Alexandre VI, o Papa Bórgia – Ganância, sangue e depravação

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E chegamos ao fatídico dia.

Confesso que falar do Alexandre VI é fascinante, mas também é algo que me faz passar mal. Ele é, graças ao Pai, o último dos Papas daquela que chamo de “tríade do mal total” – os outros são Sérgio III e João XII. Nunca mais ocorreu algo tão terrível no papado. As ovelhas de Cristo estavam tontas e dispersas. Os caminhos para Lutero estavam sendo abertos, nada acontece por acaso – muito menos a Reforma Luterana – e é muito importante que entendamos a raiz dos acontecimentos que abalaram a Igreja.

Rodrigo era um tipo extremamente temporal. Segundo a historiadora Bárbara Tuchman, quando os mouros foram expulsos da Espanha, em vez de celebrar com um Te Deum de Ação de Graças, ele preferiu promover uma tourada. E todo mundo se acabou durante o show. Essa era o Rodrigo Bórgia’s style of life. Tudo a ver com a vida de um cardeal…

Quando contava com toda a “vasta” experiência de vida de seus 26 anos, Rodrigo foi feito cardeal pelo papa Calisto III, seu tio. Ainda descolou uma vice-chancelaria com oito mil ducados anuais de renda. Somaram-se a isso três bispados na Espanha, um monte abadias na Itália e na Espanha, o salário de 6 mil base de cardeal e uma série de investimentos privados.

Podemos dizer que Rodrigo estava podre de rico. Aliás, procure “podridão” no dicionário e provavelmente haverá uma foto dele do lado. A riqueza de Rodrigo era refletida em seu estilo de vida suntuoso e nada modesto; Pio II comparava sua residência com a Casa de Ouro de Nero.

Rodrigo nunca faltava aos consistórios (reuniões de cardeais). Foi assim que consolidou sua posição em Roma. Pessoalmente, era um homem inteligente e enérgico, alto, robusto, muito educado e dotado de um carisma pessoal cativante. Sorridente, jovial e de modos agradáveis, lia muito e era tido como divertido.

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Esse é provavelmente o retrato de Vanozza. Pintura de Innocenzo Francucci, séc. XVI

Quando jovem, teve um filho e duas filhas; nada se sabe sobre a mãe das crianças. Depois dos 40 anos, teve mais uma filha e três filhos com sua amante oficial: Vanozza de Catenais, que sucedeu a própria mãe na cama de Rodrigo (Sérgio III curtiu isso). Entre os filhos desse “lindo” casal, estavam os famosos – não por bons motivos – César e Lucrécia Bórgia.

Uma oitava criança, Giovanni, foi primeiro dado como sendo filho de César Bórgia; porém, mais tarde o próprio Rodrigo, já feito Papa, assumiu a sua paternidade. O povo, por sua vez, preferia creditar Giovanni às aventuras de Lucrécia. O espantoso é que todo mundo sabia desse aspecto da personalidade do Sr. Bórgia.

Bórgia era um José Mayer da Renascença; era o rei das mulheres, que se derretiam pelo seu jeito de latin lover. Ele não se contentava apenas em fazer filhos em Vanozza: teve muitas outras amantes que, por conveniência pessoal, gostava de ver casadas. Seu passatempo era enfeitar cabeças… Vanozza, por exemplo, mesmo sendo sabido por todos que era amante de Bórgia, foi casada duas vezes.

A segunda amante mais importante do Papa foi Giulia Farnese, uma jovem de 19 anos. Mal acabara de casar-se, foi parar na cama de alta rotatividade de Rodrigo. Isso sim, ao que parece, ofendeu o gosto dos italianos, já que Rodrigo contava na época com a avançada idade de 59 anos, ou seja, era 40 anos mais velho do que a moça (era mais do que um Tio Sukita, era um Vovô Sukita).

Quanto foi eleito para calçar as sandálias de São Pedro, em 1492, Rodrigo estava na fina flor dos seus 62 anos, muitos dos quais dedicados aos prazeres hedonistas e à nobre arte de desconsiderar todos os sacramentos juramentados pelos sacerdotes.

Sua eleição como Papa foi o caso mais escandaloso de mensalão de todos os tempos. Aliás, se estivesse vivo, Rodrigo ia se referir aos mensaleiros como amadores. Comprou praticamente todo mundo. Sabemos disso principalmente pela denúncia do Cardeal Della Rovere, futuro Papa Júlio II, que meteu a boca no trombone. O orgulho de Rodrigo o fez se pavonear de suas peripécias financeiras, o que foi algo idiota. Simonia (comercialização das coisas santas) é pecado grave. Assim sendo, os seus inimigos obtiveram a munição que queriam para usar contra ele.

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Retrato de Giulia Farnesi com o únicórnio, símbolo da família Farnese. Pintura de Lucca Longhi, séc. XVI

A cerimônia de coroação por si só foi um espetáculo à parte. Seu séquito era composto de 13 esquadrões de cavalaria, 21 cardeais, cada um deles com uma escolta de 12 esquadras, e mais um monte de ricaços esfregando sua fartura na cara do povo. Devia parecer uma cena de Game of Thrones.

