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Segunda, 07 Novembro 2016 01:28

ENEM 2016: Nossa redação sobre Tolerância Religiosa

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 Gabarita, Povo Católico! O MEC propôs o tema “Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil” para a redação do ENEM 2016. Que legal! Seria essa uma tentativa de esquerdar um pouco mais os nossos jovens ou de finalmente endireitá-los? Em todo o caso nós de O Catequista resolvemos dar a nossa contribuição e apresentar nossa redação também! A intolerância religiosa no Brasil é algo absolutamente evidente e talvez um dos maiores problemas desse país. Discorda? Bem, vejamos... segundo o IBGE, 92% da população brasileira é religiosa, sendo 86% cristã e 65%... católica! Dito isto, como explicar que a esmagadora maioria das políticas públicas e da produção cultural sejam dedicadas a desconstruir e combater os valores da quase totalidade da população? Tanta forçação de barra só pode ser intolerância religiosa! Nos perguntamos também: como explicar nosso judiciário tentando criar cada vez mais oportunidades para que a indústria do aborto se instale no país? A última desculpa esfarrapada foi a epidemia de Zika, que quase se tornou mais um motivo para matar bebês, com o devido apoio de toda a grande mídia. Aliás, vale lembrar a repercussão da PL 5069/2013 que fecha a brecha para ao aborto indiscriminado no país (saiba mais aqui). Ela nem foi a plenário ainda (apenas passou na Comissão de Constituição e Justiça) e já foi alvo de amplo mimimi de todos os lados. O engraçado é que quando se fala em religião, os defensores do aborto imediatamente tentam desqualificar qualquer argumentação. Ora... mas esse argumento não representaria 92% da população? Só pode ser intolerância. Como explicar a avacalhação do conceito de família? Recentemente a justiça reconheceu a união civil homossexual, a poligamia (com a alcunha fofa de "poliamor") e a onda continua... Agora os professores querem garantir que as crianças já saiam avacalhadas da escola, por meio da ideologia de gênero. Legal! As famílias mandam seus filhos para a escola e a educação que o país oferece os coloca contra os pais e seus valores religiosos. Só pode ser intolerância. Como explicar a hostilidade contra políticos que se digam religiosos? Ué... eles não representam a quase totalidade da população? Pois mesmo assim, falam em tirar crucifixos das repartições públicas, em não misturar política com valores religiosos e conduzem o país rumo a um sistema absolutamente incompatível com qualquer religiosidade (comunismo/socialismo). Será que querem tirar 92% da população do poder? Isso não era uma democracia? Só pode ser intolerância. Como explicar uma produção cultural sustentada acintosamente com o dinheiro do povo e que parece só saber explorar temas contra a família e a religião? Isso sem contar as vezes em que cometem vilipêndio explícito, desrespeitando símbolos cristãos. Só pode ser intolerância. ENEM Enfim. Como explicar esse país? Como explicar tanto desrespeito com a maioria da população, que é cristã? Só pode ser... hmmm... Pensando bem, depois de tudo isso, retiro o que eu disse. Retiro mesmo. Não é intolerância. Uma parcela tão grande da população não deveria ficar calada diante de tanto desprezo pelos seus valores. Não deveria votar em políticos que fossem contra a família ou contra a vida. Não deveria dar audiência para quem debochasse de nossos símbolos religiosos. Não deveria tentar esconder sua religiosidade em nome de um tal “laicismo” que na verdade é apenas ateísmo. Nosso problema é a TOLERÂNCIA.

1689 Sábado, 04 Março 2017 14:13

Comentários   

+1 # Ricardo 08-12-2016 13:06
Lendo a versão dO Catequista da redação, acredito que ela iria perder pontos por "fugir do tema". O tema é “Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil” e essa versão focou na intolerância que as religiões, principalmente, religiões cristãs sofrem no Brasil. O foco da redação deveria ser o combate a essa intolerância e não a intolerância em si. Um dos muitos exemplos de combate a intolerância seria a educação e conscientização das crianças e jovens em relação a diversidade de crenças que existe no Brasil. A pessoa deveria aprender desde cedo que ela tem o direito de defender e exercer a sua crença mas isso não deve entrar em conflito com o direito do outro de exercer a sua crença.( Ou falta dela, lembrando que os ateus assim como praticam intolerância, eles também, por serem um minoria, sofrem mais por serem ateus, muitas pessoas sentem medo de dizerem que são atéias para não sofrer nenhum tipo de preconceito).
