“Cura Gay”, não! Chamem o PDC 234 de “Liberdade Gay”

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A história de Claudia com os homens foi, por muitos anos, muito conturbada. Ela abusada sexualmente por um vizinho, quando tinha apenas 7 anos. Na juventude, ela não gostava de sua aparência e se sentia rejeitada pelos homens. Além disso, nutria “uma relação não muito satisfatória” com o pai. A “saída” encontrada por Claudia para lidar com essas questões foi buscar afeto nas mulheres.

“Não tinha sensualidade, era muito mais gorda do que sou hoje. Não tinha forma nem vaidade. Achava que não tinha cacife para seduzir um homem. Como tinha de ser amada, me joguei nas mulheres”.

– Claudia Jimenez (Fonte: Site da Folha)

Certamente, o problema não era ela ser obesa (tem muita gordinha aí muito bem resolvida com seu corpo), mas sim ter auto-estima baixa, coisa que afeta até as meninas mais saradas. A atriz Claudia Jimenez fala com muito afeto da sua última parceira, com que conviveu por dez anos. Mas também descreve com entusiasmo a primeira relação que teve com um homem, aos 49 anos. E, desde então, pelo visto, só quer saber do sexo oposto.

Claudia mudou. E existem milhares de pessoas no nosso país não estão satisfeitas com sua condição de homossexuais. Elas sofrem um conflito, e também desejam mudar. O que a sociedade tem a dizer a essas pessoas? As únicas três opções que existem hoje são:

Venha pra minha igreja que Jesus vai te curar.

– Mentalize e repita várias horas por dia com um mantra: eu sou hétero, eu sou hétero, eu sou hétero…

– Que se dane, é lindo ser gay, você é obrigado a ser feliz assim, você já nasceu assim e não reconhece porque é um idiota completo.

É isso… Pra lidar com esse conflito de sexualidade, só resta à pessoa correr atrás de um milagre ou entubar seu drama. Quer ajuda profissional? Impossível. Muitas dessas pessoas buscam socorro na psicologia, mas em vão. No Brasil, a Resolução 1/99 do Conselho Federal de Psicologia proíbe os psicólogos de oferecerem terapia às pessoas que querem deixar de ser gays.

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Para dar fim a essa arbitrariedade e para defender o direito dos clientes e dos profissionais de psicologia, a Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados aprovou nesta semana o PDC 234/2011, que suspende a proibição de oferecer terapia aos gays insatisfeitos. O projeto é de autoria do deputado federal João Campos (PSDB-GO).

Como era de se esperar, boa parte da mídia desqualificou o projeto e distorceu o seu conteúdo. Do jeito que estão falando, parece até que vão caçar todos os gays do Brasil, enfiar num camburão (prateado e purpurinado que nem o “Priscilla”*!) e obrigar todos a fazer tratamento de “cura gay”.

Pra provocar a hostilidade imediata da massa, tacharam o projeto de “cura gay”. Foi a mesma estratégia cretina de apelidar o Estatuto do Nascituro de “bolsa estupro”. Acontece que o PDC 234 em nenhum momento fala em “cura gay” e não se refere à homossexualidade como doença. Até porque psicólogo não é médico e não receita remédio. O psicólogo simplesmente analisa a história de vida da pessoa e a ajuda a ver as coisas mais claramente, dando-lhe suporte para superar seus conflitos emocionais.

Se é pra criar um rótulo, o projeto deveria se chamar, isso sim, “Liberdade Gay”. Porque os homossexuais devem ser LIVRES para se sentirem ou não satisfeitos com sua condição. A questão é essa aqui:

  • Tá feliz sendo gay? Então joga o picumã* pra esse bafafá e segue em paz com a tua vida. O PDC 234/2011 não te afeta em nada. Faz a egípcia*, que o papo não é contigo!
  • Tá infeliz com sua condição de gay? Quer ajuda profissional pra mudar? Então tome posse dos seus direitos. Se joga, bee*! Se você quer, você pode receber terapia.

Na Globo News, ouvi um jornalista dizendo que o PDC 234 abrirá a possibilidade de que pais “preconceituosos” obriguem seus filhos a fazerem tratamento para cura gay. Bem, o projeto segue agora para a Comissão de Seguridade Social e Família, e lá prosseguem as discussões. É bem provável que se crie trecho que proíba o tratamento forçado pelos pais.

É importante notar que a atual restrição ao trabalho dos psicólogos junto aos gays insatisfeitos não possui qualquer base científica, é puramente ideológica. É um abuso de poder que, até onde sei, NÃO OCORRE EM NENHUM OUTRO PAÍS!

Os que debocham, pervertem e atacam o projeto querem a todo o custo fazer crer que a terapia para a mudança de orientação sexual é uma proposta de fundamentalistas religiosos, algo anticientífico. Nada mais falso! Há estudos que indicam que essas terapias obtêm considerável sucesso. Podemos citar o recente trabalho publicado pelos pesquisadores americanos Stanton L. Jones e Mark Yarhouse,

Jones e Yarhouse acompanharam durante 6 a 7 anos 61 indivíduos que completaram o trabalho de terapia com a Exodus International. Desses 61 homens e mulheres, 53% tiveram resultados bem sucedidos:

  • 23% conseguiram uma conversão bem sucedida para a heterossexualidade, tanto na orientação como na funcionalidade;
  • 30% alcançaram castidade comportamental, bem como substancial “des-identificação” com a orientação homossexual;
  • 20% abandonaram o processo e aderiram totalmente à identidade homossexual.

(Fonte: Site Renew America – o artigo contém os links com mais informações sobre a pesquisa e o método aplicado)

A Associação Americana de psicologia diz que uma vez gay, sempre gay. Mas um dos ex-presidentes dessa instituição, Nicholas Cummings, discorda: “Este estudo [o de Jones e Yarhouse] abriu novos caminhos … e abre novos horizontes para a investigação … eu esperei mais de trinta anos para este estudo refrescante, penetrante …”. Para Cummings, o livro “Ex-Gays? – A Longitudinal Study of Religiously Mediated Change in Sexual Orientation” é leitura obrigatória para os terapeutas, conselheiros e psicólogos acadêmicos.

