A Igreja e a escravidão dos negros – Cinco passos para detonar um professor mentiroso

craque_historia_bola_na_cara

Para-papa-papapa, papa-papá! Para-papa-papapa, papa-papá! Papará, papará, papara-pá… Tchibuuuuummm! Teremos agora o prazer de detonar as falácias de mais um professor de História vacilão e fanfarrão.

A nossa leitora Lara nos enviou a seguinte mensagem:

“Gente, amo os posts de vcs! Gostaria que vcs me esclarecessem sobre a seguinte frase de um prof de História da escola onde estudo:

‘A Igreja permitia a escravidão de negros, pois eles não tinham, na visão deles, alma. Porém não podia escravizar indígenas. E até tem uma Bula Papal sobre isso.’

“Tô até imaginando que seja a maior mentira, mas gostaria de saber mais sobre! Obg desde já!”

Lara, para deixar este professor de cara no chão na frente da turma inteira, há cinco passos, que detalhamos a seguir. Está pronta e animada? Será divertido e didático desmascará-lo e, acima de tudo, é uma grande caridade que você poderá fazer aos seus colegas. Afinal, só a verdade pode nos libertar.

Passo 1 – Peça que seu professor aponte o documento em que a Igreja afirmava que os negros não têm alma

Lara, peça que ele diga o nome da tal Bula Papal que diz que os negros não têm alma. É provável que o seu professor, muito levianamente, cite a bula Dum Diversas, publicada em 1452 pelo Papa Nicolau V.

mercado_escravos_brancos_2

O Mercado de Escravos. Pintura de Jean Léone Gérôme, 1866. Um muçulmano verifica os dentes de uma mulher branca.

Antes de falarmos sobre o que diz este documento, imaginemos a seguinte situação: estamos na Idade Média. Os cristãos estão sendo atacados por sarracenos (muçulmanos), que há tempos os matam, saqueiam seus bens e os escravizam. Durante as invasões, mulheres (inclusive crianças) são constantemente estupradas; muitas são capturadas e vendidas para servirem como escravas sexuais nos haréns. E a situação tende a piorar, pois Constantinopla está sob ameaça de ataque. Barra pesada, não?

Vale notar que este problema não era novo, nem pontual: há séculos os muçulmanos promoviam a caça e o tráfico de europeus. Tanto é que, 1198 (mais de 300 anos antes da citada bula), São João da Mata fundou a Ordem dos Trinitários para libertar os prisioneiros e escravos cristãos do domínio dos sarracenos; alguns anos depois, São Pedro Nolasco e São Raimundo de Penafort fundaram também a Ordem dos Mercedários, com o mesmo objetivo.

“O Islã pôs na escravidão mais de um milhão de europeus. Como muçulmanos não podem ser escravizados, era uma cristã branca que era a escrava sexual do sultão turco.”

Bill Warner, diretor do Centro para o Estudo do Islã Político (CSPI)

Fonte: blog Adversus Haereses

Diante dessa situação infernal, o que o líder deste povo deve fazer? Aqui se encaixa perfeitamente o conceito de “guerra justa” e o “direito de legítima defesa”, citados no Catecismo da Igreja Católica. Por isso, o Papa autorizou o rei Afonso V de Portugal a prender os sarracenos, que constantemente atacavam e escravizavam os cristãos na Europa:

“(…) nós lhe concedemos, por estes presentes documentos, com nossa Autoridade Apostólica, plena e livre permissão de invadir, buscar, capturar e subjugar os sarracenos e pagãos e quaisquer outros incrédulos e inimigos de Cristo (…) e reduzir suas pessoas à perpétua escravidão”.

Bula Dum Diversas

Então, os sarracenos e pagãos citados na bula não eram pessoas coitadinhas, que a Igreja “intolerante” mandou escravizar porque não aderiram à fé cristã. Sem o conhecimento do contexto histórico, uma pessoa que leia este trecho da bula logo conclui que a Igreja era a vilã da história, quando, na verdade, era uma vítima acuada tentando se defender.

Repare também, Lara, que esta bula se refere aos sarracenos (árabes), que não eram necessariamente negros. E não há nela qualquer vírgula que sugira, ainda que de leve, que qualquer indivíduo não tenha alma. Bem diferente disso, a bula deixava claro que era preciso promover a conversão dos sarracenos e pagãos escravizados. Acaso a Igreja poderia desejar a conversão de um ser que não tem alma?

O mais triste é saber que a interpretação deturpada da Bula Dum Diversas é divulgada não só por professores mal-intencionados e pelos programas da rede Record, mas também por gente católica. Fiquei muito surpresa ao me deparar com um artigo no site “Catequese Católica” (que possui milhares de seguidores no Facebook) defendendo esta calúnia:

“Os mouros foram assim combatidos ao longo de toda a Idade Média. Eram chamados também de infiéis. Os africanos assumem essa conformação e são vistos como escravos, assim como Cam.”

Fonte: site Catequese Católica

Ora, foram os mouros medievais que sempre perseguiram o povo católico! Toda vez que eles tomaram pau dos cristãos, na grande maioria das vezes, não receberam senão a justa resposta por sua violência. E a barbárie não terminou com o fim da Idade Média: somente entre 1500 e 1800, os árabes capturaram mais de 1 milhão de escravos brancos. Estes dados são frutos de uma pesquisa recente do historiador Robert Davis, professor de história da Ohio State University.

Uma das vítimas dos muçulmanos foi São Vicente de Paulo: aos 25 anos, em 1605, ele foi capturado por piratas turcos, durante uma viagem de navio. Foi vendido como escravo e trabalhou por dois anos na Tunísia. Por fim, teve a graça de ser libertado por seu senhor que, arrependido de ter abandonado um dia a fé católica, fugiu com ele para a França.

gales_escravos_brancos

Cristãos europeus condenados ao trabalho escravo nas galés de senhores árabes

Para saber mais sobre os estudos do professor Robert Davis, acesse:

Passo 2 – Cite os documentos que evidenciam a posição da Igreja contra a escravidão

Pra variar, a história real, documentada, é bem diversa dos mitos espalhados nas salas de aula. A verdade é que, desde os primeiros séculos, a Igreja condenou a escravidão de qualquer ser humano. Este ponto da doutrina não poderia jamais excluir os negros, já que existiam diversos homens negros de grande relevância desde as origens do cristianismo, a exemplo de Simão, “o Negro”: nos Atos dos Apóstolos é considerado como profeta e doutor (Atos 13, 1).

Em 1537, o Papa Paulo III publicou uma bula condenando a escravidão não somente dos indígenas, mas de “todas as mais gentes”, mesmo os não-cristãos, ou seja, dos negros também:

“(…) declaramos, que os ditos Índios, e todas as mais gentes que daqui em diante vierem à noticia dos Cristãos, ainda que estejam fora da Fé de Cristo, não estão privados, nem devem sê-lo, de sua liberdade, nem do domínio de seus bens, e que não devem ser reduzidos à servidão.”

Bula Veritas Ipsa

Para aprofundar seus conhecimentos sobre a doutrina da Igreja em relação à escravidão (inclusive dos negros), recomendo a leitura destes artigos:

Passo 3 – Aponte a delicada situação dos padres no Brasil colonial

É preciso esclarecer que, na época do Brasil-colônia, a Igreja estava sujeita ao poder da Coroa Portuguesa. Bem diferente do que muitos dizem, os padres não tinham poder suficiente para fazer valer as determinações papais que pediam o fim do tráfico negreiro e da escravidão. Se saíssem por aí dando uma de “rebelados contra o sistema”, metendo o dedo na cara dos senhores de escravos, certamente seriam expulsos da colônia.