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-1 # Francisco Citelli 06-12-2016 22:53
10. Nota 10
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0 # Marcelo Albuquerque 15-11-2016 17:13
Muito bom! Constantemente divulgo partes do trabalho de voces em meus grupos de Whatsapp, sempre com o link no final onde quem se interessar pode seguir e lê o artigo completo. Nesse sobre o ENEM surgiu a idéia de pedir que cada um do grupo também fizesse e divulgasse uma redação, não deu muito certo, a maioria na fez, mesmo assim resolvi deixar aqui como sugestão. Parabéns pelo trabalho e que Deus abençoe vcs!
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0 # A Catequista 16-11-2016 11:03
Obrigada, Marcelo! Que Deus te abençoe tb!
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0 # Cesar 10-11-2016 17:55
Não podemos pensar que a tolerância seja uma virtude unívoca e distributiva para todas as coisas, por isso é que as distinções se faz necessária. Quando sabemos que não devemos dar mais tolerância daquilo que recebemos das pessoas, desse equilíbrio depende a integridade do que estamos defendendo, por outro lado a tolerância das ideias, especialmente se essa for altamente falsa, não pode ser tolerada, sob o aspectos de um erro pequeno, comprometer toda a verdade defendida mas que fique bem claro que podemos ser radicalmente tolerante a uma pessoa, agora com as suas ideias podemos combater. Santo Agostinho: "Amai aos homens, destruí os erros, certos, mas não soberbos de possuir a verdade, e lutando, mas sem paixões, por ela!" Diligite homines, interficite errores: sine superbia de veritate praesumentes, sine saevitia pro veritate certantes.
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0 # Juliana 10-11-2016 10:52
Excelente texto! Vocês concluíram dizendo que o que tem ocorrido é "tolerância", ouso dizer que, infelizmente, é pior que isso... Dessa porcentagem que se diz cristã (86%), nem metade segue e defende a doutrina de Cristo, e por isso a banalização de todos esses alicerces.
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0 # Adão José Sabará 10-11-2016 09:26
A explicação será dada quando iniciar a campanha da Fraternidade/2017. A CNBB comandando os rumos da Igreja Católica no Brasil, será mais ecologia, proteção aos animais, as cobras, as onças, ou seja tudo de acordo com projetos globalistas e mundial. A CNBB(Caimos Na Baba de Barrabás) é um vergonha, isso explica muita coisa, e a covardia de nossos líderes religiosos que preferem ficar ao lado dos homens e contra Deus.
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0 # Ana Cássia 09-11-2016 16:00
Se analisarmos o tema da redação de forma isolada, apenas como um tema aleatório, acho que todos concordaríamos em condenar a intolerância religiosa. Mas dentro da conjuntura política/social do nosso país, sim, ele gerou desconforto e soou como uma provocação, por todos os motivos que o post já elencou. A disputa é cultural e discursiva... e tem na internet seu maior registro! Só temos que ficar atentos para não dar munição para quem nos ataca.
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0 # Thalles 08-11-2016 23:11
Acho que a ideia era mais falar da intolerância de verdade mesmo. Por exemplo: os cristãos que são decapitados no oriente médio por nunca negar a Cristo, ou das mulheres mulçumanas que foram perseguidas em Curitiba, e as religiões de origem Africana que possui membros sendo perseguidos, umilhados e violentados pelo Brasil a fora diariamente... Padres e Pastores que decidem entrar para a políca são mesmos cristãos? De a Cesar o que é de Cesar e a Deus o que é de Deus... Um cristão de verdade com o dom do sacerdócio jamais seria candidato a cargo político nenhum, simplesmente porque é muito mais importante dedicar toda sua alma e suas forças à Deus, levando sua palavra à quem precisa. Por isso mesmo não vemos padres da igreja católica serem candidatos... Já políticos oportunistas de algumas religiões evangelicas aproveitam da fé das pessoas para conseguir cada vez mais poder. É triste ver tantos amigos católicos caindo na lábia desses pilantras, que usam citações do antigo testamento para dar credibilidade as suas ideologias malignas. A nossa fé, dos católicos, se baseia no novo testamento. Temos o antigo testamento em nossas bíblias para fins de contextualizaçao. Deus nos enviou Cristo como um presente, o exemplo divino a ser seguido. Sejamos tão parecido com ele quanto nossa mediocridade permitir e sigamos atentos as recomendações do nosso Papa Francisco: Sejamos tolerantes e respeitosos com todas as religiões que pregam o amor! Parece que o tema da redação do ENEM foi mais católico do que qualquer outra coisa!
