
Participo de encontros em várias instancias dentro do movimento. Na hora da Santa Missa fico angustiado. Socorro ! Agora está na moda aquele "Glória a Deus nas alturas (by CN)" , que a comunidade/igreja/ vira um "show da fé by RR Soares", com o ritmo marcado por palmas. Palmas ! Malditas palmas ! Temos também no canto de entrada : TOP 5 de sucessos : 1- Derrama o seu amor aqui, faz chover...... 2 - Derrama o seu amor ali, faz chover 3 - Derrama o seu amor lá 4 - Derrama o seu amor acolá 5 - Deixa a luz do céu entrar.... Essas músicas são ótimas para GO, tarde de louvor, Shows de Evangelização, etc....agora para canto de entrada.........haja coração !!!! 80 % dos "ministros de música" da CN, dos que servem na RCC e de muitas paróquias não sabem nada de música litúrgica e de liturgia. Nada ! Antropocentrismo elevado a décima potência ou Ignorância + preguiça intelectual. Fica a dica sobre um post "Ministros de música". abs grupo de oração é grupo de oração, show é show e Missa é Missa. 3. Ponto. Boa Pessoal !
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0 # Christiane 08-03-2014 14:47
Sem contar que o Fábio Roniel, esposo da Eliana Ribeiro, tem uma página sobre liturgia no facebook. O próprio site da CN tem formações sobre música e liturgia, mas parece que é casa de ferreiro, espeto de pau. Triste.
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0 # Christiane 08-03-2014 14:43
Se fosse só no Glória... Nada contra o Glória da Eliana Ribeiro, que é litúrgico sim, mas não precisa da parafernália de bateria e guitarra para ser bem executado e muito menos de palmas para ficar mais bonito. Cantamos ele direto na Missa, só vozes e violão, nada de palmas e fica muito adequado! Mas batem palmas no Glória, na Aclamação, no Santo, no Canto de Entrada, mesmo... Ontem assisti a Missa de abertura do #DoeDeCoração na CN e me doeu o coração ao ver o Ricardo Sá incentivando o povo a bater palmas na hora do Santo, ai!
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0 # Lucas Farias 10-03-2014 17:49
Sobre as palmas, em algumas Missas aqui na minha cidade a assembleia abusa das palmas.. Ao ponto de, numa Sexta Feira Santa, após o anúncio da Paixão e Morte de Nosso Senhor a assembleia aplaudir.. Mas como já foi dito que outros comentários, a questão é mesmo formação... Posto aqui o que um crismando meu falou, após abordarmos em alguns encontros o tema sobre a Santa Missa : " A gente reconhece logo quem é do Crisma na Missa. Basta ver quem NÃO está batendo palmas .. " Por fim, fico com o que disse nosso amado Papa Emérito Bento XVI: " Quem bate palmas na missa está aplaudindo os algozes de Cristo na cruz. "
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0 # Rafael Rosa dos Santos Silva 19-03-2014 10:29
Sempre vi a frase e NUNCA vi uma referência confiável em relação a ele tê-la dito. Um livro, um vídeo, uma entrevista, um documento, qualquer coisa... Nada prova que o então Cardeal tenha dito coisa semelhante. Só vi essa frase até hoje em blogs que se auto-entitulam "tradicionalistas" e numa imagem nada confiável de facebook. Procurei pela frase em inglês e em alemão no Google e NADA encontrei, gostariam que me mostrassem quando ele disse isto e em que contexto, pois só essa frase solta me desculpem, não me convence. Não há argumento que me convença de que é errado bater palmas no canto de entrada, no Glória, no Santo, ou Aclamar o Evangelho após a sua proclamação (lembrado que quando se trata da paixão, não se responde Glória a vós Senhor, e se diz Paixão de NSJC no lugar de Evangelho de NSJC). No momento da consagração (calvário) não se deve tocar nem mesmo um órgão, deve ser um momento do mais pleno silêncio que eu saiba, e nunca vi ninguém o aplaudir.
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0 # Ricardo José da Silva 23-10-2014 14:31
Irmão, sou carismático também, mas sou um carismático em extinção hoje em dia: O QUE ESTUDA AS DOUTRINAS DA IGREJA E RESPEITA AO EXTREMO A SANTA MISSA. E lhe digo: bater palmas na Missa é uma heresia, quase um sacrilégio. Estude mais a doutrina, estude, estude, estude! Você é daqueles carismáticos que se a RCC fosse extinta da Igreja, deixaria de ser católico. Dá pra ver só por esse infeliz comentário!
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0 # Christiane 12-03-2014 12:50
Fico com essa também! Aliás, foi essa frase que foi como um murro na minha cara e me fez mudar imediatamente de atitude!
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0 # Marcelo 07-03-2014 02:08
Sem chuva pois a Comlurb está em greve !
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0 # Robson Eduardo 06-03-2014 15:09
Olá Catequistas. Não cheguei a verificar se há alguma solicitação igual a minha aqui nos comentários. Vocês poderiam fazer uma publicação sobre a RCC dentro da realidade do documento 53 da CNBB? Este documento trás a recomendação de não se rezar em línguas, o argumento é que não há como saber se a oração em línguas é manifestação do Espírito Santo ou autossugestão. Acho que um post sobre isso esclareceria muitas dúvidas minhas e de demais católicos. ^^ Parabéns pelo trabalho de evangelização, Ocatequista tem me ajudado muito em questões de fé. Deus os abençoe!
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0 # oney 06-03-2014 13:52
mudando um pouco o foco da discussão, acabei de ver uma noticia sobre um casamento no qual os noivos, estavam com trajes góticos, a cerimonia foi realizada normalmente mas despertou em mim uma pergunta. Como a igreja avalia esses casamentos no tanto inusitados, alguns cheios de pompas e trololós?
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0 # Christiane 08-03-2014 14:37
Acho a maior baboseira e a responsabilidade maior vai dos sacerdotes que não barram essas loucuras, para que os fiéis não deixem de receber a bênção matrimonial. Mas eu pergunto: Se um casal leva a cerimônia tão pouco a sério que inventa um monte de babaquices para "enriquecer a cerimônia", será que terá um casamento duradouro? Não seria melhor evitar esse erro e ter menos um casal casado na Igreja divorciado e em segunda, terceira, quarta união? Qual dos males seria o menor? Não sei...
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0 # Robson 06-03-2014 13:46
Entendo que foi honesto o post a respeito da Rcc, mesmo ao enfatizar os exageros ou "erro" que acontecem nesse movimento eclesial, é claro que o post é uma opnião, um ponto de vista e o mesmo deve ser respeitado desde que não haja ironias que levem ao desrespeito. Quando alguém não se identifica com algo é comun exprimir opniões e nelas conotar o que lhe convêm, portanto prefiro não absorver o que acho ou quero a respeito da Rcc e sim o que a igreja diz a respeito desse movimento. Com certeza o movimento caminha e quem caminha está sujeito a cair e levantar, apesar de se chamar Renovação Carismática Católica é um movimento que é Eucaristico, mariano, bíblico e que prioriza os sacramentos e é igreja, com a igreja e para a igreja. Grato pelo espaço. Graça e paz a todos... Christiane muito esclarecedor e real os seus comentários.
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0 # Christiane 08-03-2014 14:49
:)
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0 # Marcelo 05-03-2014 19:44
Pessoal, boa noite ! Acho importante um post sobre as famosas "Missas de Cura e Libertação" que erroneamente alguns padres celebram e que estão em total desacordo com um documento magisterial da Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé sobre Como Alcançar de Deus a cura. fica a dica. abs MR
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0 # Christiane 06-03-2014 09:00
Marcelo, neste ponto estou totalmente de acordo contigo! Não existe Missa de cura, Missa da bênção, Missa do Pe. Marcelo, Missa carismática, Missa da PJ, Missa do ECC... A Missa é uma só, o rito é o mesmo em todo o planeta, não tem que tirar nem pôr nada! Toda Missa opera curas, toda Missa é bênção, toda Missa é milagre. O que pode haver é uma intenção específica a ser colocada na Missa: Missa em intenção das famílias, Missa pela cura dos doentes e por aí vai. Quer milagre maior que o nosso Deus se fazer pão, todos os dias, em todos os lugares na Terra, por amor a nós? Não vejo nada maior que isso. Nosso arcebispo D. Alberto (que é da renovação carismática)celebrou no retiro de carnaval da RCC aqui em Belém. Nada, absolutamente nada diferente das outras Missas! Nem na oração da assembléia, que geralmente nas missas denro da RCC a oração da assembléia é feita de modo diferente, o foi dessa vez. O nosso pastor está dando o exemplo para que seja seguido pelos outros sacerdotes do movimento. grupo de oração é grupo de oração, show é show e Missa é Missa. Ponto.