Esses resultados da pesquisa de Jones e Yarhouse confirmam o que psiquiatra Dr. Robert Spitzer, ex-pesquisador da Universidade Columbia, disse em 2003, depois de estudar 200 ex-homossexuais que relataram algum grau de mudança:

“As mudanças após a terapia reparadora não se limitaram ao comportamento sexual (…). As mudanças abrangeram atração sexual, excitação, fantasia, desejo, e ser incomodado por sentimentos homossexuais. As mudanças abrangeram os aspectos fundamentais da orientação sexual.”

Diante desses dados, os ativistas gays e simpatizantes fazem a Kátia* ou questionam a validade das pesquisas, mas sem apresentar nenhuma informação para rebatê-las. E fazem pior: discriminam quem abandona as práticas homossexuais. É uó!*

“Engraçado, quando eu estava namorando moças, minhas amigas hetero nuncam me discriminaram. Mas, tem amiga minha gay, que anda me discriminando agora.”

– Claudia Jimenez, no Twitter

ditadura_gay_hitler_2Há vários blogs e sites lésbicos acusando a atriz de ser homofóbica e de prestar desserviço à causa gay. E alguns ainda a criticam por namorar homens jovens. Olha o preconceito, bolachas*! Se ela estivesse com uma garotinha de 15 anos, aposto que essas mesmas fufas* maldosas iam querer processar quem xoxasse* a Claudinha!

Você é contra as terapias de reversão da homossexualidade? Tudo bem… então NÃO FAÇA essas terapias!!! (não é assim que dizem para nós, cristãos? “É contra o casamento gay? Então não case com um gay!”).

E nem adianta vir dar piti aqui no blog. Faz a phyna* e pára de palco*!

*****

Aurélia*:

Bee: bicha

Fazer a Kátia: fingir que não viu

Fazer a egípcia: não dar importância

Fazer a phyna: agir de forma elegante

Fufa: lésbica

Jogar o picumã: “jogar o cabelo”, desprezar, ignorar

Pára de palco (pára de show): basta de alteração

Priscilla: o ônibus que carregava as drags no filme “Priscilla, a rainha do deserto”

Se joga: vá em frente!

Uó: uma coisa ruim

Xoxar: debochar, zoar

UPDATE:

Galera, olha que bizarro: justamente no dia em que a gente publicou esse post a tal associação americana que promovia terapias de reversão da homossexualidade – a Exodus International fechou as portas e publicou um comunicado pedindo desculpas aos gays. O presidente da Exodus diz que é gay e que escondia que jamais conseguiu se livrar de seus desejos homossexuais.

Alguns de nossos leitores, muito apropriadamente, estão questionando se isso não invalida a pesquisa que citamos de Jones e Yarhouse. Afinal, esta foi financiada pela Exodus e foi feita com base no acompanhamento de pessoas que se submeteram à terapia da instituição. Não, não invalida. E há dois motivos pra isso: o fato do presidente da Exodus International não ter obtido sucesso em deixar de ser homossexual não desmente a experiência daqueles que conseguiram.

E mais: não é só a pesquisa de Jones e Yarhouse que sustenta a eficácia dessas terapias. Freud, Adler, Ellis, Jung, Lacan e muitos outros mestres da Psicologia afirmavam que o homossexualismo não era uma condição permanente nem intrínseca ao sujeito. E se o paciente quisesse, poderia sim ser submetido à terapia. O parecer desses grandes nomes está agora sendo ignorado por grande parte dos psicólogos por pura ideologia, já que nenhum dado científico prova que a homossexualidade é uma condição imutável.

Além disso, temos o parecer de Kinsey, que é considerado o Pai da Sexologia. Ele, que achava serem aceitáveis todas as formas de práticas sexuais (inclusive com crianças e animais), dizia que uma pessoa poderia se tornar homossexual ao longo de sua vida, especialmente por fatores relacionados à infância (veja fontes e saiba mais no blog da Marisa Lobo). Ora, se pode virar gay, porque não pode deixar de sê-lo?

Véi… mas esse sujeito tinha que soltar a franga e fechar a Exodus justo no dia em que publico esse post? Vê se isso num é armadilha de Satanás pra tirar a nossa moral! TÁ REPREENDIDO! rs

66 comments to “Cura Gay”, não! Chamem o PDC 234 de “Liberdade Gay”

  • Danilo

    Hitler era Gay???

  • Letícia Alves

    Ahazô!

  • Cada vez mais odeio a mídia. Só sabem fazer uma coisa: militar contra o Cristianismo e não informar a verdade.

  • Marisa

    Conheço um homem que se via como bissexual, casou com uma mulher e formou uma família. Só que ele sofria com isso. Conclusão: fez terapia psicológica para se assumir homossexual… Mas, e se fosse o contrário? Esse homem seria obrigado a conviver com o seu conflito interno, só por causa de uma lei de flagrante patrulhamento ideológico…
    O triste é ver psicólogo defendendo no facebook a militância gay. Tenha paciência, pensei que o interesse e a demanda do psicólogo fosse o sofrimento do cliente que o procura, e não o lobby gay. Mas é aquela coisa bem Brasil: “não li, não conheço e não sei. Mas a Globo está contra, e vou posar de esclarecido sendo contra também… Aff!

  • Cesar

    Parabéns pelo Artigo!! Simplesmente sensacional. Compartilhei o texto em todos os grupos Católicos que eu participo no face, além de minha linha do tempo, e vou no twitter, tmb… Além do Google+ 😉

  • Aline

    Interessante reflexão, mas eu deixo uma pergunta:
    Há estudos que indicam que a homosexualidade é desde a barriga da mãe, como vai se ‘curar’ disso?

    • Aline,
      Que estudos são esses? Na verdade, se colhermos as informações dos diversos estudos publicados, concluiremos que a homossexualidade é decorrente de diversas causas, diferentes para cada indivíduo.
      Alguns estudos apontam para que uma parcela dos gays se tornou assim por influência de fatores congênitos (não genéticos!), de ordem hormonal; outros indicam que uma parcela dos gays se tornou assim por abusos sofridos na infância; outra parcela porque gosta de dar vazão a todo tipo de experiência sexual; outro tipo porque teve conflitos com os pais e tentam resolver essa lacuna emocional no afeto com o mesmo sexo… São múltiplos fatores, e cada gay tem uma história.

