Igrejas e casas cristãs destruídas no Egito. A era dos mártires está de volta!

isla_sharia

Nesta quinta-feira, dia 15 de agosto, cerca de 40 igrejas foram depredadas por muçulmanos no Egito. Algumas foram “apenas” saqueadas, outras foram queimadas e outras ainda foram completamente destruídas! Entre elas, 10 são católicas coptas; 30 são ortodoxas, protestantes e grego-ortodoxas. Mais de 600 pessoas foram mortas, mas não se sabe ainda quantas delas são cristãs (Fonte: Rádio Vaticano).

E não são só os templos dos nossos irmãos que estão sendo queimados: muitas vilas cristãs também foram incendiadas, segundo o blog do Reinaldo Azevedo. Poderia ser a igreja do seu bairro. Poderia ser a minha, a sua casa!

A essa tragédia não é um fato isolado. Em 2012, mais de 100 mil cristãos foram assassinados no mundo todo (saiba mais aqui) por razões de fé. Isso sem contar os que tiveram suas casas destruídas, foram expulsos de suas cidades. E sem contar também as mulheres que não morreram, mas foram estupradas. O que essas pessoas fizeram para atrair a si o ódio? Elas creem em Jesus Cristo!

Os cristãos sofrem imensamente nos países dominados por ditadores socialistas, e também nas nações de maioria islâmica. Vejam o tamanho da injustiça: nos países de maioria cristã, os muçulmanos vivem em grande paz. Constroem suas mesquitas, vivem livremente a sua fé e costumes, recebem benefícios do governo. Mas o contrário não ocorre: em quase todos os países islâmicos (há poucas exceções), os cristãos são perseguidos, feridos, mortos e humilhados!

Não pensem que esse é um problema do Oriente, e que os países de maioria cristã estão seguros. Se o Ocidente continuar se descristianizando, será engolido pelo Islã, em um futuro próximo. O ateísmo crescente, a ditadura do politicamente correto e a infidelidade dos cristãos quanto à própria fé abrem as brechas para o fim da cultura ocidental. Também é muito relevante o fato de boa parte das famílias cristãs optarem por ter poucos filhos. Um jornalista britânico, da rádio londrina Premier, chegou mesmo a dizer que a Inglaterra poderá, em pouco tempo, se tornar uma nação islâmica.

O tempo dos mártires voltou. O Coliseu está novamente ativo, e o sangue dos cristãos jorra como um rio.

Salve Rainha…

egito_igreja

Foto: crianças egípcias rezam em uma das igrejas incendiadas.

UPDATE:

Alguns leitores, no Facebook, vieram com aquele papinho jujuba, dizendo que não é bem assim, que não se pode generalizar… Ora, não somos nós que estamos inventando e generalizando. A realidade é evidente! Não vê quem não quer.

Pra quem duvida, dá só uma olhada na lista com a classificação dos países que mais oprimem os cristãos (Classificação de Países por Perseguição. World Watch ListWWL, 2013). Entre aqueles que apresentam uma perseguição extrema ou severa, 19 entre 23 países são de população majoritariamente muçulmana. Marcamos os únicos quatro países não-muçulmanos com um círculo vermelho:

perseguicao

Fonte: Portas Abertas

E muitos cristãos, que vivem em relativa paz, são toscos o suficiente para, diante da denúncia das barbaridades sofridas pelos cristãos perseguidos, ainda virem aqui dizendo que não podemos julgar! Não estamos condenando ninguém; apenas não podemos nos calar diante disso, pois é como se o próprio Cristo estivesse sendo perseguido.

Oremos para que os perseguidores dos cristãos se convertam, assim como se converteu São Paulo.

28 comments to Igrejas e casas cristãs destruídas no Egito. A era dos mártires está de volta!

  • Mário

    Gravíssimo ! Joelho no chão e terço na mão já !