Na esfera dos conflitos externos, a França estava chegando. Era o prenúncio de um período de 70 anos em que toda Itália seria arrasada. O mais estúpido disso é que nenhuma razão econômica justificava esses conflitos, ao contrário do que seu amiguinho marxista possa pensar (pra essa gente, tudo é movido por questões monetárias). Ocorre que a estrutura social do feudalismo determinava que as classes dirigentes deveriam guerrear. O que se queria era manter o círculo vicioso de guerrear, taxar os perdedores… para financiar mais guerras. Um coisa muito idiota, mas era mais ou menos assim que funcionava.

Gente, isso é uma simplificação, para saber mais leiam sobre estrutura feudal e organização social do Ocidente durante a Idade Média. Com o fim das Cruzadas, os barões não tinham mais uma válvula de escape para seus instintos belicistas, e, naturalmente, voltaram-se contra o lugar mais próspero e rico da Europa: a Península Itálica.

Na semana que vem, as publicações aqui no blog serão todos dedicados a esse Papa. No próximo post: sob o governo de Alexandre VI, Roma sofre com a corrupção, o saque e a destruição. 

Comentário de A Catequista:

O fato de a eleição de Rodrigo Bórgia ter sido comprada não a tornou inválida. Se ele sentou no trono de Pedro, foi porque Deus o permitiu. Não se escandalizem nem duvidem disso, pois a Bíblia relata algo ainda pior: Judas Iscariotes, escolhido a dedo por Cristo, testemunhou Suas palavras e milagres, e ainda assim mostrou-se indigno de sua eleição.

Mesmo tendo sido um Papa vergonhoso, Alexandre VI, assistido pela graça do Espírito Santo, jamais emitiu, em nome da Igreja, qualquer pronunciamento falho de fé e moral. O falecido cardeal Dom Eugenio Sales, ao analisar alguns de seus documentos, encontrou ali palavras dignas de um sucessor de Pedro (isso foi relevado pelo jornalista Luiz Paulo Horta).

62 comments to Alexandre VI, o Papa Bórgia – Ganância, sangue e depravação

  • E o mais inacreditável é que mesmo sendo um pecador público, Bórgia fora, sob o aspecto financeiro e político, um bom Papa…

    • Harun Salman

      Como diria o Neguinho da Beija-Flor: “Ó o Espírito Santo aí, gente!”

      • Harun Salman

        Uma curiosidade, que eu fiquei esperando que alguém observasse antes de mim: São Francisco de Borja (ou Bórgia) é bisneto de Alexandre VI. Acho esse fato muito representativo da Providência Divina, do modo como Deus transmuta em bem os nossos pecados. E da oportunidade que todos nós temos de redimir, ao menos relativamente, nossos antepassados, de neutralizar seus eventuais pecados pela nossa santificação. Em tempo de culto ao ressentimento, em que se buscam indenizações por pecados das gerações passadas, essa é uma grande lição! Abraço a todos!

        • Que interessante, Harun! Eu não sabia dessa.

          • Harun Salman

            Eu fiquei esperando que alguém notasse! Eu acredito que o bem que São Francisco de Borja fez superou o mal praticado pelo bisavô. Assim todos nós podemos praticar o bem, de modo a beneficiar nossos pais e até antepassados mais longínquos, pois nossas ações, ao menos indiretamente, são também o resultado das ações deles. E isso é também um consolo para tantos que oram por conversões em suas famílias. Não é uma grande lição?

