Papa faz aniversário, mas quem ganha presente é Cuba!

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Nessa terça-feira (17) o Papa Francisco completou 78 anos. No mesmo dia, o presidente Obama fez um anúncio histórico: depois de mais de 50 anos de rompimento, EUA e Cuba retomaram as relações diplomáticas. E quem mexeu os pauzinhos para que tudo isso acontecesse foram o Vaticano e o Papa Francisco!

O Vaticano, aliás, já publicou uma declaração dizendo que o Papa tá feliz demais da conta, e explicando resumidamente como se deu a intervenção da Santa Sé nesse caso (veja aqui).

Será que isso é mesmo bom? Não seria uma vitória da ditadura cubana? Não no contexto atual. Os governantes da ilha caribenha colocam toda culpa dos profundos problemas sociais e econômicos de Cuba nos “imperialistas dos EUA”; embromam o povo dizendo que se não fosse o embargo, Cuba estaria uma maravilha. Agora não vai ter mais bode expiatório para o falido socialismo cubano!

O embargo ainda permanece – ao menos até que o Congresso americano discuta a questão e vote pelo fim do embargo –, mas algumas trocas comerciais de menor porte (porém de grande relevância) já foram autorizadas. Outras medidas já anunciadas pelos EUA certamente ajudarão a tirar os cubanos da bolha anti-democrática em que vivem:

  • viagens de americanos a Cuba serão facilitadas;
  • vendas e exportações de bens e serviços dos EUA para Cuba serão autorizadas;
  • norte-americanos poderão importar bens de até US$ 400 de Cuba;
  • terão início novos esforços para melhorar o acesso de Cuba à telecomunicação e internet.

Se as viagens dos americanos a Cuba serão facilitadas, o mesmo ainda não foi anunciado da outra parte. Também, pudera: se Raúl Castro abrir a porteira, vai ser uma debandada geral! #Partiu #Miami

Segundo o site G1, um prisioneiro político americano já deixou o xilindró em Cuba, e três agentes cubanos já foram libertados pelos EUA (coitados, esses devem estar pensando seriamente em pedir pra voltar pra prisão, pois certamente se alimentam bem melhor numa cadeia americana do que em sua terra natal). Em 2012, motivado pela visita de Bento XVI à ilha, Raúl Castro já havia libertado 2.900 prisioneiros (saiba mais aqui).

Os americanos já devem estar ansiosos para importar charutos – que é uma das poucas coisas que Cuba tem pra vender, além dos serviços dos médicos escravos – e os cubanos, por sua vez, devem estar sonhando com o fim do racionamento de sabonete, de papel higiênico, de equipamentos elétricos, de alimentos… De tudo, em suma!

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Crianças índias são enterradas vivas, mas ANTOpólogus defendem a não-intervenção

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O programa Fantástico do último domingo (veja aqui) mais uma vez rompeu o silêncio sobre o assassinato crianças indígenas indesejadas. Finalmente o grande público está ciente de que o governo federal – não só o governo atual, mas todos os demais governos anteriores – faz vista grossa para o sofrimento desses inocentes enterrados vivos ou envenenados pelo simples fato de serem órfãos, gêmeos, deficientes ou filhos de mãe solteira.

E o sofrimento não é só das crianças, mas também de muitos índios adultos, que em seus corações percebem essa matança como algo mau. A maioria se vê sem opções e omite, ou cede às pressões da tribo; alguns, no entanto, têm a coragem de se opor a essa sentença de morte, e saem da tribo com a criança. O exílio é o preço a ser pago por serem fiéis à sua consciência.

O vídeo abaixo expressa perfeitamente o apelo de muitos indígenas brasileiros, que não querem a morte dessas crianças, e denunciam que a perpetuação da prática do infanticídio se deve, em parte, à atuação ideológica de certos antropólogos – ou melhor seria dizer, ANTOpólogus.