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0 # Rafael Rosa dos Santos Silva 06-03-2014 10:24
grupo de oração é grupo de oração, show é show e Missa é Missa. Ponto.²
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0 # Christiane 05-03-2014 18:16
Vivi, a respeito da afirmação de D. estêvão Bittencourt sobre o início do pentecostalismo, D. Taveira nos falou ontem, no retiro de carnaval, que uma vez foi a um congresso pentecostal protestante nos EUA como convidado. O palestrante era um pastor respeitadíssimo no meio protestante e suas palavras eram aguardadas com muita expectativa, o ginásio estava lotado! Quando ele subiu na tribuna começou com essa: O novo Pentecostes, o batismo no Espírito Santo e a manifestação dos carismas nos tempos modernos começou na Igreja Católica, com o papa Leão XIII e a beata Elena Guerra." Imagina a reação do povo lá! kkkkkkkkkkkkkkkkkk!
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0 # Christiane 05-03-2014 17:11
Oi, gente! Demorei a responder porque estava em retiro, então não acessei muito a internet. Vi o post pelo celular, mas não me debrucei sobre ele porque estava concentrada em outras coisas. Viviiiiiiii, deixa eu te falar: O nosso Arcebispo, D. Alberto Taveira (Pra quem não sabe, é o diretor espiritual da RCC no Brasil e foi nomeado recentemente consultor do Pontífício Conselho para os Leigos, não me canso de ressaltar isso) , fez uma palestra no último dia deste retiro (maravilhosa!) sobre como ele conheceu a RCC, falou sobre os dons carismáticos e a manifestação destes, muito bom mesmo, pensei muito em ti, pois foi algo extremamente ponderado e centrado. Esta palestra foi gravada pela organização do evento e assim que eu tiver em mãos mando pra ti, ok? Desde já, o post está muito bom, foi bem ponderado e justo. O enfoque é nos abusos (que existem e não podem ser ignorados) e não no correto, aprovado e muito incentivado pela Igreja uso dos carismas. Enfim, acho que para falar sobre este movimento com propriedade é preciso conhecê-lo em profundidade e de dentro para fora. Não falamos que para um protestante falar da Igreja Católica ele tem que estudar em documentos católicos e não a literatura protestante a respeito de católicos? Com a RCC é a mesmíssima coisa. A gente gasta uma grana preta para adquirir a Patrística, mas é incapaz de gastar 10, 15 reais por vez em pequenas apostilas e alguns livros que explicam tudo que um católico precisa saber sobre este movimento, até para acabar de vez com o disse-me-disse. Para viver esta espiritualidade tem que ter afinidade e muita disponibilidade, porque o que tem de formação não está no gibi! Vou te dizer: não é para os fracos, justamente pelos pilares do movimento: Vida sacramental, de adoração e de oração intensas; estudo diário da Palavra e da doutrina católica; vivência da caridade, obediência à Igreja e docilidade ao Espírito Santo. Muitas vezes eu acho que não vou dar conta porque sou muito fraca em diversos aspectos, mas a ação de Deus na minha vida é uma coisa fantástica e assim vou seguindo a cada dia, com sede de aprofundamento neste movimento que muito amo! Uma coisa que foi falada é muito válida. A manifestação dos dons carismáticos não acontece de qualquer jeito. Mas é sim, para toda a Igreja, para todos os fiéis. Manifestá-los em abundância e com autoridade vai da docilidade, da intensidade da vida sacramental e de oração. Mas não é o que buscamos fazer todos nós, cristãos católicos? Poucos são os que manifestam VÁRIOS CARISMAS DE UMA SÓ VEZ, mas muitos, muitos mesmo, têm um ou outro. É errado pedir a manifestação dos dons carismáticos? Claro que não, até porque o Espírito santo já está em nós, desde o nosso Batismo! Não é presunção, nem curiosidade, é necessidade! Gente, olhem a secura espiritual ao nosso redor! Dizer que a Igreja não precisa destes sinais porque eles só foram necessários no início dela é no mínimo absurdo! Tenho algumas considerações a fazer, mas este comentário está grande demais, vou pontuar aos poucos, nos comentários dos outros, ok? Grande abraço a todos!
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0 # Rafael Rosa dos Santos SIlva 05-03-2014 14:48
Primeiramente falando sobre os comentários: tem muita gente aí reclamando de emocionismo e o escambau mas nunca entrou no grupo de oração, só viu de fora. Acredito que só pessoas que estão no movimento inseridas nele podem realizar um tipo de crítica tão séria e pontual sobre o movimento. Quanto ao uso dos carisma é uma questão dogmática acreditar neles (cf. LG 12), bem como devemos evitar pedir TEMERARIAMENTE ou seja, sem prudência ou em proveito próprio. A tirinha sobre o dom de "clarevidencia" (o correto seria palavra de ciência para citar ICor12) revela um exemplo disso, os dons maravilhosos relatados em I Cor 12 são para EDIFICAÇÃO DA COMUNIDADE, e jamais para serem usados em proveito próprio. Um bom exemplo é a Tia Laura, famosa nos primórdios da RCC por ser usada por Deus para curas extraordinárias (tudo depois de um Pai-nosso com Ave Maria bem rezados), ela mesma morreu com um cancêr ou seja, seu dom era pra SERVIÇO e não para espetacularização e nem para ser usado em proveito dela mesma! Os dons carismáticos são para todos sim, afinal são os sinais que acompanham os que creêm, só não podemos é claro forçar uma barra psicológica, ou exigir a manifetsação desses dons... mas se crermos e nos abrirmos eles se manifestam, por deliberação do Espírito Santo! Recomendo antes do blog voltar a falar de carismas, lerem o livro "Introdução aos Carismas"(Benigno Juanes), ele baseado em Tanquerey, documentos da Igreja e etc. apresenta uma introdução maravilhosa a realidade dos carismas, inclusive explica (melhor do que eu agora) que carisma não tem NADA a ver com santidade pessoal, pois é em proveito de outros e o Espírito como dissemos sopra onde quer...
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0 # A Catequista 05-03-2014 15:24
Rafael, Eu já participei de grupos de oração. O RCC foi o primeiro movimento que me acolheu dentro da Igreja, e por isso sou muito grata aos carismáticos. Boa parte de meus amigos, cristãos admiráveis e de vida santa, são da RCC, então não tenho como não desejar que esse movimento se aperfeiçoe e tenha vida longa. Quanto à tirinha sobre a clarividência, ela está correta. Padre Pio, por exemplo, tinha esse dom. O dom da Ciência (um dos sete dons do espírito Santo), não é um dom supra-natural, então, não tem nada a ver com dons extraordinários. Creio que nosso texto deixou mais do que claro que a manifestação de carismas é doutrina católica. Quanto à manifestação de dons extraordinários, se eles nada têm a ver com santidade pessoal, eu queria saber porque nunca vi um pecador público - ou uma pessoa "marromenos", como lamentavelmente eu ainda sou - ressuscitar uma pessoa, como fizeram alguns grandes santos, e também o profeta Elias. Se eles nada têm a ver com a santidade pessoal, eu queria saber porque a Igreja exige, para canonizar uma pessoa, a comprovação de dois milagres. Ora, se qualquer um pode fazer milagres, então isso não provaria nada sobre a santidade do candidato à beatificação ou canonização. Certo? Como dissemos, "de modo muito pontual e raro, é bem verdade que muitos de nós, ainda que não sejamos efetivamente santos, já tivemos alguma experiência espiritual de caráter extraordinário, seja por meio de sonhos premonitórios, visões e curas milagrosas, entre outros. Porém, a manifestação frequente desses dons parece ocorrer a pouquíssimas pessoas". Em vez de ler um livro baseado em Tanquerey, creio ser mais proveitoso ler a fonte original, a própria obra de Tanquerey. E ele diz, justamente, que os dons extraordinários só se manifestam nas almas mais perfeitas.
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0 # Socrates 07-03-2014 00:53
vale lembrar que os milagres exigidos para a canonização são milagres pós morte, o que atesta que a pessoa intercede no Céu, a Igreja não declara nenhum santo vivo.
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0 # Rafael Rosa dos Santos SIlva 06-03-2014 00:04
Vivi, Eu falei PALAVRA de ciência (http://www.portalcarismatico.com.br/menu/carismas/ciencia.htm) que faz parte dos 9 dons de ICor12 é o dom de saber algo intimo de outra pessoa (como o caso da sua amiga que descobriu um trauma na gestação que afetava a sua vida) e que Padre Pio também manifestava. E não o dom de Ciência que faz parte dos 7 dons do Espírito Santo infusos. Tanquerey não é contemporaneo da RCC, Benigno Juanes sim, ele é um jesuíta estudioso com um livro cheio de teologia sobre o tema, que vale leitura para todo membro do movimento e curiosos! Claro que não estou dispensando ler Tanquerey, longe de mim, mas é que a compreensão dos carismas no post são claramente a visão de alguém de fora, e creio que essa leitura enriqueceria e muito o debate. Quanto a critica inicial não foi ao post de jeito nenhum (pelo contrário) mas aos comentários posteriores ao post. Só a título de curiosidade, tem outro dom de ICor12 que também gera um pouco de confusão que é o dom da Fé, porque a Fé é muitas coisas juntos, e a grande maioria dessas coisas não tem nada de extraordinária, ter fé por exemplo é ler o catecismo e dizer que é verdade mesmo sem ter visto. Mas o dom da Fé de ICor12 é a fé que a pessoa recebe no momento de uma cura ou milagre extraordinário, é a graça de crer na palavra proclamada,e nesse caso surge como um dom extraordinário... enfim, tentando explicar e me enrolando kkk, mas vale a pena conhecer um pouco mais.
