Quiseram abortar o Chaves. Gentalha, gentalha!

Lá vem o Chaves, Chaves, Chaves! Lá vem ele para me arrancar o quinquagésimo sexto sorriso. E, desta vez, não foi tomando cascudos do Seu Madruga, falando suas doces asneiras ou arrumando barraco com a Chiquinha. Com grata surpresa, deparei-me dia desses com um vídeo em que Roberto Gómez Bolaños se declara contra o aborto e apoia uma campanha pró-vida.

O mais interessante é que ele revela que sua mãe foi aconselhada por um médico a abortá-lo, para que pudesse preservar a própria “saúde”. Já pensou que desgraça seria? Além do terrível assassinato de mais uma criança no ventre, o mundo ficaria sem o inesquecível e inigualável Chespirito! Pipipipipi…

“Quando eu estava no ventre da minha mãe, ela sofreu um acidente que a deixou à beira da morte. O médico lhe disse: ‘Terás que abortar!’; e ela respondeu: ‘Abortar, eu?! Jamais!’. Ou seja, defendeu a vida, a minha vida. E graças a ela estou aqui.”

Roberto Gómez Bolaños

*****

Achei esse vídeo lindo no blog O Possível e o Extraordinário. Passa lá e saiba como concorrer a um tercinho do nascituro.

9 comments to Quiseram abortar o Chaves. Gentalha, gentalha!

  • Toda criança tem o direito de ter seu bem maior (a vida) preservada. O aborto nunca, nunca é questao de saude publica ou direito de ngm. Ele é o ato mais triste e mais egoista q existe. #BrasilSemAborto

  • Catequistas,

    vi ontem um trailer do novo filme da globo, chamado billy pig, e neste filme há um personagem, interpretado pelo milton gonçalves, que é um “padre” picareta e pervertido.

    Não gostei, e creio que como eu muitos se sentiram ofendidos, sabe se tem alguma coisa que possamos fazer?

    abraços e Deus te abençoe
    Philipe Lucas

    • Plilipe,
      Acho que a única coisa útil que podemos fazer é sermos testemunhas de Cristo para o mundo com as nossas vidas, e ser também missionários da Boa Nova.
      Só assim esse tipo de coisa poderá ter menos influência sobre a visão que as pessoas têm sobre a Igreja.

      Protestar só vai chamar ainda mais a atenção e dar publicidade gratuita a um filme que, provavelmente, nem alcançará tanta respercussão.

      Abraços, e que Deus te abençoe tb!

  • Tato Diego

    Essa questão de aborto é um dos temas mais falados durante esse ano depois que a nossa querida presidente nomeou a ministra Eleonora Menicucci que por sinal é uma das defensoras do aborto no Brasil.
    Saber que uma pessoa como o Roberto Gómez vulto Chaves que é “pública” e contra esse tipo de atrocidade com a vida me fez refletir muito sobre o que eu católico tenho feito para bater de frente com esses “lobos vestido de cordeiro”.

    Vejo que tenho que parar de ser omisso a tudo isso e começar a me pronunciar.

    =\

    A paz contigo!

  • Jessica Nunes

    O problema e que as pessoas estão acostumadas com o “tanto faz”. E quanto às personalidades públicas, têm medo de expor suas opiniões diante um assunto tão polêmico
    Galera, vamos deixar de ser passionais, esse não é um assunto para se calar!

    Att,
    Jéssica Nunes

  • roberto rb

    Não contavam com a astúcia dele??!!

  • Oi pessoal do catequista, vendo este post do chaves gostaria de compartilhar um livro dos escritores italianos Renzo Allegri e Roberto Allegri ambos são respectivamente pai e filho – ambos jornalistas e escritores italianos.
    O Livro se chama: “OS MILAGRES DE FÁTIMA: A história narrada pelo sobrinho de irmã Lúcia”. Tem uma parte do livro que fala sobre a história do Papa João Paulo II, onde sua mãe foi aconselhada pelos médicos a abortá-lo, para que pudesse preservar a própria “saúde”. E sua mãe se negou para que ele pudesse nascer. Quero assim compartilhar um pouco da história que se encontra nesse livro:

    ESCOLHIDO PARA UMA MISSÃO(paginas 309 à 311)

