Mazelas intelectuais nascidas do Protestantismo – revisionismo histórico e estatização da vida privada

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O REVISIONISMO HISTÓRICO E IDEOLÓGICO

Houston, we have a problem. O protestantismo surgiu no século XVI, mais de 1500 anos após o nascimento do cristianismo. Como nossos bons heróis luteranos, calvinistas e que tais da fé poderiam justificar a própria existência? Simples: mentir adoidado a respeito das origens da Igreja e fazer os verdadeiros cristãos se empenharem – até o ponto de exaurirem suas forças – explicando o que nenhum intelectual medieval perderia seu precioso tempo para explicar: que a Igreja fundada por Cristo é Una, Católica, Apostólica e Romana e não, não foi criada por Constantino.

Assim, os intelectuais protestantes fizeram um inescrupuloso e eficiente trabalho de revisionismo histórico, ou seja, reinterpretaram e recontaram a história de acordo com sua conveniência. Já ouvi absurdos até do tipo “A Igreja Católica só surgiu, de fato, no século XVI” saindo da boca de um “acadêmico” de história. Como assim?

Essa mentirada, as questões envolvendo a origem da Igreja, a Inquisição, as Cruzadas, a animosidade entre ciência e religião… são todas CRIAÇÕES PROTESTANTES. Devido a isso, uma multidão de cristãos bem-intencionados nutrem preconceitos e hostilidades contra a Igreja Católica, não pelo que ela é, mas pela imagem deturpada que lhes passaram dela.

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A ESTATIZAÇÃO DA VIDA PRIVADA

Como já explicamos no post anterior, a ruptura do mundo ocidental com Deus se consagrou na transferência do poder espiritual de São Pedro para o Rei e, após esse, ao “pastô”. Como consequência, vemos o surgimento de um novo tipo de relação entre o poder de governança e a população: por meio da militância (ideia de controle social, por meio de grupos de vigilância e delação, que Cuba comunista adora aplicar), a presença do Estado passou a ser muito mais constante nas vidas humanas.

Não sabemos o que é liberdade. Nunca saberemos por conta de nossas amarras sociais. Ou alguém acha que a vida de hoje permite o tipo de liberdade do século XI? Não é melhor nem pior, é diferente. Muitos dirão que os aspectos técnicos, as melhorias médico-científicas fazem com que os dias de hoje sejam mais auspiciosos; sim, pode ser. Mas esse pensamento leva em conta somente as expectativas imanentes, as aspirações mais imediatistas dos seres humanos.

Em outras palavras, não estamos nem aí com relação a transcendência. Já o homem medieval fazia parte de uma comunidade DE FATO. As relações familiares eram completamente diferentes das que temos hoje.

A família mononuclear é uma ideia relativamente nova. Antigamente, quando as pessoas dependiam mais de seus parentes e amigos e menos – MUITO menos – do Estado, primos (dos mais variados graus) e tios eram considerados parentes próximos. O Estado laico quebrou aquela unidade comunitária, porque é muito mais fácil controlar uma unidade mononuclear do que uma unidade comunitária, que poderia opor-lhe muito mais resistência.

Se uma pessoa tem poucos parentes próximos com quem contar em caso de necessidade, naturalmente, terá como única saída colocar suas esperanças de segurança e de sustento (em caso de doença, velhice etc.) nas mãos do Estado, que passa a ser cada vez mais forte e controlador. A solidariedade familiar, então, é substituída por programas sociais, que o cidadão comum paga não só com altos impostos, mas com a própria liberdade.

No mundo de hoje, o Estado é como um deus que tudo controla: o modo de criar os filhos, o sistema de trabalho, os empreendimentos comerciais, a educação das crianças e jovens, as interações na internet, os valores morais… tudo!