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0 # Felipe 09-03-2014 13:59
Bom, vou me intrometer no assunto e dizer algumas coisas que já venho ruminando faz muito tempo e que a resposta do Rafael para a Vivi acabou por me impulsionar a falar. Antes que me acusem de não conhecer a RCC a fundo, sou neto e filho de avós e pais carismáticos. Minha família conheceu e conviveu de perto com nomes como tia Laura, tia Gabriela, etc. Participo de G.O. desde quando era criança, há cerca de 28 anos, ja fui formador do Ministério Jovem da minha arquidiocese e agora estou no Ministério Universidades Renovadas. Tive contato com novas comunidades e tudo mais, vivi 5 anos numa delas inclusive. Já li Benigno Juanes, no original (em espanhol mesmo: ‘Introducción a los carismas’, ‘Orar en lenguas’, ‘Liberación interior’, ‘Servidores y equipo responsables en los grupos de oración’, ‘Tentaciones de los servidores’, ‘Elementos de los grupos de oración’, ‘Iniciación a la curación fisica y interior’, só para citar alguns) e posso dizer com propriedade: fala fundamentado somente naquilo que é sua própria experiência, sob a sua ótica e não olhando de cima e com distanciamento, muito menos confronta com o que foi e é crido há 2000 anos. Benigno Juanes não toma distanciamento da realidade da RCC e fala baseado somente naquilo que ele acredita e no que ele vê sob a ótica dele. No livro ‘Introducción a los carismas’, ele demonstra claramente manipular o Tanquerey para justificar aquilo que ele está querendo dizer. Já no livro ‘Orar en lenguas’, por exemplo, quando ele começa a orientar sobre como discernir um verdadeiro dom de línguas, fiquei estupefacto com o fato de ele, sendo um jesuíta, sequer citar as regras de discernimento que o fundador deles deixou (e que servem para tudo). Ouso dizer que ele, como o Pe. Robert De Grandis, fazem ‘teologia de sustentação’ se posso chamar assim. Eles não se baseiam muito em ninguém, eles defendem as próprias idéias, buscam argumentos bíblicos para embasar e, raras vezes, argumentos do magistério e da teologia. Não me lembro ter visto uma afirmação do Denzinger, por exemplo. Esta abordagem de escrita inclusive, se encontra largamente em livros protestantes (sim, eu conheço bem, tenho uma irmã protestante e já tive oportunidade de dar uma olhada em livros do tipo). Daí que se percebe, por exemplo, porque outros setores da Igreja criticam a nossa amada RCC. Tanquerey age totalmente ao contrário do Juanes. Ele recolhe o conhecimento de toda a cristandade, desde os santos padres até os teologos do século XX, sendo sempre as fontes mais dignas de respeito, aprovação e veneração da Igreja: especialmente os maiores especialistas e doutores da Igreja. Ele age movimento por aquele pensamento que caracteriza a fé católica: o que sempre foi crido, continua sendo patrimônio da fé, sob aquela ótica da advertência da Escritura: “Não há nada de novo debaixo do sol” (Ecl 1,9b), portanto tudo que há agora já aconteceu com alguém antes (e de fato aconteceu, o Pe. Daniel fala da experiencia dos Padres do deserto com dons carismáticos semelhantes aos que temos hoje na RCC). Benigno Juanes, por seu lado, cita uma e outra fonte, e, exceto as vezes que ele cita Paulo VI e João Paulo II, as outras fontes são pouco conhecidas. Ele nunca cita os santos padres (e houve entre eles experiências semelhantes as que vivemos hoje na RCC, ele não cita os misticos: Teresa d’Avila, João da Cruz, Paulo da Cruz etc. Penso que, De Grandis e Juanes caem naquele erro, que é tão contrário ao espirito católico de investigar sempre o que houve antes para argumentar com a experiência do hoje. Se posso recomendar para a Vivi e para outros leitores, uma fonte carismática para leitura e compreensão da RCC em si e da experiência dos dons, com distanciamento e discernimento, recomendaria fortemente o Fr. Raniero Cantalamessa e o Pe. Daniel-Ange. O Rafael que me desculpe, mas pedir para alguém ler Benigno Juanes e desmerecer o grande mestre Tanquerey é mostra de um apego muito grande à RCC, falta de studiositas (o bom desejo de conhecer para crescer em inteligência e sabedoria) e, também, demonstra grande cegueira. Amo a RCC, pois fui criado nela, foi o movimento que forjou a minha personalidade, onde fiz as maiores e melhores amizades, onde conheci, experimentei e experimento a graça de Deus e os seus dons, mas graças ao meu bom diretor espiritual e a leitura de Santo Inácio de Loyola, aprendi a distanciar-me das coisas para apreciar e discernir os espíritos (algo que na RCC falta muito e eu já presenciei tantos absurdos que se fosse contar não caberia num livro do tamanho da bíblia). Ninguém precisa ser membro da RCC para ver os erros, alguns são grotescos. Precisamos aprender a amar as coisas e, enxergar com clareza seus erros. O problema é que muitas vezes não adotamos aquela "santa indiferença" de que Santo Inácio fala nos Exercícios Espirituais e estamos tão apegados àquilo que amamos, que não sabemos compreender e nem enxergar uma critica construtiva e já vamos dizendo que a pessoa, não sabe, não tem compreensão do assunto, etc. Tudo isso mostra claramente que estamos mais apegados ao que amamos do que a Deus, a ponto de não aceitarmos as críticas construtivas vindas de fora. Aliás, é interessante pensar que, para mudarmos, corrigirmos maus hábitos, crescermos no conhecimento de nós mesmos, entre outras coisas, sempre buscamos um olhar externo para enxergar aquilo que não vemos. Por isso que, na vida espiritual tem o diretor espiritual e na vida exterior: o terapeuta, o psicanalista, um amigo etc. Mas, na hora de criticar construtivamente o movimento que amamos, usamos o argumento de que o olhar de fora não é suficiente ou é parcial? Percebe quão incoerente é a nossa atitude enquanto cristãos e carismáticos? Outra coisa que percebo desde um bom tempo é a formação deficiente apresentada na RCC. Mal e mal conhecemos o Catecismo e mesmo assim não vamos em profundidade. Ficamos, quando muito, nas apostolas da Paulo Apóstolo que, já vi a versão nova, não está tão melhorada quanto a Cris colocou. Percebo claramente que na imensa maioria das pessoas, falta ou existe uma falsa formação no que tange a dogmática, moral e principalmente ascética e mística. Não conhecemos com profundidade nem os fundamentos da nossa fé, nem da moral cristã e muito menos ainda da vida interior.E, o que me desola é que, há muita gente com reta intenção, mas tão cega no seu amor-apego pela RCC, que super exalta o que está deficiente e renega a agua pura do tesouro espiritual da doutrina catolica de 2000 anos. Por isso penso que mais do que qualquer coisa é urgente a compreensão e noção de dons com profundidade e isso não vai ser conseguido lendo Benigno Juanes, Robert De Grandis e muito menos nas apostilas mesmo da Escola Paulo Apóstolo, pois estes demonstram claramente o desconhecimento quase absoluto em Teologia Ascética e Mistica e na melhor das hipóteses, a tabula rasa que se faz sobre o assunto. Penso que a leitura do "Compêndio de Teologia Ascética e Mistica" do Tanquerey e do "Teologia da Perfeição Cristã" do Royo Marin é urgente para os membros da RCC e falo isso para o MUR - Ministério de Universidades Renovadas daqui onde atualmente sou membro. Outra coisa que gostaria de deixar aqui no meu desabafo. Percebo que o amor-apego de muita gente para com a RCC, faz com que elas digam verdadeiras asneiras. Já conversei com amigos varios que me disseramque se a RCC deixasse de existir, eles deixariam a Igreja Católica. Isso é a prova concreta do que eu tenho dito acima e da cegueira que guia muitas pessoas na RCC. É preciso ir em profundidade para ter consciencia de que quem precisa da Igreja é a RCC e não a Igreja precisa da RCC. Se no futuro algum Santo Padre achar por bem erradicar a RCC, devemos ter o coração rendido e obediente que tinha Santo Inácio de Loyola que quando lhe disseram que o Papa Paulo III iria suprimir a companhia de Jesus, correu diante do Santissimo e voltando 15 minutos depois disse que estava pronto para aceitar com amor e fidelidade aquilo que o Santo Padre decidisse acerca da Companhia. Precisamos mudar, galera! #prontofalei!
