Papa Francisco: “Tantas lágrimas neste Natal que se juntam às lágrimas de Jesus Menino!”

jesus“Penso em todas as crianças assassinadas e maltratadas hoje (…). Ainda hoje o seu silêncio impotente grita sob a espada de tantos Herodes. Sobre o seu sangue, estende-se hoje a sombra dos Herodes do nosso tempo. Verdadeiramente há tantas lágrimas neste Natal que se juntam às lágrimas de Jesus Menino!”

– Papa Francisco. Mensagem Urbi et Orbi, dezembro de 2014

Até o dia 6 de janeiro, Dia de Reis, os cristãos celebram o fato de que “um Menino nos foi dado” (Is 9,5). O Natal é profunda alegria, a maior de todas que pode haver! Mas em meio às celebrações dessa época não podemos esquecer dos que sofrem. Esse foi o apelo do Papa Francisco em sua mensagem de Natal.

O Papa orou pelas crianças bombardeadas na Síria, pelas escravizadas e vítimas de abuso; lembrou os bebês abortados, assassinados mesmo “antes de ver a luz”; lamentou por todos os que estão sem um teto, como os iraquianos que fugiram de Mossul após a invasão do Estado Islâmico. Quanto aos refugiados, em especial, o Papa Francisco pediu doações e ajuda humanitária para lhes dar mais dignidade.

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O inverno é rigoroso no Oriente Médio. Se no verão a temperatura dentro das tendas chegavam a mais de 40 graus, agora é o frio que ameaça a todos. Em meio a comilanças, compras e viagens, alguém tem um tempinho para rogar por esses irmãos? Coloquemos aos pés do Jesus Menino nossas orações por eles, e também nossas doações.

A AIS – Ajuda à Igreja que Sofre – está recolhendo doações para o Iraque. Para saber como ajudar, clique aqui.

O vídeo abaixo, da página The Catholic Clips, expressa bem a tragédia vivida pelos cristãos e yazides no Iraque. E mostra também que a última palavra sobre cada um de nós não é a morte e a injustiça, mas o amor e a esperança que nasceram com Cristo!

11 comments to Papa Francisco: “Tantas lágrimas neste Natal que se juntam às lágrimas de Jesus Menino!”

  • Paulo

    QUAIS SÃO OS MAIORES HERODES DE HOJE?
    São justamente os revolucionários comunistas, reedições ao vivo de Herodes versão século XXI que, com a INQUISIÇÃO COMUNISTA trucidou só no século XX mais de 160 000 000 de pessoas para se imporem e têm o aborto como programa oficial de governo onde os “católicos” os elegem, como no Brasil o PT, que está sob tutela das ideologias marxistas, apreciadores de falar mal da Inquisição Católica, apenas!
    O pior de tudo isso é que existem até altos hierárquicos na Igreja – seriam esses infiltrados? – promovendo projetos comunistas, caso aqui da CNBB com veto parcial ao aborto, PLC 003/2013; deveria ter sido veto total!
    Nunca mencionam a Inquisiçãp Protestante – confiram-na – que foi infinitas vezes mais feroz que a católica!
    Pois é: EUA e Cuba, por ex., são dois abortistas barra-pesada; penso que se deveria trabalhar é que entre si os abortistas comunistas EXPLODISSEM e SE ARREBENTASSEM e nunca reatassem “amizade” – comunistas nunca, jamais são amigos uns dos outros – por serem satanistas e odiarem a Cristo-Igreja, sendo os Herodes atuais, oficialmente constituídos!
    Feliz Natal e Próspero 2015 pressagiando muitas borrascas!

  • Beatriz

    oi catequista, como faço pra entrar em contato com vcs? Tenho algumas dúvidas e não queria ficar comentando nos posts porque não tem nada a ver com o assunto. Deus os abençoe.