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0 # Cesar 10-11-2016 18:35
Caríssimo Thalles, se permite uma observação: http://eleicoes.uol.com.br/2014/noticias/2014/09/08/apesar-da-proibicao-da-igreja-catolica-23-padres-disputam-as-eleicoes-2014.htm Infelizmente contrariando o nosso código de direito canônico diversos prelados saíram candidatos nos últimos pleitos, infelizmente a maioria pelo PT e até PCdoB. Todos nós sabemos quem está por trás orquestrando essas iniciativas. Fique com Deus
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0 # Geraldo 12-11-2016 07:36
Mas em compensação, Thales e Cesar, num pais de 140 milhões de católicos é uma tristeza que tenhamos tão poucos de nós com vocação política. A política deveria necessariamente retratar aquilo que predomina na sociedade. Embora o catolicismo brasileiro seja bem medíocre, o nosso povo carrega muitos valores inspirados pela fé em Cristo. É um povo pró-vida, amigo da família, etc. Isso, pela lógica, tinha que estar refletido na vida política do país. Mas contraditoriamente o estado tem sido dominado por uma perspectiva laicista. Nos acostumamos a ver - com muita razão e fundamento nos fatos - o mundo da política como sujo e corrompido e isso tem atrofiado nosso potencial representativo e deixado o campo livre para uma minoria ideológica que nos domina impondo de modo autoritário e desonesto, coisas que contrariam e agridem totalmente nossos valores mais profundos. É urgente uma pastoral vocacional entre o povo católico, que desperte vocações políticas e uma preparação dos leigos para a atuação política, baseada na Doutrina Social da Igreja. O pouco de energia que a igreja dedicou a isso nos últimos 40 anos, foi canalizado por alguns de seus setores para fortalecer o que há de pior na política partidária com esse resultado desastroso que temos visto para a família, a vida das crianças no ventre materno,a liberdade de educação e de consciência, os cofres públicos e os mais pobres. Eu gostaria de ter vocação política, mas infelizmente não a tenho. E creio que junto com uma pastoral voltada para a atuação política - e de algum modo como condição para ela - é também importante uma pastoral da cultura (visando sobretudo o mundo da arte, da literatura, da educação e da mídia) que a longo prazo, cria as bases para a política. De algum modo - e com muito mérito - esse trabalho mais cultural tem sido feito por Olavo de Carvalho e em vários aspectos isso favorece uma perspectiva católica da vida. Mas o dele não é ainda um trabalho clara e inequivocamente permeado pelo senso da Doutrina Social da Igreja. De todo modo, há muito valor ali. Uma pastoral da cultura (e também uma formação leiga para o mundo da política que não caia nas armadilhas ideológicas nas quais boa parte da igreja brasileira caiu nas últimas décadas) , plenamente assumida pela igreja, é uma prioridade que tem sido negligenciada por nossos bispos. Mas não precisamos esperar por eles. Os cristãos ainda somos maioria no Brasil, mas quanto mais a gente se esquivar do frigir dos ovos da história e nos refugiarmos nas "sacristias" , seremos cada vez mais uma minoria espremida e perseguida pelo fanatismo ideológico de uma minoria que tende a dominar tudo. As recentes guinadas políticas no nosso continente (que tem desbancado as hegemonias ideológicas pelo menos nas cúpulas políticas) podem abrir mais janelas de oportunidade nesse sentido para nós, desde que não caiamos na ilusão de que as novas forças que tem ocupado o poder nos representam. Como sempre diz o Padre Paulo Ricardo, a posição católica ao combater o comunismo e seus derivados, jamais assume o capitalismo (não falo da organização da economia que tem esse nome, pois outra simplesmente não há, mas falo da idolatria do sistema que assume um rosto ideológico quando faz da economia o eixo interpretativo da vida toda) como alternativa a ele, mas elege a mística da família como norteadora das relações humanas, inclusive na política. Como nos desafia o santo padre, na Amoris Laetitia, nossa vocação é tornar o mundo doméstico. Claro, não como utopismo revolucionário, mas como testemunho e esforço de levar o evangelho para todos os cantos da nossa vida. E isso nem direita e nem esquerda assumem como horizonte. Embora a igreja não tenha uma proposta partidária, é possível levar os valores que Jesus colocou em nossos corações para dentro da vida política e social. Basta pensar no testemunho de um Chesterton, por exemplo. E são valores que interessam profundamente ao ser humano, mesmo àquele que sequer tem fé, pois o coração tem sempre os mesmos desejos, ainda que sufoquemos sua voz.