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0 # Rafael Rosa dos Santos Silva 16-03-2014 10:59
Felipe moço, você fez um post e não um comentário rs! Foi interessante porque confesso que eu apenas sabia que a RCC na Europa era diferente, mas não fazia idéia do motivo. Na verdade ela só é como conhecemos no Brasil! Para quem quiser aprender um pouco mais sobre os carismas achei um video do Padre Raniero Cantalamesa (depois de você e Emmir Nogueira falarem tanto dele tive que ir atrás) onde ele fala sobre os carismas! http://www.youtube.com/watch?v=owl17MPEOQU
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0 # Christiane 13-03-2014 09:08
Dois desses livros eu achei em português, o restante enviei e-mails às editoras católicas, inclusive da RCC, solicitando que publicassem na nossa língua. Quem não chora não mama, rsrsrsrsrsrs. Grande abraço!
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0 # Christiane 12-03-2014 12:44
Felipe, que aula! Amei seus comentários! Como já havia dito antes, sou bem nova neste movimento e conheço muito pouco. Tenho procurado me aprofundar, mas desconhecia de tudo isso. Comecei a ler há pouco as apostilas e ainda não consegui concluir, por falta de tempo. Graças aos seus comentários, ficarei bastante atenta e vou atrás dessas referências! "Examinai tudo, guardai o que é bom" Muito obrigada!
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0 # Harun Salman 12-03-2014 10:21
Felipe, ajudou muito! Obrigado! Você forneceu até uma bibliografia! Nunca frequentei os ambientes da RCC por pura falta de interesse, mesmo. Mas tanta gente valoriza e me pergunta o que eu acho! Confesso que a obscuridade do seu início, com essa inegável influência protestante, me incomoda muito! E eu detesto o que foge da via ordinária! Identifico a influência divina principalmente pelo aumento das virtudes, discrição inclusive. Do que foge disso, eu passo longe! Quase conheci Marthe Robin, mas não gostei do espalhafato do grupo de peregrinos que me convidou para conhecê-la. Mais uma vez, obrigado. Assim que puder, vou ler os livros. Já havia ouvido falar de alguns deles. E sou leitor voraz. Um imenso abraço, meu querido!
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0 # Felipe 12-03-2014 01:26
Caro Harun, é um prazer estar falando contigo. Rapaz, você me pediu algo difícil. Sobre a experiencia da RCC na Europa pouco se escreveu. Não tem um livro que eu possa te indicar sobre o desenvolvimento da RCC na Europa, nunca se escreveu nada de forma consistente, tem que se caçar experiências a partir de muitas leituras. Vou tentar te dar o contexto a partir de muitas leituras e de onde eu lembrar alguma coisa vou referenciando se ajudar. A RCC tanto europeia quanto a estadunidense (não gosto do termo ‘americano’, pois parece que América é so eles) tem uma mesma origem, mas desenvolvimentos distintos. Pois bem, falando a partir de fontes primárias, a RCC como um todo teve a mesma origem comum: a conversa de dois rapazes do Cursilho da Cristandade com um pastor episcopaliano, a leitura do livro “A cruz e o punhal” e o “batismo no espirito” recebido na casa da Sra. Florence Dodge, uma presbiteriana que tinha um grupo de oração ecumênico. (cf. RANAGHAN, Kevin. Catholic Pentecostals. New Jersey: Paulist Press, 1969. pp. 12-16, observe que aqui temos uma fonte primária sobre o tema). A partir dessa experiência dos dois rapazes, a coisa foi se alastrando para Padres e leigos até o momento que já haviam católicos em diversos estados estadunidenses que haviam feito a tal da experiência e recebido os carismas. O final de semana de Duquesne, na Pensilvânya, EUA, que o povo usa para tentar dar um começo catolico para o movimento, na verdade não passa de um momento em que diversas pessoas que ja tinham recebido a “efusão” entre leigos e padres, param para refletir sobre o assunto e discernir o que era ou não vontade de Deus ali. Ocorre que a partir deste fato e da sua difusão, houveram padres que abraçaram o movimento e trataram de difundi-lo. Assim aconteceu com os franciscanos e os jesuitas americano, embora o fato tenha acontecido numa faculdade gerida pelos Espiritanos, eles não se envolveram com tanto ardor no movimento. A experiência da Europa. Na Europa, por outro lado, haviam jovens influenciados pela rama da “teologia das fontes” oriunda do CVII, que estavam bebendo da espiritualidade dos Padres do Deserto, dos Pais da Igreja e dos grandes misticos católicos, desejosos de encontrar uma fé mais viva no meio da tormenta que a Igreja passava. Então, eles começaram observar o que estava acontecendo nos EUA. O Santo Padre, o Papa Paulo VI, vendo o crescimento do fenômeno, mandou alguns estudiosos investigarem o assunto, entre eles o conhecido Cardeal Suenens. Porque ele mandou investigarem? Havia algo que causava perturbação na Igreja: a primeira efusão foi recebida a partir da Igreja episcopaliana. Um desses foi o Fr. Raniero Cantalemessa, que era patrólogo e que desde 1982 o Pregador da Casa Pontificia. O próprio Cantalamessa conta o que houve na vida dele a partir da experiência com essa realidade num livro chamado “Ungidos por el Espíritu”. Outro religioso europeu, Pe. Daniel-Ange, fundador da Êcole Jeunesse-Lumiére de evangelização de jovens, também patrólogo, teve contato com a RCC e encontrou elementos que ele ja tinha estudado na vida dos padres do deserto e na teologia de Simeão o Novo Teologo e Basílio Magno. É a partir da influencia dessas duas figuras que a RCC europeia ganha um traço patristico. Ambos os padres, tanto Raniero Cantalamessa, quanto Daniel-Ange estavam cientes de que o que se vivia ali, já se vivera antes, na era dos Padres do deserto e que alguns misticos como a Beata Miriam de Jesus Crucificado haviam experimentado-os mais recentemente nos séculos seguintes. A via europeia encontrou nomes que lhe moldaram a forma como Pierre Goursat, fundador da Comunidade Emmanuel e os já citados Pe. Daniel-Ange, Fr. Raniero Cantalamessa, e do casal Josette e Gerard Croissant, fundadores da Comunidade das Beatitudes. Todos eles já estavam empenhados numa experiência de aprofundamento na fé de tal forma que a RCC na Europa tomou uma dimensão de aprofundamento da fé, da experiência com Deus através de uma intensa vida interior e da vida comum na dinâmica da experiência da era apostólica. Você percebe claramente, por exemplo, que entre a RCC europeia, se insiste muito em práticas como adoração noturna, devoção ao Sagrado Coração de Jesus, experiência contemplativa (vida religiosa consagrada), experiência da oração comunitária baseada na Liturgia das Horas, Lectio Divina, uma sadia devoção ao Espirito Santo e numa cada vez maior compreensão e compreensão do uso dos carismas à luz da ‘lex credendi, lex orandi’ da Igreja Católica. Tudo isso à sombra de uma personagem que poucos conhecem, mas que influenciou fortemente na RCC europeia que triunfou na França, país onde vivia uma moça estigmatizada chamada Marthe Robin, fundadora dos Foyer de Charité, que você Harun já deve ter ouvido falar. Varias dessas personagens citadas conheceram e conviveram com a Marthe Robin, exceção dada ao Fr. Raniero Cantalamessa. A experiencia do convivio com Marthe Robin, (sim, todos os fundadores de comunidades novas da RCC visitavam frequentemente Châteauneuf-de-Galaure) fez com que as comunidades carismaticas se pautassem mais pela experiência do Crucificado-Ressuscitado e aprofundasse nela e na experiencia da ‘lex credendi, lex orandi’da fé católica que ela tanto prezava. Tudo que eu disse está tem referencia em diversas fontes, dentre as quais: ANGE, Daniel. Le Renouveau, printemps de l'Église. Paray le Monial: Le Sament,1997; ANGE, Daniel. Paul VI, un regard prophétique, Paris:Saint Paul,1979; CANTALAMESSA, Raniero. Ungidos por el Espíritu: para llevar la buena nueva a los pobres. Valencia: Edicep,1993; MANTEAU-BONAMY, Henri-Marie. Prier 15 jours avec Marthe Robin. Paris: Nouvelle Cité, 1999; RANAGHAN, Kevin. Catholic Pentecostals. New Jersey: Paulist Press, 1969. Revista “Il est vivant”, um sem numero de artigos que li. Os dois primeiros dão um panorama da RCC do ponto de vista da Europa, das desonfianças da Igreja, da investigação do pontificado de Paulo VI e faz um balanço do que a RCC trouxe de bom e oferece ainda estudos da experiência dos carismas ‘gratis date’ como a chamada ‘oração em linguas’ que o Pe. Ange localizou entre os padres do deserto e dos pais da Igreja, sobretudo em São Simeão o novo teólogo, João Cassiano e São Basílio (Magno) de Cesaréia. O terceiro livro, conta da experiência da influencia que Marthe Robin teve na RCC europeia, haja vista que o Pe. Manteau-Bonamy é postulador da causa de beatificação de Marthe Robin e o último trata da experiência que o próprio Fr. Cantalamessa partilha sobre o seu encontro com a RCC e o como ele a concebeu desde então. Espero ter ajudado em algo!