  • Gêneto eugenio

    E chamam isso de primavera…

    Vejam dados levantados pela A.I.S(ajuda a igreja que sofre)http://www.ais.org.br/images/LRM/Egito.pdf

    o INVERNO com Mubarak deixou saudade…

  • Naiane

    Se não me falha a memória, a bem pouco tempo o Papa deu sua benção para esse povo…?Estamos em tempo de muita oração, mas também de começar a fabricar ‘chicotes’ e defender a Igreja.

    • Naiane,
      Foi o Bento XVI. Em uma entrevista no avião, a caminho do Líbano, ele disse que via na Primavera Árabe “um desejo de mais democracia, liberdade, cooperação para uma identidade árabe renovada”, mas disse também que ela deveria ser acompanhada pela “liberdade religiosa”.

      O quadro era ainda muito incerto, e realmente ficava difícil dar um parecer melhor. Enfim, o Papa tentou ver o lado positivo da coisa (que era nenhum). O fato, historicamente provado, é que é difícil conciliar “democracia” com “revolução liderada por muçulmanos”.

      • André

        Viviane, Fraancisco também, e foi num Angelus há pouco tempo, ou seja, já com o quadro de opressao e matança bem delineado, inclusive essa conivência do papa tem me gerado muita tristeza e incompreensao, e percebo de muitos católicos o mesmo sentimento… ): Nesse ponto, os protestantes estão menos politicamente corretos e mais engajados no bom combate, infelizmente…

  • Kleverlande

    Será que vamos ter que nos defender novamente lançando mãos das armas como no tempo das cruzadas?

    • Kleverlande,
      Não boto fé numa guerra armada. A verdadeira guerra que temos que travar é cultural. Temos que deixar de ser burros e frouxos, culturalmente falando. Temos que parar com essa babaquice de politicamente correto.

      Por exemplo: os grandes jornais praticamente não estão falando das 40 igrejas destruídas no Egito. Isso é inaceitável, não tem explicação! Com certeza, por trás disso, há uma mentalidade de não querer vender a imagem dos muçulmanos como fanáticos e perseguidores impiedosos dos cristãos. Só que omitir uma desgraça tão grande é um crime!

      A mídia ocidental tem que ser pressionada a parar de ocultar a ampla perseguição aos cristãos pelos islâmicos. A verdade deve vir à tona! E mais: é preciso que as ocidentais tenham muitos filhos, como a natureza pede! A população de muçulmanos cresce sem parar, inclusive dentro dos países europeus, onde há milhões de muçulmanos. Enquanto isso, as mulheres ocidentais acham que gozam de liberdade ao abortar, não ter filhos ou ter um filho só pra privilegiar a carreira e o dinheiro. Se continuar assim, o Islã vão dominar tudo! Seremos minoria em breve!

      E aí, quando a mídia ateia/ esotérica/ maçônica se der conta do problema, já será tarde demais. Já não haverá mais liberdade de imprensa. E os gays que se cuidem: não serão tratados pelos muçulmanos com o mesmo amor e tolerância de que gozam nas sociedades de maioria cristã.

      • Sidnei

        Nisto é que eu vejo o quanto este pessoal que ataca a Igreja Católica, como os gays, ateus, maçons, e por aí afora, são burros. Hoje eles atacam a Igreja, amanhã, eles padecerão os mesmos sofrimentos juntamente com a Igreja quando houver a perseguição dos muçulmanos às minorias cristãs, ateias, maçônicas e gays, vai sobrar porrete para todo mundo. Mas cá entre nós, mesmo que viermos a sofrer, será muito bom para os inimigos da Igreja que sempre a viram como um monstro, eles mesmo vão experimentar algo muito pior que a instituição que atacavam e chamavam de infame. Este será o castigo deles, deles de atacarem a Igreja a todo instante e nosso também, por termos sido tão ingênuos e acreditar que todos querem nosso bem, inclusive os muçulmanos, quando na verdade eles querem nossa extinção.

