PL 5069 – 4 motivos pra achar que feminazis não sabem ler

Oi, Povo Católico!

Vamos lá… faça um exercício de cidadania: pegue uma cartilha e ensine suas amigas feminazis a ler (feminazis = feministas predominantes na atual geração, que idolatram as ideologias de esquerda em detrimento da realidade)! Desde que o Projeto de Lei 5069/2013 passou na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (CCJ) as moças estão em polvorosa espalhando uma quantidade cavalar de besteiras na internet! Só pode ser falta de informação… ou será que estão mentindo descaradamente? Bem, O Catequista te dá 4 motivos pelos quais chegamos à essa triste conclusão. feministas

1) AS FEMINAZIS DIZEM QUE A LEI DIFICULTA O ATENDIMENTO ÀS VÍTIMAS DE ESTUPRO

Mas olha que afirmação maldosa! O PL 5069/2013 garante O MESMO ATENDIMENTO a mulheres vítimas de estupro. Incluindo aí, o direito ao aborto (infelizmente). Então qual é o mimimi?

É que hoje, depois da aprovação da lei 12845/2013, existe uma “facilitação” do boletim de ocorrência, que na prática, é apenas uma declaração de “fui estuprada”, sem maiores consequências no âmbito policial. É um papel apenas para autorizar o aborto de qualquer maneira, sem necessidade alguma de se provar nada. Na prática, por conta disso, o aborto é plenamente liberado no Brasil, em qualquer caso. Sim, em qualquer caso, já muitas denúncias de estupro são falsas (leia matéria do Jornal Extra sobre o assunto).

O projeto fecha essa brecha armada pelas feminazis propondo que se prove a necessidade do aborto através de um boletim de ocorrência de verdade, feito em uma delegacia (ou órgão equivalente). A lei brasileira não pune o aborto em caso de estupro ou quando não há outro meio para salvar a vida da gestante. Então, para ficar dentro da lei, a mulher precisa provar um dos dois.

Então o atendimento foi dificultado? Claro que não! Quando uma mulher sofre um estupro ela precisa de cuidados médicos por conta de danos físicos e psicológicos. E isso, ela tem garantido a qualquer momento sem a necessidade de provar nada! Ela só precisa do Boletim de Ocorrência caso vá fazer o aborto.

Só que essa não é uma decisão que se toma logo que se é estuprada. A mulher precisa perceber que está grávida e tomar a dura decisão de abortar. Aí sim, ela precisará do registro! Antes disso, poderá ser atendida normalmente.

feministasSilvioSantos

 

2) AS FEMINAZIS DIZEM QUE A MULHER FICOU MAIS VULNERÁVEL

Por que? De onde tiraram essa ideia? Hoje uma mulher fragilizada por um estupro é facilmente manipulada para não denunciar seu agressor e assediada por “médicos” e “farmacêuticos” fora da lei, que oferecem métodos e medicamentos para abortar. Isso é uma coisa boa? As feminazis acham que sim.

O PL 5069/2013 protege a mulher incentivando-a a denunciar o estuprador, que precisa ser preso, antes que repita o crime com outras mulheres ou até mesmo com a própria vítima!

Além disso, criminaliza os bandidos que se aproveitam do desespero de uma mulher estuprada que se descobre grávida para vender remédios e procedimentos arriscados, levando – aí sim – muitas mulheres a sofrer sérias consequências, inclusive a morte.

E pra piorar a situação, existem grupos no Facebook que facilitam o acesso a esse tipo de procedimento e medicamentos. Sempre no intuito de ajudar as pobres moças. Quantas vezes você já fez caridade sugerindo remédios e operações fora da lei? Pois é… só os bandidos que fazem isso ficarão fragilizados.

Feminazi

 

3) GRAVIDEZ É DOENÇA? AS FEMINAZIS ACHAM QUE SIM.

Gravidez não é doença! Se fosse, você provavelmente não faria um “book de gestante” para registrar a barriga. Ao menos eu nunca vi alguém fazer book de esquistossomose, por exemplo.

Mas a lei 12845/2013 acha que é. Então ela prevê uma “profilaxia para a gravidez” inciso IV do artigo 3º. Profilaxia é o uso de medicamentos e recursos para evitar doenças. Ué? Isso está errado, não está? Claro! Então o nosso querido PL 5069/2013 resolve o problema suprimindo esse termo ridículo da lei.

Você viu problema nisso? Não né? Mas era mais uma brecha que permitia oferecer medicamentos e procedimentos abortivos às grávidas desesperadas e as feminazis curtiam horrores. Com a nova PL, a farra acaba.

 

4) FEMINAZIS DIZEM QUE A LEI É UM RETROCESSO POIS AS MULHERES ESTUPRADAS PERDEM SEUS DIREITOS

Não muda absolutamente nada para as mulheres que foram estupradas. Elas continuam com direito a atendimento médico, psicológico e infelizmente, à pílula do dia seguinte e até mesmo ao aborto. Tudo igualzinho! A única mudança é para a bandidagem que não tem mais como fazer abortos via SUS, às custas do dinheiro do povo, inventando estupros que jamais existiram.

