O Beato Anchieta e as Índias Peladas

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Anchieta e o Curumim. Tela de Mauricio Takiguthi

Um jovem seminarista de 29 anos é refém em uma tribo de canibais, e está privado da companhia de seus irmãos de fé. Quase que diariamente, algum selvagem faz questão de lembrar que ele pode virar picadinho a qualquer momento. Como se isso fosse pouco, vira e mexe alguma índia piriguete se oferece para funfar com ele. Eis a situação do Beato José de Anchieta em 1563.

É famosa a imagem de Anchieta riscando a areia da praia com um graveto, mas, infelizmente, poucos conhecem a fantástica aventura que está por trás desta cena. José de Anchieta e o seu superior, Padre Manuel da Nóbrega, haviam se oferecido voluntariamente para negociar um acordo de paz entre os índios tamoios e os portugueses, que há mais de três anos viviam em guerra. Anchieta permaneceu na tribo como refém, enquanto o Pe. Nóbrega retornou a São Vicente para dar continuidade às negociações junto aos portugueses.

Durante cerca de quatro meses, Anchieta foi privado da companhia de qualquer alma cristã. Em diversos momentos, sua vida esteve por um fio. Porém, sua postura sempre humilde e bondosa, além dos eventos sobrenaturais que o cercavam, inspiraram o respeito e o temor dos tamoios, que passaram a considerá-lo como um “poderoso feiticeiro”. Mas o risco de ser morto de devorado estava longe de ser o seu maior problema, pois ele até mesmo desejava o martírio:

Manda que, por Jesus, por seu nome divino,
derramando meu sangue, encerre meu destino!
Pois quem, por me remir, sofreu morte inclemente,
derramando seu sangue em liberal torrente,
sofrendo eu o martírio, e atroz morte curtindo,
por servo me conheça, una em amor infindo!…
*

Pra um jesuíta daqueles tempos – de um tipo que já não se faz mais (#prontofalei) – uma ameaça de morte era temível, mas não fazia nem cócegas na alma. O que atormentava mesmo o nosso beato era a possibilidade de trair a promessa que fizera de joelhos, aos 16 anos, aos pés de uma imagem de Nossa Senhora: manter-se sempre casto. As índias peladas o assediavam frequentemente, pois, ao que parece, era fetiche se oferecer aos prisioneiros condenados. Era algo do tipo: “oi gato, sou sua última refeição”…

E agora, José? Quem poderá lhe defender?

Ela! A Rainha dos puros de coração, Nossa Senhora. Esperto, Anchieta tratou logo de buscar abrigo sob o manto da Virgem, e prometeu escrever um poema sobre a Sua vida. Como não havia papel, tinta ou notebook naqueles matos, o homi se virou com um graveto. Todos os dias, ia até a praia de Iperoig (em Ubatuba, litoral de São Paulo) e escrevia os seus versos.

Eis os versos que outrora, ó Mãe Santíssima,
Te prometi em voto,
Enquanto entre tamoios conjurados,
Pobre refém, tratava as suspiradas pazes, tua graça me acolheu em teu materno manto
E teu poder me protege intatos corpo e alma. *

José de Anchieta, podemos imaginar, deve ter tomado uns bons banhos na água fria do mar de Iperoig… O certo é que ele produziu o Poema da Bem-Aventurada Virgem Maria, Mãe de Deus *, com mais de cinco mil versos, e os decorou um a um. Depois de liberto, passou a obra para o papel e a publicou.

banho_frioViu, gente? Aprendam com o Beato Anchieta: é banho frio e fé na Virgem!

*****

O Beato José de Anchieta – que, de Deus quiser, será declarado santo – foi um dos caras mais incríveis que já pisaram neste solo. O Apóstolo do Brasil foi o maior catequista que o nosso país já teve, um GIGANTE de Cristo. Teve uma vida dedicada intensamente à difusão do Evangelho e à caridade. Muitas foram as testemunhas de sua inteligência brilhante e das manifestações de seus variados dons sobrenaturais, reflexos de sua santidade.

Querido Beato José de Anchieta, abençoai e inspirai os sacerdotes e catequistas do Brasil!

 

***********************

Este post foi publicado originalmente em 10/07/2012.  Estamos republicando como parte das homenagens que faremos ao PRIMEIRO CATEQUISTA SANTO do Brasil: São José de Anchieta, que será canonizado nesta quarta-feira, dia 02/04/2014.

Nesta semana teremos mais posts sobre o Apóstolo do Brasil! Acompanhem!

69 comments to O Beato Anchieta e as Índias Peladas

  • bom dia irmãos. texto belíssimo e de grande valia para a catequese de nossos jovens, no entanto deveria se respeitar um pouco mais a cultura indígena e seus valores culturais mesmo que seja muitos diferente dos difusos entre os Cristãos.
    o termo “índia piriguete” é uma tremenda ofensa e um comentário pessoal dotado de extremo preconceito.
    pra defender nossa causa não é preciso ofender ou escandalizar outros.
    há de se respeitar o diferente e saber viver em consonancia sem manchar o evangelho e sem perder a essencia.
    que o beato José de Anchieta interceda pela juventude do Brasil e pelos índios, povo tão marinalizado,perseguido e exterminado desde a colonização desta terra de Santa Cruz.

