A Bíblia exalta a mulher recatada e “do lar”. #CholaMais

marcela_recatada

Em fevereiro deste ano, a Revista Veja (foto abaixo) trouxe na matéria de capa o tema “gênero neutro”, sobre pessoas que se identificam nem como meninos nem como meninas – e escrevem alunx, amigue etc. As personagens principais eram duas adolescentes; uma lésbica e uma bissexual. Ambas diziam ter a “sexualidade fluída”, ou seja, admitiam a possibilidade de suas preferências sexuais mudarem ao longo da vida.

genero_neutroA chamada da capa sugeria um padrão comportamental para a nova geração de jovens, a chamada “geração Z” (será de “z” zumbis sem cérebro, incapazes até mesmo de entender que se nasceu com pênis é menino, e se nasceu com vagina é menina?). E aí, como a mulherada reagiu? Teve hashtag irônica nas redes sociais… Não?!? Textão no Facebook, das manas dizendo que uma revista de grande circulação não pode fazer apologia a um padrão de comportamento para a juventude… Não?!? Ué…

Três meses depois, a mesma revista publica uma matéria sobre a esposa do vice-presidente Michel Temer. O trecho que afirma que “Michel Temer é um homem de sorte” e o título “Marcela Temer: bela, recatada e “do lar” provocou o choro e o ranger de dentes das feministas. “Isso cria um estereótipo!”, esbravejam. Deixem de bravata!

O modelo feminino que vigora hoje não valoriza e até mesmo menospreza a mulher “do lar”. Donas-de-casa, na maioria das vezes, são vistas como mulheres “sem profissão” e encostadas no marido. A mulher ideal dos nossos tempos é aquela que bate no peito pra dizer que ganha o próprio dinheiro e não precisa de homem pra nada. Tô mentindo?

Basta ver o perfil da maioria das nossas divas pop internacionais, que são o principal modelo das jovens, pra ver que o recato passa looooonge, e muitas delas nem mesmo querem se apresentar como bonitas: vendem a imagem de bizarras (Lady Gaga e Miley Cyrus) e devassas (Nicki Minaj). Por sua vez, Madonna, Britney, Hihanna, JLo e Beyoncé disputam nos red carpets da vida quem aparece mais pelada. Resultado: pergunte a uma menina ou adolescente o que ela deseja ser no futuro, e dificilmente ela falará que sonha em ser dona-de-casa.

Considere também a cansativa modinha de culto à imagem da pintora Frida Kahlo, que mantinha monocelha, bigode e sovaco peludo não por falta de gilette, mas pelo simples orgulho de ser jaburu. Ninguém dá piti quando a mídia exalta o seu casamento com Diego Rivera, em que um competia com o outro quem era mais chifrudo. Era uma história di amô taum linda, zênti, mas taaaaaaum linda, que a Frida até tentou se matar!

Frida é festejada como musa, mulher de verdade. Diego era 21 anos mais velho do que ela, mas a esquerdalha nunca chiou por isso. Por sua vez, Marcela é alvo de zombaria – inclusive por ter um marido bem mais velho. Por que a diferença de tratamento das irmãzinhas? Qual o critério que leva a endeusar uma e fazer da outra objeto de chacota? Já sei: Marcela, minha filha, tire esse sorriso maternal da cara, poste uma foto com pouca roupa no Instagram, vire uma baranga comunista e deprimida, e as miga vão te amar!

Para quem não notou, a matéria da Veja não foi nenhuma ode a Marcela – muito pelo contrário. O texto é propositalmente cafona e afetado, fazendo questão desfiar um vasto rol de peruagens e futilidades. Com que objetivo? Para despertar simpatia é que não poderia servir… O deboche é dissimulado. Não percebeu? Leia a matéria de novo.

beyonce

Miga, sua louca, você não entendeu nada e deu chilique à toa! Serviu de inocente útil da esquerda, dando força para um movimento de mordaça , que achincalha todos aqueles que ousem exaltar o perfil de uma mulher “certinha”.

O QUE DIZ A BÍBLIA? O QUE DIZ O PAPA?

E as mulheres cristãs? Sob quais critérios podemos nos guiar para tomar posição nesse bafafá? Vamos olhar para as Escrituras e para as orientações do nosso Papa.

O texto de Provérbios 31 exalta a mulher que governa com eficiência a sua casa, que não é preguiçosa, que é caridosa com os pobres e abandonados, que fala coisas sábias e inteligentes, que tem o espírito forte.

É BELA? Talvez sim, talvez não… Isso não importa muito: “Enganosa é a beleza e vã a formosura, mas a mulher que teme ao SENHOR, essa sim será louvada” (Prov 31,30).

É RECATADA? Claro que sim! Não no sentido de ser retraída, mas no sentido de praticar a virtude da castidade. E esse recato se expressa também no cuidado com as roupas que ela veste: “Quero, do mesmo modo, que as mulheres se ataviem com traje decoroso, com modéstia e sobriedade…” (Timóteo 2,9). A postura oposta do recato é a indecência; não teria o menor cabimento a Bíblia aprovar esse tipo de coisa, né, gente?

É “DO LAR”? Sim, certamente é uma dona-de-casa muito dedicada! Ela prioriza o cuidado dos filhos e da casa. Mas também é possível que trabalhe fora, pois comercializa seu trabalho e traz rendimentos para a família: “Tece linha e o vende, fornece cintos ao mercador” (Prov 31,24).

Grande parte das mulheres católicas trabalha fora, como Santa Gianna Beretta, que era médica. Porém, temos que zelar para que o governo da nossa casa e a criação de nossos filhos não seja terceirizada. Como bem notou o Papa Francisco na sua última exortação apostólica, há muitos órfãos de pais vivos! Especialmente pela ausência da presença materna.

“O sentimento de ser órfãos, que hoje experimentam muitas crianças e jovens, é mais profundo do que pensamos. Hoje reconhecemos como plenamente legítimo, e até desejável, que as mulheres queiram estudar, trabalhar, desenvolver as suas capacidades e ter objetivos pessoais. Mas, ao mesmo tempo, não podemos ignorar a necessidade que as crianças têm da presença materna, especialmente nos primeiros meses de vida. (…) O enfraquecimento da presença materna, com as suas qualidades femininas, é um risco grave para a nossa terra.”

Papa Francisco. Amoris Laetitia

Crias de Marx fazem rebú quando alguém exalta a mulher “do lar”, porque é preciso que a mulher só se sinta poderosa e valorizada quando está “na rua”. E assim ele tende a ter menos filhos e a ficar menos tempo com eles. Uma família cada vez menor, com pais e mães que vivem mais na rua do que em casa, é mais fácil de ser esfacelada. No seu túmulo, o esqueleto da senhora Sartre deve estar sacolejando de júbilo!

“Não, eu não acredito que mulher alguma deva ter essa opção. Mulher alguma deveria ser autorizada a ficar em casa e cuidar dos seus filhos. A sociedade deveria ser totalmente diferente. As mulheres não deveriam ter essa opção precisamente porque se essa opção existir, demasiadas mulheres irão escolhê-la. Isto é uma forma de forçar as mulheres rumo a uma direção.”

Simone de Beauvoir, diálogo com Betty Friedan. Revista The Satuday Review, 1975

Essa Simone não era aquela mesma que pregava “que a liberdade seja a nossa própria substância”? Sim, mas desde que “liberdade” significasse seguir o seu modelo de vida, ou seja: dar pra todo o mundo e arrumar amantes menores de idade para o marido. Liberdade pra ser recatada e “do lar”? Jamé!

Você quer postar hashtag menosprezando o recato feminino e fazer papel de marionete pro fantasma dessa “fofa” marxista? É um direito seu. Eu tô fora.

*****

Pra descontrair o clima tenso: curtam os clipes abaixo, que eu amoooooo! Beyoncé batendo o cabelão divoso, mandando as mana esfregar o contracheque gordo na cara dos homi, e Ne Yo fissurado nas executivas de salto agulha, que fazem questão de pagar a conta.

51 comments to A Bíblia exalta a mulher recatada e “do lar”. #CholaMais

  • Sidnei

    Revista Veja, assinatura?, NUNCA!!!.

    Agora que citaram nomes de mulheres nem um pouco recatadas, poderiam ter trazidos nomes de mulheres que demonstram recato: cantoras, politicas, empresárias, cientistas, doutoras, enfim, uma gama de mulheres que poderiam se grandes exemplo perto destas que foram apresentadas na matéria, que de bom exemplo não tem nada.

  • Fabrício Lima

    Como sempre, texto excelente! Parabéns!