Dentro desses limites, os sacerdotes ensinavam que os escravos não podiam ser maltratados, e insistiam especialmente para que viessem às missas e recebessem os Sacramentos. Alguns mais ousados, como o Padre Antônio Vieira, condenavam publicamente a exploração de escravos negros (sermão XXVII).

Passo 4 – Pergunte como seria possível batizar e casar criaturas sem alma
batismo_de_negro_2

Batismo de um homem negro. Pintura de F. J. Stober, 1878.

Lara, peça para o seu professor explicar como os padres poderiam batizar, casar e dar a Comunhão aos negros (o que foi feito maciçamente, desde o início da vinda dos escravos ao Brasil) e, ao mesmo tempo, afirmar que eles não tinham alma. Confuso, não?

É preciso que ele esclareça também como os negros, no período colonial, podem ter recebido a autorização da Igreja para fundar suas próprias irmandades e construir suas próprias igrejas e capelas.

Passo 5 – Dê uma trollada no Iluminismo

Pra arrematar, Lara, dê uma alfinetada no Iluminismo que, certamente, é uma das bases intelectuais do seu professor. Pergunte se acaso ele não estaria confundindo a doutrina Santa Igreja com um dos os seus prováveis mestres queridinhos: Voltaire. Ele, que publicamente defendia os direitos humanos e a liberdade para todos, tinha uma boa vida à custa de altos lucros com o tráfico de escravos negros, o qual financiava.

Ah! Dica final: lembre-se de levar uma máscara de gás, para não se intoxicar com a fumaça… o cérebro do seu professor corre o risco de fundir! Bem, pelo visto, não se perderá grande coisa.

Debret_batismo_de_negro_3

Negras novas a caminho da igreja para o batismo. Litografia Jean Baptiste Debret, 1834-1839.

debret_casamento_de_negros

Casamento de negros de uma família rica. Desenho de Debret & Viscondessa de Portes e litografia de Thierry Frères, 1834-1839.

75 comments to A Igreja e a escravidão dos negros – Cinco passos para detonar um professor mentiroso

  • Gostei muito da Matéria! Bem didática!

    Há um outro texto em nosso site, feito por nossa colaboradora Marina Viana, onde ela traz diversas Bulas e Documentos oficiais da Igreja contra a Escravidão:

    http://www.apologistascatolicos.com.br/index.php/magisterio/documentos-eclesiasticos/decretos-e-bulas/506-documentos-oficiais-da-igreja-contra-a-escravidao

    Esta também serve para jogar na cara destes professores de cursinho que não sabem bulhufas de nada sobre história, ou pelo menos preferem pregar a mentira.

    • Oi, pessoal do Apologistas Católicos!
      Inseri o link deste artigo sobre as bulas neste post. Está muito objetivo, isso é muito útil. Obrigada!

    • Queridos Apologistas, os professores CONHECEM SIM a verdadeira história, o problema é a cretinice e a campanha contra à Santa Igreja de Cristo que o mundo tem e que não poderia ser diferente pois a Loucura do Evangelho ainda hj é motivo de escândalo pro mundo.

    • André

      aí eu preciso fazer uma defesa aos profs de História dos cursinhos… Tenho um que foi ex-seminarista, mas não saiu por rebeldia e sim… vcs sabem, né? Mas, enfim, ele continua muito católico, devoto, praticante e atua em pastorais, tem amigos Padres e até envolve nós alunos do cursinho em campanhas de arrecadação de alimentos de algumas paróquias. Ele é MUITÍSSIMO crítico ao método de ensino atual da história (que, para “facilitar” pro estudante, usa uma versão dos fatos como VERDADE ABSOLUTA), e nossa apostila é cheia de textos complementares na seção “Outro Olhar”. Porém, isso se limita a curiosidade dos alunos e às conversas de corredor, pq na AULA MESMO, ele dá a história tradicional, que culpa a Igreja Católica até pelas crises do Paleolítico. Bipolaridade? Não, meus amigos, prof DE CURSINHO não pode (até mesmo pelo pouco tempo pra se dar o conteúdo) focar as aulas em fazer um aluno crítico, e sim um aluno que tenha capacidade de MARCAR “X” em doutrinas marxistas e iluministas e ESCREVER NAS DISCURSIVAS abobrinhas francesas anti-Igreja. MAS NÃO TEM TODOS ESSES DOCUMENTOS DE REFUTAÇÃO? Sim, meus amigos, mas aí entra na batalha para pedir recurso das questões e, nos casos das discursivas, só se pode pedir recurso por meio DE PROCESSO JURÍDICO! Veem como fica difícil a situação dos poucos profs de história honestos? É melhor escrever numa discursiva, por exemplo, que a Igreja impôs o celibato pra preservar a pureza dos Padres e ter que recorrer à Justiça? Ou ceder à ideologia marxista impregnada nas Universidades e alegar que a Igreja queria os bens dos Padres? É muito complexo… Já vi uma questão objetiva que pedia pra marcar a intenção da reforma protestante, marquei que ela visava a construção de uma doutrina que atendesse aos preceitos do capitalismo comercial. ERREI! O correto era que ela pretendia combater “a crise da Igreja Romana e a vida desregrada do alto clero”. Quem disse que a questão foi anulada? Outra questão pedia pra marcar uma das atitudes tomadas pelo Concílio de Trento. Marquei “reafirmar a fé” e o correto era “acabar com as Indulgências”. Também não foi anulada. E eu também recebo as “indulgências acabadas” toda vez que rezo o Ofício da Imaculada, paradoxal, não? Mas a culpa desses devaneios tolos a nos torturar não é do professor de cursinho. É do Professor Titular Doutor Chefe do Departamento de História da Universidade para o vestibular da qual o professor de cursinho prepara o aluno, não sejamos injustos!!

      • Paulo Ricardo

        Concordo em 100% contigo, meu amigo. Tenho um irmão que é professor e acadêmico. Ele joga de acordo com as regras, que são essas mesmas, eu não. Ele é bem visto na burritzia, eu jamais seria, tiraria zero em tudo, isso se não mandasse os “orientadores” a m$#@%$¨#$&#&¨$#ËRDA. Ele está errado e eu certo? Não necessariante, ele é Professor, vive disso, eu tenho outro meio de sustento e sou bacharel, portanto historiador, meu negócio é história, o dele dar aulas. Vivo meu amor pela história, leio muito mais, mas, infelizmente, uma real formação intelectual, para os não abastados, passa em situações por essa que eu vivo, bem-vindo à República Popular Comuno-lulista da Banãnia Petralha.

        Professores de história são micos amestrados e os de pré-vestibular são piores ainda, precisam pagar as contas no fim do mês. Nessa estrutura esquerdo-dinheirista – onde o que importa é ser politicamente correto e vender a alma por qualquer caraminguá – só os muitos fortes consegue trilhar um caminho que foge do lugar comum. As faculdades de história são antros de débeis senhores da verdade, gente imbecilizada que acha, realamente, que suas opiniões são mais valiosas do que a realidade da história e a verdade da filosofia. Seria de dar pena se esses loucos não estivessem ocupando o lugar de gente mais séria, as quais não temos, pois nossa academia é incapaz de formá-las.