    • Oi, Ruan.
      Não sei se deu pra notar, mas o nosso blog tem um forte viés de humor, e é muito pouco – ou nada – comprometido com a ditadura do politicamente correto.
      Temos, por exemplo, um post que fala das “piriguetes católicas”, e muitas de nossas leitoras – católicas, obviamente – curtiram, pois, tendo cérebro ativo, sabem que não estávamos nos referindo a todas as católicas.

      Então, se uma mulher branca, negra, oriental, indígena ou alienígena se oferece para um homem facinha-facinha, nos achamos no direito de chamá-la muito apropriadamente de piriguete. Se, na cultura indígena, se oferecer pra transar com um cara, sem compromisso, é algo positivo (é isso que você está sugerindo, que isso faz parte dos valores culturais deles?), eu só lamento. PI-RI-GUE-TE.

      Aliás, o Beato Anchieta não concordaria nada com esse relativismo cultural, pelo qual somos censurados toda a vez que observamos algo errado em alguma cultura não-cristã. Na mentalidade tosca de hoje, tudo tem que ser valorizado nas culturas, até mesmo a barbárie.

      • Keke

        Melhor que o post é o comentário…. Parabéns…

      • Keke

        Catequista,

        Poderia dedicar um post somente a vida do Beato?
        Geralmente os post (todos muito bons por sinal) são de críticas as tantas falácias do mundo contemporâneo.

        Mas penso que além desses, que são de suma importância, até pela caraceterística acidamente bem-humorada do site, precisamos também um pouco mais de história de Santos, nosso “heróis”.
        Sou fascinado pela hagiografia católica, mas esta carece tanto de fontes…

        O Título você já até deu… O Apóstolo do Brasil 😀 😀 😀
        Quando estive em um museu de arte sacra em que vi alguns objetos de José de Anchieta usava para catequisar os indios, fiquei fascinado. De como a exemplo de Paulo, ele usava a própria cultura e conhecimento local para explicar o Sagrado.

      • Juciara Tomaz

        Gostei do comentário: “Na mentalidade tosca de hoje, tudo tem que ser valorizado nas culturas, até mesmo a barbárie.” Só não há respeito quando se refere a nós católicos. Acho incrível como para falar da Igreja Católica as pessoas não usam meio-termo e descem a lenha sem dó. Agora, quando nós é que falamos de outra crença, cultura ou seja lá o que for é pra tomar “cuidadinho” pra não ofender. Arre!!

  • jorge

    Bom dia, o texto está otimo e a mensagem tbm, porem a critica aos jesuitas contemporaneos não procede, ainda tem alguns q se salvam… e a companhia tem se empenhado mt para propagar a espiritualidade inaciana (superior e amigo de anchieta), a mesma q Sta madre teresa de acucuta, Sto Papa joão paulo II praticavam e o proprio beato anchieta… não foi uma postura etica e nem respeitosa! vamos rezar pela união e caridade da propria ingeja catolica com a igreja catolica!

    • “ainda tem alguns q se salvam…”

      Certamente, Jorge, ainda tem alguns que se salvam. Mas veja que deprimente: uma Ordem que um dia já foi composta pelas mentes mais brilhantes, pelas almas mais fervorosas e caridosas da Igreja, hoje se diz que dentro dela “ainda tem alguns q se salvam…” Ô dó!

      Então, nem vem com essa de que a crítica não procede. CRITICO PORQUE AMO, amo a história da Companhia de Jesus e sua riqueza espiritual incomparável.

      A crítica, aliás, nada tem a ver com a espiritualidade inaciana, que é FENOMENAL. Quanto à ética e ao respeito, os inacianos de hoje é que devem nos inspirar este respeito, antes de cobrá-lo. Mas muitos deles, ao contrário, estão mais empenhados em difundir o relativismo religioso, o marxismo, os valores do mundo. A Companhia de Jesus, uma das coisas mais belas e valiosas que já surgiram na nossa Igreja, hoje se envergonha da missão que realizou junto aos indígenas. Eu não falo isso porque ouvi dizer, mas porque já convivi muito com jesuítas e leigos inacianos. Em uma reunião de trabalho, ouvi uma famosa teóloga inaciana carioca rir do destino de um santo mártir jesuíta. Ela disse que ele foi morto pelos índios porque procurou isso, porque era um sem-noção, que não deveria ter contrariado a cultura deles. E havia um padre jesuíta ao lado, que concordou e riu junto com ela. E isso me doeu.

      Estas e muitas outras coisas eu testemunhei, e por isso falo com segurança e sem medo de ser injusta com os jesuítas e leigos inacianos dignos de serem chamados “filhos de Santo Inácio” que ainda restam. Estes não se ofenderão com este texto, pois não precisam vestir a carapuça.

