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Sexta, 19 Outubro 2012 09:00

Absolvição coletiva: só use em caso de EMERGÊNCIA

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Vamos entrar no túnel do tempo. Imagine que você está em 1912, e é um dos passageiros do navio Titanic. Em uma noite fria, o navio se choca em alta velocidade contra um imenso iceberg, e as coisas começaram a ficar um tanto... molhadas. Há meia dúzia de sacerdotes e centenas de católicos a bordo, inclusive você, doidinhos para receber o perdão sacramental dos pecados. Não vai dar pra ouvir os pecados de todo o mundo, certo?

Calma, Jack! Calma, Rose! Para esses momentos extremos existe o recurso da absolvição coletiva.

De modo diferente da confissão individual, na absolvição coletiva o penitente é dispensado de contar ao sacerdote os seus pecados, mesmo os mais graves. Reunidos em grupo, os fiéis simplesmente pensam nos pecados que desejariam confessar e recebem, todos ao mesmo tempo, a absolvição. Demos o exemplo do naufrágio pra deixar bem claro que isso só deve ser feito em situações raras, de modo totalmente excepcional.

Mas, infelizmente, tem um monte de sacerdotes abusando desse recurso, por preguiça de realizar as confissões individuais ou por leviandade mesmo. Certa vez, uma crismanda relatou à minha turma um episódio de que foi testemunha: em certa paróquia, o padre que estava atendendo às confissões avisou aos fiéis que precisava sair para um compromisso. Como não dispunha de mais tempo para ouvir individualmente as confissões de todos que estavam na fila, ele explicou que daria a todos uma absolvição geral. E, infelizmente, assim foi feito.

O QUE É GRAVE NECESSIDADE?

Em 2002, São João Paulo II publicou uma Carta Apostólica com o objetivo de fazer cessar esses abusos. Segundo ele, muitos padres deturpam o sentido do “requisito da grave necessidade”, justificando o uso da absolvição coletiva em situações em que ela não deveria ser aplicada. E isso acaba por trazer “graves danos para a vida espiritual dos fiéis e para a santidade da Igreja”.

Quais são ocasiões de "grave necessidade" que justificam o uso da absolvição geral dos pecados? São elas somente duas:

1. quando há um grande grupo de pessoas em risco iminente de morte, e não há tempo para que o sacerdote presente ouça a confissão de todos;

2. quando, em uma região isolada (onde o sacerdote só pode passar uma ou poucas vezes ao ano) ou de guerra, não há sacerdotes suficientes para ouvir um grande número de penitentes. Nestes casos, se não recebessem a absolvição geral, os penitentes ficariam obrigados a permanecer muito tempo privados da graça sacramental e da sagrada comunhão.

absovicao_geral_emergenciaOs critérios são bem claros e simples. Então, se você não estiver em nenhuma destas situações de grave necessidade e, ao buscar fazer a confissão, acabar recebendo uma absolvição geral, não se acomode. Busque outro sacerdote disponível para ouvir os seus pecados, da forma como se deve. Ainda que, para isso, seja preciso ficar afastado da Sagrada Comunhão por mais alguns dias (no caso de pecado mortal).

É bom notar que não se trata de uma regra dura e sem sentido, mas de uma orientação da Igreja que nos ajuda a tratar com a devida reverência o Sacramento que Cristo nos legou por meio de Sua morte sangrenta.

Seguindo essa dica, não tem erro: só quebre o vidro e aperte o botão da "absolvição coletiva" em caso de EMERGÊNCIA!

