Os cristãos, as redes sociais e o menosprezo pela maternidade

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A imagem acima é uma das últimas modinhas das redes sociais. Há mulheres com bebês pequenos que, ao ver isso em sua timeline, engolem seco e fingem que não entenderam a alfinetada. Outras, pouco atentas, não conseguem perceber a mensagem implícita: a desvalorização da mulher que tem filho pequeno, como se perder a independência por uma causa tão nobre fosse um sacrifício sem recompensa.

O fato é que essa é mais uma peça de propaganda antinatalista, e as mocinhas – inclusive as cristãs – que compartilham isso em suas redes sociais, nas entrelinhas, estão dizendo isso aqui:

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Se a ideia fosse simplesmente dizer que é maravilhoso estar 100% livre para desbravar o mundo, bastava a última frase. Mas não… Tinha que estabelecer uma RELAÇÃO COMPARATIVA, que exalta um estado de vida (não ter filhos e ser livre para viajar) enquanto menospreza outro (ter filhos e “não poder” viajar).

A imagem é generalizante – não, não é verdade que todas as mulheres com bebês não viajam – e reforça o estereótipo da maternidade como o fim da linha para a diversão.

Para enaltecer as delícias da vida de mulher sem filhos, era preciso dar uma espezinhada de leve nas “pobres coitadas” que não podem sair livres pelo mundo, porque não foram “espertas” o suficiente para adiar a maternidade. A mensagem tá na cara, e é simples assim.

Como cristãos, temos a responsabilidade de estar atentos às sugestões mundanas da cultura que nos cerca, para não sermos colaboradores da mentira (“… quem não ajunta comigo, espalha” (Mt 12,30)). Essa imagem traduz duas posturas anticristãs que afetam grande parte do povo católico…

1. Adiando o matrimônio.

Muitos jovens pensam em casar, porém, levando ao extremo o espírito de Ferris Bueller, querem antes curtir a vida adoidado. E assim evitam assumir namoros sérios, pois têm medo de se comprometer definitivamente.

O problema dessa mentalidade é que, mergulhada no hedonismo, uma boa parte dessa galera perde o timing, e acaba mesmo é encalhando. Outros, ainda, se casam, mas estão de tal forma tomados pelo individualismo que têm dificuldades para se doar em uma vida a dois.

2. Adiando a vinda dos filhos.

Ignorando a mensagem de Cristo, que chega a nós por meio da Santa Igreja, um grande número de casais católicos adia a vinda dos filhos por anos e anos, só para poder curtir por mais tempo uma vida mais relaxada.

Há também aqueles que, tendo já um ou dois filhos, “fecham a fábrica”, visando acima de tudo seu conforto e bem-estar.

Para os católicos que se identificam com essas posturas, recomendamos a leitura do post “Matrimônio – O que o Shrek e o Papa Francisco têm a nos ensinar“.

É realmente bom demais saber viver bem cada fase da vida, inclusive aquela em que podemos viajar pelo mundo leves e soltos, sem grandes preocupações. Mas atenção: não façamos desse estado de vida um ídolo, algo que colocamos acima de Deus e de Seu plano para as nossas vidas. Nós temos uma grande MISSÃO, e somos chamados a amar e servir; não estamos aqui meramente a passeio.

Viajar livre pelo mundo é bom demaaaaais! As solteiras devem mesmo aproveitar essa fase mais leve da vida, só não vale cair na bobeira de estabelecer comparativos inferiorizantes com as mulheres que têm filhos. #ficaadica

Viajando ou não, casando ou não, tendo filhos ou não… O fundamental é que tudo seja vivido na verdade e na amizade com Cristo!

146 comments to Os cristãos, as redes sociais e o menosprezo pela maternidade

  • Yara

    Jéssica, o seu comentário foi um dos mais equilibrados por aqui. Realmente, a Internet,e as redes sociais mais especificamente,é o lugar da superficialidades e não é sábio levar tão a sério o que rola por lá.
    Com relação à paternidade responsável,penso que não se deve ter vários filhos sem ter condições de criá-los. E não estou falando de saciar todas as necessidades consumistas dos filhos,mas no básico mesmo. Um casal deve ter esse discernimento.

  • Hadassa

    Olá! Gostei muito do site de vocês. Não sou católica, mas estou começando a pensar sobre o assunto. Sempre quis ter uma família, até me casei. Ainda no início do casamento com um rapaz católico (ele tinha 32 e eu tinha 26), ele me traiu e abandonou por uma mulher com um histórico de vários homens e que tinha filho, sendo divorciada várias vezes. Os motivos que ele alegou: 1- o amor acabou, 2-eu casei virgem e portanto não sabia quase nada de sexo, e a mulher sábia muito e inclusive era muito boa, 3-O casamento era chato e monótono.
    Eu era bonita, magra, educada e trabalhava e pagava metade das despesas. Sempre fui uma pessoa tranquila, não haviam desentendimentos. Eu porém, percebia um distanciamento dele, que hoje acredito ser por conta do caso extraconjugal.
    Quando ele assumiu a outra mulher, eu sofrendo muito, optei pelo divórcio. Não tivemos filhos. O relacionamento dele com essa mulher se deteriorou, e após muitos anos (hoje tenho 35) ele quis voltar. Eu não aceitei.
    Como sempre trabalhei, e tenho uma carreira, graças a Deus consegui tocar minha vida com dignidade. Tenho um bom comportamento, vivo em castidade total. Não tenho mais vontade de me casar por conta do sofrimento que passei. Viajo bastante, conheço o Brasil e muitos países, e tenho orgulho de ser como sou. Acho lindo famílias estruturadas. Acho lindo as mulheres que são mães! É muito digno! Mas confesso que nos dias de hoje, é bastante corajoso largar tudo e viver para os filhos (infelizmente).
    Gosto de crianças, sim. Até penso em adotar um dia, pois o amor está acima da questão genética e sangue. O amor é o caminho.
    As mulheres solteiras e separadas sofrem muito mais preconceito do que as que são mães, e isso é fato..
    Outro fato concreto: nessa vida, qualquer escolha que façamos, é uma renúncia de outras coisas. Todos os caminhos tem alegrias e espinhos. Todos têm o seu risco e o seu preço. Não criemos ilusões a respeito disso. E tudo é vontade de Deus, pode ser usado por Deus para os propósitos dEle. Everything is God’s will! Paz e abraços a todos!

  • Priscila

    Alguém poderia me ajudar? Eu sempre sonhei com o matrimonio, com constituir uma família, sempre achei que essa era minha vocação. Porém hoje já tenho 22 anos, nunca namorei e meu coração está cheio de dúvidas. Penso que talvez Deus queira algo a mais de mim. Talvez minha vocação seja a vida religiosa, porém não consigo encontrar as respostas. Peço tanto ao Senhor pra me mostrar o caminho a ser seguido, porém cada dia mais meu coração se enche de dúvidas. Estou tão aflita! Tenho tanto medo de não cumprir aquilo que o Senhor quer de mim… Preciso de respostas porém não sei como encontra-lás.

    • Oi, Priscila! A quem bate a porta se abre. Se você busca respostas com perseverança, o Senhor não vai te deixar na mão. Ele vai te responder!
      Peça ao Senhor que te apresente um bom diretor espiritual, um padre que esteja trilhando um seguro caminho de santidade. Somente um bom pastor poderá te ajudar a discernir sua vocação. Ore sempre para a Virgem Maria, que é sua Mãe amorosa e atenciosa.

      p.s.: Tive meu primeiro namorado somente aos 21 anos, e foi com ele que me casei.

    • Priscila

      Muito obrigada pela resposta!

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