A farra é tão grande que até mesmo o conceito de estupro foi pervertido. A lei em vigor (12845/2013) estabelece que estupro é qualquer tipo de relação sexual não consentida. O problema é que não se estabelece o que é relação sexual e nem o que significa este consentimento. Pela lei atual, uma esposa que faz sexo com o seu marido sem estar lá com muita vontade, mas só para agradá-lo, pode alegar que fez sexo não consentido. E isso, por esta lei é estupro! A nova PL 5069/2013 estabelece que se deve seguir o conceito de estupro do código penal. Afinal, nosso sistema judiciário não pode ter dois conceitos distintos para um mesmo crime!

Mas esta mesma lei que estabelece que tudo pode ser estupro também não se preocupa com a punição aos estupradores, já que ninguém precisa fazer denúncia alguma, nem provar nada.

Agora me diz onde está o retrocesso?

 

RESUMO DA ÓPERA

As mina feminazi piram porque dizem que vamos perder uma lei mais rígida contra o estupro. Rígida é? Com quem? Se a vítima não precisa provar, se o bandido não precisa ser preso, se qualquer um pode oferecer remédios e aborto pra todo mundo sem controle algum, a rigidez é com quem?

Com o bebê e com a vítima que vira mero fantoche de uma indústria que quer se instalar no país a qualquer preço.

E todo esse estardalhaço é porque demos apenas um primeiro passo, uma primeira vitória, na luta contra o aborto no Brasil. A PL 5069/2013 sequer está em vigor! Ela apenas ganhou o direito de ir à plenário. Ainda tem muita água pra rolar embaixo da ponte.

Mas o medo é muito, afinal, o que está em jogo não são os direitos sobre o corpo, mas a destruição da família. Cidadãos sem família são frágeis e muito mais controláveis. Sem falar em todo o dinheiro que vai entrar se esta indústria for oficializada no Brasil.

Sobre isso, vale muito a pena ler um dossiê preparado pelo site votopelavida.com sobre como o aborto foi legalizado aos poucos no Brasil, sem você perceber.

 

BÔNUS!!!!!!!

Olhaí! Mais uma prova! Ontem no Rio de Janeiro foi instalada uma CPI para apurar a prática clandestina de aborto (veja a notícia aqui). Sabe o que aconteceu? Centenas de feminazis lotaram a Cinelândia protestando contra mais este abuso dos conservadores entranhados no governo!

Ué… mas elas não estavam preocupadas com as “milhares” de mulheres que morrem todos os dias em abortos clandestinos (já desmascaramos essa mentira aqui)? A CPI é pra isso… então por que elas estão protestando?

Só pode ser porque não sabem ler… só pode!

Feministas

 

Fontes pra você tirar suas próprias conclusões (já que você sabe ler):

Texto oficial do PL 5069/2013, projeto de lei que passou na CCJ e fecha as brechas para a prática do aborto ilegal no Brasil

Texto oficial da Lei 12845/2013, que cria todas essas brechas (logo abaixo de onde está escrito “Atos do Poder Legislativo”)

59 comments to PL 5069 – 4 motivos pra achar que feminazis não sabem ler

  • Vagner

    Muito bom texto… bastante esclarecedor.
    Só uma observação: no 3º parágrafo do 1º motivo, creio que o correto seria “O projeto fecha com essa brecha ‘armada’…”

  • Rodrigo

    Excelente texto, observei nos dias posteriores a votação que vários sites colocavam a aprovação da Lei como algo absurdo. Sinceramente ou eles são burros (e isso eu sei que não são!!!!) ou existe todo um esquema de manipulação da sociedade por diversas mídias. Precisamos urgentemente e sistematicamente divulgar este tipo de texto pois estamos claramente em uma luta onde o outro lado está “fortemente armado”.

  • MARCOS

    O artigo está ótimo, mas, como sou chato (e advogado), vou fazer duas correções:

    * – Primeiro motivo, segundo parágrafo, bem no finalzinho:
    “já que a esmagadora maioria das denuncias de aborto é falsa” – creio que deveria estar escrito “denuncias de estupro”, não aborto;

    * – Terceiro motivo, segundo parágrafo:

    “ela prevê uma ‘profilaxia para a gravidez’ no artigo 4 do parágrafo 3” – O correto é “inciso IV (quarto) do artigo 3o.”!…

    Independente disso, ótimo post, parabéns!

  • Juliana

    As feminista, elas luta pelos noço direito fazeno xixi em público, seus opreçô talibam.

    • Nem, brinca, porque daqui a pouco vai ser mais seguro para nós mulheres fazer xixi em algum camtinho da rua, mesmo, em vez de utilizar os banheiros públicos. Isso porque (eu soube por alto) a justiça brasileira deu aos transexuais o direito de usar os banheiros femininos. Agora imagine se, em uma restaurante, uma mãe ou pai vai deixar que sua filha de dez anos vá sozinha ao banheiro, com o risco de ter lá dentro um sujeito que tem pênis e um gogó enorme, mas jura que é mulher porque usa batom…

      • Juliana

        Banheiro trans primeiro. Depois nóis cuida dos 60 mil homicídios por ano.

        Depois vêm reclamar quando uma “mulher trans” ( homem com peito falso) ganha prêmio de mulher do ano. Mas como, se todo mundo sabe que “ninguém nasce mulher, torna-se mulher”? Mas o trans, ah, esse nasceu mulher.