    “…Se analisarmos toda a sua vida, teremos a intuição de que ele fora escolhido, desde o início, para uma missão extraordinária. O seu próprio nascimento ocorreu em circunstâncias especiais. A mãe, Emilia Kaczorowska, tinha uma saúde muito frágil. Em 1906, aos 23 anos, fora mãe de um menino, Edmundo. A gravidez, porém, fora difícil, e os médicos tinham-na proibido de ter mais filhos. No outono de 1919, quando já contava com 35 anos, apercebeu-se que estava grávida. Os médicos aconselharam-na a abortar. Não lhes deu ouvidos. Nasceu Karol, um rapazinho saudável e robusto, mas a mãe sofreu as graves consequências previstas pelos médicos. Viveu ainda nove anos, no meio de grandes sofrimentos e dificuldades.
    Aos 10 anos, Karol fora à casa de um amigo da sua idade, para brincar com ele. Este quis mostrar-lhe a espingarda do pai. Pegou na arma e, julgando que estava descarregada, apontou-a a Karol, premindo o gatilho. Uma detonação rasgou o ar. Acorreram os pais do rapaz. Karol, pálido e amedrontado, tinha-se encostado à parede da sala. Atrás dele, o reboco da parede fora desfeito pelos chumbos de espingarda, mas nem um sequer tocara no rosto da criança.
    Em 1944, Karol Wojtyla tinha 24 anos. A Polônia fora invadida pelos nazistas. Ele trabalhava como operário numa fábrica. Na tarde do dia 29 de fevereiro, quando regressava para casa após dois turnos de trabalho consecutivo, foi atropelado por um caminhão militar que o atirou numa vala. O caminhão não parou. O acidente foi visto por uma senhora, que acorreu ao local. O jovem, que tinha uma grande ferida na cabeça, não dava sinais de vida, mas a senhora quis, mesmo assim, informar um oficial nazista, que teve compaixão e mandou levar o ferido para o hospital. Wojtyla ficou dois dias em coma e foi salvo por milagre. Daquela senhora nunca mais ninguém teve notícias.
    Passados seis meses, em Cracóvia, na sequência de uma sublevação popular, as tropas nazistas fizeram uma busca por toda cidade. Foram detidos oito mil jovens e depois enviados para os campos de concentração. Wojtyla estava no seu apartamento. Ouvia os gritos dos presos, bem como os gritos e os tiros dos nazistas. Os soldados rebuscaram todos os apartamentos do prédio em que ele vivia. Ouviu-os deterem-se no apartamento do lado, no do andar de baixo, no do andar de cima, mas não entraram no seu: mais uma vez fora salvo por milagre.
    Em 1946, antes de ser ordenado padre, pediu para entrar para os Carmelitas. Se tivesse seguido essa via, é muito provável que nunca tivesse chegado a ser Papa. O arcebispo de Cracóvia, porém, opôs-se. Quis que Wojtyla se fizesse padre diocesano. Dois anos após a ordenação, Karol fez novo pedido para entrar para os Carmelitas e recebeu nova recusa. Ao superior da ordem religiosa, que apoiava o pedido, o arcebispo respondeu: “Karol Wojtyla é muito necessário para a diocese de Cracóvia e, no futuro, será necessário a toda Igreja”.
    O Papa Wojtyla amadureceu a sua vocação no sofrimento e na solidão. Aos 9 anos de idade perdeu a mãe. Aos 12, o irmão mais velho. Aos 21, o pai. Ficou só no mundo. Abandonou-se completamente a Nossa Senhora. Foi então que escolheu como divisa: Totus tuus, a consagração total a Maria.
    Na Polônia, foi o homem que enfrentou com coragem temerária o comunismo. Afastou milhares de jovens da influência do regime ateu. Sustentou a igreja em silêncio. Tornando-se Papa, intensificou a luta, transformando-se em um dos maiores artífices da queda do marxismo no mundo.”

    BIBLIOGRAFIA:
    ALLEGRI, Renzo; ALLEGRI, Roberto. Os milagres de Fátima: a história narrada pelo sobrinho da Irmã Lúcia. Tradução Maria do Rosário Pernas. São Paulo: Paulinas, 2010. 309p. ISBN 978-85-356-2364-2

  • Rodrigo

    O vídeo está como privado. Não consigo assistir nem compartilhar.

Leave a Reply

You can use these HTML tags

<a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>