Catecine – O Senhor dos Anéis: “O Retorno do Rei” (Versão Estendida)

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E aí meu povo!

Já falamos aqui da consciência cristã de J. R. R. Tolkien, e também sobre os elementos católicos difundidos em sua obra. Hoje, chegamos ao último filme da trilogia de Peter Jackson sobre a mitologia deste autor. “O Retorno do Rei”, sozinho, arrebanhou dos velhinhos da academia de Artes e Cinema de Roliúdi 11 sujeitos pelados num pedestal, também chamados de Oscars.

Isso não é pouca coisa: antes, só dois filmes conseguiram tal façanha. O primeiro foi o maravilhoso e épico Ben-Hur. O outro, infelizmente, foi a bomba sentimentalóide eternamente chata, dirigida pelo ecochato preferido dos politicamente corretos (James Cameron), Titanic.

Aviso: a última parte da versão estendida não é para os fracos. Pode agradar muito aos fãs mais radicais, ou pode fazer os mais xiitas fiéis da obra de Tolkien babar e ter convulsões. São mais 48 minutos acrescentados, o que faz com que o produto final tenha fantásticas 4 horas e dez minutos de duração!

frodoCom essa aventura final de Frodo e Aragorn, chegou-se ao Estado de Arte, pura e simplesmente. Ouso dizer que melhor que essa versão estendida em DVD só mesmo a versão estendida em blu-ray, a qual juntarei caraminguás para adquirir em breve (e tome mais Catecine sobre o assunto!).

Praticamente sob todo e qualquer aspecto que se olhe, a trilogia de DVDs é imbatível. As caixinhas (cujo design simula livros antigos com encadernação de couro) são belíssimas; há encartes didáticos para o espectador não se perder quando navegar pelos discos; as imagens dos filmes ganham transferências digitais impecáveis, de altíssima qualidade; as trilhas de áudio em formato DTS 5.1 fazem os efeitos sonoros pipocarem como trovões por todos os lados da sala; as cenas extras encaixadas dentro dos filmes transformam a trilogia num todo ainda mais coeso e profundo.

Jackson babou que babou com vontade esse aqui, seu “preccciosssso”. Não deixou absolutamente nada de fora da edição. Isso nos deixa com um”senão”: quem não é tolkiano talvez boie um pouco. São 14 cenas inteiramente novas, que só quem tem o caixa viu ou vai ver, sem contar os aumentos nas cenas já existentes na versão do cinema.

Como incluo-me orgulhosamente (Deus se apiede de mim) entre os malucos, chorei de emoção ainda mais do que chorei no cinema. São as quatro horas mais ligeiras da vida, tão fluído é gostoso de assistir é o filme. Os extras então! Nada mais nada menos que 28 horas. Se você não entendia nada de “O Senhor Anéis”, essa é sua chance. Legendas em inglês para facilitar a vida de todos.

Nos discos 3 e 4, o esquema segue o formato das duas edições especiais anteriores. O disco 3 contém seis documentários que enfocam a pré-produção. Já o disco 4 põe foco nas filmagens em si. De lambuja uma galeria “basiquinha” com mais de 3 mil fotos e desenhos de produção (uma em cada disco), dois mapas interativos (sim, a Nova Zelândia existe, foi onde filmaram toda trilogia) e vários petiscos menores para vocês irem descobrindo.

É isso aí minha gente, vão pra cima com tudo, que Eru os proteja e vamos pra Terra-Média.

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39 comments to Catecine – O Senhor dos Anéis: “O Retorno do Rei” (Versão Estendida)

  • Thiago Puccini

    Sou suspeito para falar da saga.

    É muuuuito boa!

    Aliás, falando sobre filmes/livros, aqui vai mais uma sugestão:

    – Falar sobre As Crônicas de Gelo e Fogo. A saga que está fazendo muito sucesso. Eu quis ler sobre o assunto e parei na metade do terceiro livro. Tenho meus motivos. Mas seria legal que vocês falassem;

    Lembrando outra sugestão: falar sobre Ideologia do gênero, algo que tá pegando!

    Abraços e bom trabalho!

  • Criaturinha

    Eu nunca li nem assisti o seriado baseado nas cronicas de gelo e fogo, mas todos que eu conheço e leram/assistiram falam que é mega pornografico… Então não deve ser algo católico nem mesmo cristão.

