As mulheres devem ser submissas a seus maridos? O que diz a Igreja?

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Para os católicos de hoje, um dos trechos da Bíblia que mais geram dúvidas e controvérsias é aquele em que São Paulo diz, na Carta aos Efésios, que as esposas devem ser submissas a seus maridos. Como devemos entender esse texto atualmente? O que diz a Igreja?

Para esclarecer a questão, nos basearemos nos escritos oficiais de três papas: Leão XIII, Pio XI e João Paulo II. E, antes de prosseguirmos, é preciso deixar claro que o termo “submissão” em Efésios não possui o sentido negativo ao qual o termo, atualmente, nos remete. Não tem nada a ver com obediência irrestrita, servidão, inferioridade, opressão, desrespeito, abuso ou qualquer coisa do tipo.

Vamos lá… Essa submissão da esposa ao marido é em sentido literal? Sim, o marido é o chefe da família, e não a esposa. Isso quer dizer que a esposa tem obrigação de obedecer a ele em absolutamente tudo? Não, não mesmo!

O marido tem a missão de ser um CHEFE-SERVIDOR, assim como Jesus, que veio para servir, e não para ser servido. Essa postura humilde em nada diminuía Sua autoridade e liderança. Assim, o marido deve tratar bem a sua esposa – que é carne de sua carne – e, se preciso for, se sacrificar e dar a vida por ela e pelos filhos. Obviamente, isso nada tem a ver com o perfil de um “patrão” da mulher.

Segundo Pio XI, a submissão da esposa não a obriga a satisfazer todas as vontades de seu marido, especialmente quando estas contrariam sua razão e sua dignidade; nem tampouco se trata de uma submissão comparável à dos filhos (que são menores de idade e não têm maturidade para tomar certas decisões) em relação aos pais.

Do que se trata, então, essa submissão? Simples: do reconhecimento de que o amor possui uma ordem. No céu, os anjos possuem uma hierarquia; na Terra, Jesus colocou Pedro à frente dos demais Apóstolos; na família, Deus colocou o homem como a cabeça, e a mulher como o coração. Homem e mulher são iguais em dignidade, mas diferentes em sua constituição biológica e psicológica e, portanto, exercem diferentes papéis na família.

Mas, atenção: se é verdade que a mulher deve reconhecer e respeitar a chefia do marido sobre a família, também é verdade que o homem deve exercer essa liderança com amor, respeito e espírito de serviço. Sem a CARIDADE CRISTÃ, o homem não é cabeça da família, é tirano. O marido deve ser para a família aquilo que Cristo é para a Igreja: chefe amoroso e humilde, mas também firme e viril.

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Por exemplo, o fato de que São Pedro era o chefe visível da Igreja não impediu São Paulo, que era subordinado a ele, de lhe acusar certa vez de hipocrisia (saiba mais aqui). Paulo de modo algum estava se insurgindo contra a autoridade máxima de Pedro, mas cumpriu a sua obrigação de realizar a correção fraterna. Da mesma forma, a esposa pode – e deve – contestar as atitudes e decisões de seu marido que julgar insensatas.

Portanto, como ensina João Paulo II, no fim das contas, tal submissão não é unilateral, mas sim bilateral, pois o marido também tem seus deveres sagrados em relação à mulher. Porque, tendo o dever de chefiar sua família dentro do princípio da caridade cristã, o homem é impedido de desrespeitá-la e de fazer da mulher um objeto de seus caprichos.

Certo… Mas e se o marido é bebum e vagabundo? Nesse caso, ele não tem condições mínimas de governar sua família, é óbvio, e quem deve chefiar é a esposa (esse é apenas um exemplo entre tantos outros em que o homem pode perder a sua capacidade de exercer o seu papel como “cabeça” da esposa).

“O âmbito e as modalidades de tal submissão da mulher ao marido podem variar de acordo com as diferentes condições de as pessoas, lugares e tempos. Além disso, se o marido está faltando seus deveres, as mulheres devem tomar o seu lugar na direção da família.”

Papa Pio XI. Casti Connubii (tradução livre nossa)

Como Pio XI bem disse, a Igreja não delimita a “forma” como essa submissão da mulher ao marido deve se dar; isso varia conforme cada situação, cada tempo, cada cultura. Em algumas famílias contemporâneas, essa submissão se cumpre muito bem de modo sutil, com marido e mulher dialogando e buscando compartilhar as decisões, sempre que possível. Seja como for, a lei fundamental da estrutura familiar, estabelecida e confirmada por Deus, jamais deve ser esquecida: o marido é o chefe da família, assim como Cristo é o chefe da Igreja.

Lembremos que o Rei do Universo, feito Menino, aceitou ser submisso a José e Maria, pois é assim que deve ser um filho em relação a seus pais (“…e lhes era submisso” (Lc 2,51)). Mesmo sendo Deus, o Cristo não se rebelou contra essa lei da estrutura familiar. Porque nós mulheres deveríamos nos rebelar?

Para a nossa sensibilidade contemporânea, em que crescemos doutrinados pela ideia de que homem e mulher são iguais em tudo, esse ensinamento pode soar estranho. Também para os Apóstolos era difícil aceitar certas coisas que Jesus dizia, pois contrariava a sua cultura e seu modo de pensar. Porém, Cristo nos pede: “Acreditai em Deus e acreditai também em Mim” (Jo 14,1). Acreditamos? Temos convicção ao dizer “Creio no Espírito Santo, na Santa Igreja Católica…”? Temos fé?

Tenham fé em Cristo e em Sua Igreja. Assim fizeram os santos!

FONTES DE EMBASAMENTO:

Carta Encíclica Arcanum Divinae Sapientiae, do Papa Leão XIII, 1880. Item 8

Carta Encíclica Casti Connubbi, do Papa Pio XI, 1930. Item 10.

Audiência Geral com o Papa João Paulo II, 11/08/1982

68 comments to As mulheres devem ser submissas a seus maridos? O que diz a Igreja?