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0 # Geraldo 08-11-2016 21:13
Quer saber o que é intolerância religiosa? É simplesmente a obrigatoriedade de se submeter à opinião pessoal daqueles que mandam na sociedade e decidem as pautas, as narrativas e as interpretações PERMITIDAS. Toda palavra fora da cartilha oficial tem que ser punida e perseguida violentamente. E depois dessa tremenda imposição (todos tem que pensar do mesmo jeito, se não cadeia neles) os cínicos ainda vem falar em "CRIME de ÓDIO". Durma-se com tamanha hipocrisia. Essa fala - abaixo - de Marcelo Freixo, é apenas uma amostra dessa intolerância e dessa imposição de uma interpretação única da vida. Reparem bem no que ele diz: "eles (os evangélicos) estavam reivindicando o "direito" de não serem CRIMINALIZADOS, por determinadas declarações que PUDESSEM SER ENTENDIDAS como homofóbicas". Vejam bem a fala: "que pudessem ser entendidas como...." Ou seja, o povo tem que ficar dependente da interpretação de alguns, sempre com medo de que suas palavras possam ser entendidas por esses "especialistas" e manda chuvas, como sendo isso ou aquilo. Isso é o controle da opinião dos outros, isso lembra a KGB ou a GESTAPO. São as ditaduras que controlam a expressão do pensamento alheio e punem aquela expressão que não reza conforme a cartilha oficial. Ouçam vocês mesmos esse show de autoritarismo e intolerância: https://www.youtube.com/watch?v=wVSDsfx4IPo E aqui a brilhante e bem humorada análise de Flávio Morgensten - (embora eu considere limitada e pobre a dicotomia esquerda-direita assumida por ele no título do podcast, mas isso é outro assunto) - acerca desse striptease de autoritarismo explícito (a partir dos 29 minutos): https://soundcloud.com/senso-incomum-642467380 A análise de Morgensten deixa muito claro qual a maior fonte da intolerância religiosa hoje no Brasil. Se a turma que elaborou este ENEM é a mesma de sempre (a que tem elaborado o exame nos últimos 13 anos), obviamente a proposta do tema é totalmente contraditória e incoerente com a própria postura habitual das autoridades educacionais brasileiras que tem engessado o ensino dentro das mais estreitas viseiras ideológicas.
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0 # Emanuel 08-11-2016 13:10
Por que eu sempre rio quando olho para cara do Kim Jong Un? Para o ditador maluco que ele é, ele me parece tão caricato. Mas , sério...acho que o ENEM foi feito para esquerdar mesmo.O ENEM queria que as pessoas falassem dos cristãos ''perseguindo'' espiritas , ateus, religiões afro ,etc. Acho que dava sim para achar um ''ponto fraco'' e falar da situação dos cristãos , mas os redatores iam virar o olho pro lado e/ou torcer a cara.
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0 # conservador 08-11-2016 12:58
Não existe intolerância religiosa... Isto é apenas o 1º passo para a proibição da religião. O 1º passo é fazer todos acreditarem que existe intolerância por parte das religiões.. O 2º passo é mostrar que as religiões são intolerantes na sua essência e não tem como juntar religião e tolerância; o 3º passo, para ser politicamente correto, uma sociedade justa e fraterna precisará abolir todas as religiões.. Este é o plano da ONU Não percam "A ONU e a reengenharia anticristã" Curso do Monsenhor Sanahuja
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0 # Rafael 07-11-2016 22:38
Vocês foram práticos é isso aí!
