São Gabriel Possenti, um seminarista bom de mira

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Em 1860, cerca de vinte mercenários expulsos do exército de Garibaldi estavam pilhando e tocando o terror na cidade italiana de Isola. Uma jovem estava prestes a ser estuprada no meio da rua, quando um seminarista veio em seu socorro: São Gabriel Possenti.

Um monge sozinho, desarmado e de batina? Os bandidos riram. O subestimaram, e isso para ele foi uma vantagem: numa manobra rápida, tirou o revólver da cintura de um mercenário. Quando outro soldado se aproximou, o religioso tomou também a sua arma.

Ao verem a cena, mais mercenários correram para o local. Foi então que uma lagartixa atravessou a rua, e parou entre Possenti e a tropa de malfeitores. O santo fez pontaria e, com um tiro certeiro, matou o bichinho. Impressionado, o grupo deixou a moça em paz e foi embora da cidade.

Esse foi um fato muito marcante e curioso na vida de São Gabriel Possenti – afinal, não é muito comum histórias de santos que saibam manejar armas de fogo. Porém, a luta mais dura que ele teve que travar foi contra si mesmo. Como foi difícil vencer o amor pelas coisas do mundo para se entregar sem reservas a Jesus!

INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA

Gabriel Possenti nasceu 1838, em Assis. Seu pai era advogado, e exercia o cargo de prefeito da cidade. Sua mãe, de origem nobre, morreu quando ele tinha apenas quatro anos.

Aos 12 anos, o menino já manejava a pistola e o fuzil como gente grande. Seu lazer favorito era a caça. Quando cresceu um pouco mais, passou a curtir os bailes – onde se destacava pelo talento na dança – e as peças de teatro.

festa

Sua família era de católicos devotos (como muitas naquela época). A partir dos 13 anos, entrou para o colégio dos jesuítas da cidade Spoleto, onde era popular e reconhecido por seu carisma e inteligência acima da média.

A sua vida festeira foi bruscamente interrompida quando ele ficou gravemente doente. Diante da possibilidade da morte, se deu conta que as futilidades com que gastava seu tempo livre eram poeira diante da eternidade, e agora de nada lhe valiam. Assim, pediu a Deus que lhe curasse, com a promessa de se dedicar à religião.

Tendo recobrado a saúde, o jovem logo se desinteressou da promessa que havia feito, e voltou pra vida de playboy. Mais uma vez, caiu gravemente doente. De novo, pediu misericórdia e prometeu a Deus que deixaria o mundo para ser religioso. E pela segunda vez quebrou sua promessa.

VIDA DE SEMINARISTA

Mas o Senhor não desistiu desse filho maroto. Durante uma procissão em honra à Virgem Maria, Gabriel Possenti ouviu claramente em seu interior que a Mãe de Jesus lhe falava, ordenando que parasse de enrolar e abraçasse logo a sua vocação. Depois desse “puxão de orelhas”, em poucas semanas ele entrou para o seminário da Congregação dos Passionistas.

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A adaptação à vida pobre e austera de monge foi, para São Gabriel, uma verdadeira cruz. Ele, que vivera sempre no conforto, mal conseguia comer a comida servida no seminário, que lhe parecia intragável.

Tais dificuldades não impediram que ele demonstrasse uma fidelidade total às normas da Congregação, mesmo nas menores coisas – como, por exemplo, ser pontual e não comer nada fora do horário das refeições. “Fidelidade nas pequenas coisas” passou a ser o seu lema!

AUTOCONHECIMENTO, DISCIPLINA E ORAÇÃO

Assim como teve coragem de sair desarmado do seminário para enfrentar os bandidos, São Gabriel também não se acovardou diante das tentações. Não evitava as coisas que lhe causavam desgosto; antes, aproveitava essas ocasiões para matar dentro de si a vaidade (isso se chama mortificação, ou seja, fazer morrer seus próprios gostos).