  • Sidnei

    Pessoal do catequista, vocês vão ou não vão fazer alguma matéria a respeito da crianças que foi batizada na Argentina cuja filiação vem de duas lésbicas?. Vamos ter que aceitar isto numa boa, vale apenas ainda teremos que lutar pela família tradicional, ser contrario aos casamento gay e ao aborto, ou isto vai ser uma perda de tempo já que os padres, bispo e até o Papa parecem achar que isto tudo não vale mais a pena e a onda agora é seguir a moda do mundo. Quero deixar uma coisa aqui, esta criança foi batizada não com o intuito de crescer na fé católica mas para dirigir holofotes a causa gay, agora que a Igreja aceita batizar crianças adotadas por gays e lésbicas esta dando um recado de que esta na eminencia de aceitas até o casamento gay. Juro por DEUS, o dia que a Igreja Católica aceitar o casamento gay e eu saber e ver e até entrar em uma igreja em que esta acontecendo um casamento gay eu deixo de ser católico na hora. Gostaria que alguém comentasse isto pois não aguento mais tanto silencio.

    • Sidnei, acalme-se. Em primeiro lugar vale lembrar uma coisa: a Igreja é indefectível, sua fé não muda e as leis divinas jamais poderão ser revogadas pela Igreja. Concílio nenhum, Papa nenhum pode fazer isso.

      Segundo: o que aconteceu na Argentina esses dias, merece atenção. Ninguém pode dizer que a atuação do padre foi sensata, mas o batismo da criança aconteceu validamente. É fato que as duas mulheres não estavam com ânimo de ensinar a doutrina da Igreja para o bebê, mas nem por isso o Sacramento não ocorreu com validade.

      Terceiro: coloquemos toda confiança na Mãe Igreja e na Santíssima Virgem.

    • Christiane

      Sidney, a Igreja não pode negar a NINGUÉM o Batismo, se o solicitar. Isto está no código de direito canônico. Isso é o de menos…

      O pior é que as duas se crismaram no mesmo dia!

      Podemos mandar uma carta ao papa Francisco e pedir contas dele a respeito disso?

      Prostremo-nos por terra diante do Senhor e oremos, oremos e oremos pela Igreja! Maranatha!!!!!

      • E as lésbicas ainda se beijaram na boca dentro da Igreja, que miséria, meu Deus.

        • Valdirene

          Que “babado” é esse de beijar na boca? rsrs

        • Sidnei

          Pois é as lésbicas se beijaram dentro da Igreja, lembro de alguns anos atras que feministas e mais um bando de covardes (não me recordo agora se foi nesta mesma cidade) se lançaram contra jovens que faziam a segurança em frente a catedral para que aquela turba não viesse profanar o local sagrado e estes jovens receberam aos berros, ofensas de todo tipo, gusparadas ofensas verbais e até físicas enquanto eles recitavam o terço, para agora eles verem que tudo aquilo foi em vão (pelo menos aos olhos do clero)pois agora aqueles cidadãos que ofenderam aqueles jovens, representados por estas duas lésbicas, estão dentro da Igreja que fora protegida por aqueles jovens e se lançam até em beijos dentro da própria catedral, dentro daquele recinto sagrado e aí vocês me perguntam, se isto não é de tirar do sério, não é de deixar revoltado, em vermos os leigos cada vez mais aguerridos na defesa da fé, enquanto o clero estão cada vez mais frouxos na defesa da mesma fé. Isto desanima a defesa da fé por parte dos leigos que ao se verem sozinhos na defesa da fé e abandonados pelos seus pastores muitos se debandaram e aí o lobo faz a festa graças a pastores covardes, frouxos e cheios de guti, guti. Muitos pensarão: “O que adianta defender a fé se aqueles que mais deveriam não fazem e ainda nos abandonam sem ao menos apoiar a gente, então agora eles que se virem pois da minha parte já não mexerei mais nenhuma palha”, e assim caminha a humanidade.

