Liga dos Blogueiros Católicos – Episódio 13 – 24/05/2014

Oi Povo Católico!

Olha aí mais um episódio da trepidante LIGA DOS BLOGUEIROS CATÓLICOS!  E esse foi quente!  Entenda onde o secretário da CNBB errou ao comentar sobre os direitos dos gays, revolte-se ao descobrir que a vida de um bebê vale pouco mais de R$400,00 para o Governo Federal, descubra porque a Lei da Palmada provoca tanta confusão e acompanhe o início da viagem de Francisco pelo Oriente Médio.  Tudo acompanhado pelos blogueiros mais loucos e furiosos da internet!

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10 comments to Liga dos Blogueiros Católicos – Episódio 13 – 24/05/2014

  • Carlos Roberto Pereira

    A descrição do vídeo diz que a próxima liga é no dia 07/07, mas não seria no dia 07/06?Porque 07/06 cai no sábado e o dia 07/07 cai na segunda.

  • Sidnei

    Aí pessoal do Rio de Janeiro, já não bastasse a reportagem com Dom Leonardo Steiner, agora vem Dom Orani dizer a mesma coisa: http://oglobo.globo.com/sociedade/intolerancia-discriminacao-sao-mote-de-campanha-da-igreja-no-rio-12589465.

    Ou seja, a cada dia que passa, fica cada vez mais decepcionado com nossos bispos e padres, porque com esta jujubice toda, com este guit, guti todo, se fala muito em respeitar os homossexuais, mas dizer que a prática homossexual é pecaminosa, necas de pitibiriba. Depois não reclamem em ouvir da boca dos católicos que uniões e casamentos homossexuais hoje em dia são coisas mais normais do mundo, porque de tando ouvir os bispos e padres de falar que devemos respeitar os gays, que eles tem direito disto e daquilo, que não devem ser ofendidos, todos vão acreditar que se liberou geral e dizer que relações homossexuais é pecado constitui em uma ofensa grave aos gays.

    E aí, povo do Rio de Janeiro, o que tem a dizer das declarações de seu cardeal arcebispo?.

    Por favor, me respondam, porque já estou ficando cansado de fazer perguntas, e de não ouvir resposta alguma.

    • Sidney,
      Concordamos com vc sobre a jujubice e falta de clareza de muitos bispos em relação à questão homossexual. Creio que fomos contundentes em relação a isso no último programa da Liga dos Blogueiros Católicos. De fato, o respeito aos gays está no Catecismo, e deve ser ensinado, sem jamais deixar de pregar que as relações homossexuais são gravemente pecaminosas. Porém, confiamos muito em Dom Orani, pois conhecemos a posição ortodoxa dele sobre o tema. Note que a Arquidiocese do Rio de Janeiro já publicou duas declarações muito contundentes contra a ideologia de gênero e a banalização do termo “homofobia”:

      Educação ou Ideologias – Dom Augusto fala sobre a ideologia do gênero na educação
      http://www.zenit.org/pt/articles/educacao-ou-ideologias

      Cardeal Dom Orani Tempesta emite nota sobre a votação do PNE

      http://blog.comshalom.org/carmadelio/40073-cardeal-dom-orani-tempesta-emite-nota-sobre-votacao-que-acontecera-amanha-na-camara-dos-deputados-em-brasilia

      • Sidnei

        Obrigado Vivi pela resposta, mas você e todo mundo aqui vai concordar que isto tudo está gerando muita confusão na cabeça das pessoas, principalmente, as menos esclarecidas. Para muitos destes ao ouvi que a Igreja diz que devemos ter respeito aos gays e que a eles devem ter direitos legais, vão acreditar que a Igreja liberou geral, e por outro lado vem a mesma Igreja dizer que as relações homossexuais continuam pecado, então vão questionar, ou as relações homossexuais afinal de contas, são pecados ou não são?