Foram seis anos como seminarista passionista. Nesse pouco tempo, o rapaz que era arroz de festa progrediu espantosamente na vida espiritual, sempre mantendo um doce sorriso no rosto. Qual o seu segredo? Certamente lhe ajudou o profundo autoconhecimento que demostrava ter (terá ele feito, em seus anos de colégio, os Exercícios Espirituais de Santo Inácio? É possível).

Gabriel Possenti parecia saber exatamente quais eram seus pontos fracos (que eram muitos!), e assim adotava atos diários e concretos para combater suas más disposições interiores. Isso está claramente indicado nas 41 Resoluções que ele redigiu para si: uma lista de atitudes que lhe guiavam em uma vida santa. Algumas dessas resoluções são tão simples que lembram “A Pequena Via” de Santa Teresinha do Menino Jesus.

A DEVOÇÃO A MARIA

O santo sentia tamanha veneração pelos sofrimentos de Jesus que nunca se separava do crucifixo: quando dormia, colocava-o sobre o peito; quando estudava, punha-o junto ao livro. Com tanta frequência beijava a imagem que os traços da fisionomia do Senhor se apagaram.

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Sua devoção mais característica foi a compaixão pelo coração de Maria, o coração trespassado por uma espada. São Gabriel Possenti meditava sempre sobre as amargas tristezas que ela sofreu durante a Paixão e Morte de seu Filho.

Algumas de suas leituras favoritas foram o Amor de Maria, de por Dom Robert, e As Glórias de Maria, de Santo Afonso de Ligório. O santo chegou a pedir ao seu diretor autorização para gravar o nome de Maria sobre seu coração (por meio de escarificação), como uma tatuagem. Mas o diretor não deixou. Coisas de jovem apaixonado…

Seu desejo de honrar Maria o levou a elaborar o Credo de Nossa Senhora – uma coleção de louvores marianos retirados dos grandes teólogos e doutores da Igreja.

Seu grande desejo era ser enviado paras as terras de Missão, após ser ordenado sacerdote. Porém, no final de 1861, foi acometido de tuberculose, que o levaria à morte. Deu seu suspiro derradeiro em 27 de fevereiro de 1862, aos 24 anos, apertando contra o peito o crucifixo e uma imagem da Virgem Dolorosa. O Papa Bento XV o canonizou em 1920.

Na cama, enquanto padecia seus últimos sofrimentos, o demônio ainda veio lhe tentar, com pensamentos impuros. O santo moribundo, então, se refugiou sob o manto da Virgem, dizendo: “Ó Maria, minha Mãe, expulsa-os; faze-os ir!”. Esse foi o seu tiro final e mais certeiro.

Bibliografia para consulta:

Gun Saint, de John Michael Snyder

Revista dos Arautos do EvangelhoFev/2012, n. 122, p. 32 a 35

Site St Gabriel of Our Lady of Sorrows

Site Saint Gabriel Possenti Society

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Calendário dos Dias Santos de Guarda no Brasil – 2017

“Participar da missa inteira nos domingos e outras festas de guarda e abster-se de ocupações de trabalho”: esse é um dos cinco mandamentos da Igreja Católica. Para você ficar ligado nos dias de preceito e não dar uma de “Travolta confuso” em 2017, publicamos aqui um calendário especial!

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Conforme a autorização que recebeu da Santa Sé, a CNBB transferiu algumas festas de guarda que caem em dias úteis para o domingo anterior ou seguinte (que sempre é um dia de guarda). Nesses casos, o preceito é cumprido no domingo. Indicamos essas situações no calendário abaixo, com uma seta verde.

A CNBB também aboliu o preceito na solenidade de São José (19 de março); portanto, não a indicamos no calendário. Porém, no dia 1º de maio, Feriado do dia do Trabalho, honramos a São José Operário; essa festa foi instituída pelo Papa Pio XII, em 1955.