        • Janes

          Caros catequistas deste blog,
          Aproveitando o ensejo do tema abordado nesse post, gostaria de lhes fazer um pedido, e já algumas sugestões: o santo padre Francisco fez recentemente, uma crítica forte (ele usou a palavra RECHAÇO!) à ideologia de GÊNERO, deixando claro que crianças não são COBAIAS para experimentos ideológicos que roubem a autoridade educativa da família e o direito à consciência pessoal.
          O papa não usou o termo IDEOLOGIA de GÊNERO, mas basta ler o texto todo para ficar muito claro qual é a onça que ele está a cutucar com vara curta. (o link é este: http://www.acidigital.com/noticias/papa-francisco-reitera-pedido-de-perdao-por-abusos-e-sustenta-que-a-igreja-nao-dara-um-passo-atras-em-sua-luta-60630/
          Logo começarão as perseguições/difamações em cima de Francisco, pois ele é doce e terno como Bento 16, mas como ele, também sabe falar muito firme em nossa defesa como um Pastor Maiúsculo e paternalmente viril.
          MEU PEDIDO: que façam um post sobre o GÊNERO trazendo essa denúncia do papa que cito acima.
          MINHAS SUGESTÔES:
          1) Que não seja um post obtuso e cabeça dura, fechada. Pois o papa também (no mesmo texto citado) nos alerta contra o fechamento cultural. Assim, não precisamos ter alergia automática ao termo GÊNERO, pois o mesmo faz parte do vocabulário comum com um significado bem preciso (Vaca e Boi são gêneros, Galo e Galinha, idem e assim HOMEM e MULHER, sexos que gramaticalmente expressamos também como GÊNEROS ). E nem precisamos ter uma imensa e obtusa resistência ao modo como o termo foi empregado nas lutas sociais das mulheres até meados da década de 70. (muitos deputados no Congresso Nacional, ao apoiar a agenda de GENERO, estão com este emprego do termo na cabeça, sem sequer desconfiar da metamorfose e manipulação semântica que o mesmo vem sofrendo para fins de patrulha ideológica etnocentrista) Apesar dos equívocos de certas correntes ideológicas do feminismo, a igualdade de direitos civis entre homens e mulheres, foi algo nobre e em muitas frentes foi apoiada e até liderada pela igreja (o voto feminino por exemplo, teve enorme apoio e liderança protagonista da igreja) . Nesse sentido, IGUALDADE de GÊNEROS, é algo nobre, quando significa igual dignidade e iguais direitos civis para homens e mulheres (respeitando inclusive as diferenças e diferentes necessidades de um e outro) neles incluídos o direito pleno ao exercício digno da maternidade que ainda é muito violado/pisoteado pelo estado e principalmente pelo feminismo ideológico. Só que, de modo documentada e provadamente insidioso, desonesto, mentiroso, manipulador, violento, autoritário, cínico e canalha, o termo GÊNERO, desde os fins da década de 70 vem sendo imposto pelos burocratas da ONU (a burocracia da ONU está entupida de terroristas intelectuais do mais baixo nível, arrogantes donos da verdade sem escrúpulos para manipular mil bastidores e pisotear a pluralidade cultural, com a cumplicidade vil da mídia) um conceito muito diverso de GÊNERO, muito distante da luta feminista histórica, mas gerado dentro mesmo de setores do feminismo ideológico e sectário de matriz marxista hiper-demodé e carunchada, que se apossou, estrategicamente, de setores do poder político internacional (ONU) e do poder econômico do mega-capitalismo (grandes fundações norte-americanas) e macomunado com forças LGBTT hiperdoentias e violentas, busca impor sua agenda aos pobres do mundo, chantagendo-os em várias frentes. E os dirigentes dos países pobres, apesar de grandes pressões das suas bases populares, muitas vezes se veem num beco sem saída, pois muitos empréstimos econômicos e projetos de ajuda social são condicionados/chantageados nessa base crápula e autoritária: “ou a adesão ideológica aos nossos ditames ou a vida”! Isto é, sem chances de financiamento, doação ou empréstimo dos ricos, se vossas leis e decisões administrativas não se adequarem ao nosso gosto ideológico. Isso é puro colonialismo cultural e etnocentrismo! E para facilitar esse claro estupro ético/cultural dos povos pobres, essa gente invade o Brasil se unindo com aquilo que temos de pior em termos humanos, com gente do tipo das mal amadas da MARCHA das VADIAS e do C-FÊMEA e outras imitações babacas e etnocêntricas do que há de mais burro e podre no decadente primeiro mundo. A criatividade brasileira nunca esteve tão em baixa!Só sabe imitar o pior.
          2) A pesquisadora Dale O’Leary ( link aqui: http://www.votopelavida.com/agendagenero.pdf) documenta a ação desonesta desses grupos ao longo da burocracia da ONU, com muita perspicácia e precisão. O texto dela vale por uma aguda análise (crítica) de conjuntura internacional no campo dos Direitos Humanos , denunciando corajosamente o trabalho desonesto de deturpação/contaminação ideológica dos mesmos, desde as agências encarregadas de sua difusão no mundo. Ela mostra também (e a mídia esconde!) como no âmbito consultivo da ONU, são inúmeras as iniciativas civis, lideradas por mulheres, em defesa da vida, do matrimonio e da família, denunciando ao mesmo tempo, como essas legítimas iniciativas são tratadas nas assembleias da ONU e nos bastidores das mesmas: BOICOTE PURO E SIMPLES em pleno desrespeito do marco regimental-estatutário que rege os próprios mecanismos da ONU. Em suma, ali tá tudo dominado, pela ditadura dos ideólogos sectários que tentam sufocar e censurar o livre debate por todos os meios. A ONU hoje, no campo das CONFERENCIAS INTERNACIONAIS é uma DITADURA TOTAL. Mandam os ideólogos dos países ricos (regiamente financiados pelo mega-capitalismo) chantageando, boicotando e sabotando as forças divergentes, sobretudo as dos países pobres: um etnocentrismo arrogante da pior espécie. E pensar que crápulas como Leonardo Boff e Frei Betto, que tanto falam na defesa dos “pobres” são cúmplices e porta-vozes dessas agendas podres e autoritárias, feitas para o estupro cultural e ético dos povos mais pobres do mundo! ( auto strip-tease moral/intelectual maior é impossível). Mas enfim, me perdi no indignado desabafo, sem falar qual o conceito deturpado de GENERO que os ideólogos fanáticos-irracionalistas estão impondo (por meios desonestos) à ONU e esta vem impondo aos legislativos-executivos e judiciários do mundo, sobretudo dos países pobres. (Não me estenderei esse texto fala por mim: http://paroquiagdl.comuv.com/20140407money.pdf e esse vídeo também: http://www.youtube.com/watch?v=HJnb2YmhEh0)
          3) Assim, pedindo desculpas pelo meu desabafo, sugiro que o Paulo Ricardo faça uma síntese histórica (citando fontes primárias) acerca da metamorfose e manipulação semântica que o termo GENERO veio sofrendo para fins de imposição ideológica. Que haja pessoas e grupos que acreditam nesse insulto à razão humana (que ninguém nasce homem e mulher, mas escolhe depois entre mil gêneros, inclusive ser amante do próprio filho ou pai, nas versões mais fanáticas e canalhas da “teoria”) é tolerável, nesse mundo democrático com ideologias para todos os gostos. Cada um segue a crença que quiser, desde que não a imponha goela abaixo dos outros. Outra coisa, bem diferente, é que essas seitas ideológicas e hidrófobas, consigam aparelhar toda a ONU e de lá ditar e impor (chantageando com a fome, com a dor dos pobres!!!!) um autentico estupro cultural coletivo, desde as escolas, e por decreto legal!, tornando nossas crianças cobaias das suas irracionalidades e esquizofrenias ideológicas. Isso é ditadura cultural e ideológica pura e simples. E o Congresso Brasileiro (bando de retardados mentais incapazes do menor senso crítico, com raras exceções) está abaixando as calças (as nossas, é claro! Pois os filhinhos deles estão na escola particular, que por ora, ainda tem alguma liberdade…) para esse estupro cultural e ético. Humilhação pior impossível.
          4) E sugiro à catequista, que ajude os leitores do blog, a compreender bem as principais implicações práticas disso no nosso COTIDIANO. Como, a pretexto de proteção de PSEUDO-DIREITOS de supostas minorias, vários DIREITOS HUMANOS reais, das pessoas e famílias serão (e já estão sendo, mundo afora) violados frontalmente. Até demissões profissionais tem ocorrido, para aqueles que não se curvam ao pensamento único e imposto na marra! Até violência policial da mais grosseira como vem ocorrendo na França. Adeus liberdade! Todo mundo pensando e falando do mesmo jeito! Tudo cinza e sem cor!! Hi Hitler! Salve Stálin! O comunismo econômico morreu, mas o ideológico está muito vivo e casadinho com as forças mega-capitalistas do planeta, para minar todo o campo da diversidade de ideias. Mais gramsciano impossível!
          5) E por fim sugiro que o BLOG, em linguagem laica, com argumentação laica (porque isso é muito mais que questão religiosa, é questão imperativa de DIREITOS HUMANOS!!De SOBERANIA NACIONAL e SOBERANIA POPULAR!) elabore um material ainda mais detalhado, sério, com provas irrefutáveis, citações de fontes primárias, acerca da sujeira toda e suas consequências em nossa vida, para ser enviado aos e-mails dos deputados federais. E que deixem, algures, cópia on line desse material enviado. Creio que não estarão atrasados em relação a outras iniciativas já tomadas. Pois é preciso insistir que essa é também (talvez sobretudo) uma BATALHA LAICA, POPULAR! Falar em nome da identidade cristã de mais de 90% do povo é mais que legítimo. Mas pode ser armadilha para gente burra e desonesta que confunde autentica laicidade com LAICISMO IDEOLOGICO de grupinhos iluminados a mandar no povão crente. Não! Temos também fatos laicos, argumentos laicos e racionais, muito superiores aos dos supostos “defensores” do estado “LAICO”.
          Agradeço a paciência de vocês , por lerem meu longo protesto e PROPOSTA!