  • Criaturinha

    Eu tenho a versão estendida em blu-ray (corrige moço, é blu-ray, sem o “e”). Quando eu comprei ela ainda venho com o Um Anel banhado em ouro em com aquelas inscrições. Realmente a versão estendida faz muita diferença, não só no ultimo filme mas nos 2 primeiros também.

    PS: Como eu entro em contato com o pessoal desse site? Eu não achei nem um “Fale Conosco”, eu não tenho facebook, obrigado pela resposta.

    • Oi, os nossos contatos de email estão neste post aqui:

      http://ocatequista.com.br/?p=2503

      Emails:

      alexandre@ocatequista.com.br ou viviane@ocatequista.com.br

      Twitter:

      @ocatequista e @a_catequista

    • Thiago Puccini

      Criaturinha,

      Teve santo que pulou nos espinhos para não pecar.
      No meu caso (que não sou santo, rs), parei de ler o livro por isso.

      Tem muita gente que não conhece, chega lá (como eu) e pensa: “Nossa, deve ser estilo O senhor dos aneis. Vou ler”.
      Mas, na verdade, não é.
      A história, apesar de bem construída, é muito carregada de pontos negativos (intriga, sacrifícios pra magia negra…) e com situações pornográficas.
      Logicamente, não recomendo a leitura.

      Enfim, só deixei a sugestão para o Catequista avaliar.
      Quis ajudar!

      Abraços

      • Criaturinha

        Entendi,

        Porque existe um marketing enorme (até mesmo de pessoas comuns) que essa saga de livros é “o novo senhor dos aneis”

        Em fim… recomendo que assistam o hobbit, eu gostei muito, mais que o senhor dos aneis, fazendo uma comparação com o primeiro filme de o hobbit e o primeiro filme de o senhor dos anéis, preferi o hobbit. Claro que não sei como é o filme 2 e 3 pra comparar.

        • O Hobit é muito bom, foi o terceiro melhor filme blockbuster de 2012, atrás e Batman e Vingadores. Mas não pode ser melhor que “O Senhor dos Anéis” porque o livro que gerou o filme não é melhor que “O Senhor dos Anéis”. Como diria Spock: isso não tem lógica. Não dito por mim, mas pelo próprio autor, que reescreveu o Hobbit para que o mesmo se adequasse à saga de Frodo e seus amigos.

          • Criaturinha

            Por isso disse EU gostei mais que o senhor dos anéis. O senhor dos anéis pra mim tem muito convesero e “pouca” ação.

            O hobbit explicou tão bem a história e não foi uma infinidade de conversas.

            Sem contar que o senhor dos anéis tem certo drama (na minha opinião exagerado) sobre o personagem do Frodo. Opinião.

  • AS crônicas de Gelo e Fogo, ao contrário de “O Senhor dos Anéis”, foca mais nas intrigas. É tão alegórica a história que muitos leitores se perdem nela. Não dá nem para se apegar a um personagem, a fragilidade humana sempre é atirada a nossa cara quando pensamos que o herói está revelado e, ao final de algumas páginas, ele é destruído. É uma obra sobre a humanidade. Eu particularmente, gosto muito, tanto que mandei meus livros virem de Portugal, pois lá o lançamento de dá seis a oito meses antes de no Brasil. Terminei recentemente o livro 10 de Portugal (equivalente aqui ao livro 5, pois os portugueses dividem os calhamaços de J. R. R. Martin em dois). Há doses cavalares de prosmicuidade nele sim. E daí? Em Shakespeare também tinha, vou desconsiderar “Mcbeth” ou “As Crônicas…” por causa disso? Não é isso que o mau faz?

    Há parricídio sim, genocídio também. Mas querem saber? Martin não está criando nada novo. Para nossos amiguinhos que não conhecem história: “As Crônicas…” nada mais são que o romanceamento de fatos históricos, mais precisamente a questão dos Reis Malditos, A sucessão inglesa – tema também usado na minissérie e no livro “Os Pilares da Terra”; a Guerra dos Cem Anos e, principalmente, a Guerra das Rosas. Chocou vocês? Pois é… Tolkien nos mostra a redenção. Martin, por outro lado, prefere esfregar na nossa cara a podridão das almas humanas. A Igreja está representada em Martin, é só procurar, e, por incrível que pareça, ela é mais bem retratada do que achincalhada. Há safados de batina, mas há ali grandes e corajosos homens. Acredito que, para combater o inimigo é preciso conhecê-lo, e Martin auxilia a conhecer o inimigo nesse ponto. Estou com Jesus e não vou adotar os métodos do inimigo, mas sabendo como ele age posso combatê-lo, primeiro em mim, depois, no mundo.