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0 # Vanderlei Dias 07-11-2016 22:26
Saudações. Saravá! Assalamu alaikum. Namastê. Shalom! Que a paz do Senhor esteja com todos. A pauta que O Catequista defende é legítima. De fato, o Estado não pode ignorar as demandas que se originam das diversas correntes religiosas, porém, a ditadura da maioria não é a lógica do Evangelho. Todos se lembram da parábola do Bom Pastor? Aquela em que o pastor deixa as noventa e nove ovelhas e volta para buscar apenas uma que se perde? Os temas que tratam da dignidade da pessoa, da defesa da vida e dos valores éticos, da preservação da família, tradições e costumes devem ser defendidos à luz da Palavra, Tradição, Magistério e MISERICÓRDIA. Apesar disso, penso, enquanto Católico Apostólico "Humano", que no que se trata da tolerância ou intolerância religiosa devemos iniciar a reflexão olhando com amor para os diferentes: as religiões de Matriz Afro, por exemplo. Nem é preciso consultar as estatísticas. Basta ir a um grupo de oração da RCC e constataremos a intolerância. Se eu te perguntar sobre a mitologia greco romana com certeza você discorrerá laudas e mais laudas. Mas se eu te perguntar sobre a mitologia Iorubá...
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0 # Vinicius 09-11-2016 02:23
Cuidado Vanderlei, uma marca da Igreja Católica Apostólica ROMANA - sim, a Santa Sé é de extrema importância - é o combate ao relativismo religioso. Antes mesmo de falarmos de misericórdia, tolerância e abordagem, é necessário entender que a Verdade é Única e Universal. Só há uma verdade, um só caminho, um só Senhor, uma só fé, um só batismo (Efésios 4,5). Todas estas demais religiões são tentativas frustradas de buscar a Deus, mas apenas a Igreja Católica Apostólica ROMANA detém com perfeição os meios salutares. Ela é a Verdadeira Religião. Apenas tentando trazer essas "minorias" e tantos desviados pelas ideologias esquerdistas estaremos fazendo uma verdadeira caridade, contribuindo para a salvação dessas pessoas e para o progresso da nossa sociedade. É necessário que se conheça a Verdade, pois só a Verdade de Cristo nos libertará (João 8,32) Pax et bonum!
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0 # Alex Hoffmann 08-11-2016 21:37
Pax Christi. "A pauta que O Catequista defende é legítima. De fato, o Estado não pode ignorar as demandas que se originam das diversas correntes religiosas, porém, a ditadura da maioria não é a lógica do Evangelho. Todos se lembram da parábola do Bom Pastor? Aquela em que o pastor deixa as noventa e nove ovelhas e volta para buscar apenas uma que se perde?" Pois é meu caro, pois a lógica do evangelho justamente é aumentar a maioria, a lógica do evangelho na parábola do bom pastor é aumentar o rebanho, é fazer com que o número 99 se torne 100, então sua pretensão de querer por a palavra ditadura pra cima dos católicos danou-se, foi para o espaço. "Os temas que tratam da dignidade da pessoa, da defesa da vida e dos valores éticos, da preservação da família, tradições e costumes devem ser defendidos à luz da Palavra, Tradição, Magistério e MISERICÓRDIA." Porém vale lembrar que isto só é possível numa única religião, a religião judaico-cristã, também conhecida como Igreja Católica Apostólica Romana, que aliás, é a única que detém a Palavra de Deus escrita (Bíblia Sagrada), a sagrada tradição e o sagrado magistério. Quanto a tal da misericórdia só existe se a justiça anda junta. "Apesar disso, penso, enquanto Católico Apostólico “Humano”, que no que se trata da tolerância ou intolerância religiosa devemos iniciar a reflexão olhando com amor para os diferentes: as religiões de Matriz Afro, por exemplo. Nem é preciso consultar as estatísticas. Basta ir a um grupo de oração da RCC e constataremos a intolerância." Creio que não seria Católico Apostólico Romano? Humano, comunista, socialista, fascista, materialista dá no mesmo. Contudo, quem são os maiores tolerantes se justamente os católicos? Toleramos