      • Valdirene

        Christiane

        Foi confirmado que a Crisma aconteceu de fato? Precisamos saber se aconteceu mesmo, ou se foi somente uma pretensão, ou até mesmo sensacionalistas colocando lenha na fogueira.

      • Sidnei

        Christiane, mesmo que venham pessoas solicitar o batismo isto não é para ser feito de qualquer jeito, a Igreja deve atentar para ver se a criança será criada segundo os preceitos católicos ou não, se for da maneira como colocaste então a Igreja terá que aceitar batizar crianças de pais espiritas, seguidores da Umbanda e do Candomblé, de pais agnósticos, e por aí afora, sabendo todos que esta criança jamais seria criada tendo a fé católica como sendo sua fé pessoal, e o batismo só seria um ato social e mais nada. O que mais me revoltou nesta história toda não foi o batismo em si mas que isto foi uma propaganda pró agenda gay do que qualquer outra coisa, ou vocês acham que aquelas duas mulheres levaram aquela criança para a pia batismal para que a criança fosse lavada do pecado original e incorporada a CRISTO na sua Igreja?, é claro que não, elas não estavam nem aí para isto, o que houve aí foi apenas uma demonstração desta gente que não se preocupam com nada apenas com o ego deles, nem que isto tenha que utilizar uma pobre criança inocente, tanto que depois elas disseram que agora vão lutar pela implantação do casamento gay na Igreja, e agora elas estão bem a vontade mesmo, porque se a Igreja aceitou batizar o filho delas o que impedirá mais tarde que a Igreja não venha aceitar a benção da união delas e considerar isto um casamento como de um homem e uma mulher. Difícil agora depois deste episodio e dizer ao restante dos católicos de todo o mundo que não é bem assim mas é assado, que de um lado é o batismo e por outro o casamento, não é porque e aceita batizar filhos de pares homossexuais que mais tarde será aceito o casamento dos mesmos, vai ser muito difícil convencer isto para as pessoas, porque muitos (inclusive eu) estão vendo isto como um afrouxamento da parte do Clero no que toca as relações homossexuais, abre-se uma pequena brecha em um muro e de repente estoura toda a barragem e salve-se quem puder a enxurrada de lama que estará vindo atras de nós.

        • Christiane Vilhena

          Não, Sidney, o fato de a Igreja não poder negar o Batismo mesmo às crianças de famílias que não professam a fé é que não se pode negar a elas a graça da salvação, o sinal indelével de Deus. Mesmo sendo criadas em outra crença, elas continuam tendo o Espírito Santo dentro de si e continuam sendo filhos de Deus e membros da Igreja. Lembre que é o Espírito Santo que está em nós que nos permite proclamar “Jesus é o Senhor”! Como impedir esta graça também a essas crianças? a Palavra de Deus nos diz que nós não devemos ser responsabilizados pelos erros de nossos ancestrais. Isso é pensamento do povo do Antigo Testamento. Jesus nos libertou disto! Nós não podemos prever o futuro dessas crianças, por mais que o quadro em que elas foram batizadas não seja favorável. Aí é que entra a fé nos desígnios de Deus, se saber que ele não abandona seus filhos. Não se sabe o que vai acontecer com esta criança no futuro. Não é questão de relativizar o sacramento, é de ter fé na ação de Deus na vida daquela criança! O que se exige para que uma criança seja batizada é o desejo dos pais e que os padrinhos sejam católicos, solteiros ou casados na Igreja.
          Olha o que diz em Mt 28,19-20: “Ide, pois,fazer discípulos TODAS as nações; batizai-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ensinai-lhes a observar tudo o que vos tenho ordenado.”

          Eles recebem o ensinamento e se comprometem diante de Deus a criar a criança na fé. Se eles vão cumprir ou não, terão que prestar conta disso diante de Deus e diante Dele somente. Não cabe a nós julgar quem deve ou não deve receber este sacramento. nem mesmo ao papa. Cabe obedecer o que Jesus nos determinou.

          Agora, o sacramento da Confirmação, sim, só pode ser ministrado a quem realmente se compromete a seguir os ensinamentos da Igreja. Se isso aconteceu mesmo, foi totalmente errado e passível de penalização grave a este sacerdote, eu acho que afastamento do ministério sacerdotal ou até mesmo a excomunhão.

  • David A. Conceição

    Sidnei, a Igreja nunca irá errar em matéria de fé e moral. Veja o que diz São Pio X:

    “Que não se deixe enganar pelas declarações daqueles que persistentemente clamam estar com a Igreja, amar a Igreja, lutar para que os fiéis não abandonem a Igreja(…) Mas os julgue por suas obras. Se eles desprezam aos pastores da Igreja e mesmo ao Papa, se tentam por todos os meios evitar a autoridade com o propósito de contornar suas diretrizes e julgamentos (…) Que Igreja falam esses homens? Certamente não a estabelecida nos fundamentos dos apóstolos e dos profetas, da qual Cristo mesmo é a Pedra angular.” (Alocução aos Padres da Confraria “A União Apostólica” 10 de maio de 1909)

    Enquanto o modernismo – que foi solto da garrafa em 1970 – continuar imperando no clero, vamos continuar sentados no sofá assistindo as cenas dos próximos escândalos.

  • Evero

    Sidnei, bom tema… gostei da sugestão sobre o esclarecimento a respeito do batismo dessa criança. Mas creio que o batismo da mesma não pode ser negado pela postura contraditória dos seus pais. Analisemos a importancia do sacramento no início da vida do cristão e julguemos apartir disso o batismo. Temos também que cuidar para não taxarmos as situações pelos titulos que “a mídia cria”. Será que estar sendo adotada em “lar anti-católico”(várias ressalvas a essa expressão) retira da criança o direito de receber o sacramento em função da opção dos pais??