        • Banheiro trans primeiro. Depois nóis cuida das centenas de meninas (de 10 a 17 anos) que se prostituem nas ruas das cidades brasileiras, à vista de todos.

          Banheiro trans primeiro. Depois nóis cuida da violência obstétrica sofrida pelas mulheres em boa parte das maternidades públicas de todo o Brasil.

          Banheiro trans primeiro. Depois nóis cuida da quase que total ineficiência da lei maria da penha para reduzir a violência contra a mulher no Brasil.

  • Como sempre, devo parabenizar pelo texto bem escrito! Porém, desta vez, gostaria de ver esclarecidos alguns pontos da lei, que quando leio em matérias comentando o projeto, fazem sentido e que, quando leio a lei, me trazem MUITA dúvida.

    Primeiro: parece lógico para mim (que sou advogada) que, para autorizar o aborto decorrente de estupro, DEVA ter um boletim de ocorrência registrado, caso contrário, fica o dito pelo não dito. Nesse ponto, para mim, a lei acertou.

    Pelo texto de lei, eu fico em dúvida se em caso de estupro a mulher deve PRIMEIRO buscar ajuda médica, ou ir à delegacia fazer o BO e o exame de corpo de delito – que, como sabemos, é um procedimento demorado e humilhante para quem já está se sentindo a pior das pessoas. A possibilidade de, ao procurar uma unidade de saúde, já conseguir lavrar o boletim de ocorrência e ser encaminhada ao IML para o exame, foi excluída, ou nunca existiu?

    Sabemos que a pílula do dia seguinte é um MÉTODO CONTRACEPTIVO, e não ABORTIVO. O que se tem alegado é que em casos de estupro, o médico não poderia ministrar ou receitar essa pílula, sob pena de correr o risco de estar “indicando um aborto”. Isso confere?

    Em tempo: SOU CONTRA O ABORTO, pois acredito que o direito ao próprio corpo não é extensível ao corpo de uma terceira pessoa. Quando eu estava na 8ª série, meu professor de religião (um seminarista franciscano) nos deu uma aula sobre o tema, e terminou falando que a alegação de muitas mulheres de que “o corpo é meu, eu faço o que quero” não colava, pois “o corpo é seu, mas a criança que está no seu útero não faz parte do seu corpo, ela é um outro corpo”. Desde então, eu sou TERMINANTEMENTE CONTRA o aborto.

    • Oi Grasiele! Obrigado pelas dúvidas!

      Vamos primeiro a questão do Boletim de Ocorrência. A lei anterior falava em uma “facilitação” do BO, que na verdade, era apenas uma brecha para apenas preencher um formulário sem maiores consequências e sem nenhum tipo de compromisso em provar ou ao menos evidenciar a acusação. Concordo com você que seria excelente se houvesse uma maneira de fazer o BO com confiabilidade fora de uma delegacia. Mas, infelizmente as feminazi tornaram isso quase impossível.

      Sobre em que ordem se deve fazer as coisas: o BO só é necessário para fazer o aborto, assim, caso a mulher queira se submeter ao procedimento, precisa primeiro fazer o registro da ocorrência. Se ela necessitar de qualquer tipo de ajuda médica que não implique em aborto, pode ir direto para a unidade de saúde. Lembrando que a tomada de decisão de “fazer o aborto” não é algo que seja feito do dia pra noite. Implica em descobrir a gravidez e tomar a decisão (que certamente não é um processo rápido).

      Sobre a pílula do dia seguinte, ela é abortiva SIM! Ok, quando não há embrião ela atua como anticoncepcional, porém se tiver ocorrido fecundação (e isso é algo que pode ocorrer imediatamente após o ato sexual) ele atua para a destruição do embrião, logo é aborto. Infelizmente a pílula do dia seguinte é permitida no Brasil e nada disso será alterado por este projeto de lei.

      Espero ter ajudado! Fique com Deus!

    • Gente, continuo com a mesma dúvida sobre o atendimento médico. Vou tomar a minha provável reação no caso desse crime imperdoável (desculpem, sou humana, pra mim é IMPERDOÁVEL): se eu fosse vítima, iria PRIMEIRO a um posto de atendimento (UPA, posto de saúde, hospital), pois as lesões sofridas em caso de estupro não se restringem à região genital. Não é cultura das brasileiras sofrerem um estupro e sair correndo atrás de delegacias, onde muitas vezes são MAIS HUMILHADAS ainda, mesmo nas Delegacias da Mulher. O que faz com que essas mulheres também deixem de buscar ajuda policial (vimos isso nos relatos de professores da área, na época da faculdade) é o medo de represália dos agressores, aquele medo de que eles voltem para se vingar por conta da denúncia.

      Daí vem o meu medo: estando a mulher machucada, humilhada, desorientada, não busque a polícia num primeiro momento, mas sim atendimento médico – e, por essa razão, acabe por fazer com que evidências desapareçam com o tempo, por medo, por exemplo. E, se ela resolver fazer o B.O. depois, talvez não haja provas conclusivas no exame de delito.

