Mazelas intelectuais nascidas do Protestantismo – a Militância Política Inescrupulosa

E aí, meu povo! Estamos de volta com a série de posts sobre as mazelas intelectuais nascidas do protestantismo. No primeiro post, falamos sobre o Estado Laico (confira aqui). Hoje, falaremos sobre a militância política que justifica mentira e o estelionato pela necessidade de vencer.

Essa é bem fácil de entender. As bases da “filosofia” protestante vinham de muitos antes de Lutero. Wycliffe e Huss são os principais proto-reformistas, que, por sinal, são muito amados pelos espíritas (por que será?). Foram eles que, de certa forma, influenciaram Lutero na sua teoria de “auto-afirmação” e independência.

O padre revoltadinho inglês John Wycliffe defendia o oba-oba, a tradução da bíblia para o vernáculo. “Ué, mas qual o problema de traduzir a Bíblia para a língua de cada país?”. Nos dias de hoje, nenhum, mas no século XIV era uma péssima ideia: a língua inglesa não possuía normas claras, era uma língua ainda muito tosca, e por isso havia numerosos termos e expressões nas Escrituras que nem mesmo possuíam similares no inglês, para possibilitar sua correta tradução.

Mas Wycliffe não estava nem aí e fez uma tradução pirata da Bíblia, e essa tradução nada mais era do que um meio de propagandear suas heresias (já explicamos isso no post “A Igreja medieval num dexava nóis lê a Briba“.

biblia_wycliffe

Enquanto Wycliffe é a inspiração para a tradução de Lutero da Bíblia, o padre Huss, por sua vez, o precedeu na defesa do Sacerdócio Universal dos Crentes. Segundo essa tese herética, todo batizado pode se relacionar diretamente com Deus, sem para isso precisar da mediação de um sacerdote consagrado ou da Igreja (leiam sobre o bando amaldiçoado de Coré em Números 16, e vocês verão que a abordagem é a mesma). Huss é o pai de todo teólogo vagabundo dos dias de hoje, já que qualquer escroque sem preparação poderia ser sacerdote (qualquer semelhança com os pastores eletrônicos não é mera coincidência).

Outro caráter marcante dos Wycliffe da vida, bem como dos seguidores de Huss – os chamados hussitas – é a tendência de formarem militâncias. E o que é uma militância? É uma palavra muito falada e pouco compreendida: ser militante significa, antes de mais nada, atuar ativamente em prol de uma causa ou organização. Nem sempre é uma coisa negativa, desde que se trabalhe na defesa da VERDADE.

glinda_oz

O problema é que Wycliffe e Huss substituíram a vigília da retidão cristã pelo patrulhamento ostensivo das militâncias. João Calvino desenvolveu às raias do absurdo esse aspecto, culminando com a famigerada caça às bruxas na Suíça, um “mimo de tolerância” e “isenção” legado à história cristã (já explicamos em outra ocasião que a “caça às bruxas” nada têm a ver com a Inquisição, sendo um fenômeno tipicamente protestante; para saber mais, clique aqui).

Eram tempos em que se considerava a necessidade de varrer o catolicismo da Europa e, para isso, não foram poupados esforços dos militantes calvinistas. Todos os sacerdotes católicos foram expulsos dos territórios dominados pelos protestantes, e os bens da Igreja foram confiscados.

Nos dias de hoje, essa militância suja é amplamente praticada pelos militantes de esquerda. Se a causa é “nobre”, vale matar, roubar, mentir, caluniar e o escambáu. Com a palavra, o ex-esquerdista Nelson Motta (o vídeo todo é interessante, mas o ponto em que ele denuncia a imoralidade da esquerda está a partir de 3:30 min.):

Quando lembramos que o comunista Oscar Niemeyer justificava o genocídio promovido por Stálin, nos damos conta de que Nelson Motta não exagerou em sua análise. O arquiteto disse, sobre os fuzilamentos: “Era preciso. Estava defendendo a revolução, que é mais importante. Os homens passam, a revolução está aí” (Fonte: Diário do Nordeste).

*****

No próximo post dessa série, falaremos sobre o revisionismo histórico (a mania que os protestantes têm de recontar a história a seu gosto, para difamar a Igreja Católica) e a estatização da vida privada. Acompanhem!

