Meus Crismandos São Todos Ateus

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No mundo de hoje, fico pasma ao notar a alienação dos catequistas de jovens e adultos que montam o programa do curso e o plano de aula imaginando que os alunos são todos católicos piedosos, que estão ali somente para aprofundar mais os seus conhecimentos sobre a doutrina.

Abra o olho, amigo catequista, acorda pra real! Sabe aquelas duas meninas que sentam na última fileira? Elas são sapatas, e estão namorando há dois meses. Lembra do carinha de óculos que nunca falta uma aula? Ele é do tipo que pensa “Jesus sim; Igreja e religiões não”. E aquela menina simpática que tem um piercing na língua? Ela é católica desde criancinha e vai à missa todos os domingos; mas, depois que leu “O Código Da Vinci”, acredita piamente que Jesus teve um enrosco com a Maria Madalena.

Este é o perfil do católico médio: participa de alguns ritos da Igreja e tem respeito por Jesus, por Nossa Senhora e pelos santos; porém, na vida cotidiana, pensa e age como os pagãos. É devoto, mas titubeia diante da primeira notícia de que um arqueólogo qualquer achou um túmulo que “pode ser o de Jesus”. Na Missa, derrama lágrimas de comoção, mas na escola, no trabalho, nas festas e nos relacionamentos afetivos, não se diferencia em nada daqueles que não creem. Na prática, é um ateu que reza diariamente o Pai-Nosso e a Ave-Maria.

Essa realidade foi constatada por São João Paulo II. Segundo ele, o contexto cultural em que vivemos – fortemente determinado pelo “ateísmo prático” – torna necessária, antes de tudo, a apresentação de “motivos de ordem racional que levam ao reconhecimento de Deus”:

“O Concílio reconheceu que, na gênese do ateísmo, puderam contribuir os crentes que nem sempre manifestaram de maneira adequada o rosto de Deus.

“Nesta perspectiva, está precisamente no testemunho do verdadeiro rosto de Deus Pai a resposta mais convincente ao ateísmo. Obviamente, isto não exclui mas exige também a correta apresentação dos motivos de ordem racional que levam ao reconhecimento de Deus. Infelizmente, essas razões são muitas vezes ofuscadas pelos condicionamentos devidos ao pecado e por múltiplas circunstâncias culturais.”

João Paulo II (1)

Há crismandos maduros da fé, é claro, mas são a minoria. A maior parte deles precisa de ajuda para entender os conceitos mais básicos da espiritualidade. Por isso, nas primeiras aulas, sempre parto do princípio de que meus crismandos são todos ateus, o que me obriga a tratar o tema do relacionamento do homem com Deus de forma muito cuidadosa e logicamente estruturada.

Porém, o que muitos catequistas costumam fazer? Em vez de começarem a construir a casa pelos alicerces, tentam iniciar a obra pelo telhado. Assim, logo nas primeiras aulas, começam a tagarelar sobre temas morais e doutrinais, Bíblia, dogmas, História da Salvação etc. Enquanto isso, as questões fundamentais que deveriam ser muito bem trabalhadas antes – a sede de Deus, a busca pelo sentido da vida, os sinais de Deus na realidade – permanecem ignoradas, ou são tratadas de modo muito breve e superficial.

Então, vamos parar de pregar para os católicos do mundo da fantasia. Precisamos orar e nos preparar para servir ao Senhor por meio de uma catequese inteligente, mais adequada para dialogar com os jovens e adultos de uma sociedade secularizada.

*****

Aproveitamos este post pra fazer um justo jabá. Para quem deseja obter um material que ajude a planejar as primeiras aulas da catequese para jovens e adultos, recomendo demais o livro “O homem, Deus e a religião”, de Carlos Eduardo Campos dos Anjos, o Cadu do blog Dominus Vobiscum.

Super gostoso de ler, o livro oferece um roteiro muito bom para os catequistas e para qualquer pessoa que tenha o desejo de evangelizar, com argumentos simples e sólidos sobre a relação entre o homem e Deus, e o papel da religião neste relacionamento.