    • Criaturinha

      Eu entendo o que você disse, mais seguindo esse seu raciocinio é mesma coisa que dizer que não faz mal ler livros a la dan brow.

      • Não, mal não faz. Um católico de bom senso vai perceber nas primeiras cinco páginas que é um livro ruim, mal escrito, pedante, a história é pueril e risível, e vai poder saber que literariamente é patético. Eu tenho o livro, acho uma porcaria. E aí? Cheguei a essa conclusão por mim mesmo. Não sou piolho para acatar a opinião alheia sobre o que quer que seja. Foi assim que cheguei a Jesus Cristo, pela orientação dele eu guio minha vida. Só a Ele acato incondicionalmente.

      • O bafafá causado pelo livro O Código Da Vinci foi grande, a divulgação e a discussão que gerou foram tão intensas, que mesmo quem não leu nada nem viu o filme ficou sabendo que tem um cara que diz que Jesus se juntou com a Maria Madalena. Em qualquer esquina se falava disso. Uma vez, fui tirar xerox de um panfleto sobre um evento católico, e o cara do balcão veio me questionar sobre a esposa de Jesus, citada no tal livro. Enfim… As ideias podres chegam aos nossos ouvidos de qualquer jeito, porque o capeta é bom de marketing.

        A questão é que católico que se desvia por ler um livro tosco desses já está desviado há muito tempo. Sua fé não tem raízes, e seu cérebro tá com pobreminha.

        • Thiago Puccini

          Ótima colocação, A Catequista!

          O Paulo me fez refletir quanto aos livros da Saga de Martin, o que foi bom!

          Pensarei sobre o assunto.

          Estou pensando em ler um livro que falaram que o nome é “God ilusion” (esqueci o nome do autor, nunca me lembro! rs), justamente para entender o pensamento expoente (se é assim que devo chamar) ateísta.

          • É o “papa” do Ateísmo: Richard Dawkins. Esse livro é facilmente encontrável. E, português: “Deus, uma Ilusão”. Particularmente, o cara é biólogo e mais burro que um cavalo com meningite. Parece contraditório vindo de mim depois de todas as colocações que fiz sobre a argumentação “ad hominem”, mas já li o que tinha de ler dele e, acredite, é mais coprologia que Dan Brown pois esse aqui se leva a sério. Eu acho que você deve ler, como disse para tirar suas conclusões, as minhas já forma tiradas e são minhas. De verdade, quem tem um mínimo de noção de tomismo acha esse livro mais engraçado que episódio de “The Big Bang Theory”. Por conta disso,talvez, atraia mais gente do que cocô atrai moscas. Praticamente tudo que você vê no Facebook e nos sites estilo ATEA tem esse idiota como mentor intelectual. Por conta das bobagens que já li e que partem dos gênios que acompanham o pensamento nocivo desse senhor estou pensando em escrever um livro: “Dawkins; um bobalhão”.

          • Apoio totalmente que você escreva esse livro Paulão.

        • Criaturinha

          Gente do céu, o que eu quero dizer é:

          Se você é um católico com uma fé verdadeira e quer ler o livro pra saber argumentar contra, ótimo.

          O que não pode é falar que qualquer um, mesmo com uma fé fraca, pode ler qualquer merda herética alheia e tudo vai ficar “Okay!”

          Foi essa a impressão que eu tive nos diversos comentarios do genero “Eu posso tomar veneno de rato, afinal não tenho ulcera”.

          • Se a fé ainda não está forte o suficiente a ponto de não se poder ler um livro, não leia, fortaleça a fé, Deus proverá o resto.

          • Thiago Puccini

            Perfeito, Paulo!
            É isso que tenho aprendido ultimamente…

            Então, há algum caminho de estudo, digamos assim, para aprender mais sobre esse universo, para mim desconhecido?
            Digo, livros interessantes…

            Aproveitando a deixa, diante do “apostolado de palavrões”, fiquei curioso em saber o que você diria para um ateu que diz: “prove-me que Deus existe”.
            Para mim é muito simples, mas o cara geralmente não é aberto e tem tapa-olhos…rs.

          • Thiago,
            Quando alguém me pede alguma sugestão de livros para um caminho de estudo sobre a fé, eu não tenho dúvidas: recomendo vivamente os três livros do PerCurso de Padre Luigi Giussani:

            – O Senso Religioso
            – Na Origem da Pretensão Cristã
            – Por que a Igreja

            Livros incríveis, sensacionais. Um complementa o outro, foram mesmo pensados como um caminho. Estes livros são a base da minha espiritualidade. O resto foi acréscimo.