    • Juliano

      Kleverlande, acho que não poderemos entrar novamente nesse círculo de violência, a longo prazo, o culpa sempre cairá sobre nós, cristão católicos. Nós, ocidentais, temos a cultura da democracia, a nossa filosofia é baseada na cultura grega; já os muçulmanos são fruto de outro tipo de cultura, não tem a nada de democrático ou de qualquer coisa que valha. Quando Bento XVI deu sua opinião, como teólogo, sobre o Islão, o mundo caiu em cima, e tivemos, inclusive, freiras mártires na Somália. Quando o jornal dinamarquês fez uma charge sobre o Maomé, deu uma confusão danada no mundo; já eles profanam nossos templos, e tudo fica por isso mesmo. Como a mídia é pagã, maçônica, protestante e anti-católica, a coisa tenderá à isso, o domínio dos muçulmanos. Eu diria que a grande saída para isso seria, primeiro, encerrar com todos os cismas e divisões no cristianismo, termos novamente apenas a ÚNICA IGREJA DE CRISTO, que é a CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA, e teremos, novamente, o cristianismo forte e ativo no mundo. Abs.

    • Egberto

      Uma luta armada seria algo totalmente contrário aos preceitos cristãos, porém, devemos estar atentos e lutar na forma como explicado por A Catequista.

  • André C.A.

    Acredito que a grande mídia não noticia isso porque é conivente e até mesmo se satisfaz com esse tipo de coisa. Não são todos os jornalistas ou proprietários de meios de comunicação, mas são em número suficiente para tornar isso uma cultura dominante.

    • André, eu sou jornalista. A paz de Jesus e o amor de Maria. A palavra certa não é conveniência e nem de conivência, mas sim uma questão de seletividade informativa aliada a militância politico-editorial. Não é a mesma coisa, porque não se trata de opção, mas de gênese no Jornalismo atual. Faz parte, de certa forma do “DNA” de grande parte das redações. E nem tente procurar saber do chefe de redação de “O Globo”, de ” O Estado de São Paulo” ou mesmo a “Folha de São Paulo, por exemplo, o porque real disso, pois você receberá uma resposta atravessada e mal educada. Ou vão dizer que o que é tendência na redação não te interessa (o que eu, Leniéverson, enquanto profissional, não concordo).

      • André C.A.

        Agradeço o esclarecimento, Leniéverson. Creio que não responderiam porque a resposta é inconfessável.

        • De nada, mas a questão não é de se confessar ou não, é, a substituição das técnicas profissionais por cartilha de militância ou ideológica ou política ou as duas juntas.E mais: se ouvi em algum lugar que existe jornalismo 100% isento ou imparcial, desconfie: há cheiro forte de mentira no ar. Um abraço e fique com Deus!

  • Sidnei

    Agora, estamos diante de um impasse: o que fazer com os muçulmanos que vem ao ocidente, e têm todas as regalias como todos os cidadãos comuns e como toda e qualquer religião, que garante a liberdade de culto, e aos cristãos que vivem em terras onde os muçulmanos são maioria, e são constantemente perseguidos. Quanto aos muçulmanos que estão entre nós, temos que respeitá-los e garantir a liberdade deles de ir e vir, pois não podemos responder a eles na mesma moeda que eles respondem a nós na terra deles, como ensinou Jesus que devemos fazer o bem não somente a quem nos faz o bem, mas que nós faz o mau também e nos persegue, ou como disse São Paulo, que não devemos responder o mau com o mau, mas o mau com o bem. Por isto, diante dos seguidores do islã e que vivem entre nós, teremos que ter uma atitude de tolerância, amor e compaixão assim como temos que ter com todos os inimigos da Igreja. Esta é que deverá ser a nossa grande diferença entre nós e eles, esta é a que é a grande marca do cristão.