      Continuo concordando e achando lógico que as mulheres devam apresentar o B.O. de estupro, pra terem seu pedido de aborto concedido. Só que acho muito temerário obrigar que as mulheres busquem primeiro o atendimento policial (que nem sempre está preparado para isso), do que o atendimento hospitalar. E isso, pra mim, dificulta muito o ATENDIMENTO (físico e psicológico) das mulheres vítimas de estupro.

      Talvez devesse ser feito uma emenda no projeto, para que houvesse um meio de se considerar que o atendimento feito em hospitais de mulheres nessa situação também servisse, no mínimo, de evidência a ser considerada como caracterizadora de estupro (assim, não se “perderiam” provas das lesões), ou, em uma hipótese mais “sonhadora”, que o médico, ao constatar a possibilidade de estupro, fosse OBRIGADO a dar declaração nesse sentido e orientasse a paciente a fazer o B.O. – que seria feito na mesma hora, no próprio hospital, onde deveria ter um posto avançado para isso (e também para casos de violência doméstica).

      Acredito que uma discussão um pouquinho mais detalhada em pontos específicos da lei a fariam muito melhor e mais eficiente.

      • Grasiele, procurar primeiro o atendimento médico não quer dizer que não se deva ir à delegacia prestar queixa contra o criminoso a fim até mesmo de evitar um novo ataque. A maioria das evidências não some em um primeiro dia e alguns dos laudos médicos podem servir para abrir o Boletim de Ocorrência.

        Mesmo assim, os hospitais devem ser orientados à encaminhar as vítimas para abertura do BO como parte do atendimento, ainda que, em um primeiro momento deem foco na questão médica.

  • Catequista Mitando Mitosamente!!!

  • Juliana

    Tem uma página aí, uma tal de Quebrando o Tabu, que compara abandono com aborto. Uma conhecida foi compartilhar e eu tive q perguntar. Vem cá, e aborto provocado por terceiro, tb despenaliza?

    • Boa observação, Juliana! Sobre essa questão do abandono paterno (do qual fui vítima, logo ao nascer), colo aqui o comentário do professor de Filosofia Francisco Razzo:

      Abortistas não têm mínimo de vergonha em passar o máximo de vergonha. E o que é pior: vergonha pública. Se se limitassem a falar certas coisas no boteco para descontrair com os amigos, vai lá, mas eles publicam com aquele irresistível esnobismo de autoridade intelectual. Leio do perfil do grande intelectual brasileiro Tico-Santa Cruz, que só não é maior devido à insuperável concorrência (Jean Wyllys, Gregorio Duviver, Leonardo Sakamoto…): “O aborto masculino é legalizado: 5,5 Milhões de crianças brasileiras sem o nome do pai na certidão de nascimento”. Desfrutem da oportunidade de pensarem a respeito o que sem a ajuda dos intelectuais jamais pensaríamos: não reconhecer o próprio filho só pode ser exatamente igual a matá-lo. Crianças sem o nome do pai não têm qualquer diferença com aquelas crianças mortas ao serem arrancadas do ventre. Em última instância, as 5,5 milhões de crianças sem o nome do pai na certidão de nascimento devem ser uma espécie de 5,5 milhões de zumbis — muito mais vivos do que morto, convenhamos. Pois imaginem: as crianças sem o registro civil, que provavelmente devem figurar como personagens da série The walking dead, são super zumbis — já que estão muita mais mortas do que viva. Esses intelectuais brasileiros são brilhantes.

      Pessoalmente, só posso dizer uma coisa: se aborto fosse igual a abandono, eu não tava aqui, chorando, sorrindo, e sacudindo minha linda cabeleira na cara da sociedade. Estou vivaaaaaaaaaa! Mamãe, empregada doméstica e semi-analfabeta, não me abortou. O abandono do meu progenitor me prejudicou muito, mas não me matou nem me tirou a possibilidade de seguir em frente e ser feliz. Então, comparar aborto a abandono é algo muito idiota e distante da realidade.

      Ademais, por lei, o pai é obrigado a registrar a criança e lhe pagar pensão. Na época em que nasci não era bem assim (na verdade, não sei se foi até melhor assim).

      • Stéphanie

        Adorei o “sacudindo minha linda cabeleira na cara da sociedade”

      • Juliana

        Infelizmente, existe abandono. Eu fico grata por vc compartilhar isso. Esses iluminados que comparam abandono com aborto são delinquentes. E tem outra coisa: os pais que abandonam podem um dia voltar atrás, mas quem impede um filho de nascer, gente… por favor…

      • MARCOS

        que piada de mau gosto essa comparação! e que show esse comentário do Prof. Francisco Razzo. Mas estou me perguntando: esses abortistas que criaram a comparação comem cocô????

        • Se comem cocô eu não sei. Mas imagino que devam ler muito Michel Fucocô, o que dá no mesmo que comer cocô.

          • MARCOS

            Se você estender o conceito da frase bíblica “nem só de pão vive o homem”, para além do alimento espiritual, incluindo aí a necessidade de alimento moral, intelectual etc., ler muito esse tipo de coisa é comer cocô, quase que literalmente…

    • Gio

      Bom dia, Juliana!
      Acredito que a resposta sua pergunta se encontre no Código Penal Brasileiro no arts. 125 e 126:
      “Aborto provocado pela gestante ou com seu consentimento
      Art. 124 – Provocar aborto em si mesma ou consentir que outrem lho provoque: (Vide ADPF 54)
      Pena – detenção, de um a três anos.