tudo, inclusive a chibata no nosso lombo e todo um universo de mentiras contra nossa Santa Madre Igreja, contra nossos irmãos na fé e contra nós mesmos. Quanto a RCC falar que umbanda é coisa do diabo, isto eu também falo para o meu filho, isto não tem nada de mais, é instrução pra que ninguém se perca. E quando os infiéis e mais uma catrefa de gente chama os católicos de idólatras? Vale a recíproca. "Se eu te perguntar sobre a mitologia greco romana com certeza você discorrerá laudas e mais laudas. Mas se eu te perguntar sobre a mitologia Iorubá…" Se alguém não sabe sobre a mitologia Iorubá, não tem problema basta dar uma lidinha sobre ela e veremos que ela não tem diferença da mitologia greco romana, seus deuses como os deuses gregos ou romanos possuem equivalentes semelhantes apenas mudam os nomes e algumas formas com que cada deus está ligado aos eventos humanos ou naturais que ocorrem. A gnose diz a mesma coisa só muda o nome de deuses para eões, dos deuses principais para o potro pai e o potro princípio, da dualidade mundo espiritual/mundo material, da dualidade bem e mal, ser/não ser, vida/morte. Ogum, Ares, Marte, Skanda, Pytajovái, citando como exemplo, todos estes nomes para descrever um único deus, o deus da guerra, que na sequência ficaria: Iorubá, grego, romano, indú, guaraní; cada um deles de culturas e povos diferentes. Então eu pergunto, que novidade existe em saber sobre os mitos greco romanos e os mitos iorubás? Nenhum, todo mundo sabe que os deuses romanos e gregos são falsos, que verdade existiria nos deuses iorubás? Nenhuma. In corde Iesu, semper.
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0 # Alex Hoffmann 08-11-2016 21:47
Contudo, se as pessoas que acreditam nestas religiões panteístas possuem o direito de viver e até mesmo de continuar acreditando nelas e rejeitam a Igreja Católica Deus, tudo bem, que acreditem. O negócio é usar disto para calar os católicos e fazer com que aceitemos tudo, até o momento de sentirmos remorso por sermos católicos, e isto já ocorre dentro das escolas. Se for para bater em católico, qualquer porcaria serve de porrete, mas quando um católico resolve por a pratos limpos o negócio, então o choro fica grande e literalmente vale a forca e a morte como sempre foi.
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0 # Cesar 10-11-2016 17:40
Perfeito Alex, missiva irretocável. Graça e paz
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0 # Filêmon 10-11-2016 14:39
Muito bem, Alex! Com sua resposta mais um católico foi "desjujubizado"! rs
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0 # Lidia Inez 07-11-2016 18:20
Sou Catequista e a intolerancia não é mais que preconceito religioso e muitos desobedecem os 10 mandamentos da Lei de Deus é so dar uma olhada no Livro do Exodo capitulo 20 e ler o que dz La sobre Deus e o proximo o Evangelho de Mateus capitulo 5-1 -12 a tantos outros Evangelhos que nos ensinam a vida que devemos viver Deus criou Homem e Mulher o governo quer impor aos alunos outros tipos de concepção sexual nos programas escolares a Eutanácia a pornografia nos meios de comunicação social violencia as mulheres a traves do Aborto a Pedofelia infantil e tantos outros que no ser Cristão é Pecado Grave e Ofende a Divindade DEUS pai
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0 # Henrique Andrade de Aquino 07-11-2016 18:07
Depois que o link do facebook para esta publicação carrega, o endereço eletrônico mudou crescendo alguns dígitos. Não sei se é problema do meu computador, do site ou do celular para o qual mandei o link, mas quando chegou a outra pessoa pelo WhatsApp, o link redirecionava a uma imagem imprópria. Estou avisando para saber se vocês conseguem consertar, se hackearam ou é simplesmente problema meu. Aliás, excelente texto!
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0 # A Catequista 08-11-2016 11:01
Henrique, já resolvemos este problema. Sofremos um ataque, que afetou os redirecionamentos do Google para o site. Obrigada!