        Fora agora que estão batizando filhos de casais gays a torto e a direito, como se tivesse abolido que não se exigisse mais dos pais e padrinhos que o filho ou afilhado recebe uma educação católica sólida e sem rodeios, pois nesta sedução católica, fatalmente, se apresentará que relações homossexuais perante DEUS e a Igreja são pecaminosas, e aí, como vai ficar então na cabeça de uma criança que ao saber disto, e que tenha sido batizada, ao ver que suas duas mães ou seus dois pais são pecadores contumaz, como ela reagirá a isto tudo?, será omitida a ela que relações homossexuais são pecaminosas?, que a Igreja liberou geral?, afinal, o que se dirá a uma criança criada por um casal gay, que foi batizada na Igreja, e que a relação de seus pais gays é pecaminosa.

        Já deixei minha opinião aqui, querem gostem ou não gostem, para mim estas crianças não deveriam ser batizadas agora, se deveriam esperar que elas crescessem e decidissem se queriam a ser batizadas na Igreja Católica ou não, porque o Papa, os Bispos, os padres e nós leigos não estamos prestando tensão em várias coisas, simplesmente em nome da caridade estamos sacrificando a verdade, estamos batizando as crianças que estão sendo criadas por pais homossexuais, em nome da caridade, mas não passa por nossas cabeças de como faremos para ensinar estas crianças que relações homossexuais são pecaminosas, sem criar nelas algum trauma, sem ofender os pais, e sem criar atrito com ninguém. Então Vive e pessoal do catequista, fica aqui minha dúvida e minha preocupação, até onde podemos dizer a verdade sem ofender?, até onde podemos dizer que respeitamos os gays mas que suas relações são pecaminosas?, pois aos dizer que as relações sexuais gays são pecaminosas muitos deles e outros que os apoiam nos dirão na cara que somos hipócritas, porque se nós dizemos que os respeitamos ao mesmo tempo os desrespeitamos por dizer que eles são pecadores contumazes.

        Então tudo é uma faca de dois gumes, estou vendo, a partir do clero, que eles não estão sabendo lhe dar com isto, estão esquecendo das palavras de JESUS que disse: “Que seu sim seja sim, que seu não seja não, o que vier além disto, será no maligno”. Devemos respeitar os gays?, sim, concordo que devemos respeitar, devemos respeitar até ateus e prostitutas, mas esta faltando muita clareza por parte do clero que relações homossexuais continuam sendo pecados, porque até a palavra pecado parece que surgiu da boca e do dicionário de muitos clérigos por aí, e até me dá vontade de perguntar a algum padre ou bispo se frequentar sites pornográficos na internet e se masturbar ainda é pecado, porque se não for, eu vou a forra e deixo de confessar estes pecados daqui por diante, já que até relações homossexuais não é mais pecado, então dar uma escapadinha em algum site pornô e dar uma masturbadinha de vez em quanto, também não mais será. Visse Vivi e pessoal do catequista, quanto confusão vai surgir na cabeça do povão com estas jujubices todas em quanto os nossos Bispos, Padres e até o Papa continuar dizendo uma coisa sem esclarecer o deve ser dito!.

  • DIRCEA SOUZA

    Estou acessando recentemente e gostaria que comentassem mais sobre o Marco da Internet, pós fiquei meio decepcionada com algumas falas de vocês e para mim o Marco da Internet trouxe para a sociedade: privacidade, liberdade e neutralidade da Rede. Mas fica aqui meus parabéns pela iniciativa de trazer para os católicos esses assuntos de tamanha importância.