22 comments to Mazelas intelectuais nascidas do Protestantismo – a Militância Política Inescrupulosa

  • É, o Nelson Mota tem suas razões. Mas ainda, na época da entrevista, carregava aquela certa vergonha inicial daqueles que levam um choque de realidade tem de ver que suas utopias são vencidas. Mas, finalmente, é melhor reconhecer seus atos falhos e suas ideologias idiotas tarde do que nunca.

    Repare que ele confirma que na época da “ditadura” TODA UMA GERAÇÃO, em virtude da situação política, se considerava e foi criada como sendo de esquerda. Aos mais jovens deixo uma indagação para ser repassada para os seus professores de baixa capacitação: Que diabos de ditadura é essa que permite que as ideias de um grupo ideológico, pretensamente oposto ao seu, sejam disseminadas em ambiente acadêmico que, como todos sabem, é amplamente custeado pelo estado?

    Garanto-lhes que vocês jamais receberão um resposta direta e que seja condizente com a realidade que se vivia naquele momento histórico.

  • Sidnei

    Ante de ler esta matéria, me deparei com esta: http://www.msn.com/pt-br/noticias/mundo/aprova%c3%a7%c3%a3o-de-papa-%c3%a9-alta-mas-cat%c3%b3licos-continuam-deixando-religi%c3%a3o-diz-estudo/ar-BBdxaZg?ocid=iehp – Aprovação de papa é alta, mas católicos continuam deixando religião, diz estudo

    As vezes eu fico com um pé atrás com estas pesquisas, porque parecem que são encomendadas pela própria mídia o qual querem mandar um recado a Igreja, que é: “Se vocês não fazerem o que queremos, vocês desaparecerão”, e pelo que vi na matéria, a maioria dos “católicos”, deixam a Igreja porque a Igreja não é do jeito que ele querem, mas caramba, e a Igreja não pode ser mesmo do nossos jeito, ela tem que ser do jeito que JESUS a deixou, só que me faltava agora a Igreja ter que aceitar todas as minhas mazelas porque sou assim e assado. E inda, na reportagem, se diz que muitos deixam a Igreja porque não gostam do culto, e preferem ir para outras igrejas protestante aonde reina o oba, oba, pentecostal, se é isto, boa viagem para esta gente, o triste, é que tem gente dentro da Igreja.

    querendo protestantizar a Santa Missa como em um culto protestante, só para segurar os católicos, aí esta um grande perigo para nossa fé, não é por nada que cada vez mais há palmas, danças, e o escambau nas Santas Missas tudo para agradar os “católicos” protestantizinhos de plantão, que querem porque querem uma igreja igual as protestantes. Outra coisa foi a matéria dizer que a Igreja corre perigo, horas, se é para não trair a nossa fé, se é para não nos protestantizar a moda de alguns movimentos católicos por aí, que corramos perigo então, assim como os Santos Mártires que no passado corriam o risco de vida e até muitos forma mortos para não abandonar sua fé, corramos o mesmo risco agora, e por final, quando li os comentário, pelo menos há uma alento quando vejo católicos defendendo sua fé, e isto me deixou feliz ao ver os comentários de alguns que defendia fielmente a fé católica, façamos o mesmo e não deixemos nos abater por matérias como estas, que para mim, são para lá de tendenciosas.

    • Juliano Fleith

      Sidnei, o que você falou é fato, a maioria quer oba oba mesmo, dancinhas, saltinhos, etc e tal. Resumindo: querem festa. É óbvio, vendem um Jesus alegre, divertido e light, eles tem horror à Cruz, ao Crucificado; enfim, olhando pelos olhos humanos, é muito mais tranquilo do que o ambiente católico, “lúgubre, fúnebre e ritualístico”, como se dá a entender muitas vezes por parte deles. As pessoas, em geral, procuram a igreja e rezam em troca de algum favor, pois estão angustiadas e sem sentido na vida, então ocorre que acabam por serem atraídos por essas igrejas; no fundo, querem autoajuda para curar as suas mazelas. Isso particularmente me preocupa muito, mas acredito que cada vez mais pessoas irão debandar, seremos minoria em alguns anos. Rezo pra que isso não ocorra, mas as perseguições serão muitas!!! Estou lendo aquele livro maravilhoso sobre o Tratado da Devoção a Maria Santíssima, ali diz muita coisa a respeito do que estamos passando.