        • carlos

          Oi Harun, e acho também, o que você cita, bacana e muito ilustrativo para testemunhar/elucidar duas coisas:
          1) O valor daquele clima cultural e social, chamado cristandade, como ambiente capaz de comunicar a mensagem cristã e gerar santidade à medida em que exista abertura do coração.
          2) E o primado absoluto da santidade na igreja de Deus e no Reino de Deus, muito maior que o primado petrino. Pois muitos contestadores do primado e infalibilidade petrina/papal criticam-no como se a nossa fé católica acreditasse numa santidade excepcional e superior do santo padre acima de todos os cristãos. Nesse sentido é digna de louvor a iniciativa serena do blog, de mostrar a história dos papas com todas as suas luzes e sombras, como aliás já fez a própria bíblia (nos ATOS DOS APÓSTOLOS) ao mostrar São Pedro, com suas virtudes e também fraquezas. A figura de Paulo aparece muito mais gigantesca que a de Pedro nesse livro. E no entanto,o essencial ali está: o grande Paulo, com toda a sua excepcionalidade, veio ao centro da igreja,em Jerusalém encontrar as colunas da igreja e teve o seu ministério (com os problemas todos a ele correlatos) submetido à avaliação de uma assembléia central da igreja onde Pedro tinha autoridade proeminente. Por mais que o ministério petrino-papal tenha tomado ao longo do tempo, outras feições de acordo com as necessidades do Povo de Deus, ali nos comecinhos, já estava o delineamento básico colocando em prática a vontade de Jesus: ” O que você ligar na terra…etc.”, independentemente da maior ou menor santidade ou carisma de Pedro. Foi, também, obedecendo à autoridade ministerial do Papa Inocêncio III, que São Francisco se tornou maior que ele espiritualmente. Assim, ainda que o dom ministerial dado ao sucessor de Pedro, eventualmente não seja de proveito para a santificação dele próprio (por culpa,azar e maior rigor divino para ele mesmo) é sempre canal de graça e santificação para todo aquele que abrir o coração. E muitos são os exemplos, de cristãos que em seu tempo(até simples leigos e leigas) cuja autoridade moral foi até mais influente para o que importa de fato, a edificação dos fiéis e o testemunho que seduz os outros para Cristo, do que a autoridade oficial/papal. Basta lembrar da grande Catarina de Sena. Por isso também, como sempre tem lembrado o Papa Francisco, toda a papagaiada do “sacerdócio feminino” tem muito pouco ou a nada à ver com a igualdade/dignidade comum dos fiéis no sentido evangélico, mas é até mesmo uma perversão meramente mundana e ideológica que visa nada mais que o mero poder pelo poder, num empobrecimento marxista da mensagem de Jesus que nos ensinou que o maior se faz menor e servo de todos. Outra passagem (agora da Bíblia) que me faz lembrar do valor e poder do ministério papal para a nossa santificação (muitas vezes, apesar do próprio papa!) é a do profeta Jonas, quase que forçado a ministrar em Nínive,apesar e contra a sua vontade reticente. por isso,mesmo não nutrindo uma simpatia pessoal por Dom Giovanni Maria Mastai-Ferretti (futuro Papa Pio IX) e tendo lá suas diferenças de pensamento com ele, o grande São João Bosco soube separar muitíssimo bem as coisas. Assim quando seus jovens, no dia da eleição papal, gritavam pelas ruas: “VIVA PIO IX!” Ele os corrigia mandando gritar: “VIVA O PAPA!”, mostrando assim que independentemente da pessoa que suceder Pedro, essa pessoa será uma pessoa ministerial, que ocupa aquele lugar pela vontade de Deus e sua autoridade deve ser acatada e sua mensagem (que terá sempre o magistério perene como critério de validade) deve ser acolhida com respeito obsequioso e dom para a nossa santificação.

          • Jotacê

            “[…] independentemente da pessoa que suceder Pedro, essa pessoa será uma pessoa ministerial, que ocupa aquele lugar pela vontade de Deus e sua autoridade deve ser acatada e sua mensagem (que terá sempre o magistério perene como critério de validade) deve ser acolhida com respeito obsequioso e dom para a nossa santificação.”
            ***
            Boas colocações, Carlos! Isso deveria ser lido por alguns sites e páginas que se dizem “católicos”, mas que são na verdade sedevacantistas práticos. Eu leio cada barbaridade por aí que deixam meus cabelos cada vez mais precodemente brancos, hehehe.

          • carlos

            Oi Jotacê. Essa teimosia de alguns em rejeitar o magistério dos papas do pós-concílio (sede-vacantismo?) também me deixa um pouco perplexo e confuso. É um assunto que eu gostaria de estudar com mais profundidade e detalhamento.Parece, contudo, que isso tem sido comum na história dos pós-concílios. Após o primeiro concílio (o de Jerusalém, que a Bíblia registra) ainda era grande o número de cristãos resistentes em obedecer às suas diretrizes e as cartas de São Paulo deixam à mostra toda essa polêmica. Após o Concílio Vaticano I, muitos cristãos também rejeitaram a autoridade do papa, sendo que alguns montaram a comunidade chamada “vetero-católicos” contrária ao Vaticano I. Nunca me esqueço de uma irmãzinha sacramentina, que trabalhava muito, anos atrás, em comunidades pobres de Recife, na linha do Vaticano II. Diante das dificuldades pastorais enfrentadas ela costumava dizer: “Meu Deus, essa gente não apreendeu, sequer o Concílio de Trento!”. Era bonito ver como ela não dizia jamais “essa gente ainda está em Trento”, mas dizia: “nem Trento sequer”, mostrando assim a sincrônica unidade da fé e da tradição cristã da qual o concilio vaticano II fazia parte, sem excluir nenhum dos outros concílios como pretendem “progressistas” e “conservadores”. Compreendo um pouco melhor, aqueles que acatando os papas pós-conciliares, tem resistências a certos pontos, não dogmáticos mas pastorais, do Concílio Vaticano II, como parecem ser os casos do Prof.Olavo de Carvalho e do Prof. Orlando Fedeli (e outros) por entenderem que existem contradições graves entre o magistério perene da fé e o que veio a ser afirmado pelo concilio e depois dele. O próprio cardeal Martini (que costuma ser rotulado como “progressista”) dizia sempre da necessidade de resolver pontos ambíguos ou de impasse, deixados meio que em aberto pelo concílio Vat.II. Eu cá não sei e nunca estudei isso a fundo, embora pretenda. De um modo geral, o concílio me pareceu sempre na linha da grande tradição cristã com as inovações pastorais que sempre aparecem na história cristã. Por vezes, as críticas de cunho sede-vacantistas que aparecem, me parecem mais afeitas à uma tradição menor (a da era “piana” digamos assim, de Pio IX a Pio XII) do que à grande TRADIÇÃO de 2 mil anos da igreja, da qual o concílio me parece eco bem mais fiel que os apegos dos ditos “pre-conciliares”. Mas são apenas impressões gerais que tenho. Por ora, nunca me aconteceu ter que me defrontar com situações de apostolado que trouxessem à tona conflitos desse tipo. De todo modo, sinto necessidade de estudar isso mais a fundo. Quem sabe o blog não promove uma série de posts (se é que já não o fez) bem exaustiva e detalhada a respeito (recomendando boa bibliografia), listando todos os pontos do concílio vaticano II que tem sido pontos de atrito e impasse? Fica a sugestão.