    Pensemos.

    E peço tb pessoal D’O catequista, um texto sobre esse fato!! acho que vale a pena refletir a respeito.!!

    grande abraço! Paz e Música

    • Sidnei

      Sim Evero não se deve negar o batismo a ninguém, porém, quando se batiza uma criança se batiza ela sob condição de que esta criança irá ser criada na fé da Igreja, se não pelos pais mas pelo menos pelos padrinho, mas nós sabemos que neste exemplo esta criança não irá receber fé alguma ou irá receber uma fé totalmente deturpada da verdadeira fé católica. Penso eu que o bispo e nem o Vaticano não deveriam ter aceito este batismo, não pela criança que não tem culpa alguma, mas por saber que ela não irá receber os devidos cuidados com relação a fé católica, neste caso deveria esperar ela crescer e no inicio da sua faze adulta (18 anos) é que iria decidir se queria seguir a fé católica ou não. O que mais me irritou nesta história toda foram as duas lésbicas dizerem que agora vão lutar para estabelecer o casamento gay na Igreja, pelo jeito que esta indo, parece que não demorará muito para isto acontecer, mas vou repetir meu recado novamente, se vier isto acontecer deixo de ser católico no ato.

      • Airton Lino

        Sidnei,

        Mais temperança meu amigo. A Igreja não erra em fé ou moral por ação do Espírito Santo. Tudo tem um motivo, assim como penso que esse deva ter. A Igreja nunca vai aceitar o “casamento” gay. Nunca! Mais uma dica: você não é o primeiro a ameaçar a sair da Igreja. “A Igreja não perdeu nenhum fiel. Aqueles que se foram nunca foram fiéis católicos realmente. Não se pode perder o que nunca se teve. Os que deixaram a Igreja eram indecisos, curiosos ou pessoas que estavam apenas ‘cumprindo uma obrigação’ passada por seus pais ou avós. A Igreja, casa e família de Deus, surgiu como um pequeno grupo; não importa a quantidade, e sim a qualidade dos seus filhos, como cristãos conscientes e santificados”Papa Bento XVI

        • Sidnei

          Airtom, o problema não esta na Igreja mas nas pessoas que atualmente dirigem Igreja, eles estão mito frouxos demais com relação as coisas do mundo, estão dando o braço a torcer por várias coisas, DEUS queira que nenhum padre, Bispo ou até Papa maluco venha querer traduzir esta pouca vergonha na Igreja pois se fizer isto estará traindo NOSSO SENHOR e O colocando como um mentiroso, já que foi ELE que disse que as portas do inferno nunca prevalecerão contra sua Igreja mas quem fizer isto taxará JESUS de mentiroso não só JESUS mas como toda a própria Igreja a levando ao descredito aí sim você verá não os não católicos mas os verdadeiros católicos que depositavam sua fé e confiança no magistério da Igreja e se sentiram traídos pelos mesmos no qual algum dia falavam uma coisa e de repente voltara-se a aceitar tudo o que o mundo impõe, e você ficaria também nesta Igreja cujo magistério foram verdadeiros traidores de JESUS CRISTO e da própria Igreja?.

        • Sidnei

          E quanto ao Papa Bento XVI, o meu DEUS, porque este homem foi renunciar ao Papado? Gosto muito do Papa Francisco mas ajo ele brando de mais, duvido que no pontificado de Bento XVI iria acontecer um batismo deste, mas agora o Papa Francisco cheio de guti, guti pra cá, guti, guti pra lá esta deixando todo mundo confuso, afinal de contas, vale apena ou não lutar pelo casamento tradicional, ser contra o movimento gay e o aborto, já que estão batizando até filhos de casais gays, não faltará muito para aceitarem até o casamento gay, este batizado já sinalizou para isto só não vê quem não quer.

          • Sobre o aborto o Papa não pode ser mais claro do que isso:

            “213. Entre estes seres frágeis, de que a Igreja quer cuidar com predilecção, estão também os nascituros, os mais inermes e inocentes de todos, a quem hoje se quer negar a dignidade humana para poder fazer deles o que apetece, tirando-lhes a vida e promovendo legislações para que ninguém o possa impedir. Muitas vezes, para ridiculizar jocosamente a defesa que a Igreja faz da vida dos nascituros, procura-se apresentar a sua posição como ideológica, obscurantista e conservadora; e no entanto esta defesa da vida nascente está intimamente ligada à defesa de qualquer direito humano. Supõe a convicção de que um ser humano é sempre sagrado e inviolável, em qualquer situação e em cada etapa do seu desenvolvimento. É fim em si mesmo, e nunca um meio para resolver outras dificuldades. Se cai esta convicção, não restam fundamentos sólidos e permanentes para a defesa dos direitos humanos, que ficariam sempre sujeitos às conveniências contingentes dos poderosos de turno. Por si só a razão é suficiente para se reconhecer o valor inviolável de qualquer vida humana, mas, se a olhamos também a partir da fé, «toda a violação da dignidade pessoal do ser humano clama por vingança junto de Deus e torna-se ofensa ao Criador do homem».[176]

            214. E precisamente porque é uma questão que mexe com a coerência interna da nossa mensagem sobre o valor da pessoa humana, não se deve esperar que a Igreja altere a sua posição sobre esta questão. A propósito, quero ser completamente honesto. Este não é um assunto sujeito a supostas reformas ou «modernizações». Não é opção progressista pretender resolver os problemas, eliminando uma vida humana”. Evangelii Gaudium.

            A mesma coisa diz respeito ao casamento:

            “A imagem de Deus é o casal no matrimónio: o homem e a mulher; não só o homem, não somente a mulher, mas os dois juntos. Esta é a imagem de Deus: o amor, a aliança de Deus connosco está representada na aliança entre o homem e a mulher. Isto é muito bonito! Somos criados para amar, como reflexo de Deus e do seu amor. Na união conjugal o homem e a mulher realizam esta vocação no sinal da reciprocidade e da comunhão de vida plena e definitiva”. Audiência de 2 de abril de 2014.

          • Jotacê

            Entendo sua aflição, amigo, mas tenha confiança. A História da Igreja é cheia disso… Quando parece que a barca vai virar, não só não vira como fica mais estável do que antes.
            Se impérios, reis, potentados e exércitos não conseguiram destruir a Igreja, não será um punhado de bichas e sapatões assanhadas que o fará.

