Castidade: Yes, we can!

Yes, Povo Católicooooooo! We can!!!!

Imagine que você acabou de ganhar uma FERRARI novinha em folha.  Agora, responda rápido: você entraria com ela em uma estrada de terra cheia de atoleiros? Você entregaria ela para um estranho dirigir e se divertir um pouco? Você deixaria as pessoas sentarem-se no capô e mexer no que quisessem?  Utilizaria nela produtos de má qualidade que sabidamente danificariam a pintura ou o motor?

Ferrari Fail

Se você respondeu NÃO para todas as perguntas, você é uma pessoa que sabe dar valor aos seus bens.

Muito bem.  Agora, pense e responda: você se submete a situações indignas? Deixa um estranho se aproveitar de você e se divertir um pouco, só pra poder beijar na boca? Você permite que as pessoas façam o que quiserem com você, contanto que seja “por amor”? Você abusa de álcool ou de qualquer outra coisa prejudicial, só pra ficar mais soltinho(a) na balada, mesmo sabendo que isso pode te induzir ao erro?

Bem, se você respondeu NÃO a todas as perguntas, você sabe dar valor a si mesmo e aos seus relacionamentos.  Mas… é possível que você tenha parado um pouco pra pensar e, talvez, dito: “ah… nada a ver.  Essas coisas não são nada demais”.

Pegador de Traveco

É engraçado.  Emprestar um carro caro como uma Ferrari a um desconhecido nos parece algo completamente absurdo e fora de questão.  Mas… dar um amasso e beijar na boca de alguém que você nunca viu antes na vida – e que às vezes nem sequer tem interesse em saber seu nome – não parece ser tão mal assim, desde que você possa se aproveitar também.

Ao ler estes parágrafos, você pensou que talvez devamos prestar mais atenção e dar mais valor à nossa dignidade? Se a resposta for SIM, você começou a entender o que significa CASTIDADE!

Coooomoooo assiiiiimmm? Castidade não é uma regra que proíbe funfar antes do casamento? Não.  Não é uma regra seca e burra, como gostam de fazer você acreditar.  Ela vai muito além disso.  É um conselho de Pai.  Um mandamento que lhe diz para se valorizar e cuidar da sua dignidade em todos os momentos da sua vida.  Não importa se você é casado ou não!

E essa definição tem como consequência direta agir com absoluta responsabilidade consigo mesmo e com as pessoas a sua volta (relacionamentos).  E, quando falamos em proteger a nossa dignidade, o mínimo que devemos fazer é preservar o nosso corpo de quaisquer atitudes que não estejam à altura do valor infinito que temos.

pegapega2Isso obviamente inclui a pegação generalizada que acontece nas baladas… Ah! Agora você ficou bolado, né?  Agora você me pergunta: é pecado beijar? Claro que não!  Mas fazer isso no sentido de diversão descompromissada (como é feito normalmente) coloca o nosso corpo no mesmo status de um videogame.  Pode ser mais gostoso, mas tem a mesma finalidade.  Entretenimento banal e… mais nada.  É isso que você quer para si mesmo?

Entendendo isso, todo o resto pode ser visto como consequência óbvia.  Funfar só por diversão é exatamente a mesma coisa.  Mas pode ter consequências mais sérias.  Muitas dizem: “ah… mas foi por amor”. Quem ama de verdade respeita e tem muito mais pra fazer do que se divertir com o corpo do outro; pode esperar o momento em que a responsabilidade de formar uma família possa ser assumida de verdade, dentro de um relacionamento estável, consagrado a Deus e contando com as Suas graças. Desconfie do discurso do “tudo por amor”.  Em geral, isso é discurso de homem tentando ganhar logo a única coisa que lhe interessa.  E, garanto, isso não é amor de verdade!

Eu sei, povo católico, que todos temos hormônios e vontades quase incontroláveis.  Mas saiba que viver assim é possível,  mesmo não sendo fácil. Falo isso por experiência própria.  Namorei com A Catequista por seis anos desse jeito, até nos casarmos.

Sobretudo, acredite no sábio conselho de Deus.  Ele não teria se preocupado em colocar um mandamento se ele, de fato, não fosse bom e possível de ser obedecido.

Entenda que a castidade não é uma regra a seguir, mas um cuidado com a nossa própria dignidade e com a de todos os que estão a nossa volta, e que de alguma maneira se relacionam conosco.

Abra a cabeça… isso muda a sua vida.  Pra muito melhor.

Valorize-se.  Você é feito e amado por Deus a cada segundo da sua vida!