Mas porque os índios fazem isso? Por que isso é parte essencial de sua cultura? Não! Eles fazem isso pelos mesmos motivos que inúmeras mães em todo o mundo “civilizado” também o fazem: medo de serem marginalizados pelo grupo e descrença da possibilidade de criar aquela criança em seu atual estado de vida.

Especialmente nas grandes cidades, o abandono de recém-nascidos nas ruas, valões, rios e latões de lixo ocorre com razoável frequência. A maioria morre de frio, fome, ou atacado por ratos e formigas. As mães, quase sempre, são extremamente pobres ou são mães solteiras.

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Algumas das crianças e jovens atendidas pelo ATINI.

Que diferença há entre a realidade dessas mães que abandonam seus filhos à morte nas grandes cidades e as índias que o fazem no meio do mato? Nenhuma! Então, esse papo de que o infanticídio de crianças não desejadas é um aspecto intocável da “cultura indígena” é uma imbelicilidade. Se assim fosse, teríamos que dizer que esse tipo de coisa também não deve ser contestada em nosso meio, afinal, vez ou outra vemos nos jornais a notícia de algum recém-nascido abandonado no lixo.

Pensando bem… Há sim uma diferença: para as mães desesperadas que vivem em países de raiz cristã, há sempre a possibilidade de entregar a criança a algum orfanato, em vez de deixá-la ao relento.

Nos países cristãos sempre existiram – e sempre existirão – pessoas como São Vicente de Paula, que recolhia esses pobres bebês nas ruas de Paris; também Madre Teresa fazia o mesmo em Calcutá, enquanto Irmã Dulce o fazia em Salvador. E hoje, nas ruas do Rio de Janeiro, Elba Ramalho e tantos outros guerreiros anônimos do movimento pró-vida dão palavras de esperança a apoio material a mães que pensavam em abortar seus filhos, que passam então a criá-los com alegria.

Amor, recursos materiais, educação e dignidade: é isso que muitos índios pedem, especialmente as mães aflitas, que não querem matar seus filhos. Infelizmente, no meio do mato é impossível haver acessibilidade para deficientes, hospitais, orfanatos… Porém, é possível dialogar com esses povos e oferecer a eles a oportunidade de dizer não ao infanticídio. Eis algumas saídas:

  • os índios podem entregar as crianças indesejadas para os cuidados de uma instituição, com eventual encaminhamento para adoção;
  • os pais podem sair da tribo com a criança, se assim desejarem, e ser acolhidos com dignidade em um local onde poderão criar seu filho em paz, com os devidos recursos.
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Pequeno índio recebendo tratamento dentário no Atini.

É isso que faz o Movimento ATINI – Voz Pela Vida, que intervém, salva e cuida de crianças indígenas condenadas. Uma das fundadoras é a Dra. Damares Alves, pastora da Igreja do Evangelho Quadrangular, advogada e assessora parlamentar. Que os membros da ATINI prossigam seu trabalho, com as bênçãos de Tupã!

Enquanto isso, certos intelêkituaiz ANTOpólogus dizem que ninguém deve interferir na “cultura” indígena. Talvez falte a essa gente um pouco de coragem para se imaginar na pele de uma criança comendo terra dentro de um buraco, ou de uma mãe ou pai que se vê obrigado a matar seu próprio filho.

Para os corações de pedra, faria bem conhecer a história de Amalé (vídeo abaixo), menino ninja que, mesmo depois de sido enterrado vivo e pisoteado, sobreviveu pra exibir suas bochechas fofas na cara da sociedade.

Desde que o mundo é mundo os povos fazem intercâmbio, e assim há mudanças na cultura, na tecnologia, nos costumes… Por que com os índios tem que ser diferente, senhores ANTOpólogus? Que direito um grupelho de “estudiosos” têm de decretar que um determinado povo deve ser encarcerado em uma bolha, sendo assim impedido de receber influências de outra cultura – e também, é claro, de comunicar de modo mais amplo a sua própria cultura?