      • Brayan

        Certo André, então segundo você, é melhor tentar passar no vestibular defendendo uma mentira do que tentar passar afirmando a verdade ?
        Então segundo você, um professor que sabe e verdade deve ensinar a mentira porque todos ensinam mentira e ele não pode ir contra a “massa” ???
        “A verdade vos libertará”, creio que isso não foi dito em vão. Deixe os outros na mentira, faça sua parte e permaneça você na verdade, que Cristo logo fará a dele.

        • Brayan,
          Temos que ser muito ponderados com estes julgamentos. Precisamos sim, correr atrás de saber a verdadeira História da Igreja, e, sempre que o Senhor nos der a oportunidade, defendê-la diante de nossos colegas e professores. Com a graça de Deus, quem sabe, podemos ajudar alguma alma a ser menos hostil à Santa Igreja, e a se aproximar mais da verdade.

          É útil, sim, buscar diminuir o preconceito que a sociedade planta nos corações dos jovens. Podemos nos manifestar nas discussões de sala de aula, nas conversas informais nos corredores dos colégios e faculdades, na Internet. Porém, não creio que seja útil se ferrar no vestibular, por contrariar uma mentira contra a Igreja. Afinal, a resposta da prova de um aluno só é vista pela banca examinadora, que não vai mudar de ideia só porque um aluno “fanático” escreveu uma resposta “errada” pró-Igreja.

          Sejamos amigos de Cristo, e não tenhamos medo de nos sacrificar, sempre que for necessário. Mas, sinceramente, não creio que Cristo deseje que um jovem se ferre em uma prova de vestibular por contrariar a ideologia de uma banca examinadora.

          • André

            isso mesmo, Viviane! Ao ler minhas respostas pró-Igreja, seria mais fácil a banca me taxar de fanático do que refletir e se converter! A “revolucão” no ensino da História tem de partir do topo das universidades, já os vestibulandos e profs de cursinho, caso tentem fugir à regra, só ganharão reprovacão e desemprego, respectivamente; Além do mais, Brayan, meu prof (ah, pra vcs não se confundirem, não é aquele msm prof da época que vcs me fizeram um post, gracas a Deus!!) não ensina a mentira, deixei claro que até nas apostilas ele coloca textos que dão outro olhar dos fatos históricos, inclusive algumas interpretacões que eu só tinha visto antes aqui no blog!! Só que é sincero com os alunos e os editais – pelo menos o da UFRN e o do ENEM – são claros ao afirmar que a prova é elaborada na ótica da Historiografia Marxista; como se não bastasse, na análise dos recursos parece que a banca encara Bulas papais fontes tão idôneas quanto contos de fadas, a ponto de não ter sido anulada a tresloucada questão que afirmava que Trento eliminou as indulgências (não estava escrito “a venda de”, logo o bom aluno acharia que se tratava de uma pegadinha bem bolada; ainda assim, Brayan, lembro que uma vez, numa dessas conversas nos comentários dos posts, o Paulo disse que na faculdade, apesar de brigar com os profs, nas provas escrevia todas as abobrinhas que eles queriam ler, perceba que se trata mais de um procedimento sarcástico do que de um “desvio da verdade”!

          • Augusto

            galera, tem uma maneira de sair pela tangente nessa que anula qualquer forma de nos ferrarmos no vestibular ou renegar a Cristo.
            Basta, na hora da resposta, escrever: “segundo o historiador x, ou o livro y…”.

            Assim, fica implicito que é a opinião desses caras, e não a nossa.
            Paz e bem!

      • Francisco

        André, você está correto.Estudo em uma Universidade, que, infelizmente, a maioria do pensamento voltada a religião Cristã está ligada ao pessimismo e as eras ”das trevas”, o que é algo refutável.Porém, o que mais me espanta e o Anti-Catolicismo.Infelizmente, católicos se calam diante de baboseiras.

  • Gizelle Silva

    Olá, gostei muito da matéria. Realmente, sempre escutei tais calúnias.Gostaria – se puder – saber mais sobre Voltaire, porque é a 1º vez que vejo uma propaganda negativa dele…rsrs’
    Pax et Bonum.

    • Rodrigo

      Olá,

      Eu espero que você ainda possa ver essa resposta, afinal você perguntou em agosto e eu só fui conhecer esse site hoje, 21 de dezembro.

      Se você quer saber mais sobre Voltaire, peço que leia o livro “Conjuração Anticristã – o tempo moçônico que quer se erguer sobre as ruinas da Igreja Católica” ele foi escrito pelo Minsenhor Henri Delassus. É um livro de 1910, antigo, mas você jamais encontrará o conteúdo daquele livro em um outro livro “moderno”.

      Ele é de 1910 portanto você só encontrará ele pra download por PDF, apersar disso eu falo: LEIA ESSE LIVRO LOUCAMENTE.

  • Marcos

    Pois é… certo dia minha esposa me disse que a hipocrisia é o oitavo pecado capital.
    É verdadeira cretinice, isso sim!
    Parabéns pelos post.
    A vantagem da internet é que hoje só engole estas mentiras quem quer (foi-se o tempo da ignorância).
    Em tempo:
    Enuqnto a ONU injeta milhoes de dólares no BR para financiar a causa abortista(1) – alegando o direito das mulheres – Mães cristãs são assassinadas no Paquistão(2).
    1. http://padrepauloricardo.us1.list-manage.com/track/click?u=c25d5645c5ebe4f6b7148f667&id=98c7761b18&e=49b2e5b2cf

    2. http://www.padremarcelotenorio.com/2012/07/asia-bibi-condenada-morte-por-ser-crista.html

  • Mariele

    Oi, sei o que vou falar não tem a ver com o post, mas queria solicitar uma postagem sobre um assunto que tenho muita dúvida e está me incomodando. Preciso saber mais sobre o assunto. É sobre a modestia, o pudor, se pode ou não usar biquini em praia, sobre o uso do véu, e a questão de mulher usar calça. Se puderem me ajudar. Agradeço.

    • Oi, Mariele, pedido anotado! Quando publicarmos o post sobre este tema, te aviso por email.

    • Mariele a modéstia e o pudor são dois pedidos que a Igreja nos deseja a 2000 anos. Todos devemos ter. O uso do biquini é permitido sim, porém não precisa exagerar e o mais importante sobre o caso do biquini é nao faze-lo motivo de pecado para os outros, mas não é pecado usá-lo por usá-lo. O caso do véu é importante. A Igreja não o exige mas é uma tradição tão bela que não deve ser perdida.

        • Marcos me mostre um documento em que o Magistério proíba o uso do biquíni. Caso você encontre retiro totalmente o que disse. Os santos nos ensinam o pudor e a modéstia para que não sejamos motivo de pecado para os outros. Isso é SACROSSANTO e concordo totalmente; porém não é pecado usar biquíni por usar.

          Maria Santissíma é Toda Santa, Ela deve ser imitada sim. Tudo que Nossa Senhora deseja é ser sempre a escrava do Senhor mesmo ela sendo Rainha de toda a Criação. Ela nos pede o que Cristo nos pede: santidade. O exemplo dEla deve ser seguido sim amigo porém não é pelo uso ou não uso de uma peça de banho que tal imitação seja ameaçada desde que o uso não venha a ser motivo de desejo por parte dos que irão vê-lá.

          Novamente Marcos caso vc encontre um documento oficial que diga o contrario retiro tudo o que disse e me submeto a autoridade da Igreja.

          Certa bonum certamen fidei.