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0 # Harun Salman 10-03-2014 11:11
Felipe, um outro leitor, o Thiago Vinícius, já disse, num comentário ao post anterior sobre o assunto, que a RCC européia tem origem diferente da americana e isso explicaria a imensa diferença de práticas. Você tem como explicar melhor essa origem da RCC européia? Ou/e indicar bibliografia sobre? Temos que examinar a possibilidade de os estatutos aprovados da RCC referirem-se à RCC européia e não à americana. Porque, do pouco que eu vi, as duas são MUITO diferentes! Abraço!
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0 # Rafael Rosa dos Santos Silva 10-03-2014 10:33
De fato acreditar que a Igreja deixou de ser carismática,e só retomou isso com a RCC é uma visão extremamente reducionista. Como disse, desejo o mesmo que vc, que a RCC se torne cada vez mais católica, e isso significa claramente que ela deva conhecer melhor a história de 2000 anos da Igreja, conhecer a hermeneutica da continuidade. Isso daria mais humildade ao movimento, e com certeza tornaria a RCC um serviço ainda mais fecundo a Igreja do que a mesma já é! Sinto esperança nas Sentinelas da Manhã, a juventude carismática de hoje é a juventude da era da informação, vejo em muitas lideranças o desejo de buscar mais informação, de ler mais e conhecer melhor o catecismo, a doutrina, o magistério, muito além do conhecimento bíblico tão necessário e caro a todos nós! Que estudemos, e tenhamos de 2017 pra frente (jubileu do movimento)uma RCC mais católica, mais fecunda, mais fiel a Igreja, mais santa e mais servil! + ADMG, sempre! Abraço!
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0 # Felipe 10-03-2014 00:29
Rafa, entendo a sua colocação, mas ainda assim não encontro sentido nela e discordo. O ponto é que Tanquerey e Royo Marin são referenciais no que tange a Teologia Ascética e Mistica. Tudo que e vivido na RCC, deveria passar pelo crivo deles. Eles ajuntaram todo o conhecimento da Igreja sobre o assunto. Benigno Juanes é apenas um observador, alguém que tenta justificar o que, as vezes, é injustificável, se formos por a prova com a fé de 2000 anos. Parar nele é o que a RCC tem feito e que tem sido fonte dos abusos cometidos dentro. Temos, e demorei pra entender isso, uma única fé,(outrora acreditei já que a RCC era melhor que o resto da Igreja, me arrependo de ter pensado assim) mas dentro da RCC, tem-se a idéia de que as coisas da RCC são novas, inauditas e que tudo que tem na Igreja é menos importante ou irrelevante perto do que está na RCC e que precisa se adequar a este novo que a RCC trouxe. O problema é que esse pensamento nada tem de católico e só faz com que a RCC seja menos católica do que a Patti Mansfield, uma das primeiras gostaria que fosse. Se você conhecer como funciona a RCC na Europa, nos EUA, em vários países da America Latina, por exemplo e comparar com o que vivemos aqui, vai ver o quanto estamos equivocados e muito protestantizados em diversos aspectos. Se a CNBB um dia parar e fazer um crivo baseado na experiencia dos Santos Padres que o Pe. Daniel-Ange descreve e nos fenômenos já observados, muuuita coisa dentro da RCC ia ser purificada. É o que eu rezo e espero que aconteça. Mesmo que eu saiba que alguns dos irmãos que participam do mesmo grupo que eu iriam ficar escandalizados com isso, eu louvaria a Deus pois é necessária uma purificação sim e urgente. TamoJuntoemCristo!
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0 # Rafael Rosa 09-03-2014 19:53
Felipe, Achei de grande contribuição a sua fala, só queria deixar claro algumas coisas: 1) EM MOMENTO NENHUM eu disse que Benigno Juanes é melhor do que Tanquerey, se você ler a minha segunda fala vai ver que eu disse que não estou dizendo que as pessoas não devam ler a "Teologia Ascética e Mística", mas que eu a visão de Juanes condiz mais com a visão de alguém de dentro do movimento. 2) Não há da minha parte NENHUM amor-apego pela RCC, pois ela é para mim um movimento de serviço, uma vez que eu trabalho com juventude e na minha arquidiocese (Juiz de Fora-MG) os grupos ou não tem identidade ou tem identidade carismática. Como a minha base espiritual é inaciana (!) ficava difícil conseguir fazer algo, sendo assim voltei a atuar na RCC depois de muitos anos. (Inclusive já comprei brigas homéricas por conta de uma pregação, que prefiro nem citar de quem, que diz que a RCC é o movimento que veio para esperar a volta de Jesus #pelamor) 3) Terminei pela segunda vez os Exercícios Espirituais, e de fato, as regras de discernimento ensinadas por Santo Inácio são muito caras a Igreja, e todos deveriam conhece-las pois são caminho seguro para buscar e encontrar a vontade de Deus (melhor que uns que buscam "revelações" externas temerariamente). Eu particularmente não li o livro sobre oração em línguas, mas no "introdução aos carismas" existe um capítulo inteiro sobre a necessidade de discernimento para separar o carisma verdadeiro da auto-sugestão emocionista, e eu não me lembro se ele cita Santo Inácio, mas ele coloca regras de discernimento bem parecidas: olhar os frutos, para onde me leva etc... e inclusive nega muitos abusos que vemos por aí (como os do pregador supracitado)! 4) Minha colocação foi no sentido de ajudar o post pois percebi a sua intenção e acho maravilhosa, mas mesmo o olhar de fora carece de um conhecimento mais aprofundado. E NOS COMENTÁRIOS vi muita crítica baseada em desinformação, o que é lastimável! 5) Deus se digne purificar a RCC e fazê-la cada dia mais católica e fiel ao catecismo, e que muitos a encontrem como porta de entrada ou de retorno (muitos deixam o protestantismo) para a Igreja Católica! Vamos juntos Felipe, AMDG!
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0 # Harun Salman 09-03-2014 15:07
Felipe, seu testemunho é precioso! Nunca fiz parte da RCC, em parte porque pressenti tudo isso que você falou. (Tanquerey foi uma presença muito importante na minha vida.) Não posso dizer ainda que concordo com você porque não tenho experiência pessoal nenhuma com a RCC. Oremos para que todos leiam com isenção o seu depoimento. E trabalhemos para que o que tiver que ser extirpado da RCC o seja sem hesitação, e com absoluto amor à verdade. Aceitemos, gratos, uma eventual dor pela purificação! Um abraço!
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0 # Christiane 06-03-2014 08:47
Falou bem sim, Rafa! Falta muito conhecimento a respeito, sempre bato na tecla que tem que estudar para falar com propriedade, e estudar os documentos da RCC.
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0 # Lucas Farias 05-03-2014 11:41
Mais uma vez, ótimo post. É engrandecedor demais ler os posts e os comentários deste blog. Mas já que estamos falando nos dons, quero compartilhar com os irmãos aqui algo que vivenciei, como forma de, como já foi dito pela catequista, demonstrar que os dons existem sim, embora em alguns casos, alguns grupos exista muito abuso.. Não sou carismático, mas há 03 anos passo o carnaval em retiro na Canção Nova de Gravatá, agreste pernambucano. Como costumo brincar, sou um carismático de eventos, rsrs. Embora na minha paróquia tenha um grupo de oração da RCC, não participo. Mas bem, vamos ao que vivenciei. Ano passado, durante uma Adoração ao Santíssimo, a pessoa que conduzia a Adoração revelou que dentre as pessoas que estavam participando do evento havia uma mulher que sonhava em ser mãe , porém tinha dificuldades de engravidar. E que essa mulher tinha dúvida em qual nome colocar no filho (caso fosse atendida em sua oração de engravidar). E continuando a 'profecia' a pessoa falou que a mulher engravidaria, seria um menino e ela colocaria o nome de Rafael, pois Deus Cura. Finalizando, a pessoa falou que no Carnaval 2014 a mulher iria dar o seu testemunho. Gostaria de poder descrever todo o testemunho, mas para não me prolongar, esse ano nos foi apresentado o Rafael, um lindo bebê.