  • Sara Morais

    AHAHAHA!
    Mais uma vez: tocaram no ponto!!!
    Vocês é que sabem como encurralar a esquerdalha, meus catequistas! Argumento pouco é bobagem! Rs

  • COMENTÁRIO DE UMA LEITORA NO FB:

    Gosto por demais de O Catequista , mas tenho de reconhecer o quão ruim esse texto ficou. As mulheres bíblicas eram belas, como toda criação de Deus, reservadas, como Judite, mas guerreiras, corajosas e lutadoras, sagazes, honesta como Tamar, Séfora, Ruth, Ester, Susana e Maria! Na verdade, não podemos retirar o texto de Veja do contexto histórico em que se golpeia a Democracia brasileira para atender interesses pessoais – palavras da CNBB – e compara-se uma mulher eleita democraticamente Presidenta com a esposa “bela, recatada e do lar”, ou seja, que não interfere nos negócios dos homens. Uma boa lida na história dos grandes personagens femininos da Biblia mostra que nos momentos decisivos foi com mulheres belas, honestas e corajosas – e de muita fé – que Deus contou. Acredito que para as meninas, jovens e mulheres de hoje precisamos mostrar o quanto Deus nos quer protagonistas de nossa história, assim como ele nos fez protagonizar em momentos decisivos. Tudo por Jesus, nada sem Maria!

    RESPOSTA:

    Agradecemos seu comentário, que nos dá a oportunidade de esclarecer melhor as coisas. Então, primeiro ponto: onde, em nosso texto, está sugerido que uma mulher bela, recatada e “do lar” não pode ser lutadora, sagaz e corajosa?

    Sobre Tamar: acaso Deus ensina que as mulheres devam sair por aí disfarçadas de prostitutas, rodando bolsinha nas estradas? Não! O caso de Tamar foi extremo, um ato de desespero. Definitivamente, seu comportamento não serve de parâmetro. O ato em si foi louvável, pois ela chegou a esse extremo para fazer a lei de Deus ser cumprida. Mas é um caso isolado e EXTREMO, não é parâmetro. Ademais, ela não deixou de ser recatada por isso, pois realizou um ato sexual moralmente aprovado pela lei de Moisés.

    Uma pergunta: quando você diz “mostrar o quanto Deus nos quer protagonistas de nossa história”, você está sugerindo que mulheres recatadas e “do lar” não são protagonistas da história? Só mulher que tem emprego na rua é corajosa e lutadora? Isso não é preconceito?

  • Johnny

    Texto perfeito. Valeu, Catequista!

  • Paula

    Parabéns pelo texto, muito bem escrito, leve e aborda todos os aspectos relevantes dessa polêmica.

    Para mim, o resultado desastroso dessa onda feminista é que essas mulheres ‘bem-sucedidas’ que buscam a tal ‘equiparação’ com o gênero masculino ainda não entenderam que o que satisfaz o homem não satisfaz a mulher! O que mais vejo por aí são ‘mulheres modernas e desequilibradas’ pq somaram suas necessidades e sonhos típicos de mulher às necessidades e sonhos típicos masculinos (tudo em nome da ‘missão’ de provar que são tão competentes e capazes quanto os homens). Nenhum ser humano na face da Terra consegue dar conta de todas essas necessidades e desejos.

    Quantas mulheres por aí frustradas pq querem chegar ao auge da carreira, ser mães e esposas fabulosas e ainda ter tempo para se cuidar e manter a autoestima elevada? (Já reparou que esse é basicamente o slogan de todas as revistas femininas de hoje em dia?). Esse fardo que as mulheres tomaram para si é simplesmente inalcançável. E a verdade é que, ao invés de mulheres mais felizes, temos mais mulheres depressivas, que tentam curar seus males com terapia, yoga, meditação e etc.

    Temos que entender de uma vez por todas, que sim, podemos fazer tudo, estudar, trabalhar, estudar, ser independente e ter uma família, mas temos que saber com clareza qual é a nossa vocação dentro disso tudo. Onde eu concentrarei maior parte do meu tempo e dedicação? Porque uma coisa é certa: não dá para ser CEO em tudo ao mesmo tempo.

  • adriano

    Agora uma das modas intelectuais do pessoal feminista é essa da sexualidade fluida, do vir-a-ser constante…

    Para entenderem a loucura dessa concepção, é como se o sujeito dissesse: “Eu não me defino como sendo homem ou mulher, aliás, eu nem me defino como ser; eu sou um vir-a-ser constante, posso hoje ser assim, amanhã ser assado, no minuto seguinte de outro jeito, etc., eu sou só o processo constante de fazer-me”.

    Isso é de uma idiotice incrível.

    Que o homem tenha um âmbito de liberdade auto-construída, de vir-a-ser, isso é evidente.

    Mas só é possível a existência desse âmbito de vir-a-ser porque existe um âmbito de ser, porque ele é algo.

    A questão moral é: o que nós vamos fazer da nossa liberdade? O que nós vamos fazer do nosso vir-a-ser?

    Esse pessoal sequer coloca essa pergunta. Eles simplesmente louvam o vir-a-ser incessante!

    Ou seja, eles nem se colocam no nível da ação moral, que surge quando perguntamos o que vamos fazer da nossa liberdade, do nosso vir-a-ser.

    Eles querem se comportar como um fluxo fluído contínuo que segue qualquer impulso a qualquer hora, descontroladamente. E criam teorias para legitimar isso!

    Leiam o que o Pe. José Eduardo escreve sobre isso, sobretudo as suas notas no facebook envolvendo as tags: “gênero”, “judith butler” “teoria queer”.

    Do ponto de vista filosófico, essa “teoria” é uma estupidez incrível, mas tem apelo midiático, se apresenta como revolucionário, como transgressor.

    Sem dúvida é uma confusão verdadeiramente satânica!

  • Juliana

    Amando cada post mais esse site rs s2

  • Rafael (SP)

    Gostei do post, toca em um assunto difícil, faz colocações instigantes, porém, ainda que tenha linkado os clipes de Beyoncé e de Ne Yo para descontrair, para mim ressaltou-se o ridículo das duas posturas sexuais atuais nos exemplos artísticos. Não dá para ser mulher de verdade e nem homem de verdade com essas posturas, por mais que pareçam inelutáveis por serem tão comuns.

    Uma mulher como Beyoncé, que se veste imodestamente, exagera na sensualidade e faz chacota dos semelhantes com sua atitude “grelo duro”, em nada pode se combinar com a castidade e a modéstia que uma católica tem de ter para ser salva por Jesus Cristo, pois em tudo ela contraria o Maria Santíssima viveu. E Ne Yo, com sua fissura por mulheres poderosas em suas carreiras profissionais e visual masculinizado, mostra um ideal de homem que tem problemas de virilidade e é parco de sabedoria.

    Não tem solução. Quem quiser servir a Deus tem de voltar ao tempo antigo, aos papéis como eram desempenhados pelos exemplos bíblicos, pelos primeiros cristãos e por nossos tataravôs e tataravós, rejeitando em grande parte o que é da modernidade. Não dá para ser agradável a Deus seguindo o que hoje é comum. A maior parte do que é moeda corrente em termos de comportamento e estilo de vida É ERRADO. É preciso que se reconheça isso, senão renega-se o mínimo de sanidade e de maturidade (é um homem católico heterossexual bem entrado nos 30 anos que está escrevendo isto).

    Vivemos tempos incrivelmente difíceis, nos quais muitas autoridades de nosso clero estão cheias de papas nas línguas e erguendo tabus sobre o que a Igreja de Sempre ensina (boa parcela, acredito, é negligente com a própria busca de santidade e não gosta de estudar).Do jeito que estão os homens e as mulheres hoje é praticamente impossível ser católico e ter algum tipo de relacionamento saudável (me refiro àquele com pretensão a se tornar conjugal e gerar família). Vocês catequistas trataram do fator isolamento em um post anterior, e este de hoje se relaciona com ele de forma notável. A solidão é o requisito a quem quer aprofundar a fé e o testemunho nestes tempos.

    Não dá para pensar no “crescei e multiplicai-vos” do Livro do Genesis à risca hoje. As mulheres assumiram posturas que são incompatíveis com relacionamento frutuoso e duradouro, e reconheço que muitos homens baixam a guarda e desconhecem o que significa ser homem sem cair em clichês negativos que foram criados pela mídia, pelas artes e pela filosofia ao longo da modernidade. É preciso reconhecer que o conjunto das pessoas se tornou mais secularista e relativista do que deveria, não me excluo desse caldeirão, e não é possível ser razoável diante disso. Só mesmo a radicalidade pode resolver, com o retorno ao tempo antigo. Que cresça o número de monges e freiras nestes tempos, entre aqueles que têm o mínimo de seriedade e levam querem a salvação de suas almas por Cristo Crucificado, e estejam dispostos a sacrifícios mais intensos enquanto viverem.

    Do jeito que as coisas estão, não sei como se cumprirá a promessa do Livro do Apocalipse e que está presente na Liturgia Eucarística da Santa Missa, de que a morte de Nosso Senhor servirá à salvação de “muitos” (vários padres adaptam por conta própria essa rubrica e dizem “para a salvação de todos”). Pelo que se desenha no horizonte, apenas um grupo muito reduzido, isolado e anônimo se salvará no Juízo Final… Torço para estar errado com relação a esse ponto, em louvor ao nosso Redentor Amado.