    Com relação aos nossos irmãos que estão entre eles, e que estão sofrendo estas perseguições, acredito que deverá um diálogo para que parem com estas perseguições, e não tampar o sol com a peneira como estão fazendo os lideres políticos e chefes das nações no Ocidente que simplesmente estão ignorando estes fatos todos, e a mídia, que com sua ação do politicamente correto quando se trata com religiões dos outros, porque quando se trata da Igreja Católica, não perdoa nem um espirro do Papa quando dado em um momento errado, imagine o resto. Tem que demonstrar também as atrocidades com os cristãos em terras onde predomina o islã. E claro que isto tem que ser feito de maneira a não atrair mais ódio e violência ainda contra nossos irmãos cristãos, tudo tem que ser feito a base do respeito e do diálogo, e por isto que o Papa Francisco mandou sua mensagem aos islamitas pelo final do período do ramadã, pois não adianta nada se ele for ríspido contra os muçulmanos, que a coisa vai ficar pior ainda. Isto lembra Pio XII na 2º guerra mundial, em que não adiantaria de nada se o Papa batesse de frete com Hitler, ele não iria salvar nem sua pele e muito menos de ninguém, enquanto ele se manteve nutro, ele conseguiu salvar um maior número de judeus, mas se não fosse assim, nem a vida dele poderia ter salvo. Portanto, diante deste quadro todo, devemos ter muita cautela, pois todo cuidado é pouco, muitas são as ações que deveriam ser tomadas, mas no momento acredito que a mais sensata é colocar os joelhos no chão elevar as mãos para cima, e pedir a Deus em nome de Jesus que olhe para estes nossos irmãos perseguidos e quem sabe, em um grande milagre, converta todos estes islamitas, em fieis seguidores de Jesus Cristo dentro de sua única e verdadeira Igreja.

  • Paulo Ricardo

    Só para constar e azeitar um pouco mais essa discussão. Os quatro países em vermelho não são muçulmanos. Ok. Mas são violentas ditaduras comunistas. Os quatro. E continuam os pseudo católicos de plantão querendo, de fato, defender essa súcia de canalhas, trabalhando para eles e esperando nossa compreensão? Ora po@#$%%$#@#$#%&*#%#%rra!

    E a China só não está na lista porque nenhum país do mundo tem tanto puxa-saco quando ela. O regime político lá é o socialismo hipócrita, do tipo, “finjo que não é comigo”. É como a piada do coveiro, se é que vocês me entendem. Tanto assim, é a China que sustenta, com nosso dinheiro, por via indireta, coisas medonhas como a caricatura de filme vagabundo que é a Coreia do Norte e a monstruosidade retrógrada que é o Laos.

  • Leonardo Abreu

    Gente, não são todos os muçulmanos que procedem dessa forma, existem muitos que não aprovam esses atos. Vejam a foto da própria Rádio Vaticana: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=449338891840830&set=a.449338881840831.1073742231.204528906321831&type=1&theater
    Se acreditarmos que todos os muçulmanos são inimigos, não haverá paz que prevaleça. É óbvio houveram momentos na história em que os cristãos tiveram que pegar em armas para defender a sua fé, como na batalha de Lepanto, mas não estamos mais na idade média. Nem quando os Cristeiros pegaram em armas para defender a igreja no México na década de 20, ela não sinalizou um apoio oficial, por mais que vários bispos e padres tenham ajudado os combatentes.
    Agora, a resposta mais importante que devemos dar de imediato, são nossas orações e dentro de nossas possibilidades, enviar ajuda financeira a AIS (http://www.ais.org.br/como-voce-pode-ajudar). O que devemos fazer é rezar sim, fazer penitências, jejuns em nome daqueles que hoje são (e sempre foram) perseguidos e martirizados em nome da fé no Cristo. Devemos voltar as nossas paróquias e comunidades e nos colocar à disposição aos trabalhos nos projetos e tarefas evangelizadoras, e partindo desse princípio, sermos testemunho do Cristo com nossa vida e atitudes para com todos os que nos cerca e em todo ambiente que frequentarmos. Sendo missionários da boa nova e testemunharmos a entrega total ao Seu serviço com nossas vidas e apresentarmos a felicidade que é ser TODO em seu nome, muitos crerão se juntarão a povo de Deus e não haverá povo ou nação que vença aqueles a quem o Senhor os chama para ser o seu povo escolhido. Afinal, a promessa que o próprio Jesus nos fez foi que as portas do inferno jamais prevalecerão sobre a Sua igreja. Não serão muçulmanos e nem o ocidente ateu que irão vencer essa parada. Lembremos que a barca não é nossa, é do Cristo. Bento XVI deixou isso bem claro em seu discurso de renúncia. Aumentemos a nossa fé, para que estejamos preparados quando formos convocados ao martírio.