  • Carlos

    “O Papa orou pelas crianças bombardeadas na Síria, pelas escravizadas e vítimas de abuso; lembrou os bebês abortados, assassinados mesmo “antes de ver a luz”; lamentou por todos os que estão sem um teto ”
    EXCELENTE vocês terem citado este trecho! Só compreenderá o atual papa quem lançar um olhar sobre o todo do seu pontificado, o conjunto de suas ações e pronunciamentos. Tenho buscado fazer isso e isso é essencial, para termos uma visão justa, o que nem sempre ocorre, quando focamos um pedacinho somente, uma fala aqui e outra ali.
    Quando o santo padre deu uma de suas primeiras entrevistas e falou sobre a obsessão monotemática de certos católicos acerca do aborto, muita gente ficou chocada. Inclusive o grande Olavo de Carvalho (digno de grande respeito e admiração por suas inúmeras qualidades humanas e intelectuais). Mas o próprio Olavo, vez por outra, observa quão injusto e inadequado é julgar seu próprio trabalho pegando pedaços de sua fala (às vezes exaltada e brusca) sem situa-los no grande contexto de sua obra e pensamento como um todo. Assim é com o papa (aliás, com a igreja no todo). Lembro que o papa dizia ao repórter que, falar do aborto, exigia situa-lo em um contexto em que sua denúncia fizesse sentido. Ora, é exatamente isso o que ele faz no trecho acima (e já o fez várias vezes!) e todos nós podemos perceber, pelo trecho acima e tantos outros semelhantes, que raramente um papa fez aparecer o mal do aborto em toda a sua desumana crueza!!! O papa coloca o aborto, junto dos crimes de guerra que vitimizam crianças, junto dos abusos sexuais. Este é o contexto! O contexto desumano dos últimos, dos desprezados como se não fossem nada e nada valessem. Outro dia vi que alguém comentou aqui “A CNBB só FALA de POBRE!”. Não creio que a crítica deva ser por aí, pois o santo padre também fala muito dos pobres (e faz, por eles). Creio que a crítica deveria ser: “A CNBB fala tanto dos pobres, mas contraditoriamente peca em não priorizar em sua fala, os mais indefesos entre os pobres, que são as crianças se formando na vida intra-uterina e ameaçadas de morte sem ter para onde correr!”
    A fala da igreja (e, portanto, a nossa) precisa ser o mais lúcida, completa e justa possível. Como dizia o grande Luigi Giussani, nosso juízo deve abordar todos os fatores da realidade, sem ser omisso e injusto em relação a nenhum aspecto, valorizando qualquer tiquinho de verdade que houver, mesmo que ela venha de pessoas e setores que nos são adversos. E isso não impede a denúncia daquilo que percebemos como mal e perverso. Concordo com Olavo de Carvalho e com o Paulo Ricardo desse site, quando dizem que há questões que devem ser antes de tudo, objetos de denúncia, de desmascaramento frontal e direto, mais que de diálogo (sobretudo no caso do marxismo-comunismo) pois desde o inicio, o interlocutor está longe de ter a nossa sinceridade e amor à verdade venha de onde vier e como vier, longe de ter amor ao raciocínio que se prende aos fatos, mas está cheio de intenções manipulatórias e; é claro que é impossível dialogar assim, com quem desde o início outra coisa não quer que apunhalar você de costas, na primeira chance. Mas ainda assim, mesmo na postura de denúncia e desmascaramento (inclusive da estratégia perversa do oponente) ainda assim é possível salvar o que houver de válido ali, às vezes algo de que o próprio oponente nem mesmo se dava conta. O grande Giussani relata inúmeros casos assim, pois era um homem capaz de ser grande, claro e ferrenho opositor das ideias de alguém e ser muito amigo desse mesmo alguém, exatamente por essa enorme capacidade de perceber nem que seja um tiquinho de um ímpeto justo no coração desse alguém, mesmo que esse ímpeto tenha levado a pessoa para uma direção totalmente errada e contraditória com esse ímpeto. O maravilhoso Chesterton também era assim. É fascinante acompanhar seu brilhante raciocínio e ver como ele vai concordando com o oponente, em tudo aquilo que o oponente diz de válido, até mostrar como é o próprio oponente que trai a si mesmo!!!Mas isso requer um olhar amplo, corajoso, conhecedor do humano em profundidade, pois atrás da casca do ateu, do marxista, dos militantes (e seus ideólogos, a maioria deles escondida e desconhecida dos próprios militantes, que muitas vezes acham que a coisa vem deles e não de outros, mais acima!) que assaltam nosso congresso e tomam conta do executivo e judiciário, há seres humanos que tem as mesmas exigências que o nosso coração tem. Por isso junto com a clara denúncia e o franco desmascaramento das origens e do movimento estratégico (manipulador) que perpassa suas ações, é muito bom mostrar qualquer restinho de valor, que exista pelo menos no coração daqueles que ainda não se tornaram frios psicopatas. Foi assim que Giussani trouxe muitos ateus para a fé, pois afinal o Evangelho é destinado a todos, e todos tem direito a ele. Jesus sabia desmascarar franca e publicamente a perversidade dos fariseus e sabia reconhecer todo ímpeto sincero naqueles que ainda não tinham abafado a voz do próprio coração, como José de Arimateia que dialogava com ele à noite, ou como São Paulo, grande fariseu que mesmo no erro ainda tinha franqueza de agir em conformidade com a própria consciência. Um comunista pervertido até a raiz, poderia ver o mesmo que Paulo viu e não ser tocado em nada, e até, pelo contrário, usar do que viu em beneficio da sua própria opção ideológica prévia. Não é isso que fazem tantas formas de Teologia da Libertação???? Mas nosso dever, além de denunciar toda fraude, é também anunciar o que mora no coração de todos os seres humanos, se alguns ou muitos, não quiserem ouvir nem o próprio coração, não é problema nosso. E é a partir daquilo que mora no coração de todos (no nosso e do oponente) é que se pode “caminhar juntos um trecho do caminho” com qualquer um, como tanto gosta de dizer o Papa Francisco. Não é preciso ter medo de estar dialogando inutilmente (quiçá perigosamente…) com alguém que no fundo quer manipular, pois o clima do diálogo não contradiz e nem impede a franqueza da denúncia, quando aparece algo que merece ser desmascarado. É assim que Jesus conversava com as pessoas. Ele podia ser terno e manso e isso não impedia que repentinamente ele fosse franco e direto, quando aparecesse alguma mentira na conversa: ” Você disse bem, pois este que está amaziado com você agora nem sequer é seu marido, na verdade você teve cinco antes dele!”, disse ele à samaritana. “Prudência de cobra (que sabe quando está para ser atacada e está pronta a se defender) e simplicidade da pomba” (que pousa em qualquer canto sem exageradas defesas e armaduras que imobilizam). É essa sábia e equilibrada mistura que o Senhor nos recomenda.
    Mas voltando ao papa, que exemplifica bem essa sábia mistura, ele recentemente falou ao Movimento de Schoenstatt. E uma de suas falas, ajuda a entender aquela primeira entrevista. Na antiga entrevista, ele tinha falado duas coisas sobre o aborto:
    1) Não sermos monotemáticos: há muitas outras agressões à vida e à dignidade humana, além do aborto, e é junto com todas elas que o aborto precisa ser denunciado. Isso fica claro no trecho destacado no post acima.
    2) E ele falava do contexto pastoral, que é sobretudo acompanhamento e cura de feridas. E isso fica claro no seu diálogo com Schoenstatt (http://papa.cancaonova.com/papa-se-encontra-com-o-movimento-de-schoenstatt/), pois ali deixou claro que é preciso dar nomes aos bois, sem esconder a verdade. Mas também falou, que em termos pastorais, a prioridade é curar! Denunciar o que causou a ferida, é um passo, mas não basta para restaurar a pessoa em Cristo! Diz o papa: “é preciso dizer as coisas muito claras, mas a pastoral de ajuda tem que ser corpo a corpo, acompanhar, fazer um caminho juntos”.