36 comments to Castidade: Yes, we can!

  • http://diversidadecatolica.blogspot.com/

    Existe um esforço para colocar como normal a prática homossexual entre os católicos. Vi este blog e me assustei muito. Por quê tanto esforço para fazer parte da Igreja se não creem nela? Se a Igreja é portadora da verdade, todos nós devíamos ouvi-la e obedecer. Mas se ela não é portadora da verdade, para que tanto esforço para fazer parte dela? A castidade é o chamado da Igreja para todos segundo o estado de vida particular. Não há como negar esse movimento político do gayzismo, infiltrado em toda parte, tão católico quanto as “católicas pelo direito de decidir”. Somente a Verdade liberta. E a verdade é que a prática homossexual não é querida por Deus. Sendo assim, obedeçamos, se é que queremos é ser católicos.
    Deus nos abençoe e nos liberte de tudo o que não seja da vontade dele. Que creiamos na Verdade e na Igreja.
    Todos nós somos chamados a uma vida de castidade, mas parece que existe uma incapacidade total para os gays de absterem-se de sexo, pelo menos é o que se pode deduzir das atitudes dos movimentos gaysistas e suas políticas e táticas.
    Penso que cabe um post a respeito.
    Meio fora de foco, mas é revoltante assistir a militância infiltrando e ficar em silêncio. PAZ E BEM!

    • Lo

      Leonardo, quando eu li seu comentário fiquei confusa em relacao à pertinência dele…depois, ao fim do comentário entendi que vc quis relacionar a castidade independentemente da “vertente sexual”.
      Eu achei que vc deu muita importancia aos gays num artigo que não tomou partido de nada, apenas expos uma conduta que deve ser opcionalmente vivida pelo cristao, independente de quem for (tem muito nao gay “cristao” bem hipocrita por aí…o que seria mais ou menos pecado?).
      Eu entendo o seu posicionamento e de certa forma até concordo, só acho que tratar com a agressividade que vc demonstrou nao vai resolver nada.
      Do fundo do coraçao, por mais bizarro que pareça, eu ainda prefiro ver coisas do tipo( à caça de uma espiritualidade) do que ver as banalidades que certos ambientes gays proporcionam à essas pessoas por conta da marginalidade com que são obrigadas a viver ou pelo medo. Bom mesmo é eles irem para as igrejas, errarem, chorarem, pedirem perdao, cair em tentaçao de novo, e bla bla bla, assim como os nós né?
      Eu nao estou dizendo que ser gay é legal e a conduta que Deus espera de nós. Nao mesmo. Só que quando vc convive e ama essas pessoas, dói….dói muito ver o sofrimento. Eu sei que pessoa tem a opçao de se libertar desse comportamento…com certeza! Só que todos nós sabemos que as libertaçoes, sejam qual forem, sao muito difíceis!!! É um tal de cai e levanta que só Deus mesmo pra ter paciencia com esses filhos viu.
      Pelo que entendi essas pessoas estão à procura. De uma forma desvirtuada? Sim. Mas elas estão à procura…o que é melhor se nao tivessem procurando entende?
      Não vai lá ficar criticando o blog, discutindo e tendo atitudes que não vao acrescentar em nada na vida eles. Só vão suscitar discórdia. Se eles realmente estiverem orando, lendo a Biblia, talvez um dia Deus dê entendimento à eles. Se vc discorda do comportamento, simplesmente nao viva como eles, pronto. E se pedirem sua opiniao, aí sim, dê!
      É assim que eu faço. Deus colocou no meu caminho amigos gays por quem eu tenho um enorme carinho.Eles disseram que até mudaram um pouco a mentalidade depois que passaram a conversar comigo. Ó que coisa boa!! Se eles incrementarem a espiritualidade deles ao invés de ficarem nas baladinhas(tipo as que foram citadas no artigo acima)…uhuuuu!!! Maravilha. Melhor que eles fiquem pertinho de mim do que perto de gente que só bota minhoca na cabeça deles e os levam bem pro fundo do poço.

      Com a convivencia eu pesquisei muuuuuito, observei, conversei e convivi(e convivo, por escolha) com pessoas gays. Depois de muito estudo e reflexao eu acredito ter discernido muita coisa.
      Já que vc tem interesse no assunto, dá uma olhadinha nesse blog que eu encontrei depois de muita pesquisa pra tentar conviver com pessoas que eu amo e ser catolica ao mesmo tempo. http://gaysdedireita.blogspot.com/ Foi onde eu encontrei o artigo que me fez conhecer O Catequista e eu gosto muito do posicionamento deles. É assim que eu tento argumentar com meus amigos.