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0 # Geraldo 05-03-2014 10:27
Da forma como o grande D Estêvão propõe a RCC é muito válida, bem orientada por sacerdote competente; mas nos esquemas que se vêem por aí, em cultos que em nada se diferem de seitas pentecostalistas protestantes de histeria geral, puro sentimentalismo exacerbado, um absurdo nas Missas num tremendo auê, gente rolando no chão e muitas ações até se parecendo de "terreiros", outros recebendo revelações, impondo as mãos passando fluidos, até com expulsão de supostos maus espíritos em reuniões com que já me deparei é uma seita dentro da Igreja católica. O diabo também nessa horas sabe aparecer sob forma de anjo de luz, simular comunicações e enganar os incautos com falsas revelações e dons. O Carismatismo das seitas repete ainda o erro de Lutero que pretendeu uma comunicação do Espírito Santo e da graça divina, por meios livres, que não os Santos Sacramentos estabelecidos para esse fim específico por Nosso Senhor, daí ter Lutero supresso quase todos os Santos Sacramentos. E nos meios católicos influenciados pelo carismatismo protestante, em geral, nota-se um certo descaso para com a admirável obra sacramentária de Nosso Senhor, mais preocupados com dons, êxtases, comunicações, revelações... São Paulo “Não tentemos o Espírito Santo” com posturas emotivas estranhas, a ver se Ele produz em nós algum efeito extraordinário; nem “O injuriemos” atribuindo-Lhe tantas coisas estranhas que possam provir dEle! Dever-se-ia melhor objetivar a fé, ao invés de ficar à cata de dons especiais carismáticos individuais que sugeririam egoísmo, orgulho e (ou) o típico luteranismo subjetivista: fé prazeirosa, êxtases, experiências místico-divinas, etc. Sobre o "falar em línguas", diz S Paulo: 1 Cor 14,19: Mas numa assembléia, prefiro dizer cinco palavras com a minha inteligência, para instruir também os outros, a dizer dez mil palavras em línguas. E em 1 Cor 14,22:...as línguas são um sinal não para os que crêem, mas para os que não crêem. São dons individuais, de difícil detecção se provém de si ou do animador com o grupo reunido, aportando mais individualismo que partilha de dons; idem, exorta-nos em aperfeiçoar-se na caridade que é perene. Veja 1 Cor 12,31 e 13+. O dom de línguas na Igreja inicial foi agregador de pessoas e desapareceu; o atual mais indica dispersão, ninguém entende ninguém, uma babel. Restrições maiores ao "repouso no Espírito" em reuniões, por necessitar de "aprofundamento, estudo e discernimento"; quanto a exorcismos, atente-se ao cânon 1172, reservado ao Ordinário local ou seu preposto para discernir com perícia e objetividade o caso, jamais exercido por afoitos dirigentes RCCs. Rejeitem-se veementemente imposição de mãos em (ou) gestos de pedidos de curas simulando algo mágico ou ações similares comunicando dons, fluidos espirituais etc.; evitem-se termos como "batismo, ministério" e similares para não suporem ambiguidades com os sacramentos. Aliás, o S Padre Bento XVI em viagem a Benin, África, como noutras ocasiões, criticou as liturgias "atraentes": emotividades e manifestações ruidosas ou culturais às celebrações litúrgicas como anti eclesiais, instando-nos a um cristianismo "mais simples, profundo e compreensível", sob normas oficiais da Igreja, afirmando que tais manifestações sentimentalistas provêem de seitas pentecostalistas "aparentemente compreensivas e atraentes" mas são "sincretismo religioso e pentecostalismo protestante", advertindo-nos jamais os imitar; caso contrário, aparentaria sincretismo oriundo da própria Igreja praticado por aparentes membros, confundindo os incautos. O comentar constante de receberem supostas "mensagens e revelações" do Espírito Santo é muito comum dos evangélicos pentecostalistas, referindo-se serem portadores. Diz o magnífico S João da Cruz: ... quando a alma procura essas comunicações carismáticas, abre as portas ao demônio.
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0 # Christiane 05-03-2014 19:03
Geraldo, me desculpe, mas isso é uma generalização de um particular, a RCC não é nada disso. A Base do estatuto da RCC é a vivência intensa dos Sacramentos, em primeiro lugar. Depois a leitura orante diária da Palavra de Deus, bem como o constante estudo da doutrina católica. Prática da Caridade e docilidade ao Espírito Santo. As revelações são sempre para edificar espiritualmente, se você já presenciou alguém revelar que fulano vai ganhar um carro em nome de Zizuis, pode crer: não é RCC. A Ação do Espírito Santo se manifesta em sinais, sim: curas, libertações, conversões e um amor apaixonado por Jesus Eucarístico, pela oração e pela Igreja. Como não nos comunicamos com o Espírito Santo se Ele habita em nós? Se somos templo Dele? Sobre as suas demais considerações, nem vou me estender, já falei sobre elas no outro post. vamos falar de cânon também: 214 - "Os fiéis têm o direito de prestar culto a Deus segundo as determinações do próprio rito aprovado pelos legítimos pastores da Igreja e de seguir sua própria vida espiritual, conforme, porém, à doutrina da Igreja". A partir daqui não cabe mais indagação a esse respeito, pois a RCC enquanto movimento eclesial está de pleno acordo com a Sã Doutrina.
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0 # Christiane 05-03-2014 18:02
Sabe a causa desses abusos que muitas vezes encontramos? Falta de acompanhamento por parte dos bispos, do clero em geral. D. Alberto, nas suas considerações à CNBB sobre a RCC, muito sabiamente deu uma lapada: "II - Propostas: a) Ao acompanhar a RCC, percebo que existe seriedade, busca de maior conhecimento teológico em suas lideranças e docilidade. Sugiro que a Comissão Episcopal de Doutrina promova um estudo sobre os Carismas e as práticas da RCC, com seus representantes. Pode até surgir uma nova e mais atualizada orientação pastoral. b) Sugiro que os senhores bispos verifiquem em suas Dioceses os eventuais problemas, proporcionando uma orientação segura, através de um assistente diocesano que possa acompanhar de perto. c) Nos Congressos Estaduais da RCC, seria muito oportuno que o Bispo do local em que o mesmo se realiza se fizesse presente com a apresentação de um tema de formação. Penso que “adotando a criança”, poderemos orientar melhor e os membros da RCC não se sentirão marginalizados, mas membros vivos das Igrejas particulares." O dever de casa tá aí!
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0 # Templário 05-03-2014 01:42
RCC foi a realização do pedido mais profundo do Papa João XXIII. Graças a Deus temos a RCC, para trazer os católicos á obediência aos mandamentos de Deus e da Igreja. ALELUIA . By The way os dons do espirito nao sao de propriedade dos crentes, sao dons relatados na Boblia por Sao Paulo lol
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0 # Harun Salman 05-03-2014 07:28
Sem dúvida, Templário. Desde que entendamos que a RCC não é o único meio de chegar à obediência aos mandamentos de Deus e da Igreja. A RCC é um meio, entre outros. Afinal, "o Espírito Santo sopra onde quer". Um abraço!
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0 # Gêneto eugenio 05-03-2014 10:23
Bom dia Harun!!! Cedo, cedo e já tendo trabalho kkkkkkkkkkkkkkkkkk
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0 # Harun Salman 06-03-2014 11:32
Eu tenho horário para bater cartão! Ou a Vivi desconta do meu pagamento! Abraço, meu querido!
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0 # A Catequista 06-03-2014 11:44
Se escrever abobrinha eu tb desconto. >:-[
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0 # Gêneto eugenio 06-03-2014 11:39
Falando em horário, onde esta morando o fuso é o mesmo do Brasil?
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0 # Harun Salman 04-03-2014 11:33
Sobre a bobajada que andam falando sobre o erro de pronúncia do Papa Francisco: quem quer que fale mais de uma língua sabe que esses acidentes são frequentes. E mais do que de um erro pessoal dão testemunho da vulgaridade geral, que faz proliferar palavras de baixo calão. Os poliglotas que nunca pronunciaram "bitch", em vez de "beach", que atirem a primeira pedra!
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0 # Christiane 06-03-2014 08:43
Rapaz, tô por fora desse assunto! O que foi que aconteceu?
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0 # Harun Salman 06-03-2014 11:29
Olá, Chris! O Papa Francisco pronunciou errado uma palavra e o que saiu foi um palavrão. Um erro bobo, perfeitamente compreensível, mas as "alminhas puras", no dizer muito engraçado do Paulo Ricardo, fizeram estardalhaço! Uma bobagem, que não merece maior atenção. Que tal você recomendar uma bibliografia sobre a RCC? Você falou em apostilas. Ok. Vamos estudar! Um imenso abraço!
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0 # Christiane 06-03-2014 12:13
Mas que ridículo o povo querer encontrar pêlo em ovo, não? Caramba, é muita falta do que fazer, realmente... ficar fazendo auê por causa de um erro de pronúncia, afffff! Obrigada pela informação, grande abraço!