      Aborto provocado por terceiro
      Art. 125 – Provocar aborto, sem o consentimento da gestante:
      Pena – reclusão, de três a dez anos.

      Art. 126 – Provocar aborto com o consentimento da gestante: (Vide ADPF 54)
      Pena – reclusão, de um a quatro anos.
      Parágrafo único. Aplica-se a pena do artigo anterior, se a gestante não é maior de quatorze anos, ou é alienada ou debil mental, ou se o consentimento é obtido mediante fraude, grave ameaça ou violência

      Forma qualificada

      Art. 127 – As penas cominadas nos dois artigos anteriores são aumentadas de um terço, se, em conseqüência do aborto ou dos meios empregados para provocá-lo, a gestante sofre lesão corporal de natureza grave; e são duplicadas, se, por qualquer dessas causas, lhe sobrevém a morte.”

      Interessante que a própria lei busca priorizar a defesa da vida sem deixar qualquer espaço ou brecha – segundo meu ponto de vista, bem como outras leis excelentes a todos sem excluir ninguém. E ainda tem gente que reclama que falta punição adequada para todos os crimes ou dizer qual a maneira certa do “modo de viver”. O Brasil tem sim uma boa legislação (tirando as absurdas ou capengas, claro), mas falta a correta aplicação da lei por parte daqueles que estão aí para fazer valer o certo. Porém, devido a esses rebuliços lamentáveis contra a própria sociedade e em todos os aspectos mais relevantes à ordem natural do mundo precisa-se destes complementos legais.

      Parabéns a equipe do site! Iluminou várias dúvidas que me acercavam!

      • Juliana

        Queria saber se esses abortistas tb querem despenalização do aborto até nesses casos.

        • Gio

          Acredito que não procurem despenalizar. Pelo menos nunca vi essa hipótese a não ser para o caso da eutanásia que já é um oooooutro ponto bem polêmico, mas igualmente comparável ao aborto nesta questão. Em suma, nos dois casos considero a existência de violação a vida por mais “legítima” que a tal “solução” seja aplicada a situação

    • Sandro

      Essa tentativa de igualar aborto com o abandono paterno é uma das coisas mais ridículas que eu já vi na vida!

  • ladislau

    Um dúvida, já ouvi questionamentos que existem estupros que não se podem provar com o exame de corpo de delito, disseram que no caso de uso de drogas, bebidas… a vítima acaba ficando desacordada e não reage, impossibilitando o registro de qualquer marca no corpo!
    Isso é verdade ou existe uma forma de saber se houve estupro mesmo nesses casos?
    Grato!

    • Ladislau, a imensa maioria dos estupros deixa lesões. Em alguns poucos casos, quando não deixa lesões, deixa vestígio de sêmen (o que, no caso da vítima que em gravida do estuprador, necessariamente, deve existir).

      Fora isso, para o registro do boletim de ocorrência, contam muito as evidências testemunhais, e não somente o exame de corpo de delito, que pode ser inconclusivo no caso de ausência de lesão.

    • As lesões a que essas pessoas se referem normalmente são marcas de arranhões, tapas, agressões físicas longe da área genital.

      NO ENTANTO, há outras lesões na área, em que mesmo que a pessoa tenha seu consentimento ou poder de defesa alterado (através de substâncias que vc citou, por exemplo), ainda ficam algumas lesões características. Mas a rapidez em realizar o exame de delito é fundamental nesses casos.

  • André Bohn

    Excelente artigo, muito claro e preciso. Essa gente é insistente em ser idiota útil, será que elas ganham anticoncepcional de graça, da industria farmacêutica? Mas infelizmente ai está a tão falada nova ordem mundial, nada mais é do que o antropocentrismo no mais alto grau do egoismo.
    Pelo poder, dinheiro e prazer se faz qualquer coisa, por qualquer meio, não importa a que custo. Os fins justificam os meios. O materialismo sendo filosofado e arquitetado durante esses últimos 500 anos, está começando a perder força, graças a artigos como este. Parabéns, a luta será grande, mas no final valerá a pena, cada bebê salvo, será uma Glória de Nosso Senhor.

    Obrigado

  • André Bohn

    A esqueci de comentar, segundo o ENEM ninguém nasce mulher, então não se pode defender o direito de algo que não existe. kkk

    • Juliana

      Mas se for travesti nasceu mulher.

    • Patrick

      Rsrsrs… bem dessa. Para ver a coerência, ninguém nasce mulher ou homem, então quem comete a violência contra as mulheres, se na verdade não existe mulher nem homem? Este é nosso ENEM. É rir pra não chorar.

      Por isso nem me irrito mais com a ignorância de muitos jovens, apenas sinto pena deles, e sempre rezo para que Deus proteja-nos da perseguição ideológica esquerdista, que domina o ocidente.