          • Thiago Puccini

            Obrigado, A catequista, está anotado!!!
            Vou procurá-los!

            Ultimamente, tenho procurado livros de santos. Eles são bem interessantes e tem profundidade!

            Grande beijo!

          • Recomendo os livros do Prof Felipe Aquino sem falar os livros dos grandes santos, recomendo também G. K. Chesterton.

      • Eduardo Araújo

        Criaturinha, eu meio que discordo.

        Dan Brown tem uma inegável agenda anticristã: o desconstrucionismo religioso é a sua meta. Daí a diferença para uma obra de ficção que inclui elementos do mal, porém com objetivos puramente literários, como bem ressaltou o Paulo.

        De todo modo, no caso de Brown também vale o dito de que há males que dão para o bem. Se um católico de fé fraca desvia-se completamente ao ler um livro grosseiro (amiúde grotesco) como O Código DaVinci, há os que nele encontram motivação para indagar sobre as origens do Cristianismo e a história da Igreja, propiciando uma oportunidade para um historiador esclarecer sobre assuntos até então pouco (ou nada) explorados. Foi o que fizeram, por exemplo, as medievalistas americanas Sandra Miesel e Sharan Newman e o autor católico Mark Shea, para citar três bons exemplos.

      • Eu li nada menos que 4 vezes “O Código Da Vinci” e fiz o mesmo com “Anjos e Demônios” bem como já li a coleção completa de Dan Brown e para mim foi sim motivo de distração e de altas risadas, eu gosto muito do estilo “thriller” e o cara, apesar de ser um mentiroso, desonesto, risível e um maluco de marca maior, na minha opinião criou sim nos seus livros uma historinha interessante, é só minha opinião.

        Eu não aconselharia alguém ler esses livros sem saber o intuito do homem, bem como já ter lido a Verdade histórica que o autor por safadeza intelectual esconde, se você souber a Verdade o livro chega a ser engraçado de tão absurdo.

        Já ouviram falar de Steve Berry? É outro americano que segue os passos de Dan Brown mas pelo menos ele é menos mentiroso e deixa sempre bem claro o que é ficção do que não é; ele foi criado como católico e lógico apostatou a fé, mas guarda ainda na minha opinião um carinho pela Igreja apesar daquilo que ele inventa.

  • Thiago Puccini

    Paulo, seu texto acima foi ambíguo. Como estou lendo e não conversando ao vivo, não sei se você estava apenas apresentando seu argumento ou também querendo me atingir.

    Em todo caso, fico com a primeira opção porque não me escandalizei.

    Bom, creio que se a leitura não lhe incomoda ou cansa, não vejo porque não continuar…

    • Thiago,
      Os seus comentários são sempre bem-vindos aqui. Não fique com nenhuma impressão estranha, às vezes, justamente pelas desvantagens de não estarmos “ao vivo”, o que escrevemos pode soar mal, de alguma forma.
      Quanto às Crônicas de Gelo e Fogo, não li, não vi nada, então, desconheço e não me meto no papo.

    • Não foi ataque pessoal. Acredito que, no debate público, a desconstrução “ad hominem” a nada leva. A verdadeira discussão intelectual se dá sobre coisas, os propalados objetos da epistemologia, nunca sobre pessoas. Não se ataca um indivíduo pois a muitos “indivíduos” dentro de cada indivíduo e esses são conhecidos apenas por Nosso Senhor Jesus Cristo. Se, numa discussão já se entrar acusando o opositor disso e daquilo, a objetividade da discussão vai pro espaço. É por isso que nosso debate público é tão ruim. Sempre tenho em mente que para se chegar a uma conclusão, qualquer uma que seja, é preciso se desarmar um pouco, visto que totalmente é uma tarefa impossível, é apreciar os movimentos do outro enxadrista. Como devoto de São Josemaria Escrivá, ponho muita fé na aplicabilidade do “apostolado dos palavrões”, mas essa aplicabilidade tem que ser muito bem situada no debate. Particularmente, eu aplico-o quando da parte do debatedor iniciam-se as falácias pré-primárias e as argumentações de boteco em fim de noite.