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28 comments to Mazelas intelectuais nascidas do Protestantismo – revisionismo histórico e estatização da vida privada

  • Sidnei

    Essa estória de dizer que a Igreja Católica atrasou a ciência me tira do sério. É por isso então que: os chineses colonizaram Marte, que os japoneses já descobriram a cura do câncer e os árabes a cura da diabete. É incrível como os inimigos da Igreja dizem uma besteira desta, de que a Igreja Católica atrasou a ciência, mas não se tocam que outros povos não estão mais avançados do que nós e se seguisse a lógica de que foi a Igreja Católica quem atrasou a ciências, estes outros povos em que a influência da Igreja no passado foi nula, então eles estariam a anos luz de avanço cientifico que nós, e eu pergunto: e porque não estão?, será que foi culpara da Igreja Católica também por estes povos não ter evoluído cientificamente, mesmo que ela não apresentasse influência nenhuma a estes povos. Vejo mais preconceitos, ódio e estupidez nesta estória toda do que qualquer outra coisa.

  • PAULO RICARDO,

    É muito bom voltar a ler seus artigos. Escreva mais. Ah, e vc podia deixar um aviso que você NÃO É o PADRE Paulo Ricardo, rsrsrs! Eu e alguns amigos que acompanham o site pensávamos assim.

    Voltando ao texto: me parece que a Reforma contribuiu muito para a “estatização” da sociedade, mas com ressalvas. Se você observar o período medieval, verá que foi uma longa guerra entre o poder secular e o espiritual pela primazia na sociedade. A pressão foi aumentando ao longo de toda a Baixa Idade Média, até que no século XVI surgiu um pretexto perfeito para abandonar a Igreja: a Reforma.

    Havia uma “ânsia” política por suplantar a Igreja. Não creio que a Reforma atingiria proporções continentais sem vontade e apoio político, como de fato aconteceu. Algo que deveria ser simples discussão teológica (como aconteceu antes com tantas outras heresias) tornou-se uma questão internacional, resultando numa guerra que assolou a Europa por quase 100 anos.

    Ademais, essa tese do conflito permanente entre o Cristianismo e o Estado foi muito bem esboçada no livro “O Jardim das Aflições”.

    Fique com Deus.

  • Larissa

    Fiquei um pouco confusa! Não foram os iluministas que inventaram tudo isso?

    • André Luiz

      Cara Larissa, os iluministas reaproveitaram a confusão feita pelos primeiros protestantes.

    • Larissa, os iluministas reverberaram várias distorções históricas plantadas pelos protestantes. E também, é claro, inventaram mais algumas por eles mesmos, como a de que a Igreja na Idade Média proibia os estudos de anatomia em cadáveres.

  • André Luiz

    Grande historiador Paulo Ricardo, que belo texto! Eu estava sentindo a sua falta nos últimos dias. Escreva mais. Todos nós, os leitores, saímos ganhando e apaixonamos mais ainda a história da Igreja Católica.

    Realmente, com a reforma protestante, começou, em grande escala, o emburrecimento intelectual da humanidade. Só o fato de querer negar a origem da Igreja Católica e ficar inventando as bobagens e mais bobagens para tentar justificar o que não é possível.

    Há grande diferença entre os católicos e os protestantes. Deixar de acreditar na verdade de Jesus Cristo e passar acreditar nas ideologias do mundo é ser idiota. Entre Jesus Cristo e Martinho Lutero, eu prefiro acreditar somente em Jesus Cristo. Os católicos acreditam na palavra de Jesus enquanto os protestantes acreditam em Martinho Lutero. Os católicos são mais sensatos por não acreditar em Martinho, que prega o evangelho diferente de Jesus. Também os católicos lutam para manter a bela civilização cristã.

  • Bruno Braga

    Acharia bacana citar as fontes históricas dessas informações, pois nunca tinha ouvido falar disso… Sem fontes, seu artigo se torna frágil, e fiquei mesmo curioso por saber mais…

  • André Bohn

    Excelente assunto !!

    Eu percebi essa mudança na minha família, tinha 18 tios por parte de pai e 8 por parte de mãe, nunca ninguém passou fome, e as festas eram extremamente agradáveis e divertidas. Ficou claro que a partir de 1990, os encontros se tornaram raros, cada um foi para um canto e chegamos ao atual estado. O comunismo se apropriou da nossa cultura e foi a modificando silenciosamente após 1960. Hoje há tantos dependendo do estado que vemos muitos defendendo o indefensável. Lamentável

    Parabéns!!