      Esse papo de “todos nascem gays” não tem a menor base científica e é uma tentativa desonesta dos ativista gays de comparar a rejeição às práticas homossexuais ao racismo.

      • Aline

        Sim, Catequista. Por isso citei que ‘indicam’. Mas é só uma das possíveis razões.
        O meu questionamento é, se de fato for algo vindo da formação ainda dentro da barriga da mãe, como é apontada sendo uma das explicações, como é que se vai ‘curar’ com terapia cognitivo-comportamental (método para mudar os padrões de comportamentos)?
        Porque a psicologia poderia até mudar a questão de traumas de infância, como exemplifica o texto. Mas e se for algo mais profundo? Será que teremos terapia eficaz para isso?

        • Aline,
          Boa questão. De qualquer forma, repare que as pesquisas que citamos relatam reversão da homossexualidade em 23% dos casos, o que é muito relevante! Mas a pesquisa deixa claro que não obtém sucesso com todos.
          Para saber mais, seria preciso ler o livro indicado que contém o estudo de Jones e Yarhouse.

  • Pedro Vinícius

    Achei interessante a matéria, bem esclarecedora. Porém não acho que a “cura” seja por esse caminho, essas terapias não dão 100% de certeza de nada.
    O buraco é bem mais embaixo, antes de tudo a homossexualidade é uma ferida profunda, só sabe quem a tem. Acho que essa “cura” “reorientação” chamem do que quiser, só se dá pela graça e misericórdia de Deus, rezando, comungando, se confessando, lutando para fazer sua vontade. Ele que faz tudo acontecer.

  • Júnior

    Aline, não há estudos conclusivos acerca da homossexualidade ser “de nascença”, ou genética. É tudo engodo! Já se fizeram estudos com gêmeos univitelinos em que um era gay, e outro não (o que faz cair por terra era teoria maluca).
    Como diz o Catecismo, a gênese da homossexualidade continua sendo um mistério, mas há fortes evidências para crermos que o fator ambiental e de relações parentais, principalmente na primeira infância, têm muita influência no desenvolvimento da sexualidade.
    Sou estudante de Psicologia e (desabafando) estou saturado do discurso gay na Universidade! Fico impressionado com a unanimidade de alunos e professores em torno dessa causa! Ninguém questiona, só se repete o mesmo discurso: que a OMS retirou a homossexualidade do CID 10, que isso é questão de gênero, blá, blá, blá, mas nenhum de nós (alunos) vemos NENHUM estudo sério que comprove essa ladainha toda! É triste! É um martírio ser cristão num ambiente desses! Só estou lá por duas coisas: porque sei que Deus quer e porque, apesar dos pesares, gosto da psicologia e sei que ela não se reduz a essas questões…

    • Aline

      Sim, Junior. Por isso que deixei claro que indicam. Mas ainda não há nada conclusivo sobre os motivos.
      Concordo plenamente que o fator ambiental tem influência. Mas, por exemplo, por que alguns tem irmãos e etc, e só uma pessoa é gay? Conheço uma família onde, dos 3 filhos, somente 1 é. E tiveram a mesma criação e influência.
      Por isso meu questionamento. Será que só com psicologia resolve. Vc, como futuro psicologo, acredita mesmo que há tratamento eficaz?

      • Ronaldo

        “Conheço uma família onde, dos 3 filhos, somente 1 é. E tiveram a mesma criação e influência.”
        Olha, eu sou pai de três meninas, e esse negócio de “tiveram a mesma criação e influência” é pura BALELA, não tem como criar três filhos da mesma maneira nem se eles forem gêmeos, eles não são iguais, a relação pai e filho é diferente com cada um, cada um tem que ser tratado conforme suas particularidades, cada um tem que ser observado como um individuo que ele é. Tentar criar “tudo igual” você pode até tentar, talvez consiga acertar com um deles…

      • Júnior

        Olha Aline, acredito que depende muito da pessoa que deseja e busca a terapia. A técnica é só uma ferramenta, tem que ter o desejo e determinação do interessado.
        Se o interessado tiver uma vivência de fé, será melhor ainda, porque a fé se alia à terapia.
        Outra coisa que acho importante é como avaliamos se a terapia tem sucesso ou não. Os casos em que a pessoa homossexual torna a sentir atração pela pessoa de outro sexo são menos numerosos, mas a terapia pode ajudar, ao menos, quem deseja viver livre de relações sexuais com o mesmo sexo (quem deseja viver a castidade); esses casos são bem mais numerosos, porque a pessoa aprende a lidar com os sentimentos que, muitas vezes, estão na base da atração homoerótica: complexo de inferioridade sexual, auto-compaixão exacerbada, fantasias, etc.

        • Sim, é verdade, Júnior. Pelo que entendi, muitos não se livram totalmente do desejo homossexual, mas aprendem a conviver bem melhor com seus sentimentos, não voltando mais a se relacionar com pessoas do mesmo sexo.

  • Diego Gonzalez

    Muito bom o texto! Essa jogada de chamar o projeto de “cura gay” mascara a proposta que é a de liberdade de escolha. E uma sugestão: tem muita gente que acredita que a pessoa nasce homossexual e ponto final, não dá pra mudar, ir contra isso seria repressão. Se puderem seria legal um texto explicando sobre as causas do homossexualismo (até onde eu sei psicológicas, sociais e congênitas) e as propostas de conversão à heterossexualidade ou castidade.