          • Sidnei

            É, mas as coisas não parecem ser o mais claro possível, será que vocês ainda não se atentaram ao fato do batismo de uma criança que será criada por duas lésbicas?!.

          • Jotacê

            Atentei sim, amigo. Mas seria realmente interessante uma postagem a respeito dessa situação, sobre em quais casos se aplica ou não relevar a falta de fé dos pais no batismo de crianças. Afinal, como você bem frisou, a criança não tem culpa, mas as “mães” estão bem firmes em suas posições escandalosas. Gostaria de ouvir os especialistas sobre isso.

          • Jotacê

            E outra dúvida: não caberia uma excomunhão aí para o padre?

          • Como eu disse acima, por mais temerária que tenha sido este acontecimento na Argentina, nada muda a doutrina ou a prática pastoral da Igreja: o erro do padre não muda o fato da Igreja ser invencível.

          • Sidnei

            Cadu, não foi erro somente do padre, o Bispo sabia e o que é pior o Vaticano sabia. Antes se os padres e os bispos estavam titubeante nestes assuntos tínhamos o Vaticano a recorrer, agora, parece até o Vaticano não se pode mais recorrer, pois eles estão aceitando tudo. Esta difícil defender uma causa quando não se tem mais a quem recorrer somente para DEUS mesmo.

          • Jotacê, não cabe excomunhão, mas cabe um processo disciplinar rigoroso.

          • Onde estão as provas que o Bispo e o Vaticano sabia? E mesmo que sabia, perder a fé assim na Igreja é muito grave.

          • “…não faltará muito para aceitarem até o casamento gay”. Sidney, menos, muito menos! Os membros da Igreja podem sim errar em questões pastorais, como o Cadu Sindona bem disse, mas em questões de fé e moral, quem manda é o Espírito Santo. Não diga uma coisa dessas, porque é como dizer que Cristo não cumpre Suas promessas, e que as portas do inferno vão prevalecer sobre a Igreja.

          • Jotacê

            Agradeço o esclarecimento, Cadu.

          • Geneto Eugenio

            Obrigado Cadu Sindona.

  • “A sociedade doméstica acha a sua solidez necessária na santidade do vínculo conjugal, uno e indissolúvel; os direitos e os deveres dos esposos são regulados com toda a justiça e equidade; a honra devida à mulher é salvaguardada; a autoridade do marido modela-se pela autoridade de Deus, o pátrio poder é temperado pelas atenções devidas à esposa e aos filhos; enfim, está perfeitamente provido para a proteção, para o bem estar e para a educação desses último”. Leão XIII, Immortale Dei, nº 23.

  • Lucas Farias

    Acho interessante os que usam Efésios 5,22 de forma distorcida. Eles devem ter passado corretivo no versículo 25 que diz: ” Maridos, amai as vossas mulheres, como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela” e também o 28: ” Assim os maridos devem amar as suas mulheres, como a seu próprio corpo. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo. ”

    No mais, belo texto (para variar). Quem dera todos os casais entendessem o Matrimônio como serviço.

    Por fim, com este post tive ainda mais certeza de que sou chamado a este serviço, ao matrimônio.
    Só me falta encontrar uma namorada, rsrsrs.

  • Carlos

    Primeiramente quero parabenizar este blog, ja me viciei nas matérias daqui!!E eu queria ver alguma sobre namoro, o que pode e não pode fazer!! Que Deus abençoe cada vez mais a todos vocês e a esse trabalho!

  • Jotacê

    Sobre o artigo, muito oportuno (como sempre). Atelhos, feministas, gayzistas, comunistas e outras pragas adoram citar esse trecho da Carta aos Efésios totalmente fora do contexto, batendo os pezinhos escandalizados e gritando “Estão vendo? A Igreja Católica é machista e opressora!”
    Como é bom conhecer a verdade!

  • Submissas sim. Mas, submissa, sub missa, ou seja a sub missão de junto com o marido educar e manter o lar. O marido é a missão que comanda (co manda, manda junto), é a cabeça, a esposa é a missão que o acompanha (que manda junto em comum acordo, pra isto precisa ter diálogo). Iguais em dignidade, o marido ama a esposa, a esposa a seu marido, um cuida do outro para os dois cuidarem dos filhos. Ou seja, quando o marido falta, cabe a mulher tomar todas as rédeas da casa, assim, quando a mulher falta, cabe ao marido tomar todas as rédeas da casa.

    O que ocorre é que as tal das feministas acham que colocando um pinto no meio das pernas viram homem. E muitos homens acham que suas esposas são suas mães, ou até mesmo suas empregadas. Contudo muitos mais olham para suas esposas e vêem suas esposas, não uma outra qualquer. Se tem homem que quer tudo feito e não quer ajudar, contrate uma empregada, se não tem dinheiro para isto, ajuda um pouquinho, uma louça lavada de vez enquanto não vai diminuir sua dignidade perante os filhos.

  • Sidnei, calma home, o Vaticano nem tem como saber disso, ficou sabendo depois, e por último, não se desespere. Sabemos nós, se este filho de um casal de lésbicas ainda não vai virar um defensor do casamento entre um homem e uma mulher. O Espírito Santo tira de todo e qualquer lugar pessoas para o Seu serviço, as vezes de onde menos se espera sai alguém que defende e vem lutar com a Igreja Católica. Um exemplo para não nos desesperarmos, Jesus Cristo nasceu num lugar onde ninguém esperava nada de bom de lá. Jo 1, 46 pode sair algo de bom de lá? De Nazaré. E aí, se Deus nasceu num lugar onde era menosprezado, porque não Deus não pode usar deste pequeno para ser serviço?

  • Belo post. Parabéns! Sou casada há 11 anos e ambos participamos assiduamente da Igreja e sempre conversarmos em relação aos filhos, casa, trabalho… mas a última palavra sempre é do meu marido. Ele diz: Sim, amor! kkkkkkkkkkkkkkk (brincadeirinha)
    Deus nos guarde!

  • Sara Almeida

    Texto ótimo!
    Espero que as meninas católicas leiam antes de pensarem em virar feministas e passarem a condenar essa santa submissão.

  • André

    Uma coisa que acho que ajuda a entender bem o espírito desta passagem e o conceito de chefe-servidor é a sua continuação, “maridos, amai vossas esposas”.