  • João Pedro Strabelli

    Não sou historiador, apenas um mero e desorganizado professor de português. E é meio analisando a forma de escrever e falar que repartir algumas ideias minhas por aqui. Não sei se são inteiramente minhas, talvez já estejam por aí há algum tempo mas ainda não vi. Por outro lado, sintam-se imensamente confortáveis em discutir, discordar e duvidar; não tenho a menor pretensão de ser dono da verdade e alguém discordar não me ofende nem um pouco. Por outro lado, ando numa fase de achar difícil ficar quieto. Então, lá vai.

    Acho que o maior problema nosso não está sendo saber e nem falar, embora a gente saiba bem mais do que fala; o problema está sendo em como falar. O revisionismo, quando vai para pessoas comuns, é curto e direto e, por isso mesmo, atinge mais pessoas. Claro que começam com explicações rocambolescas, passam por pensamentos mais tortuosos que o labirinto do minotauro, usam exemplos mais nada-a-ver que fraque na praia mas, quando é para passar para a frente, vão para o facebook com uma imagem, uma frase acima e outra extremamente direta em baixo, mas que dá a ilusão de que é profunda (mesmo com alguns erros grotescos de digitação). É só olhar o mundo, ou nossa rede social, para ver que isso funciona.

    O que nós deveríamos fazer, então? Aprender com eles. Calma! Estou falando de aprender esta técnica. Afinal, se funciona com quem quer passar uma ideologia sem se preocupar com os fatos, deve funcionar muito melhor com a gente que se preocupa com os fatos. A mesma técnica e os mesmos recursos.

    Mas, para isso, a gente precisa vencer uma tentaçãozinha interna que é a de falar tudo de uma vez e comprovar tudo mais de uma vez. Fica muito longo e quem gasta menos de 15 segundos numa postagem, não vai ler e nem entender. Mas, postagens curtas, diretas e fundamentadas funcionam bem.

    A segunda coisa é que somos muitos, mas fica parecendo um bando de franco atiradores isolados, cada um tentando acertar um alvo, ou muitos acertando o mesmo. Existem tantas pessoas ótimas em sintetizar tópicos, outras excelentes em senso de humor e ironia (acho que é a coisa que mais funciona), ótimos designers gráficos e fica cada um tentando converter o mundo quase que sozinho (por isso que gostei muito de O Catequista e da Aleteia, que são mais organizados neste sentido e, por isso mesmo, funcionam melhor). Eu gastei muito tempo para entender o sentido mais profundo de que se dois ou mais estiverem reunidos em nome de Cristo Ele estará no meio. Para os outros eu não sei, mas para mim é que eu tenho a tendência enorme de querer fazer tudo sozinho. Juntos eu sei que conseguiríamos reverter muito dos problemas atuais como a dissolução da família ou os papos furados a respeito da Igreja nos tempos passados — e atuais. Separados, vão sobrar boas intensões; juntos, temos muito a conquistar.

    Vou pensar no que li aqui e tentar achar uma síntese bem feita e que atinja algum ponto. Se conseguir, depois eu falo.

  • João Pedro Strabelli

    Uma pequena grande sugestão para o dia das mães.

    Fazer uma bela postagem, do jeito que vocês fazem, com humor, focando em um ponto que me ocorreu hoje: comemorar o dia das mães enquanto ainda existem mães. Afinal de contas, quando acabarem com as famílias, acabarão com as mães. Vai ter um monte de barrigas de aluguel por aí chocando crianças para quem não é casal realizar a vontade de provar que “eu quero, eu posso, eu faço”, sem se preocupar com a falta que uma família faz para as crianças. Faltam algumas coisas aí nesta ideia, mas a essência dela, comemorar antes que acabe, ainda não vi.

  • Lucas

    Eu sou acadêmico de História na UEG.

    As fontes dada na História Medieval, vai muito contra a esse pensamento de que a Idade Média seria Idade das trevas, esse pensamento é renascentista de Petrarca.
    Tem um autor muito bom que posso sugerir, que é o Hilário Franco Júnior- A cidade Média e o Nascimento do Ocidente.
    Ele tira essaentalidade errônea de Idade das trevas r como cada período se pensa a Idade Média.