          • Jotacê

            Pois é, Carlos, concordo com você também nesse aspecto. O problema do CVII, ao que parece, nunca foi relativo à parte dogmática, mas pastoral. Também tenho um grande curiosidade em estudar (em um futuro próximo) os documentos do Concílio, pois o que eu tenho ouvido de especialistas realmente isentos, como o Pe. Paulo Ricardo, é que não há uma única vírgula nos documentos que não seja Católica. Porém, os ditos “modernistas” sequestraram a situação de um modo que faz parecer que, atualmente, existem duas Igrejas: A.C. e D.C. (Antes do Concílio e Depois do Concílio).

        • Paulo Ricardo Costa Pinto

          Meus amigos,

          São Francisco é muito lembrado por ser bisneto de Alexandre VI, mas também deveria ser lembrado por ser bisneto de Rei, e de um dos maiores e mais importantes: Fernando II, Rei de Aragão, Esposo da Rainha Isabel de Castela. Até onde sei, um Rei justo e bom, que tem a sua imagem terrivelmente arranhada por conta dos manés propagandistas que o citam não por suas obras, mas por ter instituído a Inquisição Espanhola.

          São Francisco Bórgia (e Aragão), rogai por nós!

  • Letícia Camargo

    Papa Bórgia vem de um significado de um ditado, “ah coisas nesta vida que acontecem só para o entendimento de Deus”… Este papa sirva de exemplo a Igreja Católica para que erros grosseiros como estes não se podem mais ser permitidos em nossa Doutrina.

    • Oi, Letícia! Só uma detalhe: o papado de Alexandre Bórgia foi um desastre moral e espiritual, mas não implicou em nenhum erro na doutrina católica (o Sagrado Magistério, aquilo que a Igreja ensina sobre fé e moral). Esta permaneceu intacta e santa. Imagino que você não quis dizer isso, mas só digo para deixar claro para quem estiver lendo.

  • Harun Salman

    Será que a Giulia Farnesi também se casou? Seria esse do lado dela o seu marido? Como eu estou dizendo bobagens hoje! A culpa é do Jotacê, que deu corda! O texto ficou muito bom, Paulo!

  • Muito bom o texto! Só me dá tristeza em saber que tenho o nome de um dos piores Papas da história! kkk 😛

    Pelo menos somos divertidos, como diz o texto! kkk

    Fiquem com Deus!

    • Harun Salman

      Eu sei que não tem nada a ver com seu comentário, mas a história de São Rodrigo é muito atual: um sacerdote católico, espanhol, martirizado pelo próprio irmão muçulmano, no século IX. Sua festa é no dia 13 de março. E talvez seja uma associação mais simpática do que com o Papa Bórgia… Abraço!

  • Jarbas

    “Rodrigo foi feito cardeal pelo papa Calisto III, seu tio.”

    A bronca não teria começado aí?

  • Filipe

    Esse foi o papa que casou com a própria filha na basílica de são Pedro, não é?
    hahha é rir pra não chorar!
    Mas isso só mostra que a Igreja permanece, mesmo com pecadores (dos piores). Como pode? Eis um mistério interessante.

    Salve Maria!

    PS: Parabéns pelas postagens, ajuda bastantes pessoas. Espero que quem leia fique motivado em procurar saber mais, porque é bem resumido isso aqui!! Sempre que puderem, catequistas, deem a bibliografia que vocês utilizaram e também a que pode complementar. Deus nos abençoe!

    • Bel Nogueira

      Henrique Saint Clair
      janeiro 17, 2014 at 5:45 pm · Reply

      Apenas pegando um gancho,

      Alguém afirmou que Alexandre VI se casou com sua própria filha na Basílica de S. PEdro…ISSO É FALSO!

  • Tháina Goulart

    Quando eu li Assassin’s Creed fiquei com a pulga atrás da orelha quando falaram do Bórgia, não conhecia a história dele. Depois que conheci fiquei pensando “que salafrário”. Ainda bem que ele é página virada na Igreja, bem que alguns padres poderiam aprender com ele hein

  • Pedro Cruz

    Prezados catequistas,
    parabéns pelo artigo. Achei brilhante a passagem sobre a escolha de Judas por Jesus Cristo. Aprendi que o papa era eleito pela vontade de Deus. Assim, fiquei intrigado pelo fato de alguns papas não terem sido corretos em suas condutas e como isso deve ter impactado na vida dos cristãos na época.Com isso não conseguia entender muito bem. A escolha de Judas mostra que embora não entenda determinadas escolhas, existe um motivo por trás.
    Mais uma vez parabéns.