          • Débora Maria Cristina

            me mostre um documento onde a Igreja permite o uso do biquini…

          • Marcos

            Grande Cadu, Salve Maria!
            Boa resposta. Penso como vc, tem muita coisa que não entendo, mas: “me submeto a autoridade da Igreja.”(sic)
            Confesso que estou na luta para conhecer o que a Igreja Ensina, e o mais difícil, tentar obedecer (é dureza), mas ninguém nunca me disse que seria fácil.
            Bom, quanto aos documentos são vários, recomendo dar uma lida nos lincks que colacionei.
            Já no primeiro linck tem diversas citações destes documentos.
            Nos outros também.
            Inclusive, no penúltimo link que eu coloquei explica, tim tim por tim tim, as ocasiões em que o magistério da Igreja se manifestou sobre a modéstia católica.
            Interessante a seguinte reflexão extraída de uma obra e citada neste:

            “O Magisterium da Santa Igreja Católica pronunciou-se sobre a Modéstia em 1930, em 1954 e em 1957 mantendo-se em silêncio desde então, porque as pessoas já não lhe davam ouvidos. Deus permite que sejamos hoje castigados com o silêncio do Magisterium, devido a não lhe termos obedecido quando ele se pronunciou. Semelhante também foi o modo como Deus respondeu à dureza dos corações do povo, no Antigo Testamento. Como castigo, Deus não lhes enviou profetas durante 400 anos, depois de os judeus terem matado ou rejeitado muitos dos profetas que Ele já lhes enviara.”

            Quanto ao biquini em específico, tem até um vídeo no site do Pe. Paulo Ricado (depois vc dá uma olhada lá), explicando das partes do corpo (honestas, semi-honestas, e desonestas), os briquines mal cobrem as desonestas, rs.
            Bom, tem mais de uma dezena de sites que trazem vários outros documentos da Igreja e explicações. Descobri fuçando na net.
            Confesso que, como todo bom católico morno (que sou – mas tô tentando sair dessa) o assunto no começo me assustou um pouco, e não mudei de um dia para o outro, mas estou na luta.
            A propósito, quando ler os textos de modéstia masculina prepare-se – é de perder o sono hehehe.
            abs.
            Pax et Bonvm.

          • Marcos

            Olá Débora, Salve Maria!
            O link que vc indicou tem bastante propriedade. E te digo mais, tenho um em PDF que parece uma monografia – só falando das praias, este é de arrepiar o cabelo rsrs.
            Vou te dizer, para quem pretender obedecer só a custa de muita oração.
            Abs.
            Pax et Bonvm.

          • Todos os documentos aqui mostrados relatam o que eu falei: a modéstia é santa, deve ser feita e o pior pecado é ser motivo de pecado para os outros. A Igreja que é Mãe e quer o nosso bem nos aconselha a fazê-lo sempre.

            O vestir-se modestamente é algo muito importante e como eu disse me submeto a autoridade da Igreja. Confio na Santa Mãe. Obviamente nada é direto e responde incisivamente a pergunta. Gostaria que a Congregação para a Evangelização dos Povos se pronunciasse sobre o assunto.

            Como os documentos aqui apresentados são os mais recentes, eles são válidos e precisam ser respeitados. Esse ato de disciplina da Igreja é para nosso bem e para não cairmos em tentação e nem pecado. Porém também duvido que muitos vão seguir a voz da Mae Igreja. Rezemos pelas almas amados. Me submeto a minha Mãe que me quer tão bem.

            Certa bonum certamen fidei!

          • Débora Maria Cristina

            Oi, Marcos, Salve Maria!

            Pois é, rapaz, concordo contigo que é preciso rezar muito, mas também precisamos de humildade e parar de espernear tipo: “ah, a Igreja nunca disse isso” tem muita coisa que a Igreja não diz, mas que é óbvio, né? A Igreja pode até nunca ter colocado em algum documento especificamente “é pecado usar biquini”, mas peralá qual a diferença de um biquine para uma roupa de baixo? Uma mulher em sã consciência usaria uma roupa íntima na rua? Então por que tá tudo bem usar biquini? A Igreja precisa mesmo fazer um decreto dizendo isso? É tão óbvio, mas as vezes queremos ficar com nossos caprichos…

            Gostei muito de saber que você é um rapaz e está disposto a dizer isso, pois geralmente são moças lutando pela modéstia, o que leva muita gente a nos chamar de puritanas e mal amadas, já ouvi cada coisa, acredite…

            Bom, fique com Deus, caso queira deixar o link do documento que você falou ficarei grata!

          • Débora só uma coisa: uma coisa é usar roupa intima na rua numa situação normal e outra e fazê-lo num local de lazer para nadar. Nadar de calça não dá. Obvio que o melhor seria um maio bem mais decente do que muitas moças usam. Como eu disse confio na Mãe Igreja que deseja o nosso bem. Acho que um documento moderno seria uma medida cabal da autoridade da Igreja sobre o assunto. Lógico que vale a modéstia e o uso decente do vestuário sem que a Igreja se pronuncie mas um documento atual poderia ajudar a responder varias perguntas.

            Salve Maria
            Certa bonum certamen fidei.

          • Amigos, aguardem o nosso post sobre pudor e modéstia no vestuário feminino.
            Vai demorar, mas vair sair, rs.

          • André

            Não quero entrar a fundo nessa discussão, mas não pude me controlar, tenho que dizer uma coisa: Cadu, é bom vc querer um documento da Igreja como comprovacão, mas vamos pensar um pouquinho com nossos próprios neurônios, a Esposa de Cristo não tem obrigacão de expedir documentos sobre certas posturas evidentes na vida do católico(aliás, nesse caso há sim documentos, eles só, claro, não trazem a palavra BIQUÍNI, pera lá, né): ÓBVIO que usar biquíni é pecado, ele é calcinha e sutiã feito de outro tecido, não se compara MESMO a um maiô composto e recatado! Imagine agora freiras jovens de biquíni, e aí? Não acha bom imaginar? por isso mesmo que ele é uma vestimenta pecaminosa! [ps: se você esperar um documento da Igreja ESpECÍFICO pra discernir todas as dúvidas relativas à moral na sua vida, vai viver sofrendo com indecisões, os que já existem são suficientes para tirarmos dedutíveis conclusões sobre outras tantas situacões aparentemente não contempladas com posicionamentos oficiais da Santa Sé, pense nisso!!]

          • Marcos

            Boa noite a todos, Salve Maria!
            Para dar mais pano para a manga…
            Segue um link que fala EXCLUSIVAMENTE do biquine, hehehe
            http://acordacatolico.wordpress.com/2010/10/04/roupa-de-banho/
            Abs.
            Pax et Bonvm

          • Marcos

            Este link tem uma relação de diversos documentos da Igreja.
            abs.
            http://www.mulhercatolica.org/2010/05/roupas-femininas-modestia-e-comprimento.html

          • Andre cuidado com os achismos. Não estou exigindo nada. Pobre de mim! Não sou nada e só falei de um documento pq acabaria com duvidas só isso. Quem discerne se algo é pecaminoso é a Igreja. Eu me submeto a Mãe Igreja em tudo.

            O que estou dizendo é que jamais eu tinha visto proibição por parte da Igreja, como ainda não vi claramente o uso de uma peça de banho como o biquíni. Eu sou falho. Cuidado cmg! Mas a Igreja não o é. Pf amigo não me julgue pelo fato de estar buscando o que minha Mãe me aconselha.

            Deixemos assim. Eu confio em vocês amados. Como vocês insistem tanto devem estar certos.

            Certa bonum certamen fidei.