  • Sidnei

    “Onde estão as provas que o Bispo e o Vaticano sabia? E mesmo que sabia, perder a fé assim na Igreja é muito grave.”

    Cadu esta matéria li no site do Frates in Unun, se o Vaticano não sabia desta coisas de duas uma: ou o bispo mentiu ao dizer que encaminhou que o batismo iria ocorrer (ou já teria ocorrido) ou o pessoal do Frates é quem mentiu ao afirmar isto. Não se perde a fé por qualquer coisa, muitos perdem a fé pelo mau exemplo e testemunho daqueles que deveriam zelar por ela e não zelam. Não estou perdendo a fé na Igreja pois perder a fé na Igreja é perder a fé em CRISTO já que a Igreja e CRISTO são uma coisa só, porém nos homens que a dirigem atualmente estou perdendo a fé quase que totalmente.

    • Mayara Affonso

      Sidnei, antes de tudo, vamos considerar que o blog Frates in Unun tem sim um tom alarmista, e trata muito mais de um veiculo de opinião do qualquer coisa.

      • Sidnei

        Mayara, concordo, porém é fato que houve o batismo, isto é inegável. Como comentei anteriormente, não fique aborrecido tanto pelo batismo em si, mas pelos holofotes que foram direcionados a causa gay e que teve como propaganda este batismo e pro incrível que pareça conseguiram que a Igreja fosse este garoto propaganda. Vejam, porque este batismo não teve que ser o mais discreto possível?, porque não foi anônimo como tantos batismo que ocorrem pelo mundo afora?, agora todo aquele que ser batizado tendo dois pais ou duas mães gays serão mais importantes que o resto dos filhos dos demais cristão ao redor do mundo?, será que até nisto eles querem holofotes e exclusividades? e a Igreja aceita tudo isto numa boa?. Este batismo deveria ter sido como a de tantos outros, para começar, para que deveria ter sido na Catedral?, nesta cidade não haveria outras igrejas ou capelas para ser realizado este batismo de forma mais discreta?, será que o padre e o Sr. Bispo aceitam também batizar nesta mesma catedral filhos de héteros e pobres ou eles não terão que ter direito algum de levarem seus filhos para serem também batizados nesta catedral como foi deste filho destas duas lésbicas?. Outra coisa que chama atenção neste batismo, porque as duas lésbicas não escolheram padrinhos que seriam pessoas da própria família ou amigos mais comprometidos com a fé católica que poderiam dar uma base sólida a respeito da fé a esta criança?, mas escolheram quem para ser a dinda desta criança?, nada mais e nada menos que a presidente da Argentina Cristina Kirchner que todos sabemos é tão “católica” quanto o Lula e a Dilma. E por final temos aquela multidão de repórteres, a imprensa que foi lá para jogar mais luzes e holofotes nisto tudo, como se a causa gay fora mais importante que o batizado. Por esta e outra que estou puto da vida até agora, não me sai da cabeça que se realmente houvesse a intenção de se batizar a criança como ato de fé para tirar dela a mancha do pecado original e incorpora-la a CRISTO na sua Igreja, as duas lésbicas deveriam ter sido mais discretas possíveis, se não houvesse discrição por parte delas então deveria ter sido exigido pelo padre ou pelo Bispo para que não tivesse havido este circo todo o que é mais grave, em cima de uma criança inocente, utilizando a Igreja e um sacramento tão importante para a salvação de todos.

  • JR

    Na minha opinião o Padre deveria batizar a criança não permitindo a entrada das lésbicas. Que elas esperassem na rua.

  • Mais uma ótima matéria do blog. Agora aquele link do padre Australiano que foi excomungado em setembro-2013, é o seguinte, o processo já estava em andamento desde Bento XVI, onde este louco declarou sua inclinação ao casamento Gay e ordenação de mulheres. Que fique claro isto e se eu estiver errado, me corrigem. um abraço.

  • João

    Saimos muito do tema…

    Mas acho muito bom abordar esse episódio do batismo de uma criança que é criada por um par de lésbicas.
    Pelo o que pude ver no Código de Direito Canônico, não existe nenhuma restrição nesse caso. A condição dos pais não é impeditivo para a criança receber o batismo. O detalhe que é importante ser observado é a fé confessada pela madrinha/padrinho. Claro que é uma situação muito complicada, pois a presidenta da Argentina, a Cristina Kirchner, que foi a madrinha de batismo, não parece ser muito católica…(ironia).

    Além disso, um episódio como esse é claramento aproveitado pela mídia como uma forma de mostrar que a Igreja estaria aceitando o casamento gay, o que não condiz com a verdade.

  • […] Mas, atenção: se é verdade que a mulher deve reconhecer e respeitar a chefia do marido sobre a família, também é verdade que o homem deve exercer essa liderança com amor, respeito e espírito de serviço. Sem a CARIDADE CRISTÃ, o homem não é cabeça da família, é tirano. O marido deve ser para a família aquilo que Cristo é para a Igreja: chefe amoroso e humilde, mas também firme e viril. Para continuar lendo clique AQUI […]

  • Flávia Cabral

    Parabéns pelo artigo! Bastante esclarecedor!

  • Não é de se espantar que muitos que se dizem discípulos de Jesus Cristo acabem traindo o próprio Jesus. Isso Ele já anunciava nos Evangelhos.Mas como Deus é Deus e todo poderoso, Ele nos deixou a Igreja guiada pelo Espírito Santo que não erra, os homens sim podem cometer erros doutrinários, mas a Igreja que sempre pregou a moral e nos convida a Santidade não é falha em seus ensinamentos. Peçamos a Virgem Maria Ela que foi obediente a voz do Senhor até o fim, peçamos a intercessão dela para que todos os ventos contrários seja para a maior confiança no Senhor! Amém…

  • Vic Sage

    Meu, por favor… uma mulher submissa é uma coisa, o cara ser folgado é outra completamente diferente, e o cara é um malandro, ele vai se aproveitar com a mulher sendo submissa ou não, o caso é que mulher ser submissa também não implica em ela não ter opinião própria, ela só confia no marido e pronto.

  • Francine

    Isso significa que a mulher não pode trabalhar fora? Estou bem desesperada quanto a isso, vi em alguns blogs afirmaçoes deste tipo… Sempre tive sonho de ser Juíza! Nao concordo com certas barbaridades que vejo e gostaria de mudá-las.