    • “Do jeito que as coisas estão, não sei como se cumprirá a promessa do Livro do Apocalipse e que está presente na Liturgia Eucarística da Santa Missa, de que a morte de Nosso Senhor servirá à salvação de “muitos” (vários padres adaptam por conta própria essa rubrica e dizem “para a salvação de todos”). Pelo que se desenha no horizonte, apenas um grupo muito reduzido, isolado e anônimo se salvará no Juízo Final… Torço para estar errado com relação a esse ponto, em louvor ao nosso Redentor Amado.”
      Respondestes ao teu próprio questionamento, SALVAÇÃO DE MUITOS, não de todos. E, afinal, o próprio Jesus Cristo mesmo falou, acaso encontrará fé quando voltar? Estás a ver o mistério da iniquidade, apostasia silenciosa dentro da Igreja. Mas eu, já estou começando a ver uma luzinha diferente, os seminaristas que vejo entrando atualmente, são do tipo faca na bota, a gurizada vem firme em Cristo, como pombas, ficam escondidinhos, calminhos, mas sabem dizer não ao que é falso e sabem o que é falso. Pelo menos, são os que estão aqui no seminário de minha cidade, que aliás sou vizinho deles.
      Mais uma coisa, não se esqueça das promessas de Nossa Senhora. Não te desespere, fique na paz de Cristo com o coração firme em Nossa Senhora, continue rezando, acreditando, fazendo tuas obras em Deus. Este é o momento de não esmorecer.
      Catequistas, vocês são nota 1000.

      • Rafael (SP)

        Puxa, Alex, que bom que conhece seminaristas que são “faca na bota”, rs, e não se afastam de Jesus Crucificado. Isso me tranquilizou um tanto. Corrigindo uma coisa que eu disse: a rubrica “salvação de todos” faz parte do Missal usado pelo clero brasileiro atualmente; não se trata de adaptação de um padre ou outro. Na maioria das Missas a rubrica é essa mesma, que altera o sentido da passagem do Livro do Apocalipse. Fique tranquilo, não me esqueci das promessas de Nossa Senhora. Não escrevi o comentário com a intenção de esgotar o assunto, que é muito complexo (mesmo para um cara solteiro e que tem um tempo generoso para estudar). Seguirei fazendo as obras em Deus, tenho vida de paróquia e tudo isso. A castidade é um bem excelente, já que comentei que sou solteiro e me encaminho para os 40 – é uma opção que realmente vai nos aproximando do que é o verdadeiro amor. Que Nossa Mãe Santíssima olhe por nós para que sigamos com o norte em seu Filho.

    • Carolina Muller

      Desculpe, Rafael, mas pq enaltecer tanto os costumes da época de Jesus? Voltar ao período em que mulheres e crianças nem eram contabilizadas? O movimento feminista apresenta ideologias odiosas, mas segue quem quer. Por outro ângulo, é inegável que o direito de votar e trabalhar é um tremendo e muito digno avanço. Infelizmente, não vivemos em uma sociedade ideal, onde as pessoas são totalmente leais em suas relações. Os cônjuges traem, se agridem mutuamente. Graças a Deus, podemos permanecer solteiras, sem a pecha de SOLTEIRONAS. Graças a Deus, podemos ser independentes. Sinceramente, não acho que exista período histórico melhor ou pior. Cada um apresenta seu próprio desafio. Se, atualmente, as relações são tão deletérias que nos impõe a solidão, que carreguemos nossa cruz. Paz e bem!

      • Rafael (SP)

        Carolina, paz e bem! Não estava pensando especificamente nos costumes da época de Jesus quando escrevi meu comentário – essa definição quem fez foi você, não eu. Ainda assim, não deixa de ser válido. Mas digo isso no seguinte sentido: não deveríamos cultivar escrúpulos em ser a “fina flor” do que é vigente hoje, mas nos coloca em decadência acentuada, só para não destoar da dita “liberdade” que se tem hoje – o chamado excesso de respeito humano, que nos torna imprestáveis para dar testemunho de Cristo e de seu Reino na glória eterna. Conforme nos é possível saber a importância da modéstia no vestir, deveríamos fazer essa opção, principalmente porque os padres de hoje não nos dizem uma palavra sequer com relação a isso. Um exemplo: hoje existem moças que usam saia ou vestido para ir à Missa, e ainda por cima o véu e, veja bem, não são moças da Missa Tridentina não: são moças que assim se vestem para a Missa Nova e a maioria delas comunga de joelhos e na boca somente. São ótimos exemplos! E, é bom que se diga, essas pessoas fazem essas escolhas por terem se aprofundado em sua vida cristã e que são mulheres femininas e dignas acima da média. Ou seja, existe gente resistindo ao arrastamento negativo que se vê largamente hoje, mas não esperam que isso venha das homilias dos padres – são mulheres que exercem sua independência para serem mais fieis à Santa Madre Igreja de sempre. São bem poucas moças ainda, é verdade, porém, estão por aí e serão vistas por outras… Procure ver que fiz meu comentário em um momento de extremo agastamento por tentar fazer a coisa certa, e me ver solitário nesse caminho e querer que uma “onda virtuosa” se alastre pelo mundo o mais rápido possível. A questão do voto e do trabalho femininos é tão delicada que não me alongarei no tema aqui, todavia, creio que o caminho moderno é grandemente ofensivo a Deus, pois fragiliza o cerne da família conforme aprendemos de São José, Santa Maria e Jesus Cristo. Os homens de hoje não sabemos sê-lo, e o mesmo ocorre com a mulher. O problema se verifica nos dois sexos, só que acredito que a iniciativa cabe a nós homens. Não adianta termos moças de vestido/saia e véu na Igreja, se nós homens não levarmos a sério a castidade e a reza do Terço, por exemplo. Que Nossa Senhora a mantenha segura em Cristo!

  • Bruna Lima

    Pelo que vi, a maioria dos protestos feministas não condenavam a figura da mulher “bela, recatada e do lar”: mas sim a imposição desse perfil como padrão de perfeição e de mulher ideal para a vida pública, por exemplo. Na teoria feminista básica, a mulher pode ser o que quiser; INCLUSIVE bela, recatada e do lar. Mas nem todas as mulheres são iguais, e nem são obrigadas a ser. O que a Veja fez foi traçar um perfil de Marcela como o padrão de mulher ideal, perfeita para estar ao lado de um governante poderoso. Nenhum defeito da moça foi apontado; ela e seu marido são pessoas de “sorte”, e ponto. Sem sarcasmo, sem críticas, com uma vida de luxo e perfeição até nas coisas mais banais. Me mostrem onde está a ironia e a crítica no texto da Veja, apontem literalmente, pois eu francamente não vi nada de depreciativo sobre ela ali.

    Se postarem um texto da jornalista responsável aqui declarando que tudo que ela escreveu é deboche e ironia, aliás, ajudaria muito…

    • “Pelo que vi, a maioria dos protestos feministas não condenavam a figura da mulher “bela, recatada e do lar”: mas sim a imposição desse perfil como padrão de perfeição e de mulher ideal para a vida pública, por exemplo.”
      Falso, porque mesmo que a mulher tenha escolhido isto, para as feministas, esta escolha é perpetuar um mundo machista, patriarcal de direita católica e preconceituosa, opressor, ditatorial, pois, se a mulher livremente escolher viver como dona de casa, ela inconscientemente estará reproduzindo uma coisa má que historicamente foi construída e posta na cabeça das mulheres. Aliás, quando nasce uma menina, ela, já nos primeiros segundos já recebe toda esta carga diabólica no vestidinho ou na cor da primeira roupinha que ela vai vestir, porque a mãe já impõe a ela o que ela não quer reproduzindo os valores de uma sociedade machista.

      “Na teoria feminista básica, a mulher pode ser o que quiser; INCLUSIVE bela, recatada e do lar.”
      Não, na teoria feminista básica, a mulher não deve ser do lar nem se ela queira, na teoria feminista básica, os homens deveriam desaparecer, na teoria feminista básica a mulher não pode nem sonhar em casar-se, ter filhos, e mais, ser do lar é algo inconcebível e diabólico.

      “Mas nem todas as mulheres são iguais, e nem são obrigadas a ser.”
      Vamos lá, ninguém falou em igualdade ou desigualdade aqui, minha cara, aqui todo mundo sabe muito bem que não existe esta de igualdade, aqui todo mundo é penteado com esta estorinha falsa de todos iguais, cada ser humano é único. Então minha cara, porque todos os outros meios de comunicação, as próprias feminazi não ficaram quietas? Caladas? Quando se ensina que mulher tem que ser prostituta batem palma e ninguém diz que isto é um crime, mas quando se ensina que mulher deve ser recatada e do lar daí é crime?