          • Débora Maria Cristina

            Os ensinamentos de um padre, de um bispo ou de um cardeal não é a opinião da Igreja? Nós não estamos “insistindo”, estamos apenas expondo os documentos da Igreja, sim da Igreja, somos Igreja, ou não? Pelo que noto, Cadu Sindona, o senhor nem sequer lê os documentos que postamos, percebi isso pelo seu comentário “já que estão insistindo”, por acaso estes documentos não foram escritos por nós e sim por padres da Igreja.

            Rogo a Deus para que você abra os olhos à Verdade, é triste ver pessoas insistindo no erro da imodéstia, uma pessoa não precisa ser teóloga para ver que usar biquini é uma abominação, pelo amor de Deus pare de agir como se fossemos cátaros!!!

            Espero que aceitem meu comentário, o anterior não aceitaram…

          • Débora, olhei nos comentários pendentes de aprovação e na lixeira, e não vi nenhum comentário seu. Então, até onde sei, seus comentários foram todos liberados.
            Não vou entrar nesta discussão sobre a modéstia, porque realmente estou sem tempo, e tb porque o assunto foge ao tema deste post.

            De qualquer forma, a opinião de um padre, de um bispo ou de um cardeal não necessariamente é a opinião da Igreja. Vide o Cardeal Woelky, de Berlim, que recentemente defendeu o casamento gay, além de outros cardeais:

            https://beinbetter.wordpress.com/2012/04/11/escandalo-cardeais-catolicos-aderem-a-causa-homossexual/

            http://beinbetter.wordpress.com/2012/05/24/um-novo-schonborn/

            Mais uma vez, peço: guardemos o nosso latim para o post sobre a modéstia, que publicaremos após o nosso retorno destas férias.

          • Débora eu e vc somos parte do Corpo de Cristo mas nem eu e vc somos infalíveis, só a Igreja instituição é infalível. Eu li sim alguns documentos (nao li todos, mea máxima culpa!) portanto vamos com calma. Que fique claro: quem sabe mais que eu é o Magistério infalível da Esposa de Cristo. A ele me submeto.

            Nao vou rebater nenhum argumento pq minha Mãe Igreja me ensina humildade, e um assunto que mais parece uma Cruzada por parte de vcs deve ser mesmo o correto. Peço perdão Débora se caso ofendi, mas acredito que minha posição é a posição mais filial a Igreja. O que ela me diz ta dito e acabou. Porém nao vi até agora a palavra: “abominação” em nenhum documento. Rogo a Maria Santissíma por vc e por sua família. Que ela Mãe da pureza nos ajude contra os pecados da carne e nessa luta estamos todos unidos!

            Pax et bonum.

          • André

            “Peço perdão Débora se caso ofendi” Cadu, sinceramente, insinuar, cogitar, imaginar, supor, ou até mesmo pensar que a Igreja pode não considerar ser pecaminosa essa vestimenta integrada de calcinha e sutiã, alcunhada de “biquíni”, chega a ser sim uma ofensa a quem tem o mínimo de modéstia, ainda mais porque o seu argumento para persistir nessa querela infrutífera é que nenhum documento da Igreja fala explicitamente a palavra “biquíni”, conquanto dezenas deles deixem bem claro o modo correto de um cristão se vestir. Isso é ÓBVIO, que se dane se é pra tomar banho, use um maiô! Mas, caso essa discussão só termine quando você vir Bento XVI com a hashtag #BiquiniÉpecado pintada na testa, aí paciência, meu caro! A Igreja já diz que nossas roupas devem cobrir, no MÍNIMO, as partes desonestas do corpo, ponto final, tchau biquíni, você quer algo mais CLARO do que isso? Mas, por favor, pelo menos seja honesto e admita que usar biquíni é pecado porque é isso que nos aponta os documentos, não venha com essa papinho de coitado de que “só não vai rebater os argumentos porque é humilde” e que “se a gente está insistindo tanto deve ser verdade” ¬¬’

          • Débora Maria Cristina

            Ai, mais essa ¬¬’
            Óbvio que um padre que defende algo CONTRA a doutrina da Igreja não fala em nome da Igreja!

            Eu não sou idiota, se que existem padres infiéis… Mas, estamos aqui citando textos de padres santos entre eles padre Pio de Pietrelcina, será que ele não falou em nome da Igreja de Cristo não?

            É claro que o assunto foge do tema do post, mas está proibido postar? Se o Cadu pôde vir aqui falar o que ele acha que seja a modéstia, por que não podemos defender o ensinamento da Igreja??

            E senhor Cadu Sindona, ao falar que “estamos insistindo” você não ofende só a mim, ofende o ensinamento dos padres SANTOS da Igreja sobre a modéstia, pois eles “insistiram” na modéstia…

            Não entendi por que dizes “guardemos nosso latim…”

          • Querem saber?
            Não vão mais falar deste assunto aqui PORQUE EU NÃO QUERO. Ponto. Sim, está proibido postar.
            Já pedi com educação pra não se alongarem aqui com este tema, que não tem nada a ver com o post.
            Já dei muito espaço pra se falar disso aqui, e já sinalizei que a discussão estará aberta no post específico. Mas se pedir não adianta, vou simplesmente REJEITAR todos os novos comentários aqui sobre o tema modéstia.

          • Santo Cristo! Uma guerra nuclear dentro da Igreja por causa disso? Algo que a Igreja não especifica? Se eu sou o monstro aqui apontado por querer apenas um pronunciamento formal da Mãe Igreja, que Deus tenha pena da minha alma!

            Gente é necessário tudo isso? Essas briguinhas por algo assim? Por favor não me excomunguem por algo tão pequeno. Ai de mim! Apontei a humildade André não como vanglória ou sarcasmo mas porque nela estou seguro. Estou seguro em minha pequenez.

            Amigos, sou jovem, tenho 16 anos, e vivo unica e exclusivamente para Nosso Senhor e a Sua Igreja. Minha vida está em manter seguro o conteúdo do Evangelho tal qual os Apostólos deixaram e só isso.

            Débora, os santos estão em Deus, são meus amigos e peço constantemente a eles pela santificação do mundo. Modéstia é um dos frutos do Espirito Santo que eles nos ensinam sim para que o mundo possa se deixar levar ao coração de Deus. Eu não sou contra a modestia pelo amor de Deus! Se eu fosse seria hipócrita. Nao nao. Desejo que o mundo siga os conselhos da Igreja.

            O meu crime aqui foi dizer que eu gostaria que a Mãe Igreja se pronunciasse sobre isso. Aqui nao desafio a fé, a autoridade nem a moral da Igreja. Nao afirmo que a Igreja diz :”USAR BIQUINI NÃO É PECADO!” apenas disse que caso ela dissesse categoricamente que é imoral o uso do biquini entao amem!

            Como eu disse sou falho, cuidado comigo! Mas também os homens são falhos, inclusive enquanto buscam fazer o bem! Somente a Igreja, Imaculada Esposa de Cristo nao o é.

            SENHOR! MEU DEUS UNO E TRINO! SE INSULTO VOSSA IGREJA E SOU MOTIVO DE ESCÂNDALO PARA MEUS IRMÃOS, TENDE PIEDADE DE MIM QUE SOU SÓ UM PECADOR! FOI BUSCANDO ACERTAR QUE EU ERREI! Sei que o Senhor está comigo e que me ensinará a Verdade que vossa Igreja me anuncia.

            Confio Senhor em Ti e na tua Igreja! Amém.