    • Rodrigo

      E aquela imagem que representa a morte ao lado do Santo Padre na foto que encabeça a matéria? WTF?!!?! rsrsr

      • Sidnei

        Rodrigo, nem havia reparado na tal imagem da morte ao lado da foto do Papa Francisco, realmente, para mim isto tudo cheira a tendenciosidade, para mim, esta matéria, esta pesquisa, esta mais podre que os comentários do evangegues abaixo que pintam o horror da Igreja Católica, de nós católicos e de toda nossa fé católica. Perder tempo dando resposta a esta gente, com replica, treplicas e por aí afora, é como jogar perolas aos porcos.

    • Mas quem liga para esse país esquecido? Vejam aqui meus amigos o que diz as estatísticas do ZENIT:

      http://www.zenit.org/pt/articles/catolicos-no-mundo.

      São as mais recentes que eu tenho e são dos tempos do Papa Bento XVI, combatido e odiado por esse mundo de hedonistas. Creio que com o Papa Francisco a situação seja ainda melhor! Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!!!!

  • Jefferson

    Mais uma vez ótimo post. Demonstra também algumas raízes desta esquerda que quer transformar a América Latina em uma URSAL (União das Republicas Socialistas da América Latina) sob o comando dos Castros e Cia Ltda.

    Ah, uma pergunta off-topic alguém viu o video gravado pelo Pe. Paulo Ricardo esta semana sobre a luta contra o marxismo?

    Um abraço!!!

  • Essa passagem de Números 16 retrata bem o que alguns pensam e como agem dentro de certas pastorais e movimentos. Infelizmente muito se perdeu do respeito da comunidade para os Padres e muitos Padres deixam que isso se perca e não fazem questão de se respeitar como Sacerdotes. Aí quando a comunidade começa a ignorar os conselhos e ordens do Pároco, ele acha ruim. ‘Pena’ que hoje em dia o chão não engole mais os que se rebelam contra Deus…

    • MARCELO,

      Este ano estou lendo a Bíblia inteira, sistematicamente. Fiquei surpreso com a riqueza do livro de Números. Pensava que era um livro extremamente chato, mas ali está o germe de algumas práticas mantidas pela Igreja, como o sacerdócio.

      É interessante notar como o NT CONTINUA o AT em vários aspectos. No caso dos sacerdotes, em várias passagens do NT (na própria vida de S. Paulo) fica claro que os apóstolos e missionários foram “enviados” por uma autoridade superior, até mesmo centralizada em Jerusalém.

      S. Paulo não começou a pregar o Evangelho aleatoriamente. Ele buscou aprovação de Antioquia e do núcleo da Igreja em Jerusalém.

  • Renan

    Sugiro a vocês fazerem um artigo todo especial da INQUISIÇÃO PROTESTANTE, que nunca, jamais lembrada nem em livros, ocultada de propósito, e que FOI INFINITAMENTE MAIS FEROZ QUE A DA IGREJA CATÓLICA!
    Que tal?

  • Rodrigo

    “Agora, há todo tipo de exorcismos não autorizados sendo feitos na Igreja Católica. Normalmente seria necessária a autorização de um bispo, mas entre os carismáticos há muitas mulheres leigas fazendo isso”, afirma.”
    Mas é o Satanás mesmo!!!! >(

  • William G.

    Olá, pessoal d’O Catequista!
    Sei que não tem nada a ver com esse post, perdão por isso…
    Mas, pessoal, protestantes estão vindo até mim querendo refutar a primazia de Pedro e sucessão dos papas com esse tipo de comentário:
    “Petrus = Pedrinha, cascalho, pedra pequena, frágil.
    Petra = Rocha, Rochedo, coisa inabalável.
    Quando Jesus falou Petra, não estava se referindo nem a Pedro nem ao papado, mas a Pedra angular, ou seja a Ele mesmo. Sl. 118:2; At. 4:11; Lucas 20:17, 1Pedro 2:7; Zacarias 10:4; Efésio 2:20 e outras passagens.”

    Eu não tenho contato com bíblias de outro idioma, a não ser em português. Alguém pode me ajudar?

    • Oi, William!
      Há muitos protestantes intelectualmente bem preparados e muito inteligentes. Porém, repare que há uns tipos de crentes que mal sabem ler e escrever em português, e se dizem estudiosos de aramaico, grego e latim. Aham!