  • G.S

    Olá prefiro não me identificar ao público nesse comentário… gostaria, caso vocês ainda leiam comentários em posts antigos, pedir um conselho com relação ao combate cultural em que estamos inseridos: a comunidade da qual eu faço parte possui um membro que implicitamente se demonstra homossexual, ele nunca falou nada diretamente, mas seus amigos mais próximos estão sempre fazendo piadinhas a respeito, e o face dele também tem bastante fotos dele com outros rapazes ‘suspeitos’, e comentários pra lá de efeminados…. enfim, ele é muito gente boa, simpatizo muito com ele, mas me sinto omissa quando surgem as piadinhas sobre com ele está namorando, piadinhas sobre com quem ele estava saindo etc…e vejo fotos meio românticas dele com outro rapaz, e depois vê-lo na igreja atuando como cerimoniário, participando conosco na comunidade… fiquei muito confusa com a situação, porque não devemos julgar um homossexual que decide seguir a Deus, mas e quando ele “decide” seguir, mas possui união homoafetiva, e não se decide pela castidade e tudo é encarado com naturalidade por todos os paroquianos? (pior ainda é quando estes ainda incentivam o amigo ao pecado com insinuações)- Não sei qual deve ser a postura de um católico consciente nesses casos… porque não se trata apenas de uma situação geral, de um debate genralizado, mas sim de uma situação concreta, de pessoas em sua paróquia… como corrigir algo assim? é a incorporação da cultura gaysista nas igrejas…(e esse irmão não é o único caso…já vi o mesmo ocorrer em outra paróquia também).

    • Sidnei

      G.S, este seu caso é mais comum do que a gente imagina, vou dar minha opinião:
      1º) Evitemos piadinhas e gracinhas com pessoas assim, como ensina o Catecismo da Igreja Católica, eles devem ser respeitados e amados, e não é com piadinhas com relação ao modo de vida deles que vamos conquista-los a CRISTO;
      2º)Devemos respeitar, evitando piadinhas ao modo de vida deles, não é o mesmo que concordar com o modo de vida deles, e isto nós, a Igreja devemos mostrar que tal modo de vida esta errado, como também ensina do Catecismo da Igreja, pois este sempre foi o entendimento da Igreja pois esteve sempre fundamentado nas Sagradas Escrituras, na Sagrada Tradição e sempre foi ensinado pelo Sagrado Magistério da Igreja;
      3º) Devemos exercitar a correção fraterna tal como foi ordenada por JESUS (Mat. 18);
      4º) Temos que parar com esta história de não dizermos nada e ficarmos calado e deixar a carroça nadar do jeito que esta, pois devemos confiar na misericórdia de DEUS, que nos final todos iremos para o céu. Não, se DEUS e JESUS CRISTO, já deixou claro nas Sagradas Escrituras que se ao vermos um irmão que esta em pecado, e não chamarmos a atenção a tal pessoa, dentro da caridade fraterna, para que ela não e converta de seus pecados, que irá pagar por tal erro será nós mesmo, portanto, salvar um irmão que esta em pecado do inferno, é um ato de caridade, e quem pode fazer e não o faz, será pedido contas do porque não fez no juízo particular e final;
      5º) Quanto a este irmão que esta em pecado ainda participa de algum serviço litúrgico (se isto esta acontecendo) mesmo todos sabendo que eles esta em pecado, e em pecado público, o padre ou o grupo que coordena os serviços litúrgicos o qual esta empenhado a pessoal, deverá caridosamente se dirigir a pessoa em questão, e exercer a caridade fraterna, e chamar a atenção de tal modo de vida, se ele não quiser escutar, então deve-se afastar a pessoa, para evitar maior escândalo aos fieis, ou pior ainda, fazer que os fieis acreditem que aceitando tais pessoas nos serviços litúrgicos, a Igreja esta liberando geral, e se a equipe de liturgia ou até mesmo a Igreja for acusada de preconceito, então a equipe de liturgia e o padre devem expor a comunidade os reais motivos do porque um membro da comunidade, por sua postura de vida, não pode participara daquele serviço litúrgico, até que abandone de vez seu modo de vida pecaminoso, e aí a Igreja deve expor de forma bem esclarecida, mostrando nas Sagradas Escrituras, o real motivo das decisões tomadas pelo padre e pela equipe litúrgica.
      6º) Agora se tal pessoa não participa de algum serviços litúrgico, mas apenas de alguma pastoral ou movimento, apenas deve-se chamar a atenção e exercer a correção fraterna, mas nunca perder a compaixão por tal pessoa.