    • Oi, Diego!
      Sobre as causas do homossexualismo, são complexas e podem ser variadas. Pra aprofundar esse assunto, recomendo:

      Site Logos Apológética Cristã – “Genética e homossexualidade: as pessoas nascem homossexuais?”
      http://logosapologetica.com/genetica-e-homossexualidade-as-pessoas-nascem-homossexuais/#axzz2WsvP4300

      Blog da Marisa Lobo
      http://marisalobo.blogspot.com.br/2012/12/marisa-lobo-fala-da-de-aprovacao-da-pdc.html

      Do artigo acima, destaco o trecho abaixo:

      Segundo Kinsey, Pai da sexologia e autor do relatório Kinsey citado por vários estudiosos da psicologia da sexualidade, inclusive por Cameron e Bell, outros estudiosos na área citados e usados como referência pela sexologia, psicologia, psiquiatria e por diversos estudiosos no mundo e principalmente pelos movimentos da luta de direitos da homossexualidade, há inúmeras razões para que uma pessoa se torne um homossexual, e são elas:

      · 22% – Experiência precoce com adultos ou pares;
      · 16% – contato contumaz com ambiente homossexual ;
      · 15% – relacionamento distante com a mãe;
      · 14% – relacionamento distante com o pai;
      · 15% – Desenvolvimento incomum (“bulling” de ‘mariquinha’, ‘bichinha’,etc.);
      · 12% – Parceiros heterossexuais indisponíveis
      · 9% – Falta de habilidade social;
      · 9% – “não se explica ”.


      (…)
      O mesmo estudo [o relatório kinsey] revela que a homossexualidade pode ser orientada como defesa à frustração emocional decorrente da relação familiar conflituosa, abusos e violência por exemplo (Freud, pai da psicanálise, e Firense, também já falavam nessa verdade).

  • klev

    Fantástico, de grande clareza, explica direitinho a proposta.

  • Tony Maria

    muito bom o texto…

  • Tiago Noronha

    Tá super apoiada! Um dos melhores textos sobre o tema que já li!

  • JR

    Mas que gíria hein!! Tô fora. Sobre o artigo: sou contra a toda imposição num debate principalmente fazer-nos engolir essa causa gay. Se o camarada quer ser gay ou não é escolha dele e é dever(ou deveria ser) do Estado dar-lhe condições de libertar através de tratamentos psicológicos ou médicos de ser gay.

  • JR

    A abelha não tem nada a ver com isso e já está rotulando-a de bicha!!? Eu pensava que xoxar era outra coisa… ARGH!!!

  • Jonah

    Ai abafa, mona! Perfeito!

  • Bruno Igor

    Excelente matéria, continuem assim! Ri muito aqui tentando entender essas gírias toscas, kkkkkkk…
    Adorei bee…

  • Antonio Silva

    Às vezes, quando não dispomos de muitos dados científicos, realmente fica difícil de argumentar contra o discurso vigente de que não existe a tal “cura gay”.

    Mas posso testemunhar que ela é possível sim. E digo isso olhando para a minha própria vida. Não sei dizer se eu “nasci” com desejos homossexuais, mas eles vieram a aparecer mais claramente durante a pré-adolescência e por isso acredito que pode está relacionado às conhecidas crises sexuais que passamos nessa fase da vida.

    Depois de muito tempo sofrendo sozinho, calado, e buscando prazer nas práticas homossexuais, pude conhecer a Igreja e ter minha experiência real com Cristo e ver que não seriam as minhas forças mas as forças divinas que agiriam no meu corpo para vencer meus próprios desejos.

    Foi fácil? De jeito nenhum! Foi um processo que durou anos e que continua até agora. Por muitas vezes, mesmo dentro da Igreja, caía no pecado contra a castidade e voltava para Deus arrependido. Mas até que Ele me deu um desejo de decisão muito forte e, mesmo ainda sentindo desejos por homens, hoje sei das consequências dos meus atos e, graças a Deus, há muitos anos, consigo dizer NÃO ao meu próprio corpo. E isso não é impossível! Para quem luta há muito tempo e acha que não vai conseguir, saiba que Deus luta com você! Hoje eu não estou imune a nenhum tipo de desejo homossexual, mas consigo resistir bem mais facilmente do que há alguns anos atrás, quando eu não lutava pela castidade. Antes, eu não conseguia nem mesmo ser amigo de outros homens, porque já me vinham pensamentos impuros. Hoje, depois de tanta luta, consigo ter uma relação de amizade muito mais saudável, conhecendo os meus limites e me comprometendo a não ultrapassá-los. Sou muito mais feliz.

    Graças a Deus, nessa minha luta solitária, não fiquei com nenhum trauma psicológico, mas talvez tivesse sido bem melhor se eu pudesse ter um acompanhamento profissional. Talvez algumas pessoas nem consigam suportar essa luta sem um apoio psicológico. Por isso, psicológos cristãos, não se omitam! Nós precisamos de vocês!

    Ninguém é obrigado a acreditar no meu testemunho, mas Deus sabe a verdade da minha história. Esse não é meu nome de verdade, porque ainda tenho receio de me expor. Mas sinto que muitas almas precisam dessa mensagem para permanecerem fortes na luta pela castidade.

    • “Graças a Deus, nessa minha luta solitária, não fiquei com nenhum trauma psicológico, mas talvez tivesse sido bem melhor se eu pudesse ter um acompanhamento profissional. Talvez algumas pessoas nem consigam suportar essa luta sem um apoio psicológico. Por isso, psicológos cristãos, não se omitam! Nós precisamos de vocês!”

      Antônio, obrigada por ser generoso e vir aqui dar o seu testemunho! Que Nossa Senhora te cubra com seu manto glorioso.

  • Will

    Perfeito! Ontem mesmo eu estava conversando com uma amiga da faculdade sobre este assunto de como o cara se torna gay, etc e acho que boa parte dos que se assumem gays, o fazem simplesmente porque não tendo tão interesses por pessoas de outro sexo, acabam achando que então devem ser homossexuais, porque a própria sociedade o influencia a tomar uma escolha por ter um certo jeito ou por não ser tão desinibido com o sexo oposto.
    Fugindo um pouco do assunto, lembro que o próprio Clodovil (há vídeo no youtube) deu uma declaração no meio de um bando de ativistas gays, se dizendo contra passeata gay e adoção de crianças por casais homossexuais. Obviamente foi vaiado, mas defendeu a verdade acima das suas preferências, porque era um cara esclarecido. Falta quem esclareça e direcione esses pseudo homossexuais.