4313 Terça, 04 Julho 2017 13:50

Comentários   

0 # Heloisa Araujo 06-08-2015 19:53
Essa questão dos padres realizarem a confissão comunitária "a torto e a direita" é bem complicada. Uma paróquia aqui e Bsb faz assim, então minha mãe só se confessa uma vez por ano, no Natal e acha que, "como a Igreja faz, é porque pode"! Tentei explicar, mas o argumento é que "A Igreja faz", e ela ainda acha que eu sou mto exagerada em conversar e confessar com o Padra uma vez por semana ou no máximo de 15 em 15 dias! Mal sabe ela o bem que faz uma boa confissão! Obrigada pelo post!
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0 # G. Lima 06-08-2015 13:34
Na minha paróquia acontece o seguinte. Na quarta-feira que precede a Quinta-feira Santa, todos se reúnem em uma celebração penitencial, e ai acontece a confissão comunitária... Porém, nosso pároco deixou bem claro, que aqueles que estão em pecado mortal, precisam da confissão aos pés do sacerdote e, que se assim não fizerem a absorvição não tem valor...
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0 # Thiago henrique 22-07-2014 15:32
A Paz de Jesus e o Amor de Maria a todos !! Irmãos do blog eu tenho uma grande dúvida quanto ao assunto. Meu Pároco no, tempo quaresmal, faz um período de confissão em todas as comunidades e funciona assim: A comunidade toda se reúne na Igreja, aí o nosso pároco orienta a todos os fiéis falarem três pecados e no final ele faz uma única absolvição para todos. Ele diz que essa é maneira para todos os paroquianos se confessarem e poder celebrar dignamente a páscoa. Caso alguém queira uma confissão com orientação, ele convida a fazer em um outro momento, com mais calma e assim praticamente todos os paroquianos se confessam no periodo quaresmal. Esse tipo de absolvição está certa ou errada ???
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0 # Junior 30-12-2013 19:17
Haran, sim me confessarei para cumprir aquilo que se deve, conforme está nos outros comentários. Mas a minha dúvida é, o pecado mortal foi perdoado validamente? Eu poderia comungar depois dessa "confissão comunitária"? Não queria "escapar" de confessar diretamente ao padre, e que, no arrependimento do pecado e essa oportunidade de perdão vinda bem a calhar, havendo não muito tempo passado do pecado e arrependido, quis aproveitar. Não é expediente rotineiro. Obrigado pela ajuda, e um ótimo ano pra você e sua família também.
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0 # Harun Salman 30-12-2013 19:26
Junior, eu não recomendo a comunhão depois dessa "confissão comunitária". Precisamente porque ela foi um erro. A completude do perdão de Deus depende da perfeição da nossa contrição. É porque não podemos confiar na nossa avaliação da nossa contrição que o sacramento tem um rito próprio. E cada etapa desse rito tem grande importância e significado, não podendo ser dispensada sem risco de grave desrespeito. Claro que você já entendeu, você é inteligente! Eu não achei que você vivia em pecado, não, ok? Deu para entender o que você disse, desculpe se eu não fui claro na minha resposta. Um abraço!
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0 # Junior 30-12-2013 13:59
Eu participei de um rito penitencial antes do natal, e estava em pecado grave. Participei com a mesma intenção de uma confissão individual, exceto que não confessei os pecados ao padre. Depois, comunguei após o rito e nos dias seguintes. Os meus pecados foram perdoados? Se não, por ter comungado, cometi o pecado do sacrilégio? Como vi, mesmo se fui perdoado devo confessar individualmente estes pecados graves o quanto antes, certo? Desde já agradeço a resposta, Catequista!
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0 # Harun Salman 30-12-2013 17:37
Junior, aparentemente você comungou sacrilegamente, sim! Não posso afirmar com certeza sem saber as circunstâncias: o que te levou a participar desse "rito penitencial", o porque de você não ter recebido o sacramento da reconciliação etc. Mas eu te aconselho a se confessar o mais rapidamente possível! Não adie sua confissão, por favor! Plena amizade com Deus é a única coisa que realmente vale a pena buscar e nós católicos temos tantos recursos para isso! Oro por você! Não se perca por algo tão simples! Um abraço fraterno!
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0 # Junior 30-12-2013 18:43
Harun, eu não disse os pecados ao padre não porque não quis, mas porque era uma confissão comunitária.Previamente já havia feita o exame de consciência, enfim me preparei como para uma confissão comum. Houve ato de contrição, o sacerdote deu a absolvição, impondo as maõs na minha cabeça assim como na de outras pessoas, pois estávamos todos em fila, e depois fiz minhas próprias orações, ato de desgravo, oração pelo papa, salmos de ação de graças, enfim. De minha parte me preparei como para uma confissão individual , a única coisa que foi diferente é que não confessei meus pecados diretamente ao padre. Participei deste rito porque estava arrependido e queria o perdão dos meus pecados, e acreditava que o sacerdote sabia o que estava fazendo e que aquilo era algo especial para o Natal, pois aqui isso não é corriqueiro, então, em pecado e arrependido, não quis perder a oportunidade do perdão.(quando disse estava em pecado mortal, quis dizer que cometi um, e não que vivo em pecado).