    Mas, se a Igreja condenasse o trabalho feminino, estaria no Catecismo ou em alguma carta, certo? Li, no site do vaticano, que “todos, homem ou mulher, independentemente da etnia, têm direito ao trabalho e todos os filhos à escolha profissional.”

    • Francine,
      Não há qualquer condenação por parte da Igreja – ou sequer de qualquer censura, por mais leve que seja – à atuação das mulheres no mercado de trabalho. Se há blogs católicos afirmando isso, estão viajando na maionese. Não dê ouvidos.

      Aliás, Santa Gianna Beretta Mola era esposa, mãe e médica. Ela atuava profissionalmente. Temos também o belo exemplo da Dra. Zilda Arns, que também era esposa, mãe e médica.

  • Mário

    É preciso que entendamos uma coisa: para que a mulher seja submissa da forma como Jesus deseja, é preciso que o homem seja solícito a sua mulher,amando-a sempre, como diz Jesus.

    Se voltarmos alguns versículos bíblicos antes dessa passagem, veremos que Jesus nos diz que devemos ser submissos uns aos outros. Exemplo: Se sempre deixo e pego meu filho no futebol dele, em festas e outros divertimentos, não estarei eu sendo submisso ao meu filho? Sim, e sendo submisso ao meu filho dessa forma, não estou cumprindo meu papel de pai?

    A mulher ser submissa ao homem quer dizer que ela é o seu pilar, o seu suporte, pois sem a mulher o homem não consegue cumprir bem o seu papel de cabeça da família.

    Para entendermos melhor: O homem foi feito a imagem e semelhança do PODER de Deus, e a mulher à imagem e semelhança do AMOR de Deus.

    O seu PODER e o seu AMOR se completam. Só dessa forma entendemos de fato essa submissão da mulher ao homem na forma que Jesus recomenda.

    Que Deus nos dê o discernimento necessário para bem vivermos. Amém!

  • João Paulo II condenou o aborto, mas foi à favor de igualdade de salários, por exemplo. Ou seja, ele fez mais pelas mulheres do que a maior parte dos movimentos feministas.

  • Júlia

    Catequistas, a Igreja obriga o casamento civil? Ou, se quiser casar só no religioso, também pode?
    Outra dúvida… Muitas mulheres casam-se no civil e na Igreja, mas não adotam o sobrenome do marido. O que a Igreja diz sobre isso? Adoro meu último sobrenome, não gostaria de mudá-lo…

  • J. Nazaré

    A salvação vem pela fé…
    Mas estes actos permitidos pelos nossos pastores têm matado a fé dos nossos irmãos católicos, a igreja deve e tem que agir a estes actos profanos na casa e no altar do senhor.

    Papa, bispos e os demais devem responsabilizar estes pastores corrompidos.

  • Lindalva Lopes

    Submissão quando não é mútua no casamento se torna escravidão, opressão, ambos os cônjuges precisam ser submissos um ao outro, conforme prega o mullieris dignattum. Assistam a este vídeo do Padre Paulo Ricardo:
    https://www.youtube.com/watch?v=5UwwYNYbPQM

    • Achei esse vídeo do Pe. Paulo Ricardo pouco esclarecedor. O Padre, que é muito bom catequista, neste caso não se saiu tão bem, não expôs com tanta clareza aquilo que a Igreja ensina. O marido não é cabeça da mulher no sentido de que é seu “patrão” ou “senhor de escravos”, mas no sentido de que, hierarquicamente, deve ser reconhecido como guia da família. E sim, a mulher deve ser obediente a ele, dentro de uma razoabilidade, como esposa, não como serva.

      Portanto, o que o Padre Paulo Ricardo disse e o que São João Paulo II disseram deve ser complementado com o ensinamento do Papa Leão XIII: na sua Encíclica Arcanum Divinae Sapientiae de 10 de fevereiro de 1880:

      O marido é o chefe da família, e a cabeça da mulher. A mulher, porque ela é carne da sua carne e osso dos seus ossos, deve ser sujeita a seu marido e obedecer-lhe: Não na verdade como uma serva, mas como uma companheira, de modo que sua obediência não deve faltar nem em honra nem em dignidade. Desde que o marido representa Cristo, e desde que a mulher representa a Igreja, que haja sempre, tanto nele que comanda quanto nela que obedece, um amor nascido do Céu a guiá-los em suas respectivas funções. Pois “o marido é a cabeça da mulher, como Cristo é a cabeça da Igreja … Assim como a Igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres o sejam a seus maridos em todas as coisas”

  • Lindalva Cordeiro Lopes

    Será que dá para ser uma só carne com o chefe, acho meio difícil, meu marido não é meu chefe, é meu amor e me pede as coisas, com um por favor junto, e na maioria das vezes com a voz aveludada que ele tem, falando carinhosamente nos meus ouvidos, porém, não é toda mulher que tem a sorte que eu tenho. Algumas tem patrões que dão ordens e elas precisam obedecer, caso contrário… Pobrezinhas, vou rezar por vocês!

  • Lindalva Cordeiro Lopes

    Ah, tem um clube aqui no Brasil “Esposas obedientes” que ensina a mulher a ser obediente ao marido. Para vocês que o marido dá ordens é muito bom, ele ensina a mulher a abaixar a cabeça e fazer tudo o que o marido ordena, afinal, ele é o chefe e não deve de forma alguma ser desobedecido. Vocês poderiam dar dicas e escrever um artigo com esse nome: Esposas Obedientes.

  • Lindalva Lopes

    Veja o que o saudoso Papa João Paulo II diz, no documento mulieris dignitatem: ‘O autor da Carta aos Efésios não vê contradição alguma entre uma exortação formulada dessa maneira e a constatação de que « as mulheres sejam submissas aos maridos como ao Senhor, porque o marido é a cabeça da mulher » (5, 22-23). O autor sabe que esta impostação, tão profundamente arraigada nos costumes e na tradição religiosa do tempo, deve ser entendida e atuada de um modo novo: como uma « submissão recíproca no temor de Cristo » (cf. Ef 5, 21); tanto mais que o marido é dito « cabeça » da mulher como Cristo é cabeça da Igreja; e ele o é para se entregar « a si mesmo por ela » (Ef 5, 25 ) e se entregar a si mesmo por ela é dar até a própria vida. Mas, enquanto na relação Cristo-Igreja a submissão é só da parte da Igreja, na relação marido-mulher a « submissão » não é unilateral, mas recíproca!”

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