      “O que a Veja fez foi traçar um perfil de Marcela como o padrão de mulher ideal, perfeita para estar ao lado de um governante poderoso. Nenhum defeito da moça foi apontado; ela e seu marido são pessoas de “sorte”, e ponto.”
      se você não leu o post, antes a revista tinha posto uma reportagem onde dizia que o normal é ser igual ao “parente próximo”, o macaco, ser normal é a sodomia, ser normal é escandalizar e acabar com o mínimo que ainda resta de moral e descente nas pessoas deste mundo do século XXI, e quanto a isto, muita gente, mas muita gente mesmo certamente disse, que legal, esta sim é uma mulher, quer dizer, pessoa, o normal é dar uma de macace que gosta de macace, e o macace que se lasque, aliás o macace que vá depenar e sabié, e ninguém falou nada, ninguém disse umx vírgulx.
      Mas, bastou a veja escrever uma matéria sobre a mulher do Michel Temer, de como ela age, vive e se comporta que as esquerdopatas logo apareceram, as feminazimarxistas, as idiotas úteis, os pão com mortadela logo apareceram e abriram um berreiro só, virou choradeira nacional e internacional, só faltou enfiarem a revista no fiofó em plena avenida paulista ou orla marítima do Rio de Janeiro, como fizeram quando da JMJ com os crucifixos e imagens religiosas.
      “Sem sarcasmo, sem críticas, com uma vida de luxo e perfeição até nas coisas mais banais. Me mostrem onde está a ironia e a crítica no texto da Veja, apontem literalmente, pois eu francamente não vi nada de depreciativo sobre ela ali.”
      Na matéria não, mas na choradeira da galera sim se você não leu o que a catequista relatou.
      Mas para que eu não seja um tonto, leia e se delicie:
      http://www.cartacapital.com.br/politica/bela-recatada-e-do-lar-materia-da-veja-e-tao-1792
      http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/noticia/2016/04/entenda-a-polemica-apos-materia-com-perfil-de-marcela-temer-5783059.html
      http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/04/genero-neutro-e-reconhecido-pela-suprema-corte-da-australia.html
      Entendeu o post agora?
      Entendeu que quando se fala de como a mulher deve ser, de acordo com o que o magistério da Igreja escreve e afirma, o mundo abre um bocão e só falta enterrar vivo aqueles que assim pensam, mas quando se fala que a mulher deve ser a imagem e semelhança do macaco, promíscua, sodominta, avessa ao que é belo, avessa ao que é espiritualmente elevado, quem o fala e defende é posto em altares?
      Então, qual lado você escolhe?

  • Marlice Pinto

    Oba! Que bom que vocês trouxeram essa discussão para cá e me ajuda a ter um posicionamento melhor. Quero ser bela, recatada e do lar. Quero ter muitos filhos e adoraria servir apenas a eles e ao meu futuro marido. Mas discordei desse texto pela tentativa da revista Veja tentar humanizar a vida do Temer, USANDO a Marcela. Um posicionamento político da revista que ajuda Temer a ter uma aceitação melhor pela população brasileira, sendo que há tanta coisa importante para ser tratada agora. Fora que, sou jornalista, sei que uma matéria assim não tem nenhum critério de noticiabilidade, ou seja, não é uma pauta considerável. O problema da notícia não é a Marcela ser bela, recatada e do lar, porque ela pode ser o que ela quiser. Mas sim, uma tentativa fajuta de influência na opinião pública. O que acham?

    • Marlice, para o bem e para o mal, a Veja é feita por pessoas sagazes. Se não fosse, não seria uma das revistas mais lidas e comentadas do país. Sendo assim, se a revista tivesse a intenção de vender uma imagem cativante de Marcela Temer, não teria publicado um texto tão boçal, descrevendo futilidades e peruagens do início ao fim.

      Não, não creio que Veja, se quisesse exaltar Marcela, daria esse tiro com bala de canhão no pé. Se Marcela tem o editor de Veja como amigo, desse jeito, seria mais vantajoso tê-lo como inimigo!

      Dizer que uma pessoa é fútil, mero adereço do marido, bonequinha de luxo, casou por interesse, nunca fez nada relevante no mercado de trabalho etc. pode dar processo e dor-de-cabeça. Há formas mais inteligentes de dizer isso, sem precisar usar esses termos. E foi isso que a matéria da Veja fez.

      Recomendo que leia essa análise:
      https://oreacionario.com/2016/04/20/tribunal-do-santo-oficio-da-internet-as-feministas-contra-a-veja/

  • Ceci

    A ironia ou a exaltação ficam a critério de quem lê. Ou, então, que se pergunte ao autor da matéria qual era a intenção dele ao escrever o texto. O que vi: uma possível primeira-dama que desperta, sim, interesse das pessoas. Foi super comentada na posse da presidente e do vice, depois ficou esquecida e agora volta a ser notícia porque pode vir a ser primeira-dama. Mas o que falar dela? Parece que não muito. Objetivamente analisando, é isso o que posso inferir. O resto é teoria da conspiração. Não dá pra afirmar que a Veja quis isso ou aquilo, apenas supor. E, olha, tem gente supondo desde que se quer impor aquele padrão, colocando-o como perfeito (não sei onde é que viram isso no texto) a quem ache que a revista foi debochada e irônica (também questão de interpretação). E as “feministas” se colocaram contra a Marcela, sim, dizendo que “ainda bem, não sou a Marcela!”, ridicularizando-a com palavras que nem vale a pena reproduzir. Condenaram, sim, a mulher. Se ela aparecesse com piercing no nariz, cabelo azul raspado na lateral e um monte de tatuagens, expostas por um mini short, dizendo que curte pegar umas “minas” de vez em quando, duvido que haveria esse auê todo. “Pode ser o que quiser, mas não pode ser pudica, ou atiraremos pedras”. Essas crias de Marx são uma contradição só. Contradição que denota mentira. E quem é o pai da mentira?

  • Leandro Mendes

    O feminismo é um movimento que tem asco da verdadeira natureza feminina : bela, recatada e do lar. Quando feministas vêem uma mulher com essas qualidades elas rangem os dentes. Atenção você que se considera, simultaneamente, feminista e “católica ” deixe imediatamente esse movimento anticristão isto é Converta-se ou saia da Igreja. Pois a Igreja condena essa abominação chamada feminismo

  • Danilo Nascimento

    Vocês estão levando esse post para um contexto diferente do que a esquerda coloca. Pode até ter o lado feminista, mas o que mais se reivindica é fazer uma matéria com a talvez “futura primeira dama” no sentido de fazer um contraponto com Dilma. Em um trecho da Carta Capital que o Hoffman postou fica claro esse contexto: “É evidente a misoginia da qual a presidenta Dilma vem sendo alvo. Um homem no lugar dela não teria a capacidade questionada e nem sofreria ataques tão violentos como os que Dilma vem sofrendo daqueles que não respeitam a legalidade”. Ainda mais que essa matéria saiu justo no climax do processo de Impeachment. Será que se quem estivesse na presidência fosse um homem haveria um confronto de “primeiras-damas”? Quanto ao contexto colocado no post creio que a revista não postou a matéria simplesmente para opor um estilo de vida exemplificado em outra matéria em fevereiro. Como uma revista de direita, cabe aí um claro posicionamento contra a presidência, lembrando o Grupo O Globo e Folha em 1964, querendo tirar “a força” o governo legítimo de Goulart e todos sabemos o que aconteceu depois.

    • Não vejo misoginia nenhuma em relação à Dilma. Ela foi eleita duas vezes para o cargo de presidente. Está num posto de destaque, óbvio que será alvo de críticas, ainda mais diante da grave crise que se apresenta.

      Na época de Sarney, havia muita zombaria contra ele, e Collor, depois que a crise econômica piorou, começou a ser alvo de duras críticas e chacotas. Não vejo a Dilma ser tratada de forma pior do que eles, é igual.

    • Olha Danilo Nascimento, mostrei a carta capital para fazer ver o que tudo saiu só por causa de um título: bela, recatada e do lar. E não foi só a carta capital, mas todos os meios possíveis, menos aqui.
      Que a revista veja é um poço de lama e fezes, isto não se tem dúvidas, mas as pessoas irem a beira da loucura por causa de uma reportagem que fala de algumas qualidades da mulher do Temer? Bela, recatada e do lar. Pior, pegar isto, e ainda ter o disparate de dizer que é misoginia contra a presidente Dilma porque ela está sofrendo um impeachment mais do que válido? E para mim, válido pelos seguintes motivos: foi no governo do PT, Luladrão e Dilmafiga que o PNDH 3 foi posto em prática, foi no governo do PT, que as ditas “minorias” ganharam força e voz, não para querer mais segurança, mas para calar a boca da maioria do povo, que ainda é católico e cristão, que um kit composto por bimbo e beluga de borracha apareceram nas escolas do Brasil, que os livros contendo ideologia de gênero começam a aparecer nas escolas, o aborto vira coisa boa, gravidez vira dst, dst vira gravidez, prostituição vira santidade, eutanásia está a ser debatida e defendida, o “amor” entre jegue e gente não pode ser discriminado, pedofilia está sendo defendido como legal, família composta por um pai uma mãe e filhos é opressor e homofóbico. Porque os motivos econômicos, para mim, não são tão importantes assim, o povo se vira pra comer e vestir. O povo trabalha e reconstrói o país, reergue a economia, mas e quanto a moral e a fé? Esta, uma vez perdida, precisa não só de muuuuuito tempo pra reaver como esforço tremendo que perpassa gerações, e somente com a mão de Deus para reaver o pudor nas pessoas.
      Então, Sarney virou nome de praga de arrozais, tem comerciante que não vende veneno parar fede-fede, somente para sarnei, meu pai tinha um touro que ficou conhecido como collor, foi castrado virou FHC. O lula já era molusco mas ainda assim conseguiu se passar por ovelha, e a Dilma, bom esta está sofrendo impeachmant e ainda não teve seu nome posto em nada de ruim, nem vírus, nem bactéria, nem praga de agricultura, nem piolho, nem meleca alguma. Tá escapando barato.