  • Marcos Paulo

    Fico muito feliz em ver esse tipo de postagem! Sou acadêmico de História e mesmo estando na Universidade há pouco tempo já me liguei que a busca pela verdade é algo muitíssimo importante no trabalho do historiador, algo que os protestantes desconsideram e levam em conta a sua própria verdade.
    Paulo Ricardo, poderia dar uma dica para os acadêmicos de História aqui? Obrigado!
    Fiquem com Deus!

  • Vinicius Nascimento

    É muito importante discutirmos esse tipo de tema em nossas formações católicas. Há, de fato, um grande preconceito sobre a influência da Igreja Católica na sociedade. Precisamos compreender que a Igreja também tem o objetivo de conduzir a sociedade à melhoria conforme o desejo de Nosso Senhor.

  • E eis que chegamos agora na nova propaganda do desgoverno brasileiro na televisão, com seus slogans: BRASIL, PÁTRIA EDUCADORA.
    BRASIL, PÁTRIA CUIDADORA.
    Alguém já viu as propagandas? Percebeu? Isto é o resultado do que o Paulo Ricardo apresenta, o estado é o pai, a mãe, o irmão, os tios, as tias, os primos, a comunidade, a ingreja, a religião, a vida, enfim “deus oniciente onipresente onipotente” por meio das várias divisões institucionais: conselho tutelar, escola, polícia, judiciário, hospitais.
    Por isto que na França, se você andar com uma camisa que tenha o desenho de uma família natural, vai preso. Por isto que na Suécia, pais perdem a guarda dos filhos por serem cristãos demais (e ser cristão demais lá, na verdade basta ser cristão de menos).
    Por isto que na Suíça as mulheres estão sendo estupradas pelos muçulmanos e ninguém faz nada pois se alguém encostar num sem vergonha destes será preso por muçulmanofobia.
    Não demora chegar isto por nossas bandas.

  • Jefferson Teixeira

    Muito bom, pra variar!

  • Geraldo

    SEITAS PROTESTANTES E O RELATIVISMO SÃO HOMOGENEOS!
    Para os relativistas das pelo menso 10 001 seitas protestantes que se combatem entre si, cada qual querendo ser mais verdadeira que a outra, a acusação que a Igreja católica nasceu por obra de Constantino é falsa, não procede, podendo ser fruto de vontade de arrebanhar mais um incauto para suas fileiras, mais um dando atestado público de ignorancia religiosa – ou por interesses, outro caso!
    Na verdade, o desinformado ou mal intencionado protestante revela um enorme desconhecimento da historia da Igreja nos primeiros séculos, pois desde os anos 100 já se a chamava de católica, quer dizer, universal!
    O argumento histórico e definitivo nos é repassado pelo Padre Apostólico Santo Inácio, Patriarca de Antioquia, discípulo de São João Apóstolo, escreveu no ano de 68 DC:
    Onde está Cristo Jesus, está a Igreja Católica – Epístola aos Esmirniotas 8:2.
    Portanto, tudo o que passar disso é subjetivismo desse acusador, nem todos protestantes admitem uma aberração histórica dessa; há algumas seitas, das mais tradicionais mais honestas no aspecto historicidade.
    Apesar disso, em materia teólógica são heresias, todas sem exceção relativistas e divergentes entre si, formando-se até grupelhos de opositores dentro das seitas => partidos dentro de um partido!

  • Amanda

    Boa tarde, poderiam tirar uma dúvida minha? Talvez seja meio “idiota” mas é algo que sempre me questionei e nunca obtive resposta.
    Para nós Jesus é o Alfa e o Ômega, mas geralmente o beta está incluído nisso, sempre caminham juntos o Beta, o Alfa e o Ômega. Gostaria de saber se há algum motivo para Jesus não ser também o Beta ou se é só coisa da minha cabeça?
    Aguardo resposta, abraços!

    • adriano

      Amanda, alfa e ômega são a primeira e última letras do alfabeto grego, respectivamente.

      Por isso representam Cristo, que é o princípio e fim de todas as coisas. Tudo veio Dele, que é o Verbo de Deus, e tudo se destina para Ele.

      É um símbolo, uma representação simbólica da grandeza infinita de Deus.