  • Luiz Klelmar

    Filme Blood Money, dublado e completo, no youtube
    https://www.youtube.com/watch?v=6i5m6j6ffrM

  • Gabriel

    Pequena correção:
    ” A lei brasileira não pune o aborto em caso de estupro quando não há outro meio para salvar a vida da gestante. ”
    Faltou o “ou”:

    ” A lei brasileira não pune o aborto em caso de estupro OU quando não há outro meio para salvar a vida da gestante. “

  • o que precisam as feministas:
    -um avental;
    -uma vassoura de cabo médio para dor nas costas;
    -um pano de chão;
    -rodo, bem curto;
    -sabão em pó;
    -escova gasta para esfregar o chão;
    -balde bem grande;
    -sabão de coco;
    – desinfetante de eucalipto;
    – vergonha na cara para começar a trabalhar e para de coçar a 1,1416… (piiiiiiii)!!!!!!!

  • Catequista, eu corrigiria o feminazi trocando pelo termo original feminista, já que, os nazistas mataram somente 60 milhões e os marxistas foram mais eficazes matando um pouquinho mais, escravizando um pouquinho mais, aterrorizando e empobrecendo um pouquinho mais de pessoas.

    • MARCOS

      De fato, o ato de se traçar uma espécie de paralelo comparativo entre feministas e nazistas, através do termo “feminazi” é bastante injusto e ofensivo com esses últimos… Eu diria que é uma forma de opressão contra os seguidores do “austríaco doido do bigodinho”!
      Aliás, falando em opressão, vocês já viram esse vídeo:
      https://www.youtube.com/watch?v=GHD03B6gcqw
      ?

  • Thiago

    Por que o RSS de vocês não funciona mais?

  • Stéphanie

    Olá,
    O Reinaldo Azevedo publicou um post muito bom sobre essas pessoas que protestam a favor do aborto. Sei que o blog discorda de algumas opiniões dele enquanto católico, mas vale a pena ler a argumentação dele. Também tenho minhas divergências de opinião, mas o homem escreve muito bem.

    http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/que-diabo-de-solidao-essencial-condena-as-abortistas-a-uma-militancia-tao-amarga/

    http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/utero-seco-e-toda-mulher-mae-ou-nao-fertil-ou-nao-que-acredita-que-tal-orgao-lhe-confere-especial-competencia-para-marchar-em-favor-da-morte/

  • Dayse

    Olá,
    Sou enfermeira e durante a graduação vi e sofri com a intolerância e injustiça das “defensoras do sagrado feminino”, é assim que algumas professoras chamam o movimento feminista. Elas são incoerentes, pois pregam respeito aos direitos das mulheres até esbarrar em seus interesses pessoais. Lutam pela auto estima das mulher e valorização do trabalho feminino, mas humilham as alunas que não seguem a sua ideologia de arrogância.

  • claudio

    sim pelo que vi as leis dos homens aqui estao muito mais fortes que as leis divinas ,nao seria outro assassinato matando um bebe ???? o que faria jesus nestes casos ,ele daria liberdade para matar um ser inocente???? a mae nao poderia se salvar na hora do parto ????? pra deus tudo é possivel nao é mesmo quem garante que a mae morreria ,???? e no caso do estrupo um ser inocente ficaria a penalizaçao de morte sem saber de nada do que houve pra deus é um ser humano e vive ,porque nao doar a criança para muitos pais que querem adotar uma criança e muitos amam como se fosse seu ????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????

  • Carlos

    Boa tarde. Pergunta nada a ver com o tema, mas que me dá uma dúvida: o diario de Santa Faustina – que fala sobre a devoção a Divina Misericórdia – foi tido como herético pelo Papa São João XXIII, porém o Papa São João Paulo II disse que o livro é fiel a Doutrina. Deve-se ouvir o que a Igreja diz hoje, ontem ou tirar as próprias conclusões? E quanto ao terço da misericórdia? isso é real? é uma invenção? Se puderem responder eu agradeço.

  • Renan

    FEMINA + NAZISTAS = FEMINAZISTAS!
    É a outra versão dada às alienadas e mercenárias das esquerdas, histéricas e alucinadas que azucrinam por aí, pois nazismo, fascismo e comunismo são 3 ideologias que são iguais no básico, diferindo-se entre si apenas em partes secundarias!
    Assim, sincronizam-se nos aspectos material-ateístas, totalitaristas, fortemente opressores e escravagistas!
    Essas arruaceiras e idiotas-uteis estão pró esquerdistas sabendo e tendo tantos ideais quanto esses idem zé-coitados que se enfiam nas manifestações do Stédile, Boulos etc., tocados a sanduba + 50,00!
    Evidente, que elas têm um cachê à altura, cujo objetivo principal por detrás – elas são apenas fantoches – é contestar a doutrina da Igreja, vilipendiar o cristianismo e colaborar na destruição da família, dando no final o relativismo, e facilitando a dominação dos povos para implantação do governo mundial maçônico!

  • Muito bom p artigo ! Que Deus os abençoe e a virgem Maria os proteja de todo o mal para que continuem na missão !

  • Hahahahaha! Recebemos mais um comentário de uma feminazi, que não aprovamos porque foi feito apenas pra confundir. Mas é tão didático que resolvi falar sobre…

    A menina pinta um cenário em que uma mulher acaba de ser estuprada e, ao procurar por atendimento médico no SUS ou pela pílula do dia seguinte, não consegue porque a lei malvada não permite.