Notem: graças à intervenção cristã no meio indígena, houve o abandono quase que total do canibalismo entre as tribos brasileiras. Essa mudança de costumes, convenhamos, foi indispensável para viabilizar o trabalho dos ANTOpólogus nas tribos; do contrário, eles iriam para o espeto!

Bibas fingem ser padres: a verdade sobre o “Calendário Ortodoxo”

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Muita gente ficou bege após ler a notícia de que padres da Igreja Ortodoxa posaram nus para um calendário que defende as práticas homossexuais. Alguns incautos, ao lerem isso, saíram até dizendo que os ortodoxos passaram a defender o casamento gay. Mais uma vez, a imprensa brasileira trata seus leitores como palhaços: ao contrário do que divulgaram os sites dos jornais O Globo, Extra, Terra e Folha F5, não há NENHUM SACERDOTE envolvido nessa infâmia.

Um dos organizadores do tal calendário assumiu para o jornal The Huffington Post que nenhuma das fotos do calendário apresenta sacerdotes de verdade. São apenas modelos bibas fazendo o papel de padres para zombar da fé cristã, em especial da Igreja Ortodoxa que condena as práticas homossexuais (a Igreja Ortodoxa é cismática e possui comunhão apenas parcial com a Igreja Católica; para saber mais, clique aqui).

Por uma questão de marketing, os organizadores do calendário pró-gay divulgam que as monas, ops, os modelos são membros da Igreja Ortodoxa, que protestam contra a “intolerância” dos líderes ortodoxos. Quando leem que se tratam de “membros” da Igreja, certos tontos interpretam logo que se trata de membros do clero, e está armada a confusão.

Bem, enquanto aqui no Brasil nós temos que aturar as nefastas “Católicas pelo Direito de Decidir Matar o próprio Filho no Ventre”, lá na Romênia os cristãos têm esses “Ortodoxos pelo Direito de Morder a Fronha”.

Mas reparem: esse tal “Orthodox Calendar” foi criado em 2012 na Romênia, um país da Europa Oriental que há poucas décadas era dominado pela União Soviética. Ah… tinha que ter dedo de comunista nessa gaiola das loucas!

Liberdade de expressão para todos… menos para os católicos

Oi Povo Católico!

Rezem porque, cada vez mais o cerco se aperta aqui no Brasil. Lembra aquela cartilha sobre bioética distribuída na JMJ? Pois é… ela foi distribuída a alguns professores de Ensino Religioso no Rio de Janeiro durante um fórum sobre este tema (realizado em março). Sabe o que aconteceu? Por denúncia de um […]

O olé cede lugar a Alá: a islamização da Espanha

A charge acima é da página Spett Caricaturas.

Poderia um baiano ser hostilizado por saborear um acarajé, em pleno Pelourinho? E o que pensar de um mineiro, em sua própria terra, censurado por comer pão-de-queijo? Ou um gaúcho ser impedido de tomar chimarrão? Essa hipótese surreal é realidade na Espanha, onde crianças estão […]

Irmã Dulce – O Filme: mais um vídeo estreando em O Catequista!

Oi Povo Católicooooo!

Se você ainda não viu o filme da Irmã Dulce, está dando mole. É um filmaço! Nós já vimos e comentamos tudo, se você não leu, clique aqui.

Agora veja abaixo mais um vídeo sobre o filme, com estréia exclusiva aqui em O Catequista! Nele, a produção e os atores contam como […]

Irmã Dulce – 5 razões que te farão amar esse filme

“Amar o próximo como a ti mesmo“: como eu vivo esse Mandamento de Cristo? Essa é a pergunta que atravessa como um punhal o coração de cada expectador do filme “Irmã Dulce”, que estreia dos cinemas nesta quinta-feira (27).

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Mazelas intelectuais nascidas do Protestantismo – a Militância Política Inescrupulosa

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Essa é bem fácil de entender. As bases da “filosofia” protestante […]