  • Bom, se o cara já começa desse jeito. A primeira coisa que você tem que colocar é a seguinte: quem tem que provar que Deus não existe é quem faz a afirmação. Depois, lembre ao desgraçado o que diz São Paulo “Nele vivemos e Nele nos movemos”. Terceiro, com base na segunda afirmação lembre a ele as lições de matemática da tia Teteca a respeito das relações de pertinência e contenção. O conjunto que contém não pode ser abarcado pelo que está contido. Quarto, lembrem-se que o Big Bang, tão incensado pelos físicos quânticos precisa, como provou São Tomás de Aquino, de uma causa não causada. Se nada disso funcionar meu amigo, só te resta duas coisas: a primeira é sugerir que ele pegue um tubo de ensaio, enfie no c…. e depois sente num bico de Bunsen acesso para descobrir toda a essência do Universo que ele é capaz de captar. A outra sugestão para o infeliz envolve a felicidade da humanidade, já que sugiro que ele cometa Harakiri baiano.

  • Duddu Pontes

    Catequista,
    onde encontro os livros do padre Luigi Giussani? Não achei no submarino nem no 4shared.

    Abraço em Cristo.

  • Daniel Pires

    A Song of Ice and Fire serve mais pra revelar o lado podre dos humanos mesmo, mas é interessante que é cheio de alegorias do mundo real por lá, como o meistres sendo os cientistas, “sers” são os “sirs”. Por um tempo pensei que a Igreja Católica fosse representada pelos septões, mas então percebi que a Igreja é a Patrulha da Noite: Uma instituição cheia de homens que dedicam suas vidas a combater o mal e ainda assim recebem o desprezo do mundo que protegem. Mesmo a aceitação da escória dos sete reinos na Igreja me lembra o fato de que ninguém é ruim o suficiente para não ser aceito na Igreja a fim de se converter.

  • Duddu Pontes

    Obrigado Catequista!

  • Leo henrique

    Bem, a Guerra dos Tronos tem um enfoque maior nos defeitos e infelicidades da natureza humana mostrando que todos nós mesmo que sejamos grandes candidatos a bons exemplos possuímos inclinação ao erro e somos facilmente corrompidos. Eu sou gamadão em o Senhor dos Anéis e na épica saga do mestre Bilbo, as lições que aprendemos nas entrelinhas dificilmente serão encontradas em outra obra do mesmo gênero.

  • Sandro

    Na opinião essa é a melhor trilogia da história do cinema e a versão estendida é muito melhor, principalmente em termos de fidelidade aos livros, fidelidade esta que é a maior que eu já vi até hoje num filme.
    Foi graças a essa trilogia que eu tomei gosto pela leitura de livros, tendo lido toda a obra Senhor dos Anéis aos 12 anos de idade, sendo os primeiros livros que eu li completamente (deu um trabalhão, mas valeu a pena).
    As obras da Terra-média então, nem se fala, são as melhores obras de fantasia já escritas. Um universo inteiro, imenso, profundo, detalhado e incrivelmente real. Já li todas as obras da Terra-média publicadas no Brasil (O Senhor dos Anéis, O Hobbit, O Silmarillion, Contos Inacabados, Os Filhos de Húrin, As Aventuras de Tom Bombadil e A Última Canção de Bilbo), sem falar do Atlas da Terra-média, elaborado por Karen Wynn Fonstad, que revela quase todos os detalhes dos ambientes descritos nas obras, além de boa parte das outras obras de Tolkien.

  • Para mim, O Senhor dos Anéis é o melhor filme já feito. O máximo que o ser humano conseguiu alcançar na Sétima Arte. Vale cada centavo a versão do Blu-Ray.

  • Vinícius Santos

    O que vocês acham sobre a saga Harry Potter? Já ouvi falar que o Papa Bento condenou, é verdade?

    • Não, não é verdade que ele condenou. O que acontece é que, quando ele era prefeito da Cong. da Doutrina da Fé, ele recebeu uma carta de uma senhora que destacava alguns aspectos da saga de HPotter que poderiam influenciar mal as crianças, se não houvesse a devida orientação e acompanhamento dos pais. Como, por exemplo, incutir a curiosidade e simpatia sobre as coisas de feitiçaria. Ratzinger respondeu a carta, dizendo que as ponderações da senhora eram muito justas. E ele estava certo.

      Meus filhos veem os filmes de HPotter, mas eu faço o devido alerta de que, na vida real, feitiçaria é SEMPRE ALGO MUITO RUIM, algo sempre mau. Não existe magia boa. Cristão se apega a Deus na oração, jamais recorre a magia. Então, não impeço que leiam os livros ou vejam os filmes, mas pontuo fortemente e insistentemente esses critérios, para que diferenciem a realidade da fantasia.

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