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0 # Harun Salman 30-12-2013 18:58
Sim, entendi. Para ser franco, acho que o que esse padre fez foi errado. Um abuso da permissão para absolvição comunitária. Ele pode ter errado por pura ignorância, com a melhor das intenções. Mas errou. Confesse-se da forma habitual o mais rapidamente que puder. Se for possível, converse, respeitosamente com esse sacerdote ou, se isso não for possível, leve o conhecimento da situação a quem possa fazê-lo. Corrigir os que erram, não nos esqueçamos, é a terceira obra de misericórdia espiritual. Um ótimo ano novo para você e sua família!
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0 # Amanda 12-12-2013 17:01
Fico muito triste quando vejo pessoas que não compreendem o sentido da Confissão. Na minha família mesmo, há uma pessoa que sempre vai à Missa, mas diz que não se confessa porque não tem pecados. E comunga! fico triste demais, porque faltou muito na formação catequética. E agora, por a pessoa ser de idade, ela não aceita ouvir os "mais novos", tipo eu...
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0 # emival 12-12-2013 13:57
Pelo que me consta, é necessário que após a confissão comunitária, o fiel confesse em confissão individual, e que esteja com o firme propósito de o fazer, ou a absolvicão não surte o devido efeito. Confissão no Código de Direito Canônico 961 § 2 5.A absolvição sacramental coletiva seja precedida de adequada catequese e preparação comunitária, não omitindo a advertência de que os fiéis, para receberem validamente a absolvição, devem estar dispostos e com o propósito de, no tempo devido, confessar-se individualmente dos pecados graves que não puderam confessar. 962- § 1. Para que um fiel possa receber validamente a absolvição dada simultaneamente a muitos, requer-se não só que esteja devidamente disposto, mas que ao mesmo tempo se proponha também a confessar individualmente, no tempo devido, os pecados graves que no momento não pode assim confessar.
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0 # A Catequista 12-12-2013 14:09
Sim, Emival! Está correto. Por isso dissemos no artigo que, se a pessoa receber uma absolvição coletiva, não deve se acomodar, e sim buscar um sacerdote que ouça seus pecados, o quanto antes.
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0 # Caio César 12-12-2013 11:36
A verdade é a seguinte, não sei se é por falta de catequese ou relaxo do povo, mas tanto os fieis quanto os padres fazem pouco caso da desse sacramento,um dia desses atrás fiquei quase uma meia hora esperando o padre que estava na paróquia pra eu poder confessar,depois a secretaria falou que ele tinha que sair para gravar um programa de rádio, quer dizer no horário que ele devia estar na paróquia para atender as confissões, como vi outro dia Padre Paulo Ricardo falar, tem infelizmente padres se comportando como funcionários e não como servos de Deus. Recordemos um pouco quem foi São Pio de Pietrelcina. A Paz de jesus e o Amor de Maria a todos !
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0 # G. Lima 06-08-2015 13:51
Pois é Caio. É triste ver isso, mas realmente acontece. Porém, também existem Sacerdotes que se comportam como verdadeiros ministros do povo de Deus.. Digo porque um certa vez, fui a uma outra paróquia só para me confessar. Era festa do Padroeiro nessa paróquia, e lá se tem o costume de quando termina a Santa Missa no período do novenário, o sacerdote que presidiu a eucaristia e os convidados saírem todos para jantar. Cheguei então a esse sacerdote e disse-lhe que precisava urgentemente da confissão. Ele poderia ter me mandado procurar o pároco de lá, ou então me mandar voltar pra minha paróquia para me confessar lá, ou ainda dizer que estava saindo para jantar. Mas ele simplesmente virou-se para os outros que estavam lá e disse: "Podem ir jantar, eu vou cuidar das ovelhas do meu Senhor!" E me ouviu, sem reclamar. Eu percebia que ele estava cansado e com fome certamente, mas em nenhum momento ele reclamou. Por que ele sabia que era obrigação dele estar ali no confessionário.
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0 # Marcio Antonio 12-12-2013 11:33