  • Povo!

    Peço-vos ajuda nesse caso! Publiquei um link pra esse texto de vocês no meu Facebook, e um amigo respondeu com isso aqui:
    —————————–
    Cara, o texto é bem ruim e a argumentação final é um equívoco e demonstra o que ele tenta negar ao longo de todo o texto: a base desse projeto é pura e simplesmente preconceito religioso. A minha esposa é psicóloga e o CFP não coíbe o atendimento de pessoas que tenham conflitos devido à sua orientação sexual. Eles podem fazer terapia e, em caso de um conflito pessoal, receber orientação para conseguir, por si mesmo, lidar com esse conflito, seja “desistindo” de ser homossexual ou assumindo a sua homossexualidade ou até mesmo continuar convivendo com esse conflito. No entanto, essa é uma questão pessoal que não sofrerá intervenção direcionada para um determinado fim pelo profissional de psicologia, nem para incentivar que a pessoa assuma a homossexualidade nem para que ela reprima esse sentimento. O que não se pode é prometer ou promover a ideia de cura, assim como não pode-se prometer a curar para outros males existenciais que façam com que as pessoas entrem em conflito consigo mesmas. É isso que a instrução do CFP proíbe pois não é o papel do profissional. Pelo histórico do senhor Feliciano é no mínimo uma ingenuidade imaginar que ele está preocupado efetivamente com essa questão, com aqueles que estão em conflito pessoal com a sua sexualidade. Ele defende uma classe muito específica de psicólogos-religiosos que querem passar por cima do órgão de classe e usar a sua profissão para impor uma ideia da sua religião. Essa é uma questão. A outra argumentação “É contra o casamento gay? Então não case com um gay!” é completamente estapafúrdia por um simples fato: aos casais homoafetivos é NEGADO um direito civil que é garantido para os casais heteroafetivos. A impossibilidade de se casar impede os demais direitos que vem com o casamento: pensão, herança, etc. Ou seja, pessoas que se vivem com outras do mesmo sexo tem menos direitos do que os demais. Isso é inconcebível em um país democrático e sobretudo laico, pois eu não conheço nenhum argumento não-religioso que sustente a defesa da proibição do casamento igualitário entre pessoas de um mesmo sexo. Aqui é uma questão direitos e não de “não gosta de gay, não case com um”. A ideia mais correta seria: eu não quero me casar com uma pessoa do mesmo sexo (pq eu não gosto ou pq meu deus não aprova, etc), no entanto, nada, nem mesmo o meu preconceito religioso, pode me obrigar a impor aos demais membros da sociedade a minha orientação pessoal.
    ——————————-

    Só estou colocando isso aqui pois acho a discussão válida!

    Abraços, e grato!

    • Oi, Adriano!
      Quanto à argumentação do seu amigo, ela é totalmente furada. O problema é que o CFP taxa de “cura gay” (o que seria proibido) se um psicólogo aceita ajudar um paciente insatisfeito com sua homossexualidade a reverter essa condição. E isso não é cura, pq homossexualidade não é doença. Há um artigo da psicóloga Marisa Lobo que esclarece melhor o problema da resolução do CFP:

      http://marisalobo.blogspot.com.br/2012/12/marisa-lobo-fala-da-de-aprovacao-da-pdc.html#comment-form7

      outro artigo da Marisa Lobo:
      http://marisalobo.blogspot.com.br/2012/02/direitoshumano-homossexuais-podem-ser.html

      Seu amigo parece achar absurdo que “aos casais homoafetivos é NEGADO um direito civil que é garantido para os casais heteroafetivos”. Bem, todos devem lutar para ter dignidade, independentemente de suas preferências sexuais, tendo sido elas fruto de uma opção ou não. Diante dessa realidade, cada cidadão tem igual dignidade perante a lei, mas situações diversas requerem direitos diversos, para que haja justiça. Um idoso tem direitos diversos de um jovem; uma mulher tem direitos trabalhistas diferentes de um homem; um deficiente tem direitos que os não-deficientes não têm. Os direitos, para serem justos, devem ser dados conforme a realidade e a diversidade de cada um. Seres humanos são iguais em dignidade, mas vivem situações diversas e, portanto, necessitam de direitos diversos.

      Ou seja, não é verdade que as pessoas vivem com outras do mesmo sexo têm menos direitos do que os demais. Elas simplesmente não podem PASSAR POR CIMA do direito das famílias para satisfazer seus caprichos, reivindicando supostos direitos que são alheios à sua condição.

      Sendo assim, os próprios homossexuais se reconhecem como “diversos”, eles pregam a “diversidade”, não é mesmo? Então, duplas gays não são famílias, e portanto não têm os mesmos direitos de um casal que naturalmente (a não ser por problemas específicos de infertilidade) gera filhos. Isso sim é família! Já explicamos isso no post:
      “Casamento” gay: sim, isso é problema nosso
      http://ocatequista.com.br/archives/9694

    • Tato Diego

      Adriano. Não fui convidado na discussão mas quero lhe mostrar um trecho da lei.

      O texto completo está aqui:
      http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra;jsessionid=CF29AFC3A8432B845A8A210DE4434D2A.node2?codteor=881210&filename=PDC+234/2011

      O Projeto de Decreto Legislativo 234/11 torna sem efeito o trecho do Artigo 3º e todo o Artigo 4º da Resolução 1/99 do Conselho Federal de Psicologia.

      Art. 1º Este Decreto Legislativo susta o parágrafo único do Art. 3º e o Art. 4º, da Resolução do Conselho Federal de Psicologia nº 1/99 de 23 de Março de 1999.
      Art. 2º Fica sustada a aplicação do Parágrafo único do Art. 3º e o Art. 4º, da Resolução do Conselho Federal de Psicologia nº 1/99 de 23 de Março de 1999, que estabelece normas de atuação para os psicólogos em relação à questão da orientação sexual.
      Art. 3º Este decreto legislativo entra em vigor na data de sua publicação.

      Agora vamos ao texto da lei:(repare que querem suspender somente esses trechos)

      “Art. 3° – os psicólogos não exercerão qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas nem adotarão ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados.”
      Parágrafo único – Os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades.
      Art. 4° – Os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica.