      • E não foi só a carta capital, mas todos os meios possíveis de comunicação que transformaram a matéria em algo mau, pior que a 2ª guerra mundial, pior que tudo o que Stálin e Mao fizeram, menos aqui, pois aqui, a catequista expôs a realidade da coisa, mostrou que a própria revista faz primeiro uma matéria com algumas pessoas que defendem tudo que á de ruim e ninguém fala nada, até elogia, depois larga um bela, recatada e do lar e recebe um bombardeio diabólico, transformando aquilo que uma mulher escolhe para a vida dela como algo inaceitável.
        Ora, se pode expor merda na vitrine e ninguém fala nada, por que não pode expor diamante?
        E ainda tem gente que vem com frufruzinhos de dizer que feminista moderna é legalzinha, aceita tudo e luta para que a mulher possa escolher ser recatada, do lar e bonita, mas quase tem um infarto justamente com o bela, recatada e do lar porque saiu numa revista, ou seja, quer ser bela, recatada e do lar, seja, mas na pqp, sem propaganda, sem capa de jornal, revista, nem nota de rodapé. Façam-me o favor. Então mulher deve ser o que, aparentar-se com o que, com uma macaca? Vestir roupas que de tão apertadas não precisam nem ficarem nuas para mostrar as partes íntimas? Com roupas tão curtas que chegam a mostrar as suas genitálias e seios? Com comportamento imoral? Bolas, e isto, ao invés de libertar a mulher não é justamente transformar a mulher em objeto de prazer venéreo para uma quantia cada vez maior de homens promíscuos?
        Pense, analise os fatos, olhe para as ruas, veja como está a situação, não te iluda com carta capital tentando dizer que isto foi insultar a Dilma. Se a Dilma estivesse casada com o primeiro marido ainda, se defendesse a moral judaico-cristã, defendesse a família, defendesse o povo brasileiro do comunismo (e que fique bem claro, o comunista é o verdadeiro capitalista, e capitalista de verdade adora comunista), ela, a Dilma seria a vovó mais querida, mais bela, linda, fofucha e recatada do Brasil, e seu marido o vovô mais gatão e querido do Brasil. Certo ou errado?
        Defender Dilma de misoginia? Defender Dilma de suposto golpe? Defender Dilma de ataques sexistas e ditatoriais? É defender o diabo, é abraçar e beijar satanás.
        Quanto ao Temer, como disse num comentário, ou ele que tenha temor a Deus, ou que vá pra cuba que o pariu também. Contudo, se o homem arrumar a situação financeira do país será herói, mesmo que ferre com os católicos, mesmo que ferre com a Igreja Católica, ferre com a moral e enterre de vez o mínimo de inocência que parcamente resiste na alma das crianças. E vai ter “católico” que levará na bunda feliz da vida, porque agora tem uns financiamentozinhos extras liberados no banco do brasil ou na caixa econômica. E mais alguns “católicos”, esbravejando, porque queria ver o PT fazer isto.
        Catequista, desculpe por tanto comentário, mas é que, não dá mais pra escutar tanta lorota fresca, já estou enojado de tanto cuticuti e nhénhénhé onde trabalho. Já dei umas pauladas, mas o povo lá onde estou apanha de gato morto na testa até o bicho miar e não acorda.

  • João Pedro Strabelli

    Sinceramente e sem querer ofender a ninguém, sabe o que eu acho? Que nós, católicos, estamos meio devagar nisso. Estamos porque eu me coloco no meio. Só para citar um exemplosinho aí. Quando a Boticário fez aquela propaganda gay, não precisou nem de dois dias para um colunista de jornal escrever que o que incomodou foi o fato de não ser duas bichonas na propaganda, mas dois (a-ham) homens discretos, estudados e bem de vida. Daí a Veja zua com a do lar e nenhum de nós teve a perspicácia de responder que o que incomodou foi que não era uma analfabeta, sem-condições ou lerdinha dos miolos que era do lar, era uma mulher culta e numa posição privilegiada. Eu, inclusive, só pensei nisso agora.

    Jesus Cristo mesmo revelou um senso de humor enorme a responder “A César o que é de César”, frase que desconcertou meio mundo ali. É aquele tipo de tirada que o sujeito que armou a coisa fica pior que quem levou três dribles seguidos do Garrincha, meio zonzo e sem noção. Acho que a gente conseguiria muito assim.

  • Sacerdote super-recem ordenado falando !

    Agora que assumi a responsabilidade de honrar a batina eo nome,que vem de uma devoçao por parte de mae,estava procurando sites catolicos fieis a doutrina…

    mas acabei topando com um monte de paginas bizarras de ”padres” desobedecendo o papa abertamente.

    Claro achei sites fies – Padre Paulo Ricardo, O fiel Católico e Apologistas Católicos – mas a maioria falava de padres casados e mulheres ”madres” , mesmo.

    Embora tenha gostado muito dos sites fies acima citados-e vou continuar acompanhando-estava procurando
    por um site FIEL e JOVIAL, descontraído.

    Um colega sacerdote mais velho achou seu site por sorte e me apresentou. Gostei muito do que li.

    Continuem, assim.

    E, quanto o assunto do post,a igreja tem instruções BEM especificas sobre como uma mulher católica deve se portar.Deve ser recatada,”do lar”,porem sempre elegante,bela e com classe.Existem ate instruções sobre as roupas que deve usar para ir a igreja.

    Infelizmente, a moda hoje e o que o meu avo paterno chamava de ”rabo de fogo”.

    E quanto as instruções da roupas,na minha primeira missa vi duas meninas de short curtíssimo e decote. Pareciam ser irmãs. O mesmo velho colega que me apresentou o site, disse que as conhecia e ja tinha “dado bronca” pelas roupas,mas pelo visto não adiantou.

    Graça e paz!

    • Iara Borges

      Seja bem-vindo, padre… Estamos realmente precisando de novos sacerdotes que rejuvenesçam a fé da Igreja, retornando à verdadeira doutrina, em contraposição a tantos padres da geração passada, que infelizmente se deixaram seduzir pela “modernidade”…

      Jesus é o mesmo ontem, hoje e sempre… Que a Igreja, o Corpo de Cristo, possa seguir o mesmo caminho de sua Cabeça, para que assim não vejamos mais, como infelizmente temos visto, a terrível cena de um corpo descabeçado a caminhar a esmo por aí, trombando com os muros da vida…

  • Clara França

    Lendo os comentários pude perceber que muitos se apoiam num feminismo primitivo, aquele lá do início, que realmente buscava uma igualdade radical e extrema. Isso já foi superado. Mesmo. Não se busca Mais a igualdade e sim o RESPEITO. O feminismo moderno prega que a mulher deve ser o que ela quiser, inclusive ser bela, recatada e do lar. A mulher que deseja para a sua vida ser dona de casa está exercendo a sua escolha de ser o que ela quiser ou seja, exercendo o feminismo.Percebam que não é uma imposição, ou seja, não escolheram por ela.

    Ok, isso acima é fato, agora vamos á minha interpretação:Creio sim que a Veja não foi irônica e a “reportagem” foi uma tentativa de, através da Marcela, exaltar e favorecer a imagem de Temer. (Tentativa, né amores, pois aquele poeminha pornô estragou foi tudo) A crítica geral não é contra a PESSOA Marcela, como disse anteriormente a mulher tem o direito de escolha sobre sua vida. A crítica é mesmo contra a Veja que não somente quis impor um modelo ideal (imposto)de mulher em relação á política como a revista ATACOU indiretamente Dilma, que não é bela, nem do lar (não posso falar nada sobre seu recato, aí não sei nem me interessa saber). A imagem deixada é que MULHER NÃO DEVE SER PRESIDENTE DE UM PAÍS e se contentar somente em ser primeira-dama.