Além de muito bom, o livro é baratin, baratin! Para comprar, clique na imagem abaixo.

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Há outro livro espetacular sobre estas questões fundamentais, mas a leitura é um tanto mais áspera: O Senso Religioso, do Padre Luigi Giussani. Genial!

Nota: (1) Site do Vaticano. João Paulo II – Audiência – Dar testemunho de Deus Pai é a resposta cristã ao ateísmo. 14/04/1999

37 comments to Meus Crismandos São Todos Ateus

  • Realmente isso que vcs afirmaram neste post é a mais pura verdade. Eu tenho uma máxima que aprendi a muitos anos atrás: Quando vou falar de Deus para alguém, preciso imaginar que aquela pessoa nada sabe sobre a nossa fé.

    Assim não corremos o risco de jogar pérolas aos porcos!

    Continuo sempre fã deste blog! E obrigado pelo “jabá”!

    Pax Domini

  • Nathan Johnes

    Fato!
    Digo isso como testemunho meu mesmo, tudo que aprendi foi somente depois de um encontro pessoal com Deus. A catequese em si nem sequer me despertou interesse em saber mais a fundo.

  • Marcos

    Bom ler este post, passei o primeiro semestre inteiro falando da “sede de Deus”, tinha medo de ter chovido no molhado.
    Mas, afinal:
    No homem há um vazio do tamanho de Deus…
    abs

  • BARBARA MUNIC

    Suas aulas são otimas!Vc está no caminho certo para abrir o coração dos católicos para o verdadeiro Deus!

  • Flávia Cabral

    Perfeito!! Sou catequista de adultos e crianças e acho que o estilo do catecumenato procurou dar conta, mesmo que em parte, desse dilema que é termos pessoas que buscam um sacramento e não a Deus.

  • Carlos Santana

    Não sei como vocês lidam com a situação, mas não se pode relativizar. Não é porque o cara ou a moça tenha lá seus perfis descolados que se tem que usar uma linguagem amena ou usar métodos que sejam mais leves, sei lá, eu acho que a verdade é uma só e deve ser proclamada de forma clara e simples. Se o cara ou a moça se tocar e aceitar a mudança, que bom. Mas se não houver renuncia depois de se conhecer a verdade, aí não tem jeito.

    • Carlos,
      Em nenhum momento aqui falamos de tratar de forma mais amena ou de abrandar a mensagem radical do Evangelho. Ai de nós se fizermos isso! O Senhor nos julgará, e talvez não com brandura.
      O que estamos dizendo é que não tem muito sentido falar da Santíssima Trindade, por exemplo, prum cara que nem ao menos recebeu as bases intelectuais para crer na divindade de Jesus, ou falar de castidade pra alguém que nem sequer aprendeu ainda sobre a missão e a origem da Igreja Católica.

      Então, é preciso preparar o terreno, construir os alicerces, afinal, a catequese é um curso, em que podemos planejar a ordem em que os conteúdos serão abordados. É necessário que alguns conceitos dados por muitos como óbvios – as razões de crer em Deus, a origem da insatisfação humana, o papel das religiões – sejam muito bem tratados antes, para só depois abordarmos moral e doutrina católicas.

      E sim, é preciso que, ao fim do curso, o crismando tenha compreendido e abraçado com sinceridade todo o conteúdo do Credo. Do contrário, não deverá receber o Sacramento. Afinal, o objetivo de um curso de Crisma não pode ser outro a não ser ajudar os alunos a conhecer e amar a Cristo e à Sua Igreja, passando da condição de “ateus práticos” a católicos piedosos.

      • Marcos

        Pois é, o legal é que utilizando o CIC vc já tem este roteiro naturalmente estabelecido. Eu uso o CIC e os crismandos o Compêndio do CIC, o começo é exatamente sobre estes pilares revelados no artigo. O legal é que no fim dos encontros sempre tem um que fala:
        – AH, então é por isso, que tal coisa é assim…rsrs
        abs

  • Sou catequista crismal e me serviu de alerta quando você diz que muitos catequistas: “Em vez de começarem a construir a casa pelos alicerces, tentam iniciar a obra pelo telhado”.