          • Marcos

            hehehe concordo com vc Catequista, essa história de pouco pano já deu muito pano pra manga rs
            abs

          • Marcos

            Caro Cadu, relaxa um pouco…
            Vamos nos ocupar de questões mais direitas como a busca a Deus. Apresento-lhe Carlo Acutis, um jovem da sua idade que está em processo de beatificação, já foi declarado servo de Deus – e tinha como lema: “a eucaristia é minha auto estrada para o céu”

            http://www.padremarcelotenorio.com/2012/03/apresento-lhes-carlo-acutis.html

            abs.

          • Que belo! Confesso que ao ler o texto, me indentifiquei nao so com o nome de Carlo. Muito do que ele falou e fazia é o que eu procuro falar e fazer. Rogai por nós!

  • Professores de história hipócritas, desonestos e boçais tem de penca, impressionante como nossa educação vem envenenada com essas mentiras! É isso que ouvimos desde o maternal! MEC (Mentiras envolvendo católicos) totalmente envolvido nisso!

  • Fernando

    Sou estudante de História e o que mais escuto são estas baboseiras. O pior é ver um bocado de gente que se diz “católica” serem levadas por estes argumentos maldosos. E ainda pior, serem agentes multiplicadores desta deturpação sem ao menos se darem o trabalho de buscarem se é verdadeira a informação. Quando mergulhamos verdadeiramente na História de forma séria e responsável, vemos que não é bem assim. Diz um ditado popular: “todo texto fora do contexto vira pretexto”. Infelizmente é o que mais se usa para se atacar a Igreja de Cristo.
    Agradeço a todos vocês por este fantástico blog, pois muito tem me auxiliado na defesa da fé e da Santa Igreja.

  • Ah! Estou muito agradecida pelo post, muito obrigada mesmo!! Fiquei até emocionada! E não só por mim, mas pelos muitos alunos e alunas que veem constantemente a Santa Igreja ser atacada de todos os lados por professores com mestrado, doutorado etc e terem que ficar calados pela falta de conhecimento. Obrigada mesmo!!

  • Bianca

    Excelente! Eu ando tendo alguns conflitos com um professor específico, que, em prol de doutrinar alunos, omite alguns fatos.. Se tocarmos no assunto de novo vou falar isso aí! hehe

  • Realmente gente, conversei com o meu prof de História e ele disse mais ou menos o que Paulo Ricardo falou: ele ensina apenas o que nos faz passar no vestibular. E ele mesmo confessou que isso é um dilema para ele. Serio mesmo, fiquei com pena dos professores.

  • Jonas

    Boa noite!
    Meu nome é Jonas, tenho 20 anos. Estou no quarto semestre do curso de História e sou catequista (algumas pessoas acham isto terrivelmente contraditório). Para ser sincero, achei demasidamente ironico o modo como os professores de história são tratados no texto acima. Posso afirmar que é TOTALMENTE POSSÍVEL CONCILIAR FÉ E HISTÓRIA. Para isto, bastar ter discernimento e pensamento crítico. Forte abraço!

    • Oi, Jonas!
      Seja bem-vindo ao nosso blog. Não vemos contradição alguma entre ser cristão e historiador, até porque um dos membros da nossa equipe, o Paulo Ricardo, é um historiador (mas não leciona).

      Porém, só alguém muito ingênuo, ou um habitante de Marte, não sabe que 90% dos professores de História do Ocidente são umas bestas, que vomitam calúnias contra a Igreja e o cristianismo. Eles carecem de fontes legítimas e deturpam dados na maior cara-de-pau, como é o exemplo do professor citado neste post.

      E é justamente por acreditar que é absolutamente possível conciliar fé e história – história baseada em estudos sérios, e não em preconceitos ideológicos – que realizamos este trabalho. Temos muitos posts aqui sobre a História da Igreja (tem um menu na lateral do blog), dá uma olhada. Trabalhamos para denunciar as mentiras que os professores de história em geral costumam espalhar por aí, envenenando o coração de milhões de jovens contra a Igreja.

      Abraço!

  • Evelin

    Lendo esta materia postada por vcs,resolvi então escrever sobre o “meu” professor de faculdade que afirmou em sala que a origem do povo negro deve-se a uma praga lançada por Jó a um de seus filhos que matou seu irmão!Ora,Que eu me lembre,quem matou seu irmão(primeiro fratricídio)foi Caim,mas a praga que recebei de Deus (e não de Adão,seu pai)foi uma marca na testa para que ninguem o matasse!Ainda o indaguei com a seguinte pergunta:Se o berço do mundo é a Africa,provavelmente ela lá a localização do Jardim do Édem,(Na Africa)assim sendo,qual seria mesmo a cor da pele de Adão e Eva????Será q vcs poderiam me ajudar com bases cientificas ou comprovadas para tal questão(o surgimento da raça negra)uma vez que o tal professor,alem de não me responder nada ainda me falou que levaria minha “tese” em conta apenas se recebesse fatos e dados que a justificassem e por e-mail!!!PLEASE,HELP-ME!!

    • Evelin amada fica tranquila. Bom em primeiro lugar com certeza o Édem não ficaria na África porque o Gênesis fala que ele ficava entre o Tigre e o Eufrates, ou seja, na região da Mesopotâmia na Ásia, onde hoje é o Irã.

      Segundo: o Gênesis é muito mais alegórico do que não alegórico. O tema central do Livro é a Criação do Universo apartir do nada por Deus, a queda do homem através do pecado, as consequências dele e a formação de Abraão e do povo de Israel que começou a se formar.

      Espero ter ajudado.
      Paz de Jesus.

  • André

    Desde quando África é igual a negro? Isso é tão redutivo quanto Nordeste é igual a pobreza! Só há predominância da pele escura na parte subsaariana do continente, se os humanos tivessem nascido onde hoje é o Egito, Adão e Eva poderiam ser branquinhos igual a ala eurocêntrica da Igreja gostaria que fossem! Afinal, veja se acha na internet uma foto de Jesus, Maria e José negros sem cunho pejorativo! Você não vai achar, e eles sim pela localidade – palestina – deveriam o ser, já Adão e Eva nada se pode afirmar! [além do mais essa parte da bíblia já é encarada como mitologia, embora bela, não há susceptibilidade de negar o evolucionismo e o neodarwinismo hoje, até Cardeais conciliam fé e razão! Achar que Deus criou todas as criaturas ao mesmo tempo e não houve evolução é retornar ao Medievo, tenhamos uma fé lúcida, deixemos Adão e Eva aos protestantes]

    • André veja a última Resposta Católica do Padre Paulo e ficará claro que o Grande Debate (criacionismo e evolucionismo) é deixado pela Igreja nas mãos dos cientistas e que qualquer católico pode achar o que bem entender desde que não diga que a evolução é algo puramente “seletivo-natural” e que não houve pecado original por um Adão inventado.

      Certa bonum certamen fidei.

