O Catequista Entrevista: Tudo sobre namoro e casamento!

Oi Povo Católico!

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OCatequistaEntrevista

 

Hoje entrevistamos Tatiana Mesquita, autora do livro “O que você precisa saber antes de dizer sim”! O bate-papo foi divertidíssimo e garanto que muitas das suas dúvidas sobre namoro e casamento serão esclarecidas aqui. Vale muito a pena! Confira o papo aí embaixo e espalhe por aí!

 

Gostou? Você pode encontrar o livro clicando aqui e entrar em contato com as autoras através do Facebook!

 

5 comments to O Catequista Entrevista: Tudo sobre namoro e casamento!

  • Padre Orlando Henriques

    Excelente vídeo!
    É uma pena não haver esse livro à venda cá em Portugal… Quando é que cá chegará?

    Mesmo assim, vou divulgar o vídeo, pois é muito útil, especialmente pelas explicações sobre o que é a nulidade matrimonial (uma coisa difícil de entender para muita gente) e a natureza do matrimónio.

  • Padre Orlando Henriques

    Antigamente (pelo menos depois da concordata de 1940), o Estado Português não permitia o divórcio a quem se casava catolicamente (em Portugal, para os solteiros que se casam catolicamente, o casamento católico tem efeitos civis, o casamento católico e o casamento civil são um só).

    Entretanto, fez-se pressão para se abrir a possibilidade de divórcio também para os casados catolicamente e, actualmente, perante o Estado Português, toda a gente se pode divorciar, mesmo quem se casou na Igreja…

    Tristemente, houve, até, um padre da minha Diocese que esteve envolvido nessa luta a favor do divórcio!
    A verdade é que mesmo no casamento simplesmente civil não deveria haver divórcio, porque mesmo antes de Cristo elevar o matrimónio à dignidade de sacramento ele já era indissolúvel desde a criação, quando o Génesis diz que «serão os dois uma só carne». A indissolubilidade matrimonial é da própria natureza do matrimónio, que é anterior ao sacramento. Aliás, os primeiros cristãos não tinham uma celebração litúrgica para o matrimónio, casavam-se segundo os usos e costumes das suas terras, embora sempre com a consciência de estavam a contrair um matrimónio «no Senhor».

    Eu, pessoalmente, (e é apenas uma opinião pessoal) atrevo-me a por e dúvida a validade dos próprios casamentos civis a partir do momento em que o Estado permite o divórcio: se o matrimónio é um contrato que, pela sua natureza, é indissolúvel, mas os nubentes fazem um contrato que pode ser dissolvido, até que ponto estão a contrair um verdadeiro casamento? Se o matrimónio é uma coisa que é necessariamente “para sempre”, e se eles estão a fazer um contrato que pode não ser necessariamente “para sempre” (já que o divórcio é sempre uma possibilidade em aberto), não estarão a fazer uma coisa diferente que não um casamento?

  • Stéphanie

    Ótimo questionamento, padre! Já pensei nisso também.

  • Minha mãe sempre ensinou estas coisas, burro eu que, achando ser o gostosão, o cara da vez, dono da minha própria vida, cheio de mim troquei os pés pelas mãos, fiz tudo o que um jovem não pode fazer de forma alguma. Depois, ao casar, aos poucos aquela venda que tinha posto em meus olhos foi caindo, e a lembrança da voz da minha mãe que ainda se fazia presente começava a ressoar novamente.

    Foi por causa do que minha mãe sempre disse que posso dizer: encontrei, depois de casado, a mulher da minha vida, ela precisa de muita oração, tenho que ter muita paciência com ela, é um esforço tremendo. Não se assustem, não é adultério não. A mulher que encontrei é a pessoa com a qual havia me casado, porém, por causa do maldito pecado da fornicação não a conhecia. Ela é a pessoa mais teimosa que conheço, afinal vive teimando comigo, tem umas manias estranhas, mas, de médico e louco todo mundo tem um pouco, porém estamos casados a 10 anos e só posso agradecer a Deus por ter colocado justamente ela no meu caminho. Se não fosse esta teimosa, acho que eu estaria é perdido.

  • Amanda

    Alexandre, namoro há quase 05 anos e sempre procuramos nos aproximar mais de casais cristãos, mas nunca tivemos a direção espiritual citada por você no vídeo.
    Como saber quem pode ser nosso diretor espiritual? Como abordar o nosso futuro diretor?
    Desculpe se pareço imatura nos questionamentos, mas sempre me senti incomodada com o fato de sempre ouvir de vocês (catecasts, vídeos, posts) que um casal católico precisa de um diretor espiritual e nunca ter procurado de verdade um.
    Um abraço!!

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