      Recomendo a leitura deste artigo:
      http://rodrigogurgel.blogspot.com.br/2012/05/crise-dos-jesuitas-na-america-latina.html

  • Só um recado pro Ruan: larga de frescura, rapaz!
    PS: Texto impecável, como de costume. Vocês são incríveis.

  • André

    Acho curioso também que a imensa maioria das pessoas que exigem respeito (até aí tudo bem, o problema é que esse “respeito” que exigem, na realidade, é a negação da hipótese de se tecer críticas) pelas culturas não-cristãs, desejando que elas fiquem estacionadas no passado – sobretudo no caso dos indígenas, onde a pretensão de seus “defensores” é que permaneçam ou retornem ao Neolítico – são as mesmas pessoas que repudiam nossa cultura tradicional (a cultura da civilização cristã). Aí não precisa preservar, não é? (“preservar o casamento religioso, monogâmico e indissolúvel? Que horror! Preservar a fé tradicional? Que reacionário! Preservar a condenação ao aborto? Que machista! Preservar o sexo compromissado? Que gente doida!”). Esse tipo de atitude se encontra fora da Igreja (o que é menos estranho) e até dentro da Igreja (o que é muito pior), onde aí se encaixa muito bem a crítica feita a comportamentos encontrados na Companhia de Jesus de nossos dias (aliás, desde os anos 60).

  • É muito digna de nota a obra dramatúrgica do Pe. José de Anchieta.
    Um meu “sonho de consumo” seria montar o Auto de São Lourenço.
    Quem sabe um dia…

    • Tem razão, Bruno, ele foi um grande autor de peças religiosas, mas esta riqueza, lamentavelmente, não é valorizada como deveria aqui no Brasil. Espero que seu sonho de consumo se realize um dia! rs

      • Leilah

        Querida catequista, desculpe mudar de assunto, gostaria de sugerir que um dos vossos próximos posts, trate da grande figura do querido Dom Eugênio Sales. E sugiro ainda que voces busquem (nesse post) a farta documentação que mostra o enorme compromisso desse grande pastor com a causa dos mais pobres e marginalizados. As calúnias de certos teólogos (mormente L.Boff) precisam ser desmentidas publicamente (muitos sites e blogs já tem feito isso). Quiseram forçar a barra e distorcer as coisas, para pintar um Dom Eugênio inimigo dos pobres, só porque ele não concordava (e denunciava profeticamente) com certas vertentes de certas teologias da libertação. Mas na prática, fez muito mais pelos pobres, arriscando a própria pele e vida, do que qualquer desses ideólogos que o caluniam. Dom Eugênio é literal e historicamente o pai e o pioneiro de quase todas as coisas que realmente favoreçeram os mais pobres na igreja do Brasil: as primeiras cebs (antes dos seus posteriores desvios) as primeiras pastorais sociais e as mais desafiantes (Pastoral de Favela) as Campanhas da Fraternidade. Ele viveu a correta Teologia da Libertação, como parte da Doutrina Social da Igreja, em ortodoxa comunhão com o santo padre e denunciou bravamente as ideologias da pseudolibertação. Devemos a Dom Eugênio o primeiro desmascaramento de Leonardo Boff,pois o segundo foi o auto-desmascaraemnto dele próprio que hoje é pagão panteísta e nem sequer marxista é mais, pois que recorre ao pensamento (também passageiro) da Nova Era, para ter o que dizer (e vender) já que o desprestígio acadêmico do marxismo o deixou sem ter o que dizer. Dom Eugênio que nunca foi atrás de modismos intelectuais efêmeros, mas se firmou na rocha que é Cristo, e na “Pedra” do seu vigário, por isso seu testemunho e palavra serão eternos na igreja.

  • Fernando

    Puxa, que decepção saber do estado atual da Companhia de Jesus… E pensar que os primeiros jesuítas conseguiram acabar com todo o antropofagismo das terras brasileiras em uma única geração.

  • Natália Oliveira

    Adorei o texto!
    Vocês são incríveis. +1

  • Joao Henrique

    José de Anchieta só não virou santo ainda (devidamente canonizado) porque ninguém atribiu milagre pra ele!

    Vamos fazer uma campanha pro povo na hora de pedir milagre, lembrar dele porque tem muito santo aí já garantido! 😀

    Brincadeiras à parte, muito legal o post e a lembrança. Sou daqui do Espírito Santo e a história de José de Anchieta orgulhosamente faz parte da nossa história também!

    Abs!

  • Um jesuíta atual que é excelente pregador é o espanhol Pe. Jorge Loring… procurem vídeos dele no youtube, são ótimos!

  • Marisa

    Beato José de Anchieta, interceda pela Igreja e pelo povo do Brasil!

  • Não tem como cadastrar o email para receber uma notificação cada vez que for publicado um artigo? Ajudaria muito.
    Queria conhecer melhor os autores, e também pensei em colocar um link no meu blog ( http://sumateologica.wordpress.com/ ). O blog não traz muitas informações sobre vocês ou sobre sua proposta. Se puderem (e quiserem) me responder por email, agradeço.
    Abraço.

  • Karina

    “O termo “índia piriguete” é uma tremenda ofensa e um comentário pessoal dotado de extremo preconceito.”