Muitos católicos pensam que o dia de Finados, a Quarta-feira de Cinzas, a Quinta-feira Santa, a Sexta-feira Santa, o Sábado de Aleluia e a Festa de Nossa Senhora Imaculada Aparecida são dias de preceito; não, não são. Certamente, um bom católico buscará participar das celebrações em sua paróquia nessas datas – afinal, é para isso que o feriado religioso existe – ainda que não tenha essa obrigação.

JANEIRO

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1º – Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus (Feriado)

6 – Epifania – Festa dos Reis Magos (passou para o domingo seguinte)

MAIO

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25 – Ascensão de Nosso Senhor Jesus Cristo (passou para o domingo seguinte)

JUNHO

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15 – Corpus Christi (Feriado)

29 – Santos Apóstolos Pedro e Paulo (passou para o domingo seguinte)

 

AGOSTO

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15 – Assunção de Nossa Senhora (passou para o domingo seguinte)

NOVEMBRO

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1º – Todos os Santos (passou para o domingo seguinte)

DEZEMBRO

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8 – Imaculada Conceição de Nossa Senhora

25 – Natal (Feriado)

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As últimas palavras de Lutero: não, nem todos podem interpretar a Bíblia

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É hoje o grande dia, em que apresentamos o capítulo final da nossa série de posts sobre o monge maluco mais célebre de todos os tempos. Ele, que começou sua saga infernal acusando a Igreja de Roma de perverter o Evangelho, agora não era mais do que um vendido, e sabia que era. Seu fundo do poço, talvez, tenha sido apoiar a realização de um casamento bígamo, jogando na lama as palavras de Jesus sobre a indissolubilidade do matrimônio.

Eis o imbróglio: o conde alemão Filipe I de Hesse, tal como o rei Henrique VIII, não conseguia manter o pinto dentro das calças. Mas queria porque queria voltar a comungar, e começou a pressionar o conselho dos teólogos protestantes para obter a permissão de se casar novamente, mesmo já sendo casado. Afinal, se no Antigo Testamento os patriarcas tinham várias esposas, então ele também se achava no direito!

Temendo perder o apoio político de Filipe de Hesse, Lutero (junto com mais sete teólogos, incluindo os deformadores Bucer e Melanchthon) assinou um parecer dizendo que a bigamia não era permitida aos cristãos, mas era melhor ser bígamo do que viver na gandaia. Filipe podia se casar em segredo, para não escandalizar o povão. Ô hipocrisia! Só que alguma boa alma jogou essa titica no ventilador, e o escândalo foi grande em toda a Alemanha.

Sempre que era questionado sobre esse fato, Lutero não era macho o suficiente para assumir o que tinha feito, e desconversava. O herói da “Reforma”, quem diria, deu a sua bênção a um adultério! Talvez o remorso e o constrangimento que essa história lhe gerava tenha levado o monge maluco a atacar a castidade do próprio Cristo. Afinal, se Cristo fosse adúltero, ninguém mais teria a obrigação de evitar esse pecado.

Vejam esse trecho “pio” e teologicamente “embasado” do Sr. Martinho Lutero sobre Jesus Cristo:

Cristo cometeu adultério a primeira vez com a mulher da fonte, de que nos fala São João. Não se murmurava em torno dele: ‘Que fez, então, com ela?’. Depois com Madalena, depois com a mulher adúltera, que ele absolveu tão levianamente. Assim, Jesus Cristo, tão piedoso, teve que copular, antes de morrer.”

Essa pérola está disponível no livro Tischreden (“Palestras à mesa”), citação nº 1472, volume II, página 107; edição de Weimar em seis volumes, 1912-1921. Alguns certamente dirão: “Esse cara tava doidão, só pode ter bebido água de brigão (rima pobre proposital)!”. O historiador protestante Funck-Brentano discorda:

“Jesus Cristo, amante da Samaritana, de Madalena, da mulher adúltera! Livres pensadores, ateus, aos quais citamos de passagem, assombram-se. Seria para julgar que o doutor Martinho estava bêbado, quando se expandiu em semelhantes afirmações. Mas não podemos admitir isso, pois ao menos nesse dia os seus fiéis discípulos teriam evitado recolher-lhe piedosamente as palavras.”