    • carlos

      E é como ocorre com todos nós. Cada batizado é um dom de Cristo e um “ministério” de Cristo na igreja e no mundo. Cada batizado foi (e é) chamado e escolhido por Cristo. A nossa infidelidade não anula o dom de Deus,mas apenas diz do nosso coração teimoso e traidor. Mesmo um papa pecador, e pecador público, será infalível, se o Espírito de Deus quiser por meio dele declarar/confirmar alguma verdade indispensável da nossa fé, a todo o Povo de Deus. Nenhuma declaração ex-cátedra de nenhum papa até hoje, colocou em risco o grande depósito da fé ou criou contradições dentro do mesmo. Ao contrário, cada nova declaração (confirmando a fé de sempre) faz elucidar e iluminar ainda mais a Mensagem Cristã como um todo. Normalmente uma nova proclamação dogmática ocorre, quando algo já crido, praticado e rezado no meio do Povo de Deus, desde sempre, corre risco, começa a ser contestado. Assim a grande tradição da fé, é o pano de fundo para o pronunciamento papal solene. Não estamos, em termos de fé, sujeitos a “novidadismos” repentinos que mudem as coisas da noite para o dia. Ao contrário, o ministério dos papas, sobretudo o seu magistério solene e extraordinário, sempre vem como consolidação da tradição, como obediência aquilo que o Espírito Santo vem mantendo e fazendo evoluir desde os primórdios. Não obstante as polêmicas que cercaram a discussão de certos dogmas antes da sua proclamação e a falta de unanimidade geral em torno dele (nem a fé na divindade do Senhor Jesus, foi sempre unânime na igreja de Deus, diga-se de passagem) é possível notar uma antiguidade e constância maior em favor do dogma proclamado, na tradição cristã, do que o oposto. De modo que nada vem de supetão, abruptamente. E isso que dá à doutrina da fé, uma harmonia própria, uma coerência interna e especialmente, uma correspondência à realidade vivenciada da fé, como se pode constatar na vida de milhares de santos, onde o evangelho proclamado pode ser visto na prática, encarnado na vida de todos os dias.

  • Renato Louro

    Pior do que o próprio papa em si – se bem que neste caso eu sinceramente perdi a noção do que é o pior – é considerarmos que ele foi eleito na base de compra de votos. Votos comprados de uma maioria corrupta! Em outras palavras, para entendermos a eleição de um papa destes é preciso considerar a decadência em termos de moral de todo um clero. É um verdadeiro milagre ainda não termos conseguido destruir a Igreja.

  • Jotacê

    A VISÃO DO PAPADO SEGUNDO OS ATELHOS, CRENTELHOS, ESQUERDISTAS, JORNALISTAS “ISENTOS” E A “TCHURMA” DE HOLLYWOOD:
    1º Papa: São Pedro.
    2º Papa: Não sabem;
    3º Papa: Não sabem;
    [Etc., etc., etc.]
    214º Papa: Alexandre VI, vulgo Rodrigo Bórgia, que foi o símbolo máximo de uma instituição corrupta, decadente, opressora, etc.;
    215º Papa: Não sabem;
    216º Papa: Não sabem;
    217º Papa: Não sabem;
    [Etc., etc., etc.]
    Então, vem os Séculos XX e XXI:
    260º Papa: Pio XII – O Papa de Hitler (Ooooohhhhh!…);
    261º Papa: João XIII – Aquele Papa Gordinho que criou o CVII;
    262º Papa: Paulo VI – Aquele Papa magrinho que deu continuidade ao CVII;
    263º Papa: João Paulo I – Aquele Papa que foi assassinado, pois modificaria totalmente a ICAR!
    264º Papa: João Paulo II – Um bom Papa, mas meio retógrado;
    265º Papa: Bento XVI – Um mau Papa, totalmente retógrado;
    266º Papa: Francisco – O Papa simpático no qual nós colocamos palavras na boca.
    FIM.

  • Jotacê

    O “curioso” é que o depravado Alexandre VI ganha filmes, séries da HBO estreladas por Jeremy Irons, quadrinhos do Milo Manara, etc., etc., etc.
    Enquanto isso, ninguém pensa fazer um telefilme que seja sobre São Bento, o “Fundador da Europa”.
    Tudo isso no intuito de desmerecer e denegrir a Igreja Católica.
    PUTZ!

  • João Nunes

    Só mais uma prova que a Igreja Católica é instituição divina e única Igreja: inimigos por dentro e por fora e nem um arranhão no preciso depósito da fé!. Graças a Deus! Graças te damos pela Igreja que constituístes com teu preciso sangue, Pai!