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0 # Christiane 06-03-2014 12:07
Bom, estou lendo a apostila I do Módulo Básico de formação - Identidade da Renovação Carismática Católica. A II fala sobre os Carismas e a III fala sobre Grupo de Oração. É o básico do básico que todo carismático deve saber. Essas apostilas tiveram uma revisão geral recentemente e foram republicadas no início desse ano. Infelizmente, não se encontram à venda em qualquer livraria, apenas no site da RCC e em eventos da Renovação Carismática. Se o pessoal do site me permitir, coloco o link aqui: http://rccshop.com.br/loja/formacao-1/modulo-basico.html Há outras publicações também, a respeito dos carismas em particular, de oração, Pentecostes, enfim, vale a pena dar uma fuçada. :)
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0 # LUCAS 03-03-2014 22:14
olá, essa é a primeira vez que estou comentando nesse site,mas já acompanho ele a muito tempo. queria saber sobre os abusos cometidos na rcc como por exemplo: ensinar a falar me línguas, falando rapidamente frases como "o siri ta lá na praia " e quando o próprio paróco ensina isso
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0 # LUCAS 06-03-2014 16:25
valeu ajudou muito
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0 # Harun Salman 04-03-2014 06:17
Leia em http://ocatequista.com.br/archives/9316
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0 # Melinda 03-03-2014 21:05
Boa noite, caros amigos Sou catequista em minha comunidade e gosto deos post. Enquanto houver comentários prós ou contras, podemos ficar felizes, triste será quando ninguém mais fizer ou disser nada. É bom ver católicos participando, se defendendo, quando se sentem ofendidos, se desculpando, quando sentem que ofendem, estou generalizando agora. Mas, enquanto lia esse e o post anterior, fiquei aqui pensando, como Abrãao fez para seguir a Voz de Deus, sem embasamento bíblico e dar inicio a essa crença que vivemos hoje? Será que hoje não somos capazes de a exemplo de Abrãao, ouvir a Voz de Deus? Seguir seus apelos tão claramente mostrados na pessoa de Jesus? Eu também tenho minhas reservas qto a oração em línguas, acho desnecessário, mas quando vejo jovens que oram em línguas, formando uma juventude renovada no amor, na paz, na alegria, no compromisso com a comunidade, servindo em diversas pastorais, eu agradeço a Deus por essas pessoas corajosas que em publico realizam uma atividade desconcertante até para quem não está acostumado. Certa vez, em uma experiência de oração, a palestrante nos ensinou que as primeiras palavras que devemos pronunciar para aprender a orar em línguas é Abba, Abba, Abba, eu não consigo sair dessas palavras até hoje, e em outra vez, estava participando de uma reunião de lideranças, e ao lado um grupo de oração, fazia sua reunião, quando eles começaram a orar em línguas, eu fiquei maravilhada, o som produzido por todas aquelas vozes, parecia mesmo um coro de anjos, como um canto gregoriano, tomava todo o prédio e trazia uma paz, que só podia vir de Deus. Então que orem em línguas os que conseguem, colham os frutos os que forem dignos, afinal, nenhum dom é particular, todos são para o bem dos filhos de Deus. Quanto à nossa união, eu gosto de lembrar São Francisco de Assis, que também discordava de algumas coisas, mas não "arredou o pé", mas agiu da maneira que ele entendeu ser correta, isso é o importante, não abandonar sua igreja porque isso ou aquilo não é correto, acredito que Deus realmente quer que todos se salvem e tudo que concorre para isso, é louvável. Eu procuro conhecer o Concilio Vaticano II, sei tão pouco, mas vejo a efusão do Espírito Santo nesse concílio, nos conclamando a mudança, à participação comunitária, ao mergulho no Sagrado, a buscar a expressão da nossa fé de uma forma autentica, a sair do comodismo. A RCC nos ajuda nisso, louvado seja Deus. Esta pagina nos ajuda a ver outras opiniões e refletir, louvado seja Deus.
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0 # Luís Ruzisca 03-03-2014 18:18
Urgente Papa quer acabar com a RCC. Não ele pede que nos unimos pois o mundo já faz isso muito bem.Qual Papa que fez isso? Mas tem uma fraternidade Pio que não aceita o catecismo. Agora quem está em comunhão com igreja? Vamos rezar pela nossa União.
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0 # A Catequista 03-03-2014 19:09
Olá, Luís. Conforme dissemos no primeiro post da série sobre a RCC, os últimos três papas apoiaram vivamente esse movimento. Não negamos isso. E nem tampouco torcemos pelo fim da RCC. Muito pelo contrário! Desejamos que a RCC se fortaleça, se aperfeiçoe e dê ainda mais frutos para Deus. Não estamos publicando esses posta com o intuito de falar mal da RCC, e sim para atender a um pedido antigo de muitos de nossos leitores, que desejavam saber mais sobre esse movimento. Estamos falando o que há de bom e fazendo a devida ressalva sobre determinados desvios. Afinal, a verdade é o que nos liberta, não é mesmo?
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0 # Igor 03-03-2014 16:54
quando vc's vão falar sobre "dom de Línguas"? (vão levar em consideração 1Cor 14,2 ??????
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0 # A Catequista 03-03-2014 17:30
Igor, nós já publicamos um post falando da oração em línguas: http://ocatequista.com.br/archives/9316
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0 # Gêneto eugenio 03-03-2014 15:34
Domingo ouvi a homilia do meu bispo Dom Francisco e nela ele colocava quando esteve no Tibete viu como oravam aquele povo dia, tarde e noite sempre com os seus "tercinhos" recitando os mantras...lindo, lindo, lindo!!!!...Ele então se dirige a nós e fala "os cristãos não se caracterizam como sendo os que mais rezam, nossa marca está em ser os que mais amam"...
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0 # Rosemeri 03-03-2014 14:28
Eu participo da Renovação Carismática Católica e posso dizer a voces que os dons recebidos do Espirito Santo são para todos que se abrirem e os aceitarem e para ser posto a serviço, não são para beneficio próprio. Em alguns grupos pode haver algum abuso, mas os coordenadores de grupos sempre estão muito atentos para corrigi-los. A RCC é e sempre foi obediente ao Pároco, Bispo e ao Papa.
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0 # Diogo Lins 03-03-2014 12:20
Oi! Não sei se faz parte da sequencia de vcs, mas poderia tratar sobre a oração em línguas! Algo muio difundido na RCC! Gostaria de saber mais sobre! Obrigado! ;)
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0 # A Catequista 03-03-2014 17:32
Diogo, nós já publicamos um post falando da oração em línguas: http://ocatequista.com.br/archives/9316
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0 # Socrates 03-03-2014 11:44
Estou gostando da abordagem do tema, bastante equilibrada e madura. Faço um comentário sobre algo que me veio ao ler um trecho do final. Em Mt 7,22-23, também em 1Cor 13, é o que me lembro imediatamente, dá a entender que haverão pessoas extremamente cheias de Carismas, mas que sua santidade não corresponde aos dons que recebeu, a tal ponto de não serem nada(por faltar o amor) ou ouvirem de Jesus:"não vos conheço". Sendo assim acredito que os Carismas, são manifestações do Espírito que estão na esfera do serviço aos outros e não dependem da santidade da pessoa, mas são um meio pelo qual essa pessoa pode amar e servir os irmãos, se santificando pelo amor.
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0 # A Catequista 04-03-2014 13:55
Oi, Socrates! Vejamos a passagem de Mateus... Naquele dia muitos Me dirão: "Senhor, Senhor, não foi em teu nome que profetizámos? Não foi em teu nome que expulsámos demónios? E não foi em teu nome que fizemos tantos milagres?" Então, dir-lhes-ei: Nunca vos conheci. Afastai-vos de Mim, malfeitores!». (Mateus 7, 22-23) Note que o Senhor disse: Nunca vos conheci. Ora, como eles podem ter profetizado e realizado milagres verdadeiros, se o Senhor nunca esteve com eles? Certamente, eram falsos profetas e falsos milagreiros, como vemos tantos por aí! Quanto a I Cor 13, São Paulo não fala de uma realidade existente, mas hipotética. "Ainda que...". Ele quis mostrar qual é o dom mais importante. A caridade é mais importante do que a profecia, por exemplo. Mas é impossível que alguém seja profeta de Deus e não tenha caridade em si.
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0 # Socrates 06-03-2014 15:50
Olá novamente, posso aceitar sua colocação a respeito da passagem de Mateus, apesar de estar explicada mui reduzidamente. Já quanto a 1Cor 13 acredito que sua exposição pode ser mais aprofundada. A carta aos Coríntios foi escrita para uma comunidade que era repleta de pessoas com dons carismáticos, ao ponto de São Paulo dizer: "não vos falta dom algum" (1Cor 1,4-8), no entanto estas eram pessoas que agiam como crianças em Cristo, sem maturidade, portanto não se enquadrariam na categoria de almas mais perfeitas(1Cor 3,1-4). São Paulo até incentiva: "Procurai a caridade. Entretanto, aspirai aos dons do Espírito, principalmente à profecia." (1Cor 14,1), "... já que aspirais aos dons do Espírito, procurai tê-los em abundância, para a edificação da assembléia" (1Cor 14,12). Há um incentivo inegável do apóstolo em que se difundam os autênticos dons. Sobre ser profeta de Deus, poderia dizer que em toda a escritura vemos um Deus que escolhe quem Ele quer, e mesmo almas imperfeitas podem servir ao seu propósito, basta que Ele queira, até falso profeta vendido como Balaão foi tornado profeta autentico num momento, até o sumo sacerdote hipócrita do tempo de Jesus profetizou. São Paulo dizia que não desejava que os fiéis ficassem na ignorância a respeito dos dons, mas verdadeiramente sem experimentar a realidade do mínimo desses dons, qualquer abordagem fica longe de ser um testemunho, pois o testemunho só pode ser dado por quem vive essa dimensão da espiritualidade. Sem conhecer verdadeiramente algo podemos incorrer em equívocos. Em algumas situações podem ser encontrados equívocos no ambiente da RCC, mas isso não determina o movimento como um todo, equívocos acontecem dentro da Igreja e isso não a desqualifica como coluna e sustentáculo da verdade. Como o Catequista é averso aos equívocos, também sou, mas há de tomar cuidado para não jogar fora a árvore por causa de alguns frutos que não estão maduros ou que não estejam bons. Não desmereço o trabalho do blog, pois acredito muito na reta intenção do Catequista e sou divulgador do seu conteúdo, diga-se de passagem altamente formativo. Sei que não condenam a RCC, pois é o que dizem nos posts, mas também é perceptível que preferem amá-la de longe, mas criticar de fora não é a forma mais justa de fazê-lo. Assim fazem os protestantes com a Igreja Católica e muito deliram nisso.