Elias, lamento informar, mas, por mais admirável que seja o esforço de seu pároco em garantir o acesso à confissão individual, ele NÃO está certo em promover absolvições coletivas. O documento que o padre Dirceu trouxe aqui não dá margem para isso. Vejamos: Qual é o seu argumento para defender seu pároco? Você diz "Nosso santuário recebe, por semana, mais de 10 mil fieis, e temos somente o pároco. Mesmo assim temos 2 missas diárias, 7 missas no final de semana e 4 dias de confissão individual por semana. Quem é diocesano sabe o quanto isso é puxado para um padre". Mas o documento diz: "5. Para dar licitamente a absolvição coletiva, fora do perigo de morte, não basta que, em vista do número de penitentes, os confessores sejam insuficientes para atendê-los na forma devida, em espaço de tempo razoável. Requer-se, além disso, que sem a absolvição coletiva, esses fiéis, sem culpa própria, permaneceriam, por mais de um mês, privados do perdão sacramental ou da comunhão (cf. MD 4, 2, b, c, d). 6. Não constitui suficiente necessidade, a mera grande afluência de penitentes, não só em ocasiões de uma festa solene ou de uma peregrinação, nem mesmo por turismo ou outras razões semelhantes devidas à crescente mobilidade das pessoas (cf. MD 4, 2, f)." Veja o que o documento diz: a mera grande afluência de fiéis não é motivo que justifique o uso da absolvição coletiva. São José dos Campos é uma cidade grande, com dúzias de igrejas (moro em Curitiba, mas cresci aí), e as pessoas que porventura não conseguirem se confessar no santuário de São Judas Tadeu têm à disposição várias outras oportunidades de ter a confissão individual. O que seu pároco devia fazer, se não for possível ampliar os horários de confissão individual, é parar com as absolvições coletivas e fazer a devida catequese, de que as pessoas não podem deixar tudo pra última hora e que, se não conseguirem se confessar no santuário, que procurem fazê-lo o quanto antes em outro local.
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0 # A Catequista 12-12-2013 13:33
Marcio, Obrigada pela ajuda na resposta ao Elias. É isso mesmo.
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0 # Elias Sampa 12-12-2013 16:42
Você é padre, Márcio?
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0 # Elias Sampa 12-12-2013 10:48
Bom dia, irmãos, a paz! Trabalho no Santuário São Judas Tadeu, Diocese de São José dos Campos - SP, e vejo a absurda dedicação do meu pároco, Pe. João, em cumprir sua função de padre, principalmente nos sacramentos da confissão e da comunhão. Ele disponibiliza, principalmente nos momentos que antecedem as festas da Igreja ou do santuário, diversos horários para a Confissão individual. Mas, porque muitos deixam tudo para a última hora, ele acaba se utilizando também da Confissão Comunitária, realizando um a celebração penitencial para fazer o que citou o Pe. Dirceu, num dos comentários acima, no documento complementar ao cân. 961. Nosso santuário recebe, por semana, mais de 10 mil fieis, e temos somente o pároco. Mesmo assim temos 2 missas diárias, 7 missas no final de semana e 4 dias de confissão individual por semana. Quem é diocesano sabe o quanto isso é puxado para um padre. E mesmo assim ele é muito criticado por recorrer, somente no final de tudo, à Confissão Coletiva. Portanto, irmãos, peço muito cuidado ao postar ou interpretar conteúdos da Igreja sem contextualizá-los, pois existem padres que se desdobram pela Igreja e sofrem a injustiça da incompreensão de pessoas que não se colocam em seu lugar, ou nem mesmo rezam pelas vocações, ou seja, pessoas que só se preocupam com a própria "satisfação sacramental". Digo isto não pela postagem de vocês, mas pelo que alguns fieis mal formados podem fazer com ela para atacar padres que não merecem tal crítica. Espero que compreendam meu comentário. Parabéns pelo trabalho de vocês que é diferenciado e de qualidade! Deus os abençoe!
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0 # Rafael 14-05-2013 19:11
Há alguns anos o mesmo me ocorreu! Na Crisma, quando fomos confessar, o padre disse que não teria condições de ouvir a todos, e então optou por dar a absolvição coletiva. Hoje, quatro anos depois, descobri que a atitude dele não foi correta... é como se realmente ele nos tivesse induzido ao pecado mortal!
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0 # A Catequista 14-05-2013 19:18
Rafael, Você não pecou nesse caso, porque não tinha a menor consciência de que estava fazendo algo errado. O Senhor socorre os pequenos e sinceros de coração, e, graças a Ele, hoje você conhece e ama a verdade.
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0 # Denielson 14-05-2013 12:33
Gostaria de receber atualização por email como faço?
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0 # Josimar 04-02-2013 15:15
Olá equipe do site. Venho relatar algo um pouco pior do que o que a jovem do texto passou. Em uma paróquia próxima a minha, o padre não dá a absolvição comunitária porque precisa sair e tem fieis na fila da confissão. Pelo contrário, ele MARCA O DIA QUE TERÁ A ABSOLVIÇÃO COMUNITÁRIA. Isto em uma paróquia da cidade onde tem pároco presente e 3 paróquias próximas a mais ou menos 10 min a pé. Rezemos..
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0 # Cadu Sindona 04-02-2013 21:47
Isso é mais "normal" do que você pensa meu caro, oremos...