    • Clara França, interessante teu comentário, veja ele bem resumido: “os comentários se apoiam num feminismo primitivo, igualdade radical e extrema, já foi superado.” Comentários daqui ou das críticas feitas pela revista carta capital, revistas de fofoca, redes sociais, zazapis, facebooks? Se foi comentários daqui, fica tranquila, nós nos baseamos no feminismo moderno mesmo. Nem mais nem menos, foi você que não percebeu.
      “O feminismo moderno prega mulher deve ser o que quiser, inclusive bela, recatada e do lar. A mulher que deseja ser dona de casa está exercendo a sua escolha, ou seja, exercendo o feminismo. Percebam não é uma imposição, ou seja, não escolheram por ela.”
      Sim claro, são tudo mansinha, as feministas atualmente são umas ovelhinhas, delicadas, coisinhas fofas, mas antes aviso, quem não tem estômago, não assista, mas pra Clara, olha as mina bunita fazendo buniteza:
      https://www.youtube.com/watch?v=FLewnZ98GB4
      Caraca, deu nojo, mas a cruz enfiada nos cus é o que será, um carinho para os católicos? Acho que não é nada de mais não, é coisinha pouca, quase nada.
      “A crítica é contra a Veja quis impor um modelo ideal de mulher política como ATACOU indiretamente Dilma, que não é bela, nem do lar (não posso falar nada sobre seu recato, aí não sei nem me interessa saber).”
      Legal, não pode falar nada de beleza e de escolher ser dona de casa que é imposição às outras mulheres, mas não foi escolha da moça? A Veja somente falou que ela escolheu isto uai. Porque teu chororô, porque o chororô das demais feminazi e idiotas úteis? Afinal, você mesmo disse que isto não importa mais pras feministas, não é mesmo? Não né, importa sim né, isto é mais que um insulto não é mesmo. Á tá, me esqueci, foi um ataque pessoal à Dilma então. Entendi, claro, claro, mas o recato da moça foi mais um absurdo imposto pela revista às mulheres, mas o recato da Dilma não interessa!!?? Quer dizer então que a Dilma pode ser imoral, pode defender a imoralidade, defender as escórias do mundo que não interessa nadica de nada pra você.
      Clara França, vai achar uma pedra redonda, e quando encontrar, tira o calçado e chuta com força.

      • Áh, me esqueci de uma coisa, quando eu estiver com aquela diarréia, que faz tudo virar líquido, quero sair por aí de bermudão sem me preocupar, irei para o meu trabalho, para a rua e quando bater aquela retorcida aguda nas tripas ficarei tranquilo e deixarei a natureza fazer seu trabalho em protesto contra a sociedade caganeirofóbica e opressora da diarréia livre. Depois quero ir sentar no colo de toda e qualquer pessoa, se alguma se recusar a me acolher, processarei-a por cocofobia.

        • Quanto a política, a Dilma está indo para a fila do seguro desemprego, tomara que ela o Lula e toda a esquerda política, o partido da esquerda, vá fazer fila em Cuba. Quanto ao Temer, que seu nome confirme o temor que deve ter a Deus, do contrário, vai pra cuba que o pariu.

          • Clara França

            Caro Alex Hoffmann, eu realmente o tirei do sério, não? Repito:o feminismo moderno, sim, é outro totalmente diferente do imaginário que você tem e não tem mente aberta para aceitar isso. Digo pelo simples fato de não generalizar todas as feministas taxando-as de “feminazi”. Que há feminazis, há, não resta dúvidas, mas graças a Deus, elas NÃO ME REPRESENTAM. E está é a grande graça do feminismo atual! Se eu sou contra o aborto, á favor de salários justos, contra a violência á mulher em qualquer circunstância, contra o “fiufiu” sou sim feminista! Não ouse me comparar com feministas extremadas, de quebrar imagens e mostrar peitos! As pessoas são únicas, não generalize! Não é com sofismas descabidos como o direito de cagar na rua que vai assustar e convencer alguém! Você pode tentar (se é que já fez isso) mas jamais saberá o que passa uma mulher e os minipreconceitos que vive. Não saberá o que é ter o emprego negado pelo simples fato de ser MULHER já que a empresa DEDUZ que ela poderá engravidar e pedir licença-maternidade (lê-de “prejuízo) para a empresa e por essa dedução escolhem um homem mesmo com um currículo não tão interessante. Você escreveu essas respostas com raiva, e com raiva ninguém tem razão. Falei a verdade, sim é você se alterou. Aceita que dói menos e toma rivotril que passa!

          • Sidnei

            Clara França, entendi, então há somente um movimento feminista, mas, diversos movimentos feministas, destoando uma da outra. Não vejo de modo negativo tudo que vem das aspirações feministas. Quando vejo que no passado as mulheres nem podiam votar, vejo que era um absurdo, então era justo as mulheres no passado reivindicar o direito ao voto, assim como nos dias de hoje, as mulheres terem o direito a não sofrerem agressões de seus maridos, namorados e por qualquer outro homem que aja que podem pisar nas mulheres só porque são o “sexo frágil”, assim como sou a favor de as mulheres reivindicarem salários iguais aos homens, quando exercem a mesma profissão e o mesmo trabalho que os homens. Só não sou a favor de algumas feministas quererem liberar o abroto e querer os mesmo “direitos” que os homens, e não estou falando dos direitos acimas citados, mas dos direitos de sem-vergonhice do homens, como querer ter o direito de pular a cerca, ter prostitutos a disposição, enfim, todas aquelas porcarias que os homens machistas acreditam ter, as mulheres feministas também querem ter. Quanto a reportagem da Veja, este revista nunca me cheirou bem, para mim esta revista sempre foi anticristã, anticatólica, anti a tudo que foi honesto e descente, pois foi sempre contra a tudo que a Igreja prega e a favor a tudo que a Igreja não prega, quando ela mesma em várias reportagens atacou diretamente a Igreja, quer a Revista Veja, quer outra da Revista Abril, sobre tudo s super (des)interessante. Quem acredita que a Revista Veja por ser anti-petista, anti-esquerdista, merece nosso louvor e aplausos, da minha parte não, pois se por um lado ela ataca o esquerdismo no Brasil, por outro ela ataca de igual modo a Igreja no Brasil e no mundo, então, católicos abram os olhos em apoiar estes caras como Bolsonaros e Cunhas da vida, pois se hoje eles atacam aqueles que atacam a Igreja, amanhã eles atacaram a Igreja sem dó e nem piedade.

          • Sidnei

            Corrigindo:

            Clara França, entendi, então não há somente um movimento feminista, mas, diversos movimentos feministas, destoando uma da outra. Não vejo de modo negativo tudo que vem das aspirações feministas. Quando vejo que no passado as mulheres nem podiam votar, vejo que era um absurdo, então era justo as mulheres no passado reivindicar o direito ao voto, assim como nos dias de hoje, as mulheres terem o direito a não sofrerem agressões de seus maridos, namorados e por qualquer outro homem que aja que podem pisar nas mulheres só porque são o “sexo frágil”, assim como sou a favor de as mulheres reivindicarem salários iguais aos homens, quando exercem a mesma profissão e o mesmo trabalho que os homens. Só não sou a favor de algumas feministas quererem liberar o abroto e querer os mesmo “direitos” que os homens, e não estou falando dos direitos acimas citados, mas dos direitos de sem-vergonhice do homens, como querer ter o direito de pular a cerca, ter prostitutos a disposição, enfim, todas aquelas porcarias que os homens machistas acreditam ter, as mulheres feministas também querem ter. Quanto a reportagem da Veja, este revista nunca me cheirou bem, para mim esta revista sempre foi anticristã, anticatólica, anti a tudo que foi honesto e descente, pois foi sempre contra a tudo que a Igreja prega e a favor a tudo que a Igreja não prega, quando ela mesma em várias reportagens atacou diretamente a Igreja, quer a Revista Veja, quer outra da Revista Abril, sobre tudo s super (des)interessante. Quem acredita que a Revista Veja por ser anti-petista, anti-esquerdista, merece nosso louvor e aplausos, da minha parte não, pois se por um lado ela ataca o esquerdismo no Brasil, por outro ela ataca de igual modo a Igreja no Brasil e no mundo, então, católicos abram os olhos em apoiar estes caras como Bolsonaros e Cunhas da vida, pois se hoje eles atacam aqueles que atacam a Igreja, amanhã eles atacaram a Igreja sem dó e nem piedade. – See more at: http://ocatequista.com.br/archives/16969/comment-page-1#comment-589153

          • Clara França, parece que tu foi iludida e burrificada, leias tu mesmo o teu comentário: Se eu sou contra o aborto, á favor de salários justos, contra a violência á mulher em qualquer circunstância, contra o “fiufiu” sou sim feminista!

            Conversa fiada minha cara, primeiro, depende de onde vem o fiufiu, se for da obra, maldito machista opressor, se for da ferrari, bendito salvador, e não vem dizer que não porque, quando pula dindim ou oportunidade de aparecer, todo mundo balança (alguns poucos não, mas a grande maioria balança), como vivemos numa sociedade o ter e o aparecer são mega valorizados e vendidos como moralmente bons e belos, não importando nem mais a idade, as pessoas se vendem, desde que apareçam ou ganhe um dinheiro.