    • Paulo Ricardo

      É tão fácil aceitar a evolução, não é? Um bando de acadêmicos os quais você nem conhece o trabalho comunica sua ideias de forma que elas se embrenham na sociedade como um Cãncer e que se dane em seguida a bíblia? Esse aí é mais próximo do Dawkins do que imagina que seja. Apresente-me uma prova qualquer que comprove a evolução, amiguinho. Não estou aqui sendo criacionista, não sou criacionista mas tampouco sou darwinista (como historiador desconfio profundamente de qualquer coisa que tenha vindo do século XIX) quero uma prova contundente que concilie a teoria darwiniana com a realidade e a existência das estruturas complexas, como esse teu cérebro de um quilo e meio. Ficar macaqueando o discurso acadêmico-científico não me convence, conheço muito bem esses pilantras para deixar-me levar por eles. Uma especie transicional por favor(pra quem não sabe seriam aqueles intermediários entre um espécie em decadência e uma que está fadada ao domínio do nicho da anterior).
      Saliento que documentário do Discovery, textos de internet, programinhas do NatGeo e do History serão desconsiderados. Há darwinistas com consistência científica, mas não vi nenhum que transforma-se por meio de uma argumentação concreta, essa teoria tautológica em uma Lei. Pra falar a verdade, o chororô darwinista é quase tão chato e irritante quanto o dos ateus. Quem dá sua opinião apelando para argumentação cretina da autoridade reconhecida nada mais é que um desonesto intelectual, como não o conheço, fica difícil saber se essa desonestidade é fruto da santidade que advém da ignorância ou se é realmente um característica de uma mente bem equipada mas extremamente maliciosa.

    • Eduardo Araújo

      Concordo, Paulo. Independente da posição tomada pela Igreja acerca da teoria da evolução, o certo é que essa teoria – que deveria ser tratada como, no máximo, uma hipótese – ganhou ares de um dogmatismo ferrenho entre os seus defensores. Estes, ao manifestarem-se, parecem mais os seguidores de alguma seita dessas bem obscuras e intolerantes.

      Além disso, há outros problemas no comentário do André. O retrato étnico que ele faz da África corresponde aos dias atuais, pós-ocupação muçulmana no continente. Há controvérsias, todavia, entre os historiadores, quanto à cor da pele dos egípcios, em particular se considerar-se alguma fidedignidade na iconografia egípcia. Esta mostra, quase sempre, tipos tendendo para uma cor escura.

      Inversamente, o que o André diz da Palestina não corresponde ao que se sabe da etnia dos habitantes na época cristã. Negros, com toda certeza, não eram, podendo, por outro lado, haver brancos de olhos claros na região. O problema, na verdade, é que o caro André, a meu ver, incorre nesse vício moderno horroroso do “politicamente correto”, que só é correto em relação aos alegados “oprimidos”, enquanto esculhamba os alegados “opressores”. Nessa visão marxista tosca, os brancos, com sua leitura “eurocêntrica” da Bíblia desejariam um Adão e Eva branquinhos, também.

      Por fim, deixo meu repúdio a essa infeliz – e, pelo visto, inacabável – forma de enxergar a Idade Média como se fosse o reduto da ignorância da história. Que ironia, caro André! Esse preconceito é fortemente eurocêntrico (e mesmo atendo-se somente à Europa, incorreto).

      • Paulo Ricardo

        Caro Eduardo,

        Outro problema que eu vejo é que hoje em dia é muito fácil desconsiderar a inteligência. Gente com os pontos de vista como o nosso amigo, simplesmente colocam-se no alto de um pedestal e de lá passam a lançar olhares de condescendência a nós, pobres ignorantes, não tocados por sua sapiência. Quando não isso,podem recorrer ao “ahahahah” ou “kkkkk” tão consagrado no ciberespaço pois nesse país de cretinos não é necessário mais do que isso para demonstrar a superioridade hercúlea das ideias as quais a fonte real não interessa ao sábio que as emite.

  • Belíssima resposta. O problema da maioria dos professores, não só de história, é que eles foram treinados numa universidade de cunho marxista contra a Igreja. E nunca se deram se quer o trabalho de averiguar se aquilo que eles aprenderam era verdade.

    Sou Mestre em Geologia pela UFC. E certa vez no meu mestrado um Dr. em Geocronologia ao ver minha Cruz no peito (é muito importante para um Católico usar um crucifixo), disse: agora vou atacar sua Igreja!

    E mencionou que a datação por Carbono 14 foi que “desmascarou” a Igreja no caso do Santo Sudário. Eu levantei a mão e disse: Professor essa sua informação está muito atrasada. Estamos em 2006 e esses dados são de 1989. O cético Químico Raymond Rogers, reconheceu recentemente que a datação foi falha e até publicou isso antes de morrer de cancer. Que Deus o tenha.

    Ele perguntou: ONDE VOCÊ VIU ISSO? E como citei um canal científico norte-americano por fonte, ele riu e debochou. E todos logicamente riram. Mas ao final ele me procurou no canto da sala e pediu mais informações a respeito. Para mim, bastou!

    Ele reconhecera seu erro. Era muito feio um Dr. ser desmoralizado na frente de todos.

    Ver mais em:
    http://aramisneto.blogspot.com.br/2010/03/todos-querem-uma-fatia-do-bolo-de-dan.html

    Um abraço e uma prece.

  • ahsahuashushua. Demorei meia hora só tentando advinhar a música que tava no começo.
    Muito boa a matéria. Como sempre, parabéns.

  • Diego Romany

    Oi pessoal do ocatequista, estava no face e vi que vcs publicaram essa materia da escravidão dos negros, Se referindo ao mau caratismo da novela da Globo. E hj pela manhã a Rede Record tb atacou a Igreja catolica, dizendo que o vaticano construiu uma fortuna de quase 2 bilhões de reais com doações do facismo. Ai esta o site do video que eu vi no Jornal da Record hj pela manhã:

    http://noticias.r7.com/jornal-da-record/videos/edicao/?idmedia=51006ace92bb9eb9bc7a2319

    Abraço e a paz esteja com todos vcs!

  • Karla

    Caros catequistas, gostaria de saber a opinião de vocês sobre o que este senhor, Joel Pinheiro, que defende a evolução moral na Doutrina da Igreja, escreveu relacionado ao que o Ricardo Costa (http://www.ricardocosta.com/artigo/igreja-catolica-e-escravidao) falou sobre escravidão, eis:

    “Todas essas bulas são verdadeiras. Mas note bem o que elas condenam: a escravidão de populações específicas, principalmente índios americanos e habitantes do novo mundo em geral. Não condenam a escravidão enquanto tal.

    A escravidão era prevista e justificada pelo direito canônico em vários casos: prisioneiros de guerra, filhos nascidos de mãe escrava, filhos vendidos pelos pais como escravos, condenados por algum crime, etc.

    Assim, décadas depois da Sicut Dudum, em 1452, o papa Nicolau V emitiu a bula Dum Diversas, que dava direito irrestrito aos portugueses de escravizar os mouros que habitavam a península ibérica. Em 1455, a bula Romanus Pontifex do mesmo papa repete a permissão de se escravizar todos os turcos e pagãos que o rei de Portugal encontrasse. A mesma bula faz uma referência aparentemente aprovante do comércio de escravos negros e da Guiné – http://www.nativeweb.org/pages/legal/indig-romanus-pontifex.html

    Por fim, é preciso notar que o próprio papado usava mão-de-obra escrava em suas galés (descobri, via John T. Noonan Jr. um dos melhores historiadores quando o assunto é variações no ensino moral da Igreja em pontos específicos ao longo dos séculos, que o mesmo papa que emitiu a Sicut Dudum citada pelo Ricardo Costa comprou, ele próprio, escravos).

    A referência a Tomás de Mercado, que é sem dúvida um nome que deve orgulhar todo o pensamento católico, não serve, contudo, como prova do ensino oficial da Igreja. Além disso, ao menos segundo o que diz a Wikipedia, ele não condenava a escravidão em si; ao contrário: ele a justificava em vários casos – em consonância, portanto, com o direito canônico. http://en.wikipedia.org/wiki/Tom%C3%A1s_de_Mercado – com citações e referências.