    Sendo assim me pareceu uma boa didática considerar todos os crismandos como ateus esmerando-me mais para tratar o relacionamento do homem com Deus.
    E que o Senhor nos capacite para tamanha missão!

    Valeu pelo post.
    Paz e bem.

  • Jessica Nunes

    Certa vez escutei a seguinte frase:”Muitos são os catequizados e poucos os evangelizados”. Acredito que a catequese deve se preocupar com a doutrina sim, porém não podemos deixar de lado a evangelização. O Diretório Nacional de Catequese afirma que o catequista é profeta hoje, comunicando a Palavra de Deus com seu dinamismo e eficácia, na força do Espírito Santo.

    A paz!

  • Tato Diego

    Muito bom os adolecentes com cara do Dr.house.
    kkkkkkkkk…

    Esse post me abriu os olhos para pensar que de fato não são todos que estão na Igreja, catequese são católicos autenticos e que querem ser de fato de Cristo, acho que a maioria está lá por “comodismo” e muito pela parte social.

    Toda vez que vou falar com pessoas sobre religião não só penso que são ATEIAS como são literalmente ATEIAS quando não são protestantes que adoram encher o saco.

    Como estou começando na catequese ando aprendendo muito principalmente com as crianças que me fazem perguntas cabeludas sobre a Igreja e a relação com DEUS. E o que só prova é isso que vc disse Viviane:

    “Em vez de começarem a construir a casa pelos alicerces, tentam iniciar a obra pelo telhado”

    E aquelas famosas perguntas: o que somos? Para onde vamos? Sinais de DEUS na historia? Têm ficado de lado e nos catequistas não mostramos que todas as perguntas que eles fazem está enraizada na busca de DEUS na historia e que só ele vai consegui responder e não terá ciência que possa fazer.

    Peço a DEUS todos os dias que eu posso mostrar a todas elas que o cristianismo e a Igreja foi um acontecimento que mudou o rumo de nossas vidas.

    A paz contigo!

  • João Gabriel

    Olá, gostaria de aproveitar o espaço para agradecer pelo Blog e toda a ajuda que ele tem me dado… também queria pedir que entrassem no site do SBT que está realizando a votação de maior brasileiro de todos os tempos e, numa das disputas está Irmã Dulce contra Chico Xavier. Embora essa pesquisa não vá mudar nada com relação à santidade de nossa querida Irmã, é uma chance de mostrar a força da fé do povo católico e de sua união.

    http://www.sbt.com.br/omaiorbrasileiro/

    É só entrar e votar. Agradeço (:

  • Sandra

    Adorei o texto, porem só não gosto da parte em que tu chamas os encontros de “aula” e quando chama dos catequisandos de “alunos”. Em minha arquidiocese lutamos muito para desestigmatizar a questão da catequese-escolar. O reflexo disso é perceptível a curto prazo. Tem-se catequisandos mais calmos, interessados e mais respeitosos.
    Porem, mais uma vez, PARABÉNS pelo excelente texto.

  • Olá A CATEQUISTA!

    Sem comentários!
    #FATO o acontecimento dessa situação na formação dos nossos “pequenos” cristãos.

    E o mais triste é saber que os Fiéis só sabem olhar para dentro da caixinha deles e esquecem de estudar o rola ao redor para ser mais assertivo possivel em suas formações.
    Mass…continuemos rezando e agindo para tentar mudar isso!

    Fiquem na PAz..
    e contem sempre com minhas e nossas (banda SEPTIMA S7x) orações!

    #GODBLESS EVERYONE!

  • Boaa Vivi! O que realmente me preocupa é a catequese que de catequese nada tem; ou seja, ter um catequista que não usa o Catecismo e ADORA dizer que o Cristianismo é a religião do Livro.