    • Leonardo,
      A foto que você enviou é linda, muito obrigada!
      E não dissemos que todos os muçulmanos procedem desta forma. Apenas, diante dos FATOS, é impossível não constatar que uma BOA PARCELA dos muçulmanos agem de forma muito negativa contra os cristãos. Afinal, pequenas facções não poderiam fazer o imenso estrago que está sendo feito na vida dos cristãos orientais.

      E na Europa, apesar de ainda serem minoria – ainda – os muçulmanos já estão botando as asinhas de fora, conseguindo impor seu modo de vida e seus valores aos não-muçulmanos. E usam de ameaça e de força para isso, quando acham conveniente. Em Londres, por exemplo, alguns bairros chegam a ter 30% de moradores muçulmanos. E essa parcela já se fez forte o suficiente para impor a lei muçulmana – a sharia – nesses bairros, ameaçando punir quem a desobedecer. Alguns cidadãos londrinos já sofreram ataques desse pessoal.

      Tem aqui um vídeo em espanhol que mostra um grupo de muçulmanos ofendendo católicos na porta de uma igreja. Um católico, então, reclama falando mais ou menos assim: “Eles podem parar em frente às nossas igrejas e insultar-nos, e insultar a tudo o que temos estima, e ficam impunes. Mas se algum de nós cercar a mesquita deles dizendo algo ruim sobre a religião islâmica, no melhor dos casos a polícia nos prenderia por incitação ao ódio racial. No pior dos casos, seríamos atacados por uma turba de sujeitos com a cabeça envolta em toalhas”.

      http://www.youtube.com/watch?v=PBa-BHhJ_gc#at=116

      Sim, Leonardo. O que nos consola e nos dá paz interior é que a barca é de Cristo, e a vitória dEle é certa.

      • Sidnei

        É fato que os muçulmanos sempre quiseram dominar a Europa, isto desde o inicio do islã, porém, sempre foram barrados seja pelas cruzadas seja por meio de batalhas como a de Lepanto, porém, nos dias de hoje, nunca foi tão fácil de eles dominarem a Europa, graças aos europeu burros que evitam filho a qualquer custo, enquanto que os muçulmanos se multiplicam feito coelhos.

  • JR

    Leonardo, vai pregar em Teerã e depois avisa aqui pra nós como foi, ok?