    Daqui a uns milhares de anos, quando O Catequista do futuro escrever sobre as meninas piriguetes que dão em cima dos seminaristas de hoje, será que algum de nós vai reclamar de “preconceito”?

    Ora, elas se ofereciam, sim, e hoje o nome que damos a isso se chama “piriguete”. Problem? Pior é se havia aquelas que eram forçadas a se oferecer.

  • Karina

    A praia de Ipirog deve ser onde hoje chamam de … ANCHIETA!

    Eu nunca fiz os Passos de Anchieta, que sai de Vitória e vai até o município fundado pelo Beato, mas peço muito que as pessoas que participam não se encantem apenas pelas belezas naturais, mas também pelas sobrenaturais.

  • Ana Cláudia Marques

    Conheço o episódio em que Anchieta permaneceu como refém entre os índios durante a questão em Yperoig. E de fato houve o oferecimento das mulheres por parte dos chefes. É óbvio que Anchieta agiu certo em se preservar sem ofender ninguém, porém devemos lembrar de uma coisa: para os índios, aquilo era a coisa mais natural do mundo. Imaginem a cabeça deles, sem atinar com o motivo dum homem não querer nada com nenhuma delas, não sabendo que um sacerdote não possui os mesmos hábitos (Fosse o papa Alexandre VI o refém, a história seria bem outra…). Logo, em minha opinião, não significa que as índias em questão fossem umas “periguetes”. Na “Iracema” de José de Alencar, além de guerreiros da tribo para preservar a segurança do “guerreiro branco” Martim, foram-lhe oferecidas “mulheres para servi-lo”. Uma forma de “prostituição hospitaleira”, sabem? Os esquimós também faziam algo parecido: chegavam até a emprestar a própria esposa ao hóspede – Imagino a cara do cidadão quando a madame era o maior bagulho…

  • Oi, Ana!
    Sim, estou a par desses aspectos culturais. Entretanto, como eu já respondi ao Ruan num dos primeiros comentários desse post, temos uma linguagem de humor.

  • Christiane

    Quem diria, né? E nosso atual Sumo Pontífice… Um jesuíta dos bons! As preces foram ouvidas! 🙂

  • Bruna Bezerra

    Excelente!!

    Gosto do blog justamente por ser politicamente incorreto. Hoje em dia tudo ofende, tudo é errado. Fala sério!! Continuem assim, dou muitas risadas e ainda aprendo mais sobre a Igreja. Salve Maria! 🙂

  • Henrique Rossi

    Iperoig não é no Espírito Santo. Até onde sei, fica em Ubatuba, litoral de São Paulo. Hoje, chama-se praia do Cruzeiro, fica no centro da cidade. Há, inclusive, uma grande estátua do Beato com sua vareta, relembrando a redação do poema.

  • Juliano A.R.P

    Gostaria que todos entrassem nesta página cujo link passarei para saberem o que está acontecendo gente!! Todos precisam saber, eu só vi o Harun apoiar a causa. Os Senadores do PT estão tentando enfiar goela abaixo a ditadura gay em nossas vidas se não nos manifestarmos todos nós teremos que aceitar que ensinem nas nossas escolas a ideologia de Gênero sem os traços da família tradicional e ainda teremos de ficar calados:

    http://padrepauloricardo.org/blog/a-ameaca-de-genero

  • Cibeli Salles

    Povo católico, tem um site que está promovendo a petição contra a PLC 122, é só acessar assinar e um e-mail é enviado para o senado em seu nome. Até agora já foram mais de 9 mil, entrem lá.

    http://www.citizengo.org/pt-pt/signit/813/view

  • Olá irmãos! Ótimo site!
    Gostaria de informar a todos que desejam conhecer mais sobre a juventude do Beato Anchieta que a Comunidade Católica Shalom de São Paulo está apresentando um musical sobre sua vida! Está fantástico! Super Jovem! http://www.comshalom.org/anchieta-para-todas-as-tribos/
    e https://www.facebook.com/MusicalJoseDeAnchietaJmj2013?fref=ts
    Shalom!

  • Fátima Souza

    Ótimo texto, mt bom conhecer mais sobre este Beato. Parabéns, Deus abençoe

  • Juliano Fleith

    Prezados, sobre o nosso futuro santo, gostaria de saber o seguinte: Os detratores batem forte na história de que ele colaborou com o enforcamento de um protestante, como foi exatamente esse história?

  • Lucas Manzine

    GOSTARIA DE PEDIR PARA QUE SE FAÇA UMA BIOGRAFIA DE TODOS OS SANTOS E MARTIRES QUE SE ENVOLVERAM E SE FIZERAM PARA O DESCOBRIMENTO DESTE PAIS QUE INSISTE EM NEGAR SUA ORIGEM!!!

  • Ninton César

    Querido catequista!
    Pode me responder porque devemos aceitar como santa uma pessoa que faz uma promessa à uma imagem (não importa qual seja, pois imagem é imagem e apenas isto) se no livro de Baruc, que nós católicos consideremos inspirados (os protestantes não) diz que:
    Baruc (6, 1-7)
    1. É por causa dos pecados que cometestes contra Deus que ides deportados para Babilônia como prisioneiros, por Nabucodonosor, rei dos babilônios.