      São uns pobres coitados que repetem como papagaios o que o paxtô lhes disse. Eles não fazem a menor ideia do que falam. Em primeiro lugar, que sentido faria Jesus mudar o nome de Simão para “pedrinha”? É sério que ele chamava o Apóstolo ao qual deu as chaves do Céu para ligar e desligar o apelido depreciativo de “cascalho”?! Quem vai respeitar a palavra de um Cascalho? rsrs

      Bem, protestante arrota um conhecimento que nem sonha em ter. Assim eles conseguem convencer os desavisados. Aí vai a explicação para refutar o seu amigo, em um texto do site Veritatis Splendor:

      http://www.veritatis.com.br/apologetica/igreja-papado/847-quem-e-a-pedra-jesus-ou-pedro

      Ademais, a inegável liderança de Pedro sobre os demais Apóstolos se confirma não só pelo seu nome e pelas chaves que recebeu, mas também por diversas evidências, que apresentamos em outros posts:

      Pedro é o maior dos Apóstolos. Sabichão Irônico discorda.
      http://ocatequista.com.br/archives/10495

      A Igreja primitiva já era chamada de “Católica”. Durmam com essa!
      http://ocatequista.com.br/archives/10535

    • Padre Orlando Henriques

      Caro Wiliam
      Cara Catequista
      Permitam-me ao reforço de caracter etimológico ao que a Catequista disse:

      Para já, pode dizer a essas “espertezas” protestantes que o Novo Testamento está originalmente escrito em GREGO, e não em latim: a tradução para latim (conhecida por “Vulgata” foi feita por São Jerónimo, no séc. V). Portanto, se eles se armam em “carapaus de corrida” com os significados etimológicos das palavras, então devia falar em “Pétros” (grego), e não em “Petrus” (latim).

      Só isto já devia chegar para os calar…
      Mas, já que puxaram o assunto, vamos ver o texto original, (em GREGO, claro).
      Fui lá, a Mt 16, 18, e o que encontrei foi que as duas palavras (“pétros” e “pétra”) estão lá! Ora vejam:

      “E Eu te digo que tu és Pedro (Pétros), e sobre esta pedra (pétra) edificarei a minha Igreja”

      Só isto já nos faz pensar (pelo menos é a minha conclusão) que talvez Jesus esteja a transformar a palavra feminina “pétra” em nome próprio, aplicando-a a Simão.

      Mas, para não inventar, fui ver ao meu dicionário de grego (o “Dicionário grego-português e português-grego” de Isidro Pereira, SJ, aquele com o qual estudei e que é o preferido mesmo no mundo académico civil) e lá encontrei os seguintes significados para estas palavras:

      – Pétros: (s.m.) pedra; (fig.) dureza, insensibilidade.
      – Pétra: (s.f.) pedra, rocha; escolho; gruta.
      – Também encontrei “pétrê”, da qual se diz, apenas, que é variante de “pétra”.

      Então, já pode perguntar aos seus “amigos” protestantes onde é que eles foram buscar essa ideia estapafúrdia de que Pedro é “pedrinha” ou “cascalho”.

      Depois, para “tirar a prova”, fui à parte do “português-grego” e encontrei mais “boas notícias” para esses “estudiosos”:
      – “Cascalho”, em grego diz-se: “psámmos”… E o dicionário não aponta outro sinónimo para “cascalho”…

      Mas há mais:
      O mesmo dicionário, na parte “português-grego”, aponta os seguintes sinónimos:

      – ROCHA: pétra [a nossa querida palavra em discussão! E não aponta mais…]
      – PEDRA: líthos [apenas, não aponta mais nada!]

      Quer isto dizer que (pelo menos é a MINHA conclusão, que até pode ser discutível) para “pedra” se usa “líthos”; mas para “rocha” usa-se “pétra”.
      Portanto, PÉTRA, embora seja “pedra”, é, mais propriamente, uma “rocha”!
      Não é, portanto, uma “pedrinha” qualquer, e muito menos “cascalho”.
      Cascalho é o que essa gente anda a ensinar!…

      • Marcio

        Revmo Pe Orlando:
        Quer ver um protestante urrando de raiva e saindo rapidinho, experiência minha?
        Pergunte a que SEITA pertence, mostrar-lhe que é relativista, se sair dela e montar outra para si dá no mesmo, ele faz da bíblia o que quiser, a homilia do pastor será aceita a critério de cada um e mais algumas dessas, sempre atendendo a termos como alienação, relativismo, comercio, desentendimentos mútuos entre seitas, lançando uns contra os outros, como tradicionalistas x pentecostalistas etc., ele trata de se mandar na hora!