    Uma coisa é verdade: a hierarquia da Igreja nunca justificou os maus tratos e desumanidades cometidas contra os escravos. Queria que todos fossem catequizados e tratados de forma humana. Mas permitia a escravidão e o comércio de escravos; aliás, participava deles.

    Conheço (via “Atheist Delusions” de David Bentley Hart) UM santo padre que, já naqueles primeiros séculos do Cristianismo, condenou a escravidão enquanto tal: S. Gregório de Nissa. Certamente alguns moralistas e teólogos da Idade Média pra frente devem a ter condenado também, mas não representavam o ensino oficial.

    Enfim: as bulas citadas, embora louváveis em si, não representam, por si só, o ensino da Igreja em suas épocas.”

    Então, isso está correto? O ensino oficial da Igreja realmente mudou, como no caso da usura? Isto vislumbra a possibilidade de mudança na doutrina moral atual?

  • Edicléia

    Pois é mas essa história da bula Dum Diversas e a perseguição aos sarracenos que escravizavam os cristãos parece ser tão controversa a história e pregação de Cristo. Então não foi ele que morreu na cruz pelos que os perseguiam e pediu ao pai que os perdoassem. Não deveria ser isso que a Igreja deveria pregar ao invés de através de uma bula ter dado a permissão para que perseguissem todos que não seguissem Jesus? Isso não seria um olho por olho, dente por dente que não nos leva a nada? E pq todos deviam seguir a filosofia cristã? Pq não podiam ter outras crenças? é estranho perceber que pessoas que dizem crer em Deus defendendo a perseguição, e sei la mais o que, das pessoas que não pensam como eles.
    Estranho mundo é esse.
    Lembrei-me de Rubem Alves ” Deus nos deu asas, mas as religiões criaram as gaiolas”.

    • Edicléia,
      Faça um esforço imaginativo e coloque-se no lugar de um pai e de uma mãe cristã da época.
      Diariamente eles ouvem relatos de sequestros e escravização sexual de jovens virgens, além do assassinato e escravização dos demais cristãos.
      Então, você acha que esse pai e essa mãe não têm direito de legítima defesa? Acha que eles não têm direito defender suas posses, suas casas, suas terras, seus filhos, suas vidas?

      O direito de legítima defesa jamais foi contestado por Cristo, e não tem nada a ver com “não perdoar”. Você está confundindo as coisas.
      A doutrina da Igreja sempre previu o direito de legítima defesa, e isso não tem nada a ver com olho por olho, dente por dente.
      Por exemplo, se um bandido armado invade a casa de uma pessoa, esta tem todo o direito de lhe meter uma bala na cabeça. Não é vingança: é o direito mais básico de preservação da vida e da dignidade de si mesmo e da família. Ou você acha que Cristo acharia lindo que um pai de família, mesmo com possibilidade de reagir, devesse ficar de braços cruzados enquanto um estuprador ataca sua mulher e filhos?

      É bom lembrar também que São Pedro andava armado, com uma espada. Jesus sabia disso e jamais mandou que ele jogasse a espada fora. Ora, por que raios alguém vai andar armado, se não é para se defender, em caso de necessidade?

  • Jéssica

    Caros catequistas, essa semana meu professor de Geografia lançou o comentário: “Sabe por que os católicos não comem carne, e sim peixe, na sexta-feira santa? Porque a Igreja Católica, durante a Idade Média, fez um acordo com comerciantes de peixes” e por aí vai. Não botei muita fé. Até porque procurei e não encontrei nada sobre isso. Se puderem, esclareçam minha dúvida, por favor.
    Obrigada, fiquem na paz de Cristo.

  • Lucas

    Gente, parece ponto comum na historiografia brasileira que a Igreja católica foi conivente com a escravidão. Ela se assanhou com os senhores de engenho, barrou ainda a criação de formas de visão de mais críticas que colocariam em xeque o fundamento da sociedade, o trabalho escravo. É só consultaram a relação que existiu entre o clero e o bacharel na defesa da constituição da ordem escravocrata.
    Abraço.

    • Lucas,
      É fundamental que saibamos diferenciar a doutrina da Igreja da ação de seus membros, que muitas vezes é incoerente.
      A Igreja ensina claramente, por exemplo, que não se deve fazer sexo fora do casamento, que isso é pecado grave. Então, ao constatar que muitos católicos – inclusive membros do clero – desrespeitam esse ensinamento, podemos dizer que a Igreja é conivente com essas relações?

      Também podemos dar o exemplo da ideologia socialista, que foi formalmente condenada por dez papas. Este fato não impediu e não impede, entretanto, que haja milhares de católicos encantados e engajados com os ideais socialistas (inclusive bispos).

      Como se os católicos sempre fossem ovelhas obedientes à voz do pastor da Igreja, o Papa… Quem dera!

      Certamente, muitos católicos, inclusive sacerdotes, tiveram escravos ou fecharam os olhos para os pecados de quem promovia a escravidão. Porém, isso não contraria em nada o que dissemos aqui: o ensinamento da Igreja, desde os primeiros séculos, sempre condenou veementemente a escravidão. Abraço!

  • Adelaide

    Oi, tudo bem? Me desculpe, mais voce como uma catolica não deve falar assim do professor dela, isso não esta de acordo com a lei de deus. Porque voce nao se ajoelha e ora para deus dar dircenimento para ele?
    Vejo que muitos tentam cobrir os seus erros, agredindo os outros. Lamentavél.
    Bjos

    • Oi, Adelaide, tudo bem.
      Você diz que o que dissemos no post sobre o professor da Lara não está de acordo com a lei de Deus. Gostaria de lhe pedir, então, que me apontasse no Catecismo o item que evidencia o pecado de que sou acusada. Lembrando que nem ao menos citamos o nome do tal professor… Challenge Accepted?

      Então, até que você me prove o contrário, estou muito tranquila com tudo o que eu disse. Para entender a postura e a linguagem do nosso blog, recomendo que leia esses dois posts:

      Católicos brutos também amam
      http://ocatequista.com.br/archives/3609

      Porque Jesus não é o Profeta Gentileza

      http://ocatequista.com.br/archives/1937

    • E o professor? O que ele ensina também não é lamentável? Seria sensato calar e deixar a mentira se propagar?

  • Amanda

    Infelizmente esse desvario não acontece somente nas faculdades de História, mas em praticamente todas, embora as chamadas Humanas predominem por se acharem o “suprassumo da criticidade”.

    Hoje me sinto mais fortalecida, mas antigamente eu me calava e até devo confessar que concordava. Mas essas pessoas são cheias de ódio, e sempre tem “fontes” confiáveis…

  • Gustavo Boldrini

    Na Fuvest caiu uma questão sobre a relação entre Igreja e escravidão, e olha a resposta “correta”:
    “c) a Igreja Católica apoiava, com a maioria de seus
    membros, a escravidão dos africanos, tratando,
    portanto,de justificá-la com base na Bíblia”

  • Péricles

    Disse Sócrates: só sei que nada sei!

  • Henrique Souza

    Ótimo post! Muito bom mesmo! Sou professor de História, mas católico. Sempre acompanho as postagens para fortalecer ainda mais a minha fé e compreender cada vez mais o que a Igreja de Cristo tem a nos ensinar. Louvado seja Deus por este blog tão simples, tão didático e tão esclarecedor com questões sempre muito polêmicas, como essa mesma.
    Que Deus abençoe vc’s e que Maria passe na frente!

Deixe uma resposta

  

  

  

You can use these HTML tags

<a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>