Uma lógica irrefutável.

Muitas e muitas historietas abjetas como essa estão gravadas como fogo na história. Este post converteria-se facilmente em livro se fôssemos analisar uma por uma das blasfêmias de Lutero. Portanto, vamos adiante para os seus últimos momentos neste mundo.

É provável que Lutero sofresse de problemas cardíacos, tal a natureza de suas críticas no que se refere à saúde. Falta de ar, tonturas, dores de cabeça, angina pectoris. Isso estava fazendo que ele se tornasse uma figura insuportável, intratável até para seus mais próximos colaboradores.

Seus dilemas pessoais com o demônio não davam folga à sua mente perturbada e ficaram ainda mais presentes. Não perdia uma única oportunidade em ratificar seus ataques à Santa Igreja, aos judeus, e a tutti quanti. Em uma carta endereçada a sua esposa, chegou a acusar os judeus de estarem mancomunados ao demônio para destruir sua saúde. O cara se achava a última bolacha do pacote…

Sua saúde deteriorou rapidamente. Tentavam aliviar seu sofrimento com massagens que não estavam mais lhe valendo de grande ajuda. Havendo melhorado, na noite de 17 de fevereiro de 1546, depois de um belo jantar regado a muita cerva e vinho, ele se recolheu em seus aposentos. Foi encontrado morto na manhã seguinte.

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Acharam um pedaço de papel em que o Deformador havia escrito a sua última declaração. Suas palavras refletiam a angústia de um homem que viu sua doutrina se transformar em um estímulo direto para que qualquer estúpido se achasse altamente capacitado pelo Espírito Santo para interpretar a Bíblia. Lutero era a favor do livre exame da Bíblia… Mas só a interpretação dele é que era sussa, a dos outros, não! Reparem:

“Saiba que ninguém pode tirar satisfação suficiente das Sagradas Escrituras, a menos que tenha governado igrejas por cem anos com os profetas, como Elias e Eliseu, João Batista, Cristo e os apóstolos. Não saqueie essa Eneida divina; antes, prostrados, reverenciem o chão em que pisam. Somos mendigos: essa é a verdade.”

Somos mendigos? Devemos ser humildes ao examinar as Escrituras? Ué… Cadê o cara que disse que todos são igualmente sacerdotes, podendo julgar a doutrina sem a mediação de nenhum clero?

Os erros e misérias perpetrados por Lutero são incalculáveis, tanto no campo material quanto espiritual. Ainda hoje, com a força de mil demônios, eles esmurram os portões da verdadeira Fé. Ele não foi o primeiro heresiarca, mas foi aquele que, aproveitando-se de um momento de tibieza moral do Vaticano (a era dos papas insensatos da Renascença), tornou-se o motor de uma crise sem precedentes.

Lutero refletiu o antissemitismo de seu tempo e de sua terra? Muitos historiadores sustentam que sim. Mas ele reavivou muito essa chama, que aqueceu as palavras de Gobineau, Stocker e – cereja do bolo – Adolph Hitler.

Seu modus operandi insano e despótico, em que os fins justificam os meios, são a base sobre a qual se erigiu a Legenda Negra da Idade Média. Sua campanha difamatória contra a Igreja foi muito bem utilizada por desprezíveis como Michelet, Diderot, Marat e Voltaire para desamparar os fiéis e liberar no mundo o desespero.

Esse foi Martinho Lutero, pai de mil “igrejas” e responsável pela perdição de milhões e milhões de almas.

Fiquem com Deus.

 

FONTES:

Site judeu Beth-Shalom. A propósito do Anti-semitismo

Jorge, Fernando. Lutero e a Igreja do Pecado. Ed. Mercuryo.

Aquino, Felipe. História da Igreja: O Concílio de Trento.

Denifle, Heinrich. Luther and Lutherdom. Torch Press, (EUA).

Kellermann, James A. (translator). The Last Written Words of Luther: Holy Ponderins of the Reverend Father Doctor Martin Luther

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