            Veja a incongruência e incompatibilidade desta sua frase com o todo do seu discurso em favor de um “feminismo light, moderno, manso e ordeiro” para atacar com verborragias lancinantes a matéria, tanto da Veja, quanto do post, quanto dos comentários: se eu for contra o aborto. Ou um homem ou uma mulher sejam a favor ou contra, “se eu for”, fica efluente a ambiguidade, que, dependendo do meio que o sujeito se encontra, ele torna-se superciliosamente complacente ou pudicamente adversante, o “se eu for” é dúbio, porque nosso Senhor Jesus Cristo já disse, ou É a favor ou É contra, quem fica no “se eu for” está literalmente em cima do muro.

            Salário justo; ou você é trouxa ou acha que eu sou trouxa, ou acha que todo mundo é trouxa, porque, na mesma função, executando as mesmas tarefas, homens e mulheres ganham a mesma coisa, exemplo: professor; salário igual (15 anos de carreira, 12% triênio, pós graduação, letra g, vale alimentação, 8 aulas excedentes, R$5000,00 de salário, não interessa o sexo, o salário é este), costureira e costureiro ganham a mesma coisa se sabem fazer as mesmas operações, agora quanto ao cargo de executivos (as), de chefia, tem que ter competência para tal, e isto não é para qualquer um, nem pra presidanta da Dilma, pois ela, a própria Dilma foi dona de dois comércios populares, destes de R$1,99, e conseguiu levar a falência os dois. Meu vizinho, foi dono de 4 comércios, um boteco, um prostíbulo, uma lojinha de R$1,99 e uma lavação, levou os 4 a falência. Se tem competência vai, se não tem competência afunda, e isto independe de sexo. A antepenúltima e penúltima diretoras da escola onde trabalho eram competentíssimas, o problema da primeira é que dava mijada em quem quer que fosse em público, o problema da segunda é que em alguns momentos ela dava uma arrefecida; contudo a atual diretora é um desastre total, quer agradar a gregos, troianos, espartanos e persas, quando tenta dar uma dura, ninguém leva a sério, somos nós professores que temos que dar um geito na coisa, porque pela vez da diretora, a escola vira do avesso por completo. Competência não tem sexo, ou é competente ou não, criatividade não tem sexo ou é criativo ou não, capacidade de liderança não tem sexo ou é líder ou não, capacidade de comandar não tem sexo ou é comandante ou comandado.
            Por último, denuncias o mal que tu mesmo defende, dizes que o feminismo moderno é contra a violência á mulher em qualquer circunstância. Pergunto, em qualquer circunstância mesmo? Mesmo quando a assassina é a mulher e a polícia mete o porrete na ideia?

            Minha cara, não adianta chorar, você tentou defender a Dilma e atacou a mulher do Temer, atacando a mulher do Temer com a desculpa de que a Dilma não é bonita nem do lar, defendestes indiretamente com todas as unhas e dentes o destaque da revista Veja que falava das bigodudas, e desta matéria você não falou mal, mas no post está bem destacada. As bigoduda de pelo no sovaco, aborteiras e homossexuais nem um arranhão. Por quê você não atacou a revista por defender e dar destaque a reportagem da geração Z? Fale mal da geração Z que a revista defendeu, pois estas defendem o aborto, a ideologia de gênero, o casamento homossexual, a família plural, o incesto, a zoofilia. Vai lá, comente sobre a matéria geração Z. Mas a Dilma defende a geração Z abertamente. E depois sou eu que fico perturbado com as feminista moderna, grande bosta, tudo farinha do mesmo saco.

            Eu defendo a pessoa humana, defendo que deveríamos parar de imaginar um mundo melhor, defendo que deveríamos lutar para salvar almas, defendo que deveríamos lutar contra satanás, lutar contra a imoralidade, pois luto contra os meus pecados, e o pecado é cometido por homens e mulheres, jovens e crianças, adultos e idosos. O ser humano não presta, e querer por feminismo moderno x feminismo antigo é conversa fiada. Se o feminismo moderno aceita tudo, porque você falou mal da revista por falar da mulher do Temer e não falou nada da geração Z? Porque o feminismo moderno aprendeu a dar o tapa e esconder a mão.

    • Eduardo Araújo

      Clara, que interessante. Você diz que o Alex Hoffmann generaliza, mas é só o que você faz, desde o primeiro comentário, quando menciona um “feminismo primitivo” em oposição ao “feminismo moderno” que só buscaria respeito e pluralidade. Sei …
      Quando o Alex mostrou o que feministas VERDADEIRAMENTE MODERNAS fazem, tentou uma nova categorização pondo as feminazimarxistas (boa, Hoffmann!) à parte desse grupo de boazinhas centradas no respeito.
      No tocante a preconceitos (tanto faz se mini ou maxi) também não é preconceituoso afirmar de quem se está conversando coisas como “você jamais saberá …”?

      • Clara França

        Caro Eduardo Araújo. Não respondo por “feminazimarxistas”, respondo apenas por mim. E tão difícil aceitar que os conceitos mudam com o passar do tempo, adaptando-se ás novas realidades das épocas… E de lugares… E de pessoas… É bom o diálogo. A intenção foi de “fazer o bem, tentando me converter e até agora só recebi insultos, sendo chamada de “feminazi”. Sidney foi mais humilde para ao menos me entender. Eu estou encerrando minha participação nesse “diálogo” #IroniaModeOn. Não devo jogar minhas preciosas pérolas aos porcos. Saio daqui feliz que ao menos uma semente caiu em terra boa.

        E caro Alex Hoffmann, você pautou suas respostas tentando encontrar algumas “contradições” nos meus comentários. Achei umas nas suas também. “Mesmo quando a assassina é a mulher e a Polícia mete o porrete na ideia?” “Eu defendo a pessoa humana”. A pessoa humana não pode ser uma mulher que assassinou alguém, nem uma transgênero nem uma mulher adúltera, que por sinal, um dia foi salva de ser apedrejada por um certo homem de longos cabelos e fez um risco no chão. Em seguida exclamou algo como “Quem não tiver pecados que atire a primeira pedra”, corrija-me se estiver errada. Ai aconteceu uma coisa chamada Consciência Pesada. E Jesus protegeu e mais que isso, lavou a alma da mulher de seus pecados!

        E só aproveitado o ensejo, sobre a geração do sexo indefinido vamos parar de ter esse comichão de querer converter meio mundo ao catolicismo. É muito mais efetivo converter um amigo, e próximo, do que converter um total desconhecido da rua. Este é o Real sentido de AMAR O PRÓXIMO. É conhecendo alguém, amando-a, com ela admirando seus exemplos cristãos, cativando-a aos poucos que vamos introduzindo o amor de Cristo na sua alma e assim, QUEM SABE, convertendo seu coração á ser católico. Mas essa missão é árdua, né amores? É bem mais fácil apontar o dedo, fazer discursos pomposos e poéticos, ver um “pecador”, que antes disso é apenas uma pessoa diferente de você (nem superior nem inferior) e dizer na cara dela o quanto está errada e vir com moralismos. Amar o próximo, não esqueçamos.

        Fiquem com Deus e sejamos misericordiosos.

        • Sidnei

          Clara França, me desculpe, o problema não é apontar o dedo ao pecador mas ao pecado. Exemplo, o adultério é pecado, mas se ninguém falar que o adultério é pecado, ninguém saberá que é, e como então quem comete adultério se converterá de tal pecado?. Não se trata de querer converter meio mundo ao catolicismo, se trata de colocar aos católicos o que é certo e o que é errado, e aqueles que querem ingressar na Igreja também. Todas as religiões, partidos políticos e demais organizações, tem estatutos e regras a serem seguidas, demonstrando o que cada um tem que seguir ou não para participar de qualquer organização que queira entrar, e porque a Igreja Católica também não?. Amar o Próximo é quere que ele não vaia para o inferno, e isto se demonstra dizendo a ele o que é certo ou errado, não se trata de julgá-lo mas de chamar a atenção se caso ele estiver cometendo algum erro, ele deve sair do caminho errado e seguir novamente no caminho correto, e isto também é uma das 7 obras de caridade espiritual (corrigir os que erram), e isto é bíblico, esta desde o profeta Ezequiel cap. 33 até o evangelho de São Mateus cap. 18 quando trata da correção fraterna e demais outras passagens bíblicas que apontam sobre este assunto.

        • Eduardo Araújo

          Clara França:

          “Não respondo por “feminazimarxistas”, respondo apenas por mim”

          Não escrevei nem quis dizer nada parecido com isso. Tão-somente mostrei que você aponta generalizações e preconceitos quando é justo o que faz. Generaliza um bom-mocismo no “feminismo moderno”, mas reconhece a existência das ditas “feminazis”. Mas estas não são feministas modernas? Logo, não cabe a generalização que você fez. E há preconceito quando se pressupõe a impossibilidade de alguém vir a saber e entender algum problema, não?

          “os conceitos mudam com o passar do tempo, adaptando-se ás novas realidades das épocas… E de lugares… E de pessoas”

          Não concordo. Há um viés relativista nesse tipo de afirmação que não se concilia, por exemplo, com a Doutrina do Cristianismo. Não à toa, é um expediente bem conhecido de ditos “progressistas” que reclamam mudanças na “Igreja conservadora”, como aceitação do aborto e do “casamento” gay.