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0 # Marisa 22-10-2012 17:36
É uma pena q os católicos, em geral, não se aproximem mais da confissão. Eu me confesso frequentemente, entre 1 vez p/semana a 1x p/mês, e posso testemunhar o qto a confissão faz bem, não apenas para a minha consciência, como para o meu emocional. Acho q foi o Beato João Paulo II que disse: "os consultórios dos psiquiatras estão cheios pq os confessionários estão vazios". E eu concordo c/ele... Abs a todos.
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0 # Lucas 21-10-2012 20:20
Olá equipe do site ocatequista. Paz e bem! Sou Lucas, catequista da Bahia. Em minhas andanças pela web acabei fazendo esta excelente descoberta= "ocatequista".Pelo pouco que vi já estou admirado e abastecido com tanta coisa boa. Administro o blog da catequese de minha diocese: http://catequesedeconquista.blogspot.com.br/. Lá também disponibilizamos materiais de formação para catequistas. Gostaria de pedir permissão para postar(citando a fonte...claro) em nosso blog materiais do site ocatequista. O e-mail do nosso blog é Desde já obrigado e parabéns pelo site! Me tornei fã.
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0 # A Catequista 21-10-2012 22:24
Oi, Lucas! Obrigada por nos animar com as suas palavras. Esteja à vontade para postar o que quiser dO Catequista no blog de catequese da sua diocese. Fica com Jesus e com Nossa Senhora!
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0 # Lara 19-10-2012 13:33
É muito triste ver o tamanho dos danos que a falta de piedade causou... Muitos sacerdotes não sabem a grandiosidade de sua missão e fazem de qualquer jeito os santíssimos sacramentos, jovens que faltam a missa e só vão quando obrigados pelos pais, crianças que só sabem decorado o Pai-Nosso, Ave-Maria, Credo e raras são as que tem intimidade com Deus... Isso gera desleixo com a fé e grande desconhecimento da Igreja e da Doutrina. Mas a infinita misericórdia de Deus é maior! Devemos orar por essas pessoas e ser exemplo.
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0 # Leonardo 19-10-2012 11:01
Mesmo tendo me tornado católico a três meses, eu já conhecia a absolvição coletiva. Mas na primeira vez que eu tentei me confessar, fui em uma "confissão comunitária" que acontece toda última quarta-feira do mês, na paróquia mais próxima, pensando que todos seriam ouvidos individualmente, claro. Eu saí de lá chocado.
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0 # Pe. Dirceu 19-10-2012 10:29
Apenas para auxiliar, há no Brasil uma legislação complementar para regular a aplicação do cân. 961 e esclarecer outros bastante concisa e esclarecedora. Ela é de 2009 e surgiu para evitar diversos abusos que vinham acontecendo. Ela está disponível em PDF: http://www.infosbc.org.br/portal/pdfs/legislacao.pdf Importante destacar que os livros "azuis" (documentos da CNBB) obrigatoriamente precisam da aprovação da Santa Sé para serem aprovados e receberem o Imprimatur.
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0 # A Catequista 19-10-2012 10:42
Oi, Pe. Dirceu! Este documento é muito esclarecedor, obrigada. Achei especialmente interessante a parte que diz: "A absolvição sacramental coletiva seja precedida de adequada catequese e preparação comunitária, não omitindo a advertência aos fiéis acerca das condições para receberem validamente a absolvição, ou seja, de que esses devem estar dispostos e com o propósito de, no tempo devido, confessar-se individualmente dos pecados graves que naquele momento não puderam confessar (cf. MD 7, a)."
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0 # Monaliza Araújo 19-10-2012 10:22
Gosto de ler suas postagens. São de graaande utilidade e acho engraçado o jeito que escrevem, acho familiar, minha irmã é catequista, fala e escreve da mesma forma que vcs. rsrsrs Os Admiro muito! Forte abraço, Deus abençoe!
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0 # Cadu Sindona 19-10-2012 09:14
Vou contar uma que vai deixar o pessoal aqui de cabelos em pé: conheço uma moça que só se confessou uma vez na vida, para receber a Primeira Comunhão, e advínheis só? FOI EM "CONFISSÃO COMUNITÁRIA"!!?!? Resumindo ela recebeu e ainda recebe Jesus Eucarístico de maneira imprópria... Triste. Já conversei com ela, ela ouviu, entendeu mas não tem vontade de mudar isso, só me restou rezar por ela. Quantos são assim? Quantos passam essa mesma situação? O Código de Direito Canônico mostra claramente que caso um sacerdote faça isso, a absolvição não vale e o sacerdote precisa ser advertido contra esse abuso litúrgico (sim pois a celebração de qualquer Sacramento é Liturgia).
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0 # Daniel Pires 19-10-2012 11:15
Ao incitar uma pessoa a cometer um pecado, o diabo lhe oculta a vergonha; Na hora em que a mesma pessoa quer seus erros diante de Cristo, ele a devolve.
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