    2. Quando chegardes a Babilônia, será para ficardes lá por muito tempo, durante longos anos, até sete gerações. Depois disso, porém, farei com que volteis em paz.

    3. Ireis ver em Babilônia deuses de prata, ouro e madeira, deuses que são carregados aos ombros e que, não obstante, inspiram temor aos pagãos.

    4. Quanto a vós, preveni-vos! Não imiteis esses estrangeiros, deixando que também o temor desses deuses se aposse de vós.

    5. Quando virdes a multidão comprimir-se em torno deles para adorá-los, dizei no silêncio de vossos corações: É somente a vós, Senhor, que devemos adorar.

    6. Porque meu anjo estará ao vosso lado, e poderia vingar-se na vossa vida.

    7. A língua desses deuses é polida por um artista. Mas, apesar de dourados e prateados, são falsos e incapazes de falar.

    • Nilton,

      Já explicamos essa questão das imagens nesse post:
      “Ei, católicos, vocês adoram imagens!” “Ah tá. Fale com a minha mão.”
      http://ocatequista.com.br/archives/251

      Acusar os católicos e José de Anchieta de idolatria seria o mesmo que dizer que o próprio Deus promoveu a idolatria, ao dar a serpente de bronze para ser sinal de Sua presença no deserto. Mais tarde, o povo perdeu a noção do sentido daquela imagem da serpente, devido às influências pagãs que sofreram no Egito, e por isso foi destruída. Mas o problema não era a imagem em si, que foi feita por ordem de Deus, e sim a ignorância do povo, que tinha uma relação idolátrica com as imagens.

    • Sidnei

      Nilton, querido, vai entende uma coisa, uma é fazer promessa para uma imagem (entendimento seu), outra é fazer promessa a pessoa cuja imagem representa (entendimento católico), então antes de vir aqui, como os protestantes fazem de costume, gusoir o que não sabe, vai entender melhor o que nossa fé ensina e não o que pastô de vocês falam a respeito de nossa fé, OK.

      • Sidnei

        Lendo melhor a mensagem do Nilton, vi que ele é católico, desculpe então por esta mensagem que eu escrevi, porque não lendo direito, pensei que se tratasse de um protestante e eu já estou até as tampas com os protestante que entende tudo errado sobre nossa fé, mas o cerne da mensagem que postei para o Nilton ainda esta de pé que é: “uma é fazer promessa para uma imagem (entendimento seu), outra é fazer promessa a pessoa cuja imagem representa (entendimento católico)”.

        • Jotacê

          Sidnei, não se desculpe, pois você não entendeu errado. O Nilton, ao que parece, ou está terrivelmente confuso, ou em processo de apostasia – seja como for, está debandando para o protestantismo. Confira aqui: http://ocatequista.com.br/archives/251/comment-page-1#comment-130008

          • Nilton

            Não estou me afastando da Igreja Jotace! Queria me referir apenas ao mal uso das imagens, que pode causas confusão há um visitante em nossa Igreja e que não conheça nossos costumes!

          • Jotacê

            Não está? Pois parece! E aos visitantes, se explicam os costumes, meu caro! Se o sujeito não entender por preguiça ou má intenção, então que Deus – e Nossa Senhora, e os Santos e os Anjos! – iluminem (e perdoem) essa pessoa para que o entendimento venha!
            Agora só faltava a Igreja modificar seus costumes para “não espantar as visitas”! Tenha a santa paciência!

        • Nilton

          Sim Sdney, sou da Renovação Carismática.

    • Christiane

      O que a grande maioria não consegue entender, amado Ninton, é que na passagem que você colocou se considera a imagem como sendo o próprio deus, e os povos adoravam a imagem em si, coisa que nem de longe acontece com o povo católico.

      Quando nós católicos nos colocamos diante de uma imagem de santo, ou de Maria, ou do próprio Jesus, não nos dirigimos àquela imagem, mas ao que ela representa. nós as veneramos, ou seja, demonstramos o nosso respeito amor e desejo de seguir o exemplo das pessoas retratadas ali e, ao orarmos, pedimos a intercessão dos santos no céu, não à imagem em si. A Igreja não se contradiz, amado!

      Olha só que coisa, neste momento estou lendo o Diário de Santa Faustina, onde o próprio Cristo mandou que se pintasse a imagem da Divina Misericórdia e falou:
      “Por meio desta imagem concederei muitas graças às almas. Que toda alma tenha, por isso, acesso a ela” (D.570)

      Veja bem: POR MEIO DESTA IMAGEM CONCEDEREI, não ‘esta imagem concederá’. Deu pra notar a enorme diferença? É o mesmo que aconteceu à serpente de bronze retratada nas Escrituras, mencionada pela Vivi no comentário acima.

      E aí, o que me dizes?