      Por fim, nao trate os gays da forma arisca que alguns costumam tratar os cristaos. Faça a diferença! Talvez assim eles ouçam a verdadeira mensagem que queremos passar. Sao pessoas muito inseguras e sofridas
      Eu espero que vc não tome meu comentário como uma afronta, eu apenas quis compartilhar meu sentimento pq eu era muito crítica só que com o perdão do clichê…o amor me mudou e eu percebi que as cores nem sempre são as que a gente vê.
      Desculpe os catequistas…meu texto ficou enooorme hehe. Se quiserem me contratar eu to na área kkkk.

      • Soraya

        Me desculpe, mas não vi agressividade alguma no comentário do Leonardo. Ele só pretendeu compartilhar um blog que, diferentemente deste que estamos, procura desnortear os católicos em relação a reta postura. Não existe católico defensor do homossexualismo, mas também não existe católico que não acolha o homossexual que aspira a santidade e zela pela castidade.
        “Diversidade (de gênero) católica”? Só homem e mulher, e um para o outro.

      • augusto

        o chato é ver um novato confundir o impeto de confronto contra o ATIVISMO LGBT, e achar que estamos perseguindo os homossexuais. São coisas diferentes.
        Os gays na maioria só querem viver na deles, de uma forma que nós discordamos, mas ainda sim não interferimos em sua liberdade. Já o ativismo LGBT quer modificar o mundo a sua imagem e semelhança. Quer promover a aceitação do homossexualismo pelas crianças (exibindo a elas pornografia pesada), quer interferir na liberdade dos cristãos e querem prender qualquer um que se oponha a isso.
        Tente entender: Ativista LGBT é diferente de homossexual, como nazista é diferente de alemão.

      • augusto

        apesar do cara ser evangélico (e meio pancada) pesquise o site do Julio Severo, Lo. Daí vc verá que o buraco é muuuuito mais embaixo.

  • Texto primoroso! Suas palavras vieram para fortalecer ainda mais cada jovem a viver sua pureza em um mundo como o nosso. (Esse assunto é extenso e merece ser explorado mais em outros posts, eu acho) A castidade… É um bem fantástico, maravilhoso que cada um pode ter. Isso tudo me fascina, me deixa maravilhado! A pureza, a busca pela santidade… Isso tudo é difícil em um mundo como o nosso… Mas é maravilhoso para aqueles que conseguem, sob muita oração e força de vontade. Eu sou jovem, e apenas por isso sou o alvo mais procurado pelas tentações mundanas, mas a fé e a força de vontade a nós concedidas por Deus são fantásticas! Ano passado orei bastante a Deus que, se fosse vontade dEle, eu encontrasse uma pessoa boa pra mim. Após certo tempo confiante na fé e nas orações, conheci uma moça que hoje é minha namorada. Ela é uma garota fantástica e que me faz muito feliz. Eu procuro tratá-la da melhor forma possível, da forma mais cortês e respeitosa que possa existir. Ela é para mim uma verdadeira princesa e assim será. Viverei em busca sempre da minha santidade e de viver na pureza, que são valores simples, mas fantásticos, maravilhosos e gloriosos. Vivamos na fé de Nosso Senhor Jesus Cristo e sob a interceção da Puríssima Maria Mãe de Deus. Obrigado pelo post, ele foi fantástico! Que Deus continue a iluminar e falar através de vocês. Graças e bençãos a vocês, meus amigos.

  • Meu testemunho não é tão puro, sou muito pecador e não fui casto. Bom, também não fui um prostituto, mas vivia “la vida loca” com ressalvas, como uso de drogas, que sempre evitei.
    Arrependo-me, se pudesse voltar atrás faria o que o Alexandre fiz. Ter sido um “viril rinoceronte” durante boa parte da minha vida só me causou problemas, em especial dois “casamentos” desastrosos.
    Ao retornar ao seio de minha Santa Mãe, ao pedir perdão ao Nosso Salvador, pude ver o tamanho da M… que fiz. Hoje sou casto sim, mas tenho as marcas dos erros passados que sempre farão parte da minha vida. Pecados podem ser perdoados, mas antes de entrarmos na eternidade jamais podem ser esquecidos.
    Veio-me à mente o filme desses meus erros. Hoje encaro o tamanho da tolice em face da grandiosidade do sacrifício de Deus. Só peço, todas as horas, para que ele me permita ter tempo de limpar a sujeira que espalhei.