      Estas são minhas opiniões a respeito deste assunto, se alguém tiver mais alguma opinião de como agir nesse caso, seria bom colocar aqui o que pensa, porém, acredito que se omitir será pior, porque dará a impressão que a Igreja aprova este modo de vida gay, e por isto esta mudando a doutrina da Igreja, o que para mim, parece muito perigoso, ao passo que não se deve agir com um rigorismo exarcebado, no entanto também não se deve se omitir diante de tal caso, deve-se buscar um equilíbrio dentro da caridade e da correção fraterna para afastar este irmão ou irmã, do pecado, e ganha-lo para CRISTO.

  • G.S

    Obrigada pela ajuda Sidnei! Mas ainda não sei como tomar a atitude…não somos grandes amigos, nos falamos um pouco, geralmente não conversamos muito… não sei como eu poderia chegar para ele e puxar o assunto assim do nada…e creio que parece que eu não teria o apoio da paróquia quanto a isso, já que todos parecem apoiar e encarar tudo com grande naturalidade e simpatia. Por exemplo, certo dia eu o encontrei na rua quando estava com o pessoal da minha comunidade, e nesse dia ele estava acompanhado de um rapaz (com postura bastante efeminada), e a galera ficou jogando piadinha perguntando o que eles estavam aprontando…ao que eles relataram que iriam para uma festa mais tarde, e todo mundo só dando risada, e eu sei bem que infelizmente, os meus irmão apoiam a união homossexual… na hora fiquei até com taquicardia, não sabia nem como reagir… fiquei com cara de paisagem, tentando não demonstrar que apoiava aquilo, e mudando o assunto…o que eu poderia ter feito nessa situação por exemplo? sempre fico confusa assim, e me sinto péssima por ficar omissa, mas não tenho coragem de mandar todo mundo parar de palhaçada…. o que o senhor faria?

    • Sidnei

      G.S neste caso especifico eu não faria nada, mas em outra ocasião, eu iria propor a todos a um estudo bíblico e catequético (com o catecismo da Igreja Católica) sobre a moral católica. Ai entraria não somente o assunto da homossexualidade, mas diversos assuntos o qual para muitos católicos parecem não estar nem aí, e hajam tudo normal. Então fica a sugestão, se alguém te apoiar, beleza, se não apoiar, insista, se somente dois a três quiserem com você intensificar nestes estudos, já é um bom começo, pois um punhado de fermento já faz fermentar toda a massa, pois se começar com apenas dois ou três fazer este estudo, logo, logo, estarão todos junto com você, e aí entre tantos assuntos da moral católica, mais cedo ou marte entrará o assunto da homossexualidade, e aí então é que se verificará se entre todos seus amigos haverá realmente católicos de verdade ou só de fachada, pois quem aceitar a doutrina da Igreja e não ficar indiferente perante ela, então seguirá com todo fervor, mas quem encontrar dificuldade em aceitar, ou aceitar somente algumas partes, ou ainda querer seguir a Igreja Católica a modo protestante, ou seja, só segue aquilo que lhe é agradável, e que despreza todo resto como os protestantes que interpretam a Bíblia a sua maneira, se apegando muitas vezes nas Sagradas Escrituras, aquilo que lhe apetece, então estes sujeitos bons católicos não são, deverá aconselha-los então a rever seus conceitos como católicos e pensar se querem ou não continuar na Igreja Católica. O trabalho é longo e difícil, não se sabe quais serão os resultados, mas devemos confiar na Divina Providência, da Graça de DEUS, e fazer a nossa parte, para não deixar continuar domo esta, porque se deixar continuar como esta, o relativismo tomará conta de todos cos católicos (se já não tomou) e os católicos serão esta esculhambação que vemos hoje, o qual parece haver mais caóticos do que católicos.

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