          Não me passou pela cabeça lhe insultar nem lhe ofender. Reli o meu comentário e não percebi isso. Caso assim o tenha percebido, poderia me indicar onde e esclarecerei.

          Fiquemos com Deus e sejamos misericordiosos.

        • Clara França, defenda aqui, não exijo que o faça em nenhum outro lugar para não sofreres represálias, faça-o aqui, a defesa da mulher bela, recatada e do lar mostrando o porque e a necessidade de defender esta ideia e propagá-la perante o nosso mundo?

  • Geraldo

    A REPORTAGEM ACERCA DA MARCELA TEVE COMO ESCOPO VELADAMENTE CRITICÁ-LA PELA MODESTIA!
    Mas, deram com os burros n’agua, pois esse tipo de comportamento é de relativistas que a elogiaria se estivesse, linda como é, fazendo “ENSAIOS FOTOGRÁFICOS”, quer dizer, “EXPONDO-SE À NUDEZ COMO MERCADORIA DE CONSUMO” – isso mesmo que é a tradução!
    As legiões infernais estão ativíssimas agindo contra o proprio Jesus, como sob os comunistas e em subvertidos por esses, ajudadas pelos que deveriam adorá-Lo, sabendo que lhes resta pouco tempo, agindo publicamente, embora elas dissimulem também em modelos muitos atraentes, como sob lindas mulheres exibindo-se seminuas e excitando paixões na midia geral – essas são postas em relevo, como as novas deusaS incensadas do pedaço!
    Afinal, na arte de trapacear e de aplicar golpes, dissimulados de anjos de luz, o diabo e suas hostes são experts!
    Esse é também o indicativo da descomunal apostasia que cada dia mais se acentua, tendo como evidencias mais a disseminação da corrupção em todas as esferas sem serem confrontadas, NOMEANDO SEUS AUTORES, PT, LULA, DILMA, COMUNISTAS NO PODER IMPONDO-SE SOBRE CATÓLICOS E ESSES INERTES, COMO QUE ANESTESIADOS!
    E a imoralidade à vista de todos, graças a esses detestadores da modestia? Essa chegou a níveis intoleraveis, mostrando os que deveriam se insurgir contra elas, acuaram-se, submetendo-se à onda avassaladora de pecados que a todos envolve, e rejeitar o Senhor Deus pela sua Igreja dá ao diabo a oportunidade de dominar a situação e poder arrebanhar muitas almas!
    Nossos locais públicos, se os compararmos ao clima reinante dentro das boemias, em materia de imodestia e lascivia das mulheres, acaso diferencia-se das que vemos “tranquilas” pelas ruas, exibindo-se? Evidente que não; às vezes, cá fora, estariam até pior!
    Chegamos a um ponto extremo de alienação à fé católica de sucederem fatos como esse, de quererem desvirtuar que a mulher modesta!
    Já não bastam as atuais profanações de supostos católicos acedendo à S Comunhão: sem se confessarem, muitas mulheres vestidas com as mesmas roupas que vão às boites, casais gays e de lésbicas, amasiados, “católicos” vinculados a comunistas…
    *Quase não se encontrará a inocência nas crianças nem pudor nas mulheres, e nessa suprema necessidade da Igreja, calar-se-á aquele a quem competia a tempo falar.” (I – 7).
    Enquanto isso, salvas as exceções de sempre, como aqui, nosso clero silente e retrátil, a começar da ecohumanista CNBB!
    * N Senhora do Bom Sucesso.

  • Déa Miranda

    Que bom que surgiu alguém para ver esta questão de outro ângulo. Parecia que ninguém ia se aventurar em abordar o outro lado da questão. Vivemos em um mundo onde os valores estão todos invertidos e, os que não concordam com os modelos atuais, simplesmente se acovardam. Ser “recatada” e “do lar” passou a soar como algo pejorativo. A massa determina a conduta e, todos a seguem, sem nenhum espírito crítico.
    Com essa questão, as fotos da Frida Kahlo e Simone de Beauvoir se multiplicaram nas redes sociais, como modelos a serem seguidos. Este texto vai ajudar a muitas pessoas, que ainda não têm o conhecimento, a fazerem uma análise verdadeira e chegarem a um bom discernimento.

  • Amanda

    Há muitos meses eu não encontrava umas ex-colegas de trabalho e resolvemos sair para colocar o papo em dia na semana passada.
    Fiquei impressionada com a mentalidade feminazi que as atingiu. É um “vírus” que está contaminando as mulheres.

    O mais engraçado da noite foi ouvir todo o discurso de empoderamento e uma delas comentar: “eu trabalho só com homem, né?” e o restante, em coro, diz: “sortuuudaaa, arrasou, odeio trabalhar com mulher!” .
    Pensem no meu sofrimento por ter que aguentar a risada nesse momento…

    • É um vírus, mesmo! E até as mulheres católicas, mesmo as mais devotas, foram contaminadas por ele, em sua maioria. Quando adolescente, eu já amava muito Jesus, mas era impregnada de feminazismo.

    • Carolina Mulller

      Não entendi. Ser feminazi não é praticar misandria? Então como ser feminazi e ter apreço por trabalhar só com homens? Ser feminazi não é se sentir superior aos homens? Se for para conceder relevância ao comentário, que considero irrelevante e sem qualquer espelho de ideologias, seria no sentido oposto.

  • Pedro Vinicius do Nascimento

    Quero parabenizar o Blog por mais um excelente post!
    Gostaria de saber se podem sugerir alguma bibliografia sobre a temática.
    Que Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo junto de sua Santíssima Mãe possam abençoar sempre vocês!

  • João Pedro Strabelli

    Me ocorreu agora. A Veja é uma revista ruinzinha de serviço, já que ficou tentando tirar o Lula da presidência desde que ele entrou e não conseguiu. Depois tentou de todas as formas tirar a Dilma e igualmente não conseguiu. Tá certo que ela vai cantar de galo agora que a pressão popular (daqueles populares que não leem a Veja) vai tirar. O fato é que a Veja só vendeu nesta última década para quem era contra o Lula e a Dilma, já que de 52 capas, 51 eram contra e a outra foi quando acharam um monte de ligações de um repórter seu para alguém preso pela justiça. Aí ela preferiu falar de outra coisa. Bom, a Veja precisa vender e, assim que a Dilma sair, vai ficar difícil vender para quem queria a Dilma fora. Daí e cada vez mais, apelo popular do pior jeito possível.

    E o que nós temos com isso? Uma coisinha simples que, inclusive, vale para os outros meios sociais todos. Eles sobrevivem de vendas e morrem de medo de mexer com os implicantes de qualquer tipo. Por isso evitam de todo e qualquer modo qualquer reportagem falar qualquer coisa que ofenda estes grupos. Exceto os católicos, porque estes aceitam tudo quietinhos. Nosso erro está aí. Reportagens contra o PT, por exemplo, fizeram todos os petistas cancelarem suas assinaturas. Reportagem contra os cristãos, bom, eles tem que entender que esta é uma revista que abrange vários pontos de vista. E, se por acaso reclamar, é retrógrado e preconceituoso. E nós engolimos isso!

    As últimas vezes que alguém da Veja ligou aqui em casa para me vender uma assinatura eu fiz questão absoluta de dizer porque não queria. Na época eles tinham feito uma série de reportagens dizendo que aumento salarial para professores não melhorava a educação, o estado de São Paulo acreditou tanto que passei quase três mandatos sem um único reajuste e fiz questão de dizer claramente isso à gentil funcionária que tentava me vender. Pena, fosse hoje eu teria lembrado que a revista não preza pelos valores cristão e aumentado meus motivos. Mas, quem sabe, um dia eles voltam a ligar. Quem sabe isso não seja uma forma de dar uma pressão até bem mais simpática e pacífica que a dos outros grupos?

    P.S. – Ah, para quem acha que a direita e o capitalismo são bons porque são contra os comunistas e da esquerda, bom, a Veja é capitalista de direita. Isso de o inimigo do meu inimigo é meu amigo é uma furada enorme.

  • Iara Borges

    Recado antigo do saudoso Pe. Léo para as pessoas que pensam que podem ser católicas e defender as práticas e ideologias esquerdopatas ao mesmo tempo…

    https://www.facebook.com/853659717991593/videos/1177460908944804/

    Se, naquela época, quando Lula estava apenas começando a mostrar suas garrinhas, padre Léo já falou essas coisas, imagine o que não diria se visse como estamos hoje…

    Padre Léo sim trabalhou como poucos em vista dos menos favorecidos e marginalizados, pôs em prática a verdadeira doutrina social da Igreja, não essa doença que atende pelo nome de comunismo, esquerdismo, feminismo ou qualquer coisa semelhante… Hoje faz uma falta imensa para a Igreja, mas estou feliz por ele não estar aqui conosco hoje, vendo essa lama que cobre o Brasil a cada dia…

    Pe. Léo, rogai por nós!

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