      • Nilton

        Então Christiane, que bênção né? Jesus fazendo milagre através de uma imagem! tipo aquela passagem do antigo testamento que jogaram um cadáver no túmulo de Eliseu e quando o cadáver tocou os ossos dele, o cadáver ressuscitou né?

        • Jotacê

          Diz que não é protesta…
          …mas se utiliza da ironia típica deles (sem contar o linguajar: essa maniazinha de colocar a palavra “benção” em cada frase, mesmo que o termo não se aplique).
          Você não engana ninguém, cara!

          • Ninton César

            Caro irmão Jotacê,
            Não sou protestante amado, se o fosse não teria porque negar! Como disse, sou Católico do movimento da Renovação Carismática Católica. Sou batizado nas águas, crismado, casado, batizado no fogo do espírito santo, casado na Igreja e filhos também batizados e crismados. Espero em oração que eles também se batizem no fogo do espírito santo.
            Os termos: benção, irmão, amado, glória a Deus, aleluia entre outros, também é comum no meio dos Carismáticos. Pois quando o espírito santo se manifesta em nós damos glória e louvamos com fervor ao nosso Salvador e Aquele que o enviou. É a unção de Deus através do espírito santo, e Ele faz coisas maravilhosas na igreja e em seus verdadeiros adoradores. Aqueles que não têm vergonha de declará-lo publicamente. Diz a palavra que a estes, Jesus os confirmará diante de Deus.
            Se me pergunta se sou evangélico, digo que sou: evangélico é todo aquele que vive pelo evangelho; Se me pergunta se sou crente, digo que sou: pois crente, e todo aquele que crê em Deus; Se me pergunta a minha religião, digo: Católica Apostólica Romana.
            Agora, se me pergunta de qual santo(a) sou devoto, digo: De Jesus Cristo, pois ele é o meu alvo, pois é Cristo que nos salva, é cristo que nos resgata é para ele toda a honra e glória. Agora, não ser devoto de santo(a), não me desqualifica como Católico, assim como, quem se declara devoto de algum santo(a), necessariamente é um católico. Uma pessoa do candomblé, por exemplo, é se declara devoto de algum santo Católico ou filho de santo. Não é o nosso caso, graças a Deus.
            “Tudo por Maria, nada sem Jesus!”, é lindo, saldemos nossa Mãe! Bem aventurada entre todas as gerações. Mais veja como é igualmente lindo: São João (1:3) “Tudo foi feito por ele, e sem ele nada foi feito”. Cristo é o verbo encarnado de Deus, que se fez carne no ventre da Virgem Maria. Nossa Mãe. Diz a bíblia que pelo sangue de Cristo, nos tornamos sacerdotes de Deus e fomos remidos de nossos pecados. Então, é sangue da Virgem também! Mais a nossa promessa é Cristo. Nossa religião é Cristianismo Puro!
            Devoto de santo(a), Nossa Senhora, Jesus Cristo ou todos, somos todos Católicos. Quando a Christiane, relatou que leu no Diário de Santa Faustina “Por meio desta imagem concederei muitas graças às almas. Que toda alma tenha, por isso, acesso a ela” (D.570).
            Apesar de que não conheço este diário, acredito que por meio da Santa Tradição Católica recebida dos Apóstolos, que está “benção” é possível, pois tudo é possível ao que crê desde que esteja tudo sob e sujeita a vontade de Deus. Jesus usou até lodo feito com sua saliva para curar um cego.
            Tanto acredito e não quis ironizar que citei o último milagre do Santo Profeta de Deus Eliseu. Pois, os ossos do Profeta ao ser tocado por um cadáver jogado em sua cova fez o morto ressuscitar e levantar sobre seus pés, que “benção” né? Esta em 2Rs 13:21.
            Veja que tem tudo haver, Jesus fazer um milagre através de uma imagem (pela Tradição e Magistério dos Sacerdotes)! Deus ressuscitar através dos ossos de seu profeta já falecido!(Bíblia) Isto é uma “benção” possível, pois este Profeta pediu uma unção dobrada do espírito santo de Deus para ele, e Deus o honrou. Veja que para um irmão protestante não é muito fácil interpretar esta passagem, entre outras.
            A Paz de Cristo.

          • Jotacê

            “Uma pessoa do candomblé, por exemplo, é se declara devoto de algum santo Católico ou filho de santo. Não é o nosso caso, graças a Deus.”
            Meu Deus, você está comparando os Santos Católicos com os “santos” do candomblé? Você por acaso sabe a diferença entre um e outro? E sabe o que são “filhos de santo”, e como esse termo de forma alguma pode ser equiparado com NADA da Doutrina Católica?
            Um pouco de estudo comparativo entre as religiões não faz mal a ninguém, sabia? Ao contrário, nos torna mais Católicos ainda, pois aí percebemos a diferença ABISSAL entre a nossa Fé e a “fé” alheia.
            ***
            “‘Tudo por Maria, nada sem Jesus!’, é lindo, saldemos nossa Mãe!”
            Nossa Senhora não é fatura de cartão de crédito para ser “saldada”, meu caro…
            ***
            “Mais (sic) veja como é igualmente lindo: São João (1:3) ‘Tudo foi feito por ele, e sem ele nada foi feito’.”
            De novo, separando os capítulos dos versículos com “dois pontos” ao invés de “vírgula”… Meu caro, você está MUITO entranhado no protestantismo.
            Recomendo que procure um bom padre tradicionalista para conversar, e/ou ouça alguma aulas do Padre Paulo Ricardo sobre protestantismo, para saber se situar e se emendar.
            A Paz de Cristo para você também.