      Consegue ver a SAFADEZA desse pessoal?

      O texto é muito subjetivo e cabe punição a qualquer profissional de psicologia simplesmente por achismo. –‘

      Enfim, para qualquer comportamento que você considere inadequado ou em confusão com sua identidade, você deve buscar ajuda psicológica, seja para compreender sua confusão ou mesmo obter uma mudança drástica de comportamento e qualquer pessoa independente de sua orientação.

      Consegue ver que não têm nada haver com religiosidade e que é pura militância dessa gentalha?

      Como diria Olavo de Carvalho: “cadê as fontes primárias”?

      Fique com Deus e estude pq o bombardeio é de todos os lados.

      A Paz Contigo!

  • Mais uma vez, parabéns pelo artigo! Muito esclarecedor! Eu acredito na boa intenção deste artigo, pois conheço casos de que com a ajuda amorosa da família (sem jamais invadir o espaço e “agredir” sua moral) ajudaram um jovem a se reencontrar na sua sexualidade que foi deturpada em parte por aquela mesma questão da moça lá no início da matéria e que se achava gay de tanto os próprios pais incutiram isso em sua cabeça dizendo: “Toma postura de homem”, “Parece um viadinho com essa boca mole”! Então ele na inconsciência de criança acreditou e deu no que deu!
    Não querendo levantar bandeiras, mas já levantando! Um Padre amigo meu muito santo disse que a homossexualidade vivida de acordo com o que a Igreja pede (CIC 2357) pode ser uma grande fonte de bênçãos e santificação para aquela alma!

  • Pessoal,
    Recomendo demais que leiam essa matéria sobre um pastor que é ex-travesti, e até já viveu com um homem na Itália:

    http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2012-07-05/pastor-e-ex-travesti-deus-restaurou-minha-identidade-sexual.html

    Tem vídeo com entrevista também:
    http://noticias.gospelmais.com.br/silas-malafaia-ex-travesti-pastor-evangelico-37965.html

  • Ronaldo

    Três videozinhos do psicólogo norte americano Dr Joseph Nicolosi, curando gays a décadas…

    parte 1: https://www.youtube.com/watch?v=03fYEDxzrIs
    parte 2: https://www.youtube.com/watch?v=Icjg7KNaPnQ
    parte 3: https://www.youtube.com/watch?v=_FJPZdYWsSE

  • Gustavo

    Olha, preciso deixar aqui o registro: de tanto ver as pessoas repetindo feito papagaio frenético isso de “cura gay”… eu não consigo juntar forças para discordar. Sei que eu devia (quando achar a oportunidade) mostrar o quão falso é isso, mas… o nível de cegueira intelectual que quem vive repetindo mostra é realmente desencorajador.

    Continuo procurando forças pra achar o jeito certo de mostrar (vendo a oportunidade correta), mas não posso negar tamanho desânimo, rs.

    • Eu te entendo demais, Gustavo.
      Hoje mesmo debati essa questão com um amigo muito querido, uma pessoa inteligente, mas que tá indo na onda da opinião clichê dominante.
      É engraçado que meus amigos ficam cheios de dedos para não magoar seus amigos gays no Face, mas não têm a menor consideração comigo. Chamam sem dó quem é a favor do PDC 234/2011 de homofóbico. E ainda dizem que isso é como ser racista. Imagina como estou contente hoje…

      Mas só temos o direito de desanimar por alguns minutos. Depois, implorando pela força do Espírito Santo, temos que seguir em frente com esperança e alegria. Bem sabemos que a vitória é do Cristo e da Verdade. Todas essas coisas vão passar.

      • Gustavo

        Essa é a grande motivação que deve alegrar nossos corações: saber que estamos do lado do Senhor. Com Ele do nosso lado, a vitória é certa.

  • Júnior Almeida

    Salve Maria!
    Nunca ri tanto, ótimo texto. Pra acabar com a falácia dramática nas redes sociais sobre o assunto.

  • Diego Rodrigo Anselmo

    Saca agora vendo o Artigo de lei com OUTROS olhos não achei TÃO RUIM, mais vamos lá… Caraca que vergonha que sinto dos governantes de meu país, que só olham pro próprio umbigo, pros problemas que lhes convém e não os quem convém ao povo, temos problemas muito maiores a serem tratados do que a tal “LIBERDADE GAY” ou “CURA GAY” chamem como quiserem, não valem nem um salário minimo imagina só o salário que ganham. Vergonha, vamos pras ruas desfazer as merdas que eles fazem.

  • Pedro

    Olá, PEssoal do Catequista, eu postei a noticia no meu face e uma pessoa respondeu com a seguinte Noticia: ( que diz que a Exodus fechou e que o seu presidente pediu perdao publicamente pelas pessoas que marcou.
    http://sociedad.elpais.com/sociedad/2013/06/20/actualidad/1371726639_593721.html

    Realmente eu li no site o depoimento do presidente, e ele, assumindo ter tendencias homossexuais, pede desculpas inumeras vezes pelo mal que fez a pessoas e familiares que passaram pela exodus international.

    http://exodusinternational.org/2013/06/i-am-sorry/

    Também no proprio site eles anunciam o fechamento da exodus: http://exodusinternational.org/2013/06/exodus-international-to-shut-down/

    Deixo claro que isso nao faz tanta diferença para mim ( embora as palavras do presidente seja incrivelmente pesadas e carregadas de arrependimento. ), mas creio que faz invalido um dos argumentos do texto.

    ok ?

    Agradeço demais pela colaboraçao e pelo humor incrivel de sempre!
    Nao precisa publicar essa mensagem se vcs nao acharem necessário.

    Deus os abençoe sempre!