    Feminazis não sabem ler mesmo. Está escrito aí em cima com todas as letras que o PL 5069/2013 NÃO MEXE EM NADA NO ATENDIMENTO MÉDICO E NEM NA OBTENÇÃO DA PÍLULA DO DIA SEGUINTE (vamos ver se em maiúscula elas conseguem ler).

    O PL muda apenas a forma de obtenção do ABORTO despenalizado pelo SUS, que evidentemente não será feito por alguém que acaba de ser estuprada, mas semanas ou meses depois.

    Então, feminazis, não me venham com essa conversinha pra confundir e mentir que não caímos nessa ok? E não vamos publicar nada aqui que corrobore com as suas mentiras. Abs!

  • Thais

    O conteúdo de vcs é sempre mto claro e bem trabalhado; acho que fazem um trabalho de jornalismo incrível. É por isso que leio sempre que posso. Porém, me incomoda tanto a forma irônica e sarcástica como os textos tratam quem está “do outro lado” (em qualquer post)… É tão ofensivo… A meu ver, é a única coisa que desabona o blog. Um abraço!

    • Oi, Thais!
      Entendemos que, para a sensibilidade de muitas pessoas, a nossa linguagem soa ofensiva. Ofende? Pode ser. Mas não necessariamente isso é algo mau. Muitos profetas e santos usaram apropriadamente – não de forma indiscriminada, mas usaram – o que a sociedade hoje demoniza como linguagem ofensiva. Às vezes, uma alfinetada pode salvar uma alma.

      Na Bíblia, o profeta Elias fez troça dos profetas de Baal, então está na Palavra de Deus: a ironia pode ser usada, com a devida prudência, como arma contra as heresias. A ironia e o sarcasmo são elementos essenciais do nosso blog, e vamos seguir assim, a despeito de algumas incompreensões.

      Sobre a nossa linguagem, já publicamos um post:
      Católicos brutos também amam
      http://ocatequista.com.br/archives/3609

      Nós da equipe do blog pensamos neste espaço como um local onde os católicos aflitos e acuados por todos os lados pudessem desabafar, e nada melhor do que desabafar com zoação. Costumamos dizer que isso aqui é como um papo de boteco! 🙂

      É isso. Gostamos de responder aos ataques alheios à nossa fé com humor e, sim, com insolência!

      Abraço!

  • Priscila

    Vocês viram o vídeo absurdo que atores da globo pró-aborto (ambos, atores e rede globo, são claramente pró-aborto) fizeram zombando cinicamente da gravidez como um todo e da gravidez de Nossa Senhora?
    segue o link https://www.youtube.com/watch?v=CafzeA-9Qz8
    Fiquei enojada… com o cinismo, a burrice, o ar de deboche e de superioridade deles, alegando que nossa crença está fundamentada num “erro de tradução”…
    Mas em seguida encontrei um outro vídeo, de um cristão, com uma resposta FANTÁSTICA:
    Segue o link da resposta
    https://www.youtube.com/watch?v=CODSEFnUHgk
    Paz e Bem!

    • Fabricio

      Lamentável esse vídeo, um desrespeito total contra nossa Fé. A Globo vem se mostrando ser uma emissora totalmente anti-cristã, aos poucos vem difundindo nas suas novelas a doutrina espírita, o homossexualismo, aborto etc. Triste isso

  • Patrick

    Prezados,

    Este site é referência para muitos, por isso creio que faltou uma manifestação aqui contra os atores globais abortistas.

    Além disso, aquele vídeo desrespeitou nossa Mãe e nossa fé.

    Nenhum católico deve-se calar, eles deram a grande chance de desmascarar a Globo e sua programação anti-católica.

    Abraços!

    • Oi Patrick. Muito obrigado por nos considerar uma referência!

      Não nos manifestamos, porque o vídeo é uma isca para isso mesmo. É a mesma armadilha que o Porta dos Fundos já criou tantas vezes: faz-se um vídeo polêmico escarnecendo do cristianismo, católicos e protestantes vão lá e negativam o vídeo em sinal de discordância. Só que o que valem são as visualizações. Então, quando entramos lá pra negativar, estamos na verdade, ajudando a espalhar o vídeo mais ainda e criar o “efeito coitadinho” que eles querem criar.

      Vale dizer mais: esse vídeo não é da Globo. Ele é relacionado ao filme Olmo e a Gaivota. Sua diretora fez um discurso inflamado defendendo o aborto no Festival do Rio. Só que ninguém ligou… então ela convocou os amiguinhos e fez um vídeo pra viralizar e passar suas ideias tortas sobre gravidez e aborto. E tudo isso pra espernear e fazer mimimi sobre o PL 5069/2013.

      E esse é um ótimo sinal, porque pela primeira vez, nós pró-vida estamos ditando a pauta das discussões. Primeiro com o PL, depois com a instalação da investigação das clínicas de aborto no RJ. E as abortistas perderam a linha de vez.

      Existe uma teoria da comunicação que diz que aquele que impõe a pauta tem vantagem sobre as discussões. Então, pela primeiríssima vez em muitos anos, estamos em vantagem. Por isso, vamos continuar a carga: vamos falar sobre a aprovação do PL em plenário, dar visibilidade às descobertas da investigação no Rio. Vamos botar mais pressão pra elas espernearem ainda mais.

      Não vamos parar de correr pra virar pra trás e responder mimimi de feminazi… vamos em frente que o choro é livre!