  • Jotacê

    E, copiando o amigo Harun Salman,
    OLHA O ESPÍRITO SANTO EM AÇÃO AÍ, GENTE (II):
    ***
    Uma leitura que reavalia o papa Alexandre VI.
    Mario Dal Bello: existe uma lenda negra construída sobre Rodrigo Borgia.
    ***
    […] “Sobre este papa, que durante séculos foi descrito por seus adversários políticos como corrupto, assassino, escravo da luxúria e disposto a qualquer coisa para aumentar o poder próprio e o poder da família, o jornalista Mario Dal Bello, professor de história e literatura italiana, publica o livro A lenda negra – Os Borgias, observando, no entanto, que Alexandre VI foi hábil e justo no governo da Igreja, devoto de Maria e de Santa Ana, magnânimo com os judeus e mecenas da beleza artística“.
    ***
    Link: http://www.zenit.org/pt/articles/uma-leitura-que-reavalia-o-papa-alexandre-vi

  • Henrique Saint Clair

    Apenas pegando um gancho,

    Alguém afirmou que Alexandre VI se casou com sua própria filha na Basílica de S. PEdro…ISSO É FALSO!

  • As portas do inferno não prevalecerão sobre ela…

  • Vince

    “O mais estúpido disso é que nenhuma razão econômica justificava esses conflitos, ao contrário do que seu amiguinho marxista possa pensar (pra essa gente, tudo é movido por questões monetárias”
    “O que se queria era manter o círculo vicioso de guerrear, taxar os perdedores… para financiar mais guerras.”

    E isso não é uma razão econômica??

    • Vince, copiei e colei aqui a reposta que o Paulo Ricardo, autor do artigo, me enviou:

      Não é, a guerra tinha por meta principal afirmar o papel da classe nobre – essencialmente militar – no feudalismo. Nobres guerreavam, não trabalhavam. A questão da taxação que expressei é secundária. Os marxistas consideram-na questão primeva, fundamental. As bases filosóficas, teológicas e econômicas do feudalismo foram reduzidas por Marx e sua curriola a meros anseios de acúmulo de capitais. Você está sendo reducionista, como é bem típico dos envenenados pelo marxismo. Dinheiro não é tudo na vida, só medíocres pensam assim.

  • Olá amigos já havia dito que assisti a minissérie “Os Borgias” e repito o q nosso pároco nos diz “Depois desse homem que derrubara a Santa Igreja de Cristo”, diz um ditado popular que uso bastante quando querem agredir a santa Igreja: “Vc já viu alguém jogar pedra em arvore que não da Fruto” assim somos como o Cristo perseguidos , Jugados e Culpados, Rodrigo Borgia , nada mais foi que um instrumento usado por Deus para nos deixar o exemplo a não ser seguido , e quando um Cardeal da envergadura de Dom Eugenio Sales diz que em suas palavras tb existia a sombra de Deus e pq não devemos julgar, pois so a Cristo que nos redimiu com sua More e Ressurreição do nosso pecado mortal adquirido por Adão e Eva, que foi desobedecer a Deus , com relação a mídia não fazer filmes votados para os santos e as ações redentoras da igreja e simples não da IBOPE , vejam a Rede Record(Bispo Macedo, cruzes, e credo) faz nesses tempos mts minissérie bíblicas mas não assistimos pois e de um falso pastor certo ,não pois o julgamento cabe a cristo , o q falta ou faltava a nossa Santa igreja e esse canal de discussão criativa onde todos emitem suas opiniões, e se faz crescer , e a famosa critica construtiva, vou aqui da uma ideia que tenho mt vontade de fazer escrever um roteiro onde santos de nosso dias , como Irma Dulce, e com uma maquna na mao e a colaboração de artistas de nossa comunidade documentar e filmar e jogar no You tube sera que vamos da IBOPE o q falta aos membros de nossa santa igreja e a coragem dos apóstolos a ousadias dos mártires , pois ficamos em nossas sacristias esperemos os padres q são homens como nos sem superpoderes resolverem tudo , acorda povo de Deus, quando fui catequizado participava de pessoas de teatro com 11 anos mas não foi acolhido pois depois disso na minha época não existia espaço para crianças ou jovens hj em dia temos EJC grupo de perseverança- e tantos outros já pensou um grupo desse filma com uma câmera na mão a vida de um santo como o próprio são bento, santa Terezinha do menino Jesus, em fim o q não falta são fontes inspiradoras, basta termos a ousadia , e coragem, para levar o reino de Deus a todos, assim seja

    • Dáltoni

      Paz Emerson!
      To contigo!
      Um dos meus projetos de vida é fazer um filme de qualidade cristão! Ainda não tenho verbas e nem muitas pessoas para contar… Mas o sonho já tenho, é um começo né?rs
      Durante todo o ano e há alguns anos apresentamos algumas encenações em nossa paróquia, contudo é td muito amador, e tb tenho q atuar devido às poucas pessoas que têm comprometimento em participar. Mas desejo q Deus inspire outros artistas para quem sabe eu possa ir para “trás das câmeras” e possa ao menos documentar de melhor forma, pra quem sabe a partir daí conseguir mais pessoas para nos apoiar…
      Deus abençoe!