    • augusto

      “Digo-vos que assim haverá alegria no céu por um pecador que se arrepende, mais do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento.”
      Lucas 15:7

      Mantenha sempre a alegria, guerreiro de Deus!

  • Lore

    Ótimo!
    As coisas precisam ser explicadas meeeeesmo, nunca impostas. Precisam ser compreendidas para serem amadas, afinal a gente só ama o que conhece não é? Diante disso cada um que exerça sua liberdade e interiorize esses valores trazidos pelo amor.
    Paz e Bem

  • alexandre

    Eu sou uma prova “hormonizada” de q castidade não é uma ideia distante, nem muito menos utópica. Como descobri minha Vocação no auge da puberdade não tive vida amorosa alguma. Não foi um martírio… Mas tbm não acho q Padres q tenham tido relações, namoros e etc antes da Ordenação fizeram algo de errado. Mas o meu catequista de Crisma me informou (não foi direcionado pra mim, foi pra turma, mas se aplicou a mim) algo q foi crucial pra minha decisão de abraçar o Celibato, antes de experimentar o “não-celibato”(rsrs) : “Um Padre pode muito bem ter namorado, até praticado o sexo na juventude… Mas, a partir do momento em que ele sentir o chamado Vocacional, deve abdicar de tudo e viver na Castidade completa, não deve aproveitar pra se ‘esbaldar’ e deixar o Celibato só pra quando tiver que entrar no Seminário…”. O “porém” do meu caso é q eu fui chamado ao Sacerdócio antes até do primeiro beijo (e, obviamente, de todo o “resto”), me vi “desafiado” a viver o Celibato. Nunca vivi tão bem, não tem nada a ver com sexualidade reprimida, nem com homossexualismo, muito menos falta de hormônio, é um sacrifício de louvor, algo que se oferece a Jesus, baseado no exemplo perfeito da Virgem Maria, Mãe dos Castos e Celibatários. Não sei pq se espantar com meu testemunho, antigamente os Padres iam ao Seminário muito jovens (Monsenhor Jonas foi com 12 anos, Pe. Reginaldo com 11!). Inclusive Pe. Léo, que era usuário de maconha antes de ter sua Vocação aflorada, já afirmou em entrevistas que teve relações sexuais, diz que quando escuta de um Padre que ele é virgem, sente um remorso, uma espécie não de inveja, mas de arrependimento verdadeiro. Eu quero continuar minha vida sagrada nesse mundo profano até acabar não só o ensino médio, mas também a universidade. Só aí, irei ao Seminário, apesar de que se lá já estivesse, praticar a Castidade seria beeem mais fácil! Enfim, o Celibato desde o nascimento (que é o meu caso, e também foi o de muitos Padres, e – claro – o de Nossa Senhora) é a maneira mais fácil de conservá-lo por toda a vida (mas é preciso uma Vocação muito intensa, além de autocontrole e perseverança muito, muito fortes mesmos). Não tem essa de “primeiro testa o ‘negócio’, se não gostar, aí que vira Padre” O.o??? Mãe Dulcíssima, de onde tiram isso? Muitas pessoas, inclusive Católicas, inclusive praticantes, tem uma visão preconceituosa da Castidade e do Celibato, que feio, pessoal!! =/

    • Letícia

      Parabéns. Concordo muito com isso. Quem quer viver a castidade deve (se puder) tentar abraçá-la antes de conhecer(experimentar) qualquer coisa. Fico muito triste por ter namorado desde novinha, eu não era convertida realmente e por isso acabei cedendo às vontades do corpo. Já namorava o meu namorado há um ano quando nós nos convertemos. Nós decidimos então que íamos viver a castidade. Ai percebemos como foi triste ter começado errado, tanto o nosso namoro como os namoros anteriores, essa “bagagem” dificulta até hoje a nossa vida. Nós não estamos “acostumados” a sermos santos. Se não tivéssemos “experimentado” seria muito mais fácil. Mas graças a Deus, depois de cerca de um ano em um namoro nada santo, nós já estamos há três anos lutando firmemente para viver a castidade e, se Ele quiser, chegaremos ao altar com os nossos corações puros novamente.
      Deus abençoe a sua vocação !
      Que o seu testemunho possa santificar muita gente !

      • Harun Salman

        Seu testemunho também é muito bacana, Letícia! Tenho certeza que o seu esforço para viver um namoro casto servirá de reparação pelo erro cometido e também como lastro para uma longa e frutuosa vida matrimonial. Vou orar por você e seu namorado. Um grande abraço!