    As vezes, a gente gostaria que o papa dissesse as coisas exatamente do jeitinho que nós a diríamos. Mas também é importante nos abrir aquilo que o Espirito de Deus nos diz através do jeito dele dizer as coisas. Para mim, tem sido um jeito bem mais completo que o meu jeito habitual de ver as coisas, e por isso, me aperfeiçoa. Pelo menos nessa questão da defesa da vida e da família, creio que o papa nos dá instrumentos bem mais incisivos do que aqueles que tínhamos, tanto no trabalho de defesa pública, de incidência politica e legislativa (ao situar o aborto entre as opressões mais cruéis do nosso tempo e assim aumentar a visibilidade do crime e, portanto a sensibilidade pública para com ele) como, sobretudo, no acompanhamento pastoral-espiritual das pessoas feridas. Pois a ferida já está aberta, cutuca-la ainda mais pode cura-la??? Só se deve cutucar, quando não há o reconhecimento, a aceitação de que aquilo (aborto, divórcio, etc) é um erro, junto com o arrependimento. Mas uma vez reconhecido o erro, mãos à obra na cura misericordiosa e nisso nossas pastorais e movimentos precisam crescer enormemente, e apenas isso (essa misericórdia que cura e salva) é que dará credibilidade à toda denúncia do mal.