    • Sidnei

      Amanda, de onde você tirou que além de JESUS ser o Alfa e o Omega também é o Beta do alfabeto grego?. Pelo que eu seu, segundo as Sagradas Escrituras, sobre tudo, o livro do Apocalipse, se diz somente que JESUS e DEUS PAI, é que é o Alfa e o Omega, o principio e o fim de todas as coisas, como bem explicou o Adriano, não se cita nem um momento o Beta. Se você trazer algo que aponte que também está citado o Beta, agradecemos.

      • Stéphanie

        Não é por nada. Mas acho que a Amanda tá “zuando”.
        Fez uma piadinha daquelas que a adolescente faz para chatear o professor e atrasar a aula.

        • Amanda

          Eu não estou zoando, foi uma pergunta retórica, era penas uma dúvida minha mas me desculpe por fazer uma pergunta que nem meus irmãos cristãos tem a capacidade de responder honestamente e entender o sentido de minha dúvida.

          • Sidnei

            Amanda, o que eu respondi foi satisfatório ou ficasse com alguma dúvida?. E pedido que te fiz, de trazer algo dizendo que além de JESUS ser chamado de Alfa e de Omega também de Beta você já verificou isto para nós?.

  • Stéphanie

    Gente,

    Acabo de ler que o Papa recebeu a Letícia Sabatella e uma juíza de São Paulo. As duas pediram para falar com o papa, pois consideram ele um exemplo de tolerância. O papa, por usa vez, reforçou a importância do diálogo.
    Resumo da ópera, as duas cínicas foram posar de representantes de um povo vitimado e conseguiram o que pretendiam, uma resposta politicamente correta imparcial do papa, que será usada da maneira mais pérfida possível.
    Cinismo, pois penso que o papa realmente não tem que emitir juízo de mérito sobre a situação política do Brasil, e elas sabendo disso, foram lá com caras de Madalenas arrependidas, contando com a postura já esperada do papa Francisco,cuja natureza imparcial admite um uso em favor desta corja cínica e abjeta.
    Por favor, escrevam um post comentando sobre esse acontecimento.
    Um abraço, a paz de Cristo e que Maria passe na frente.

    • Paulo

      Comunista não dialoga com ninguém, são déspotas e truculentos; no caso, só o cristão falaria sozinho pois o comunista só admite o que pertence á ideologia e ao partido, nada mais!
      Diálogo nesse caso, só se for com o vento!

  • Amanda

    Em momento algum eu disse que Jesus também era o beta e por nunca ter obtido uma resposta que perguntei ao catequista se teria algum motivo para ele também não ser o Beta, pois quando envolve Alfa e Ômega em representações ou símbolos também envolvem Beta, e talvez houvesse um motivo para não estar citado beta na Bíblia, como disse, talvez parecesse idiota minha pergunta mas talvez houvesse um sentido nela e por isso a fiz, mas o Adriano já me respondeu e entendi melhor, não sou nenhum ateu tentando fazer joguinho aqui, sou cristã, católica e apostólica e apenas surgiu-me uma dúvida mas que com certeza não diminuirá minha fé!

    • Sidnei

      Amanda, esta sua pergunta estava meia confusa, pois não entendi muito bem, haja vista que agora você esclareceu melhor, pois nunca li em lugar nenhum que o beta do alfabeto grego acompanha o alfa e o ômega, por isto que estranhei a pergunta, haja vista que no livro do Apocalipse só fala em alfa e ômega, o beta nunca é citado.

  • Augusto Paiva

    Os protestantes, além de deturparem as Escrituras a seu bel-prazer (2 Pe 3,16), deturpam também a história. Que todas as suas falsidades (desse papo de Constantino ter fundado a Igreja Católica e da mesma ter proibido a leitura da Bíblia etc) estão mais do que batidas, todos aqui já sabem. Mas aí eu fico de cara mesmo é quando tentam, frustradamente, desmentir a Igreja, usando, logo, sabem o quê? Os próprios PADRES DA IGREJA!!!

    ”Aprofundar o conhecimento acerca da história é abdicar ao protestantismo.” (Cardeal John Henry Newman)

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