  • Fernanda Silva Rieger

    Legal gostei!

  • Júnior

    Nilton,

    Você acredita que a rocha é Pedro? Então saiba que Pedro (inspirado pelo Espírito Santo) aprova o uso de imagens no culto divino.

  • Johnny Rottava

    Tenho uma dúvida/sugestão de post pra vocês. Qual o email de vocês para que eu possa enviá-la?

  • Vitor Fernando

    https://www.youtube.com/watch?v=whRzEWuD5V8#t=125

    O que vocês acham que o Papa quis dizer nesse vídeo? Seria interessante um post sobre o assunto!

  • Edymara

    Ainda se fazem jesuítas assim: temos o nosso papito! *-*

  • Christiane

    Ai, Ninton… complicado, viu? 🙁

  • Christiane

    Batizado nas águas? termo mais protestante que esse eu não conheço!

    E eu também sou da Renovação Carismática Católica e te digo que se seu grupo de oração prega essas coisas, isso é uma VER-GO-NHA e é por isso que a RCC é tão malvista e apelidada de neoprotestante dentro da Igreja! A RCC JAMAIS pregaria esse tipo de coisa a respeito de Maria, dos Santos e principalmente da Bíblia e da Tradição! Qual seu grupo de oração? de que paróquia e diocese? Quem é o coordenador?

  • Antônio

    Pessoal me tira uma dúvida,
    Sto Inácio tinha alguma ligação com o humanismo ou com cabalistas? A imagem apresentada dele mostra o mesmo fazendo um gesto com a mão simbolizando um M que era usado por membros de sociedades secretas. Também ele foi acusado de se um alumbrado. Gostaria que levassem em consideração essas informações. Obrigado.

    • Oi, Antônio. Certamente que Santo Inácio não tinha ligação com essas coisas, do contrário, não seria santo. De qualquer forma, não sei de que imagem vc está falando, pois este post não possui imagem nenhuma de Santo Inácio.

      Quanto à acusação e ser um alumbrado, também outros santos, por grande zelo da Igreja na época, foram alvo de investigação da Inquisição, como Santa Teresa d’Ávila. Era um tempo em que o Iluminismo e o protestantismo faziam grande mal a fé cristã, e então o clima era meio de desconfiança geral para com qualquer um que fosse meio “diferente”. Santo Inácio foi detido, devidamente investigado e depois liberado, pois não havia fundamentação para tais acusações.

  • Antonio

    Obrigado por responder minha questão. Sei que Sto Inácio foi um grande homem de Deus como poucos nesse mundo. A questão é que estou trabalhando em um livro e algumas perguntas continuam sem respostas. O gesto de mão a qual me refiro é muito comum em personalidades dos séculos XV e XVI e posteriormente foi adotada por membros da maçonaria. Grandes figuras como Marsilio Ficino, Picco dela Mirandola, Lorenzo de Médici Robert Fludd e Lutero são constantemente retratados com a mão sobre o peito fazendo um M. Sei que muitos parecem ter ligações com ordens militares de cavalaria, como é o caso de Inácio de Loyola e a Companhia de Jesus é uma ordem em estilo militar. Também Francisco de Salles é retratado com esse gesto. Porém, a maioria são relacionados com cabalistas e humanistas, como Fludd, Lutero, Marsilio Ficino, Picco dela Mirandola, a Rainha Elizabeth II, Willian Cecil e diversos protestantes como John Wesley e Joseph Smith. Os primeiros grão-mestres da Loja da Inglaterra como Anthony Sayer, Charles Lennox e integrantes da família Montagu, assim como rosacruzes como Boyle, Isaac Newton, Francis Drake e outros. A relação entre místicos e Templários é citada pela primeira vez no Confessio Fraternatis em 1617, porém de forma alegórica, somente no séc. XVIII o Capitão Ramsay atribui a origem da Maçonaria com os Templários com fins políticos. Lutero é tido como o primeiro rosacruz, o que não acho correto. Acho que os rosacruzes eram luteranos cabalistas luciferianos como Lutero, porém a ordem foi de fato criada no séc. XVII. Seja como for, existe um quadro curioso de El Grecco chamado O Juramento de um Cavaleiro, onde o personagem, alguns dizem ser Cervantes, faz esse gesto claramente. Outra hipótese possível, seria de que o gesto era feito por marranos, talvez isso explique o famoso quadro de Colombo fazendo esse gesto, e vários estudos apontam Colombo como judeu. Também Sto Inácio já foi supostamente de origem judaica, o que não é confiável. João Bernardino Gonzaga fala em bons e maus místicos, talvez esse gesto fosse usado por ambos como sinal dos místicos em geral, sendo Sto Inácio um bom místico. Creio que esse sinal seja um reconhecimento de militares, pois todos os integrantes dos Habsburgos, inclusive mulheres, assim como os Médici são retratados com a mão em forma de M. Já os cabalistas e humanistas, poderiam estar fazendo uma recordação dos Templários em forma de metáfora de rebelião contra a Igreja, já que vários membros não eram militares, como Lutero, mas possuía o desejo de por fim a Igreja. Somente cem anos depois, quando os manifestos vieram à tona, eles se intitularam descendentes dos templários, não da ordem fisicamente, que continuava fiel ao Papa, como as ordens de Cristo, Monteza e etc. Maçons ainda utilizam esse gesto, porém os mais usados são a mão oculta, como o quadro de Napoleão, e a mão espalmada, como os Bush, Bin Laden, Obama e outros. Confira as imagens no link: http://www.pseudoreality.org/westside.html peço muito a ajuda de vocês, pois não quero que meu livro sirva de base para mais uma teoria da conspiração envolvendo a Companhia de Jesus e seus membros. Obrigado.