    • Dáltoni

      Olá Carlos!
      A paz de Jesus!
      Irmão, concordo com muito do q disse nas primeiras linhas de seu comentário. E sinceramente, não pude concordar com o restante pq simplesmente eu não li(!). Talvez seja o único “preguiçoso” deste blog (rs), porém se não o for, sugiro que tente resumir suas idéias, descrever o pensamento em um número menor de linhas. Para que prenda a atenção de quem lê suas linhas e não se torne enfadonho ou corra o risco de sair do foco do post.
      Observe que seu comentário ficou muito maior que todo o artigo…rs
      Deus abençoe!!!
      Ótimo 2015!
      Salve Maria!

  • Alguém precisa gritar para esse mundo, que o maior presente que pode-se dar neste Natal, não são aqueles comprados em lojas cara ou não, mas aquele que faz você sair do seu eu para presentear o outro. Falamos que é pouco o que precisas dar, mas o que é simples, muitos não se atraem pois precisam do luxo e da ostentação. Lembremos das crianças na Amazônia que sofrem pelo trabalho desumano e pela prostituição exacerbada.

  • Fran

    Eiii, queria “encomendar” alguns assuntos para posts… haha

    – É verdade que ir ao shopping no domingo (mesmo depois de já ter participado da Missa) é pecado grave? Poxa, eu curto ir tomar um café, dar uma passeada e encontrar as pessoas. Se isso é pecado, o que podemos fazer no domingo? E sobre estudar?

    – Sabemos que, como cristãos, devemos sempre corrigir o outro sem sermos “grosseiros”. Porém, às vezes, tenho medo de parecer “fanática”. Por exemplo: quando minhas amigas (colegas de escola, que nem são católicas praticantes) defendem a pílula; ou quando um amigo diz que curte ouvir bandas que adoram blasfemar nas músicas, como Black Sabbath. Simplesmente não tenho coragem de chegar e dizer: “PAREM!!!! ISSO É PECADOOOOOO!”. Normalmente, eu só digo que não curto, que não faz o meu estilo. Ai, será que estou pecando por omissão? :/

    • Oi, Fran! Guardar o domingo é simplesmente se comprometer a louvar a Deus no domingo, e isso inclui ir à missa, ao menos para as pessoas que moram em locais que lhes permitam o acesso à missa (em algumas regiões mais remotas isso não é possível). Não, não é pecado você estudar e se dedicar ao lazer no domingo, desde que isso não te aliene da sua obrigação de dedicar esse dia às coisas de Deus, em primeiro lugar. Essa é uma ótuma sugestão de post, vamos colocar na nossa lista de pendências!