  • Roberto Carlos

    Ir a balada já é ocasião de pecado, portanto um jovem católico não pode ir a balada. Se beijar, se tocar é um paço para o ato sexual que fora do casamento é pecado, portanto a “pegação” que você fala é totalmente contrária a doutrina católica. Você esta incentivando os jovens a levar uma vida frivola. “Entenda que a castidade não é uma regra a seguir” por que então Deus deu um Mandamento especifico ” Não pecar contra a castidade”. somos obrigado cada um no seu estado praticar a castidade.Fico impressionado com os absurdos que você escreve dizendo que é doutrina católica. Consulte o Catecismo.

    • Roberto Carlos,

      Você nos recomenda a leitura do Catecismo. Sábia recomendação! Peço, então, que você nos indique ONDE no Catecismo ou em algum outro documento da Igreja está dito que católico não pode ir a uma balada (balada = festa onde se pode dançar).

      Agora, de coração, te aconselho a ir ao oculista: talvez vc não tenha conseguido ler o post direito pq tem problemas de visão. Mas, caso você enxergue muito bem, aí o problema é mais embaixo… É sinal de que você não consegue entender um texto em sua globalidade, e tem sérias dificuldades de interpretação.

      Não precisa ser nenhum gênio pra entender que esse post defende a Castidade, mas afirma que ela não é uma simples regra religiosa ou moral externa ou estranha à nossa natureza, mas um mandamento bom para nós, bom para o nosso destino, que nos ajuda a ser mais dignos e felizes.

    • Roberto.

      É a terceira vez que você vem com essa história de que católico não pode ir pra balada. Cara. Onde foi que você aprendeu essa besteira?

      A balada daquela época eram as mega-festas de casamento que tinham música, dança e muita, muuuuuita bebida. E olha só… o primeiro milagre de Cristo foi justamente prover vinho pra galera na festa! Será que você acha que Cristo pecou? Onde está o pecado em dançar e se alegrar?

      Outra coisa: se a questão é ser “ocasião de pecado”, então me diga: onde um católico pode ir? Podemos pecar em absolutamente todos os lugares! A diferença está justamente em como se move a minha liberdade! Eu posso ir pra onde eu quiser. Pecar, sempre vai depender da minha liberdade.

      Última questão. Qualquer criança de 5 anos entende que eu estou dizendo que você não deve obedecer mandamentos como regras, mas deve aderir com a sua liberdade porque entendeu que era bom. Essa visão militar dos mandamentos só faz produzir catolicos bitolados que no final das contas só estão seguindo regras. Há 2000 anos atras esse tipo de pessoa era chamada de FARISEU.

      Agora, mostre onde estão escritas suas regras de não ir a balada.

      Sabe o que eu acho de verdade? Que você ou é crente ou ainda não percebeu que é.

      • Letícia

        Realmente esse Roberto deve ter algum problema com interpretação de texto, mas, em partes eu concordo com ele. Não acho que seja um absurdo ir a uma balada, mas não consigo ver as baladas como festas para dançar. O objetivo das pessoas que montam e frequentam baladas não é dançar e se alegrar e também não é isso que acontece.
        Por isso, não se deve comparar uma festa de casamento, que serve para comemorar uma união santa, com uma “festa” que serve para incentivar o pecado, apenas. O que se encontra nas baladas? Pessoas buscando outras pessoas para pecar, pessoas buscando instrumentos (bebidas, drogas) para acabar com um corpo que é templo de Deus… Enfim, não me lembro de nenhum ponto positivo para a vida cristã e acho que é apenas para isso que nascemos.

      • Letícia de Paulo

        Outra coisa, você não pode estar em dois lugares ao mesmo tempo, então, não acha que devemos estar na igreja no final de semana? Nos reunindo com o grupo de jovens, grupo de oração, com a comunidade na Missa? Porque vamos perder tempo com entretenimento vazio se podemos estar enchendo nosso espírito de alegria verdadeira?
        Já fui até em baladinhas católicas e lá não encontrei felicidade alguma, preenchi o tempo jogando charminho, dançando e encontrei apenas pessoas que, como em qualquer outra baladinha, queriam beijar e “curtir” com quem estivesse afim. É claro que, na época, eu achei muito legal, mas me vi feliz de verdade quando fui ao Retiro de 1º Anúncio, quando ia todo sábado ao Grupo de Oração de minha comunidade, isso é me alegrar, o resto é perda de tempo.