    • Sidnei

      Antonio, estive vendo as imagens que você linkou, o qual todos tinham as mão em forma de M, porém me venho algo na cabeça, será mesmo que este M significa Maçonaria, ou outra coisa o qual todos eles tinham em comum, o qual não precisaria ser algo ligado a maçonaria, mas a aluma outra coisa que passou e passa despercebido na cabeça de muita gente que é a devoção a Maria e por isto as disposições das mãos em forma de M, que indicaria o M de Maria. Mas você poderia indagar que como Lutero poderia ter devoção a Maria se ele foi o pai da reforma protestante?, mas o que muitos se esquecem é que mesmo após Lutero ter feito a reforma protestante ele ainda continuou sendo devoto de Maria assim como outros reformadores protestante, portanto, não estranharia em nada se este M que aparece na pintura de Lutero como do restante deste pessoa indicaria a devoção mariana de todos.

      Outro possibilidade também seria da fé na SANTÍSSIMA TRINDADE, mas você poderia perguntar, como se as justaposições dos dedos que formam a letra M são 4 e não três?, a resposta seria que os dedos que indicariam a JESUS CRISTO, seriam para indicar dua humanidade e sua divindade, e por isto então é que nas justa posições dos dedos apareceriam 4 dedos e não 3 que seria o correto para indicar as três pessoas da SANTÍSSIMA TRINDADE. Mas estas são hipóteses minhas, o qual deveriam ser estudados mais a fundo, mas que não creio que esta turma toda que estão nestas pinturas eram maçonicas e que as posições das mãos tal como aparecem nas pinturas indicavam isto, eu não creio, há outras explicações mais plausíveis do que chegar a conclusão de que tais posições das mãos era a indicação inequívoca de que todo este pessoal eram pertencentes a maçonaria.

  • Antônio

    Sidnei

    Achei muito interessante suas hipóteses, não havia pensado nisso. O gesto não pode fazer referência a maçonaria, pois essa ainda não existia nesse tempo. Mas acredito que havia sim relação com as cruzadas pois parece que esse gesto faz alusão às mesmas. De certa forma, todos esses personagens estavam envolvidos em uma forma de conversão. Essa relação com a santíssima Trindade vale a pena investigar. Obrigado.

    • Iara Borges

      Acontece também, Antonio, que esse pessoal da Maçonaria tece tantas teorias delirantes para explicar a “lógica” maçônica que não é nada improvável que tenham se apoderado de um sinal que num determinado tempo tenha tido um sentido particular e o transformado em sinal próprio, com significado produzido, apenas para “provar” suas teses… Até Moisés eles colocam no meio do bolo de suas sandices, como se pode ver no comentário do tal “Leilton” neste post:

      http://www.deldebbio.com.br/2011/07/29/arte-maconaria/

      Esse povo literalmente viaja na maionese e, como bem diz a sabedoria cristã, o diabo, criador desse embuste chamado Maçonaria, é um invejoso por definição… Tudo que faz é tentar imitar a Deus e assim buscar ser adorado em seu lugar, mas, não podendo nada criar por si mesmo, está sempre tentando tecer cópias mal feitas das obras e verdades divinas, sobretudo no afã de enganar os ignorantes na fé e levá-los a comprar gato por lebre…

      É por isso que, apesar de delirantemente falsas, as crenças esotéricas e sociedades secretas se enfeitam magnificamente a ponto de parecerem a mais bela sabedoria universal, atraindo até os racionalistas mais fervorosos, gerações a fio…

      O diabo é o maior criador de ouro de tolo que se possa imaginar… A mente humana jamais será capaz de compreender, enquanto neste mundo, até onde vai a criatividade da mente maligna…

  • Carla Regina

    Olá, ótimo post, cheio de ricas informações, vocês estão de parabéns. Vocês poderiam fazer um post sobre Madre Clélia Merloni, a Madre fundadora da congregação das Irmãs Apóstolas do Sagrado Coração de Jesus! Salve Maria! Fiquem com Deus!

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