    • Padre Orlando Henriques

      Mas, já agora, só por curiosidade fui também aos dicionários de latim ver os que significa “Petrus” e “Petra”.
      De facto, o dicionário de latim-português (da Porto Editora) diz que “Petra” é “rocha”, e que vem do grego (e também diz que poder ser nome de cidades ou sobrenome romano).
      MAS, quanto a “Petrus”, o meu dicionário não diz que é “cascalho” nem “pedrinha”: a única coisa que diz é que é o nome próprio “Pedro” ou então “São Pedro” (ele mesmo, nem mais!), e nada mais.
      No dicionário de português-latim (também da Porto Editora) diz que “cascalho” é: “glarea”.

      Pois é… nada a ver!…

    • WILLIAM G.,

      Melhor que entrar no labirinto do grego e do latim é falar do idioma que JESUS FALOU: aramaico.

      O Evangelho foi escrito em grego, mas Jesus e Seus apóstolos falavam apenas o aramaico, a língua comum naquela região.

      No aramaico só existe UMA palavra para Pedra e Pedrinha: KEPHA.

      Então, Jesus disse a Pedro: “Tu és KEPHA, e sobre esta KEPHA construirei minha Igreja”

      Isso sem contar o RESTO DA PASSAGEM bíblica. Se Jesus não falava de Pedro, então que sentido tem falar das Chaves e do poder de ligar e desligar?

      PS: sobre a primazia de Pedro há um caminhão de evidências históricas, não apenas bíblicas. Protestante tem horror de História do Cristianismo. Leia o livro UPON THIS ROCK, do Steve Ray.

  • Sidnei

    Estive pensando, se tivesse que dar um premio de bons trabalhos e excelência de produção eu daria ao capeta, pois esta semana ele não deu trégua, além da noticia do suposto escrito que trazia que Jesus fora casado com Maria Madalena e teve até dois filhos como fora apresentado aqui no catequista nesta matéria: http://ocatequista.com.br/archives/14365, teve esta que apresentei aqui e que trouxe o declínio dos católicos: http://www.msn.com/pt-br/noticias/mundo/aprova%c3%a7%c3%a3o-de-papa-%c3%a9-alta-mas-cat%c3%b3licos-continuam-deixando-religi%c3%a3o-diz-estudo/ar-BBdxaZg?ocid=iehp#sthash.0Ko08AUP.dpuf , e se desgraça pouca é bobagem ainda aparece este outra noticia: http://noticias.terra.com.br/mundo/europa/ativistas-do-femen-fazem-ato-contra-o-papa-no-vaticano,a24a9c5439ea9410VgnCLD200000b2bf46d0RCRD.html, caramba, não se dá trégua, será que não aparece nem uma notícia boa. O pessoal aí, do catequista, traz um noticia boa , porque de ruim, parece que o capeta esta servindo muito bem.

  • Romario

    Ola. Vocês teriam algo sobre o William Tyndale? Estou precisando de algo sobre ele.

  • Arlindo

    Protestantismo serviu para enfraquecer o catolicismo e para dar impulso a Revoluções liberais.Um dia os liberais foram tão perigosos quanto comunistas.Hoje precisam dos católicos que eles ajudaram a destruir para conter os vermelhos ,que não existiriam sem suas ideias geniais de organização social

  • Padre Dirceu

    Pessoal, já viram essa pesquisa: Você concorda com a definição de família como núcleo formado a partir da união entre homem e mulher, prevista no projeto que cria o Estatuto da Família? >>> http://www2.camara.leg.br/agencia-app/resultadoEnquete/enquete/101CE64E-8EC3-436C-BB4A-457EBC94DF4E

    Existem grupos que estão querendo fazer com que essa votação vença NÃO. Estejamos de olho!!! É apenas consultivo, mas precisamos estar atentos… já são mais 4 milhões de votos! 😉

  • Rafael (SP)