        Podemos pecar em qualquer lugar, é claro. Mas onde o pecado se faz mais provável: na igreja ou em uma balada?
        Na igreja encontramos pessoas que, mesmo que erroneamente, estão buscando a felicidade em Deus. Na balada encontramos pessoas que estão buscando a felicidade em outras pessoas, no sexo, nas bebidas, nas drogas, etc.
        Nem há como fazer comparação, a resposta é clara.

        • Então cara Letícia, eu, rapaz católico de caminhada não vou mentir: tenho medo de ir nas festas porque lá é muito mais visível os atos errados do mundo.

          Como eu não quero ver meus amigos vivendo um afastamento sem sentido do amor de Deus eu tenho evitado td isso, tentando tirar eles desse hedonismo idiota q tanto os machuca.

          Mas é realmente inegavel que o ato de estar ali testemunhando Jesus e a Igreja é motivo de escandalo e de barreira para eles. Sem duvida o tanto q é dificl para mim la estar, é dificl para eles me ver ali sem pecar.

          Também prefiro ficar apenas com meus amigos da Igreja. Eles sao minha verdadeira alegria. Com eles sorrio, sei q sou amado e tenho paz seja no louvor,seja nas mensagens de texto,seja onde estver. Mas tbm o pessoal da escola que nao recebeu anuco tbm precisa de Deus. Precisa suprir esse vazio q sentem. Por isso preciso tbm doar nem q seja um tantinho de dedicaçao a eles.

          Tenho ctza que nao fraquejarei. Confiarei e sei que msmo que eles caim, sejam 1000 a esquerda, 10000 a direita, eu nao serei atingido pq minha vida é do meu Senhor. Quando se teme ssa certeza, se tem paz.

      • Letícia de Paulo

        Muito bom o seu texto, se mais pessoas soubessem o quanto é importante tocar no assunto e ensinar as pessoas que isso é um conselho de Pai, o que Ele quis pra nós, com todo o amor e o cuidado que ele tem por nós.
        Eu vou enviar agoora a uma amiga que parece não ter entendido essa graça que nós como católicos deveríamos escolher.
        Muito lindo citar o seu exemplo com a sua esposa, é ótimo porque ninguém tem coragem de dizer que vive a castidade, até parece que isso é uma vergonha. Eu e meu amor estamos lutando todos os dias por isso e sentimos o quanto o nosso sentimento só se firmou depois que optamos por isso.

        Valeu.

        Muito Obrigada 🙂

    • augusto

      cara loko, véi! Ele distorceu COMPLETAMENTE o sentido do post!
      A postagem ela endossa o mandamento da Igreja, e não o contrário.
      Dissonância Cognitiva over 9000 desse cara.

  • Ó tão santa pureza da alma! Ó objetivo dos que seguem o Senhor Jesus! Ó Fruto do Espírito do Amor! Ó santa castidade, que ensina os vocacionados ao Matrimônio, a esperar e criar um laço incorrupto e perfeito na edificaçao da familia.

    Tantos sao os dons que a castidade traz ao homem! A santa pureza é a prova que Deus deseja dos seus filhos, pra que aprendam a viver o que nao passa e que é santo!

    Na Enciclica Deus caritas est, o nosso querido Papa Bento XVI ensina que o amor sexual (em grego, eros), tem uma beleza tao verdadeira que se torna fonte de tristeza e dor quando fora dum ambiente de compromisso e de amor eterno dos esposos que juntos colaboram com o Pai na procriaçao e educaçao dos filhos, imagem e semelhança do Deus da Paz.

    “A castidade é a integração positiva da sexualidade na pessoa. A sexualidade torna-se verdadeiramente humana quando é bem integrada na relação pessoa a pessoa. A castidade é uma virtude moral, um dom de Deus, uma graça, um fruto do Espírito.” Compêndio do CIC nº488

  • Luis Guilherme

    Excelente, Alexandre. É isso mesmo! Acho que a primeira pergunta a ser feita aos vocacionados é: você gosta de mulher? Se a resposta for não, ele não serve para o sacerdócio, está lá por fuga.

  • Muitos católicos pensam que a castidade e o celibato sejam mitos. Há movimentos evangélicos como o Eu Escolhi Esperar que acho muito importantes. Incentivar os jovens a serem castos, se guardando para o matrimônio. Oras, nosso corpo é morada do Espírito, somos templos sagrados, não podemos viver desregrados e querendo curtir a vida de uma forma errada. Confesso que não sou santa, mas eu escolhi esperar. Não sou poucas as tentações que me deparo, mas tento contorná-las sem me perder em caminhos errados…

  • Graça

    Muito bom o texto. Também concordo com o Luiz Guilherme:”Acho que a primeira pergunta a ser feita aos vocacionados é: você gosta de mulher? Se a resposta for não, ele não serve para o sacerdócio, está lá por fuga.”