      • Harun Salman

        Dáltoni, você não está sozinho nesse sonho, certamente! Esse tipo de iniciativa é comum. Nos EUA, há vários canais de TV locais que produzem “cinebiografias” de santos, programas catequéticos de bom conteúdo… A qualidade técnica realmente é inferior a dos grandes canais de tv, mas está melhorando. Eu vi uma versão da vida de Santa Catarina Labouré, produzida por um canal de Vermont, há alguns anos, que era muito boa, tanto o conteúdo doutrinal, quanto dramaticamente. Pelo que eu observei, as produções que funcionam, que dão certo, são aquelas com melhor roteiro. A parte técnica, o público, frequentemente, releva, mesmo sem se dar conta disso. Afinal, a colaboração imaginativa do público é parte indispensável no teatro. Cinema e televisão podem até esquecer disso e se acomodarem comas facilidades técnicas, mas a imaginação do público, devidamente estimulada, supera qualquer efeito especial! Invista na sua formação de roteirista. Leia bons textos. Você chega lá! Um abraço!

        • Dáltoni

          Obrigado pelo incentivo, Harun!
          Estou concluindo o curso de Teologia pela graça de Deus! E agora tentarei investir mais tempo nos textos, enredos, histórias… A idéia é fazer “ficção” com fundo cristão, na verdade tentando relatar a vida dos santos atuais, imersos no mundo, porém sem os títulos de honra…rs Pretendo aprender sobre Fotografia & Imagem. Porém tentarei conciliar isso com minha vida matrimonial e o bebê que nascerá por estes dias…rs Árdua missão!
          Abraço!

          • Harun Salman

            Deus seja louvado! Um bebê é sempre uma bênção! Ficção com fundo cristão é o forte de alguns grandes escritores: Georges Bernanos, François Mauriac, Graham Greene, Brian Moore… Providencialmente, todos grandes roteiristas, também! Bernanos é tão bom que seu roteiro “Diálogos das Carmelitas” acabou se tornando um clássico dos palcos, tanto como teatro, quanto como ópera, adquirindo valor artístico independente, para além do filme! Vai fundo nessa vocação tão importante para os cristãos de hoje! E parabéns pelo bebê! Um grande e caloroso abraço!

          • Dáltoni

            Obrigado pelas indicações!
            Vou anotar para procurar suas obras!
            Abraço!
            Salve Maria!

  • valeria

    Parabéns emerson camilo gonçalves pela atitude vc esta seguindo o que o nosso Papa esta pedindo ser missionário mostrar a nossa cara e para mostrar a beleza da igreja do cristo que Deus te abençoe
    PAZ E BEM

  • Augusto

    por favor, comentem as últimas repercussões sobre o Pe Fábio de Melo.
    Graça e Paz.

    • Agusto, nosso próximo post será sobre isso. Graça e Paz!

      • Lucas Farias

        Eu pensei o mesmo.

        A declaração dele, deixando claro a quem quisesse entender que é favorável ao casamento gay foi terrível.

      • Christiane

        Aguardando ansiosamente esse artigo, pois a coisa tá fervendo nas redes sociais desde o programa da Gabi, no último domingo… só que eu ainda estou engatinhando nos meus estudos doutrinários e bíblicos, então minha argumentação é fraca. Help!!!!!!!!

        • Lucas Farias

          Eu ainda nem vi a entrevista dele no programa da Gabi, me refiro a declaração dele no programa Altas Horas, da Globo, quando uma garota da plateia perguntou a opinião dele sobre casamento homossexual.

        • Harun Salman

          Christiane, argumentação é coisa que a gente aprimora com estudo. É importante, claro. Mas, falando francamente, argumentação em si não leva ninguém para a Igreja e católicos tíbios fazem muito mais mal do que todas as bobagens ditas pelos anti-católicos. Se você, diante do Santíssimo Sacramento, está psicologicamente consciente de estar diante do próprio Deus e demonstra isso fisicamente, acredite, por mais que os inimigos não queiram dar o braço a torcer, eles ficam impressionados e intimidados. Eu já vi gente se converter porque viu um peregrino percorrer de joelhos o santuário de Fátima, sangrando e banhado em lágrimas! Nada é tão persuasivo quanto a consciência firme do Transcendente!

      • Jotacê

        É desnecessário, creio eu, avisar a vocês sobre isso… Mas, quando publicarem o artigo sobre o Pe. Fábio de Melo, tomem um forticante para a paciência, meus amigos, pois é quase certo que este site sofrerá uma invasão ao estilo “Governador na prisão de The Walking Dead”. O que tem de fãs (no sentido pleno da palavra!) espalhados pela internet e dispostos a defender seu ídolo (também no sentido pleno da palavra!) não é fácil!

    • Renan

      Por favor, comentem esta declaração também em que ele revelou, infelizmente, já ter dito palavrão na missa.

      http://globotv.globo.com/rede-globo/altas-horas/v/padre-fabio-de-melo-conta-que-ja-falou-palavrao-na-missa/3088144/

  • Renan

    Achei interessante este trecho do livro Luz do Mundo, em que o P. Bento XVI afirma:”Jesus não sofreu por causa de eventos casuais, mas que realmente tomou em suas mãos toda a história do homem. Seu sofrimento por nós não é uma fórmula teológica. Reconhecer isto e, a seguir, permitir que ele nos tome para seu lado, e não para o outro, é um ato existencial. Nas meditações da Via Crucis, tomamos consciência disto: ele verdadeiramente sofre por nós. E carregou também minha causa. Agora me atrai a si, vem buscar-me em meus abismos e arrasta-me para o alto, consigo.
    Neste sentido, o mal sempre fará parte do mistério da Igreja. E se se considera tudo o que os homens, o que os clérigos, fizeram na Igreja, então isto se revela justamente como uma prova de que é ele que sustenta e que fundou a Igreja. Se dependesse somente dos homens, a Igreja já teria afundado há muito tempo”.