    • Leonardo Abreu

      JR, não entendo porque uma pessoa católica faz um comentário sarcástico como esse sobre um momento sério e delicado em que a Igreja, ao qual nos congregamos na fé do mesmo Senhor, está passando. Se é o amor que nos une como irmãos, então, gostaria de entender o seu pensamento sobre a religião a qual você faz parte, já que seu comentário nada tem de união. Eu não sou de comentar em blogs e nem em sites de jornais, pois sei que nesses lugares a discussão não leva a nenhum lugar. Comentando aqui, eu pensei que o nível da conversa seria outro, com objetivo de engrandecimento na fé e conhecimento na igreja do Cristo. É de conhecimento universal a dificuldade existente nos países orientais e de culturas não-cristãs e a perseguição ao cristianismo, levando muitos ao martírio. Será que o Padre Matteo Ricci, SJ, quando embarcou para a China medieval para evangelizar e levar a palavra de Deus àquele povo, não sentiu medo, insegurança ou temia pela sua vida? É óbvio que sim! Mas o chamado foi mais forte e o amor ao Cristo ressuscitado o fez ver que a Cruz da qual Cristo se entregou por nós não seria nada se ele não colocasse toda a sua fé e esperança na promessa feita por Ele: que nós somos herdeiros da vida eterna. Não há nada no tempo presente mais valioso do que a vida no reinos dos céus, e só se chega a esse reino, através de uma entrega total Àquele que mais amou os homens. Agora JR, eu te pergunto: Você estaria disposto a morrer (ou ir em missão de evangelização ao Teerã, conforme você mesmo citou, sem a garantia de que morreria como mártir) por Aquele que em uma cruz morreu por você? Eu sou sincero a você e não tenho vergonha de admitir, não tenho vocação ao martírio e tenho uma família que depende de mim, pois a vocação que escolhi foi o matrimônio, mas se um dia o meu chamado seja ser um mártir, eu tenho certeza que, nunca pela minha força ou capacidade e sim somente pela graça de Deus, eu irei atender a esse chamado do Senhor. Pense um pouco sobre isso e sobre essa sua resposta. É só uma sugestão daquele que te quer bem. Um abraço!

  • Interessante que na lista não há nenhum pais de origem cristã… Ou é muçulmano ou é comunista ou é pagão. #MuitoEsclarecedor. Somos BUNDÕES essa é a verdade. Cospem na nossa história e temos que respeitar as loucuras desses cidadãos.

    • Cadu, a defesa do direito a manifestação da fé deveria ser uma luta incansável dos tais entendidos em direito internacional, antropologia, sociologia, ciências sociais, por exemplo. Cadê eles? Onde estão? Alô, ONU, cadê você, minha filhaaa?

  • Sharlyton

    O problema é que nós mesmos cristãos ocidentais nos odiamos, lembremos dos casos de diversos brasileiros que foram retidos e humilhados nos aeroportos da Espanha; faço esse comentário para aqui criticar o “politicamente correto” pois o governo brasileiro não tomou uma postura do toma lá da cá.
    No quesito religioso temos que adotar uma postura JUSTA se eles nos tratam com rispidez, violentado nossas mulheres, saqueando, matando…, não digo que façamos o mesmo mas os mandemos embora para os seus países aonde até o solo os rejeita. Aí a impressa ateia, esotérica, maçônica vai dizer alguma coisa e assim as coisas serão postas a messa pra se discutir o que não pode é sermos dizimados por islâmicos fundamentalista que usam a religião para nos oprimir aonde eles são maioria. No BRASIL somos maioria adotemos uma postura um pouco mais radical e que se danem os senhores dos direitos humanos (USA – EUA)vendidos por causa do petróleo; infelizmente as vezes por uns os outros devem pagar e veremos como eles irão reagir, aposto que irão propor um tom conciliador.

  • Antônio Prado

    Turma d’O Catequista, olha essa agora! Cristãos foram expulsos de Mossul, sob pena de serem mortos, por não pagarem imposto instituído pelo chamado Estado Islâmico, um “novo” califado que tem se expandido do Iraque até a Síria, justamente onde encontram-se muitos cristãos: http://pt.euronews.com/2014/07/20/iraque-cristaos-fogem-de-mossul/ Rezemos por todo o povo cristão que sofre no Oriente Médio com a perseguição islâmica!

  • Alexandre Sousa

    Chegam a dizer que islamismo significa paz. Islamismo significa submissão. Submissão á uma religião cujos escritos que só falam de guerra santa e somente haverá paz no mundo quando todos forem islamicos. Os islamico estão divididos em 2 seitas sunita e xiita e as 2 não vivem em paz. Eles fazem violencia contra outras religiões, mas tenho referencias que eles são mais violentos entre eles mesmo. Chego a conclusão que se o mundo todos se tornar islamicos sunitas, xiitas e algum outro grupos vão continuar suas guerras. Nunca terá fim.

Leave a Reply

You can use these HTML tags

<a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>