      • Patrick

        O problema é que esse povo usa a espiral do silêncio para parecer que são maioria, e calar quem se opõe as ideias macabras deles, e assim colocam medo nos católicos, que acabam ficando quietos.

        Eu mesmo durante muito tempo não me manifestava em nada a respeito da Igreja, por que sentia vergonha e medo de ser taxado de retrógrado, preconceituoso etc.

        “Bater boca” com esse povo é jogar pérola aos porcos, mas eu acho que as mídias católicas não deveriam se calar nunca em casos como esse.

        [Na minha opinião] Teriam de se manifestar para alertar o seu público, de forma clara e sem ataques, fazendo ao menos um “ato de desagravo online”, para os católicos verem que estamos vivos, que estamos na luta e atentos aos ataques que vem do outro lado.

        É triste ver que pouquíssimas autoridades da Igreja se manifestaram. Se manifestam pedindo governabilidade aos corruPTos, mas não se manifestam contra uma blasfêmia, desrespeito da nossa fé, desrespeito a Nossa Senhora, inclusive violando o artigo 5 da Constituição Federal.

        Felizmente como disse, estamos conseguindo mudar um pouco este panorama, saindo na frente em alguns aspectos.

        Quanto ao vídeo não ser da Globo, é fato, mas fato é também que todos os atores eram de lá, e que a Globo é uma grande inimiga da verdadeira Igreja Católica, e, com um pequeno verniz de tolerância ao catolicismo, vai enganado e manipulando muita gente.

        É um assunto longo e complicado, mas entendo a posição de vocês, como também entendo o Pe. Rodrigo Maria que está incansável na tentativa de alertar os verdadeiros católicos a lutar contra essa manipulação cultural marxista, anti-família, pró-morte etc.

        Obrigado pela resposta.

        Paz e Bem!

      • Priscila

        Bom saber disso, O catequista! Não tinha pensado por esse ângulo… a gente fica tão indignado com a situação toda que não pára pra pensar friamente.

      • Patrick

        Desculpe voltar no assunto, mas olha por que foi bom a mobilização dos pró-vida, sejam católicos, evangélicos ou outros:

        http://fidespress.com/brasil/campanha-abortista-de-globais-e-o-segundo-video-mais-reprovado-da-historia-do-youtube/

        Se as visitas ao vídeo vai gerar mídia ou retorno financeiro para os abortistas, isso não importa, pois isso não valerá de nada para eles no inferno (e nem no céu se converterem-se).

        A mídia que eles recebem foi extremamente negativa, e isso prova que o povo esta acordando, tomara que estes indivíduos escutem umas boas em todo lugar onde estiverem, assim terão de se exilar do povo de bem e viver só com a escória que eles tanto defendem.

        Abraços! Paz e Bem!

  • Como sempre, um belíssimo texto Alê. Gostaria apenas de fazer algumas considerações sobre a tipificação legal do aborto no Brasil para que nossos leitores fiquem informados.

    1º) A falta de técnica legislativa dos arts. 124/128 do CP e as penas irrisórias dos crimes. É deprimente o quanto o Código Penal não foi a fundo na defesa do nascituro desde 1940 (data da elaboração da lei). A pobreza da tipificação faz com que a burrice congênita dos pró aborto se agrave numa terrível neoplasia cerebral que beira à putrefação encefálica. Além das penas serem mínimas (no autoaborto, ou seja, aquele que a gestante faz em si mesma ou que consente que um terceiro faça para ela, é de detenção de 1 a 3 anos – no Estatuto do Torcedor, só para se ter uma boba comparação, o art. 41-C diz que se um juiz aceita propina para fraudar um jogo de futebol, a pena é de reclusão [mais grave que detenção] de 2 a 6 anos!?!), não existem agravantes, qualificadoras, minorantes ou hipóteses de perdão judicial da pena, o que enfraquece em muito o prestígio do dispositivo. Tenho uma proposta pronta que já encaminhei ao relator do PL 5069 na CCJC (Dep. Evandro Gussi do PV/SP), bem como ao relator do Estatuto do Nascituro na mesma CCJC, Dep. Marcos Rogério do PDT/RO.

    2º) A importância do aborto ser um crime de competência do júri: tenho absoluta certeza que o fato de o tribunal popular ser a única instância a julgar um crime de aborto ter sido uma das razões pelas quais cada vez mais o brasileiro é pró-vida, bem como de nos últimos anos o número de abortos ter diminuído apesar das clínicas clandestinas terem aumentado. Na Constituinte os deputados comunistas apoiaram que os delitos dolosos contra a vida fossem da competência do tribunal popular contando que todo o seu trabalho de mais de 10 anos e os rios de dinheiro das Fundações McArthur e Rockfeller para implantar o aborto tivessem sido suficientes para lavar a cabeça da população a esse respeito, e assim, sistematicamente absolver os aborteiros. Não obstante, o tiro saiu pela culatra porque cada vez mais, a medida que ao povo foram direcionadas as provas desses crimes, cada vez mais ficou claro que o aborto é uma maldade sem fim, uma violência óbvia e escancarada contra a dignidade do ser humano, e mesmo a lei sendo frouxa, não há que se dar vida fácil a essas pessoas.

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