  • Paulo Eduardo

    Ora, Alexandre VI não foi o único papa a ter filhos durante a Renascença. Sem querer bancar o “Advogado do Diabo” creio que os posts sobre este papa foram um tanto “pesados” demais, mantendo uma tradição “folclórica” sobre o papa Bórgia que, apesar de seus pecados, foi ao meu ver um “homem da Providência” no sentido em que derrotou os inimigos da Igreja, garantindo a liberdade e a estabilidade da mesma, em uma perspectiva apenas material.

    Não fosse Alexandre VI, a Igreja Católica, no séc. XVI, seria mero joguete nas mãos dos grandes potentados e “podestás”.

  • Mas, queridos irmãos,ninguém se lembra de dizer porque o Papado teve de ser assim! A ameaça judaica no seio da sociedade medieval, as lutas contra os Sarracenos, as bruxarias, as obras do Demônio espalhadas entre os fiéis. Deixem de falar de 3 maus Papas e vão se recordando dos dezenas Santos, homens de Deus. Que habitam no céu junto com Jesus e Nossa Senhora, que junto com os Santos Anjos, louvam a Deus de dia e de noite. Amém.

    • André,
      Convém que eu repita aqui esse trecho do post:

      “Alguns leitores têm questionado as razões pelas quais expomos esse triste episódio do papado. Não sejam ingênuos, amigos: a história do Papa Bórgia é lançada na nossa cara por ateus e protestantes, e tem até série na HBO; muito melhor que entendamos essa história sob o ponto de vista católico, não acham? Ademais, para quem não sabe, aqui no blog temos uma série que apresenta todos os papas, desde São Pedro até a atualidade, e não faria sentido que simplesmente fingíssemos que Alexandre VI não existiu”.

      Portanto, deixaremos de falar dos maus papas assim que, seguindo a ordem cronológica em que vamos seguindo com essa série, eles ficarem para trás na história. O que não podemos é nos propor a fazer uma série sobre os papas e falar dos santos pontífices, dando um salto sobre aqueles que foram ruins.

      Quanto a recordar a vida dos santos, quem acompanha o nosso blog sabe que fazemos isso com grande frequência.

  • giovanni adelini

    Achei este blog pesquisando sobre Alexandre VI. Conheço o cristianismo católico porém o que aconteceu nessa época não tem desculpa. Cobiça, ganância depravação pura!

    Ainda são recentes na memória dos povos da península italiana os excessos radicais que o repúdio à dissolução de costumes e à corrupção protagonizadas em Roma pelo papa Alexandre VI pode provocar. Há apenas três anos, depois de liderar um movimento puritano e reformista na opulenta Florença, o frei dominicano Jerônimo de Savonarola foi excomungado, torturado, enforcado com correntes e queimado por ordem do papa. Savonarola insurgiu-se contra o clero corrupto em geral e o papa em particular. “A Igreja está atolada, dos pés até a cabeça, na vergonha e no crime. Além dos outros vícios de Alexandre VI, que são conhecidos de todos, afirmo que ele não é cristão, não acredita na existência de Deus”, dizia.

  • Sidnei

    ““A Igreja está atolada, dos pés até a cabeça, na vergonha e no crime. Além dos outros vícios de Alexandre VI, que são conhecidos de todos, afirmo que ele não é cristão, não acredita na existência de Deus”

    Se esta frase foi de Savanarola, eis um erro grade por parte dele, não ter distinguido entre a Igreja e os filhos da Igreja, cujos membros muito dele erraram, a começar pelo auto escalão da Igreja o Papa, porém, isto em nada macula e fere a santidade da Igreja, pois pertencem verdadeiramente a Igreja aqueles que verdadeiramente fazem a vontade do SENHOR e o segue, aqueles que estão dentro dela e não fazem o que o SENHOR manda, estes serão como os ramos que estando junto a videira, porém, se não derem bons frutos, serão arrancados e jogados fora, tal como ensinou JESUS no evangelho de São João capítulo 15.

  • Gente, sei que nao tem nada a ver, mas façam um post falando do “Padim Ciço”. Muitos tem ele como Santo

    • Danilo, cheguei à conclusão de que não dá pra falar de Padre Cícero em um post só, nem em dois, nem em três. Nós teríamos que nos dedicar a uma série especial, talvez um vídeo, não sei ainda. É um trabalho amplo, que exige muita pesquisa. Padre Cícero é fascinante. Não prometo para breve, mas o assunto está no meu coração.

  • Francisco Marques

    F. Marques
    Não se pode esquecer que Alexandre VI, tem uma relação estreita com a História do Brasil, afinal foi ele quem assinou o Tratado de Tordesilhas, antes do “descobrimento” das Terras de Santa Cruz.

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