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0 # Rafael Augusto 15-04-2014 12:01
Estimados internautas! Saudações em Cristo! Quero cumprimentar o belo comentário do Sócrates, ele instigou-me a trazer também o meu comentário, mais precisamente em seu post. Não sou nenhum teólogo, mas pretendo um dia ser. Fiz apenas introduções básicas à teologia, na escola teológica da paróquia, fiz ainda um curso de exegese bíblica com o Doutor e Mestre Padre Fernando Cardoso. A cerca de mais de um ano iniciei um estudo coerente sobre a RCC, até mesmo porque, eu era um membro muito assíduo do movimento, chegando a estar em instâncias de coordenação e tudo. Penso que quando iniciamos uma pesquisa sobre determinado tema e, se gostamos do que fazemos, devemos prosseguir e sempre aperfeiçoar nossas buscas, cada descoberta é importante, pois todo conhecimento bondoso é válido. Claro não dá para falar tudo o que penso e o que pesquiso sobre o movimento, e por isto comento por alto sem aprofundar o tema, mas, detendo-me ao comentário acima, bem como a postagem do blog, norte para a explanação e compartilhamento de pensamentos. Vou percorrer alguns pontos que serviram e ainda servem à minha pesquisa sobre o movimento carismático, num teor de depoimento, relato a vocês como testemunha viva dos caminhos super limitados da RCC. Concordas que tudo parte de um princípio? Acredito que sim. Intra RCC e ao grupo que participava na paróquia, comecei a perceber coisas que, posteriormente eram de modo espontâneo motivos de reflexões, "o porquê disso? o porquê daquilo". Ah como nos ensinou filósofo Sócrates, "uma vida só vale a pena ser vivida, quando pensada!" Partindo desse pressuposto reflexivo, enxerguei coisas absurdas e apenas guardava para mim. Ainda na minha trajetória carismática, que duraram 6 anos, passei a uma instância Diocesana e as coisas pareciam piores, não eram em si seus membros, mas sim a doutrina que os mesmos pregam, defendem e BRIGAM ardorosamente. Repito a análise é longa, exige tempo e disposição, além de comprometimento para lhe dar com um assunto delicado na igreja. A priori deixo para estudarem o documento 53 da CNBB, ele é claro, conciso e orienta aos fiéis do movimento, como a todos de modo em geral. A Renovação trouxe um benefício para igreja, isto é indiscutível, mas ela, inconscientemente vai ampliando uma dicotomia que ela mesma causou na igreja e lamentavelmente nosso Clero se acomoda e sente medo de mostrar a realidade que é isto. Por fim, creio que a RCC precise evoluir muito no quesito de comunhão eclesial, afirmo sem inequívocos, eles são pobres de sentido eclesial suas práticas as vezes errôneas trazem um cheirinho de heresias e nos lembram os gnósticos do século primeiro que preferiram crê sozinhos e isolados sobre o plano de Salvação. NO FINAL DE TUDO, O CORAÇÃO DE MARIA TRIUNFARÁ! VEM SENHOR JESUS! Cordialmente, Rafael Santos.
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0 # Everton 03-03-2014 11:13
Alguns membros da RCC que abusam de certas práticas... pode se dizer que pregam e vivem heresias? Um exemplo: "Repouso no Espírito".
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0 # Cadu Sindona 03-03-2014 11:58
De maneira alguma Everton. Uma heresia é uma negação pertinaz de alguém que conhece a verdade da fé e a nega. Os dons extraordinários estão na vida dos santos e na Tradição faz 2 mil anos. Mesmo que a manifestação de dons seja forçada, isso de forma alguma cria um herege.
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0 # Everton 03-03-2014 12:16
Compreendi Cadu Sindona, porém esses abusos podem ser considerados blasfêmias contra Deus?
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0 # Cadu Sindona 03-03-2014 23:06
Uma blasfêmia também não é isso. Blasfemar é maldizer seu Nome, sua Igreja ou sua Palavra.
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0 # Cristiano 03-03-2014 11:44
Olá Everton, algo só pode ser considerado herético quando vai contra algo que a Igreja já se pronunciou a respeito, através de seu Sagrado Magistério, o que não é o caso do repouso no Espírito Santo.
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0 # Harun Salman 03-03-2014 11:11
Lembrei de um livro do Olavo que tem um título muito relevante: "O Crime de Madre Agnes ou A Confusão entre Espiritualidade e Psiquismo". É um comentário muito bom sobre um filme bobo e de muito sucesso, chamado "Agnes de Deus". Sobre Elena Guerra: será lícita (ou justa) essa vinculação dela à RCC? (Não estou dizendo que é o post que faz isso!) É que Elena Guerra me parece ter tanto a oferecer, mas sua influência acaba restrita ao grupo dos carismáticos, que insiste em vê-la como uma precursora, afastando os fiéis que não sentem afinidade com a RCC, mas seriam beneficiados por um contato com a espiritualidade de Elena Guerra. Claro que eu não tenho grande conhecimento sobre a RCC, mas será que eu e tantos outros fiéis, não nos sentiríamos mais seguros para nos aproximar, se ouvíssemos falar mais, em seus meios, de sobriedade, discrição, amor à via ordinária...? O post está muito bom e, como todo bom texto, suscita mais perguntas.
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0 # Amanda Giselle 04-11-2016 19:26
De fato, penso que tem razão. Nesse caso seria bem interessante os líderes de outros movimentos conhecer e falar mais sobre Elena Guerra para que as pessoas a conhecesse. Eu já participei de outros movimentos e pastorais, mas só ouvi o nome Elena Guerra na RCC.
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0 # A Catequista 03-03-2014 11:20
Harun, também pensei isso. Por isso, observei que "...ao falar do Espírito Santo, Leão XIII jamais citou que o povo deveria pedir carismas extraordinários". Como não conheço a espiritualidade de Elena Guerra, não arrisquei dizer o mesmo sobre ela. Mas fico imaginando que, quando ela pedia um Novo Pentecostes, estava se referindo estritamente à uma constante consciência sobre as graças santificantes que recebemos no Batismo, e não sobre a manifestação de dons extraordinários. Fico mesmo pensando se essa vinculação de Elena Guerra à RCC não seria forçar a barra. Mas, é como eu disse: não conheço a história de Elena Guerra, então, prefiro não dar opinião nesse sentido.
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0 # Harun Salman 03-03-2014 11:37
Sim, você explicou bem. Eu sempre deduzi, dos escritos da beata, que ela se referia à essa consciência. Não sou nenhum especialista na Beata Elena Guerra, mas fico sempre com a impressão de que o pensamento dela foi formidavelmente distorcido nos grupos da RCC. Li um comentário de um seu contemporâneo que fala justamente da sua determinação em "rezar escondido". Quão longe está isso do exibicionismo que eu vejo com tanta frequência! Justiça seja feita: esse exibicionismo é uma característica da nossa época, não uma exclusividade da RCC. Mas, em meios católicos, é fomentado pela RCC. Tomara que a Christiane nos traga mais dos seus comentários tão interessantes sobre o assunto! Um abraço!
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0 # Dáltoni 04-03-2014 16:49
A paz de Jesus amados!!! Devo ressaltar um trecho da encíclica Divinum Ilud Munus, de Leão XIII (já citada no post anterior), em que diz: "Nada confirma tão claramente a divindade da Igreja como o glorioso esplendor de CARISMAS (grifos meus) que por todas as partes a circundam, coroa magnífica que ela recebe do Espírito Santo." No Rio, os adeptos da espiritualidade da RCC são denominados da "carismática". Em SP, da "Renovação", eu prefiro o último pois não dá uma idéia de separado, mas sim um Novo do mesmo... Estes fiéis buscam o novo Pentecostes desejado e pedido por Elena Guerra. No Pentecostes "original" os apóstolos oravam escondidos pois tinham medo. Porém após o "Batismo de Fogo" saem às ruas com parresia nos olhos e lábios. O martírio já não é uma possibilidade, mas uma realidade enfrentada com intrepidez e coragem. "É o Espírito Santo que faz os santos. Aspirar a tão grande destino e não ser devotos do Espírito Santo é uma contradição" beata Elena Guerra
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