    Agora,uma observação: “A catequista” é muito esquentada quando não gosta de algum comentário.Eu gosto do seu jeito direto, mas “pega leve”, Viviane, calma menina…

  • leonardo Moreira

    Vou utilizar esse texto em uma reunião no grupo do qual faço parte. MUITO BOM MESMO!

  • leonardo Moreira

    Lo,

    Concordo completamente com você. Também tenho amigos e amigas com tendências homossexuais. O problema todo é o gayzismo, movimento político, um boi de piranha de algo muito maior que vem por trás (sem trocadilhos).

    E que consigamos fermentar a sociedade criando um ambiente que favoreça a castidade e as virtudes em geral.

    PAZ E BEM!

  • daiane

    caraca adorei o “FUNFAR” explicou super descontraidamente o sentido da dignidade do nosso corpo vlw!!!

  • Anne

    Acredito que no Catecismo não há nada contra ir a balada e, como católicos buscando a santidade, ainda que não sejamos perfeitos (muito pelo contrário), temos que ter a virtude da prudência e da temperança. Mas vale lembrar dos ensinamentos do Santo Cura D’ars, que não era protestante, mas hoje é considerado padroeiro dos Sacerdotes: Ars era o lugar predileto dos jovens dançarinos das vizinhanças. Tudo era pretexto para um baile. Para acabar com eles, o Santo Cura d’Ars levou 25 anos de combate renhido.

    “Explicava que não basta evitar o pecado, mas deve-se fugir também das ocasiões. Por isso, abrangia no mesmo anátema o pecado e a ocasião de pecado. Atacava assim ao mesmo tempo a dança e a paixão impura por ela alimentada: “Não há um só mandamento da Lei de Deus que o baile não transgrida. […] Meu Deus, poderão ter olhos tão cegos a ponto de crerem que não há mal na dança, quando ela é a corda com que o demônio arrasta mais almas para o inferno? O demônio rodeia um baile como um muro cerca um jardim. As pessoas que entram num salão de baile deixam na porta o seu Anjo da Guarda e o demônio o substitui, de sorte que há tantos demônios quantos são os que dançam”.”
    E imagina como deveria ser os bailes em Ars no ano de 1800! Mas, como eu disse, a prudência é uma virtude, fundamentalismo não.

    Ótimo post, como todos os outros. Sou fã do blog.
    Abraços

  • Estou com minha esposa há 15 anos, sendo 3 anos de namoro e 12 de casamento.Quando casei tinha 25 anos e lembro como sofria no meu íntimo pois zelei por minha castidade sempre(muitas vezes até em namoros que desfiz pois não aceitavam isso, me chamando até de viado…quanta ignorância…bom que confiei na promessa “OS HUMILHADOS SERÃO EXALTADOS” rsrsrsrsrs) e venci Graças a Deus, a virgem Maria, a ajuda do anjo que a minha esposa é…Bem com isso quero dizer que é possível, viver e viver bem a castidade, pois sou prova viva e como o Alê falou Deus não daria cargas na qual não pudéssemos carregar.Gostaria de sugerir se ainda não o fizeram um post sobre o Método Biling’s.

  • Marcos Mendes

    https://www.youtube.com/watch?v=sOp6zAXU_yE&feature=youtube_gdata_player

    Podiam falar sobre o valor que o matrimônio tem, nesse vídeo o “pastor” solta tanta asneira em relação ao “casamento por questões sociais”, como se o matrimônio fosse apenas para agradar os olhos humanos.
    A paz de Cristo!

  • Jamila

    Oi, catequistas! Citando uma parte do texto de vocês (muito bom, por sinal):
    “Agora você me pergunta: é pecado beijar? Claro que não!”

    Isto significa dizer que não é pecado beijar, desde que se esteja namorando e com a real intensão de noivar e casar no futuro, certo? Ok, concordo. Mas, ao mesmo tempo, alguns blogs alegam que beijo na boca (de língua) é pecado. Alguns chegam a acusá-lo de pecado mortal, mesmo no namoro.
    Acredito que um casal que vive a castidade saberá lidar com o beijo como uma manifestação de carinho. Ou seja, saberão que não devem consentir com gestos e pensamentos impuros. Mas esta é a minha opinião, com base, inclusive, no Catecismo e no YouCat – nenhum condena o beijo no namoro.