    CATQUISTAS DO MEU BRASIL VARONIL CONVERTAM-SE! Sejam realmente católicos! Existem exemplos fantásticos! Meu apelo não é só para os catequistas mas para os PAIS, PADRINHOS, SACERDOTES e JOVENS! Fidelidade à Igreja de Cristo é o caminho para a conversão e fica o alerta de São Paulo:

    “Certa bonum certamen fidei apprehende vitam aeternam, ad quam vocatus es, et confessus es bonam confessionem coram multis testibus.”

    “Combate o bom combate da fé. Conquista a vida eterna, para a qual foste chamado e fizeste aquela nobre profissão de fé perante muitas testemunhas.” (1Tm 6,12)

  • Rafael Rosa

    Dica de Leitura: Kerigma e Mistagogia, Ed. Paulus.

  • Jonas

    adorei o post.ele me inspirou a desenvolver ainda mais a minha catequese.
    sou catequista iniciante e assumi uma turma de catecumenato com adolecentes em media 14 anos.alguns não receberam nem o batismo.
    gostaria de algumas dicas de como trabalhar melhor os temas que vc propos como bases.

    agradeço a ajuda e parabens pelo post.

    deus abençoe

  • Lucas Samuel

    Olá Catequista,

    Gostei muito do post, sou catequista de crisma, iniciarei em breve a minha terceira turma.

    Gostaria de saber se vocês tem material , apostilas, que pudessem disponibilizar, para ajudar na catequese. Se possível , que abordassem os temas mencionados no post.

    Deus abençoe

  • Nathalia da Cruz

    é bem verdade as catequeses de hj estão muito fraquinhas msm, eu só fui aprender quando tive uma experiencia pessoal com Deus e quando fui buscar estudar o catecismo e outras coisas mais. Meu catequista de crisma falava cada coisa estranha e ainda dizia (pasmem)que a biblia mentia muito, e ai fui procurar aprender sozinha mas eu fiz a crisma msm assim…amo amo esse blog muito bom msm <3

  • Raquel

    Muito bom kkkkkkkkk

    Racho demais com os textos que vocês publicam. Falam a verdade de uma forma bem humorada. Parabéns!

  • Washington Guedes

    Admiro demais esta pagina.
    Estas colocações muito bem feitas, só discordo do”aulas” e alunos. Vivenciando a catequese renovada pela CNBB os termos alunos, sala de aula mudam para encontros e catequizandos, bem como não há professor(a) ou tia(o) e sim catequistas.
    Mas amigo sou fã de vocês e coloco-me a disposição, também sou um catequista.
    abraços fraternos

  • Simone Costa

    Amei este post! Alias, cada vez mais sou fã de voces! Venho de uma familia catolica e, assim, fiz a primeira comunhao ainda criança. So que, inicio da adolescencia, nao tive nenhuma vontade de fazer o Crisma: comecei a fazer e parei porque tudo era muito superficial e eu nao conseguia entender esta fe que era uma lista de codigos a serem seguidos. Hoje, tenho 35 anos, 2 anos atras tive a graca de ter minha fe reavivada e este ano recomecei o Crisma, agora para adultos e estou gostando muito (os catequistas que tenho hoje sao muito bons), mas ainda sinto falta exatamente do que voces abordaram neste texto, os motivos da nossa fe, que temos que defender, que temos que sentir, amar e cultivar.
    Vou sugerir este site para a equipe de catequistas da minha igreja, tenho certeza que eles vão amar!
    Um grande abraço!

  • Sergio Souza

    Gostei do post. Mas sabe qual é o problema? Para que isso seja posto em prática, é necessário tempo e paciência. Quando não são os catequistas, muitas vezes são os sacerdotes, que têm pressa em terminar os encontros de Crisma. Acham que um ano é muito! E há casos que seis meses se crisma uma turma. Como primeiramente, e pacientemente, lançar conceitos básicos de espiritualidade em tempos tão curtos? Para isso, requer tempo. E na segunda etapa, mais tempo para lançar as bases da doutrina.