      Quanto à segunda questão, olha… Esse é um medo que partilho com você, e mais do que o medo de parecer fanática, tenho medo de perder amizades. Entretanto, nossa alegria está em amar a Verdade acima de todas as coisas, e a Verdade é Deus. Como diz o profeta Jeremias:

      “Sofro! Oh! as fibras de meu coração! O coração me bate, não me posso calar! Ouço o som das trombetas e o fragor da batalha.” (Jer 4,19)

      “Cada vez que falo é para proclamar a aproximação da violência e devastação. E dia a dia a palavra do Senhor converte-se para mim em insultos e escárnios. E, a mim mesmo, eu disse: Não mais o mencionarei e nem falarei em seu nome. Mas em meu seio havia um fogo devorador que se me encerrara nos ossos. Esgotei-me em refreá-lo, e não o consegui.” (Jer 20,8-9)

      Por falar em Jeremias, já escrevemos um post sobre ele e sobre seus dramas juvenis, sempre viscerais e atuais:
      http://ocatequista.com.br/archives/8723

      Acho que não convém aqui falar de pecado por omissão, de pecado ou não pecado; não é esse o ponto desse problema. A questão é: do modo como eu (Fran) estou agindo, estou sendo fiel ao meu coração? Estou sendo útil ao Senhor? Estou alegrando ao meu Deus? Só você pode se dar essa resposta.

      O que posso lhe dizer, Fran, é que nunca me arrependi de abrir a boca para defender Cristo. E bem sabemos que não se trata de uma questão de nossos gostos e estilos pessoais, mas da verdade que salva o mundo. Então, não devemos falar dessas coisas como se fossem meramente subjetivas. Se perco algumas amizades ou pareço ridícula a alguns amigos queridos, o Senhor me doa outras grandes amizades, e assim ele cumpre Sua promessa: que tudo o que renunciarmos por amor a Ele, ganharemos aqui, ainda nesta vida, cem vezes mais. Então, entregue esse seu medo com confiança e liberdade nos pés de Nosso Senhor Jesus Cristo. Ele te dará uma resposta e te capacitará, conforme a vontade d´Ele e a liberdade do seu coração. Tenha fé!

  • Beatriz

    Oi, catequista. Vou tirar minhas dúvidas por aqui mesmo.
    É verdade que o início da Igreja teve dúvidas sobre a divindade de Jesus?

    • Oi, Beatriz! Não, a Igreja nunca teve dúvidas sobre a divindade de Jesus. E nem poderia: há inúmeras passagens da Bíblia em que os Apóstolos afirmam a divindade de Cristo. Como disse São Tomé: MEU SENHOR E MEU DEUS! O que podemos dizer, no entanto, é que muitos membros da Igreja primitiva vacilaram sobre a verdadeira fé – inclusive bispos – e caíram pessoalmente em heresia. Mas a doutrina da Igreja sobre a divindade de Cristo jamais foi alterada por influência desses traidores (ainda que eles tivessem trabalhado fortemente para isso).

      Sobre a divindade de Jesus, já falamos neste post:

      Jesus: ou Deus, ou nada.
      http://ocatequista.com.br/archives/1901

      Agora, é bem verdade que muitos clérigos e leigos dos primeiros séculos seguiram a onda de diversas heresias, que deturpavam a doutrina da Igreja sobre a Santíssima Trindade. Sendo refutados e condenados, eles fundavam outras seitas, separadas da Igreja Católica, para difundir seus erros. Entre essas heresias, temos o monarquianismo, o macedonianismo e o arianismo.

      De todas essas heresias dos primeiros séculos, a que mais ameaçou a Igreja foi o arianismo, que ensinava que Jesus era mera criatura de Deus, a mais sublime de todas, e depois Ele teria sido “divinizado” por seus méritos. Já explicamos isso neste post:

      Especial Heresias – abobrinhas sobre a Santíssima Trindade
      http://ocatequista.com.br/archives/11779

      • Beatriz

        Obrigada por esclarecer minha dúvida. É pq tinha visto uma reportagem em um canal da televisão que a Igreja demorou 3 séculos para decidir se Jesus era realmente Deus.

        • Sim, Beatriz, eles dizem isso pq, como dissemos no post que te indiquei, a heresia ariana foi definitivamente refutada pela Igreja no Concílio de Nicéia, no século IV. Entretanto, mesmo antes dessa refutação oficial essa heresia jamais foi abraçada pela Santa Sé; infelizmente, arrastou muitos padres e bispos, mas o Papa jamais a apoiou.

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