    Mas, e agora? Como ter certeza se é ou não um pecado? Poderiam escrever mais posts sobre isso?

    • Marcelo

      Olha, Jamila, se é pecado ou não, nada tem a ver com estar em um namoro… o namoro não é um “marco” para nada, não se está selando nenhuma união de forma oficial aos olhos de Deus, como ocorre no casamento.

      Por via das dúvidas, evito fazê-lo… mas sair beijando um ou outro na balada ou no namoro não faz diferença alguma.

      Outra coisa, respondi-lhe em outro tópico desse mesmo site, chamado “se eu não der, vou encalhar?” Estou interessado que você leia. Abraços!

  • Fran

    Catequista, preciso de conselhos…
    O que fazer quando algum amigo começa a falar sobre coisas meio “impuras”? Algumas frases com duplo sentido, principalmente… Esses dias, quando falei que faria faculdade de Direito, ouvi um: “é, vai fazer direito né…”, e ele falou de um jeito bem irônico. Achei tão ofensivo! :/

    Será que devo simplesmente cortar contato com essas pessoas? Lembrando que não são católicos praticantes, portanto, não adianta falar com eles sobre castidade.

    Sei muito bem que sou e quero continuar sendo casta. E sou uma menina, portanto, não acredito que essas coisas me levam diretamente a pecar. Porém, querendo ou não, essas piadinhas parecem deixar nossas mentes um pouco poluídas, por isso acabei bloqueando o menino que fez aquela piadinha do Direito. Tenho medo de que as conversas sejam pecado em si mesmas. Algumas dessas pessoas são muito legais comigo, o problema realmente é a falta de pureza ao falar… Não acredito que eles ajam assim por maldade, mas porque estão tão acostumados com este mundo erotizado que nem se dão conta das bobagens que estão proferindo. E agora? O que devo fazer?

    • Gabriela A.

      Olá Fran, também sempre tenho esse tipo de dúvida…
      mas achei um testemunho muito interessante na página do face ‘O homem Católico’, que dá uma grande ajuda quanto a isso:

      “Breve testemunho:
      Em meu trabalho há um homem, hierarquicamente muito mais alto que eu, que sabe-se lá porque simpatizou comigo. Ele é um sujeito de meia idade, mulherengo que fala bastante obscenidade. Mas é um homem divertido.
      Hoje na hora do almoço ele sentou no refeitório da empresa comigo e tentou fazer graça da maneira que ele sabe – com insinuações sexuais. Notou que eu não achei tanta graça (embora eu não tenha manifestado nada, apenas não dado corda). Aí ele disse: “Sabe, os evangélicos não costumam gostar muito desses papos de sexo”, e eu concordei com a cabeça. Ao que ele seguiu: “Você é um bom evangélico?” – seguindo sua lógica.
      Respondi: “Não. Sou católico, e minha Igreja considera puritanismo heresia”. Ele riu.
      Seguiu-se um papo bacana onde expliquei pra ele o que era de fato, puritanismo. Depois lembramos dos amish (seita puritana dos Estados Unidos), e aí ele lembrou de um filme, e falamos de atores, depois a conversa foi pra os extremistas islâmicos, e terminamos falando de democracia.
      Por que esse breve testemunho?
      Num retiro do Opus Dei escutei uma vez: “O católico eleva o ambiente”. De fato, o homem que normalmente fala um monte de obscenidades teve uma conversa muito bacana comigo, simplesmente porque sou católico. E eu sequer tinha manifestado isso de forma explícita antes.
      Homens Católicos: que tal elevarmos as conversas em nossos ambientes? Não é um esforço heroico e dá ótimos frutos.
      Sejamos sal da terra e luz do mundo!”

      (https://www.facebook.com/homemcatolico?fref=ts)

      pax et bonun! 😉

  • Maria

    Queria pedir 2 coisas: sobre dançar em festa, tipo baladinha sertaneja. É errado dançar uma musica com um amigo? E com um desconhecido? SEM beijar, somente dançar. Nunca fiz isso por medo de estar pecando :/
    E sobre beijos de namorados? É pecado beijo de língua? Ouço muitos católicos demonizando isso…

  • Anonima

    Tem gente dizendo por ai que beijar o namoado (a) é pecado sim, pq excuta ou é ocasiao de pecado. O que pensar sobre?

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