  • Pe. Fabiano

    A equipe do site não poderia vir fazer uma missão aqui no interior do RN não? rsrs

  • Kamyla

    Olá a todos!
    Esse post é ótimo e devia ser lido por TODOS os catequistas. Não sou catequista, mas coordeno um ministério de música há 3 meses, formado básicamente por adolescentes (a mais nova tem 14 anos). Eu também não sou mais velha que eles: tenho 19. Mas fui crismada numa turma totalmente diferente da deles, com o padre como catequista, porque eu já tinha 18 anos. Logo, esse fato somado a outro, que é o de minha busca pelo sacramento ter sido uma decisão pessoal fez com que eu aprendesse muito mais coisas.
    Observando que eles ainda estão meio (pra não dizer totalmente) perdidos, decidi começar a ensinar coisas pra eles, em reuniões específicas, voltadas pra oração e formação. Gostaria de pedir indicações de posts, artigos, enfim, qualquer material aqui ou em outros sites pro primeiro tema que eu gostaria de tratar com eles: “Eu, católico”.
    A Paz de Cristo! E parabéns, amo o blog <3

  • Jotacê

    RACHEI de rir com a imagem que vocês postaram, repleta de “Houses”. Parabéns ao gênio que bolou isso! 😀

  • Terezinha Adelaide C. B.

    Ser catequista é uma missão árdua que nos põe a prova a cada tema de catequese que devemos trabalhar com os catequizando, deve se preparar estudar muito bem para saber esclarecer e defender a nossa fé com argumentos fundamentados na palavra , sempre devemos nos orientar com os ensinamentos da Bíblia sagrada, e, que nossas palavras sejam induzidas pelo Espírito Santo e acompanhadas pelas bênçãos de Maria Santíssima.

  • Sou catequista de adultos a mais de 7 anos. Adoro, acho q todos q fizeram até agora, foi de livre e espontânea vontade e quase ninguém desistiu, foram até o fim. Me sinto um instrumento nas mãos de Jesus. Pelo menos passamos para eles(catequisandos) tudo aquilo q Jesus nos deixou e principalmente: Amar ao próximo como a nós mesmos. Sou de acordo q primeiro devemos amar Jesus para depois saber coisas sobre ele.

  • Beatriz

    Oii, e o que você sugere quanto a catequese infantil, por que pra mim o ideal seria criar uma base solida na catequese infantil, para a criança ir amadurecendo a fé, oq vc sugere, algum material ou forma de trabalhar especifico?

  • João Pedro Strabelli

    A gente costuma chegar cheio de vontade querendo converter o mundo inteiro o mais rápido possível e esquece que a planta começa pela raiz e cresce no seu tempo, nem antes nem depois.

    Não estou criticando ninguém aí, é mais para mim mesmo, que já passei por algo assim.

  • Sim, muito boa a matéria. Antes de ser pai eu fui catequista por um breve período, mas enfim, hoje eu percebo que nunca deixei de ser catequista, mesmo não estando em atividade paroquial.

    Porque tudo o que vocês disseram sobre catequese eu me sinto obrigado a cumprir como pai, é por isso que posso dizer muito obrigado pela matéria.

    Também neste sentido, queria agradecer pela indicação do livro do Padre Luigi Giussani, que muito me orientou em minha tarefa de educar meus filhos, e dizer que ele é o fundador do Movimento Comunhão e Libertação, reconhecido pelo Papa João Paulo II na mesma cerimônia em que reconheceu a renovação carismática católica e os focolares…

    D. Giussani faleceu em 2005 e hoje, no seu lugar, está o Padre Júlian Carrón, pra saber mais sobre CL há o blog clonlinebr.blogspot.com, e o site da revista mensal: passos-cl.com.br.

  • Um livro que literalmente me formou na fé católica, indicado por um sacerdote piedosíssimo lá de Brasília, é o “A FÉ EXPLICADA”, do Pe. Leo J. Trese (Ed. Quadrante).

    O livro segue bem de perto o Catecismo, utilizando uma linguagem clara e ao mesmo tempo profunda. Eu sigo o “esquemão” dele ao planejar catequeses.

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