  • Arne Balbinotti

    Pela primeira vez na vida eu li um texto “cristão’ coerente… isso é realmente um milagre na nossa atual sociedade…

    PS.: Mesmo eu sendo gay, achei de extremo bom gosto e explicativo o texto…

    • augusto

      parabéns pela sua honestidade intelectual.
      Xará, católicos discordam da prática homossexual (e das argumentações que sustentam a prática) como quem discorda do veganismo ou se aquele lance foi ou não foi penalty. Claro que existem os extremistas de ambos os lados, mas isso não representa a totalidade.
      Deixo claro sempre minha postura conservadora, mas isso não me impede ter amigos homossexuais. Eu só abordaria esse tema com você de maneira mais próxima, e menos forma, somente se você desse liberdade de amigo para mim. Caso contrário, eu iria respeitar o seu direito de não tocar em um tema tão delicado para você.
      Só que o Ativismo Gay quer tirar mesmo essa possibilidade. Trata-se de um movimento supremacista o qual mesmo alguns gays (Clodovil, Rupert Everet, os lideres do Manif Pour Tours, etc.) discordam.
      De maneira resumida: O ativismo gay está para os homossexuais o que o nazismo estava para os alemães.
      Mas sabemos: nazista: diferente de alemão
      ativista lgbt: diferente de homossexual.

      Paz de Deus para ti, parceiro! tudo de bom!

  • Rodrigo

    Olha, existe também casos que o indivíduo nasce com uma disfunção hormonal, onde ele pode ter mais hormônios do seu sexo oposto. Uma amiga me contou o caso que uma criança do sexo masculino, ele tinha comportamento afeminado. A sua mãe notou isso e levou-o para o hospital. O médico deu uma injeção para equilibrar sua função hormonal. Ele ficou curado e hoje vive normalmente sua vida, sem problemas. Sou contra a prática homossexual, e não considero isso normal. Minha pergunta é: Nós católicos, aceitamos esse tipo de procedimento e crê que isso é verdade ou não?

    • Rodrigo,
      Sua pergunta é ótima, pois nos dá a oportunidade de esclarecer uma coisa importante: a mensagem da Igreja para os homossexuais não é: você pode deixar de ser homossexual, basta rezar, confessar, comungar e/ou fazer terapia. A mensagem da Igreja é: tenham esperança, não se conformem com o pecado, unam-se a Deus e vivam a castidade. E ponto.

      Conforme respondemos ao leitor Diego em dos comentários desse post, as causas da homossexualidade são variadas e complexas, e a Igreja não tem a menor pretensão de pregar que todo homossexual pode passar a ter desejo por pessoas do mesmo sexo, seja por milagre ou por terapia. O que a Igreja garante e convida é que, vivendo a castidade e não se negando a carregar a sua cruz, todo cristão – seja gay ou não – pode viver em paz e com alegria.

      Como muito bem observou o leitor Rodrigo Boechat, “…a homossexualidade vivida de acordo com o que a Igreja pede (CIC 2357) pode ser uma grande fonte de bênçãos e santificação para aquela alma!”.

      Então, apesar de não propagandear que toda homossexualidade pode ser revertida, o clero entende que a pessoa homossexual que deseja viver a castidade não deve ser condenada a viver o seu drama sozinha e, se desejar, deve receber auxílio de um psicólogo.

  • Tiago Martins

    Esse post seria uma excelente resposta ao vídeo feito por nada mais, nada menos que o cara mais idiota já visto na rede mundial de computadores (na minha opinião, claro): PC Siqueira. Segue o link abaixo e desculpe por tantas asneiras que ele falar, tipo vergonha alheia mesmo!

    http://www.youtube.com/watch?v=APs_oTCaAwQ

  • […] “Cura Gay”, não! Chamem o PDC 234 de “Liberdade Gay”, no blog O Catequista. “É importante notar que a atual restrição ao trabalho dos psicólogos […]

  • Pe. Dirceu

    Não sei se conhecem, mas aí estão dois videos do Olavo de Carvalho:

    – O uso dos direitos contra a democracia – http://www.youtube.com/watch?v=93U0kuGK5AM
    – Sobre o deputado e pastor Feliciano – http://www.youtube.com/watch?v=sOqpnEQMhv4

    Ele fala uns palavrões, mas é interessante o que ele trás.

    Também: Caos e Estratégia (https://www.facebook.com/olavo.decarvalho/posts/10151665513477192)

    Vale a pena conferir (dentro de tudo isso que estamos vivendo).

  • Fernando

    Catequista e comentadores do catequista,

    Esse negocio de gay e cura gay é complicado e tenso.

    Tenho um amigo que é membro do Courage, que é um apostolado catolico que se dedica a ajudar os catolicos homossexuais e ele me deu alguns esclarecimentos para as questões levantadas sobre este assunto controvertido e o que a Igreja Católica defende.

    Aproveito para parabenizar a Catequista pelas suas respostas tão prontas e acertadas.

    Então, o ensinamento da Igreja sobre a homossexualidade é claro: a busca pela castidade. Antes de tudo e sobretudo, a Igreja entende que a praica homossexual é desordenada e como tal, não pode ser praticada em hipotese alguma. A ordem sexual é aquela da lei natural: marido e mulher e para o fim especifico da procriação.

    Mas as pessoas, não, elas devem ser acolhidas, por isso que existe o Courage, por exemplo.

    A “cura gay”, existe ou não? O meu amigo comentou que o Pe. John Harvey, fundador do Courage, a partir da experiencia pastoral dele e dos resultados que viu em algumas pessoas que fizeram, defendia a possibilidade de restauração sexual a partir da Terapia Reparativa, que é um metodo que os psicologos membros da da sua equipe de pesquisadores, denominada National Association for Research and Therapy of Homosexuality (NARTH) aplicam.

    Porém, ai que tem um pequeno problema, o fato de que existe uma terapia pra isso e que ela dê resultados positivos, não significa que ela seja um padrão que dá resultados para todo mundo, por isso mesmo o próprio Courage, não é um grupo de terapia, mas um grupo que auxilia as pessoas que lutam contra a homossexualidade a serem castas e caminharem em busca da santidade.

    Aproveitando e respondendo ao Rodrigo [do comentário do dia 22/06 as 12h11], perguntei tambem sobre a questao dos hormonios para o meu amigo e ele afirmou a atração pelo mesmo sexo não é resultado de excesso ou falta de hormonios masculino ou feminino, pois as questões que envolvem a homossexualidade estão no plano psicologico e não tem nada a ver com hormonio e essas coisas. Ele tambem me falou que a Igreja não aprova qualquer tipo de tratamento através de remedios, nem para diminuir e nem para tirar totalmente a libido sexual.