    Fico contente por ler um post tão instrutivo, obrigado à equipe de “O Catequista”. Entretanto, que depoimento fraco o de Nelson Motta, presente no vídeo! Ele morou nos EUA e se impressionou com o nível da cidadania de lá, a celeridade da justiça, as melhorias de bens e serviços etc. Mas pontuou que não faz “divisão” entre uma coisa e outra e que se pelo fato de valorizar acima de tudo o indivíduo e a liberdade ele for chamado de direitista, tudo bem. Penso muitas vezes que a geração de nossos pais, daqueles que nasceram nos anos 40 e 50, à qual pertence o Nelson Motta, seja uma geração perdida, na real acepção da expressão. Eles foram muito bombardeados pela guerra ideológica em sua juventude, e foram muito prejudicados por isso (muito mais do que os nascidos de 1980 em diante). São pessoas fragilizadas e dependentes de tal forma da utopia da esquerda e da TV que é difícil para eles discernirem algo, saírem daquele clima de contracultura, de idealização da liberdade etc. Tenho muita pena dessa faixa etária, em especial quando constato, a cada dia, que são eles os mais presentes na elite dos poderosos, da burocracia, dos formadores de opinião, celebridades da música e do cinema, isto é, são aqueles que embarcaram intensamente no jogo ideológico (e, como este é um site católico, vale mencionar que tinham em paralelo a famigerada “Teologia da Libertação”, com seu viés marxista politizando a missão da Igreja; ainda que os mais ambiciosos e presunçosos do dia tenham se afastado da Igreja de Cristo para se tornarem “algo mais”, respiraram o tempo todo esse bafio terrível que vinha do meio católico) e perderam os bons referenciais. Assim, quando ecoa hoje que “os mais jovens perderam o respeito pelos mais velhos” há que se prestar atenção de onde vem esse lamento e quem o profere: digo isso porque há um bom número de jovens que estão caindo na real, estão amadurecendo (mais do que seus pais) e tentam ajudar os mais velhos a entenderem melhor o que se passou, já que muitos parecem subsistir em transe desde os anos 70 e, simplesmente, são incapazes de enxergar a realidade… Daí reclamam da “falta de respeito”, da “negação da família”, quando não se trata disso. Tem muito jovem hoje, conservador e com uma sincera atitude de entender a estrutura da realidade, que não deseja que a “geração perdida” continue em seu transe hipnótico de jovem rebelde e esquerdista por atacado, em sua indigência mental, e quer que seus entes queridos mais velhos saiam da Terra do Nunca e vejam o que se passa. Só que não é fácil, pois os sessentões de hoje chegaram a uma fase da vida em que esperam a reverência e o ouvido prestativo dos mais jovens, e não os encontram. Por quê? Porque passaram a vida numa tal ilusão, tangidos pela televisão, que chegaram vazios e superficiais além da conta à “melhor idade”. Que jovem ou adulto jovem tem orgulho de pais, tios e primos vazios e superficiais? Que abrem a boca e só sai discurso automático em fortes tons vermelhos? Por isso tenho pena. E penso ainda que é impossível à geração dos sessentões e sessentonas se tornarem pessoas normais – isso é algo que foi tristemente tirado deles. Ainda que reconheça tudo isso, reconheço também que eles foram em parte vítimas da exaltação doentia que desde então foi feita sobre a juventude, o culto às celebridades, em todo aquele contexto tão perturbador de pós-II Guerra e da Guerra Fria, o deslumbramento com os meios de comunicação de massa, da cultura automobilística e por aí vai. Pode reparar: aquela geração solta suspiros por cantores, estilos musicais, álbums de música, novelas, filmes, marcas e modelos de carros, jornalistas televisivos, apresentadores, atores e atrizes, políticos em intensidade que jamais emitem pela Santa Missa, pelo Catecismo, pelo Terço, pelo Santíssimo Sacramento, pelos Papas e etc, porque passaram sua juventude fugindo disso, relativizando essas influências que vinham de seus pais austeros e “antiquados”. É muito sintomático, agora colocando o exemplo no que acontece comigo: tenho muito mais empatia e similaridade de valores com os nascidos nos anos 10, 20 e 30 (nossos avós e tios-avós) do que com os filhos deles, e isso é enlouquecedor para a “geração perdida”, pois ela achava que se veria livre de seus pais e tios “igrejeiros”, que vão falecendo, e agora se deparam com seus filhos com a mesma cabeça daqueles que eles tanto irritaram e chamaram de “quadrados” e “caretas” rs. Com isso, quero dizer que não façam guerra com seus sessentões e sessentonas, ainda que seja triste o fato deles serem péssimos como conselheiros e contadores de histórias e, sim, rezem piamente por eles. Eles precisam muito de um milagre de Deus para saírem dos grilhões de sua tão superestimada juventude…

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