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0 # Lucas Farias 07-11-2016 17:57
Redação nota 1000
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0 # Isac 07-11-2016 16:57
É intolerancia religiosa, pois os governos em geral socialistas ou comunistas querem implantar o ateísmo globalmente; quem não se adequar a eles é "intolerante, homofóbico, discriminador...". Querem a prova cabal disso? *“Todos os governos civis terão um e mesmo plano, que será abolir e acabar com todo princípio religioso, para abrir caminho para o materialismo, o ateísmo, espiritualismo, e vícios de todos os tipos”. **É estonteante considerar até mesmo algumas das realizações deste “único e mesmo plano (Maçônico)”: a legalização do divórcio e do aborto; a acessibilidade, mesmo para as crianças, de todos os tipos de contracepção; a educação sexual nos programas escolares; a degradação das mulheres através de modas indecentes; a homossexualidade; a eutanásia; a violência e pornografia nos meios de comunicação, filmes e teatro imorais… Quem não consegue perceber que esses crimes hediondos estão clamando ao céu por vingança e que a vingança deve se abater sobre nós"? *** “A sociedade dos homens está em vésperas dos mais terríveis flagelos e dos mais graves acontecimentos. A humanidade deve esperar ser governada com uma barra de ferro e beber do cálice da ira de Deus” (Nossa Senhora em La Salette). * *** N Senhora de La Sallete ** Pe Jacques Émily
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0 # Diogo 07-11-2016 15:32
Sem dúvida a questão foi tendenciosa ao deixar textos que definem o estado laico de forma partidária. Mas o foco da redação era social, ou seja, as pessoas que mais são discriminadas no Brasil em função de crença religiosa são as mais pobres que possuem religião de matriz africana. O foco não foi atacar o cristianismo. Interessante também que dá para perceber o ateísmo como posição religiosa das elites minoritárias conforme o gráfico apontado antes da redação.
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0 # Diney 07-11-2016 15:31
O tema desse ano, eu tirei de letra, para mim foi super fácil
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0 # Victor Viana 07-11-2016 13:48
Na minha redação, comecei citando o padroado português como influência do Estado na Igreja do Brasil colonial. Ironia da história... Argumentei que na proteção do estado laico a única influência da religião e da anti-religião que deve ser afastada é a influência de poder, mas enaltecendo o amplo debate (vindo da melhor tradição medieval das "disputatio") e respeito da vontade democrática, um consenso mínimo para a convivência saudável e ressalvado os direitos fundamentais de todos (pra não dizer que não falei de minorias). E como tinha que ter proposta de intervenção disse pra promover campanhas e um "disque-preconceito". Tá na moda.
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0 # KATHARINA REINA WERNECK VIANA 07-11-2016 13:42
Eu quero apenas dizer Que sou Professora, sou católica e não concordo com a ideologia de gênero e lutei junto a todos contra essa atrocidade que queriam e querem fazer com essas crianças e jovens do nosso país! Gostei muito da redação do Enem e se a tivesse feito tiraria esse nó na garganta contra toda essa "tolerancia/intolerância quanto a religião e os inúmeros ataques que uma maioria cristã está sofrendo neste país! Vamos acordar Aí!!
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0 # Tamiris Lima 07-11-2016 12:54
Mto bom o texto... so não concordo com o que diz sobre os professores, pois não são eles que querem garantir essa ideologia. Conheço vários que não apoiam isso. E o texto está generalizando.
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0 # Lucas 07-11-2016 10:48
O tema da redação do ENEM este ano, até tem uma brecha onde você não precisa esquerdizar, mostrando por exemplo a intolerância da mídia e de boa parte do governo para com os cristãos. A questão é: quantos candidatos tiveram essa coragem? Todo mundo sabia o que o ENEM gostaria que escrevêssemos: da intolerância que uma minoria religiosa(religiões de origem africana) sofria pela maioria.
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0 # Pedro 07-11-2016 17:03
Sofria ou sofre?
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0 # roberta fernanda 07-11-2016 09:00
Texto excelente!!! Vou até imprimir!!!
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0 # Gabriel Godoi 07-11-2016 08:37
Eu estava com o Mesmo nó na garganta com esse tema! Show!
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