    Para os interessados, ele recomendou o livro “Homossexuality and the Catholic Church” do Pe. John Harvey, (que eu ja comprei) onde ele responde todas essas questões controvertidas acerca deste assunto.O livro infelizmente só tem em ingles, mas pode ser adquirido pela internet no site da amazon:

    http://www.amazon.com/Homosexuality-Catholic-Church-John-Harvey/dp/193292762X/ref=sr_1_3?ie=UTF8&qid=1372095856&sr=8-3&keywords=john+f+harvey.

    Aproveito e deixo a dica pra galera procurar o site do Courage na internet, eles tem um trabalho legal aqui no Brasil, está começando ainda, mas vale a pena a gente apoiar quem quer ajudar nossos irmãos homossexuais que querem viver como a Igreja ensina.

    Deus abençoe a todos! Valeu galera!

  • Fernando

    [Errata]

    O meu comentário deixou margem a interpretar que o NARTH é do Courage, mas não é. O Courage é apenas um apostolado católico e a NARTH é um grupo de pesquisadores de diversas vertentes religiosas e mesmo ateus que presquisam as terapias para homossexuais. Me desculpem pela falha.

  • Andrea Rocha

    Excelente texto!
    Claro, bem humorado e inteligente. Mais do que tudo verdadeiro e honesto!

  • Guilherme Alberto

    Bem, acabei de assistir um vídeo do “pastor” Marco Feliciano, primeiramente se defendendo mas que também fala sobre como a mídia manipulou o assunto do PDC 234. http://www.youtube.com/watch?v=LcClBBNeczc

    Também deixo bem claro que não gosto do Feliciano. Mas acho muito importante ter alguém que defende princípios como o da família na posição que ele está, porque se dependesse do sr. Jean Wyllys já teria sido aprovado uma “guerra santa gay” contra qualquer princípio, principalmente religioso, que “agrida” a causa dele.

  • Raí

    Um livro interessante de comprar:
    Comprender y sanar la homosexualidad – Richard Cohen.
    http://www.youtube.com/watch?v=X8wfhhH0nM4

  • Vítor

    Só tem uma coisa que eu não entendí. Se o PDC 234/2011 em nenhum momento fala em “cura gay” e não trata a homossexualidade como doença, então porque susta o parágrafo único do Art. 3º da Resolução n° 001/99 do CFP? Sabe do trata o parágrafo único do Art. 3 da Resolução n° 001/99 do CFP? Ele proíbe a CURA da homossexualidade:

    Exodus Art. 3° – os psicólogos não exercerão qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas, nem adotarão ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados.
    Parágrafo único – Os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades.

    Se não trata a homossexualidade como um desvio patológica, por que susta o Art. 4° que proibe o psicólogo de tratar os homossexuais como portadores de desordem psíquica?

    Art. 4° – Os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica.

    Se não é “cura gay”, porque sustar estes artigos?

    • Vítor,
      A resposta à sua pergunta está neste artigo do Reinaldo Azevedo:

      “200 param a Paulista protestando contra um projeto que não existe!”
      http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/tag/cura-gay/

      Destaco um trecho:
      “O projeto de Decreto Legislativo, aprovado na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, derruba o parágrafo único e o Artigo 4º de uma resolução do Conselho Federal de Psicologia, mas mantém intocado o caput do artigo 3º, que nega que homossexualidade seja patologia. Não sendo patologia, pois, não se pode propor cura. É questão de lógica.”

  • Saiu uma matéria interessante ontem no jornal The Sun: “Britânica diz que deixou de ser lésbica após perder 32 quilos”

    http://oglobo.globo.com/blogs/pagenotfound/posts/2013/07/02/britanica-diz-que-deixou-de-ser-lesbica-apos-perder-32-quilos-501971.asp

  • iris

    Esse projeto precisa ir adiante para ajudar pessoas que não estão bem com a sua opção sexual.

  • Norberto L. Guarinelo

    ATENÇÃO – PARTE do Exodus fechou as portas. Há uma dissidência que continuou a luta, depois do grupo institucional ceder às pressões da teologia (esquerdista) da libertação (do brioco).

    Estou falando sério. Procurem mais informações com quem mantinha contato com os caras!!! Tipo o blog CLOSETFULL.

  • João Pedro Strabelli

    Cada geração tem o comunismo que merece. Sério. Lá pela década de 70 e 80 era o comunismo político. Havia aquela onda de que o único sistema viável era socializar tudo e foi aí que muita gente da Igreja embarcou em “teologias” que de formas mais claras ou veladas flertavam com este sistema político. Não vou dizer que todos tinham parafuso solto no cérebro, muita gente simplesmente não via outra saída para a Igreja porque não via outra forma do mundo ser. Aí a União Soviética ruiu, o muro de Berlim virou recordação e muitos perceberam o que parecia difícil: não, o comunismo não era tudo isso que se pensava, muito pelo contrário.

    Agora é a vez do homossexualismo. Está na cabeça, e eu queria muito que fosse só aí, que transformar relação gay em família é um direito inalienável do ser humano, mais ou menos do mesmo jeito que estava na cabeça das pessoas que o comunismo era o único sistema político que sobreviveria. Mas não é. Não precisa pesquisar muito para ver que todos os argumentos utilizados para justificar isso são inválidos. Se culparem o preconceito história, é só pesquisar a sexualidade na Roma e Grécia antiga. A coisa rolava solta. Casal hétero é construção social? Nem aqui nem na China, pois as únicas sociedades que sobreviveram eram baseadas neste tipo de relacionamento. A pessoa não tem o direito de se sentir infeliz com o homossexualismo? Por quê? Ela é obrigada a querer isso?

    A Europa vai passar por eleições em pouco tempo e os EUA em menos tempo ainda. Seria bom que esses assuntos fossem discutidos mundo a fora, pois o que parece perdido hoje pode ser mudado aos poucos. Falta dar os argumentos necessários.

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